Crianças Desaparecidas com Autismo

Abril 20, 2016 às 8:00 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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mais informações:

http://www.missingkids.org/AUTISM

Notfound APP da Missing Children Europe

Abril 15, 2016 às 6:00 am | Na categoria Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe o seu comentário
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http://notfound.org/

PJ regista quatro queixas por dia de menores desaparecidos

Março 27, 2016 às 5:42 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 22 de março de 2016.

clicar na imagem

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Maus tratos dominam denúncias à Linha SOS Criança

Março 22, 2016 às 4:07 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia da Visão de 21 de março de 2016.

Maus tratos físicos e psicológicos, na família ou em instituições, e menores em perigo de vida representaram quase metade das 1 857 denúncias feitas, em 2015, à linha telefónica de emergência do Instituto de Apoio à Criança. E foram reportados 61 desaparecimentos de crianças e jovens.

Plácido Júnior

No relatório preliminar dos dados da Linha SOS Criança referentes a 2015, a que a VISÃO teve acesso, verifica-se que o maior número de casos sinalizados, 272, se relacionam com negligência. Logo depois, com 198 casos reportados, surgem as situações em que a vida de menores se encontra mesmo em perigo. Já os maus tratos físicos na família ascendem a 137 denúncias.

Os maus tratos psicológicos na família contam 105 registos, enquanto os perpetrados por terceiros chegam aos dez alertas. Em crianças e jovens institucionalizados, a negligência é sinalizada em 14 casos, os maus tratos físicos em 15 e os maus tratos psicológicos em dez. Até aqui, temos 41% (ou 761 casos) das 1 857 denúncias feitas, em 2015, àquela linha telefónica de emergência.

Noutros segmentos, o bullying soma 38 sinalizações e o abuso sexual 36. Nestes e nos casos atrás mencionados, as vítimas têm idades entre nove e 14 anos.

CRIANÇAS E JOVENS DESAPARECIDOS

Foram reportados 61 desaparecimentos de crianças e jovens, maioritariamente com idades entre 14 e 16 anos. Mas existem também situações em que os desaparecidos têm entre 11 e 13 anos. São sobretudo fatores de risco associados a estes casos problemas familiares e de comportamento, a que acrescem, para lá dos maus tratos, a fuga com amigos e o desejo de aventura.

Em 2014, dos 62 casos reportados de crianças e jovens desaparecidos, 25 assim continuavam no final do ano. Quanto a 2015, o Instituto de Apoio à Criança (IAC) ainda desconhece esse dado.

As famílias monoparentais encontram-se no topo do grupo doméstico das crianças sinalizadas (359), seguidas de perto pelas famílias tradicionais (354). Há depois os agregados reconstruídos (164), os alargados (132) e os não identificados (340).

No ranking de quem denuncia, surgem, por ordem decrescente, a mãe (248 casos), a vizinhança (227), alguém da comunidade (143), a avó (135), o pai (122) e a própria criança (118).

O IAC trata e encaminha as situações para a PJ, PSP, GNR, Comissões de Proteção de Menores e Jovens em Risco e escolas.

 

 

 

 

Europol: 10 mil crianças refugiadas estão desaparecidas na Europa

Fevereiro 4, 2016 às 5:08 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Observador de 31 de janeiro de 2016.

ARMEND NIMANI AFP Getty Images

Chegaram sozinhas, foram registadas nos países de asilo ou de chegada e desapareceram. Receia-se que tenham sido desviadas para redes organizadas de tráfico.

Hugo Tavares da Silva

Há pelo menos dez mil crianças refugiadas que desapareceram depois de pisar solo europeu, conta o Guardian. Os números foram avançados pela Europol, que garante que só em Itália perdeu-se o rasto a cinco mil crianças. Receia-se que os desaparecidos tenham sido desviados para redes organizadas de tráfico.

Aos cinco mil desaparecidos em Itália juntam-se mil na Suécia. As crianças desapareceram depois de serem registadas nos países de chegada ou asilo. “Não é razoável dizer que estamos a procurar mais de dez mil crianças. Nem todas serão exploradas criminalmente. Algumas podem ter sido entregues a membros da sua família. Simplesmente não sabemos onde estão, o que estão a fazer ou com quem estão”, disse Brian Donald, o chefe de gabinete da Europol.

O Guardian conta ainda, citando a organização Save the Children, que terão chegado à Europa, só em 2015, 26 mil crianças sozinhas. Já a Europol acredita que do milhão de refugiados que chegaram ao Velho Continente durante o último ano, 27% serão menores.

“Estejam registados ou não, estamos a falar de 270 mil crianças. Nem todos estão desacompanhadas, mas também temos provas de que uma grande quantidade estará”, disse Brian Donald.

 

 

 

Encontro de Direito Internacional – Comemoração do Dia Europeu para a proteção das crianças e contra a exploração sexual e os abusos sexuais (Convenção de Lanzarote) com a participação de Ana Sotto-Mayor do IAC

Novembro 16, 2015 às 1:15 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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A Drª Ana Sotto-Mayor do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança, irá participar no encontro com a comunicação “O desaparecimento e exploração sexual de crianças: situação em Portugal”.

encontros

A entrada é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia através do seguinte endereço eletrónico

Seminário18112015@dgpj.mj.pt.  e limitada à lotação da sala.

mais informações:

http://www.dgpj.mj.pt/sections/DestBanner/comemoracao-do-dia

 

 

 

 

 

 

Missing Children facts and figures 2014

Novembro 11, 2015 às 8:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe o seu comentário
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missing

high

descarregar o documento no link:

http://missingchildreneurope.eu/Portals/0/Docs/Missing%20children%20facts%20and%20figures%202014.pdf

116 000 número de emergência para crianças desaparecidas – Vídeo de sensibilização do CFPE – Enfants Disparus

Agosto 12, 2015 às 6:00 am | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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Em Portugal o 116 000 foi atribuído ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança. mais informações aqui 

 

A Europa está a fazer o suficiente para as crianças desaparecidas? reportagem do Euronews

Agosto 3, 2015 às 12:00 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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Reportagem do Euronews de 30 de julho de 2015.

Is Europe doing enough for missing children? – the network

Every year, some 250,000 children are reported missing in Europe – one every two minutes, half of them runaways.

Twenty years after the Marc Dutroux child abductions and murders, are police and civic groups working closely enough across EU countries to keep children safe?

A European hotline – 116000 – has been highly effective in reuniting missing children with their families or finding help for them. It targets children who fled from war zones, or were victims of abuse or exploitation. An awareness campaign also tackles the issue of parental abductions of children.

But EU funding for the hotline is to run out at the end of the year. Will national support and donations be enough to sustain it?

On The Network, these issues are debated by Delphine Moralis, Secretary General of Missing Children Europe, which includes 30 member organisations in 24 countries; Catherine Bearder, a member of the European Parliament and of the Alliance for Liberals and Democrats; and Alain Remue, Commanding Officer of the Missing Persons Unit of the Belgium Federal Police.

Em Portugal o 116 000 foi atribuído ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança. mais informações aqui 

Uma pulseira inteligente para não perder as crianças na praia em Castellón (Valência)

Agosto 2, 2015 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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texto do El Pais de 20 de julho de 2015.

Marti Domenech

Una pulsera inteligente para no perder niños en la playa

Castellón usa brazaletes con chips para localizar a menores extraviados

“¡Atención! Se ha perdido un niño, tiene seis años y lleva un bañador de Mickey”, alertaban los altavoces hace unas semanas en una playa de Castellón para solicitar la colaboración de los bañistas en la búsqueda de un chiquillo extraviado. El reclamo se escuchó media decena de veces. La última, más de un cuarto de hora después, para anunciar que había sido encontrado y dar las gracias por la ayuda. Los bañistas aplaudieron. Pero el Ayuntamiento de esta ciudad mediterránea ha decidido cambiar la megafonía por el chip. Se trata de un servicio pionero que facilita el reencuentro en menos tiempo. El sistema consiste en unas pulseras inteligentes que llevan un chip donde se graban los datos de contacto de los familiares del niño perdido. No hay ningún dato visible para respetar el derecho a la protección de datos.

La concejal encargada de las playas, Patricia Puerta, asegura que son las primeras de este tipo distribuidas en las costas españolas. Existen otros sistemas como las pulseras con código QR o con un número de registro asociado a un contacto que sólo está a disposición de los efectivos de seguridad.

Inés Casanova, técnico del Patronato de Turismo local, asegura que ya se han puesto sesenta pulseras. Sólo hay que ir a un punto concreto de una de las playas de Castellón y pedirla. Seis niños que se extraviaron la llevaban puesta. Pero son los menos. “De los que se han perdido hasta ahora casi ninguno la llevaba”, explica Simón Casinos, el jefe de los socorristas.

De media, se “desorientan” —o los padres se despistan— entre dos y tres menores al día, sobre todo entre seis y diez años. Eso sí, al día siguiente los padres vienen a enseñarle que su hijo ya la lleva puesta, asegura Casanova.

Gratuitas

“Mi sobrino me la vio y se la quiso poner, le dijo a su madre: ‘No es para hacer bonito, es por si me pierdo”, cuenta Mónica Grecu. Su sobrino tiene seis años y es uno de los usuarios de estos artilugios que se ven en Castellón.

Las pulseras, gratuitas, disponen de la tecnología NFC (por sus siglas en inglés Near Field Communication), un sistema instalado en la mayoría de dispositivos móviles para la transmisión de datos y que posibilita, entre otras cosas, el pago a través del teléfono. Castellón lo ha implantado en sus playas como proyecto piloto.

 

 

 

 

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