Alemanha perdeu o rasto a 9 mil crianças refugiadas

Setembro 5, 2016 às 12:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://expresso.sapo.pt/ de 29 de agosto de 2016.

expresso

Alexandre Costa

Chegaram ao país sem estarem acompanhadas. A maioria tem entre 14 e 17 anos, mas mais de 860 são menores de 13 anos.

As autoridades alemães anunciaram esta segunda-feira que perderam o rasto a 8991 crianças que chegaram ao país sem estarem acompanhadas e cujos pedidos de asilo haviam sido registados.

O Gabinete da Polícia Criminal Federal (GPCF) disse que a maioria das crianças tem entre 14 e 17 anos, mas mais de 860 são menores de 13 anos.

O GPCF frisou contudo não haver dados concretos que indiquem as crianças tenham caído em poder de criminosos, referindo que por vezes elas abandonam os centros de refugiados, onde se registaram inicialmente, deslocando-se para outros sem que as autoridades se apercebam dessa situação, uma vez que não possuem documentos de identificação. Em outros casos podem ter abandonado os centros para irem ao encontro de famíliares.

“Muitas estão desaparecidas porque elas estão a tentar chegar até às suas famílias ou comunidades (…) Mas em muitos casos, elas podem ter sido capturadas, elas podem ter confiado numa pessoa que pretende lucrar com a sua vulnerabilidade, ou elas podem ter sido vítimas de tráfico”, afirmou por seu turno Federica Toscano, da organização Missing Children Europe, em declarações prestadas à Quartz.

A Save the Children refere que crianças são levadas para a Alemanha por traficantes que pretendem depois que lhes paguem 50 mil euros pela viagem. Crianças da Nigéria e da Roménia, algumas das quais com apenas 13 anos de idade, foram forçadas a prostituírem-se, após lhes terem sido prometidos empregos como cabeleireiras e babysitters, segundo um relatório desta ONG citado pelo “The Telegraph”. A organização entrevistou também rapazes que tiveram de fazer trabalhos forçados ou traficar droga para pagarem as suas dividas. .

mais informações na notícia da Quartz

Nearly 9,000 unaccompanied refugee children have gone missing in Germany

 

Boletim do IAC n.º 120 e Separata n.º 40 “IX Conferência sobre as Crianças Desaparecidas”

Setembro 2, 2016 às 1:18 pm | Na categoria Publicações IAC-CEDI | Deixe um comentário
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boleDescarregar o Boletim do IAC n.º 120 e a Separata n.º 40 aqui

Há mais de dez mil crianças refugiadas desaparecidas na Europa

Agosto 10, 2016 às 6:00 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://observador.pt/ de 21 de julho de 2016.

anadolu agency getty images

Novo relatório da Europol confirma mais de 10.000 crianças refugiadas que desapareceram depois de chegarem à Europa, desde 2015. A Missing Children Europe é a organização que os procura.

Amir Jasim Shamo é um menino sírio de 13 anos que tinha um sonho: chegar à Europa. No pico do inverno, Amir embarcou na Turquia para tentar atravessar o mar Mediterrâneo e chegar às ilhas gregas. Depois de atracar em Farmakonisi, Amir desapareceu.

Segundo um relatório da Europol, Amir é apenas uma das mais de 10.000 crianças refugiadas que desapareceram depois de chegarem à Europa, desde 2015.

A Missing Children Europe é uma rede de mais de 30 organizações não-governamentais, com sede em Bruxelas, que espalha cartazes com fotografias e dados que permitem identificar crianças desaparecidas. Em muitos desses cartazes está a cara de Amir. Outro cartaz mostra dois meninos sírios que desaparecem: Alnd de cinco anos e Roder, o seu irmão de quatro anos. O tio dos dois rapazes, Othman, contou que Alnd e Roder eram inseparáveis.

Depois de uma viagem de vários dias entre a Síria e a Turquia, os meninos embarcaram com a família em direção à Grécia, em busca de um refúgio da guerra, de uma vida melhor. Mas a embarcação nunca chegou a terra. Afundou ao largo da costa grega e os tripulantes foram resgatados pela guarda costeira turca. Quando a contagem dos resgatados foi feita, os irmãos tinham desaparecido.

A família recorreu à Missing Children Europe para encontrar os meninos. A organização apressou-se a espalhar cartazes por toda a Europa para ajudar na procura dos dois irmãos.

O El Mundo explica que esta iniciativa levada a cabo pela Missing Children Europe (MEC) é a primeira do género — a focar-se somente em crianças –, desde que começou a crise dos refugiados, em 2015.

A responsável pelos refugiados da rede de ONGs, Federica Toscano, explicou que desde o início da crise de refugiados que a MEC se tem encarregado de procurar os desaparecidos, mas que desta vez escolheu uma campanha focada principalmente em crianças como forma de “sensibilizar os europeus para a situação”.

Federica ressalvou que não aparecem nem vão aparecer fotografias de todas as crianças. “Antes de tornar pública a fotografia, avaliamos se a sua divulgação pode pôr em causa a sua segurança”, explicou a responsável pelos refugiados.

As crianças que desaparecem

Amir não foi a única criança que procurava atingir a Grécia a aparecer nos cartazes da Missing Children Europe. Dois irmãos, Alkafagi, de seis anos e o irmão bebé, Mohamed de um ano, desapareceram na mesma rota.

Os irmãos Abaas viajavam sozinhos, talvez separados da família numa fronteira do Mar Mediterrâneo, como acontece a muitas das crianças que procuram um porto seguro na Europa.

Os países onde se registam mais desaparecimentos são a Alemanha, Bélgica, França, Itália e Reino Unido e a rota dos Balcãs (Grécia, Macedónia, Sérvia, Hungria e Áustria).

Delphine Moralis, secretária geral da MEC, afirmou que as buscas nestes casos costumam “ser muito lentas, na maior parte das vezes por falta de informação” que não permite ter uma imagem “geral do problema”.

Uma representante da UNICEF explicou ao El Mundo o processo que pode levar uma criança a desaparecer:

“Para estes desaparecimentos podem contribuir uma série de situações: os pequenos podem estar onze meses há espera num centro de acolhimento até que o país de acolhimento examine o seu pedido de asilo. Muitas vezes estes menores passam pelo processo sem um representante legal ou um tradutor e sem saberem os seus direitos. Muitas vezes nem têm um sítio para dormir devido à saturação. Estas situações aumentam o desespero e impulsiona-os a fugir.”

Dados da UNICEF informam que mais de 90% das crianças que chegam a estes centros têm entre 14 e 17 anos e vêm, principalmente, do Afeganistão, África Subsariana, Iraque, Marrocos e Síria.

 

A quem devo telefonar se o meu filho desaparecer? 116 000 linha de emergência da União Europeia

Agosto 5, 2016 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe um comentário
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texto do Facebook da Representação da Comissão Europeia em Portugal de 24 de julho de 2016.

A União Europeia tem uma linha de emergência comum para comunicar o desaparecimento de uma criança num Estado-Membro da UE. Para os pais de uma criança que desapareceu, para uma criança que se perdeu ou para qualquer pessoa que tenha informações sobre uma criança desaparecida, o número é o mesmo. Será de imediato posto em contacto com uma organização capaz de lhe dar apoio e assistência prática, seja de ordem psicológica, jurídica ou administrativa.
Saiba mais em http://missingchildreneurope.eu/116000hotline #verãoUE

Em Portugal o 116 000 foi atribuído ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança. Mais informações aqui 

Unaccompanied child refugees: ‘These children aren’t seen as children’

Julho 30, 2016 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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A network of 30 European NGOs supporting missing and exploited children have come together to tackle the rising problem of missing refugee children.

“Human smugglers increasingly combine smuggling with exploitation and their victims are often children,” says Federica Toscano. “At chaotic border situations, it happens that smugglers deliberately separate refugee children from their parents to exploit them.’’

“We also hear that families at the border between Greece and Macedonia have been forced to ‘pay’ smugglers with one of their children,” continues Toscano. “Smugglers have come to realise they can make much more profit by taking advantage of vulnerable people. And the most vulnerable people are children.”

Toscano is well-placed to know. She works for Missing Children Europe, a network of thirty European NGOs that are active in the field of missing and sexually exploited children. Since its foundation in 2001, MCE has focussed on different groups of missing children (pdf). Half of the cases of children that disappear in Europe are runaways: those who run away from home or institutions after a history of violence or abuse. More than a third are abducted by parents.

But the most recent category is unaccompanied child refugees. “This group only makes up 2% of cases, which is a low percentage,” says Delphine Moralis, the secretary general of MCE, “but that doesn’t say anything about the magnitude of the problem. These children are seldom reported as missing. That’s why we find it so important to focus on this problem too.’’

Earlier this year Europol stated that at least 10,000 unaccompanied child refugees have gone missing in Europe. A recent EU report warned that these children have become targets for criminal gangs, who exploit them in the sex industry or force them to beg, steal or smuggle drugs.

But MCE believe the true number to be far higher than 10,000. Toscano says that “in Italy alone 5,000 refugee children have gone missing. And Germany reported that in 2015 almost 6,000 of these children have disappeared.’’

The organisation has been aware of the problem for some time. “As far back as 2005 a Belgian study showed that one fourth of unaccompanied children seeking asylum went missing within the first 48 hours upon arrival. So it’s no news to us.”

But for a whole range of reasons, many of these disappearances go unreported. “First of all, there’s no sense of urgency,” explains Toscano. “When a child refugee goes missing, the general assumption is that he or she has a plan, and that the child is resilient. The police and social services don’t feel the same sense of urgency as when the child is from their own country. They are not aware of the risks these children run, that they might fall victim to exploitation. So nothing is really done.’’

The lack of formal procedures when these children disappear is another problem. “Much depends on the goodwill of the single professional involved,” says Toscano. “There is no common system to collect information about missing children in Europe. There are good practices, but they’re very local. So the traffickers just go to another area.’’

MCE was founded fifteen years ago in 2001, when it became clear that European cooperation on this issue was seriously lacking. “I was working for a Belgian NGO at the time when two Belgian girls went missing,” says Moralis. “On the third day of their disappearance a judge called us and said: ‘We have no idea where these children are, they could be anywhere in Europe, we really need your help now.’ There was no other way to tackle the problem but by contacting one by one all the 309 European organisations working in this field. That’s when we realised it was necessary to create a network of contact points for missing children.”

The organisation facilitates training of professionals to respond better to the disappearance of child refugees. It also exerts pressure on European institutions to provide clear rules and legislation to protect these children. This year, MCE has published a handbook (pdf) on good practises to help prevent and respond to unaccompanied children going missing.

“We try to be as practical as possible,” says Toscano. “You can do so much to prevent a child from disappearing. Just a simple example: when a child arrives in a shelter and is given food, he may think he has to pay for it. When he has no money, he will try to escape as soon as possible. Workers should take time to explain everything to the child … Sometimes these children don’t even realise it when they are exploited. Their traffickers tell them all kinds of lies to make them extra vulnerable. They say: watch out for authorities, they will lock you up.’’

They also closely monitor development throughout Europe. Toscano has been collecting information on missing children in Europe through the EU co-funded SUMMIT project (pdf). This included a study into interagency cooperation around unaccompanied migrant children done through surveys and interviews with hotlines for missing children, professionals at refugee reception centres, guardians and law enforcement in the UK, Italy, Greece, Cyprus, Spain, Belgium and Ireland.

As a result they are hearing from the frontlines. “We know that there are networks of child traffickers that operate in different countries,” says Toscano. “For example, when a refugee child has been exploited in Eritrea and claims asylum in the Netherlands, there will be another criminal gang waiting to exploit him there. Traffickers have excellent lines of communication. When a child has a history of trafficking, the risk that he will be trafficked again is very high.”

According to Moralis, the closing of borders means that lots of refugees are stuck in bad conditions: “This makes them more vulnerable and creates more opportunities for criminals. How is it possible that all this is going on in Europe and nobody seems to know where these children are?”

“Our main aim is to raise awareness that these children are children,” says Toscano. “It’s very simple. You’d think that everyone would be aware of this, but it is certainly not the case. Not for authorities, not for members of the civil society, nor for the general public. These children usually aren’t seen as children, but as people who just come here and use resources that we want to use for something else.’’

 

The Guardian em 13 de junho de 2016

 

Best practices and key challenges on interagency cooperation to safeguard unaccompanied children from going missing : SUMMIT REPORT

Julho 22, 2016 às 12:00 pm | Na categoria Relatório | Deixe um comentário
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descarregar o relatório no link:

http://missingchildreneurope.eu/catalog/categoryid/9/documentid/348?utm_source=Missing+Children+Europe+newsletter&utm_campaign=23f95b7200-Public_newsletter_Feb_2016&utm_medium=email&utm_term=0_998981635e-23f95b7200-127479505

Findings from an in-depth study on the issue of the disappearance of unaccompanied migrant children were developed in the framework of the project “Safeguarding Unaccompanied Migrant Minors from going Missing by Identifying Best Practices and Training Actors on Interagency Cooperation” (SUMMIT). The report reflects insight from the actors who deal primarily with the reception of unaccompanied children and those who focus on the disappearance of children. It examines practices in seven EU countries – the UK, Spain, Italy, Belgium, Cyprus, Ireland and Greece.

It serves as a necessary mapping exercise of good practices, along with a manual for grassroots professionals to be published in the next weeks, to promote discussions and expert trainings between these actors across Member States.

In the study, the authors call for improved cooperation between law enforcement, social workers in shelters and reception centres, guardians, hotlines for missing children and other parties to better prevent and respond to the disappearance of unaccompanied children.

Coin of Hope – Campanha da Child Focus, moeda de €2 que retrata uma criança desaparecida

Julho 22, 2016 às 6:00 am | Na categoria Divulgação | Deixe um comentário
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Liam is not alone

Child Focus is launching a new euro coin depicting a missing child: Liam Vanden Branden, who went missing in 1996. Through this Coin of Hope, we want to spread the hope for every missing child, from hand to hand and from country to country. Because just like the children’s loved ones, Child Focus keeps hoping for answers.

Share the missing persons bulletins below because every lead can make a difference.

mais informações no link:

https://coinsofhope.eu/en?gclid=Cj0KEQjwwMi7BRDGptbvwOCDj8oBEiQAIALyDL0hz4AdfEhKqLbV89pPv6uNIOMkOyjTQrGrkaYefh8aAmqT8P8HAQ&utm_source=Missing+Children+Europe+newsletter&utm_campaign=23f95b7200-Public_newsletter_Feb_2016&utm_medium=email&utm_term=0_998981635e-23f95b7200-127479505

Missing Children Europe completa a vossa coleção de autocolantes do Campeonato Europeu para encontrar crianças desaparecidas

Julho 20, 2016 às 10:37 am | Na categoria Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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COMUNICADO DE IMPRENSA

Missing Children Europe completa a vossa coleção de autocolantes do Campeonato Europeu para encontrar crianças desaparecidas

Bruxelas, 14 de Julho de 2016 – O campeonato europeu terminou. Tudo o que fica, para além de alguns golos épicos e um novo cântico no estádio, é um álbum da Panini completo. Contudo, colecionar 680 autocolantes não é uma tarefa fácil. Missing Children Europe, a federação europeia para as crianças desaparecidas e exploradas sexualmente, vai dar uma ajuda. Afinal, nesta organização também estão a faltar alguns rostos. Não as das estrelas do futebol, mas as das crianças desaparecidas. Encomende os autocolantes da Panini que faltam na coleção através http://www.missingstickers.eu e também estará a ajudar a Missing Children Europe a encontrar “Bambini” desaparecidas.

Desde abril, cada fã do futebol na Europa tem estado atarefado em colecionar os autocolantes de futebol da Panini. Com espaço para 24 equipas nacionais e cerca de 96 páginas, o álbum deste ano é maior do que nunca: são precisos de cerca de 680 cromos para a completar. São muitos autocolantes e significa que todos se estão a esforçar para encontrar os heróis do futebol que lhe faltam. Missing Children Europe, a federação europeia para as crianças desaparecidas e exploradas sexualmente também está constantemente à procura. Não dos cromos que faltam, mas das crianças desaparecidas. A organização está a apoiar-se no entusiasmo pela Panini para recolher dinheiro para a sua própria procura. Delphine Moralis, secretária geral da Missing Children Europe: “Em cada 2 minutos, é reportado o desaparecimento de uma criança, na Europa. As crianças desaparecem por diferentes razões como sejam conflitos, abusos, negligência, rapto por um dos progenitores ou no contexto de migração. Cada caso é único e requer uma abordagem pessoal. Nós queremos aproveitar o interesse generalizado que é gerado por este campeonato para tornar as pessoas mais conscientes da difícil situação em que milhares de crianças se encontram. Os vossos donativos para a nossa rede de intervenção e para as nossas linhas de apoio para as crianças desaparecidas podem salvar vidas.”

Os autocolantes só podem ser comprados no website www.missingstickers.eu e custam €0.20 cada. Também é possível fazer um donativo se não quiser ou necessitar de algum autocolante. O donativo mínimo são €5 e a partir de €40 o seu donativo é dedutível nos impostos. Todas as receitas irão para a Missing Children Europe, para ajudar esta organização na localização das crianças desaparecidas. A campanha vai decorrer em diferentes países da Europa, incluindo Bélgica, Itália, França, Sérvia e Portugal.

Veja o vídeo:

Remumber – A aplicação móvel que ensina o seu filho a lembrar-se do seu número de telefone

Julho 8, 2016 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe um comentário
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REMUMBER

A aplicação que ensina o seu filho a lembrar-se do seu número de telefone.

O PROBLEMA

Cada vez mais crianças têm smartphones. Portanto, esta geração já não sabe de cor números de telefone.

Mas, e se eles perderem o telefone ou a bateria descarregar? E se houver uma situação em que o seu filho precise de entrar em contato consigo, mas não souber o seu número de telefone?

A APLICAÇÃO

Remumber altera o código de desbloqueio de um dispositivo móvel ou tablet para um número de telefone.

Assim, cada vez que o seu filho desbloqueia o aparelho, ele (ou ela) pratica a marcação do seu número de telefone até o saber de cor.

mais informações:

http://remumber.com/pt

Dicas de Segurança Infantil da Campanha “Estou aqui” 2016

Junho 6, 2016 às 2:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe um comentário
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Aqui ficam as dicas sobre segurança infantil de um folheto da Campanha “Estou aqui” 2016 da PSP, que tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança e a Missing Children Europe.

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Saiba mais AQUI.

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