6.ª Edição do concurso “Conta-nos uma história!” – Podcast na educação

Outubro 31, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Ministério da Educação e Ciência (MEC), através da Direção-Geral da Educação (DGE), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Microsoft, lança a 6.ª Edição do concurso “Conta-nos uma história!” – Podcast na educação.

Esta iniciativa pretende fomentar a criação de projetos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital de áudio e vídeo. O ato de contar histórias desempenha um papel extremamente relevante nas aprendizagens dos alunos destes níveis de educação e ensino, quer na aquisição de conhecimentos, competências e valores quer nas atividades de carácter mais lúdico. As histórias a admitir a concurso podem ser originais ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas e outros textos já existentes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc. Em todos os casos, devem conter um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos.

mais informações:

http://erte.dge.mec.pt/index.php?section=439

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Pais responsáveis por 45% dos casos de maus tratos a crianças até seis anos

Outubro 31, 2014 às 3:30 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 31 de outubro de 2014.

Daniel Rocha

Romana Borja-Santos

Instituto Nacional de Medicina Legal examinou 279 casos de maus tratos a crianças em três anos. De bofetadas a queimaduras com cigarros, foram muitos os exemplos das agressões levadas a cabo pela família.

Bofetadas, agressões com objectos, empurrões ou mesmo queimaduras com cigarros. Estes são apenas alguns dos exemplos dos 279 casos de maus tratos a crianças com menos de seis anos que chegaram ao Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) entre 2011 e 2013. Quase sempre, em mais 45% das situações, o alegado agressor foi um dos pais da vítima. Os dados fazem parte de um estudo antecipado ao PÚBLICO, coordenado pelo vice-presidente deste instituto, João Pinheiro, e que será apresentado nesta sexta-feira em Coimbra, no último dia da I Conferência do INMLCF.

O trabalho Maus tratos infantis e morte em Portugal: estudo retrospectivo de três anos, realizado por João Pinheiro com o apoio de Júlio Barata e Rosário Silva, também da Delegação do Centro do INMLCF, permite perceber que o número de casos de ofensas a crianças até aos seis anos que chegaram ao instituto em 2013 mais do que duplicou em relação a 2011. Nesse ano foram feitos 59 exames, um número que aumentou para 83 em 2012 e para 137 no ano passado – o que representa um crescimento de 130% no período em análise. “E estes números não traduzem o fenómeno dos maus tratos em Portugal, são apenas o resultado das crianças que vêm a exames nas nossas estruturas na sequência de uma queixa ou de uma denúncia”, sintetiza o também director da delegação do Centro do Instituto.

João Pinheiro esclarece, contudo, que “na literatura existem diversas definições sobre maus tratos, e o que foi seguido neste trabalho foi o critério que a  lei determina”, numa referência ao que o Código Penal estipula como ofensas à integridade física simples ou grave, à violência doméstica e aos maus tratos. O médico legista ressalva também que o aumento de casos ao longo dos anos não é necessariamente sinal de que existam “mais crimes contra a integridade física, podendo igualmente significar que há mais gente a denunciar e que os serviços estão mais eficazes, como aliás também se passa com a violência doméstica”. “Mas a sinalização ainda é, de todas as formas, insuficiente”, adverte, atribuindo parte do problema à dispersão das vítimas por várias entidades.

Sobre as 279 situações registadas nos três anos, o médico legista salienta que “em 11 casos não foi possível documentar as lesões, pelo que fica por esclarecer se foi falso alarme”. Numa outra base de dados, referente às autópsias, foram ainda identificadas seis vítimas mortais com menos de seis anos e cuja causa da morte é atribuível a maus tratos como asfixia, intoxicação e lesões traumáticas, que o médico reforça que são as situações que retratam o lado mais “extremo e definitivo” destes crimes. “Há quase duas crianças que por semana, em média, vêm aos nossos serviços a exame por suspeita de maus tratos”, um número que preocupa João Pinheiro, mas que ainda assim representa menos de 1% do total de exames por agressão que o INMLCF tem de fazer no âmbito do direito penal.

Em termos de idades, em 18,6% dos casos as crianças tinham menos de um ano, em 22,9% tinham entre um e dois anos e em 21,9% já tinham entre três e quatro anos na data da agressão. No estudo, João Pinheiro procurou também perceber qual era a distribuição dos casos quanto à relação da vítima com o alegado agressor, esclarecendo que utiliza a palavra “alegado” por “em rigor não podermos dizer que foram os pais que bateram ou outra pessoa qualquer. São alegados agressores pois só se pode afirmar de forma segura depois de o tribunal determinar, ainda que nos casos das crianças a correspondência seja quase de 100%”. Da experiência do médico, os casos que se acabam por revelar errados dizem normalmente respeito a situações de divórcios complicados “em que os pais instruem os filhos para dizer que o outro lhes bateu”.

Ainda assim, a base de dados que suporta o trabalho indica que em 45,5% dos casos os pais das crianças terão sido os agressores e em 3,9% os padrastos ou madrastas. “Os progenitores masculinos são os que mais frequentemente agridem, o dobro das mães”, descreve João Pinheiro, referindo-se aos 30,5% de casos registados como sendo o pai o alegado agressor, contra 15% em que surge a mãe. Dados que, sublinha, “vão em sentido contrário ao que acontece em alguns países com estudos semelhantes, como os Estados Unidos, Finlândia, China e Chile, em que o acto é mais praticado pela mãe”. Registaram-se também 33% de casos com conhecidos, que em 20% das situações tinham uma relação familiar com a vítima, sendo na maior parte dos casos vizinhos, mas também avós, tios, irmãos e primos ou outros familiares não especificados. Há ainda 5,4% de situações atribuíveis aos cuidadores de crianças institucionalizadas e 12,2% a desconhecidos.

Em mais de 93% dos casos, completa João Pinheiro, “as ofensas foram contundentes, sendo que contundente significa tudo o que serve para bater”. “Mas numa queda, o cão chão também funciona como instrumento contundente”, exemplifica o especialista. Deste total, em 27,3% das crianças as lesões foram atribuídas a bofetadas, 20,8% a objectos variados, 20% a empurrões, 15,8% a “apertões, abanões, cotoveladas e puxões”, dizendo as restantes respeito a murros, pontapés, unhadas e mordeduras. Em 3,9% dos exames foram identificadas lesões feitas com objectos cortantes, 1,8% de queimaduras com cigarros e 1,1% de agressões com produtos tóxicos. “Embora os números sejam muito pequenos, as queimadoras são todas por cigarros, que quase se pode dizer que é tortura, mais do que maus tratos”, alerta o dirigente do INMLCF.

João Pinheiro diz que o contacto entre os médicos e os agressores é praticamente inexistente, seguindo um relatório para tribunal, que só chama os peritos em caso de dúvidas. Mas, em linha geral, as condenações dos agressores variam consoante se verifica uma ofensa à integridade física simples ou grave. “Uma fractura pode ser uma ofensa corporal simples se curar bem, mas também pode ser grave se tiver efeitos permanentes, como quando alguém parte uma perna e precisa de pôr uma prótese, ou fica com uma mutilação que a deixa desfigurada”, descreve. Em 90,3% dos casos analisados pelo instituto as agressões não tiveram consequências permanentes, mas houve 5,1% com consequências permanentes e 0,7% com perigo para a vida.

Os dados mais recentes da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CPCJ), que constam do relatório anual relativo a 2013, indicam pelo contrário que os processos por maus tratos que chegam às CPCJ têm vindo a cair desde 2007, representando agora 5,5% do total, contra 8,9% há seis anos. Os maus tratos físicos que desencadearam a abertura de processos ocorreram na maioria dos casos em contexto de violência doméstica. Na maior parte das vezes as crianças tinham entre 11 e 14 anos (503 processos), e entre seis e dez anos (494 processos). Até aos seis anos – a mesma idade a que reporta o estudo do INMLCF – foram abertos 398 processos.

A conferência onde se insere este estudo, que começou na quinta-feira, em Coimbra, contou com mais de 450 inscrições para um total de quatro painéis, com 41 comunicações orais e 77 posters

Resumo do estudo mencionado na notícia no link:

http://www.conferencia.inmlcf.mj.pt/Resumos.asp

 

 

Halloween no Museu da Eletricidade

Outubro 31, 2014 às 2:02 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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edp

Lisboa

Museu da Eletricidade

31 de outubro a partir das 21h30 Entrada livre (não requer marcação prévia)

No próximo 31 de outubro o Museu da Eletricidade veste-se a rigor para receber o Dia de Halloween.

A partir das 21h30 o Museu ganha vida e convida o visitante a entrar no jogo Cluedo, o chefe da Central Tejo foi assassinado. Quem o matou? E qual a arma do crime?

Zombies, fantasmas, bruxas, lobos e muitos sustos prometem uma noite de mistério verdadeiramente assustadora no Museu, para todas as idades!

Veja aqui como foi o nosso Halloween em 2013.

https://www.facebook.com/museu.da.eletricidade

Brincar a modelar na Rede BLX – PARA CRIANÇAS dos 4 aos 10 anos

Outubro 31, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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plasticina

Brincar a modelar na Rede BLX

pela Criart – arte com plasticina

PARA CRIANÇAS dos 4 aos 10 anos Tens gosto em fazer trabalhos manuais? És criativo? E de brincar a aprender? Então junta a tua criatividade à diversão e vem aprender a modelar com plasticina. Descobre a magia que é modelar com as mão os teus trabalhos, com um material que salta e que seca ao ar. Datas, horários e bibliotecas:

BIBLIOTECA de BELÉM 1 novembro às 11H00 20 dezembro às 11H00

BIBLIOTECA dos CORUCHÉUS 22 novembro às 11H00

BIBLIOTECA ORLANDO RIBEIRO 22 novembro às 15H00 29 novembro às 15H00

BIBLIOTECA NATÁLIA CORREIRA 6 dezembro às 10H00

BIBLIOTECA MARIA KEIL 13 dezembro às 15H00

N.º máximo e mínimo de participantes: 5 crianças | 10 crianças +INFO e Inscrições: Mónica Pereira | E: criart.14@gmail.com | 965689165

Preço: 5€/criança

[2014-10-18]

Semanário gravidez e maternidade na adolescência

Outubro 31, 2014 às 10:41 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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seminarioEntrada livre com inscrição obrigatória até 6 de novembro para humanidades@humanus.pt

Qualquer dúvida ou questão não hesite em contactar a Associação Humanidades via email humanidades@humanus.pt, telefone fixo 21 099 64 93 ou telemóvel 91 913 59 62

Projeto “QualifiCAM” – Estudo de Avaliação do Programa de Qualificação e Integração Profissional de Mães Adolescentes

http://www.humanus.pt/?p=5474&lang=en

 

 

 

Rastreio Gratuito de Dificuldades de Aprendizagem Específicas da Leitura – Dislexia, para crianças entre os 5 e os 12 anos

Outubro 31, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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rastreio

RASTREIO DE DISLEXIA

No próximo dia 13 de novembro, a equipa do CADIn irá realizar um rastreio gratuito de Dificuldades de Aprendizagem Específicas da Leitura – Dislexia, para crianças entre os 5 e os 12 anos.

É indicado trazer o seu filho/a para fazer rastreio de dislexia no CADIn, se:
· Lê mal, com erros e muito devagar
· Teve dificuldade em aprender as letras
· Evita ler
· As suas notas não correspondem ao esforço que faz para aprender e àquilo que sabe
· Tenta adivinhar as palavras quando lê
· Leva tanto tempo a ler uma frase, que no final já não sabe o que leu
· Não compreende o que lê
· Existem familiares com diagnóstico de dislexia

Mais informações:http://www.cadin.net/destaque/rastreio-gratuito-de-dislexia/

 

Ebook “Viagem por terras da(s) parentalidade(s)

Outubro 30, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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viagem

descarregar o e-book aqui

 

Pais “insensíveis”, filhos mais expostos a maus conteúdos

Outubro 30, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto da Pais & Filhos de 27 de outubro de 2014.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Parental Desensitization to Violence and Sex in Movies

À medida que os adultos ficam cada vez menos afetados por conteúdos audiovisuais “pesados” – como, por exemplo, cenas de violência e sexo no cinema e na televisão – mais riscos correm as crianças de serem expostas a este tipo de materiais, sem qualquer filtro.

Um trabalho realizado pela Universidade da Pensilvânia (EUA) expôs mil adultos, com filhos entre os seis e os 17 anos, a conteúdos audiovisuais deste tipo, com cenas crescentemente chocantes. Os resultados mostram que pais e mães mostraram-se cada vez menos incomodados, à medida que o tempo passava, e também mais permeáveis a deixar os filhos assistirem às imagens perturbadoras.

“Esta rápida mudança de atitude foi surpreendente”, admitiu o líder da investigação, Daniel Romer. “Assistimos a uma ‘dessensibilização’ adulta impressionante”, acrescentou durante uma entrevista dada ao jornal “Pediatrics”. O mesmo especialista diz suspeitar que os crescentes níveis de violência a que se assiste nos filmes para menores de 12 anos têm também este fenómeno na sua base. “As pessoas que classificam as películas podem também estar já a sofrer desta mesma ‘dessensibilização’”, afirmou.

Daniel Romer recorda que a exposição de crianças, em especial antes da adolescência, a conteúdos violentos e sexuais pode ter efeitos no comportamento dos mais novos. Mas reconhece que ainda não é claro se esses efeitos são diferentes conforme o tipo de cenas. “Não é claro se ver um robô a ser destruído ou uma pessoa a ser atingida por um tiro é processado pela criança do mesmo modo. O melhor mesmo será os pais avaliarem bem a que tipo de mensagem querem que as suas crianças fiquem expostas mesmo que, pessoalmente, nem pestanejem perante as imagens”, conclui.

 

 

 

 

Indigenous students skipping school to avoid bullying and racism

Outubro 30, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://theconversation.com de 10 de abril de 2014.

Shutterstock

Nicholas Biddle

Naomi Priest

High-profile cases of racial discrimination on the sporting field and on public transport capture the media’s attention, but we hear less about racism in our schools.

One survey of secondary students across four states found 80% of students from non-Anglo backgrounds, most of whom were from migrant and refugee backgrounds, reported experiencing racial discrimination during their lives. These students also reported that over two-thirds of these experiences of racism occurred at school.

More quantitative data is available in Australia about the experiences of racial discrimination for children and young people from Aboriginal and Torres Strait Islander descent. In a seminar we gave this week at the Australian Institute of Family Studies, we showed that of Aboriginal and Torres Strait Islander people interviewed, 14% of students aged 14 years and under in 2008 were reported by their carers to have been bullied or treated unfairly due to their Indigenous status in the previous 12 months. This rises to 23% for Aboriginal and Torres Strait Islander high school students in non-remote parts of the country.

This might not seem like a large number, but it is significant for several reasons. First, this data is reported by the children’s carers and may therefore miss a number of incidents that students don’t report to their family. Second, when extrapolated across the school career, it is likely that many more Aboriginal and Torres Strait Islander children experience some form of bullying or unfair treatment at some point.

There is growing empirical evidence of the multiple ways in which racism is harmful to the health, well-being, educational and social outcomes of children and young people throughout their lives. It is also an area that significantly overlaps with the Abbott government’s other stated aims. In particular, the prime minister has said:

Getting children to school is the Australian government’s number one priority in Indigenous Affairs.

Experiences of bullying and unfair treatment are a significant factor in explaining school attendance. For those students who didn’t experience bullying or unfair treatment, 7% missed school without permission in the previous 12 months (according to their carer). Among those who did experience bullying or unfair treatment, this rises to 16%. In our presentation, we show that these differences still hold using more sophisticated statistical modelling.

There are many other determinants of attendance. Poor health, for example, is a key predictor of low attendance. But it is also likely to be difficult to achieve attendance targets without children feeling that school is a safe place where their race or ethnicity is not going to adversely affect their treatment.

Moreover, there is compelling evidence that experiences of racism lead to poor child health outcomes for Aboriginal and Torres Strait Islander students, as well as for those from other racial/ethnic backgrounds.

There is much we don’t know about the experiences of racism of school students in Australia. How prevalent are these experiences across different geographical, neighbourhood and school contexts and for students from a range of racial, ethnic, cultural and religious backgrounds? Who are the perpetrators – teachers, their peers, or older/younger students? Are the perpetrators from the same or different racial/ethnic background, age or sex?

What forms of racism are most common – e.g. overt, covert – and in what context – e.g. online, in the classroom, breaktime? How do students respond to these experiences when they occur, and how does this influence their health and education outcomes?

Despite the need for more evidence, it is still worth designing and trialling interventions that build on the evidence that we do have and that work towards countering racism within Australian schools. Such interventions should be evidence-informed and built on theoretical and empirical research, as well as rigorously evaluated. Poorly designed interventions to address racism have been shown to result in negative backlash and to reinforce and strengthen prejudice.

The current debates and proposed changes to the Racial Discrimination Act are complex. One thing is clear though – the act itself will never be enough to prevent and address racial discrimination in Australia.

Such laws may provide protection for the most high-profile cases. They may also have an important role in shaping long-term social norms. But, for the vast majority of people who frequently experience racism, including our school students, other policy interventions need to be considered.

 

 

 

The 21 Best Resources for 2014 to Prevent Cyberbullying

Outubro 30, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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texto do site http://www.edudemic.com  de 17 de outubro de 2014.

maineDOE

According to the Cyberbullying Research Center, more than half of teens and adolescents have reported that they’ve been bullied online, and between 10 and 20 percent say it occurs regularly. As a slew of recent news stories have demonstrated, the consequences can be devastating. A recent study conducted by the Center found that 20% of respondents who had been bullied, “reported seriously thinking about attempting suicide.”

Not all cases result in such poignant tragedy, of course, but cyberbullying has become a widespread problem that affects students of all ages and backgrounds. What’s worse is that many victims of cyberbullying don’t reach out for help, and they may continue to suffer from the consequences of bullying — such as low self-esteem and heightened levels of stress — for years after they’ve finished school.

What can educators do to put an end to this often invisible issue? The following resources will help to further education about cyberbullying and the best methods to combat it.

The Facts About Cyberbullying

The term “cyberbullying” may seem self-explanatory, but there is more to it than many people assume:

  • The National Crime Prevention Council explains cyberbullying in a simple, straightforward manner. It also lists some of the techniques that cyberbullies use, which range from simple things, such as sending tasteless emails, to more complex endeavors, such as creating websites with the goal of humiliating a certain person.
  • An infographic at teachthought.com presents the facts about cyberbullying in an easy-to-scan format. Teachers can use the statistics there as a launchpad to help students think more seriously about cyberbullying.
  • Another infographic is from stopbullying.gov, a government website that offers advice and tools for stopping all kinds of bullying.

Notable Updates in 2014

Perhaps now more than ever, Cyberbullying is showing up as a large red storm front on our society’s proverbial radar. Not a month seems to pass where we don’t hear about some terrible tragedy in the media. Fortunately, awareness of the problem is growing at a national level. Here are some of the latest resources and articles on the issue:

  • In anticipation of Bullying Prevention Month (which is October, if you didn’t know), ChicagoNow.com’s “Bully Boot Camp” blog recently posted an article titled, Bullying Prevention Month: Overcoming Cyberbullying. The piece offers some excellent actionable tips and insights, and the blog itself is well worth adding to your RSS feed, too.
  • Check out this IEEE Spectrum video on Youtube from this year’s Google Science Fair. It’s an interview with 14-year-old programming phenom Trisha Prabhu, who designed an app called “Rethink” to help put an end to cyberbullying. It works as a browser add-on, and she says it will “call out” cyberbullies before they ever even post hateful or harassing comments. She says it could potentially stop more than 90 percent of would-be bullies.
  • The Atlantic recently published a first-hand account, Confronting My Cyberbully, 13 Years Later, that follows the story of a young woman who reaches out to the bully who tormented her between the ages of 13 and 16. All at once, it’s enlightening, captivating, and poignant. The piece currently has more than 350 comments on it, so it’s also valuable for understanding the range of conversations that often surround such stories.
  • In September, Education Week posted an interesting blog post that serves to underscore the problem and provides further insight into how it works. Among other things, it cites a recent study by School Psychology Quarterly that found students tend to segue from traditional bullying into cyberbullying as they get older. Although the post is relatively short, it also includes research by the American Psychological Association to reinforce its findings.
  • Earlier in October, EduTopia posted an article by Megan McCarter about how to cultivate a bully-free community. She recommends speaking compassionately to resolve conflict with students.

One Key Strategy: Building Positive Relationships with Students & Families

The issues at the heart of cyberbullying are many and complex, but most of them boil down to relationships. By striving to build strong, positive relationships with both students’ families and the students themselves, educators can create an environment that (by its very nature) is a bulwark against cyberbullying.

More Resources for Taking Action

After you get up to speed on cyberbullying and its effects, it’s time to take action. While no two cases of cyberbullying are the same and the proper action to take can vary, there are some principles that can help.

  • Helping students see the seriousness of online harassment can go a long way toward stopping it. Mediasmarts.ca is a Canadian website, so not all of the information there about cyberbullying laws is relevant for U.S. schools. However, the lesson plans can serve as an invaluable tool for bringing cyberbullying out of the shadows.
  • Stopcyberbullying.org is a simple website, but it is rich with information. It has pointers that you’re unlikely to come across elsewhere, such as how to deal with the four different types of cyberbullies.
  • The Cyberbullying Research Center is an organization that actively seeks to raise awareness and help students, parents, and educators take steps to create a more comfortable online environment for children. You can download activities — such as puzzles and games — from its website that shed light on cyberbullying.
  • Endcyberbullying.org is a non-profit organization that, as its mission statement says, wants to “create a global social networking arena devoid of cyberbullying.” It organizes support groups, offers online counseling, and posts articles about the latest news related to cyberbullying.
  • Kidshealth.org covers a range of topics that relate to how adults can help children thrive. Its cyberbullying page gives some tips that can help adults recognize when a child is a victim of online abuse. Since kids hesitate to speak up, knowing the signs of cyberbullying is vital. It also provides guidance to parents on what to do if they discover that their child is the bully. Knowing how to talk to parents about that side of the issue can smooth out the process of beating specific cases of cyberbullying.
  • Overcomebullying.org has a broader focus than the other resources listed here. Its goal is to help victims of all types of bullying, whether it happens at school, in the workplace, or online. If you’re interested in doing deeper research, overcomebullying.org has lists of books that address specific types of bullying.
  • The article “15 Strategies Educators Can Use to Stop Cyberbullying” at opencolleges.edu.au outlines ways in which educators can make students feel more responsible for their online behavior. A couple of the techniques outlined include creating “digital citizens” and using team building activities in the classroom.
  • Deletecyberbullying.org is another project that wants to put an end to online harassment. The website includes news articles, helpful guides, and a list of resources that can help educators, parents, and students.
  • Connectsafely.org gives tips on how to stay safe online, and it has a downloadable PDF guide about cyberbullying. The guide is designed for parents, but the information there can help educators as well.

Cyberbullying often goes unnoticed by school faculty members, parents, and the students who have the good fortune to escape becoming a victim. However, addressing cyberbullying is vital because lives are at stake. Bullying victims are at least twice as likely to attempt suicide as those who are not victims. By being observant and staying up to date on the latest methods to fight cyberbullying, educators can play a role in eliminating the problem.

Have more tips or questions about cyberbullying? Participate in the comments below or on Twitter through @edudemic!

 

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