10 dicas da Missing Children Europe para umas férias em segurança

Julho 2, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://mailchi.mp/missingchildreneurope/10-tips-to-keep-children-safe-during-the-summer-holidays?e=%5bUNIQID

 

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Programa “Estou aqui” 2018: reserve já a sua pulseira.

Junho 7, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Programa “Estou aqui” 2018 da PSP, que tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança e a Missing Children Europe, está ativo desde 1 de junho.

A Polícia de Segurança Pública e restantes parceiros sabem a importância que o seu filho tem na sua vida.

Desejamos que aproveite ao máximo esta relação e que a Pulseira ESTOU AQUI!® o ajude nessa missão.

O Programa ESTOU AQUI!® foi desenhado para que nunca perca um momento da presença dos seus filhos.

Programa ESTOU AQUI!®

Não deixe a criança no carro, mesmo que esteja à sombra e de vidros abertos

Junho 6, 2018 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 24 de maio de 2018.

Vera Novais

Já se sabe que um carro parado ao sol se torna uma autêntica estufa. Se o volante pode ultrapassar os 50ºC, imagine as consequências que pode ter na saúde e vida de uma criança.

Todos os anos, mais do que uma vez, se ouvem relatos de pais que se esqueceram dos filhos dentro dos carros ou os deixaram deliberadamente no interior enquanto iam às compras. Umas das situações mais recentemente noticiada aconteceu nos EUA: um pai esqueceu-se de deixar a criança na creche e seguiu direto para o trabalho. Só quando a mãe chegou à creche no fim do dia se apercebeu que a criança não tinha ido. A criança foi encontrada sem vida, como em muitos casos deste tipo.

Preocupados com este problema, especialmente em dias de calor, uma equipa norte-americana publicou na revista Temperature, esta quarta-feira, um artigo sobre as temperaturas que podem ser atingidas dentro de um carro que seja deixado ao sol durante uma hora. A conclusão é que basta uma hora no carro ao sol para que uma criança sofra uma insolação.

“Nos últimos 18 anos, morreram entre 30 a 60 crianças anualmente, nos Estados Unidos, devido ao calor extremo por terem sido deixadas sem vigilância num carro ao sol”, escrevem os autores no início do artigo. “Com frequência, as crianças são simplesmente esquecidas (54% das mortes) ou estão a brincar nos carros sem vigilância (28%), mas 17% das situações são intencionais.”

É provável que já tenha ficado parado numa fila de trânsito em dias de calor e sentido que nem os vidros abertos ajudam a diminuir o calor que se faz sentir dentro do veículo. Às vezes, nem mesmo os dias enublados ajudam a que o efeito estufa dentro do veículo seja menor. Os autores referem que bastam cinco minutos com uma temperatura ambiente de 30 graus Celsius para a temperatura interior do carro chegar aos 57-68ºC. Se, como adulto, já sente as dificuldades de enfrentar estas temperaturas, imagine as consequências numa criança. Se quer outro exemplo, lembre-se de como é difícil tocar no volante, no manípulo das mudanças ou até sentar-se no banco depois de ter deixado o carro umas horas ao sol.

Comparação das temperaturas a que podem chegar as estruturas no interior de um veículo num dia de sol (em cima) ou enublado (em baixo) quando a temperatura exterior é de 37ºC — Vanos et al. (2018) Temperature

Por oposição aos adultos, as crianças têm uma maior área de exposição (pele) quando comparada com a massa do corpo e também uma maior produção de calor por unidade de massa corporal, o que significa que aquecem e aumentam a temperatura interior mais rapidamente, além de terem mais dificuldade em arrefecer. Como agravantes para a situação de vulnerabilidade das crianças está a dificuldade que têm em comunicar o desconforto que sentem e o facto de, frequentemente, adormecerem durante as viagens.

“Quando se coloca uma pessoa dentro destes carros quentes, elas começam a libertar humidade no ar [pela respiração e transpiração]. Quando há mais humidade no ar, as pessoas têm mais dificuldade em arrefecer através da transpiração porque o suor não evapora tão rapidamente”, ilustra Nancy Selover, co-autora e climatóloga no estado do Arizona.”

Temperaturas interiores de 40ºC para os grupos mais vulneráveis, como crianças e idosos, e 42ºC para adultos, são as temperaturas limite e estão relacionadas com os problemas de saúde verificados em situações de calor extremo. A investigação mostrou que os carros estacionados à sombra e ao sol (num dia de verão no Arizona) podiam chegar aos 39,5ºC e 47,6ºC, respetivamente. Isto significa que uma criança de dois anos deixada no interior do carro poderia subir a sua temperatura interior para 38,2ºC e 39,1ºC, respetivamente, ao fim de uma hora. [De lembrar que a temperatura interior normal é 36-37,5ºC.] É fácil perceber que ao fim de duas horas já haveria consequências muito graves para a saúde.

“Esperamos que estes resultados possam ser usados para aumentar a sensibilização e prevenção da insolação pediátrica em veículos e a criação e adoção de tecnologia dentro dos veículos para alertar os pais das crianças que ficaram esquecidas”, disse Jennifer Vanos, investigadora na Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia (San Diego) e primeira autora do artigo.

 

Brinquedos de banho usados por crianças são paraíso para bactérias

Abril 26, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.noticiasaominuto.com/ de 28 de março de 2018.

POR LILIANA LOPES MONTEIRO

Segundo um estudo do Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia Aquática, a Universidade ETH de Zurique e a Universidade do Illinois, nos EUA, podem ser encontrados bactérias potencialmente patogénicas, como a legionela e a pseudomonas aeruginosa, em alguns destes brinquedos. Micróbios esses que estão muitas vezes relacionados com infeções hospitalares.

“Detetamos grandes diferenças entre vários brinquedos. Uma das razões é o material, que pode libertar carbono, e que serve de alimento para as bactérias”, explica a coordenadora da investigação Lisa Neu.

No estudo publicado no periódico Biofilms and Microbiomes, os cientistas indicam que detetaram 75 milhões de células por centímetro quadrado, incluindo bactérias e fungos, em alguns dos brinquedos.

A má qualidade dos plásticos propencia o crescimento das bactérias. Durante o banho, elementos como o nitrogénio e bactérias provenientes do suor e da urina acumulam-se ainda no interior dos brinquedos. O que faz com que a água que sai desses objetos se torne tóxica e provoque infeções.

“Por um lado pode fortalecer o sistema imunitário, o que é positivo, mas também pode resultar em infeções nos olhos, ouvidos ou até no sistema gastrointestinal”, alerta o investigador Frederik Hammes.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Ugly ducklings—the dark side of plastic materials in contact with potable water

Crianças aprendem regras de segurança – utilização comboios

Abril 25, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Destak de 10 de abril de 2018.

mais informações:

Filme sobre Prevenção das Intoxicações – Um segundo pode durar para sempre – Intoxicações

Dezembro 4, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Veja como é fácil um estranho falar com o seu filho através de um brinquedo com bluetooth ou wi-fi

Dezembro 1, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://visao.sapo.pt/ de 14 de novembro de 2017.

Estão, inevitavelmente, entre os preferidos, mas os brinquedos interativos com ligações bluetooth ou wi-fi são vulneráveis a nível de segurança, tornando possível que estranhos falem diretamente com as crianças, alerta uma organização britânica

O aviso da associação britânica de defesa do consumidor Which?, a pouco mais de um mês do Natal, ameaça estragar os planos a pais, crianças e fabricantes de brinquedos conectáveis: robôs e outros produtos que se ligam aos telemóveis através da internet ou de bluetooth têm “vulnerabilidades preocupantes” que podem permitir a estranhos falar com as crianças.

“Veja como é fácil para praticamente qualquer pessoa aceder aos brinquedos conectáveis do seu filho”, propõe a Which?, que disponibiliza um vídeo com um exemplo alarmante.

“Os brinquedos conectáveis são cada vez mais populares, mas, como mostra a nossa investigação, qualquer pessoa que pense comprar um deve ter cuidado”, avisa Alex Neill, um dos diretores da empresa.

Ao longo de 12 meses, a Which?, em colaboração com outras organizações de defesa dos consumidores e especialistas em segurança, analisou os brinquedos com ligação bluetooth ou wi-fi mais procurados nas grandes lojas britânicas e concluiu que “é demasiado fácil” alguém usá-los para falar com as crianças.

No vídeo, vê-se que bastou a um homem estabelecer a ligação bluetooth com o robô de brincar para o fazer “falar” e incentivar o menino a abrir a porta de casa. Não precisou de qualquer password ou código para o fazer.

O limite desta forma de ligação é normalmente de cerca de 10 metros, mas já é possível aumentar esse alcance de forma a poder, por exemplo, a partir de um carro, fazer uma pesquisa por brinquedos não seguros.

A Hasbro, que fabrica os Furby, um dos produtos testados, respondeu, em comunicado, que tanto o brinquedo como a respetiva aplicação foram concebidos de forma a permitir que a brincadeira decorra em segurança. Já a Vivid Imagination, que produz o robô I-Que, diz que vai investigar as alegações da Which?, mas sublinha que nunca recebeu qualquer relato que aponte para uma utilização maliciosa da conectividade dos seus brinquedos.

 

Conversas Pais & Filhos | Segurança e Saúde – 23 novembro no Oceanário de Lisboa

Novembro 19, 2017 às 5:27 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://eventos.globalmediagroup.pt/eventos/conversas-pais-filhos-saude-seguranca/

 

Falhas de segurança encontradas em smartwatches para crianças

Novembro 7, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site http://kids.pplware.sapo.pt/ de 24 de outubro de 2017.

Criado por Célia Simões

A Organização Europeia do Consumidor (BEUC) alerta para o facto dos smartwatches para crianças terem alguns problemas no que diz respeito a segurança e privacidade.

Smartwatches, para que os pais saibam por onde andam os filhos

Os smartwatches apareceram e rapidamente ganharam adeptos de todas as idades. Chegaram também às crianças que, por imitação, adoram usar tudo o que os adultos têm.

Os pais, querem cada vez mais, saber por onde andam e o que fazem os filhos. Tudo o que possa ser uma ajuda para contactar rapidamente o filho ou localiza-lo, torna-se um objeto fundamental.

Mas, apesar de todas estas facilidades, há que ter em atenção os riscos de exposição ao mundo. O relatório publicado pela BEUC alerta sobre a exposição excessiva a que as crianças estão sujeitas quando usam um smartwatch destinado para elas.

Falhas de segurança foram encontradas

A maioria dos smartwatchs com GPS incorporado, indicados para crianças, têm muitas falhas de segurança. Essas falhas podem levar a que “alguém” controle o dispositivo e veja as conversas da criança e até ative a câmara inteligente e filme ou tire fotografias.

Para além disso, através do GPS, a criança pode, não só ser localizada por quem não deve como ainda, essa pessoa pode alterar as coordenadas do smartwatch da criança, enviando coordenadas falsas aos pais.

O botão existente em alguns desses dispositivos, que é um botão de SOS para a criança acionar quando se sentir em perigo, não é confiável e pode também ser adulterado. Os hackers conseguem substituir o número de telefone de emergência pelo seu próprio número.

A intensão dos pais, ao comprar estes relógios, é proteger os filhos dos perigos atuais, alguns deles, que surgiram com o avanço da tecnologia. Mas há que ter muita atenção e informar-se devidamente pois, ao adquirir alguns destes aparelhos estão a expor ainda mais os seus filhos às formas modernas de ataque.

É preciso estar bem informado

“A UE precisa urgentemente regular os padrões de segurança obrigatórios para os produtos conectados. Os produtores devem corrigir imediatamente essas falhas ou devem encontrar os produtos retirados do mercado” disse Monique Goyens, diretor geral do BEUC, em comunicado de imprensa.

Existe um relatório, elaborado pelo Conselho Norueguês de Consumidor (NCC), que está disponível para fazer download e contém auditorias de segurança a smartwatchs para criança.

Gator 2, Tinitell, Viksfjord e Xplora, são alguns dos exemplos em que foram encontradas vulnerabilidades de segurança. O Tinitell, ao que tudo indica, ficou fora dessa lista, mas também tem menos recursos quando comparado com os concorrentes.

O FBI também emitiu um anúncio semelhante, alertando sobre a exposição dos consumidores à exploração cibernética, sobre vários dispositivos da Internet das Coisas.

Para além de smartwatchs, existem equipamentos de escritório, dispositivos médicos, eletrodomésticos inteligentes, entre tantos outros. Há que ter alguns cuidados para fazer as escolhas mais acertadas.

Mais informações na notícia da BEUC:

WatchOut: Alarming security flaws in smartwatches for children

 

 

Crianças mais seguras : Conferência 25 Anos APSI – com a presença da Presidente do IAC Dulce Rocha, 12 outubro em Lisboa

Outubro 9, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Participação da Drª Dulce Rocha, Presidente do Instituto de Apoio à Criança, na mesa redonda “Segurança: um direito e uma necessidade” pelas 10.00 horas.

mais informações no link:

http://apsi.org.pt/index.php/pt/noticias/172-criancas-mais-seguras-conferencia-25-anos-apsi

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