IX Conferência sobre Crianças Desaparecidas: dia 31 de maio de 2016 na Assembleia da República

Maio 27, 2016 às 1:45 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Press Release 25 de maio de 2016 Dia Internacional das Crianças Desaparecidas

Maio 25, 2016 às 4:30 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Descarregar a Press Release no link:

http://www.iacrianca.pt/images/stories/pdfs/Notas_imprensa/Press_Release_MCE_IAC_2016.pdf

Vídeo da Campanha 25 de Maio – Dia Internacional das Crianças Desaparecidas

Maio 25, 2016 às 12:30 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.

Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos. A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, a Missing Children Europe, criada em 2001, e que o IAC integra desde a sua fundação, também todos os anos assinala o 25 de Maio e recomenda iniciativas nesse dia às ONG nacionais.

As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not”.

O Instituto de Apoio à Criança irá realizar a IX Conferência sobre Crianças Desaparecidas: dia 31 de maio de 2016 na Assembleia da República

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Figures and trends 2015 : from hotlines for missing children and cross-border family mediators – relatório da Missing Children

Maio 25, 2016 às 12:00 pm | Na categoria Relatório | Deixe o seu comentário
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descarregar o relatório no link:

http://bit.ly/1TAQQWj

A child is reported missing every 2 minutes in Europe. To support children and families at this crucial and challenging time, a network of hotlines for missing children was gradually set up in 29 countries in Europe operated through the same number – 116 000. The hotline provides free, professional support 24 / 7 to anyone calling the hotline. Data collected from this network of hotlines every year enables a better understanding of the issues affecting missing children and allows for the development of projects that are relevant to these needs. Most of the data collected in this report is from this network of European hotlines for missing children. 2015 has been a particularly challenging year for the hotlines. Funding from the European Union to national hotlines was discontinued in 2015 which led to a huge drop in the budget available and the number of staff members handling missing children cases. The hotlines have nevertheless continued to respond to thousands of calls.

Em Portugal o 116 000 foi atribuído ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança. Mais informações aqui 

Missing Children Europe: What children think – vídeo

Maio 25, 2016 às 11:10 am | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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Publicado a 24/05/2016

Children go missing everywhere in Europe. Children running away from or pushed out of home represented the majority of missing children cases in 2015. While children abducted by a parent make up up the second largest group of missing children. Another worrying group of vulnerable children include unaccompanied migrant children who go missing. Europol has confirmed reports of at least 10 000 missing accompanied migrant children. On the 15th anniversary of Missing Children Europe, we wanted to hear what children had to say about the role of adults in protecting and empowering them in situations related to their happiness and well being. Share this video and spread hope to children and families affected by child disappearances. Read our Missing children figures and trends 2015 Report here: http://bit.ly/1TAQQWj

SOS-Criança com menos desaparecimentos em 2015 e mais raptos transfronteiriços

Maio 24, 2016 às 1:00 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Observador de 24 de maio de 2016.

A notícia contém declarações Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

Mário Cruz

LUSA

O serviço SOS-Criança sinalizou em 2015 menos casos de crianças desaparecidas, uma diminuição do número de raptos parentais e um aumento de situações de rapto transfronteiriço, segundo dados do Instituto de Apoio à Criança (IAC).

Em 2015, chegaram ao IAC, através da linha europeia gratuita 116 000, 35 novos casos de desaparecimentos, menos sete face a 2014, na maioria raparigas, acentuando-se a tendência do ano anterior, adiantam os dados divulgados à agência Lusa a propósito do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas (25 de maio).

A maioria das situações referia-se a crianças portuguesas, mas também houve casos de crianças estrangeiras (17%), o que revela um aumento destes casos comparativamente a 2014.

Segundo o coordenador do SOS-Criança, Manuel Coutinho, foram reportados três casos de crianças sírias, um caso de uma criança espanhola, um de uma francesa e outro de uma croata.

Apesar e ter havido uma diminuição de casos, o também secretário-geral do IAC considera que estes dados “são sempre preocupantes”.

“Basta existir uma situação de desaparecimento para que essa situação já seja grave demais”, disse Manuel Coutinho, observando que ainda há 16 casos por recuperar”.

“No final de 2015, 45% das crianças desaparecidas continuavam desaparecidas e isto é uma situação complicada, apesar de percebermos que a maior parte dos desaparecimentos são relacionados com fugas”.

Segundo os dados, 57% das situações reportadas (20) referem-se a fugas de casa e de instituições.

Houve ainda nove casos de rapto parental, menos três do que em 2014, e cinco situações de rapto transfronteiriço, que foram comunicados a Portugal por outras linhas europeias de crianças desaparecidas.

Na maioria dos casos (11), os menores tinham entre os 14 e os 16 anos, seguidos dos que tinham mais de 16 anos (6). Foram também assinalados seis casos de crianças com idades entre os quatro e os seis anos.

Em cinco casos as crianças tinham menos de três anos e em quatro tinham entre os 11 e os 13 anos. Em três situações a idade não foi especificada.

Manuel Coutinho disse à Lusa que o IAC também está preocupado com a situação das crianças migrantes não acompanhadas: “Sabemos que entre os muito milhares de adultos que se deslocam de uns países para os outros, há efetivamente muitas crianças que vêm sozinhas”.

Estas crianças são registadas nas fronteiras, mas muitas vezes perde-se o seu rasto “e isso é muito preocupante”, frisou.

Lisboa foi o distrito que apresentou o maior número de desaparecimentos (15), seguido de Setúbal (5), Santarém (3), Porto (2), Braga (2). Houve ainda um caso em Aveiro, Castelo Branco, Leiria, Açores e Madeira.

São sobretudo os familiares (19) que sinalizam os casos, seguido dos profissionais (13). Três apelos foram feitos pela comunidade.

Relativamente à situação jurídica dos pais, o IAC refere que em 11 casos estavam divorciados, em quatro separados e noutros quatro viviam em união de facto.

Os dados apontam que a iniciativa do desaparecimento coube sobretudo à criança (43%). Em 22% dos casos a criança estava acompanhada por um dos progenitores e em três pelo namorado.

A duração do desaparecimento varia entre as 48 horas e uma semana, acompanhando a tendência do ano anterior.

A maioria dos casos chegou ao conhecimento do SOS-Crianças através da linha telefónica (22), enquanto 11 casos foram reportados por e-mail e dois via apartado.

Para assinalar a efeméride, o IAC realiza no dia 31 de maio a IX Conferência Crianças Desaparecidas, que irá dedicar uma “atenção especial” às crianças refugiadas, que se estima serem mais de 1,5 milhões.

 

 

 

Aumentam os raptos transfronteiriços de crianças em Portugal

Maio 24, 2016 às 10:26 am | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia da RTP Notícias de 24 de maio de 2016.

A notícia contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

ouvir as declarações no link:

http://www.rtp.pt/noticias/pais/aumentam-os-raptos-transfronteiricos-de-criancas-em-portugal_n921076

rtp

Nuno Patrício – RTP

O alerta é feito pela SOS Criança. A associação refere que o número de crianças desaparecidas em Portugal diminuiu, mas agora o modus operandi dos raptores passou a ser outro.

O Instituto de Apoio à Criança (IAC) sublinha que no ano passado houve uma diminuição do número de crianças desaparecidas em Portugal. Mas a SOS Crianças, sob a alçada do Instituto, manifesta, contudo, uma nova preocupação: os raptos transfronteiriços tiveram um ligeiro crescimento. O números de 2015 referem que a linha de atendimento do IAC foi contactada para dar conhecimento de 34 casos de desaparecimentos. Em declarações à Antena 1, o presidente do Instituto, Manuel Coutinho, refere que 20 casos são referentes a fuga, outros nove são parentais e cinco foram raptos transfronteiriços.

Manuel Coutinho explica que a maioria dos casos envolve crianças portuguesas, mas são cada vez mais as situações de desaparecimento de crianças estrangeiras em Portugal. Lisboa é o distrito com maior número de desaparecimentos: 15 casos durante o ano passado.

Manuel Coutinho diz que 45 por cento das crianças desaparecidas em 2015 continuam por encontrar.

O Instituto de Apoio à Criança está igualmente preocupado com a situação das crianças migrantes que viajam sozinhas. Apesar dos controlos nas fronteiras, Manuel Coutinho admite que, com os fluxos migratórios impulsionados pelas crises humanitárias, as autoridades europeias perdem muitas vezes o rasto a muitas crianças.

Dos 34 casos registados de crianças desaparecidas, 15 são referentes ao distrito de Lisboa, cinco do distrito de Setúbal, três do distrito de Santarém, dois do distrito do Porto e mais dois casos pertencentes ao distrito de Braga. O Instituto de Apoio à Criança informa também que, entre estes casos, existem crianças desaparecidas de nacionalidade síria, francesas, espanholas e uma croata.

 

IX Conferência sobre Crianças Desaparecidas: dia 31 de maio de 2016 na Assembleia da República

Maio 23, 2016 às 1:39 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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mais informações no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/atualidades/noticias/item/828-ix-conferencia-sobre-criancas-desaparecidas-dia-31-de-maio-de-2016-na-assembleia-da-republica

IX Conferência sobre Crianças Desaparecidas: dia 31 de maio de 2016 na Assembleia da República

Maio 12, 2016 às 1:57 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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mais informações no link:

http://www.iacrianca.pt/images/stories/noticias/programa_conferencia_31maio_2016_impressao.pdf

Só num mês, desapareceram 129 crianças refugiadas de Calais

Maio 10, 2016 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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O campo de refugiados de Calais é uma selva. E os 129 menores desaparecidos junto ao Canal da Mancha são apenas um pequeno exemplo da incompetência das autoridades europeias entre cujos dedos se “evaporaram”, sem deixar rasto, 10 mil refugiados menores

No início desta semana o Parlamento britânico votou contra emenda à legislação de imigração que teria permitido o Reino Unido aceitar 3.000 crianças refugiadas não acompanhadas. Ironia das ironias, o número de deputados a votar contra a medida foi de 294. Exatamente o número de menores sozinhos registados no último recenseamento, no campo de refugiados em Calais, levado a cabo no início de abril pela organização governamental Help Refugees. O mais novo deles tinha oito anos, situando-se a idade da maioria entre os 10 e os 13 anos. Trata-se sobretudo crianças afegãs e sírias que, sem o acompanhamento de adultos, tentam sobreviver na chamada “selva de Calais”.

Outra curiosidade envolvendo essas crianças é a de que o seu número ter decrescido dramaticamente entre os recenseamentos de março e abril – de 423 passaram, no período de um mês, para os 294.

O desaparecimento, sem deixar qualquer registo ou rasto, de 129 menores em pleno coração da Europa está a preocupar as organizações não governamentais que andam no terreno, numa selva de barracas de plástico e tendas. Recorde-se que Calais se situa do lado francês do Canal da Mancha a três dezenas de quilómetros da costa britânica.

“Não me atrevo a pensar que número encontraremos quando completarmos o próximo recenseamento [de maio] este fim de semana”, escreveu Jack Steadman, voluntário em Calais, num artigo publicado no Hufftington Post.

Numa comovente reportagem publicada esta sexta-feira, 29, no The Guardian, a jornalista Amelia Gentelman descreve o ambiente em Calais sob a perspetiva das crianças que viajaram sozinhas até encalharem no Canal da Mancha. “Estamos a assistir à deterioração da sua saúde mental. Estão receosos, não dormem e têm pesadelos.”

São as palavras de uma voluntária citada nesse trabalho, que, sem a ajuda de qualquer organização de apoio às crianças, acompanha um grupo de entre 20 a 25 rapazes.

Muitos destes menores têm familiares no Reino Unido aos quais se querem juntar. Quando se associam, a má vontade, a burocracia europeia e o oportunismo político (em junho vai haver um referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia e a imigração é um dos temas de campanha) transformam-se num obstáculo maior que os 33 quilómetros de mar entre a Grã Bretanha do continente europeu.

Seis em cada 10 menores da selva de Calais nunca se sentem seguros, de acordo com um inquérito levado a cabo pelo projeto de dados da Refugee Rights (ver gráfico). E do que mais têm medo, não é do Daesh e dos bandidos: é da polícia francesa. Jack Steadman e outros voluntários não se têm cansado de denunciar a alegada incompetência e má vontade das autoridades.

Sente-se seguro  na selva de Calais

“Testemunhei como o Departamento para a Imigração e Integração tentou meter alguns rapazes afegãos não acompanhados num autocarro para os levar para centros de acolhimento espalhados por França. Os menores nem tiveram tempo para preparar os seus sacos”, relata Jack Steadman. Segundo este voluntário os funcionários franceses nem levaram consigo um intérprete ao ponto de um rapaz de 14 anos ter pensado que iria ser levado para Inglaterra.

 

AS MÁFIAS DOMINAM

No final de janeiro, numa entrevista ao jornal britânico Observer, o diretor da Europol, Brian Donald, estimava que cerca de 10 mil crianças refugiadas que haviam chegado desacompanhadas à Europa e haviam desaparecido. Muitas das crianças, receia este responsável, poderão ter caído nas mãos de redes organizadas de traficantes de seres humanos.

O líder da Europol admitiu que a sua estimativa pode pecar por defeito. É que só de Itália desapareceram cinco mil, ao passo que, em outubro de 2015, as autoridades suecas anunciaram o desaparecimento de 1.000 crianças refugiadas desacompanhadas na cidade de Trelleborg. E no Reino Unido, o número mais do que duplicou em um ano.

Na perspetiva do chefe do organismo de investigação criminal europeu, a sofisticada “infraestrutura criminosa” pan-europeia concentra-se agora nos fluxos de refugiados tendo as crianças como alvo prediletos.

Segundo a organização não-governamental norte-americana Save the Children, terão entrado 250 mil crianças refugiadas em território Europeu, durante o ano de 2015. Dessas estima-se que 26 mil tenham chegado sem acompanhantes adultos.

A Europol confirma ter provas de que muitas das crianças refugiadas chegadas à Europa se tornaram vítimas de exploração sexual. Estão também documentados muitos casos de cooperação entre as quadrilhas que trazem refugiados e aquelas que se dedicam ao tráfico de seres humanos para escravatura sexual e laboral.

Perante este números, as 129 crianças desaparecidas entre o início de março e abril, parecem apenas uma gota num oceano. Mas uma política de acolhimento que tivesse evitado o desaparecimento desses 129 menores, já teria sido um começo mais digno para uma Europa que se vangloria dos seus valores humanistas.

 

Francisco Galope para a Visão em 29 de Abril de 2016

 

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