Looking forward to your upcoming family holiday? Dicas da Missing Children Europe para umas férias em segurança

Agosto 8, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da Missing Children Europe

Looking forward to your upcoming family holiday?

It’s summer time, the kids are on holiday and it’s finally time to pack your bags for a well deserved break with the family. But holidays with children, especially in a foreign country can quickly become a stressful situation amid the chaos of holidaygoers and your kids chanelling Dora-the-Explorer. Luckily, we have some simple steps you can take to make sure your holidays are less stressful for both yourselves and the kids. About 1,000 children get lost at the Belgian seaside alone, every year. Most of these children are found within a matter of hours but the panic before they are found is something no one wants to experience. Have a look at some of our tips below and have a great summer!

Brincar e nadar em segurança! Procedimentos que salvam vidas!

Agosto 7, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Brochura e flyers no link:

http://www.dge.mec.pt/noticias/educacao-para-cidadania/brincar-e-nadar-em-seguranca-e-folhetos-seguranca-das-criancas

Transporte de crianças: o que é e não é permitido pelo Código da Estrada

Julho 13, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.motor24.pt/

São inúmeros os pais que circulam com os seus filhos no dia a dia. Seja para os levar ao infantário, à escola, a uma atividade, a uma festa de anos, a um jantar…

Em suma, os motivos podem ser muitíssimos, mas há regras específicas para quando os mais novos entram dentro de um carro. A questão é, saberemos realmente em que é que consistem?

André Duarte

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

 

 

Acidentes roubaram a vida a 80 menores

Junho 8, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 23 de maio de 2017.

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O Programa “Estou aqui” 2017: reserve já a sua pulseira.

Junho 5, 2017 às 1:08 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da PSP de 31 de maio de 2017.

Estou Aqui® regressa a 1 de junho e traz novidades

Decorrerá no próximo dia 1 de junho, pelas 11h30, no Parque Marechal Carmona, Cascais, o lançamento do programa Estou Aqui (EA) 2017 da Polícia de Segurança Pública (PSP) com o apoio da Câmara Municipal de Cascais e dos parceiros Fundação PT, MEO, Missing Children Europe, Instituto de Apoio à Criança e Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna.

Este ano o programa traz duas novidades: a idade é alargada, passando a ser dirigido a crianças dos 2 aos 10 anos, e passa a estar ativo 365 dias por ano (de 1 de junho 2017 a 31 de maio 2018).

O EA é um programa inovador que, através de uma pulseira com código alfanumérico, permite (via 112 – Número Europeu de Emergência) de forma célere chegar ao contacto com os pais, educadores ou tutores de uma criança que se encontre perdida, promovendo o reencontro. Os dados são única e exclusivamente geridos pela PSP.

Em cinco edições o programa abrangeu mais de 163 mil crianças.

O lançamento do EA 2017 foi antecedido por um roadshow conjunto da PSP e MEO pelas escolas de norte a sul do país, que termina com o lançamento oficial do programa.

As pulseiras podem ser pedidas em https://estouaqui.mai.gov.pt/ e ficam disponíveis em poucos dias na esquadra da PSP escolhida. As pulseiras são pessoais, intransmissíveis e gratuitas e podem ser ativadas em outros países da União Europeia.

O evento de lançamento coincide com as comemorações do Dia Mundial da Criança e contará com mais de mil crianças, convidadas através da PSP – Escola Segura e terá diversas atividades lúdicas como a atuação do grupo de metais da Banda Sinfónica da PSP, exposição de meios e demonstração de valências. Os objetivos, para além da sensibilização quanto ao EA, são a proximidade entre a PSP e as crianças e proporcionar momentos de diversão e memórias positivas junto dos mais novos.

 

APSI organiza o Dia Nacional da Segurança Infantil no dia 23 de Maio

Maio 22, 2017 às 12:01 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No próximo dia 23 de Maio, a APSI vai organizar pela primeira vez em Portugal o Dia Nacional da Segurança Infantil.

Cascais foi o concelho escolhido para assinalar esta iniciativa que conta com a co-organização da Câmara Municipal de Cascais. Esperam-se cerca de 500 crianças do 1º e 2º ciclo e a presença de mais de 15 parceiros.

Durante o dia, as crianças irão participar e estar envolvidas em diversas atividades relacionadas com a segurança e hábitos de vida saudáveis.

O momento “alto” do evento reunirá todas as crianças e parceiros em torno da junção (simbólica) dos fatores essenciais para a segurança, que para além de ser um direito da criança, é uma condição fulcral para a sua saúde e bem estar.

A iniciativa decorrerá no Parque Marechal Carmona, em Cascais, das 10h00 às 17h00.

Consulte aqui o Programa.

Crianças menores de 14 anos não deveriam atravessar uma estrada movimentada sozinhas, diz a ciência

Maio 10, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site http://lifestyle.sapo.pt/ de 24 de abril de 2017.

Pixabay

Um novo estudo revela que as crianças com menos de 14 anos nem sempre conseguem identificar corretamente os espaços entre os carros que lhes permitam atravessar uma estrada movimentada, e sem semáforos, em segurança.

Um novo estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, revela que crianças menores de 14 anos não têm um julgamento percetivo e habilidade física necessárias para conseguirem atravessar uma estrada sem semáforos em segurança. “Algumas pessoas pensam que as crianças mais novas são capazes de atuar como os adultos ao atravessar uma estrada movimentada. O nosso estudo demonstra que este não é necessariamente o caso em estradas de maior tráfego, onde os carros não param”, afirma a autora do estudo Jodie Plumert.

Para chegar a esta conclusão, o estudo usou um simulador para avaliar a capacidade de crianças entre os 6 e os 14 anos de atravessar uma estrada movimentada. E observaram que as crianças de 6 anos foram atingidas por veículos 8% das vezes; as de 8 anos, 6%; as de 10 foram atingidas 5% e as de 12 anos, 2%. Apenas as de 14 anos, ou maiores, não registaram acidentes ao atravessar a estrada.

As crianças tinham em conta duas variáveis quando decidiam se era seguro ou não atravessar, de acordo com a pesquisa. A primeira envolvia a sua capacidade de perceção, ou seja, como elas julgavam a diferença entre a distância de um carro e outro, tendo em consideração a velocidade do mesmo e a distância da travessia. As crianças mais novas tinham mais dificuldade em tomar decisões percetivas e consistentemente precisas. A segunda variável tinha a ver com as suas capacidades motoras. Com que rapidez as crianças passam entre um carro e outro? As mais novas eram incapazes de cronometrar o primeiro passo da mesma forma precisa do que um adulto, o que na realidade lhes dava menos tempo para atravessar a rua antes do próximo carro chegar.

Os investigadores recomendam que os pais ensinem os seus filhos a serem pacientes e que incentivem os mais jovens a escolher espaços ainda maiores do que aqueles que os adultos escolheriam se fossem eles a atravessar.

Nos Estados Unidos as estatísticas indicam que, em 2014, 8.000 acidentes resultaram em 207 fatalidades, envolvendo veículos motorizados e crianças com 14 anos e mais novas.

De acordo com a APSI, Associação para a Promoção da Segurança Infantil, em Portugal, os acidentes rodoviários são a maior causa de morte na infância e adolescência, apesar de, nos últimos 20 anos, o país ter conseguido reduzir de forma significativa o número de crianças e jovens que morreram na sequência de um acidente rodoviário (enquanto passageiros de um automóvel, peões ou mesmo condutores de bicicletas e motas).

artigo do parceiro: Susana Krauss

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Changes in Perception–Action Tuning Over Long Time Scales: How Children and Adults Perceive and Act on Dynamic Affordances When Crossing Roads.

 

 

Segurança das crianças analisada pelo Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia

Abril 27, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 23 de março de 2017.

mais informações na notícia do Joint Research Centre (JRC):

Connected dolls and tell-tale teddy bears: why we need to manage the Internet of Toys

A privacidade e segurança das crianças e famílias podem estar em causa com a proliferação de brinquedos ligados à internet, alerta um relatório do Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia, divulgado nesta quinta-feira.

No documento, o centro defende a necessidade de monitorizar e controlar a emergente “Internet dos brinquedos” e destaca como principais áreas de preocupação a segurança e a privacidade, tendo em conta que há novos brinquedos que podem gravar, armazenar e partilhar informações sobre as crianças.

Grande número de brinquedos conectados foram postos à venda nos últimos anos, devendo o volume de negócios deste novo segmento de mercado chegar aos 10 mil milhões de euros até 2020, contra 2,6 mil milhões em 2015.

A “Internet dos brinquedos” surge sob diferentes formas, desde relógios inteligentes a ursos de peluche que interagem com as crianças. Estão ligados à Internet e, em conjunto com outros aparelhos formam a “Internet das coisas”, levando a tecnologia para a casa das pessoas como nunca antes.

Uma equipa de cientistas do centro e especialistas internacionais analisaram as questões de segurança e privacidade e ligadas à socialização decorrentes da ascensão da “Internet dos brinquedos”. E convida, no relatório, os decisores políticos, a indústria, os pais e os professores a estudar a questão em profundidade, para proporcionar uma estrutura que garanta que esses brinquedos são seguros e benéficos para as crianças.

Na área da robótica, diz-se no documento, são cada vez mais os brinquedos robóticos ou com inteligência artificial, embora ainda se saiba pouco sobre as consequências da interacção dos mais jovens com os brinquedos robóticos, sendo possível que representem uma oportunidade, mas também um risco para o desenvolvimento cognitivo, socio-emocional e desenvolvimento moral e comportamental.

Alerta aos pais

Parecendo certo que podem por exemplo ajudar na aprendizagem de línguas estrangeiras, ou em casos como o autismo, também podem aumentar o risco de “bolhas educacionais”, onde as crianças só recebem informação que se ajustam aos seus interesses pré-existentes, como acontece na interacção dos adultos nas redes sociais.

Outra questão levantada pelo relatório diz respeito à forma como os dados recolhidos pelos brinquedos são analisados, manipulados e armazenados. O documento diz que esta não é transparente e representa uma ameaça emergente para a privacidade das crianças.

Lembra o relatório que os dados fornecidos pelas crianças enquanto brincam, como sons, imagens e movimentos registados pelos brinquedos online são dados pessoais, protegidos pela lei.

Outra preocupação registada, esta de mais longo prazo, relaciona-se com o crescimento numa cultura em que seguir, registar e analisar as escolhas diárias das crianças é considerado normal mas pode moldar o comportamento e o desenvolvimento dos jovens.

No relatório apela-se à indústria e aos decisores políticos para criarem uma estrutura que actue como um guia de utilização da tecnologia, forma de ajudar também os fabricantes a enfrentarem os desafios do novo Regulamento Europeu de Protecção de Dados, que entra em vigor em maio de 2018 e que aumenta o controlo dos cidadãos sobre os seus dados pessoais.

O documento apela ainda aos pais que entendam como as crianças interagem com os brinquedos em rede e quais os riscos e oportunidades para o desenvolvimento, além de se informarem sobre as capacidades, funções, medidas de segurança e configurações de privacidade dos brinquedos.

 

 

Os brinquedos e a segurança das crianças

Fevereiro 10, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto de José Morgado publicado a 29 de janeiro na http://visao.sapo.pt/

Sendo os brinquedos um produto claramente dirigido às crianças fica quase estranho como podem ser perigosos

Os acidentes com crianças não sendo uma matéria simpática para se abordar exigem uma atenção séria dada a frequência com que ocorrem e a gravidade potencial das consequências.

Deve dizer-se que continuamos a ser um dos países europeus em que acontece maior número de acidentes domésticos com crianças.

Em muitas circunstâncias verificar-se-á alguma negligência ou excesso de confiança na supervisão dos miúdos a que se junta a inexperiência e o à vontade próprios dos mais pequenos.

São excessivamente frequentes as quedas em escadas mas sobretudo preocupantes as quedas em varandas. Neste caso é inaceitável a quantidade de varandas que se continuam a ver com gradeamentos construídos na horizontal, uma escada convidativa para a escalada de crianças pequenas como acontece em qualquer aparelho de um parque infantil. Mesmo em edifícios recentes ou em construção ainda se observa esta opção o que não poderia acontecer. O povo afirma com ingenuidade que “ao menino e ao borracho põe Deus a mão por baixo” mas a verdade é que são recorrentes os episódios de quedas com consequências trágicas.

Uma outra área de cuidado e fonte de inúmeros acidentes são as piscinas sobretudo as piscinas domésticas pois a rapidez e o silêncio em que decorre a tragédia mais exigem uma atenção permanente aos comportamentos das crianças.

O acondicionamento de matérias tóxicas em recipientes e locais resguardados é uma outra imposição bem como a protecção de tomadas de corrente ou o cuidado com equipamentos cujo simples funcionamento possa ter alguma perigosidade.

Uma referência ainda a uma outra fonte de preocupação que ainda não há muito tempo foi objecto de notícia, o perigo que advém de alguns brinquedos.

Sendo os brinquedos um produto claramente dirigido às crianças fica quase estranho como podem ser perigosos.

Recordo que segundo dados relativos à actuação da ASAE foram apreendidos nos últimos dois anos mais de 10 000 brinquedos perigosos. Foi proibida ainda a comercialização de mais 10 brinquedos sendo que a fiscalização é sempre reforçada na época de Natal, o tempo da compra de brinquedos.

Em cerca de 400 brinquedos avaliados mais de metade revelaram-se “maus” ou “medíocres” no que toca a critérios de segurança. Dados divulgados pela DECO apontam para que no espaço europeu os brinquedos estarão na origem de cerca de 52 mil acidentes por ano.

Os riscos e a necessidade de atenção às características dos brinquedos colocados ao dispor das crianças têm sido recorrentemente objecto de avisos de alerta.

A DECO refere mesmo que a existência do símbolo CE colocado nos brinquedos não é garantia da sua segurança pelo que mais se exige a atenção e escrutínio dos adultos. É também necessária uma particular atenção a brinquedos adquiridos através da net.

No entanto e face a este cenário, mais do que o trabalho da ASAE, os alertas da DECO ou da Associação para a Promoção da Segurança Infantil, importa sublinhar o papel dos pais e dos outros adultos próximos que deverão ser os verdadeiros “inspectores” da segurança dos brinquedos e “salva-vidas” durante as actividades das crianças. No entanto e como sempre, parece-me que devemos usar de algum bom senso e evitar excessos de zelo que também não são positivos, ainda que em matéria de segurança infantil o excesso seja melhor que o defeito.

Esta matéria é verdadeiramente séria, reforço o facto de continuarmos a ser um dos países da Europa com taxa mais alta de acidentes domésticos envolvendo crianças, de que as quedas de janelas ou varandas, os afogamentos ou o contacto com materiais perigosos não devidamente acondicionados, são apenas exemplos tragicamente frequentes.

Parece também de sublinhar que num tempo em que os discursos sobre a protecção da criança estão sempre presentes, em que é recorrente a referência aos perigos dos brinquedos, também se verifica um número altíssimo de acidentes o que parece paradoxal.

Por um lado, protegemos as crianças de forma que, do meu ponto de vista, me parece excessiva face às suas necessidades de autonomia e desenvolvimento e em muitas circunstâncias, adoptamos atitudes e comportamentos altamente negligentes e facilitadores de acidentes que, frequentemente, têm consequências trágicas.

E não adianta pensar que só acontece aos outros.

Uma nota final para realçar que a dor e a culpa que alguém pode carregar depois de episódios desta natureza serão, creio, suficientemente fortes para que deixemos de lado o discurso da culpabilização que muitas vezes é uma tentação mas que nada acrescenta ou resolve.

(Texto escrito de acordo com a antiga ortografia)

 

Com os brinquedos… não se brinca! Entrevista de Marta Rosa do IAC

Janeiro 11, 2017 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista de Marta Rosa do Sector da Actividade Lúdica do Instituto de Apoio à Criança à Maria no dia 18 de dezembro de 2017.

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