GNR vai a escolas alertar para os perigos das “bombinhas de Carnaval”

Fevereiro 17, 2020 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Noticiasaominuto de 11 de fevereiro de 2020.

Hoje, no Agrupamento de Escolas D. Sancho II, em Alijó, os militares da GNR usaram uma laranja, um melão e uma pata de porco para exemplificarem aos estudantes os possíveis efeitos das brincadeiras com as designadas “bombas de Carnaval”.

“Tentamos demonstrar, de uma forma prática, os efeitos que têm estes artigos”, afirmou o primeiro-sargento Pedro Feliciano, chefe da Equipa de Inativação de Engenhos explosivos do Comandando Territorial de Vila Real.

O objetivo da GNR, com estas ações, é consciencializar as crianças e jovens para “o perigo” que representa a “manipulação destes engenhos” que, por conterem explosivos, mesmo em pequenas quantidades, podem provocar graves lesões físicas, como por exemplo cortes, fraturas e queimaduras.

As partes do corpo humano mais afetadas são geralmente as mãos, os dedos, a cabeça, a face, os olhos e os ouvidos.

Foram cerca de 200 os estudantes dos 5.º e 6.º anos que participaram na iniciativa que decorreu em Alijó. Após algumas gargalhadas e uns pequenos sustos quando as bombinhas rebentaram, os alunos revelaram que aprenderam a lição.

“Vieram dizer-nos que nós não devemos brincar com bombinhas de Carnaval, que são muito perigosas e podemos ter ferimentos graves”, disse Angélico Loureiro, 11 anos.

A colega, Dora Correia, 12 anos, também reforçou a mensagem da GNR para “não usar as bombinhas porque é muito perigoso para a saúde e podem causar ferimentos muito graves”.

“Aprendi que não as devemos usar porque nos pode acontecer algo muito mau e aprendi que se nos disserem para as usarmos devemos recusar”, referiu a estudante.

Carlos Peixoto, diretor do Agrupamento de Escolas D. Sancho II, enalteceu a iniciativa da Guarda nesta época carnavalesca e em que os jovens às vezes têm “acesso indevidamente às bombas”.

“É importante sensibilizá-los e demonstrar que estão a lidar com materiais muito perigosos que podem feri-los (…). É também importante eles verem ao vivo as consequências de uma utilização indevida das bombas de Carnaval”, frisou.

Carlos Peixoto destacou que, através da pata de porco, “deu para perceber” os “danos” que podem ser provocados mesmo por “uma bomba de baixo calibre”.

O primeiro-sargento Pedro Feliciano disse que estas iniciativas “surtem efeito prático” e ajudam a reduzir os incidentes com este tipo de materiais.

O uso das “bombas de Carnaval” está associado a jovens que, depois, podem aliciar os mais novos.

“E estes ao aperceberem-se da gravidade já não têm tanta curiosidade em utilizar, porque já viram o efeito que tem. Ficam mais renitentes a utilizar este tipo de artigos e já não são tão facilmente convencidos pelos mais velhos”, referiu.

As ações de sensibilização estão a ser promovidas pela Secção de Prevenção Criminal e de Policiamento Comunitário de Peso da Régua da GNR e vão prolongar-se até ao dia 18 de fevereiro, passando pelos agrupamentos de escolas de Alijó, Sabrosa, Mesão Frio, Santa Marta de Penaguião e Régua.

Sabia que, num choque a 50 km/h, o seu filho pesa uma tonelada?

Fevereiro 3, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da GNR:

Sabia que, num choque a 50 km/h, o seu filho pesa 1 tonelada?

Os acidentes são a maior causa de morte de crianças e jovens em Portugal. A maior parte das consequências podem ser evitadas, usando o correto Sistema de Retenção para Crianças (SRC).

As crianças não são adultos em miniatura e têm caraterísticas específicas, que as tornam mais vulneráveis num acidente de automóvel! O tamanho e peso da cabeça, combinados com um pescoço ainda frágil e a coluna que, durante os primeiros anos de vida, ainda está em processo de ossificação, torna-as muito mais frágeis que os adultos.

Por esse motivo, é recomendado que instale a “cadeirinha” em sentido contrario à marcha do veículo, em idades até aos 3 ou 4 anos.

União Europeia “inundada” por brinquedos tóxicos chineses

Dezembro 4, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 28 de novembro de 2019.

Os países da União Europeia estão a ser “inundados” por brinquedos tóxicos, a maioria de plástico e com origem na China, que estão a ameaçar a saúde das crianças, alerta um relatório divulgado esta quinta-feira.

O documento a que a Lusa teve acesso é da responsabilidade do Gabinete Europeu do Ambiente, uma rede europeia de cerca de 150 organizações não-governamentais de ambiente, de mais de 30 países.

É referido inclusivamente que foram encontradas contaminações perigosas por ftalatos (composto químico para deixar plástico mais maleável e considerado cancerígeno) em crianças em 13 de 15 países analisados.

Segundo os números divulgados pela organização, só este ano as autoridades nacionais bloquearam a venda de 248 modelos de brinquedos, por revelarem em testes níveis ilegais de produtos químicos tóxicos.

Destes, 228 (92%) foram catalogados como de “risco grave”, 219 (88%) vinham da China, e 127 (51%) estavam contaminados com ftalatos.

Uma máscara detetada na Alemanha tinha 43% de ftalato e produtos encontrados na Polónia e em França também estavam “seriamente contaminados”, diz o Gabinete Europeu do Ambiente (European Environmental Bureau, EEB), que cita o Rapid Alert System da União Europeia (para produtos não alimentares).

Os brinquedos não foram os únicos produtos confiscados por conterem produtos tóxicos, mas também veículos a motor e eletrodomésticos entre muitos outros.

Nos documentos a que a Lusa teve acesso as referências a Portugal são essencialmente em relação a produtos tóxicos em automóveis. Outros países reportaram, além de brinquedos, desde cadeiras para transportar crianças nos automóveis (Bulgária), roupas para crianças (Chipre), cosméticos (República Checa), andarilhos para bebé (França) ou equipamentos luminosos e elétricos (Itália).

No inverno passado as autoridades alfandegárias de quatro países fronteiriços da União Europeia já tinham anunciado que tinham sido feitas inspeções a 2,26 milhões de brinquedos de plástico chineses, na sequência das quais tinham impedido a entrada na Europa de 722.598 brinquedos, com níveis ilegais de ftalatos. Foram destruídos 31.590 brinquedos.

Dos brinquedos contaminados a grande maioria (92%) tinham a marca de segurança CE do fabricante. A marca CE quer dizer que o brinquedo cumpre a legislação em vigor. Os produtos apreendidos, apesar de ostentarem a marca, não cumpriam a legislação europeia em termos de saúde, segurança e padrões ambientais.

A EEB lembra que já foi feito um grande estudo em vários países da União Europeia, um deles Portugal, envolvendo crianças dos 6 aos 11 anos e as suas mães e analisando a exposição a vários produtos. Foram encontradas na altura em quase todos os países crianças contaminadas por ftalatos, em média o dobro das mães, mas também houve níveis de contaminação que chegaram a 12 vezes mais do que as respetivas mães.

“A Agência Europeia de Produtos Químicos (com sede na Finlândia) concluiu que a situação não é controlada adequadamente”, diz a EEB, que acrescenta que “a Diretiva Europeia sobre segurança dos brinquedos exclui a produção envolvendo muitos produtos químicos nocivos, mas negligencia outros”, além de que “existem evidências” de que está a ser comercializado plástico reciclado, para brinquedos, que contém “substâncias proibidas”, e que se vendem brinquedos “com substâncias legais em concentrações ilegais”.

A EEB lança hoje uma campanha de consciencialização para o problema, afirmando que é altura de as empresas deixarem de pôr produtos tóxicos nos brinquedos.

A responsável pela área na EEB, Tatiana Santos, diz, citada no documento, que os inspetores fazem um bom trabalho, mas questiona quantos brinquedos perigosos entram na Europa sem serem detetados.

Tatiana Santos lembra que as crianças são vulneráveis e salienta que a indústria deve “despertar rapidamente” para o problema e que os importadores devem pressionar os fornecedores chineses. E defende “leis mais duras” e que os brinquedos sejam etiquetados com a composição química.

Mais informações na notícia do European Environmental Bureau:

Nightmare at Christmas – how officials are battling a flood of toxic Chinese toys

Transporte de crianças no automóvel

Setembro 18, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Photo by Sharon McCutcheon on Unsplash

Texto do site Educare de 18 de janeiro de 2019.

Em termos gerais, se os automóveis têm sistema isofix, deve eleger um modelo homologado pela norma i-size. Caso tenha um carro sem sistema isofix, poderá optar por um modelo homologado pela norma R44/04.

Atualmente estão em vigor duas normas para transporte de crianças. A mais antiga R44/04, em função do peso, e uma mais recente R129, também denominada de i-size, em função da estatura.

A norma R44/04 encontra-se detalhadamente explicada no artigo “Transporte de crianças no automóvel – que cadeira”.

A norma i-size está atualmente homologada para crianças até aos 105cm (cerca de 3 ou 4 anos), pelo que sempre que possível deve guiar-se por esta norma. Prevê-se que até 2020, esta esteja homologada para crianças com estatura superior.

Em termos gerais, se os automóveis têm sistema isofix, deve eleger um modelo homologado pela norma i-size. Esta norma é facilmente identificável na própria cadeira, onde se encontra registado um número de homologação que começa por “00”. Caso tenha um carro sem sistema isofix, poderá optar por um modelo homologado pela norma R44/04, cujo número de homologação inicia por “04”.

Do nascimento até aos 12 meses
As cadeiras normalmente designadas como “ovo” ou “baby coque” estão homologadas para bebés desde o nascimento até aos 75 cm. Devem ser sempre instaladas no sentido inverso à marcha e é proibida a sua utilização em lugares com airbag ativo. O cinto da cadeira deve estar regulado à altura do ombro da criança ou ligeiramente abaixo, com uma folga de apenas um dedo. Não deve ficar torcido nem com folgas. No Inverno, deve evitar-se transportar o bebé com casacos grossos na cadeira uma vez que impedem que o arnês (cinto interno) fique justo e sobre o ombro.

Quando trocar de cadeira?
Mesmo que os pés do bebé comecem a bater no carro ou as pernas fiquem encolhidas, isso não compromete a segurança da cadeira. Nunca se deve mudar o bebé cedo demais para uma cadeira maior. A mudança só deve ocorrer quando a criança tiver um peso superior a 9kg e, idealmente, com uma idade superior a 12 meses. A criança só deve mudar de cadeira quando atingir o peso máximo ou quando a cabeça se localizar acima das costas da cadeira, ficando o arnês demasiado baixo e não ao nível do ombro.

Dos 12 meses aos 3 ou 4 anos
Até aos 15 meses, é obrigatória a instalação da cadeira no sentido inverso à macha. Contudo, a APSI – Associação para Promoção de Segurança Infantil – aconselha a sua utilização nesta posição até os 18 a 24 meses e, idealmente, até aos 3 ou 4 anos.
Também nestas cadeiras, o arnês deve estar regulado à altura do ombro da criança, ou ligeiramente abaixo, com uma folga de apenas um dedo, medida no ombro.

Dos 3 ou 4 anos até 135cm
Geralmente designadas como cadeiras de apoio, ou bancos elevatórios com costas, estas dão altura à criança para utilizar o cinto de segurança do carro. Estão homologadas para crianças com mais 3 ou 4 anos e pelo menos 15kg de peso.
A parte inferior da faixa diagonal deve passar por baixo da guia inferior existente no assento, para que o cinto fique sobre a raiz das coxas e regulado à altura do ombro, não incomodando o pescoço. Adicionalmente, nunca se deve permitir que a criança coloque o cinto debaixo do braço.
Nos modelos com costas descartáveis, estas não devem ser retiradas antes dos 8 ou 9 anos. De preferência, devem manter-se até que as crianças tenham altura suficiente para passar a utilizar apenas cinto de segurança. Atualmente, no entanto, já não estão a ser fabricadas este tipo de cadeiras que permitem retirar as costas e manter apenas com bancos elevatórios. De notar, porém, que a utilização de banco elevatório não é recomendável em carros sem encosto de cabeça traseiro.

Cuide do seu filho e transporte-o em segurança.

Joana Vilaça com orientação Margarida Reis Morais, Pediatra do Serviço de Pediatria do Hospital de Braga

Falta de inspecção e de licenças no pré-escolar: estão as nossas crianças seguras?

Agosto 15, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Podcast e imagem do Público de 12 de julho de 2019.

Ouvir a reportagem no link:

https://www.publico.pt/2019/07/12/sociedade/noticia/falta-inspeccao-licencas-preescolar-estao-criancas-seguras-1879578?fbclid=IwAR1mnkleMeWZh_zuXc3xLRxLAG53WVqdX3fQKL2gXSmZ6Qfd-KDL-zlf-b4

GNR recorda: “Bastam alguns segundos” para uma criança se afogar

Julho 9, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Notícias ao Minuto de 3 de julho de 2019.

por Natacha Nunes Costa

Nos últimos 15 anos, morreram 238 crianças e jovens por afogamento.

Com a chegada do verão, o número de casos de afogamento dispara e as crianças e os jovens são as gerações mais afetadas por este flagelo.

De acordo com a APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, nos últimos 15 anos, morreram 238 crianças e jovens por afogamento, por isso toda a atenção é pouca.

A GNR alerta que é esta é uma morte rápida e silenciosa e que ”bastam apenas alguns segundos para tudo acontecer”, por isso, aconselha esta força de segurança, na sua página de Facebook, “perto da água, não perca as crianças de vista nem por um segundo”.

Um relatório divulgado pela APSI na internet revela que, nos últimos seis anos, o número médio de mortes entre menos por afogamento diminuiu, contudo, este ainda é considerado um dos “maiores flagelos do verão em Portugal”.

O mesmo documento revela que a maior parte das crianças que sofreram um afogamento tinham idades compreendidas entre os 0 e os 4 anos e que as piscinas são “os planos de água com maior registo de afogamento”, seguidas dos rios, ribeiras, lagoas e só depois das praias.

https://www.facebook.com/watch/?v=1277318802445531

 

O relatório citado na notícia é o seguinte:

Afogamentos em Crianças e Jovens em Portugal (atualização 2018)

Este verão, na praia, no rio ou na piscina, ignore o telemóvel. Não ignore a criança

Junho 24, 2019 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Spots de rádio no SoundClound:

– Spot 1:

https://soundcloud.com/tito-de-morais/sets/campanha-de-prevencao-do-afogamento-infantil-spot-1

– Spot 2:
https://soundcloud.com/tito-de-morais/campanha-de-prevencao-do-afogamento-infantil-spot2

Smartwatches: A tecnologia para crianças que ajuda os pais

Junho 10, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto e imagem do site Pplware de 23 de maio de 2019.

Muito se fala sobre as vantagens e desvantagens da utilização da tecnologia por parte das crianças. A regra é haver regras e, talvez, a utilização possa ser bastante positiva para o seu desenvolvimento. Mas há diversos tipos de tecnologia que pode ser oferecida aos mais novos, alguma dela que pode ser uma ajuda para os pais.

É dela que hoje vamos falar.

Se os pais são seres tecnológicos, como podem as crianças não o ser? Já muito se debateu sobre isso e sobre o impacto que esta era digital pode ter sobre os mais novos. A resposta tende a ser inconclusiva, mas uma utilização com regras acaba por ser unânime, no que respeita ao bom desenvolvimento dos mais novos.

A tecnologia dirigida às crianças é ampla, mas hoje vamo-nos focar naquela que pode ser uma ajuda para os pais. Falamos de dispositivos de localização projetados para que possa haver uma comunicação entre os pais e a criança, mesmo à distância.

São ideias para as crianças utilizarem em dias de passeio nas escolhas, na confusão da praia ou de um parque de diversões ou, simplesmente, na mochila ou no casaco, daquelas crianças mais distraídas que tendem a perder estes objetos.

Podemos começar por aí, pelas Tags Bluetooth, com GPS, ideias para prender aos objetos e localizá-los sempre que necessário. A vantagem deste tipo de produto é que é versátil, dá tanto para os objetos da criança, como para o porta-chaves do adulto ou para a coleira do cão.

Smartwatches para as crianças

É comum ver crianças de relógio ao pulso, mesmo que ainda não saibam bem ver as horas. Ora, se se evolui no tipo de brincadeiras, também se pode evoluir no tipo de relógios que se oferece.

Podem estes já ser mais tecnológicos e assim, ser um acessório útil para a criança, mas também uma ligação importante com os cuidadores.

Nos mais variados formatos, como se pode ver pela imagem acima, os smartwatches para crianças partilham de algumas características comuns. Têm GPS, Bluetooth e suporte para cartão SIM. O objetivo é que possam ser ligados aos smartphones dos pais, para que possa haver comunicação entre eles.

O número de contactos adicionados ao relógio tende a ser limitado, para que só possam ligar a quem os pais considerarem, permitem enviar e receber mensagens de voz e mais. Dão aos pais a possibilidade de monitorizar a localização dos filhos.

Imaginemos o caso de um dia de praia, em que no meio da confusão a criança se perde dos pais. Com um destes smartwatches, além do contacto via rede móvel, poderá haver uma consulta da localização, dando para perceber, ainda que com alguma margem de erro, se está perto ou longe.

Para a criança, estes relógios, além das horas, ainda podem apresentar o calendário, servir de despertador e até monitorizar a atividade física. Porque as crianças têm que se mexer!

Maria Inês Coelho

 

 

Há ‘slime’ perigoso para as crianças à venda em Portugal

Junho 8, 2019 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 22 de maio de 2019.

Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco) aconselha a guardar o ‘slime’ num local fechado e conservar a embalagem original, para saber a quem reclamar em caso de problemas.

Deco alertou esta quarta-feira que há à venda ‘slime’, uma massa de modelar viscosa, que é perigosa para as crianças, tendo já denunciado a situação à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

O alerta foi dado no Sistema Europeu de Alerta Rápido sobre produtos perigosos não alimentares Safety Gate e a retirada de produtos das prateleiras das lojas por conterem boro em excesso levou a Associação de Defesa do Consumidor a investigar o ‘slime’.

Usado para dar a consistência gelatinosa, elástica e resistente ao ‘slime’, o boro é uma substância sem cor nem cheiro que, acima de determinados valores, está classificada na Europa como tóxica para a reprodução e irritante em caso de inalação ou ingestão ou em contacto com os olhos. A ingestão pode causar diarreia, náuseas, fadiga, vómitos e cãibras.

A Deco comprou oito produtos e enviou-os para um laboratório especializado na avaliação da segurança química, tendo concluído que das oito marcas testadas, cinco revelaram-se seguras.

“Pedimos que pesquisassem e quantificassem 19 elementos potencialmente perigosos, como ftalatos, solventes, estanho, crómio e boro, para saber se estavam presentes em quantidades acima do permitido, que pudessem colocar em risco a saúde das crianças, por contacto, inalação ou ingestão”, refere a Deco num artigo que vai ser publicado na edição de junho da revista Proteste.

Tal como ocorreu em outros países, foram descobertos dois produtos com boro em excesso (Poopsie Slime Surprise e Slime Intergalactic SLI0010) e outro com valores próximos do limite máximo (Nickelodeon Slime Super Stretchy), diz a Deco, adiantando que os resultados já foram denunciados à ASAE.

A associação salienta que, além do ‘slime’ que se compra, há o que se pode fazer em casa, existindo “milhares de vídeos na internet com crianças a preparar a substância viscosa”.

As receitas incluem variados ingredientes como cola branca, espuma de barbear, gel de banho, corantes, brilhantes e ácido bórico, sendo que as alternativas passam por líquido para lentes de contacto (lágrima artificial) ou detergente.

“Perguntámos numa farmácia se há procura pelo ácido bórico e, assim que o fizemos, quiseram saber se íamos fazer ‘slime’. Disseram-nos ainda que, dada a procura recente por esta substância, costumam ter várias embalagens na farmácia”, adianta a Deco.

A associação refere que “o pior foi ler advertências nas embalagens” como “pode afetar a fertilidade”, “conservar em local fechado” ou “usar equipamento de proteção” e ao mesmo tempo verificar-se que nos vídeos não se vê qualquer equipamento de proteção.

“Outro perigo é a mistura de substâncias químicas sem qualquer conhecimento e sem indicação concreta das quantidades a considerar”, adverte.

Dada a popularidade desta pasta e a facilidade com que as crianças conseguem aceder a vários ingredientes, que, sem precauções e misturados aleatoriamente, se podem tornar perigosos, a associação deixa algumas recomendações, como as receitas caseiras serem supervisionadas por adultos, as crianças não deverem comer ou beber enquanto fazem o ‘slime’ e lavarem as mãos no final.

Aconselha ainda a guardar o ‘slime’ num local fechado e conservar a embalagem original, para saber a quem reclamar em caso de problemas.

Como o ‘slime’ entra na categoria dos brinquedos, a Deco defende que deve respeitar os requisitos fixados na diretiva europeia sobre segurança destes produtos.

 

 

“Estou Aqui”. PSP disponibiliza pulseiras para crianças a partir de sábado

Maio 31, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Programa “Estou aqui” 2019 da PSP, que tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança, Missing Children Europe, SGMAI, Altice, MEO, Rádio Comercial está ativo a partir de 1 de junho.

As pulseiras podem ser pedidas no site:

https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm

Notícia da Rádio Renascença de 31 de maio de 2019.

Nova edição do programa “Estou Aqui!” é dirigida a crianças entre os dois e os dez anos.

A PSP lança uma nova edição do programa “Estou Aqui!”. Começa no sábado,1 de junho, e é dirigido a crianças entre os dois e os dez anos.

Através deste programa, os pais podem solicitar uma pulseira com um código alfanumérico que permite, no caso da criança se perder, chegar ao contacto com os pais, educadores ou tutores de uma criança.

As pulseiras são pessoais, intransmissíveis e gratuitas. Podem ser pedidas através da internet e ficam disponíveis em poucos dias na esquadra da PSP selecionada. Os dados são geridos única e exclusivamente pela Polícia de Segurança Pública.

O lançamento oficial do programa é esta sexta-feira, em Belas, e contará com a presença de 150 crianças.

Na edição anterior, que termina esta sexta-feira, o programa permitiu abranger mais de 68.000 menores.

 

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