O que vai mudar no transporte de crianças até 2018?

Maio 28, 2016 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://world.zippykidstore.com/pt/

zippy

A 9 de Julho de 2013, entrou em vigor uma nova norma europeia de segurança para o transporte de crianças nos veículos, a ECE R129 – conhecida também como i-Size – criada a partir de um grupo de acção da União Europeia constituído por representantes da indústria automóvel, fabricantes de cadeirinhas, responsáveis da associação europeia de consumidores e outras instituições ligadas ao sector da segurança rodoviária.

A nova norma traz uma grande mudança no que toca ao transporte da criança, uma vez que promove que, até aos 15 meses de idade, esta seja transportada em cadeirinhas colocadas no sentido de contramarcha, o que garante uma maior proteção da cabeça e do pescoço da criança, em casos de colisão frontal e maior proteção em colisões laterais.

Outras mais valias consistem na classificação das cadeiras pela altura das crianças, à semelhança da escolha do tamanho de roupa, e na valorização do sistema isofix (este sistema de fixação das cadeirinhas ao automóvel passa a ser obrigatório, o que garante um menor risco de instalação incorreta).

Atualmente, em Portugal, e em Espanha, já é possível comprar cadeiras com a norma “I-Size”, existindo ainda a comercialização de cadeiras com a norma anterior (ECER44/04), que continua válida durante o futuro próximo. Estima-se que em 2018 as cadeiras homologadas com essa norma comecem a desaparecer, à medida que os fabricantes vão substituindo os modelos.

mais informações no link:

https://cadeirasauto.fundacionmapfre.org/infantis/regulamentos/i-size/

 

Workshop ABC da Segurança “Como transportar o bebé no automóvel” 28 de maio no Porto

Maio 23, 2016 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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zoom-Cartaz_Workshop_Gimnogravida_Maio

mais informações:

http://www.apsi.org.pt/index.php/pt/campanhas-e-acoes/eventos-a-60-dias/icalrepeat.detail/2016/05/28/48/-/workshops-abc-da-seguranca-como-transportar-o-bebe-no-automovel?filter_reset=1

Porque eles são o Futuro a sua segurança sempre em primeiro

Março 31, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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imagem da PSP

Casaco no carro pode matar o seu filho

Janeiro 8, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.delas.pt  de 22 de dezembro de 2015.

Sabia que se uma criança tiver o casaco vestido enquanto está sentado na cadeirinha do carro, corre tanto perigo como se não utilizasse o cinto de segurança corretamente? Um teste divulgado pelo site norte-americano ‘Huffington Post’ sobre como sentar corretamente uma criança no carro no inverno alerta para o perigo a que estas estão expostas em caso de colisão. No geral, “os pais não têm a noção do perigo de vida inerente, ao quererem mantê-los agasalhados”, chama à atenção Jeff Rossen, no vídeo produzido pelo Rossen Reports no seu programa: Today.

Não cometa o mesmo erro todos os invernos e reduza o perigo para a criança que transporta no banco de trás. A precaução pode evitar a perda de uma vida.

No vídeo partilhado utilizam um boneco sentado na cadeirinha, aparentemente bem apertado com o cinto de segurança – com três pontos fixos. No entanto, como o boneco veste um casaco almofadado, durante o choque do veículo que segue a 50 quilómetros por hora, o corpo é projetado pela força do impacto, que amortece o almofadado do casaco e cria espaço entre o corpo e a medida de aperto, cuspindo a criança contra o assento da frente.

Um segundo teste foi feito, desta vez sem vestir o casaco, apertando o cinto à medida real do corpo. A mesma velocidade, o mesmo impacto: a criança está protegida e reduz-se num elevado grau a possibilidade de sofrer danos; principalmente na coluna vertebral.

A questão é: como se pode mantê-los quentes sem vestir os casacos? Recorremos aos conselhos dados pela associação Healthy Children, um site promovido pela Academia Americana de Pediatrias, que recomenda “aos pais vestirem as crianças com roupa fina enquanto estiverem com o cinto apertado”. Só depois se acrescenta uma manta por cima, ou o próprio casaco almofadado que vinha vestido da rua. Atenção que os conselhos são apropriados para todas as idades, já que o efeito de proteção é o mesmo, seja qual for o peso e altura. Recomendam, também, “ter sempre presente no carro uma mala de emergência com luvas, gorro, roupa seca, chapéu e até um snack ‘à mão’”, para no caso de ocorrer um imprevisto durante a viagem, ou da criança ter vindo da rua encharcada e ter frio, não querer deixá-la desconfortável.

 

 

 

Cadeirinha e ovo não são lugares para dormir

Dezembro 19, 2015 às 6:09 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto da http://www.paisefilhos.pt de 23 de novembro de 2015.

O artigo citado na notícia é o seguinte:

Hazards Associated with Sitting and Carrying Devices for Children Two Years and Younger

little baby boy sleeping in safety car seat

little baby boy sleeping in safety car seat

As cadeirinhas de bebé que são usadas nos automóveis e os ovos que, nos primeiros meses, ajudam no transporte, são cada vez mais essenciais no quotidiano das famílias. Mas, de acordo com especialistas norte-americanos, não devem substituir o berço quando se trata de colocar a criança para dormir. Isto porque uma recente investigação publicada no “The Journal of Pediatrics” garante que aqueles equipamentos aumentam o chamado “risco de sufocação por mau posicionamento”, em especial nos primeiros dois anos de vida.

Tal não significa impedir o bebé de adormecer sempre que está no ovo ou na cadeirinha, ou mesmo nos assentos que balançam, mas sim garantir que se tratam de ocasiões passageiras e não um hábito enraizado. Para além dos problemas causados pelas posições adotadas durante o sono, no caso das cadeirinhas auto os investigadores do Penn State Medical Centre detetaram um outro risco relacionado com cordões e cintos de segurança mal instalados.

A sufocação por posicionamento acontece devido ao facto de as vias aéreas das crianças muito novas serem bastante maleáveis e os bebés não possuírem ainda força muscular para se moverem de forma autónoma. Quando a gravidade funciona, o sistema respiratório pode entrar em colapso num intervalo de poucos minutos.

“Muitos pais usam este tipo de equipamentos para fins diferentes dos que foram criados, sem se aperceberem de alguns riscos”, recorda Erich K. Batra, um dos especialistas envolvidos no trabalho, frisando que “podem passar muitas horas até que o bebé que está a dormir na cadeirinha ou no ovo seja novamente visto”. É por isso que, defende, “para prevenir situações graves, nenhuma criança deve ser deixada a dormir nestas condições sem uma supervisão constante”.

 

 

 

Casacos de inverno podem pôr em perigo as crianças dentro do carro

Dezembro 18, 2015 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Noticia da RTP Notícias de 15 de dezembro de 2015.

rtp

Sandra Salvado

A criança vestida com um casaco de inverno pode até sentir-se confortável na cadeirinha do carro, nestes dias frios, mas testes realizados recentemente nos Estados Unidos da América mostram como uma colisão pode ser dramática e ter consequências mortais.

Num laboratório do Michigan foram feitos testes de colisão, a 50 quilómetros por hora, onde pode ver-se uma simulação em que a criança parecia estar firmemente apertada na cadeira do carro, mas foi projetada para fora dela.

É um erro que qualquer pessoa pode cometer nesta altura do ano, especialmente com a chegada dos dias frios de inverno. Estes testes mostram como uma colisão pode ter consequências dramáticas, divulga neste vídeo o canal de notícias norte-americano
NBC News.

Helena Sacadura Botte, secretária-geral da APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, disse ao site da RTP que “normalmente os pais não têm o cuidado de ajustar diariamente o arnês, o cinto interno da cadeira, ao corpo da criança, e no inverno, quando usam casacos grossos, têm tendência a deixá-los assim com aquela medida e depois quando a criança viaja sem casaco, o arnês fica muito largo e isso não protege a criança”.

Além disso esta responsável adianta que “basta usar um casaco grosso para que esse casaco interfira com a colocação do arnês, que não vai assentar bem em cima dos ombros e muitas vezes tem tendência a ficar descaído sobre os braços, o que pode causar lesões”.

Para evitar este problema, Helena Sacadura Botte aconselha os pais a tirarem o casaco às crianças, utilizando antes “um casaco macio, quentinho e leve e depois, quando sai do carro, então veste o casaco. Os pais devem ter este cuidado diário, de ajustar o arnês, tirar as folgas ao arnês, de acordo com a roupa que a criança tem vestida”.
Alerta também para adultos
Especialistas alertam ainda para que as crianças sejam colocadas nas cadeirinhas do carro sem casaco, um conselho que se aplica também aos adultos.

“Quando viajamos com um casaco e o cinto de segurança do automóvel está posto por cima do casaco, pode haver alguns problemas, não só nas folgas que são criadas pelo próprio casaco, mas também chaves, telemóveis, que nós temos no bolso e que vão ficar por baixo do cinto, podendo ser um fator de agravamento de lesões quando há um acidente”, disse Helena Sacadura Botte.

Além disso, “sobretudo no ovo, nas cadeiras mais apertadas, mais pequenas, as crianças têm tendência a aquecer demasiado dentro do carro, e no inverno os pais, muitas vezes, esquecem-se deste pormenor. Usar casacos muito grossos dentro do carro nem pensar”.

A responsável da APSI lembrou ainda que as cadeiras das crianças são muito mal utilizadas, para acrescentar que “nós mudámos de menos de 20 por cento de utilização de cadeirinhas, em 1996, para mais de 80 por cento de utilização de cadeiras em 2013. Mas infelizmente o que está a acontecer é que apenas metade das cadeiras utilizadas são bem utilizadas e este é um dos erros que nós vimos muito frequentemente: o arnês largo, despido, por baixo dos braços da criança em vez de estar a prendê-la no ombro”.
Avaliação de risco de acidente
Há muito que esta associação desenvolve diversas ações no terreno, que incluem também verificação de cadeirinhas e visitas domiciliárias para avaliação de risco de acidente.

A responsável da APSI lembrou ainda um grave acidente nos EUA, há alguns anos, entre um carro e um camião, em que um bebé de seis meses foi projetado para fora do veículo, quando o “ovo” em que viajava foi ejetado dos destroços. Além disso a própria criança foi ejetada da cadeira e foi encontrada a mais de sete metros do local do acidente.

“Sabe-se que após o impacto, a cadeira ainda tinha o arnês apertado. A criança vestia um fato de neve (anoraque espesso, mas leve) o que indica que a sua ejeção para fora da cadeirinha ficou a dever-se à espessura do casaco que vestia. Casacos de inverno espessos ou pesados e cadeirinhas para o automóvel não ligam e comprometem a segurança das crianças”, diz a APSI na sua página na Internet.

Também para Carlos Barbosa, do ACP – Automóvel Clube de Portugal, “é fundamental que as pessoas quando entram nos automóveis tirem os casacos, porque dificultam as movimentações dentro de um carro”.

No entanto, este responsável disse ao site da RTP que não tem conhecimento de ter acontecido nenhuma situação deste género e salienta que, “se os cintos estiverem bem apertados e a criança estiver completamente presa à cadeira e a cadeira bem presa ao carro, é quase impossível isso acontecer, mas não quer dizer que não aconteça”.

visualizar os vídeos no link:

http://www.rtp.pt/noticias/pais/casacos-de-inverno-podem-por-em-perigo-as-criancas-dentro-do-carro_n881533

 

 

 

As histórias do Falco – Os cliques da Maria – vídeo com dicas de segurança da PSP

Dezembro 12, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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http://videos.sapo.pt/colecaofalco#

Mais de 50% dos condutores não utilizam a melhor cadeira para as crianças

Dezembro 7, 2015 às 3:35 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 2 de dezembro de 2015.

Nuno Ferreira Santos

Romana Borja-Santos

Estudo do Automóvel Club de Portugal alerta para a importância do uso de cadeiras completas em vez de “banquinhos”. O ideal é prolongar o uso até aos 12 anos.

Dois em cada dez condutores portugueses consideram que os assentos elevatórios – conhecidos como “banquinhos” – são o melhor sistema de segurança para transportar crianças acima dos quatro anos. Mais de cinco em cada dez automobilistas optam mesmo por este modelo, sobretudo acima dos oito anos. Só 61% dos inquiridos num estudo do Automóvel Club de Portugal (ACP) indicam as cadeiras completas como o sistema mais seguro para transportar os menores até aos 12 anos ou até aos 1,35 metros de altura.

As conclusões antecipadas ao PÚBLICO fazem parte de um estudo feito pelo ACP com o apoio da Cybex, uma marca de cadeiras de segurança para crianças. O trabalho contou com um inquérito feito a mais de 2300 portugueses que no último ano tinham transportado no carro uma ou mais crianças com menos de 1,35 metros e com menos de 12 anos e 19% dos participantes ainda admitem que não distinguem as diferenças entre as cadeiras completas e os banquinhos. O inquérito surge na sequência de outros estudos do ACP sobre os hábitos e costumes dos condutores e a importância de as crianças viajarem no sentido contrário à marcha.

Quase 64% dos inquiridos eram homens, 48% tinham carta há mais de 26 anos e em 51% dos casos percorriam entre 30 e 200 quilómetros de carro por semana, acompanhados por crianças. Questionados sobre se os carros onde viajam têm um sistema de retenção de crianças conhecido como isofix, 55% disseram que sim, mas 10% não sabiam responder. Menos de 1% das pessoas estiveram envolvidas em acidentes com crianças mas, quando tal aconteceu, duas em cada dez pessoas não estavam a utilizar os sistemas de retenção adequados nos menores. Um trabalho publicado em 2014 pela Associação para a Promoção da Segurança Infantil também alertava que, apesar de mais de 85% das crianças viajarem no automóvel com cadeirinha, só metade eram transportadas correctamente.

Os dados mostram também que quase 45% dos condutores consideraram as colisões traseiras como as mais frequentes, seguidas pelas colisões frontais, laterais e despistes. Contudo, a este propósito, o ACP salienta que os dados da realidade demonstram que 46% dos acidentes resultam de despistes, seguidos pelas colisões laterias, traseiras e frontais. Quanto à gravidade, neste caso 44% dos condutores identificam a colisão frontal como a pior, seguida dos despistes, colisões laterais e colisões traseiras. Neste caso, o ACP confirma que as percepções dos inquiridos vão ao encontro das estatísticas.

O ACP avança também no mesmo trabalho com os resultados de testes que avaliaram as consequências de impactos laterais consoante as cadeirinhas de transporte e alerta que “uma cadeira com encosto de cabeça e protectores laterais reduz seis vezes o risco de lesões na cabeça num impacto lateral quando comparado com um assento elevatório”. Para o ACP, esta conclusão reforça a “importância de transportar uma criança numa cadeira completa, com encosto de cabeça e protecções laterais durante o máximo de tempo possível”. No entanto, entre os inquiridos, quase 20% seleccionam o assento elevatório como a melhor forma de transportar as crianças com mais de 25 quilos (aproximadamente oito anos) e 7% dão a mesma resposta para os 18 quilos (quatro anos). Há 13% de inquiridos que admitem desconhecer as melhores soluções.

“A maioria dos inquiridos acha que as colisões na traseira e as frontais são os acidentes mais comuns, mas a realidade mostra que são os despistes e as colisões laterais os que mais acontecem. Quanto à gravidade dos acidentes, a percepção dos inquiridos e a realidade nas estradas portuguesas são coincidentes, pois as colisões frontais são de facto os acidentes mais gravosos, seguidas dos despistes e, em terceiro lugar, pelas colisões laterais”, lê-se no trabalho do ACP.

A acompanhar este estudo será lançada uma campanha, composta pela distribuição de folhetos informativos e por vídeos online, que pretende passar uma mensagem: “uma criança deverá viajar numa cadeira completa com encosto e protecção lateral até atingir a altura de 1,35 metros ou os 12 anos de idade”. Será também dada informação sobre as características a ter em consideração quando se compra uma cadeira de segurança e os cuidados a ter na sua utilização e instalação. Por exemplo, após um acidente o estado da cadeirinha deve ser sempre avaliado. O ACP explica que tanto a cadeira completa como o assento estão dentro da legislação, mas defende que “é possível melhorar a protecção e a segurança da criança” com a escolha do método mais completo.

Menos sinistralidade

Apesar das recomendações de uso de cadeira completa ou de banquinho, em média, a PSP tem detectado nos últimos anos mais de 1300 casos de condutores que transportavam crianças sem cadeirinha – quando esta força de segurança também recomenda que as crianças com menos de 1,35 metros usem sempre equipamentos homologados e adaptados ao seu tamanho e peso. A PSP recomenda também que a criança experimente sempre a cadeira antes de ser comprada e que o condutor verifique regularmente os cintos de fixação na cadeira e se está bem presa ao banco do carro, além de transportar a criança virada para trás até aos quatro anos.

Apesar do desconhecimento demonstrado por este e por outros trabalhos, nos últimos cinco anos os dados de sinistralidade rodoviária relativos a crianças têm vindo a melhorar, com uma redução de mais de 55% no número de vítimas mortais, de 22% nos feridos graves e de 19% nos feridos leves. No total, de 2010 a 2014 morreram 69 crianças nas estradas portuguesas, oito das quais no ano passado. A maior parte dos acidentes com vítimas aconteceram dentro das localidades, que concentram aliás 74% das crianças que perderam a vida.

“No mesmo período, a descida da sinistralidade de todos os grupos etários foi de 31,9% nas vítimas mortais, de 18,8% nos feridos graves e de 15,9% nos feridos leves. Isto significa que em 2010, as crianças (até aos 14 anos) vítimas mortais em acidentes rodoviários representavam 1,9% do total, e em 2014 apenas representaram 1,3%”, diz o ACP. No que diz respeito aos feridos graves, a percentagem de crianças foi de 5,1% do total em 2010 e de 4,8% em 2014, e os feridos leves foi de 6,5% do total em 2010 e de 6,2% em 2014.

 

 

 

Regime jurídico da homologação e utilização dos cintos de segurança e dos sistemas de retenção para crianças em veículos rodoviários – DL n.º 170-A/2014, de 7 de novembro

Novembro 21, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Decreto-Lei n.º 170-A/2014 – Diário da República n.º 216/2014, 1º Suplemento, Série I de 2014-11-0758819986

Ministério da Administração Interna

Estabelece o regime jurídico da homologação e utilização dos cintos de segurança e dos sistemas de retenção para crianças em veículos rodoviários e transpõe a Diretiva de Execução n.º 2014/37/UE, da Comissão, de 27 de fevereiro de 2014.

 

Apenas metade das crianças são transportadas correctamente no automóvel

Julho 11, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do i de 4 de julho de 2014.

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Por Agência Lusa

No que diz respeito à utilização correta da cadeirinha, esta tem-se mantido mais ou menos estável desde 2005, com algumas flutuações anuais não muito relevantes

Mais de 85% das crianças viajam no automóvel com cadeirinha, mas apenas metade são transportadas corretamente, segundo um estudo da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), hoje divulgado.

Desde 1996 que a APSI realiza um estudo de observação sobre a forma como as crianças até aos 12 anos são transportadas em veículos ligeiros de passageiros nas autoestradas, com o objetivo de avaliar a evolução da taxa de utilização de sistemas de retenção (cadeirinha) e a taxa de utilização correta destes sistemas.

Segundo o estudo, 14% do total das crianças observadas viaja sem qualquer proteção (ao colo ou à solta), sendo que, no grupo das crianças mais velhas, dos quatro aos 12 anos, esta percentagem é mais elevada.

Das crianças que utilizam cadeirinha (86%), apenas 51% são transportadas corretamente.

A utilização da cadeirinha é mais elevada entre os zero e os três anos (91% contra 85%, no grupo dos quatro aos 12 anos).

Face a 2012, o estudo verificou um aumento ligeiro da taxa de utilização de sistemas de retenção para crianças no grupo etário dos quatro aos 12 anos (82,1% em 2012, 84,5% em 2013).

Nas crianças mais pequenas, a taxa de utilização de cadeirinhas baixou cerca de dois por cento (de 92,8% para 90,8%).

A associação sublinha que, ao longo dos 17 anos, foi verificada “uma subida progressiva da utilização” dos sistemas de retenção, que se acentuou entre 2004 e 2005, sobretudo no grupo das crianças entre os quatro e os 12 anos.

“Desde então, tem havido algumas flutuações muito ligeiras, mas com uma tendência constante de crescimento”, salienta.

No que diz respeito à utilização correta da cadeirinha, esta tem-se mantido mais ou menos estável desde 2005, com algumas flutuações anuais não muito relevantes.

“Infelizmente, apenas metade das famílias que transportam as suas crianças com sistemas de retenção, o fazem de forma aparentemente correta”, sublinha a APSI.

O estudo de observação da APSI foi realizado a 01 de setembro do ano passado, em Lisboa, Pinhal Novo e Porto, com a colaboração da Brisa Auto-Estradas de Portugal, do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

 

 

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