Best practices and key challenges on interagency cooperation to safeguard unaccompanied children from going missing : SUMMIT REPORT

Julho 22, 2016 às 12:00 pm | Na categoria Relatório | Deixe o seu comentário
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descarregar o relatório no link:

http://missingchildreneurope.eu/catalog/categoryid/9/documentid/348?utm_source=Missing+Children+Europe+newsletter&utm_campaign=23f95b7200-Public_newsletter_Feb_2016&utm_medium=email&utm_term=0_998981635e-23f95b7200-127479505

Findings from an in-depth study on the issue of the disappearance of unaccompanied migrant children were developed in the framework of the project “Safeguarding Unaccompanied Migrant Minors from going Missing by Identifying Best Practices and Training Actors on Interagency Cooperation” (SUMMIT). The report reflects insight from the actors who deal primarily with the reception of unaccompanied children and those who focus on the disappearance of children. It examines practices in seven EU countries – the UK, Spain, Italy, Belgium, Cyprus, Ireland and Greece.

It serves as a necessary mapping exercise of good practices, along with a manual for grassroots professionals to be published in the next weeks, to promote discussions and expert trainings between these actors across Member States.

In the study, the authors call for improved cooperation between law enforcement, social workers in shelters and reception centres, guardians, hotlines for missing children and other parties to better prevent and respond to the disappearance of unaccompanied children.

Coin of Hope – Campanha da Child Focus, moeda de €2 que retrata uma criança desaparecida

Julho 22, 2016 às 6:00 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Liam is not alone

Child Focus is launching a new euro coin depicting a missing child: Liam Vanden Branden, who went missing in 1996. Through this Coin of Hope, we want to spread the hope for every missing child, from hand to hand and from country to country. Because just like the children’s loved ones, Child Focus keeps hoping for answers.

Share the missing persons bulletins below because every lead can make a difference.

mais informações no link:

https://coinsofhope.eu/en?gclid=Cj0KEQjwwMi7BRDGptbvwOCDj8oBEiQAIALyDL0hz4AdfEhKqLbV89pPv6uNIOMkOyjTQrGrkaYefh8aAmqT8P8HAQ&utm_source=Missing+Children+Europe+newsletter&utm_campaign=23f95b7200-Public_newsletter_Feb_2016&utm_medium=email&utm_term=0_998981635e-23f95b7200-127479505

Missing Children Europe completa a vossa coleção de autocolantes do Campeonato Europeu para encontrar crianças desaparecidas

Julho 20, 2016 às 10:37 am | Na categoria Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe o seu comentário
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COMUNICADO DE IMPRENSA

Missing Children Europe completa a vossa coleção de autocolantes do Campeonato Europeu para encontrar crianças desaparecidas

Bruxelas, 14 de Julho de 2016 – O campeonato europeu terminou. Tudo o que fica, para além de alguns golos épicos e um novo cântico no estádio, é um álbum da Panini completo. Contudo, colecionar 680 autocolantes não é uma tarefa fácil. Missing Children Europe, a federação europeia para as crianças desaparecidas e exploradas sexualmente, vai dar uma ajuda. Afinal, nesta organização também estão a faltar alguns rostos. Não as das estrelas do futebol, mas as das crianças desaparecidas. Encomende os autocolantes da Panini que faltam na coleção através http://www.missingstickers.eu e também estará a ajudar a Missing Children Europe a encontrar “Bambini” desaparecidas.

Desde abril, cada fã do futebol na Europa tem estado atarefado em colecionar os autocolantes de futebol da Panini. Com espaço para 24 equipas nacionais e cerca de 96 páginas, o álbum deste ano é maior do que nunca: são precisos de cerca de 680 cromos para a completar. São muitos autocolantes e significa que todos se estão a esforçar para encontrar os heróis do futebol que lhe faltam. Missing Children Europe, a federação europeia para as crianças desaparecidas e exploradas sexualmente também está constantemente à procura. Não dos cromos que faltam, mas das crianças desaparecidas. A organização está a apoiar-se no entusiasmo pela Panini para recolher dinheiro para a sua própria procura. Delphine Moralis, secretária geral da Missing Children Europe: “Em cada 2 minutos, é reportado o desaparecimento de uma criança, na Europa. As crianças desaparecem por diferentes razões como sejam conflitos, abusos, negligência, rapto por um dos progenitores ou no contexto de migração. Cada caso é único e requer uma abordagem pessoal. Nós queremos aproveitar o interesse generalizado que é gerado por este campeonato para tornar as pessoas mais conscientes da difícil situação em que milhares de crianças se encontram. Os vossos donativos para a nossa rede de intervenção e para as nossas linhas de apoio para as crianças desaparecidas podem salvar vidas.”

Os autocolantes só podem ser comprados no website www.missingstickers.eu e custam €0.20 cada. Também é possível fazer um donativo se não quiser ou necessitar de algum autocolante. O donativo mínimo são €5 e a partir de €40 o seu donativo é dedutível nos impostos. Todas as receitas irão para a Missing Children Europe, para ajudar esta organização na localização das crianças desaparecidas. A campanha vai decorrer em diferentes países da Europa, incluindo Bélgica, Itália, França, Sérvia e Portugal.

Veja o vídeo:

Remumber – A aplicação móvel que ensina o seu filho a lembrar-se do seu número de telefone

Julho 8, 2016 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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REMUMBER

A aplicação que ensina o seu filho a lembrar-se do seu número de telefone.

O PROBLEMA

Cada vez mais crianças têm smartphones. Portanto, esta geração já não sabe de cor números de telefone.

Mas, e se eles perderem o telefone ou a bateria descarregar? E se houver uma situação em que o seu filho precise de entrar em contato consigo, mas não souber o seu número de telefone?

A APLICAÇÃO

Remumber altera o código de desbloqueio de um dispositivo móvel ou tablet para um número de telefone.

Assim, cada vez que o seu filho desbloqueia o aparelho, ele (ou ela) pratica a marcação do seu número de telefone até o saber de cor.

mais informações:

http://remumber.com/pt

Dicas de Segurança Infantil da Campanha “Estou aqui” 2016

Junho 6, 2016 às 2:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Aqui ficam as dicas sobre segurança infantil de um folheto da Campanha “Estou aqui” 2016 da PSP, que tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança e a Missing Children Europe.

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Saiba mais AQUI.

Dicas de Segurança para Crianças e Jovens : PROTEGE-TE!

Junho 3, 2016 às 4:37 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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http://www.iacrianca.pt/

PSP disponibiliza mais 90 mil pulseiras para encontrar crianças perdidas

Junho 2, 2016 às 7:08 pm | Na categoria Uncategorized | Deixe o seu comentário
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Notícia do Público de 1 de junho de 2016.

DR

Margarida David Cardoso

As pulseiras, que permitem à PSP contactar os pais ou cuidadores das crianças em caso de desaparecimento, podem ser activadas até final do ano.

A PSP lançou nesta quarta-feira a 5.ª edição do Estou Aqui, um programa de distribuição gratuita de pulseiras que permitem localizar crianças em caso de desaparecimento. Vão ser distribuídas 90 mil pulseiras até final de Setembro, anunciou a PSP no lançamento da campanha. A pulseira é válida para crianças entre os dois e os nove anos.

A pulseira possui um código alfanumérico para que quem encontre a criança possa, através de uma chamada para o 112, chegar ao contacto com os pais ou cuidadores. O número será lido pela PSP, que encontra o contacto numa base de dados. Cada pulseira é, por isso, única e intransmissível.

À semelhança do ano passado, para pedir as pulseiras basta aceder ao site do programa e fazer o registo prévio da criança, que entra na base de dados da PSP. As pulseiras podem ser levantadas na esquadra mais próxima seleccionada pelos pais, uma semana depois do pedido. Caso ninguém vá buscar a pulseira, ao fim de 25 dias a PSP cancela o pedido.

É possível fazer os pedidos até 30 de Setembro, mas as pulseiras mantêm-se válidas até ao final do ano, garantiu ao PÚBLICO o intendente Hugo Palma, das relações públicas da PSP. O objectivo é reduzir os desaparecimentos no Verão.

Para além dos pais, também educadores de infância, professores e outros cuidadores podem pedir pulseiras. “Este programa também é aberto para escolas, jardins-de-infância e ATL, que realizam tantas actividades no exterior”, explicou Hugo Palma.

Em caso de desaparecimento, e em simultâneo com os procedimentos normais das autoridades via 112, a PSP quer que estas pulseiras permitam chegar rapidamente ao contacto com o responsável pela criança, através dos registos fornecidos aquando do registo da pulseira. Esta também pode ser activada dentro da União Europeia. A PSP garante que o programa foi validado com as restantes polícias dos Estados-membros.

A novidade deste ano é o alargamento a todo o país da variante do programa dirigida a doentes com Alzheimer e outros adultos em condição vulnerável, que a PSP espera conseguir ter no terreno a partir de Setembro. Até aqui, este programa-piloto — o Estou Aqui Adulto — estava apenas disponível em associações de Lisboa, tendo permitido activar um total de 500 pulseiras.

Desde 2012, o Estou Aqui abrangeu, ao longo de quatro edições, 110 mil crianças, segundo os dados da PSP. O programa visa aumentar a probabilidade de os pais reencontrarem os seus filhos, através de uma “solução eficaz” e ágil em caso de desaparecimento, explicou Hugo Palma. Este ano, “os telefones e os e-mails não param de chegar”, mas ainda não há um balanço do primeiro dia de campanha.

No ano passado, a campanha permitiu o reencontro de uma criança com os pais, e de duas em 2014. “Esperamos que os números de activação sejam cada vez mais baixos, é bom sinal. Queremos estar preparados para tudo, para que nada aconteça”, afirmou o porta-voz da PSP. No entanto, o número de pulseiras disponíveis tem aumentado, tendo começado com dez mil em 2012. Em 2014 a PSP recebeu cerca de 40 mil pedidos e, no ano passado, 65 mil.

 

 

 

 

 

A cada dois minutos uma criança é dada como desaparecida na Europa – Dados foram revelados pela presidente do Instituto de Apoio à Criança.

Junho 2, 2016 às 2:00 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Público de 31 de maio de 2016.

Daniel Rocha

A cada dois minutos, uma criança é dada como desaparecida, na Europa, e, das cerca de 210 mil chamadas recebidas pelas 29 linhas de apoio, em 2015, mais de metade dos casos correspondeu a casos de fugas.

Os dados foram revelados pela presidente do Instituto de Apoio à Criança, Manuela Eanes, no decorrer da abertura da IX Conferência Crianças Desaparecidas, que se realiza nesta terça-feira, em Lisboa.

Segundo a responsável, no ano passado, as linhas de apoio para os casos de desaparecimento de crianças, existentes em 29 países e com o mesmo número (116 000) receberam cerca de 210 mil telefonemas, a relatar casos de menores desaparecidos.

“No total de casos recebidos, 54% correspondem a casos de fugas, de casa ou da instituição, e 29%, a crianças raptadas por um dos progenitores, na sequência de um conflito familiar”, adiantou Manuela Eanes.
Dentro do fenómeno das crianças desaparecidas, a presidente do IAC referiu que uma das “maiores tragédias” é relativa às crianças migrantes não acompanhadas e lembrou que, em Janeiro, a Europol revelou que, pelo menos, 10 mil crianças desacompanhadas tinham desaparecido, depois de chegarem à Europa.
“Dados da linha 116 revelam que algumas destas crianças têm apenas quatro anos de idade”, referiu Manuela Eanes, acrescentando que existe o receio de que “muitas” sejam vítimas de tráfico para fins de exploração laboral ou sexual, mendicidade, tráfico de droga ou de órgãos.

Nesse sentido, defendeu que os Estados membros da União Europeia adoptem a legislação necessária e que intensifiquem as formas de cooperação para protegerem todas as crianças desaparecidas, especialmente as crianças migrantes não acompanhadas.

“E porque não uma cimeira que exija mais meios e mais eficazes e melhor coordenação de esforços?”, sugeriu a presidente do IAC.

Disse ainda que, em Portugal, entre 2013 e 2015, e tendo por base dados do Serviço de Estrangeiros e fronteiras (SEF), houve 60 crianças não acompanhadas que entraram no país com um pedido de asilo e que “acabaram por desaparecer”.
Por outro lado, lembrou o protocolo Alerta Rapto, celebrado em 2009, para sublinhar que se trata de um sistema europeu com o qual é possível “derrubar fronteiras, as reais, as linguísticas, as legais e, sobretudo, as burocráticas”.

“Parece que o sistema necessita de ser revisto, podendo contemplar os chamados raptos parentais, designadamente nos casos em que há indícios de violência ou de problemas de saúde mental”, propôs.
Em matéria de raptos parentais, o professor de Direito Internacional e ex-presidente do Tribunal Constitucional Rui Moura Ramos apontou que o sistema judicial português tem uma lacuna.

Segundo Moura Ramos, nos casos em que um dos progenitores sai de Portugal com a criança, sem autorização do outro progenitor, e o tribunal decreta o regresso do menor, o sistema judicial português não exige que seja avaliado se o progenitor que recebe a criança está ou não em condições de exercer a autoridade parental.
Presente na cerimónia, o presidente da Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR) aproveitou para defender a necessidade de combater a pobreza, sublinhando que é “impossível” a concretização dos direitos das crianças, se as famílias forem pobres.

Armando Leandro chamou ainda a atenção para o problema das crianças refugiadas, que estão “em amplo sofrimento”.

 

 

177 crianças vítimas de tráfico em oito anos

Junho 2, 2016 às 12:00 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Correio da Manhã de 1 de junho de 2016.

clicar na imagem

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“Não me esqueças!…” | Dia das Crianças Desaparecidas – texto de Maria João Cosme do IAC

Maio 31, 2016 às 12:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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texto publicado no site http://uptokids.pt/  da autoria da Drª Maria João Cosme, técnica do IAC-SOS-Criança a 30 de maio de 2016.

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Como prevenir um desaparecimento, e como agir no caso de desaparecimento de uma criança

O Instituto de Apoio à Criança sugere…Para prevenir um Desaparecimento:

  • Combine sempre antecipadamente com as suas Crianças um local de encontro (uma árvore, uma estátua, um café, a barraca do Salva-Vidas, a bandeira na praia);
  • Estipule antecipadamente com a Criança que, caso ela não se lembre do local combinado, é preferível que permaneça no mesmo local, pois será o adulto a vir à sua procura;
  • Quando sair em família/grupo, vista o seu filho com cores vivas a fim de este ser sempre bem visível e rapidamente localizável;
  • Não permita que a Criança ande nua em espaços públicos (praia, piscina, parque de campismo, estância de férias) pois pode estar a expô-lo a olhares indiscretos/voyeuristas e se ela se perder, torna-se mais difícil a sua identificação e reconhecimento;
  • Se a sua Criança se perder num espaço fechado (supermercado, centro comercial, centro de exposições, museu) procure imediatamente um segurança/polícia e solicite que mande encerrar/controlar as portas e comunique através do sistema de som o sucedido (para despertar a atenção de todos e desmotivar a intenção de um possível agressor);
  • Ensine a sua Criança a gritar e resistir caso um desconhecido o tente agarrar e/ou seduzir com guloseimas, dinheiro ou outras ofertas;
  • Ensine a sua Criança a procurar ajuda junto de um segurança, de adultos acompanhados de crianças ou autoridade (Policia, GNR) caso esta se perca;
  • Não deixe as Crianças sem supervisão, partilhe essa tarefa com familiares e amigos de forma alternada para que todos possam desfrutar da sua companhia;
  • Certifique-se que as Crianças, quando sozinhas em casa, mantêm a porta fechada e não a abrem, nem falam com estranhos. Se combinou a visita de alguém, certifique-se que as Crianças se sentem confortáveis com essa pessoa;
  • Certifique-se que as Crianças, quando sozinhas, não informam ninguém de que estão sozinhas em casa (quando alguém toca à porta, telefona ou quando em conversação na Internet);
  • Assegure-se de que as Crianças sabem que se devem manter afastadas de piscinas, canais, riachos, ribeiros, rios ou poços de água, quando não acompanhadas por um adulto (familiar, monitor, professor, …)
  • Dado que os dias são maiores nos meses de Verão, certifique-se que as Crianças sabem a hora de recolher a casa e de que o devem avisar que vão chegar mais tarde;
  • Escolha babysitters/empregadas com cuidado e atenção. Solicite referências a familiares, amigos, vizinhos e até mesmo às empresas ou anteriores empregadores. Observe as suas interações com as crianças e pergunte às Crianças se gostaram da pessoa;
  • Verifique os campos de férias, ATL antes de inscrever as Crianças. Certifique-se que averiguam o registo criminal dos seus funcionários e de que as Crianças estão sempre supervisionadas, têm identificadores (pulseiras, colares, crachás, chapéus, t.shirts), e que todas as atividades e saídas lhe são atempadamente comunicadas;
  • Ouça as suas Crianças e assegure-se que consegue sempre encontrar tempo para conversar com elas. Ensine-as a fugir de situações que considerem desconfortáveis, perigosas e/ou assustadoras e pratique com elas algumas hipóteses de saída em segurança. Certifique-se que as Crianças se sentem à vontade para lhe contar tudo o que as possa assustar ou confundir, ou que têm alguém de confiança a quem o possam fazer;
  • Não se esqueça que as crianças caminham sempre contra o sol! Pelo que deve iniciar as suas buscas com as suas costas viradas para o astro rei;
  • Não caia na tentação de pensar que a sua Criança sabe pedir ajuda naturalmente por dominar a comunicação oral, pois a ansiedade e a angústia de separação rapidamente se apoderam de uma criança em situação de perda, ferimento ou queda/lesão grave;
  • Se tiver dúvidas, contacte o SOS Criança Desaparecida 116 000

Em caso de Desaparecimento de uma Criança…

  • Inicie imediatamente a procura da Criança e solicite ajuda a familiares, amigos e vizinhos e dirija-se aos transeuntes com uma descrição da Criança;
  • Lembre-se que, de acordo com a diretiva europeia de 2001 2001/C 283/01 emitida pelo Conselho Europeu em 09/10/2001, consideram-se Crianças Desaparecidas:

– Crianças em Fuga,

– Crianças Raptadas por Terceiros

– Crianças Desaparecidas de forma inexplicável

  • Contacte rapidamente as Forças de Segurança locais (PSP ou GNR) e seguidamente o SOS Criança Desaparecida (116000)
  • De acordo com a Lei de Protecção de Crianças e Jovens (Lei 147/99 de 1 de Setembro), o Desaparecimento inscreve-se numa situação de urgência (artº 91) e não há motivo para aguardar tempo algum para iniciar a procura da Criança

“Não me esqueças!…” A história por detrás do Dia das Crianças | Desaparecidas…25 de Maio

Como apareceu o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas

Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança (IAC)

A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, a data ganha uma dimensão internacional quando, na sequência da criação do National Center for Missing and Exploited Children, o Presidente Reagan dedica esse dia a todas as crianças desaparecidas.

Esta data é assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos.

A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente,( Missing Children Europe), criada em 2001, e que o IAC integra desde a sua fundação, recomenda iniciativas nesse dia, às ONG nacionais.

As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not !”

Em Portugal agarrámos esta causa!…

Por forma a cumprir a decisão de 15 de Fevereiro de 2007, o MAI atribuiu ao Instituto de Apoio à Criança, enquanto órgão da sociedade civil em 27 de Agosto de 2007, o numero 116 000 para Crianças Desaparecidas e em 27 de Julho de 2008, o IAC inaugurou o número europeu para as Crianças Desaparecidas 116 000 sendo o segundo país europeu a cumprir a diretiva europeia.

Segundo a referida diretiva, o número grátis Criança Desaparecida – SOS Criança Desaparecida,  “a) atende chamadas de quem quer comunicar o desaparecimento de crianças e transfere a informação recolhida para a policia b) oferece orientação e apoio às pessoas responsáveis pela criança desaparecida c) apoio a investigação.”

O IAC comprometeu-se a receber os apelos do SOS-Criança Desaparecida de 2ª a 6ª feira entre as 9horas e as 19horas, bem como assegurar o apoio psicológico, social e jurídico gratuito às vítimas e suas famílias. A partir das 19h as chamadas são encaminhadas para a Polícia Judiciária.

Curiosidade: A lenda da Flor Miosótis

Programa PSP (parceria com IAC) Pulseiras “Estou Aqui”

Bibliografia: documentos de trabalho do IAC/SOS-Criança Desaparecida

IX Conferência Crianças Desaparecidas | 31 Maio 2016 | Ver Programa

Maria Joao Cosme

    

Sobre o Autor

Maria Joao Cosme

cosmeMaria João Cosme, Psicóloga, Lisboa

Sou mãe de dois filhos. Tenho 40 anos. Desde pequena que nutro o gosto pela escrita. Trabalho na área…

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