Programação e Robótica no Ensino Básico”, dirigido a alunos do 1.º ao 9.º ano de escolaridade

Agosto 11, 2017 às 11:10 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

texto do site http://www.dge.mec.pt/ de 10 de julho de 2017.

A Direção-Geral da Educação irá promover no próximo ano letivo 2017/18, com o apoio da Universidade de Évora, do Instituto Politécnico de Setúbal, da Associação Nacional dos Professores de Informática e da Microsoft Portugal, a iniciativa “Programação e Robótica no Ensino Básico”. Esta iniciativa decorre da implementação do projeto-piloto Iniciação à Programação no 1.º Ciclo do Ensino Básico que, entre 2015 e 2017, envolveu mais de setenta mil alunos.

As atividades de “Programação e Robótica no Ensino Básico”, dirigidas a alunos do 1.º ao 9.º ano de escolaridade, poderão ser dinamizadas, na Oferta Complementar, nas Atividades de Enriquecimento Curricular ou na Oferta de Escola, ficando esta opção ao critério dos órgãos internos do Agrupamento, nos termos do estabelecido nos respetivos diplomas legais.

Os estabelecimentos de ensino interessados em participar nesta iniciativa deverão registar-se através do formulário disponível em: http://area.dge.mec.pt/dspe1cip utilizando as credenciais fornecidas pela DGEEC, até ao dia 15 de agosto de 2017. No formulário, os Diretores deverão indicar os professores que pretendem envolver na iniciativa, para posterior participação na formação promovida no âmbito do projeto. Os professores indicados poderão pertencer a qualquer Grupo de Recrutamento, desde que possuam o perfil adequado ao desenvolvimento da atividade.

Os estabelecimentos de ensino envolvidos nesta iniciativa terão acesso a um sistema de acompanhamento e apoio presencial e online, através da realização de diversos eventos regionais, e de uma comunidade de prática que disponibilizará um conjunto de recursos educativos digitais.

Informações adicionais sobre esta iniciativa poderão ser obtidas através do endereço de correio eletrónico: probotica@dge.mec.pt.

 

 

Tratar os Media por ‘Tu‘ : Guia Prático de Educação para os Média

Julho 26, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

Com autoria de Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella (CECS – Universidade do Minho) e de Amália Carvalho, acaba de ser publicada a obra “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media” pela Direção-Geral da Educação. O livro pretende oferecer aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos dos Ensinos Básico e Secundário um conjunto de propostas práticas para a abordagem dos média em contexto de sala de aula.

Descarregar o guia no link:

http://www.cecs.uminho.pt/investigadores-do-cecs-publicam-guia-pratico-de-educacao-para-os-media/

 

Evento final do projeto-piloto “Iniciação à Programação no 1.º Ciclo do Ensino Básico” 30 de junho em Rio Tinto

Junho 19, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição. Os interessados deverão preencher o formulário de inscrição, até ao dia 23 de junho de 2017.

mais informações:

http://www.erte.dge.mec.pt/evento-final-ip1ceb-2017

Encontro SeguraNet 2016/17 com a participação de Bruno Pio, do IAC

Maio 29, 2017 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

 

A Direção-Geral da Educação, através da Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas, promove o Encontro SeguraNet, que irá decorrer no dia 5 de junho, na Escola Básica Integrada JI/ Vasco da Gama, em Lisboa (Parque das Nações).

Este encontro pretende distinguir as Escolas que mais se destacaram nas iniciativas do projeto SeguraNet, no ano letivo 2016/17, e é dirigido a todos os docentes.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição dado o número limite de vagas. As inscrições poderão ser realizadas até ao dia 4 de junho, através do formulário.

A intervenção de Bruno Pio é sobre “As Crianças e Jovens: Desafios e Riscos na Internet”.

Consulte o programa do encontro.

Para eventuais esclarecimentos, contacte-nos através do endereço: seguranet@dge.mec.pt.

 

 

O Pisca faz Faísca! recursos digitais no âmbito da cidadania digital para crianças em idade pré-escolar

Abril 29, 2017 às 10:00 am | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

No âmbito do projeto SeguraNet, a Direção-Geral da Educação irá enviar, durante o mês de maio, aos Jardins de Infância, do ensino público, uma coleção de três histórias infantis “O Pisca faz Faísca!”. Com este recurso, pretende-se alcançar, o público em idade pré-escolar, abordando temáticas prementes para esta faixa etária no que respeita à cidadania digital.

Sugere-se a visita guiada ao website ”O Pisca faz Faísca”:
http://pisca.seguranet.pt/, um espaço online que disponibiliza a coleção das histórias em formato digital e onde poderão ainda ser exploradas diversas atividades (adivinhas, sopa de letras, correspondências, pinturas, entre outras).

 

Apps para dispositivos móveis: manual para professores, formadores e bibliotecários

Março 15, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

apps

descarregar a publicação no link:

https://estudogeral.sib.uc.pt/jspui/handle/10316/31202

 

Caderno de Educação Financeira para o 2.º ciclo

Fevereiro 25, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

capturar

descarregar o caderno no link:

http://blogue.rbe.mec.pt/cadernos-de-educacao-financeira-dge-2039375

Concurso escolar “Contar o Holocausto”

Novembro 21, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

contar

 O concurso escolar “Contar o Holocausto” é uma iniciativa promovida pela Memoshoá – Associação Memória e Ensino do Holocausto (Memoshoá), em parceria com a Direção-Geral da Educação (DGE).

O estudo do Holocausto, referindo-se a um acontecimento específico de genocídio na história do século XX, é uma oportunidade privilegiada para abordar também outros processos de perseguição levados a cabo pelo governo nazi.

Num mundo pós-Holocausto, e apesar da criação das Nações Unidas e da aprovação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, os massacres e genocídios continuam, colocando hoje importantes desafios de carácter humanitário. Assim, o estudo, pelos nossos alunos, destes acontecimentos únicos da história da humanidade permitirá educar para a inclusão, contra o preconceito e para aceitar o outro como seu igual, aceitando a diversidade como característica da humanidade.

PRAZOS DO CONCURSO

Inscrição: até 30 de novembro de 2016.

 Envio do trabalho: até 28 de abril de 2017.

mais informações:

http://www.memoshoa.pt/concurso-contar-o-holocausto

 

Escolas ignoram regras de 2012 e vendem alimentos prejudiciais à saúde

Outubro 3, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

Notícia do http://www.dn.pt/ de 6 de setembro de 2016.

Leonardo Negrão/Global Imagens

Leonardo Negrão/Global Imagens

Joana Capucho

Há escolas que insistem em vender doces embalados e bebidas açucaradas nas máquinas automáticas

O bar da escola ainda não abriu. Restam algumas garrafas de água na montra. Ao lado, na máquina de venda automática, há águas, embalagens pequenas de Oreo, Chips Ahoy e Cacao Wafer, pacotes de Compal, Fresky, Capri Sonne e B!. Foi este o cenário encontrado ontem pelo DN numa escola dos 2.º e 3.º ciclos de Aveiro. “Devem vir trazer mais coisas antes de as aulas começarem. Costuma ter sandes, gelatinas, chocolates, bolachas de água e sal e digestivas, salame, bolo de bolacha”, conta Maria, aluna do 8.º ano.

Quatro anos depois de a Direção-Geral da Educação (DGE) ter publicado regras muito específicas para a alimentação nas escolas, ainda há instituições de ensino que disponibilizam bebidas açucaradas, que podem ser equiparadas a refrigerantes (categoria que inclui iced tea, bebidas aromatizadas e com gás) e outros alimentos pouco saudáveis nas máquinas de venda automática. E continuam a chegar queixas à Direção-Geral da Saúde. Os diretores reconhecem que as máquinas são uma fonte

de rendimento para as escolas e garantem que estas estão a renegociar com as empresas que as abastecem para que vendam alimentos mais saudáveis. No ano passado, um estudo feito pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, que avaliou quase 20 escolas do concelho, concluiu que 80% das escolas ainda estavam a oferecer produtos que não deviam estar disponíveis e apenas metade daquelas ofereciam fruta.

“Ainda se veem alimentos e bebidas que não devem ser comercializados em algumas escolas públicas portuguesas, mas é cada vez menos usual”, admitiu ao DN Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP). O também diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia, diz que, no seu caso, a escola decidiu eliminar as máquinas de venda automática, mas há diretores que optam por renegociar os contratos com as empresas.

“As máquinas estavam preparadas para determinado tipo de produtos. As escolas que as querem manter têm de falar com as empresas para mudar os produtos que existiam, nomeadamente os refrigerantes”, adianta Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes Escolares, destacando que as máquinas de venda automática são “uma fonte de rendimento” para as escolas, que recebem uma percentagem das vendas.

À Direção-Geral da Saúde (DGS) ainda chegam algumas queixas. Pedro Graça, diretor do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, diz ao DN que, “pontualmente”, há pais que informam a DGS de que determinada escola não está a cumprir as regras (ver entrevista). De acordo com as orientações para os bares escolares e máquinas de venda automática emitidas em 2012, há alimentos a privilegiar, a limitar e a não disponibilizar. Entre aqueles que não podem ser vendidos estão os refrigerantes (lista que inclui iced tea, bebidas com gás ou à base de cola, água aromatizada), chocolates em embalagens superiores a 50 gramas, pastéis, bolachas e biscoitos com cobertura e/ou recheados, guloseimas, entre outros.

Jorge Ascensão, presidente da Confederação Geral das Associações de Pais, acredita que o problema “está mais ou menos controlado”, existindo apenas “situações pontuais”. Sempre que as associações de pais se apercebem de irregularidades, a escola é contactada.

Embora muitas escolas já tenham eliminado os referidos produtos, há casos em que os alunos conseguem comprá-los a poucos metros da instituição. “Do outro lado da rua há cafés a vender esses alimentos, que os alunos levam para a escola”, denuncia Filinto Lima. Para o presidente da ANDAEP, as escolas devem “sensibilizar os alunos e as famílias, que também dão às crianças em casa aquilo que as escolas estão proibidas de vender”.

Bufetes Escolares – Orientações

Concurso de Ideias para uma Campanha Nacional de Eliminação da Violência Contra as Mulheres

Abril 26, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

leonorfb

mais informações no link:

https://www.cig.gov.pt/acoes-no-terreno/premios/concurso-de-ideias-para-uma-campanha-nacional-de-eliminacao-da-violencia-contra-as-mulheres/

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.