Truque para nunca perder a sua criança numa multidão

Setembro 18, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site http://www.e-konomista.pt/ de 19 de junho de 2017

Júlia de Sousa

Basta um segundo a olhar para o lado para de repente se perder uma criança na multidão. Mas… o que fazer para a encontrar? Saiba aqui.

Encontrar uma criança numa multidão pode ser tão difícil como – já diz o ditado popular – encontrar uma “agulha num palheiro”.

E ainda que todo o ano seja propício a este tipo de preocupações, o verão traz muitas enchentes e com elas também muitos perigos. Seja na praia, num centro comercial, num parque público ou num evento, bastam alguns segundos para perder uma criança de vista. E se todos sabem como é fácil, em poucos segundos, perder uma criança de vista, também é bem sabido que este é, dúvida alguma, o maior receio de todos os pais.

A pensar nisso, e de forma a proteger as crianças, o Departamento da Polícia de Clovis, na Califórnia (Estados Unidos da América) partilhou, nas redes sociais, um truque muitos simples mas eficaz, que pode ajudar todos os pais em desespero neste tipo de situações. E a solução é (espante-se!) muito simples: pensos rápidos líquidos. Uma dica de segurança muito prática que todos os pais vão querer conhecer.

Por Portugal tem à sua disposição e dos seus filhos o programa “Estou Aqui!” da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Encontrar uma criança na multidão com o programa “Estou Aqui!”

Destinado a crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 10 anos de idade, o programa da PSP “Estou Aqui!” consiste de uma pulseira com uma medalha onde está gravado um número de série e o número de emergência europeu 112.

A quem encontrar a criança perdida é pedido que entre em contacto de imediato com o 112 e forneça o número gravado na medalha da pulseira, de forma a que o responsável pela criança, cujo número está na base de dados da PSP, seja contactado de imediato.

Este programa decorre entre o dia 01 de junho de 2017 e o dia 31 de maio de 2018. É válido em Portugal e na Europa, uma vez que o número de emergência é o mesmo – 112 – e a PSP está em contacto constante com as suas congéneres europeias, podendo o programa “Estou Aqui!” ser ativado em caso de necessidade.

Se está interessado em adquirir a pulseira da PSP para os seus filhos, basta que preencha o formulário online no site dedicado ao programa, escolha a esquadra da PSP onde pretende levantar a pulseira e dirigir-se ao mesmo na data indicada.

É também importante salientar que a PSP alargou o programa “Estou Aqui!” a adultos, tendo um site dedicado.

Encontrar uma criança numa multidão é possível… graças a um penso rápido líquido

Não, não vai ser o penso rápido líquido que vai guiar as crianças perdidas de volta até aos pais, mas pode muito bem ser a solução para ajudar a encontrar uma criança numa multidão.

Segundo um post divulgado na página de Facebook da Polícia de Clovis, naquilo a que eles chamam de “tip-of-the-day” (dica do dia, em português), pode é usar este tipo de penso rápido para gravar os seus dados de contacto na própria criança.

Basta para isso que escreva o seu número de telefone no pulso da sua criança e passe o penso rápido líquido por cima dessas informações. O que vai acontecer é que, graças às propriedades deste tipo de pensos rápidos, a informação vai ficar selada. Mesmo que se tente lavar, a informação escrita não sai. Veja o post abaixo:

As dicas da Polícia de Clovis continuam a ser partilhadas e esta em particular conta já com mais de 26 mil partilhas no Facebook.

Outra das dicas deste departamento da polícia californiana para os pais é que, antes de sair de casa para locais muito populados, tirem uma fotografia dos seus filhos, de forma a possuírem sempre uma foto atualizada. Nestas situações todas as informações são essenciais.

Detalhes como o penteado ou as roupas exatas que a criança tinha vestidas podem ser fulcrais para encontrar uma criança perdida numa multidão.

É claro que nunca ninguém quer pensar no pior cenário e nunca se espera perder uma criança numa multidão, mas não há como negar que, tal como diz, novamente, o ditado, “mais vale prevenir do que remediar”.

O programa “Estou aqui” 2017 da PSP, tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança e a Missing Children Europe.

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Looking forward to your upcoming family holiday? Dicas da Missing Children Europe para umas férias em segurança

Agosto 8, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da Missing Children Europe

Looking forward to your upcoming family holiday?

It’s summer time, the kids are on holiday and it’s finally time to pack your bags for a well deserved break with the family. But holidays with children, especially in a foreign country can quickly become a stressful situation amid the chaos of holidaygoers and your kids chanelling Dora-the-Explorer. Luckily, we have some simple steps you can take to make sure your holidays are less stressful for both yourselves and the kids. About 1,000 children get lost at the Belgian seaside alone, every year. Most of these children are found within a matter of hours but the panic before they are found is something no one wants to experience. Have a look at some of our tips below and have a great summer!

A quem devo telefonar se o meu filho desaparecer? 116 000 – Linha de emergência da União Europeia

Julho 17, 2017 às 2:44 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto da Representação da Comissão Europeia em Portugal

A União Europeia tem uma linha de emergência comum para comunicar o desaparecimento de uma criança num Estado-Membro da UE. Para os pais de uma criança que desapareceu, para uma criança que se perdeu ou para qualquer pessoa que tenha informações sobre uma criança desaparecida, o número é o mesmo. Será de imediato posto em contacto com uma organização capaz de lhe dar apoio e assistência prática, seja de ordem psicológica, jurídica ou administrativa.

Em Portugal, o número 116 000 foi atribuído ao Instituto de Apoio à Criança, por despacho ministerial do Ministério da Administração Interna em Agosto de 2007, e veio substituir o número 1410, criado em 25 de Maio de 2004 para participar situações de Crianças Desaparecidas.

 

O caso do bebé desaparecido – comentário de Fernanda Salvaterra do IAC na SIC Notícias

Julho 6, 2017 às 2:51 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Participação da Drª Fernanda Salvaterra do IAC, na SIC Notícias no dia 5 de julho de 2017.

ver o vídeo no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/opiniao/2017-07-05-O-caso-do-bebe-desaparecido

Crianças Desaparecidas – Dados Estatísticos Europeus – Na União Europeia, uma criança desaparece a cada 2 minutos

Junho 1, 2017 às 3:35 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Estatísticas dos casos de Crianças Desaparecidas reportados às linhas 116 000 na Europa

O número de crianças desaparecidas referenciadas (5 742) nos casos tratados em 2016 pelas 23 linhas de apoio à Criança Desaparecida é maior do que em 2015 (5 597 crianças), reportado então por 26 linhas. Isso indica um aumento do número de casos reportados.

O número de fugas de crianças/jovens reportados aumentou 3% desde 2015, mostrando que as crianças que fogem, ou são forçadas a sair de casa, constituem consistentemente, ano após ano, a maior categoria de casos de crianças desaparecidas relatados.

Estes dados estão também de acordo com a tendência verificada na linha SOS-Criança, em que em 2016 se verificou um aumento do número de apelos relativos a crianças desaparecidas em relação a 2015. O número de fugas também aumentou e foi a tipologia mais reportada em 2016.

Em linha com o relatório da Europol de 2015 que reportou o desaparecimento de 10 000 crianças migrantes dos centros de acolhimento na Europa, os casos de crianças migrantes não acompanhadas notificadas às linhas 116000 aumentaram de 2 para 7% em 2016 (persistindo milhares de situações não comunicadas às linhas 116000 ou à polícia).

Casos transfronteiras

Em 2016, 19% dos casos notificados às linhas 116000 eram de natureza transfronteiriça, contra 18% em 2015.

Entre as categorias de crianças desaparecidas, a percentagem de raptos parentais de natureza transfronteiriça aumentou de 48 para 64% desde 2015.

Os casos transfronteiriços de fugas mantiveram-se constantes em 2,5%, contra 2,2% em 2015, enquanto os casos transfronteiriços de crianças perdidas/feridas aumentaram de 0,9 para 3,7% (reforçando assim a importância da articulação internacional entre as linhas 116000 membros da Missing Children Europe e da articulação a nível nacional entre as linhas e as forças de segurança responsáveis pela investigação).

Em Portugal são muito raros os casos transfronteiriços reportados.

É importante lembrar que os casos de crianças migrantes (não acompanhadas) desaparecidas são muitas vezes de natureza transfronteiriça, mas a cooperação transfronteiriça para estes tipos de casos continua a ser particularmente complexa devido à necessidade de identificação das vítimas, aos diferentes procedimentos legais, às limitações dos recursos humanos e logísticos e à vontade política. Isso, por sua vez, leva à falta de acompanhamento de casos e consequentemente há menos casos transfronteiriços relatados nesta categoria do que na realidade existem.

O relatório estatístico (números e tipologias) do MCE de 2016 está disponível em : http://missingchildreneurope.eu/Portals/0/Docs/Annual%20and%20Data%20reports/Missing%20Children%20Europe%20figures%20and%20trends%202016.pdf

O relatório estatístico do SOS-Criança 2016 está disponível aqui: http://www.iacrianca.pt/images/stories/noticias/SOS_Relatorio_Estatistico_2016.pdf

©Instituto de Apoio à Criança, membro efetivo da Missing Children Europe 2017

Problema do desaparecimento de crianças migrantes exige resposta articulada – PGR

Maio 30, 2017 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.dn.pt/ de 30 de maio de 2017.

Miguel A. Lopes / LUSA

Joana Marques Vidal explicou que o desaparecimento das crianças só é crime quando na sua base “está um ato criminal”

A procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, afirmou que o desaparecimento de crianças migrantes não acompanhadas exige um trabalho de articulação entre diversas instituições para combater o problema.

Esta realidade que também existe em Portugal, “não é só um problema dos tribunais, é um problema que exige que diversas instituições se articulem”, para que “seja possível responder a esse problema, afirmou Joana Marques Vidal aos jornalistas, à margem da X Conferência Crianças Desaparecidas, promovida pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC).

Questionada sobre o número de casos em Portugal, a PGR explicou que há alguns dados que estão dispersos por diversas entidades, nomeadamente no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, nas forças policiais e no Ministério da Administração Interna.

“Neste momento, há uma preocupação com essa temática e está a desenvolver-se um trabalho de articulação entre diversas instituições para que haja um seguimento dos refugiados e também algum trabalho mais articulado relativamente às crianças desaparecidas”, sublinhou.

Joana Marques Vidal explicou que o desaparecimento das crianças só é crime quando na sua base “está um ato criminal”, sendo nessa altura instaurado um inquérito.

“Há muitas crianças desaparecidas que são vítimas de redes de tráfico de seres humanos, redes de prostituição ilegal, de tráfico de droga”, apontou, rematando: “É um problema que tem muitas faces, muitas formas e muitas perspetivas de abordagem”.

 

 

Ministra da Justiça apela à melhor capacidade de proteção de crianças migrantes

Maio 30, 2017 às 3:52 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da https://www.rtp.pt/noticias/de 30 de maio de 2017.

visualizar o vídeo da reportagem no link:

https://www.rtp.pt/noticias/pais/ministra-da-justica-apela-a-melhor-capacidade-de-protecao-de-criancas-migrantes_v1004993

A cada dois minutos uma criança desaparece na Europa. Muitas são migrantes, que chegam desacompanhadas aos países onde são acolhidas.

Segundo o relatório do Eurostat, a principal razão do desaparecimento é pelo facto de estarem registadas num país diferente de onde acreditam que possam estar outros membros da família.

Embora saiam pelo seu próprio pé, pelo caminho estão à mercê de vários perigos como a possível exploração por grupos criminosos.

O tema está em discussão esta terça-feira na décima conferência sobre crianças desaparecidas, promovida pelo Instituto de apoio à criança.

Presente da sessão de abertura, a ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, defendeu que é preciso melhorar a capacidade de proteger essas crianças que chegam sozinhas a território nacional.

 

 

X Conferência Crianças Desaparecidas – 30 de maio na Assembleia da República

Maio 29, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança, que tem como missão a defesa e a promoção dos Direitos da Criança, vai assinalar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas com a X Conferência Crianças Desaparecidas que terá lugar no Auditório Almeida Santos da Assembleia da República, no próximo dia 30 de Maio.

Este ano, a Conferência irá centrar-se mais uma vez nas medidas de natureza jurídica e humanitária que são imprescindíveis para um digno acolhimento dos refugiados, com especial menção para as crianças não acompanhadas, que têm merecido a nossa maior preocupação, e à tarde exibiremos um filme “A Boa Mentira”, do realizador Phillipe Falardeau, sobre a vida destas crianças nos campos de refugiados.

Dada a pertinência desta temática, temos o maior gosto em convidar V.Exª, para a referida Conferência, que terá início pelas 10H00, conforme programa em anexo.

A Presidente da Direção

Dulce Rocha

Programa (pdf)

Cartaz (pdf)

Por vezes, “é mais perigoso” as crianças navegarem na Net do que brincarem na rua – declarações de Manuel Coutinho do IAC ao Público

Maio 28, 2017 às 5:03 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 24 de maio de 2017.

A notícia contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

Aumento dos raptos parentais também constitui uma preocupação para o Instituto de Apoio à Criança PAULO PIMENTA

Instituto de Apoio à Criança registou 37 casos de desaparecimento de crianças e jovens em 2016, mais dois do que em 2015, diz secretário-geral da instituição.

Lusa

Em entrevista à Lusa, a propósito do Dia Internacional da Criança Desaparecida, esta quinta-feira, o coordenador do serviço SOS-Criança e secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança (IAC), Manuel Coutinho, manifestou preocupação com a situação das crianças migrantes. “O que nos está a trazer muita preocupação” é a situação das “crianças migrantes não acompanhadas fugidas da guerra, que são muitas, que se deslocam pela Europa, e depois desaparecem, supondo-se que vão para as redes de tráfico”, disse Manuel Coutinho.

Mas as situações de raptos parentais, quando uma criança é levada ou mantida num país diferente do da sua residência por um dos pais ou detentores da sua guarda, contra a vontade do outro, e as fugas também merecem reflexão: “Ninguém foge de um sítio onde está bem. Por isso, quando a criança é encontrada, não deve ser devolvida (…) sem se analisar bem o motivo que a levou a sair de lá”, adiantou.

Observar as famílias

Nesse sentido, “é importante humanizar as instituições, tentar que funcionem da melhor maneira possível”, mas também é “importante pôr a lupa em cima das famílias e perceber o que é que leva as crianças a fugir de casa”.

O secretário-geral do IAC contou que muitos menores fogem por iniciativa própria, motivados por situações ligadas à Internet. Por vezes, “é mais perigoso” as crianças estarem a navegar na Internet em casa do que estarem a brincar na rua, disse, advertindo que “o desaparecimento de crianças tem uma correlação positiva com a exposição, principalmente, dos estados de alma e da curiosidade que eles têm nas redes sociais”.

As crianças “colocam na Internet os seus estados de alma, as suas tristezas, as suas preocupações, as suas angústias” e do “lado de lá, com um rosto invisível ou com um falso rosto”, pode estar “um predador” que, “ao aperceber-se da fragilidade da criança, pode tentar seleccioná-la para ser vítima das suas sevícias, das suas taras, das suas redes”.

Para evitar estas situações, Manuel Coutinho defendeu que é preciso explicar aos jovens os perigos que existem quando navegam na Internet e alertou: “Os pais preocupam-se por os filhos estarem na rua, mas deviam preocupar-se mais quando os filhos navegam de uma forma desprotegida na Net”.

Raptos parentais aumentam

O aumento dos raptos parentais e o impacto que têm nas crianças também constitui uma preocupação para o psicólogo, sublinhando que “é um mau trato psicológico” que tem de ser eliminado da vida das famílias. “As pessoas têm muitas vezes esta atitude irreflectida porque os adultos estão numa grande conflitualidade, mas a criança fica partida por dentro, fica para sempre com um trauma psicológico bastante grave e deixa de confiar nas pessoas”, frisou.

Perto de 40 crianças foram sinalizadas como desaparecidas em 2016 ao Instituto de Apoio à Criança, que observou um aumento de 38% no número de casos de raptos parentais, segundo dados divulgados à agência Lusa. No total, o IAC registou 37 casos de desaparecimento de crianças e jovens, mais dois do que no ano anterior, tendo a maioria (17) sido por fuga de casa ou de uma instituição e 14 por rapto parental, mais cinco casos do que em 2015. Houve ainda dois casos de desaparecimentos de crianças migrantes não acompanhadas e dois casos de crianças perdidas. Noutras duas situações não é especificada a causa do desaparecimento.

Do total de crianças desaparecidas, 15 ainda não foram localizadas, adiantam os dados do IAC. Nas restantes situações, em que a criança foi localizada, a duração do desaparecimento é variável, sendo que na maioria dos casos (24%) foi inferior a 48 horas

 

 

Once missing, never forgotten

Maio 25, 2017 às 9:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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This study is a first step in this direction and it aims to develop evidence on the decision- making process of launching a publicity appeal, running a publicity appeal, the effectiveness of a publicity appeal, and the impact of a publicity appeal. This is done in order to identify existing knowledge, but also to shed light on operational challenges and gaps in knowledge which call for further research in this under-researched area. Our intention with this project was to improve our understanding of these issues and lay the grounds for further research to be undertaken in 2017 – 2018 (pending available funding).

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Once missing – never forgotten

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