Atividade da semana: como fazer um arco-íris em 3D

Março 31, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site Sapolifestyle

Susana Krauss

Uma atividade para fazer em família e ajudar a passar o tempo.

A ambar traz uma atividade semanal que vai desafiar a criatividade de todos lá de casa. Embarque numa aventura artística em família!

Fazer um arco-íris em 3D

Metam mãos à obra e usem a vossa imaginação para fazer um arco-íris em 3D. Decora o teu quarto com este novo elemento para acordares com energia positiva todas as manhãs.

O que vais precisar:

Bolinhas de algodão, tesoura, 2 folhas de cartolina, canetas ou lápis de cor, cola.

Passo-a-passo:

  1. Corta a cartolina em tiras e pinta cada uma com as cores do arco-íris. Podes começar com o lilás, depois o azul, verde e por aí fora. Aproveita para aprenderes as cores todas do arco-íris.
  2. Pega na segunda cartolina e corta 2 formatos de nuvens.
  3. Cola as pontas das tiras às duas nuvens. Não te esqueças da ordem correta das cores!
  4. Dá vida às tuas nuvens colando as bolinhas de algodão por cima.
  5. Escolhe o sítio ideal para colocares o teu arco-íris em 3D e decora o teu quarto com uma explosão vibrante de cores.

Partilha as tuas obras de arte com o mundo! Envia uma mensagem para o Instagram da ambar e partilha as tuas obras finais.

Participe no estudo sobre impacto do isolamento social no bem-estar de crianças e jovens

Março 31, 2020 às 2:48 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Aceder ao estudo no link:

https://ucpcienciashumanas.eu.qualtrics.com/jfe/form/SV_4GYvud1O32ozp2t?fbclid=IwAR3cNMcdrDvPczqON_q-weyxyRfoOPwas8gm5nfGCjFNnEbNCnsb_b5UqUQw,

Brinquedos e atividades que estimulam o desenvolvimento cognitivo dos mais pequenos

Março 31, 2020 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site Sapolifestyle

Há umas brincadeiras que são mais adequadas do que outras para o potenciar. Mário Cordeiro, um dos mais reputados pediatras nacionais, explica quais são aquelas que deve privilegiar em função das idades das crianças.

Muitos especialistas, nacionais e internacionais, defendem que as crianças devem passar mais horas a brincar com brinquedos adequados à sua idade do que com telemóveis, tablets e computadores, como muitas vezes se vê à nossa volta. Mário Cordeiro, médico pediatra e autor do livro “Crescer Seguro”, publicado pela editora Glaciar, aponta alguns dos principais brinquedos e atividades que estimulam o desenvolvimento cognitivo dos mais pequenos.

Os mais indicados a partir dos 3 anos

O faz de conta, a fantasia e a imitação sofrem um enorme impulso nesta fase, tal como também sucede com a criatividade. “As histórias contadas têm de ser mais complexas, estando completamente ao seu alcance contos tradicionais ou fábulas. Os puzzles estimulam a concentração e a relação entre o olho e a mão, a compreensão global, a análise e a síntese, além da capacidade de resolver problemas”, sugere Mário Cordeiro.

“No que se refere às melhores opções, é a altura da total perda de omnipotência e de refúgio na reafirmação dos pequenos poderes caseiros”, esclarece ainda o médico pediatra. Nesta fase, como não será propriamente uma novidade para si, o vocabulário é extenso, bem como a constante necessidade de ir além das coisas, materializado através de perguntas como para saber o como, o quando e o inesgotável porquê.

“Outra opção a considerar são os livros para pintar e para ler, de preferência com histórias engraçadas que apresentem situações inesperadas, mas com uma clara divisão entre bons e maus, para além de uma certa moral final”, aconselha ainda Mário Cordeiro. Existem atualmente no mercado nacional milhares de títulos de obras infantis que reúnem estas características e que representam uma excelente opção.

Os mais indicados entre os 4 e os 5 anos

O que caracteriza esta idade é o desejo de jogos coletivos, de aprendizagem cognitiva e de grande coordenação entre movimentos grossos e finos. “A criança entusiasma-se com a sua própria capacidade e com o seu próprio êxito e expande a criatividade e a imaginação”, refere Mário Cordeiro. “Começa a descodificação das letras, dos números e dos outros símbolos”, afirma ainda o especialista.

“A lista das boas opções para esta fase inclui jogos com trabalhos manuais, carrinhos e pistas, triciclos e bicicletas, jogos de construção e teatro de marionetas, livros de histórias, instrumentos musicais e jogos de representação, em miniatura ou tamanho real da vida do dia a dia”, indica Mário Cordeiro. Os jogos de materialização com blocos, tipo Lego, são dos mais aconselhados pelos especialistas.

Os cuidados a ter com skates, patins e bicicletas a partir dos 6 anos

A partir dos 6 anos, podem começar a ser usados pelos mais pequenos, privilegiando o contacto com o exterior. Se os comprar para dar, ofereça sempre o equipamento de proteção. Para serem utilizados sem consequências graves, é essencial que estejam acompanhados de um bom capacete e, já agora, de joelheiras e cotoveleiras. É bom que todos nos convençamos de que, sem esses acessórios, o equipamento está incompleto.

Texto: Carlos Eugénio Augusto com revisão científica de Mário Cordeiro (médico pediatra)

Coronavírus explicado às crianças – Vídeo Rádio Zig Zag

Março 31, 2020 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Junte-se a nós e invista também no futuro das centenas de crianças vulneráveis que o IAC apoia, preenchendo o seu IRS e doando 0,5% ao IAC

Março 30, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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NO IAC, ACREDITAMOS NO POTENCIAL DE TODAS AS CRIANÇAS E INVESTIMOS NO SEU FUTURO.
Junte-se a nós e invista também no futuro das centenas de crianças vulneráveis que o IAC apoia, preenchendo o seu IRS e doando 0,5% ao IAC sem qualquer custo extra.
Basta selecionar a opção “Instituições particulares de solidariedade social”, Contribuinte 501 377 662.
MODELO 3 > QUADRO 11 > CAMPO 1101 >

Como se comporta o vírus da Covid-19 em crianças?

Março 30, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Notícia da RTP de 20 de março de 2020.

por Mariana Ribeiro Soares

A infeção pelo Covid-19 parece ser mais ligeira nas crianças do que nos adultos. Estudos sobre o comportamento do novo coronavírus na camada mais jovem da população demonstram que as crianças são igualmente vulneráveis e podem transmitir a doença aos adultos, mas apresentam sintomas mais ligeiros, dificultando o seu diagnóstico.

Apesar de ainda existirem poucos dados sobre o comportamento do novo coronavírus nas crianças, todas as investigações concluem que a camada mais jovem da população infetada pelo Covid-19 apresenta sintomas mais leves.

Estudos demonstram que as crianças são igualmente vulneráveis ao novo coronavírus, mas a doença Covid-19 parece ser menos grave do que nos adultos. Para esta observação, os cientistas ainda não encontraram uma justificação.

Um estudo realizado por investigadores chineses publicado na revista Naturena passada sexta-feira, investigou dez crianças infetadas entre os dois e os 15 anos. Concluiu que uma das crianças infetadas não apresentou nenhum sintoma e as restantes nove tiveram apenas sintomas leves.

Cinco das crianças apresentavam alguma tosse, quatro dor de garganta, três inflamação intestinal e duas congestão nasal, sintomas que os investigadores explicam que podem ser confundidos com outras doenças e, por isso, dificultar o diagnóstico.

“Apresentações leves e atípicas da infeção em crianças podem dificultar a deteção”
, lê-se no estudo conduzido pelo Dr Yi Xu, do Centro Médicos da Mulher e da Criança de Guangzhou.

O relatório de fevereiro da Organização Mundial de Saúde (OMS) também chegou à conclusão de que a manifestação do Covid-19 nas crianças “parece ser relativamente rara e ligeira”. O relatório demonstra que apenas 2,4 por cento dos infetados na China tinham idade igual ou inferior a 19 anos. Desses, uma percentagem muito baixa desenvolveu doença grave (2,5 por cento) ou crítica (0,2 por cento).

“Indivíduos com maior risco de doença grave e morte incluem pessoas com mais de 60 anos e com problemas de saúde prévios, como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crónicas e cancro”, sublinha o relatório da OMS.
Risco mais elevado nos bebés
Um outro estudo publicado na Revista Pedriatics de 16 de março concluiu, igualmente, que as crianças apresentam sintomas mais leves ou mesmo nenhuns. “Mais de 90 por cento dos pacientes eram assintomáticos ou casos leves e moderados”, lê-se no estudo.

No entanto, a investigação acrescentou um outro dado relevante: os bebés são os mais vulneráveis neste grupo etário, expondo sintomas mais preocupantes e graves em comparação com crianças mais velhas.

“Os resultados sugerem que as crianças mais jovens, particularmente bebés, são vulneráveis à infeção por Covid-19”, conclui o estudo.
“Não é uma doença só dos idosos”
Apesar de apresentarem sintomas mais leves, as crianças estão igualmente vulneráveis à infeção pelo novo coronavírus e têm a mesma capacidade de transmissão. Por esta razão, a OMS alertou na quarta-feira que apesar de a taxa de mortalidade afetar, maioritariamente, a faixa etária acima dos 60 anos, as medidas de prevenção devem ser seguidas por toda a população.

“Sabemos que as crianças tendem a ter uma infeção mais ligeira, mas vimos pelo menos uma criança a morrer dessa infeção”, asseverou Maria Van Kerkhove, responsável técnica do Covid-19 na OMS, numa entrevista. “Não podemos dizer de uma forma generalizada que é uma doença leve nas crianças, por isso é importante que as protejamos como uma população vulnerável”, sublinhou.

Não é uma doença só dos idosos. Pessoas mais jovens apresentam uma doença menos severa, mas temos que estar atentos a todos, até os casos mais ligeiros. Todo o caso suspeito deve ser testado. Se mostrar sintomas, deve ser testado”, acrescentou o diretor executivo da OMS, Michael Ryan.

O que é o coronavírus? As explicações das crianças

Março 30, 2020 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Vídeo da RTP de 22 de março de 2020.

As crianças tentam explicar o novo coronavírus aos adultos e deixam alguns conselhos ao resto da família.

Visualizar o vídeo no link:

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/covid-19-a-situacao-ao-minuto-do-novo-coronavirus-no-pais-e-no-mundo_e1214480

Rute Agulhas. Como sobreviver aos filhos na quarentena do covid-19 – Vídeo

Março 29, 2020 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Vídeo publicado no DN Life de 17 de março de 2020.

Explicar as medidas de isolamento às crianças, antecipar as suas mudanças de humor e estar atento ao ajustamento das crianças à nova situação em que muitas famílias, em isolamento social, se encontram.

Estas são algumas das sugestões da psicóloga Rute Agulhas que aconselha, em pequenos vídeos, como lidar com as crianças e como as podemos ajudar nesta fase da pandemia do covid-19.

Rute Agulhas é psicóloga e e autora de vários livros na área da psicologia, escreve todos os dias uma crónica sobre comportamento na DN Life.

Vídeo no link:

https://life.dn.pt/rute-agulhas-coronavirus-como-sobreviver-aos-filhos-na-quarentena-do-covid-19-video/familia/355394/

A Minha Avó Tem Coronavírus! — Livro gratuito em PDF

Março 28, 2020 às 1:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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«A Minha Avó Tem Coronavírus!» é uma história contada pelo António, um menino que percebe que a sua avó ficou infetada pelo novo coronavírus depois de ter voltado de uma viagem. Como será que ele e a família lidam com a situação? Como se sente a avó? O que é que o António e os seus pais podem fazer para apoiarem a avó e manterem-se protegidos?

Um livro para ajudar as crianças e jovens a lidarem com uma situação nova e inesperada, que obriga a novas rotinas diárias e à gestão de situações nem sempre fáceis de entender.

Descarregar o livro no link:

https://www.coronakids.pt/livro

Museus de todo o mundo oferecem visitas virtuais gratuitas

Março 27, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do site Comunidade Cultura e Arte de 19 de março de 2020.

Num momento em que toda a humanidade sofre um duro golpe, muitos esforços têm sido feitos para combater o isolamente quase forçado. Privados de várias coisas muito elementares da nossa vida, como ir jantar fora com amigos, passear, ir às compras, etc. várias organizações querem ajudar as pessoas a atenuar as consequências. Algumas televisões de sinal fechado estão temporariamente abertas, há várias listas de livros e filmes recomendados para ler num momento como este, entre outras iniciativas. Estar fechado em casa permite conviver mais com as pessoas que vivem connosco, ter mais tempo para ler, para ver filmes e séries ou para jogar. Tudo isto são experiências que não substituem o poder sair à rua, mas que nos ajudam muito mentalmente.

Perante esta pandemia do coronavírus, a Google Arte e Cultura decidiu unir-se com mais de 500 museus e estão a oferecer visitas virtuais a qualquer pessoa. Isso mesmo, a entrada num museu à distância de um click, sem bilhete, sem fila, mas claro através de um ecrã. Neste link podem encontrar os museus e ditos acessos a cada um deles.

Numa primeira ala podemos encontrar os Museus por ordem de popularidade, na seguinte podemos filtrar por ordem alfabética e na terceira temos direito a uma mapa do mundo com a contagem de museus disponível por zonas (vai mudando com o zoom). Portugal está representado com 36 Museus, maioritariamente na zona de Lisboa.

Entre outros, pode-se em questões de segundos ver a Noite Estrelada de Van Gogh no MoMA The Museum of Modern Art (Nova Iorque) e dar o salto para o seu museu em Amsterdão. Depois dos pintores holandeses pode-se desfrutar dos clássicos intemporais do Renascimento italiano na Galeria degli Uffizi (Florença) para depois explorar os museus asiáticos.

A lista é verdadeiramente extensa mas não inclui todos os museus, logicamente. O Louvre, por exemplo, não está presente, mas oferece algumas visitas guiadas através deste link.

Perante o estado actual das coisas, várias começam a ser as opções para quem está em casa. A criatividade das pessoas para se entreter nestes tempos está a ser posta à prova. E se é verdade que ver um museu no computador não é a mesma coisa, pode-se sempre compensar o virtual com o real quando todo o isolamento social (que é tão necessário) deixar de ser preciso.

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