A Europa está a fazer o suficiente para as crianças desaparecidas? reportagem do Euronews

Agosto 3, 2015 às 12:00 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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Reportagem do Euronews de 30 de julho de 2015.

Is Europe doing enough for missing children? – the network

Every year, some 250,000 children are reported missing in Europe – one every two minutes, half of them runaways.

Twenty years after the Marc Dutroux child abductions and murders, are police and civic groups working closely enough across EU countries to keep children safe?

A European hotline – 116000 – has been highly effective in reuniting missing children with their families or finding help for them. It targets children who fled from war zones, or were victims of abuse or exploitation. An awareness campaign also tackles the issue of parental abductions of children.

But EU funding for the hotline is to run out at the end of the year. Will national support and donations be enough to sustain it?

On The Network, these issues are debated by Delphine Moralis, Secretary General of Missing Children Europe, which includes 30 member organisations in 24 countries; Catherine Bearder, a member of the European Parliament and of the Alliance for Liberals and Democrats; and Alain Remue, Commanding Officer of the Missing Persons Unit of the Belgium Federal Police.

Em Portugal o 116 000 foi atribuído ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança. mais informações aqui 

Uma pulseira inteligente para não perder as crianças na praia em Castellón (Valência)

Agosto 2, 2015 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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texto do El Pais de 20 de julho de 2015.

Marti Domenech

Una pulsera inteligente para no perder niños en la playa

Castellón usa brazaletes con chips para localizar a menores extraviados

“¡Atención! Se ha perdido un niño, tiene seis años y lleva un bañador de Mickey”, alertaban los altavoces hace unas semanas en una playa de Castellón para solicitar la colaboración de los bañistas en la búsqueda de un chiquillo extraviado. El reclamo se escuchó media decena de veces. La última, más de un cuarto de hora después, para anunciar que había sido encontrado y dar las gracias por la ayuda. Los bañistas aplaudieron. Pero el Ayuntamiento de esta ciudad mediterránea ha decidido cambiar la megafonía por el chip. Se trata de un servicio pionero que facilita el reencuentro en menos tiempo. El sistema consiste en unas pulseras inteligentes que llevan un chip donde se graban los datos de contacto de los familiares del niño perdido. No hay ningún dato visible para respetar el derecho a la protección de datos.

La concejal encargada de las playas, Patricia Puerta, asegura que son las primeras de este tipo distribuidas en las costas españolas. Existen otros sistemas como las pulseras con código QR o con un número de registro asociado a un contacto que sólo está a disposición de los efectivos de seguridad.

Inés Casanova, técnico del Patronato de Turismo local, asegura que ya se han puesto sesenta pulseras. Sólo hay que ir a un punto concreto de una de las playas de Castellón y pedirla. Seis niños que se extraviaron la llevaban puesta. Pero son los menos. “De los que se han perdido hasta ahora casi ninguno la llevaba”, explica Simón Casinos, el jefe de los socorristas.

De media, se “desorientan” —o los padres se despistan— entre dos y tres menores al día, sobre todo entre seis y diez años. Eso sí, al día siguiente los padres vienen a enseñarle que su hijo ya la lleva puesta, asegura Casanova.

Gratuitas

“Mi sobrino me la vio y se la quiso poner, le dijo a su madre: ‘No es para hacer bonito, es por si me pierdo”, cuenta Mónica Grecu. Su sobrino tiene seis años y es uno de los usuarios de estos artilugios que se ven en Castellón.

Las pulseras, gratuitas, disponen de la tecnología NFC (por sus siglas en inglés Near Field Communication), un sistema instalado en la mayoría de dispositivos móviles para la transmisión de datos y que posibilita, entre otras cosas, el pago a través del teléfono. Castellón lo ha implantado en sus playas como proyecto piloto.

 

 

 

 

Pulseira ESTOU AQUI!

Julho 13, 2015 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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pulseira

texto do Facebook da PSP de 10 de julho de 2015.

Obrigado. Começamos assim por agradecer a todos os pais, educadores, responsáveis que inscreveram até agora no Programa 62.000 crianças. Não existem palavras para expressar a nossa satisfação e responsabilidade. Relembramos que já estão ativas 39.000 pulseiras e que ainda hoje, ao final do dia, cancelaremos a inscrição de cerca de 6.200 crianças por já terem excedido os 25 dias para recolha nas Esquadras escolhidas. Informamos também que, caso pretendam manter ativa a pulseira que foi inscrita pelas escolas ou campos de férias (em grupo), poderão fazê-lo. Para isso, pedimos que façam a inscrição nominal no site do Programa (ver QR Code na imagem) e após essa inscrição concluída escolham a “Direção Nacional (alteração de registo)” no campo da recolha e enviem para contacto@psp.pt o número da pulseira que a(s) vossa(s) crianças possui(em). A PSP promoverá a alteração no mais curto espaço de tempo. Boas Férias.

Programa Estou Aqui!

https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm

 

Programa Estou Aqui / Regras Básicas para umas Férias em Segurança – Conselhos da PSP

Junho 12, 2015 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm

Missing Children Europe: Here to help – vídeo

Junho 9, 2015 às 12:00 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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Publicado a 24/05/2015

A child is reported missing every 2 minutes in the EU.

But who are these missing children? Over 50% of missing children cases reported to the 116 000 missing children hotline network are those of children running away from home or care institutions, another 37% are of children abducted by a parent while 1% of missing children cases are those of unaccompanied migrant children and criminal abductions respectively. 25% of these cases involve a cross-border element and therefore require coordinated cross border cooperation and support. This is the role played by Missing Children Europe. Missing Children Europe and its members ensure that support is available to missing children and their families across borders 24/7.

Missing Children Europe is the European federation for missing and sexually exploited children representing 30 grassroots NGOs in 24 countries in Europe who work directly with missing children and their families. This International Missing Children’s day, help protect missing children by saving the European missing children hotline number- 116 000 – in your phone. This hotline provides free, professional support to children and families facing child disappearances 24/7.

Together, we can create a safer Europe for children.

Pulseira do Programa “Estou Aqui !” é distribuída com marcador de livro do IAC

Junho 2, 2015 às 2:58 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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A distribuição das pulseiras do programa “Estou Aqui !” está a ser acompanhada da oferta de um marcador de livro impresso pelo Instituto de Apoio à Criança.

Este programa consiste na distribuição de pulseiras gratuitas para ajudar pais e educadores a localizar crianças perdidas durante o Verão.

Na cerimónia de lançamento no dia 1 de junho, a Dra. Maria João Pena, técnica da Linha SOS Criança do IAC , considerou esta medida fundamental na prevenção. O problema das crianças desaparecidas não é muito representativo do ponto de vista estatístico, mas é um problema sério, grave e que envolve as autoridades policiais e as organizações da sociedade civil, adiantou, em declarações prestadas à LUSA.

Neste ano de 2015, o programa apresenta um novo método de registo, devendo os pais fazer o registo prévio e só depois podem levantar a pulseira na esquadra escolhida, e, pela primeira vez, é válido durante um ano e meio.

Os pais podem fazer o registo prévio das crianças no site do programa (https://estouaqui.mai.gov.pt/) e as pulseiras podem ser levantadas nas esquadras da PSP escolhidas pelos pais após o registo ter sido concretizado com sucesso.

A pulseira, destinada a crianças entre os dois e os nove anos, pode também ser usada por crianças estrangeiras que visitam Portugal e por filhos de portugueses que façam férias em países da União Europeia.

Em caso de desaparecimento da criança e, através de uma chamada para o 112, serão acionados os mecanismos necessários de comunicação com as forças de segurança, que enviarão para o local do desaparecimento da criança uma patrulha policial.

Esta iniciativa da Polícia de Segurança Pública tem como parceiros, além do IAC, a Fundação PT, a Meo Kids, a Secretaria-Geral Ministério da Administração Interna, a RFM, a TAP Portugal e a Missing Children Europe.

 

Manuel Coutinho. “A palmada pedagógica é uma ideia que deve ser banida”

Maio 26, 2015 às 2:35 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Entrevista do i ao Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no dia 26 de maio de 2015.

José Fernandes A linha só funciona porque existe um trabalho de equipa com vários parceiros, diz Manuel Coutinho

Os maltratados são os que menos recorrem à linha SOS-Criança, conta-nos o secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança.

Esta linha surgiu nos anos 80, associada ao IAC. Como é que foi recebida?

Logo nos primeiros anos percebeu-se que as crianças eram maltratadas normalmente dentro da família. O modelo cultural permitia isso. Em Novembro de 1988 surgiu o SOS-Criança, precisamente para dar voz à criança. Psicólogas, assistentes sociais e educadoras ouviam–nas e tentavam dar uma resposta. Mas o serviço que ia trazer alegria e esperança não foi logo muito bem aceite por todos. Foi considerado um serviço que dava muito trabalho aos outros, como se fôssemos inventar situações de risco e de perigo. Era-nos frequentemente dito que os casos não constavam dos seus registos. Depois as coisas foram-se alterando e a criança começou a ser considerada um sujeito de direitos.

Era um serviço pioneiro, mesmo para o resto do mundo.

Em termos internacionais, foi uma das primeiras linhas a existir. Levou a que os países da Europa criassem linhas europeias, anónimas e confidenciais. Criaram-se os números 116 111, iguais em todos os países europeus, para serem usado nas situações de risco das crianças. Para Portugal foi muito fácil fazer a permuta. Para além desta linha, no início dos anos 90 percebemos a necessidade de criar uma linha 24 horas por dia para as crianças desaparecidas e abusadas sexualmente. Foi feito um trabalho nacional, fez-se um estudo para perceber quem eram as organizações que trabalhavam com esses casos e lançámos o número 1410. A Europa, mais tarde, cria o número europeu: 116 000.

O que fazem no caso do desaparecimento de uma criança?

O desaparecimento não é só o rapto efectuado por terceiros. São também as fugas da família ou da instituição, os raptos parentais (subtracção de menores), imigrantes não acompanhados. Quando desaparece uma criança, os pais e os familiares devem imediatamente contactar a linha, a PSP ou a PJ. Não recomendo que divulguem a imagem da criança. Os raptores estão atentos a todos os sinais e quando vêm a imagem em todo o lado tendem a desfazer-se da criança. A imagem de uma criança na internet fica para sempre na internet, tal como os emails que todos recebemos sobre crianças que desapareceram – e que muitas vezes já apareceram. O que não é bom para as crianças, nem para as famílias, nem para as pessoas que trabalham nestas situações. No âmbito das crianças desaparecidas existe um serviço designado “alerta rapto de menores” que é accionado em caso de rapto por terceiros. Só quando os meios acham que se deve lançar este alerta – durante três horas e depois pára – é que a linha de apoio é chamada para que todas as pessoas que possam ter informações rapidamente actuem. Há muitos pais que têm a ideia errada de que os de-saparecimentos só podem ser denunciados passado 24 horas. Isso é falso. Até um minuto pode fazer a diferença.

O que acontece depois de o SOS-Criança receber uma chamada?

Orientamos as situações para outros serviços. Só existimos porque fazemos um trabalho de equipa com outros parceiros. Mas o SOS é mais do que a linha telefónica. Tem um serviço psicológico, social e jurídico gratuito e uma equipa de mediação escolar que parte do princípio de que é na escola que os problemas familiares muitas vezes se manifestam. Vamos às escolas tentar sensibilizar as crianças e os adultos para a existência destes apoios. Quando percebem que uma criança está a passar por uma situação de vulnerabilidade, que está a conviver com alcoólicos, toxicodependentes, que apresentem a situação porque o objectivo é evitar que o perigo aconteça. Muitas vezes vêm depois das fatalidades dizer que sabiam e não denunciaram. De forma indirecta, foram cúmplices.

Quem é que liga?

Crianças, jovens e adultos. Quem liga mais são os adultos. E, dentro dos adultos, as mulheres. O maltratado nem sempre liga. Normalmente quem liga são pessoas próximas dele. Na família, quem mais maltrata as crianças são as mães. Uma vez dizia-me uma menina: “A minha mãe diz que o meu pai é um cobarde porque lhe bate. Então porque é que também me bate a mim?” A palmada pedagógica é uma ideia que deve ser banida. Nenhuma mulher gostava que o seu homem ou o seu chefe lhe desse uma palmada pedagógica.

Há quem ligue por estar só?

Sim, chega-nos muito. Crianças que estão tristes, que não têm quem brinque com elas. Os pais têm hoje muito pouco tempo para estar com os filhos. As crianças não são adultos em miniatura. E como não o são, não devem, depois de cargas horárias brutais, vir para casa com trabalhos de casa. As crianças estão sobrecarregadas e esses trabalhos potenciam os conflitos intrafamiliares. Os professores avaliam os trabalhos de casa feitos pelos pais que os sabem fazer. As crianças não se sentem bem-amadas ou sentem-se desprotegidas. Muitas telefonam durante anos, regularmente. Tenho lá dentro o quadro de uma criança que aos 16 anos tinha tendências suicidas porque passava os Natais e os fins-de-ano sozinha. Recebeu apoio de um serviço de especialidade. Uns anos mais tarde mandou-nos um desenho a agradecer.

 

 

 

25 de Maio : Dia Internacional da Criança Desaparecida – Novos dados revelam: 25% dos casos de Crianças Desaparecidas são de natureza internacional

Maio 25, 2015 às 10:14 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Novos dados revelam: 25% dos casos de Crianças Desaparecidas são de natureza internacional

Bruxelas, 25 de maio de 2015 – Novos dados divulgados pelos membros da Missing Children Europe (MCE) revelam um aumento de 200% no número de chamadas recebidas desde 2012 na linha telefónica de apoio dedicada às crianças desaparecidas com o Número Único Europeu 116 000 em 29 países da União Europeia.

A rede europeia das linhas de apoio à criança desaparecida – SOS Criança Desaparecida : 116 000 teve um aumento de 21% no número de casos tratados em 2014 em comparação com 2013. As situações relativas a fugas de instituições e de casa continuam a ser o maior grupo de crianças desaparecidas constituindo 51% dos casos. Destas, 7,3% tinham fugido entre 2 a 5 vezes no mesmo ano alertando para o perigo das recidivas junto da população jovem.

As subtrações de crianças (Raptos Parentais) representam 37% das crianças desaparecidas participadas a estas linhas de apoio psicossocial e jurídico, sendo que 60% desses casos foram de natureza internacional.

Já os raptos por terceiros representam 2% da situações apresentadas nos 29 países europeus que integram a Missing Children Europe.

Leia o comunicado completo da Missing Children Europe e do IAC clicando aqui:  Comunicado (PDF)

 

VIII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente : 25 de Maio no Auditório Novo da Assembleia da República

Maio 22, 2015 às 1:45 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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No próximo dia 25 de Maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, mais uma vez, o Instituto de Apoio à Criança irá lembrar todas as crianças desaparecidas, através da realização de uma Conferência que terá lugar no Auditório Novo da Assembleia da República.

Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.

Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos. A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, a Missing Children Europe, criada em 2001, e que o IAC integra desde a sua fundação, também todos os anos assinala o 25 de Maio e recomenda iniciativas nesse dia às ONG nacionais.

As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not”.

Programa

Press Release

VIII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente : 25 de Maio no Auditório Novo da Assembleia da República

Maio 21, 2015 às 3:11 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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No próximo dia 25 de Maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, mais uma vez, o Instituto de Apoio à Criança irá lembrar todas as crianças desaparecidas, através da realização de uma Conferência que terá lugar no Auditório Novo da Assembleia da República.

Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.

Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos. A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, a Missing Children Europe, criada em 2001, e que o IAC integra desde a sua fundação, também todos os anos assinala o 25 de Maio e recomenda iniciativas nesse dia às ONG nacionais.

As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not”.

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