Pós-Graduação em Mediação Familiar e Mestrado em Ciências da Família na UCP de Lisboa

Junho 8, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações nos links:

https://fch.lisboa.ucp.pt/pt-pt/escola-de-pos-graduacao-e-formacao-avancada/programas-de-pos-graduacao/pos-graduacao-em-mediacao-familiar

https://fch.lisboa.ucp.pt/pt-pt/masters-degree/programs/mestrado-em-ciencias-da-familia

 

Famílias na União Europeia

Maio 28, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Gráfico retirado do Facebook do Parlamento Europeu – Gabinete em Portugal

VIII Jornadas da CPCJ de Sines – com a presença de Ana Perdigão do IAC, 30 maio em Sines

Maio 24, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança, irá participar nas jornadas no Painel III “Conflitos Parentais”.

Mais informações no link:

https://www.facebook.com/CPCJ-de-Sines-330232287048469/

 

 

Seminário “A Família na Atualidade: Desafios e Boas Práticas”

Maio 19, 2018 às 4:53 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.cm-vminho.pt/index.php?oid=17007&op=all

 

Bons pais fazem asneiras de 8h em 8h

Dezembro 22, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Laurinda Alves publicado no http://observador.pt/ de 12 de dezembro de 2017.

Acrescentar a família com mais filhos sim, mas sem pensar demais, sem perder muito tempo, para não perder também a oportunidade e, sobretudo, para não ceder a argumentos acessórios, longe do essencial

“Considero que os bons pais são aqueles que fazem pelo menos uma asneira de 8h em 8h, como as tomas dos antibióticos” disse Eduardo Sá no encontro Mais Família. Moderei o painel desta conversa e ouvi testemunhos interpeladores de todos os oradores. As partilhas e reflexões de cada um continuam a fazer eco e merecem ser revistas e amplificadas.

“Os bons pais amam loucamente os seus filhos e comovem-se perdidamente com coisas inacreditáveis que dizem e fazem, mas respiram fundo quando podem estar sem eles algum tempo”. Eduardo Sá dá voz a muitos pais que se culpabilizam por sentimentos naturais, tais como adorar os filhos e o tempo que passam juntos, mas também gostarem de ter tempo só para si. Gostar muito dos filhos quando estão acordados é comum, mas todos nós, pais e mães, sabemos que mal adormecem ou se distanciam de nós, esse amor parece que aumenta exponencialmente. Faz parte e não há que ter medo de sentir isso ou falar disso.

Eduardo Sá quebra algumas regras e desfaz muitos tabus. Também não alimenta mitos e questiona as causas das coisas que atravessam a esmagadora maioria das famílias, sejam elas convencionais, refeitas, monoparentais ou de alguma forma alternativas. Faz, por vezes, de advogado do diabo (salvo seja!) e dá largura e comprimento à discussão.

Cada filho que nasce faz-nos pais de novo e “desarruma-nos da cabeça aos pés. Quando achamos que estamos preparados para lidar até com as birras mais sofisticadas, eles dão-nos lições e grandes doses de humildade”. Os filhos obrigam-nos a crescer e se alguém pensa que somos apenas nós, pais, que os ajudamos a crescer, desengane-se! “Crescer com os filhos é o nosso maior desafio!”

Eduardo Sá fala das famílias como “reserva natural das imperfeições humanas, com tudo o que isso tem de privilegiado no nosso crescimento. A família (ou a falta dela!) é o que nos faz crescer mais e promove mais dores”, mas é com as dores e os conflitos que nos fortalecemos e tornamos quem somos. Também não há que temer. Todos temos direito à nossa quota de sofrimentos. A diversidade e a realidade de cada família, sobretudo das mais adversas, não dá margem para idealismos, mas ainda bem pois não há vidas cor-de-rosa nem famílias de uma cor só.

Neste encontro sobre a importância da família estiveram 3 mulheres e 3 homens – nenhum deles em casal – todos casados ou recasados, e todos com filhos biológicos, mais os de anteriores casamentos ou adoptados. Ao todo juntaram-se ali pais de 28 filhos. Vinte e oito, num país que está na cauda da Europa e do mundo quando se olha para as estatísticas de natalidade. A conjugação destas seis pessoas, com personalidades, vocações e profissões tão distintas, acabou por se revelar um hino ao amor e à família, pois o testemunho de cada um foi extraordinariamente tocante.

Raul Galamba, director emérito da McKinsey, pai biológico de 4 filhos, acaba de adoptar mais 3. Três irmãos que viveram muitos anos num orfanato e, no fim de um processo que durou 4 anos, lhe foram agora confiados a si e à sua mulher, como filhos adoptivos. Três crianças que chegaram a casa neste Verão e, de um minuto para o outro, passaram a chamar pai e mãe aos novos pais. A maneira leve e feliz como Raul Galamba fala desta chegada a casa, deste acerto familiar e desta nova família de 7 filhos faz com que tudo pareça infinitamente mais fácil e, acima de tudo, possível.

Durante uma hora ouvi (ouvimos, pois a conversa foi integralmente transmitida em directo) partilhas e testemunhos incríveis que mostram que afinal não há impossíveis. É certo que no cinema existem guiões perfeitos para famílias felizes e a família Von Trapp ainda povoa o imaginário de muitas gerações, mas na vida real as coisas são muito diferentes e passar de 4 filhos para 7, só é praticável contando com os próprios filhos para acolherem novos irmãos, e esperando que avós, tios e primos também ajudem a adoptar estas mesmas crianças. Foi o que aconteceu, mas impressiona sempre ouvir alguém dizer que se não tivessem tido o apoio do resto da família adoptavam à mesma estes 3 irmãos.

João Miguel Tavares, pai de 4 filhos, jornalista, colunista, ex-blogger e membro do Governo Sombra, mostrou-se particularmente interessado pela experiência de Raul Galamba, fez perguntas estratégicas e arriscou dizer que a sua própria mulher gostaria muito de adoptar crianças. Falou da sua realidade familiar quotidiana com muito amor e humor e declarou que os pais que aceitam ter muitos filhos são radicais. “Nós, os que temos uma catrefada de filhos, somos os novos radicais. Se houvesse um novo Maio de 68, nós eramos os mais radicais”.

Vera Pereira, Directora Geral da Fox, mãe de 2 filhos e há sete anos com mais 4 filhos em casa, fruto de segundo casamento, representava de certa forma as famílias refeitas, mas também as famílias monoparentais, pois entre casamentos viveu sozinha com os seus dois filhos. Vera falou com a mesma leveza e naturalidade com que falaram todos os outros e partilhou a sua experiência de profissional de sucesso, conjugando ao mesmo tempo novos filhos e novos irmãos que, na verdade, não escolheram ser família e começam por ser todos grandes desconhecidos.

“Hoje em dia sinto que podemos dizer com muito orgulho que somos uma família, mas tem sido um grande desafio. Penso que é mais difícil para nós, pais, do que para os filhos pois eles são muito mais simples. Nós temos sempre sentimentos de culpa”. Vera diz que a maior lição que todos aprenderam foi saber negociar uns com os outros. “Negociar a atenção, o tempo e o espaço, não apenas as bolachas!” Falou da importância de existir sempre abertura para falar da mãe e do pai biológicos, dando aos ‘filhos do outro’ toda a liberdade para se sentirem em casa sem terem que esconder relações ou fingir que esses laços não são vitais para eles. Mãe é mãe e pai é pai. Importa perceber que as crianças e jovens precisam de ser valorizados nessa relação primordial, fundamental, que os constrói e continua a ser uma referência maior, mesmo se não é ideal ou quando a relação entre progenitores se desfez.

Rita Mendes Correia, mãe de 6 filhos, advogada a tempo inteiro e presidente da Associação das Famílias Numerosas, enunciou algums competências extra que mães e pais adquirem nas famílias e se refletem no trabalho. E vice-versa. “É interessante olhar para estudos recentes e ver que os homens e mulheres que são pais conseguem reforçar em casa, com os seus filhos, as suas competências de liderança e de trabalho em equipa”.

Conceitos como a entre-ajuda e o team-building, ou ser solidário, partilhar, ouvir, conciliar, ajudar, negociar, compreender, lidar com o erro e o falhanço, e por aí adiante deixam de ser uma abstração, ou uma racionalização, porque se tornam prática diária nas famílias com várias pessoas a morar na mesma casa, e acabam por ser uma aprendizagem fortíssima com impacto no mundo do trabalho. Mas não só.

“Quando compramos um chocolate os meus filhos já estão a vê-lo dividido em seis” disse Rita Mendes Correia, querendo com isso sublinhar que esta partilha se torna natural em casa, na escola e em todos os ambientes frequentados pelas famílias numerosas.

Uma das frases mais repetidas por todos os oradores foi ‘porque não?’, aplicada à possibilidade de acrescentar a família com mais filhos biológicos ou adoptados. Outra expressão em que todos convergiram com extraordinária facilidade foi ‘sem pensar muito nisso’. Ou seja, acrescentar a família sim, mas sem pensar demais, sem perder demasiado tempo, para não perder também a oportunidade e, sobretudo, para não ceder a argumentos acessórios que distorcem a percepção daquilo que é essencial.

Raul Galamba saiu mais cedo por ter a festa de Natal de um dos 7 filhos e nada o fazer perder essa festa, mas antes de sair resumiu toda a conversa de forma alegre e iluminante. “Uma família com mais um é sempre uma família muito mais rica!”. Se um enriquece, que dizer de dois ou mais?

 

III Encontro Saúde Mental e Família : Que futuro em comunidade? 12 dezembro na Amadora

Dezembro 7, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/cpcj.amadora/

 

 

Como lidar com o stress matinal entre pais e filhos

Novembro 1, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://uptokids.pt/de 4 de outubro de 2017.

O stress matinal está a prejudicar os momentos em família?

Oito e meia da manhã, o relógio a dar horas, o pequeno-almoço por tomar, a roupa por vestir, gritos, choro, birras, “não posso mais com isto!”, “despacha-te!”, “anda lá!”. Um stress. Cenário comum e que se repete em dezenas de lares portugueses. Rotina que se repete dia após dia. Será que passa com os anos? Será que os miúdos melhoram com a idade? Dúvidas, irritabilidade, culpa… E assim está montado o cenário perfeito para que a família comece a sentir que está a viver em stress constante.

Para os pais, há ainda o acumular das tarefas profissionais e de manutenção da casa. Para os miúdos, o acumular dos conflitos na escola, da dificuldade em algo que está a ser ensinado e dos trabalhos para casa.

Mas será que de alguma forma os comportamentos de cada membro da família acabam por alimentar o stress familiar?

Sim e com certeza!

Os filhos frequentemente testam os pais para verem até onde podem ir, e frequentemente exigem atenção através de coisas que irritam profundamente os pais. Por sua vez, os pais que se sentem soterrados em obrigações, frequentemente dão uma ordem acabando por contraria-la, ou seja, pedem para os filhos que executem determinada tarefa, e acabam por fazê-la.

Anda lá! Calça as sapatilhas! Temos que ir!” E… dois segundos depois está o pai ou a mãe em stress a calçar os miúdos.

Como estas situações alimentam o stress familiar?

Simples, os pais, enquanto adultos, passam num simples comportamento a mensagem de que ela não tem capacidade de se calçar sozinha, que receberá muita atenção se fizer fitas a vestir-se, e que tampouco precisa de obedecer porque, a tarefa vai aparecer feita na mesma. E assim a mesma cena perpetua-se manhã após manhã.

Mas, como resolver essa situação?

Com treino. Treino dos pais e treino dos miúdos. Num dia calmo em que não tenham horários a cumprir (como um fim de semana, por exemplo), tenha uma conversa honesta com os pequenos e proponha uma competição contra o relógio “tive uma ideia para que nós não tenhamos que discutir pela manhã!”, por exemplo: “Vou colocar aqui o alarme e quando tocar tens que estar já vestido(a) e com as sapatilhas calçadas. Se conseguires terminar antes do alarme, vais ganhar um prémio!”. Para tal, coloque um tempo no alarme que saiba que será viável para o seu filho realizar a tarefa com sucesso (5 min a 8 min). O que queremos aqui é que ele se sinta capaz de executá-la. Ah! Mais importante ainda, não ajude! Deixe que ele faça sozinho, incentivando-o a cada etapa concluída com sucesso “Boa! estás mesmo rápido, já conseguiste vestir a camisola! Fixe!! Agora já calcaste as meias!!”. O prémio a ser dado, nesse caso, pode ser algo tão pequeno como um autocolante ou carimbos numa folha. Depois, podem ser estabelecidas metas para a semana juntamente com os miúdos (a começar por metas mais fáceis). Se os pequenos conseguirem vencer o alarme três vezes na semana ganham três autocolantes e esta soma de conquistas pode ser trocada por um prémio maior (um kinder surpresa, a escolha da sobremesa para o jantar, um jogo mais barato que queiram, enfim, algo que não tenha um valor elevado mas que seja do interesse deles). Esses pequenos prémios vão promovendo motivação para a realização de tarefas e o desafio deve ser aumentado a cada conquista. Após duas semanas, conseguindo vestir-se sozinhos e vencendo a meta de três vezes na semana, pode aumentar-se o desafio para conseguir fazê-lo os cinco dias da semana.

Este tipo de intervenção pode ser feita também para tomarem o pequeno-almoço ou para realizar qualquer outra tarefa, incentivando-os sempre com algum prémio pelo sucesso na execução e claro, com muita atenção!

A verdade é que as birras e a postura opositiva não passam com os anos, nem com a idade. Muito pelo contrário, a tendência é piorar se não for tomada nenhuma atitude pró-ativa por parte de quem cuida. O que faz os comportamentos mudarem são 4 coisas:

  • Treino, consistência por parte dos pais, regras e ordem.

Nesse sentido, os pais tem de ter atenção para não transmitirem exatamente aquilo que não pretendem.

Há pais que gritam frequentemente com os filhos pedindo para que estes não gritem.

Ora, quando gritas, o que estás a ensinar, é que ganha quem grita mais alto… Em vez de ensinar que com gritos não se ganha nada, ensinas que gritar é o importante. E, acredita, os miúdos vão aprender a gritar!

O que devemos fazer é exatamente o oposto: oferecer um elogio assim que a criança para de gritar “Fixe! Estou mesmo orgulhosa(o) de ti! Conseguiste acalmar-te e parar de gritar!”, assim conseguimos ensinar que gritar não serve de chamada de atenção, mas que parando de gritar se ganhar atenção e elogios dos pais!

Essas dicas funcionam muito bem quando bem executadas de forma consistente. É claro que algumas crianças são mais desafiadoras, mas há sempre maneiras de ajuda-las a compreender as regras e autoridade de forma positiva e não autoritária.

Quem poderá ajudar com mais precisão é um psicólogo especialista em atendimento infantil e de pais. Para além de promover rotinas menos conturbadas, um bom profissional ajuda na criação e manutenção de laços afetivos positivos nas famílias, mesmo perante os momentos de crise.

Se sente que sua rotina está a dar cabo do seu dia e da energia da sua família, procure ajuda. Acredite, as coisas não vão melhorar sozinhas e nem com o tempo. É necessário fazer modificações de forma organizada, consistente e coerente, e com ajuda profissional tudo fica mais claro e fácil.

imagem@trudnoca

 

 

 

O consumo de álcool moderado dos pais afecta os filhos? Estudo diz que sim

Outubro 20, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 19 de outubro de 2017.

Segundo um estudo do Institute of Alcohol Studies de Inglaterra, estes comportamentos afectam a forma como os filhos vêem os pais.

Catarina Lamelas Moura

Um estudo publicado esta semana pelo Institute of Alcohol Studies de Inglaterra (IAS) designa o álcool como “açúcar para adultos”. De acordo com os resultados obtidos, os impactos negativos do consumo de álcool por parte dos pais sobre os filhos acontecem também com quantidades menores, consideradas normalmente pelas entidades como comportamentos de baixo risco.

O estudo – centrado nos consumos sem dependência – analisou as respostas de 997 pais e os seus respectivos filhos, em Inglaterra. Foram realizados inquéritos ao público, quatro focus groups e um inquérito online.

O relatório publicado pela IAS alerta que o debate acerca do consumo de álcool se foca demasiado na questão da quantidade de álcool, em detrimento do verdadeiro impacto do mesmo nas crianças. Os resultados demostram que os pais não têm necessariamente de beber grandes quantidades de forma consistente para que os seus filhos notem mudanças no seu comportamento e sofram impactos negativos. As crianças que viram os pais alegres ou mesmo bêbados demonstraram algum tipo de consequência, como sentirem-se menos consoladas ou a perturbação das rotinas nocturnas. Há ainda uma probabilidade menor de não verem nos pais um exemplo positivo.

Os inquéritos conduzidos concluíram que “muitos pais assumem que os seus filhos não reparam naquilo que bebem” e que, por isso, “os impactos negativos são involuntários, em grande parte dos casos”. Esses hábitos acabam por reflectir-se na postura que os filhos tomam em relação ao álcool, indicam ainda os inquéritos online.

De acordo com os dados do IAS, 29% dos pais admitiu que já tinha estado bêbado em frente aos filhos e 51% disse que já tinha estado alegre. Dos pais inquiridos, 29% considera não haver problema em beber em frente aos filhos, desde que não aconteça com regularidade. Das crianças abordadas, 18% já se sentiu envergonhada devido ao consumo alcoólico dos pais.

“É preocupante que a maioria dos pais relate ter estado alegre em frente aos filhos. Todos os pais lutam por fazer o melhor para os seus filhos, mas este relatório realça a preocupante lacuna no seu conhecimento”, comenta Katherine Brown, chefe executiva dos IAS, citada pelo Guardian.

Um local “seguro” para beber

Aquilo que muitos pais consideram uma forma de educar os filhos a terem comportamentos responsáveis relativamente ao consumo de álcool – deixá-los experimentar uma bebida numa ocasião especial, em casa, por exemplo – pode não produzir os efeitos desejados.

“Os pais muitas vezes tentam evitar que o álcool se torne um tabu, contra o qual as crianças se rebelem, e têm tendência a ver a casa como um ambiente seguro para a aprendizagem de comportamentos adequados”, aponta o relatório do IAS. No entanto, aponta ainda, um estudo conduzido por Marie B. H. Yap e outros investigadores concluiu que as crianças cujos pais lhes fornecem bebidas alcoólicas, têm maior probabilidade de começar a beber mais cedo, de ter problemas alcoólicos e de beber em quantidades e frequência maiores.

O relatório citado na notícia é o seguinte:

Like sugar for adults: The effect of non-dependent parental drinking on children & families

 

 

1º Colóquio – Mais família, mais educação – 21 outubro em Oeiras

Outubro 17, 2017 às 4:40 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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A participação é gratuita mas a inscrição é obrigatória.

Inscrições:

maisfamiliamaiseducacao@auchan.pt

210 457 599 / 210 457 149

AUDITÓRIO MUNICIPAL EUNICE MUÑOZ

Rua Mestre de Aviz – Oeiras

Tel: 214 408 411

Os casais e as famílias face ao destino” Master Class Franco-Português – 26 e 27 de maio

Maio 18, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/sptf.pt/

http://sptf.pt/

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