Concerto Solidário “Crianças Somos Todos Nós” 35 anos do IAC – 20 novembro no Altice Arena

Novembro 15, 2018 às 4:08 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.iacrianca.pt/concerto35anos/

Spot Dia Europeu de Combate ao Tráfico de Seres Humanos – 18 de 0utubro

Novembro 7, 2018 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Mais informações nos links:

http://www.otsh.mai.gov.pt/Pages/default.aspx

https://www.cig.gov.pt/

Video IAC – SOS-CRIANÇA

Outubro 31, 2018 às 3:18 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Em todo o mundo, casais não têm número de filhos que desejam

Outubro 31, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 17 de outubro de 2018.

Novo relatório afirma que falta de métodos de contraceção impede que centenas de milhões de mulheres escolham famílias menores; pesquisa pede mais apoio para casais que querem mais filhos; maioria de países lusófonos continua com altas taxas de casamento infantil.

Conclusões

O poder de escolher o número de filhos que se quer ter e quando se quer ter pode aumentar o desenvolvimento económico e social, segundo o relatório “O Estado da População Mundial”.

A pesquisa, publicada esta quarta-feira pelo Fundo de População da ONU, Unfpa, tem o tema “O Poder de Escolha – Direitos Reprodutivos e a Transição Demográfica”.

Em declarações à ONU News, a diretora do Escritório do Unfpa em Genebra, Mónica Ferro, explicou a principal conclusão do estudo.

“Arrumamos os países em quatro grandes categorias de fertilidade e em todas elas há uma constante: ninguém tem exatamente o número de filhos que queria ter. Ou porque não conseguem controlar a sua fertilidade e têm mais filhos do que queriam, ou porque enfrentam uma série de barreiras e têm menos filhos do que queriam. Isto divide o mundo em várias taxas de fertilidade, mas une-os numa narrativa de falta de acesso à saúde sexual e reprodutiva.”

Explicações

Segundo a pesquisa, quando as pessoas não têm escolha, isso tem um impacto de longo prazo nas taxas de fertilidade. Mónica Ferro avançou com algumas explicações.

“Isto tem a ver, num primeiro momento, com as barreiras económicas, institucionais e sociais que se apresentam ao programa de fertilidade que cada um pode ter para si mesmo, mas também tem a ver com a falta de acesso à saúde e aos cuidados reprodutivos. Este relatório é um forte apelo aos Estados para que façam uma espécie de check-up aos seus direitos reprodutivos e que ponham em marcha um conjunto de políticos e de programas.”

Lusófonos

O relatório também destaca as taxas de mortalidade materna para o ano de 2015.

Nos países lusófonos, a taxa mais alta é na Guiné-Bissau com 549 mortes em cada 100 mil nascimentos, seguida de Moçambique, 489, Angola, 477, Timor-Leste, 215, São Tomé e Príncipe, 155, Brasil, 44, Cabo Verde, 42, e, por fim, Portugal com 10.

Em relação ao casamento infantil de meninas com menos de 18 anos entre 2006 e 2017, a maior taxa encontra-se em Moçambique, 48%. A seguir está São Tome e Príncipe, 35%, e Angola, 30%. O Brasil tem uma taxa de 26%, a Guiné-Bissau 24% e Timor-Leste 19%. O relatório não tem dados sobre Portugal e Cabo Verde.

O único país lusófono com dados sobre mutilação genital feminina, MGF, é Guiné-Bissau. O país tem 42% das meninas entre os 14 e os 19 anos foram vítimas desta prática entre 2004 e 2017.

Escolha

O relatório afirma que este tema está ligado a muitos outros direitos, incluindo saúde, educação e emprego.

Segundo a pesquisa, as pessoas tendem a prosperar quando podem exercer estes direitos. Quando são restritos, as pessoas muitas vezes não conseguem atingir o seu potencial, limitando o progresso económico e social.

Se uma mulher tem o poder e os meios para prevenir ou retardar uma gravidez, por exemplo, ela tem maior controlo sobre a sua saúde e pode entrar ou permanecer na força de trabalho remunerada.

Sobre este tema, o relatório diz que “as desigualdades entre homens e mulheres no trabalho doméstico não remunerado também persistem na maioria dos países da Europa Central e Oriental, e no Sul da Europa, especialmente na Itália e em Portugal”.

A diretora executiva do Unfpa, Natalia Kanem, acredita que “a escolha pode mudar o mundo”. Segundo ela, “pode melhorar rapidamente o bem-estar de mulheres e meninas, transformar famílias e acelerar o desenvolvimento global.”

Limites

A pesquisa constatou que nenhum país pode alegar que todos os seus cidadãos desfrutam de direitos reprodutivos em todos os momentos.

A maioria dos casais não pode ter o número de filhos desejado porque não tem apoio económico e social ou os meios para controlar sua fertilidade. A falta de métodos contraceptivos modernos impede que centenas de milhões de mulheres escolham famílias menores.

Apesar das dificuldades, a pesquisa afirma estes direitos têm melhorado de forma substancial em todo o mundo desde a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, que aconteceu em 1994. As pessoas têm mais informações e uma maior capacidade de reivindicar seus direitos.

Recomendações

O relatório faz também recomendações de políticas e programas que ajudariam a aumentar as opções reprodutivas, como aumentar os cuidados infantis a preços acessíveis.

Mónica Ferro destaca o aumento do acesso a métodos de contracepção modernos, a inclusão de saúde sexual e reprodutiva nos cuidados primários de saúde, o trabalho com os homens para eliminar preconceitos e discriminação contra mulheres e a remoção de barreiras legais, institucionais e económicas.

A diretora executiva do Unfpa conclui dizendo que “o caminho a seguir é a plena realização dos direitos reprodutivos, para cada indivíduo e casal, não importa onde ou como eles vivem, ou o quanto eles ganham”.

 

 

Instituto de Apoio à Criança, 35 anos – Vídeo

Outubro 29, 2018 às 2:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Concerto Solidário 35 anos do IAC – 20 de Novembro no Altice Arena

Outubro 17, 2018 às 3:57 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Rui Veloso, Miguel Araújo e D.A.M.A dão concerto solidário na Altice Arena

Outubro 16, 2018 às 4:15 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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NiT

Notícia e imagem do site NiT de 15 de outubro de 2018.

Ricardo Farinha

A lista ainda inclui The Black Mamba, Amor Electro e André Sardet, entre vários outros.

Alguns dos músicos mais populares de Portugal vão juntar-se para um espetáculo solidário na Altice Arena, em Lisboa, que está marcado para 20 de novembro. Rui Veloso, Miguel Araújo, D.A.M.A, The Black Mamba, Amor Electro e André Sardet são alguns dos que participam na iniciativa Crianças Somos Todos Nós, organizada pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC).

A eles juntam-se Os Azeitonas, Bruno Ávila, Bruno Correia, Carlos Alberto Moniz, Frederico BC, Mafalda Borges, Manuel Guerra e Matay, numa noite que terá a apresentação de Catarina Furtado e direção musical de João Só, que também vai atuar.

Todas as receitas geradas por este concerto especial revertem para o IAC, que está a celebrar 35 anos, e irão contribuir para ajudar crianças desfavorecidas. Os bilhetes variam entre os 10€ e os 40€ e estão disponíveis na Blueticket.

Concerto Solidário 35 anos do IAC – 20 de Novembro no Altice Arena

Outubro 15, 2018 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Concerto Solidário 35 anos do IAC, 20 Novembro no Altice Arena – Vídeo

Outubro 12, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Escolas e famílias devem ser envolvidas na educação para conter obesidade

Setembro 27, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Relatório, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 12 de setembro de 2018.

FAO destaca que mais de 672 milhões de pessoas vivem com a doença; representante da agência em Nova Iorque revela que debates de Alto Nível da Assembleia Geral incluem eventos paralelos sobre impactos do problema.

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, FAO, defende que a ação para prevenir a obesidade deve envolver instituições que educam as crianças desde cedo.

O relatório Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo, Sofi, revela que uma em cada oito habitantes do planeta sofre desta doença. São mais de 672 milhões de pessoas, a maioria vivendo na América do Norte.  Em África e na Ásia a tendência aumenta.

Prevenção

Falando à ONU News, em Nova Iorque, a diretora do escritório da agência junto às Nações Unidas, Carla Mucavi, disse que é preciso aumentar a prevenção.

“Tem de haver mais consciencialização, tem de haver também políticas que possam levar, de facto, com que estes alimentos, refrigerantes, fritos, e tudo aquilo que é fast food, portanto, não apareça em primeiro plano em detrimento daquilo que seria uma alimentação saudável. Nós temos alguns problemas que educam, a partir das escolas, isto também tem de partir das famílias. Portanto, é toda a sociedade, que deve se consciencializar que uma alimentação saudável nem sempre é aquela que parece ser a mais próxima a nós. ”

Durante os Debates de Alto Nível da Assembleia Geral, a FAO terá eventos paralelos para falar de impactos da obesidade. Líderes mundiais envolvidos na discussão da situação que tem impacto nas economias.

Atenção

“Eu creio que, de facto, é alarmante o peso, o impacto que isso tem, sobretudo na saúde, na saúde das próprias pessoas, mas mesmo no sistema de saúde dos países, uma vez que encarece uma vez que temos pessoas com doenças, portanto, difíceis. Estamos a falar até de uma conferência mundial que vai ter lugar mesmo cá, aqui nas Nações Unidas, que é as doenças não-comunicáveis. Portanto, tudo isto tem também efeitos sob a forma como nos alimentamos. Portanto, eu chamaria a atenção para dar maior responsabilidade a todos os níveis, da sociedade, dos próprios governos, a nível global, em termos de políticas, mas também em termos de como é que nós nos alimentamos. ”

De acordo com a FAO, a desnutrição e a obesidade coexistem em muitos países e podem até ser observadas no mesmo lar.

Os riscos do sobrepeso e da obesidade envolvem o fraco acesso a alimentos nutritivos pelo seu alto custo, o estresse de viver com insegurança alimentar e as adaptações fisiológicas à privação alimentar.

O relatório citado na notícia é o seguinte:

The State of Food Security and Nutrition in the World 2018

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