Mês da População: Ter ou não ter filhos, quais as questões? 4 grandes debates em maio na Faculdade de Ciências Médicas da UNL

Abril 30, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.ffms.pt/mesdapopulacao/

Workshop “O Educador Social no Acolhimento Residencial de Crianças e Jovens – Práticas Colaborativas” 21 de maio

Abril 29, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Diapositivo1

inscrições:

https://docs.google.com/forms/d/1L7sEgv7qDyL_pNAA_ILa1WzGoNe6qrX1AFQE39yaxpY/viewform?edit_requested=true

Dra. Melanie Tavares, do IAC, esteve em Audição Pública na Assembleia da República

Abril 29, 2016 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Melanie

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, participou na  Audição Pública sobre necessidades educativas especiais, deficiência e escolaridade obrigatória, na Assembleia da República em 26 de abril de 2016.

Veja o vídeo no link abaixo a partir de 02:27.00 min.

http://www.canal.parlamento.pt/?cid=956&title=audicao-publica-necessidades-educativas-especiais-deficiencia-e-esc

Falar claro sobre consumo de bebidas alcoólicas

Abril 29, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site Educare de 18 de abril de 2016.

Projeto lança manual para que pais, filhos e educadores conversem sobre hábitos que podem ser perigosos. Iniciativa quer chegar a 900 mil jovens e adolescentes.

Sara R. Oliveira

O livro chama-se “Falar Claro: Conversas sobre o Álcool entre Pais e Filhos”, os conteúdos foram elaborados pelo médico psiquiatra e pedopsiquiatra da infância e adolescência António Lorena Trigueiros, validados e certificados pela Direção-Geral de Educação e Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, no âmbito do Fórum Nacional de Álcool e Saúde. Este manual debruça-se sobre um assunto delicado. A ideia é que pais, filhos, professores, educadores, e comunidade, falem abertamente sobre o consumo responsável de álcool e sobre os perigos que os excessos podem provocar a vários níveis.

O Projeto Falar Claro quer chegar a 900 mil jovens e adolescentes. A iniciativa parte da APCV – Associação Portuguesa dos Produtores de Cerveja e deu origem a um protocolo de cooperação assinado com várias entidades, com a Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), a Associação Nacional de Professores (ANP) e o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ). Este projeto encaixa nos objetivos do Fórum Nacional Álcool e Saúde, já que procura contribuir para a redução do consumo nocivo em jovens sem idade legal para o consumo e alertar para um hábito de risco nos jovens maiores de idade.

“O comportamento abusivo dos jovens perante as bebidas alcoólicas, em geral, é um assunto que preocupa a APCV, pois esse consumo irresponsável não só é prejudicial para o indivíduo como também para a sociedade no seu conjunto. É com grande orgulho que APCV, em conjunto com os nossos parceiros – ANP, CONFAP e IPDJ – implementa um projeto válido e capaz de obter resultados reais no combate ao uso nocivo de bebidas alcoólicas por jovens”, refere o presidente da APCV, Rui Lopes Ferreira.

Dentro das suas competências e campo de intervenção, as entidades envolvidas estão a desenvolver ações de formação e sensibilização para que o manual chegue ao seu universo de contactos. A CONFAP, por exemplo, quer que o manual chegue ao maior número de pais e jovens, através da distribuição massiva do manual junto das suas associadas, e vai promover ações de sensibilização. O objetivo é chegar a mais de um milhão de pais e encarregados de educação.

A CONFAP aplaude a publicação do manual de apoio que permite aos pais trabalharem a problemática do álcool em conjunto com os seus filhos. “É preciso falar claro e enfrentar sem tabus nem constrangimentos a existência deste problema na nossa juventude, pois só assim poderemos contribuir para uma melhor informação dos nossos jovens que lhes permita ter uma qualidade de vida mais saudável”, refere Jorge Ascenção, presidente da CONFAP.

A ANP também já arregaçou as mangas e certificou uma ação de formação destinada a professores do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Secundário com o objetivo de fornecer aos docentes informações e ferramentas para a integração do projeto nas suas atividades curriculares. A ação de formação está em curso e já foi concretizada em quatro agrupamentos de escolas, no Norte e Sul do país. Para Paula Carqueja, presidente da ANP, o tema é relevante, “ajuda e provoca conversas, linhas de diálogo, numa triangulação perfeita: pais, alunos/as e professores, onde todos se movimentam de acordo com o seu papel”.

O IPDJ, por seu turno, planeia abranger, já este ano, cerca de 7 mil jovens através da inclusão desta temática, numa metodologia de educação não formal, em mais de 500 projetos de campos de férias do Programa Férias em Movimento e de programas de Ocupação de Tempos Livres (OTL) de curta duração. Augusto Baganha, presidente do IPDJ, adianta que o instituto público “fará a divulgação do manual deste programa junto dos monitores dos programas de ocupação de tempos livres e campos de férias, com o propósito de os motivar a trabalharem com os jovens os temas relacionados com o consumo responsável de álcool e os perigos que decorrem do consumo excessivo”.

 

XXVII Encontro Nacional da APPIA | Histórias de Vida, Percursos de Sobrevivência: dos Riscos aos Projetos

Abril 29, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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encontromais informações:

https://www.facebook.com/events/495414763978320/

http://appia.com.pt/

WeTube Studio, a incubadora de “youtubers”

Abril 28, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do http://p3.publico.pt/ de 18 de abril de 2016.

Juliana Santos

As estatísticas dizem que, em 2018, dois terços do conteúdo online vão ser vídeo. Vão começar a aparecer escolas de “youtubers”?

Texto de Juliana Santos

Para quem sempre quis criar conteúdo original para o YouTube, mas não tem as ferramentas necessárias (ou precisa de motivação extra), foi criado em Santo Amaro de Oeiras o primeiro estúdio do país que se dedica à produção e edição de vídeo para partilha online, o WeTube Studio.

Esta “incubadora de futuros grandes youtubers”, como define Miguel Brito Gonçalves, um dos sócios, foi projectada por três profissionais de multimédia e teve em conta a crescente popularidade do YouTube e dos seus produtores de conteúdos, os chamados “youtubers”.

O mote partiu de Miguel, pai de dois adolescentes, que notou que os seus filhos deixaram de assistir televisão e passaram a estar mais atentos ao online. Contudo, é um cenário que se repete em tantas outras casas: “Os miúdos já não vêem televisão porque no YouTube podem seleccionar o que vêem, a que horas vêem”, afirma Ricardo Santos, outro dos sócios e também formador. “As plataformas tradicionais estão a ficar obsoletas, não temos de estar reféns da programação de um canal de televisão, apesar de já podermos andar sete dias para trás.”

A carreira de “youtuber” é agora uma das mais cobiçadas entre os mais jovens, mas os meios que existem não são os mais favoráveis: “A maioria aprende a ver tutoriais que nem sempre são os mais próprios”, explica Ricardo. “Os melhores estão em inglês, mas alguns miúdos não têm ainda a destreza para perceber tudo.”

 Um conceito pioneiro

Embora existam outros cursos de edição de vídeo no mercado, este apresenta-se como pioneiro, não só porque aborda directamente a questão da partilha online, mas também porque tem em vista uma utilização mais extensiva. Como o público-alvo é o jovem, tiveram em conta o horário, que não poderia ser laboral, mas também a duração, que é apenas oito horas.

O curso divide-se em quatro módulos: a abordagem inicial ao programa de edição; os efeitos, as transições e as sincronizações de câmaras; a utilização de “chromas” e capturas de ecrã; e, por fim e em jeito de teste, a produção e edição de um vídeo para posteriormente carregar no canal de YouTube.

E quem não quer ser “youtuber”?

Tomás tem 18 anos e frequenta a licenciatura de Engenharia e Gestão Industrial. É o mais velho da turma, mas não partilha com os seus colegas o entusiasmo pelo YouTube: “Não sou muito de fazer vídeos para o YouTube, mas gosto da parte da edição, por isso estou a tirar o curso. Pode vir a dar jeito.”

As competências adquiridas aqui expandem-se para além do YouTube. Se a edição de vídeo é uma ferramenta que muitos empregadores valorizam, a comunicação interpessoal é uma capacidade que é treinada em todas as aulas, mesmo que os alunos não estejam tão à vontade: “O YouTube é uma rede de partilha e um sítio onde as pessoas se conseguem abrir. Mesmo as mais introvertidas estão ali a expor-se e não têm problemas com isso. É uma nova maneira de comunicar”, alerta Ricardo.

Apesar de ainda só ter alguns meses de vida, o estúdio está já a preparar outros cursos, incluindo edição de vídeo nível II, edição de imagem e efeitos de imagem e de vídeo.

Por agora, as inscrições só estão disponíveis para a terceira turma de edição de vídeo, e podem ser feitas aqui ou nas instalações do estúdio no Edifício Parque Oceano. O curso custa 125 euros.

 

 

 

 

Workshop “Missing Persons/Pessoas Desaparecidas”- Albufeira

Abril 28, 2016 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Todos os anos os Consulados Britânicos em Lisboa e Portimão lidam com casos de participações de cidadãos britânicos (turistas e residentes) desaparecidos em território português. Por este motivo o consulado tem colaborado com diferentes autoridades e instituições que combatem este fenómeno, nomeadamente o SEF, a PJ, a PSP, a GNR e a Interpol.

Para melhor entender a função e a articulação entre as autoridades no que cerne este assunto, o Consulado Britânico em Portimão organizou um workshop intitulado “Missing Persons” que se realizou em Albufeira, no salão nobre da Câmara Municipal, no dia 5 de Abril, convidando também o IAC a estar presente, nomeadamente o SOS-Criança Desaparecida. As comunicações foram realizadas em língua inglesa e todos os participantes expuseram a intervenção habitual dos seus serviços quando existe uma situação de pessoa desaparecida em território nacional. Esta reunião contou com a presença de um representante sénior do UK International Crime Bureau (UK ICB) e das autoridades policiais, para além do IAC e do Presidente da Safe Communities Portugal, uma IPSS sediada no Algarve.

O FB “Brits in Portugal” tem fotos sobre o evento referido AQUI.

 

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Pais já podem assistir a partos por cesariana

Abril 28, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 19 de abril de 2016.

Natacha cardoso

TSF

A lei em vigor até agora permitia interpretações diferentes dependendo da unidade de saúde. O despacho publicado esta terça-feira clarifica o acompanhamento de grávidas durante o parto.

Os pais ou outros acompanhantes vão poder assistir aos nascimentos por cesariana. O despacho n.º 5344-A/2016, publicado esta terça-feira em Diário da República, esclarece que “estão reunidas as condições para que se assegure o acompanhamento à parturiente e o envolvimento do pai, ou outra pessoa significativa, em todas as fases do trabalho de parto, mesmo quando seja efetuada uma cesariana”.

Esta nova portaria estabelece os procedimentos no acompanhamento de grávidas durante o parto. A mulher só não poderá ser acompanhada em situações clínicas graves, “que deverão ser explicadas aos/às interessados/as e registadas no processo clínico”.

Em fevereiro o parlamento tinha aprovado uma recomendação ao Governo, proposta pelo PS, para que fosse clarificada através de portaria o direito de as grávidas a serem acompanhadas por alguém da sua escolha durante o parto.

A lei já previa o acompanhamento, mas deixava algumas questões por clarificar, o que permitia interpretações diferentes nas unidades hospitalares do Serviço Nacional de Saúde. Alguns hospitais impediam por isso a presença de acompanhante em partos por cesariana realizados no bloco operatório.

 

 

 

 

Hora do Conto “A princesa do dia e o príncipe da noite” 30 de abril na Biblioteca Municipal de São Lázaro

Abril 28, 2016 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Hora do Conto para Crianças
A princesa do dia e o príncipe da noite

Para crianças dos 3 aos 9 anos

Era uma vez o reino do Dia, onde o Sol nunca se punha, e o reino da Noite, onde o Sol não nascia nunca. O amor, porém, ultrapassa todas as barreiras temporais e espaciais, e eis que a Princesa do Dia e o Príncipe da Noite se apaixonam um pelo outro.
Para poderem viver felizes para sempre, como nas histórias, é preciso encontrar uma solução… da noite para o dia.

Biblioteca Municipal de São Lázaro

Entrada livre

Morada:
Biblioteca Municipal de São Lázaro
Rua do Saco, 1
1169-107 Lisboa
(Freguesia da Arroios)

Contactos:
Tel.: 21 885 26 72
E-mail geral: bib.slazaro@jfarroios.pt
E-mail empréstimo:
bib.slazaro.emp@jfarroios.pt

Transportes:
Metro: Intendente ou Martim Moniz
Autocarro: 767, 723 e 790

Pontos de referência:

Estando no Martim Moniz, subir a Rua de São Lázaro até ao Largo da Escola Municipal nº 1, contornar o edifício da escola até ao primeiro portão verde à esquerda.

Estando na Rua da Palma ou na Av. Almirante Reis virar para a Calçada Nova do Desterro, subir até ao fim da rua e após a paragem do autocarro nº 23 atravessar a rua, em frente situa-se a biblioteca.

Estando no Campo de Santana descer pela Rua do Saco até ao fim da rua, encontra a Junta de Freguesia da Pena e de seguida a biblioteca.

 

 

Comissões de protecção de crianças têm mais meios, mas ainda precisam de reforços

Abril 28, 2016 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 27 de abril de 2016.

Paulo Pimenta

PÚBLICO e Lusa

Declarações do presidente da comissão nacional de protecção de menores, numa reunião de balanço que juntou ministro da Segurança Social e vários secretários de Estado.

O ministro da Solidariedade e da Segurança Social disse nesta segunda-feira que o alargamento da escolaridade obrigatória até ao 12.º ano permitiu aumentar a vigilância e a protecção das crianças e jovens por parte das comissões de protecção. Já o presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR), Armando Leandro, admitiu que ainda faltam meios para lidar com o fenómeno.

O relatório anual da actividade das 305 Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ), que foi apresentado nesta segunda-feira numa reunião no Ministério da Segurança Social, em Lisboa, revelou que o número de jovens entre os 15 e 21 anos com acompanhamento, por se encontrarem em situação de perigo, quase duplicou em 2012 (de 10.954 para 20.724).

“Setenta por cento dos casos novos que nos surgiram têm a ver com o alargamento da escolaridade obrigatória”, declarou o ministro Mota Soares. “Passámos a olhar para os jovens até uma idade superior”, disse, adiantando que vai ser garantida uma maior presença de professores nas comissões de protecção para que estes casos tenham uma resposta imediata.

A Lei n.º 85 de 2009 determinou que os jovens deveriam passar a concluir o 12.º ano (e já não apenas o 9.º), sendo que a obrigatoriedade de ir à escola cessa quando perfazem os 18 anos, independentemente do nível de estudos que alcancem (antigamente, o limite era 15 anos). A lei previu também uma aplicação gradual do alargamento: seriam abrangidos, em primeiro lugar, apenas os alunos que em 2009/10 se matriculassem no 1.º e 2.º ciclos do ensino básico, bem como os que entrassem no 7.º. Isto, independentemente da idade que tivessem então.

O universo de rapazes e raparigas abrangidos pela obrigatoriedade de estar na escola para além dos 15 anos tem vindo, por isso, a aumentar gradualmente e, com ele, o universo de jovens e de situações de incumprimento do direito à educação que as escolas têm que sinalizar às CPCJ.

O presidente da CNPCJR, Armando Leandro, considera que “as CPCJ têm hoje mais meios” do que no passado e que “dão muito de si”. Mas também explicou que ainda continuam a faltar técnicos com tempo suficiente para dedicar a estas estruturas. Citado pela Lusa, disse que haverá um reforço do número de professores nas comissões. O ideal, adiantou, é ter um professor por cada uma das 305 comissões, e a tempo inteiro.

Questionado sobre a importância do combate à pobreza infantil, como forma de garantir a protecção das crianças, Mota Soares disse que o Governo está atento, com a assinatura de 80 contratos locais de desenvolvimento, suportados por fundos comunitários, que têm duas preocupações: o combate ao desemprego e a pobreza infantil.

Escolas são quem mais sinaliza

As CPCJ lidaram, no ano passado, com 69.007 processos. Mais 1066 do que em 2011. Muitos deles já vinham de trás. No total, 29.149 foram abertos ao longo do ano (mais 1202 do que em 2011). E destes, 27.050 representam novas situações de perigo.

À semelhança de anos anteriores, as escolas foram as entidades que mais sinalizaram as situações de perigo às comissões. Em 2012, foram feitas pelos estabelecimentos de ensino 8557 sinalizações. Com o segundo maior número de sinalizações estão as autoridades policiais (7086).

A negligência, a exposição a modelos de comportamento desviante e o abandono escolar foram as principais situações de perigo detectadas. As comissões assinalaram ainda um aumento muito significativo do número de casos de crianças e jovens que assumem comportamentos que afectam o seu bem-estar.

O relatório da actividade das CPCJ em 2012 foi analisado nesta segunda-feira num encontro presidido pelo ministro da Solidariedade e da Segurança Social com secretários de Estado de áreas como a Saúde, Justiça, Educação, Administração Local e Juventude e Desporto, assim como representantes de várias instituições sociais que trabalham no terreno.

Na quinta e na sexta-feira, o documento volta a ser analisado no Encontro Nacional de Avaliação da Actividade das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens, que decorre em Fátima.

As CPCJ são instituições oficiais não-judiciárias, nas quais podem ter lugar representantes de diversos organismos, de escolas a centros de saúde. Visam promover os direitos das crianças e pôr termo a situações susceptíveis de afectar a segurança e o desenvolvimento das mesmas.

 

 

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