Programa Estou Aqui / Regras Básicas para umas Férias em Segurança – Conselhos da PSP

Junho 12, 2015 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm

Missing Children Europe: Here to help – vídeo

Junho 9, 2015 às 12:00 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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Publicado a 24/05/2015

A child is reported missing every 2 minutes in the EU.

But who are these missing children? Over 50% of missing children cases reported to the 116 000 missing children hotline network are those of children running away from home or care institutions, another 37% are of children abducted by a parent while 1% of missing children cases are those of unaccompanied migrant children and criminal abductions respectively. 25% of these cases involve a cross-border element and therefore require coordinated cross border cooperation and support. This is the role played by Missing Children Europe. Missing Children Europe and its members ensure that support is available to missing children and their families across borders 24/7.

Missing Children Europe is the European federation for missing and sexually exploited children representing 30 grassroots NGOs in 24 countries in Europe who work directly with missing children and their families. This International Missing Children’s day, help protect missing children by saving the European missing children hotline number- 116 000 – in your phone. This hotline provides free, professional support to children and families facing child disappearances 24/7.

Together, we can create a safer Europe for children.

Pulseira do Programa “Estou Aqui !” é distribuída com marcador de livro do IAC

Junho 2, 2015 às 2:58 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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A distribuição das pulseiras do programa “Estou Aqui !” está a ser acompanhada da oferta de um marcador de livro impresso pelo Instituto de Apoio à Criança.

Este programa consiste na distribuição de pulseiras gratuitas para ajudar pais e educadores a localizar crianças perdidas durante o Verão.

Na cerimónia de lançamento no dia 1 de junho, a Dra. Maria João Pena, técnica da Linha SOS Criança do IAC , considerou esta medida fundamental na prevenção. O problema das crianças desaparecidas não é muito representativo do ponto de vista estatístico, mas é um problema sério, grave e que envolve as autoridades policiais e as organizações da sociedade civil, adiantou, em declarações prestadas à LUSA.

Neste ano de 2015, o programa apresenta um novo método de registo, devendo os pais fazer o registo prévio e só depois podem levantar a pulseira na esquadra escolhida, e, pela primeira vez, é válido durante um ano e meio.

Os pais podem fazer o registo prévio das crianças no site do programa (https://estouaqui.mai.gov.pt/) e as pulseiras podem ser levantadas nas esquadras da PSP escolhidas pelos pais após o registo ter sido concretizado com sucesso.

A pulseira, destinada a crianças entre os dois e os nove anos, pode também ser usada por crianças estrangeiras que visitam Portugal e por filhos de portugueses que façam férias em países da União Europeia.

Em caso de desaparecimento da criança e, através de uma chamada para o 112, serão acionados os mecanismos necessários de comunicação com as forças de segurança, que enviarão para o local do desaparecimento da criança uma patrulha policial.

Esta iniciativa da Polícia de Segurança Pública tem como parceiros, além do IAC, a Fundação PT, a Meo Kids, a Secretaria-Geral Ministério da Administração Interna, a RFM, a TAP Portugal e a Missing Children Europe.

 

Manuel Coutinho. “A palmada pedagógica é uma ideia que deve ser banida”

Maio 26, 2015 às 2:35 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Entrevista do i ao Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no dia 26 de maio de 2015.

José Fernandes A linha só funciona porque existe um trabalho de equipa com vários parceiros, diz Manuel Coutinho

Os maltratados são os que menos recorrem à linha SOS-Criança, conta-nos o secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança.

Esta linha surgiu nos anos 80, associada ao IAC. Como é que foi recebida?

Logo nos primeiros anos percebeu-se que as crianças eram maltratadas normalmente dentro da família. O modelo cultural permitia isso. Em Novembro de 1988 surgiu o SOS-Criança, precisamente para dar voz à criança. Psicólogas, assistentes sociais e educadoras ouviam–nas e tentavam dar uma resposta. Mas o serviço que ia trazer alegria e esperança não foi logo muito bem aceite por todos. Foi considerado um serviço que dava muito trabalho aos outros, como se fôssemos inventar situações de risco e de perigo. Era-nos frequentemente dito que os casos não constavam dos seus registos. Depois as coisas foram-se alterando e a criança começou a ser considerada um sujeito de direitos.

Era um serviço pioneiro, mesmo para o resto do mundo.

Em termos internacionais, foi uma das primeiras linhas a existir. Levou a que os países da Europa criassem linhas europeias, anónimas e confidenciais. Criaram-se os números 116 111, iguais em todos os países europeus, para serem usado nas situações de risco das crianças. Para Portugal foi muito fácil fazer a permuta. Para além desta linha, no início dos anos 90 percebemos a necessidade de criar uma linha 24 horas por dia para as crianças desaparecidas e abusadas sexualmente. Foi feito um trabalho nacional, fez-se um estudo para perceber quem eram as organizações que trabalhavam com esses casos e lançámos o número 1410. A Europa, mais tarde, cria o número europeu: 116 000.

O que fazem no caso do desaparecimento de uma criança?

O desaparecimento não é só o rapto efectuado por terceiros. São também as fugas da família ou da instituição, os raptos parentais (subtracção de menores), imigrantes não acompanhados. Quando desaparece uma criança, os pais e os familiares devem imediatamente contactar a linha, a PSP ou a PJ. Não recomendo que divulguem a imagem da criança. Os raptores estão atentos a todos os sinais e quando vêm a imagem em todo o lado tendem a desfazer-se da criança. A imagem de uma criança na internet fica para sempre na internet, tal como os emails que todos recebemos sobre crianças que desapareceram – e que muitas vezes já apareceram. O que não é bom para as crianças, nem para as famílias, nem para as pessoas que trabalham nestas situações. No âmbito das crianças desaparecidas existe um serviço designado “alerta rapto de menores” que é accionado em caso de rapto por terceiros. Só quando os meios acham que se deve lançar este alerta – durante três horas e depois pára – é que a linha de apoio é chamada para que todas as pessoas que possam ter informações rapidamente actuem. Há muitos pais que têm a ideia errada de que os de-saparecimentos só podem ser denunciados passado 24 horas. Isso é falso. Até um minuto pode fazer a diferença.

O que acontece depois de o SOS-Criança receber uma chamada?

Orientamos as situações para outros serviços. Só existimos porque fazemos um trabalho de equipa com outros parceiros. Mas o SOS é mais do que a linha telefónica. Tem um serviço psicológico, social e jurídico gratuito e uma equipa de mediação escolar que parte do princípio de que é na escola que os problemas familiares muitas vezes se manifestam. Vamos às escolas tentar sensibilizar as crianças e os adultos para a existência destes apoios. Quando percebem que uma criança está a passar por uma situação de vulnerabilidade, que está a conviver com alcoólicos, toxicodependentes, que apresentem a situação porque o objectivo é evitar que o perigo aconteça. Muitas vezes vêm depois das fatalidades dizer que sabiam e não denunciaram. De forma indirecta, foram cúmplices.

Quem é que liga?

Crianças, jovens e adultos. Quem liga mais são os adultos. E, dentro dos adultos, as mulheres. O maltratado nem sempre liga. Normalmente quem liga são pessoas próximas dele. Na família, quem mais maltrata as crianças são as mães. Uma vez dizia-me uma menina: “A minha mãe diz que o meu pai é um cobarde porque lhe bate. Então porque é que também me bate a mim?” A palmada pedagógica é uma ideia que deve ser banida. Nenhuma mulher gostava que o seu homem ou o seu chefe lhe desse uma palmada pedagógica.

Há quem ligue por estar só?

Sim, chega-nos muito. Crianças que estão tristes, que não têm quem brinque com elas. Os pais têm hoje muito pouco tempo para estar com os filhos. As crianças não são adultos em miniatura. E como não o são, não devem, depois de cargas horárias brutais, vir para casa com trabalhos de casa. As crianças estão sobrecarregadas e esses trabalhos potenciam os conflitos intrafamiliares. Os professores avaliam os trabalhos de casa feitos pelos pais que os sabem fazer. As crianças não se sentem bem-amadas ou sentem-se desprotegidas. Muitas telefonam durante anos, regularmente. Tenho lá dentro o quadro de uma criança que aos 16 anos tinha tendências suicidas porque passava os Natais e os fins-de-ano sozinha. Recebeu apoio de um serviço de especialidade. Uns anos mais tarde mandou-nos um desenho a agradecer.

 

 

 

25 de Maio : Dia Internacional da Criança Desaparecida – Novos dados revelam: 25% dos casos de Crianças Desaparecidas são de natureza internacional

Maio 25, 2015 às 10:14 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Novos dados revelam: 25% dos casos de Crianças Desaparecidas são de natureza internacional

Bruxelas, 25 de maio de 2015 – Novos dados divulgados pelos membros da Missing Children Europe (MCE) revelam um aumento de 200% no número de chamadas recebidas desde 2012 na linha telefónica de apoio dedicada às crianças desaparecidas com o Número Único Europeu 116 000 em 29 países da União Europeia.

A rede europeia das linhas de apoio à criança desaparecida – SOS Criança Desaparecida : 116 000 teve um aumento de 21% no número de casos tratados em 2014 em comparação com 2013. As situações relativas a fugas de instituições e de casa continuam a ser o maior grupo de crianças desaparecidas constituindo 51% dos casos. Destas, 7,3% tinham fugido entre 2 a 5 vezes no mesmo ano alertando para o perigo das recidivas junto da população jovem.

As subtrações de crianças (Raptos Parentais) representam 37% das crianças desaparecidas participadas a estas linhas de apoio psicossocial e jurídico, sendo que 60% desses casos foram de natureza internacional.

Já os raptos por terceiros representam 2% da situações apresentadas nos 29 países europeus que integram a Missing Children Europe.

Leia o comunicado completo da Missing Children Europe e do IAC clicando aqui:  Comunicado (PDF)

 

VIII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente : 25 de Maio no Auditório Novo da Assembleia da República

Maio 22, 2015 às 1:45 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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No próximo dia 25 de Maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, mais uma vez, o Instituto de Apoio à Criança irá lembrar todas as crianças desaparecidas, através da realização de uma Conferência que terá lugar no Auditório Novo da Assembleia da República.

Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.

Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos. A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, a Missing Children Europe, criada em 2001, e que o IAC integra desde a sua fundação, também todos os anos assinala o 25 de Maio e recomenda iniciativas nesse dia às ONG nacionais.

As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not”.

Programa

Press Release

VIII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente : 25 de Maio no Auditório Novo da Assembleia da República

Maio 21, 2015 às 3:11 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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No próximo dia 25 de Maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, mais uma vez, o Instituto de Apoio à Criança irá lembrar todas as crianças desaparecidas, através da realização de uma Conferência que terá lugar no Auditório Novo da Assembleia da República.

Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.

Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos. A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, a Missing Children Europe, criada em 2001, e que o IAC integra desde a sua fundação, também todos os anos assinala o 25 de Maio e recomenda iniciativas nesse dia às ONG nacionais.

As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not”.

Programa

Press Release

Campanha da Missing Children Europe de divulgação do 116 000 Linha Europeia para Crianças Desaparecidas

Maio 20, 2015 às 2:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Texto do Facebook da Missing Children Europe

We are just a week away from International Missing Children’s day on May 25th. The day has been commemorated around the world since 1983, in memory of 6 year old Etan Patz who went missing on his way to school on 25 May, 1979, as well as in memory of thousands of other children who go missing each year. The day sends a message of hope to parents and children, and raises awareness about the problem, through the use of the ‘forget-me-not’ flower as its official symbol.

Speak up for missing children this year by joining our thunderclap campaign, running or golfing for Missing Children Europe, visiting our photo exhibition at the European Parliament or donating to help realise one of Missing Children Europe’s projects. Find out how in our newsletter:

http://eepurl.com/bfPE5n

Em Portugal o 116 000 foi atribuído ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança. mais informações aqui 

Manuel Mendonça. “O Rui Pedro já não está vivo”

Abril 23, 2015 às 3:46 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Reportagem do i de 20 de abril de 2015.

Manuel Mendonça O Rui Pedro já não está vivo

Ricardo Castelo

 

 

 

Espiar os filhos ou confiar neles?

Março 6, 2015 às 2:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Texto do http://lifestyle.publico.pt  de 12 de fevereiro de 2015.

Público

Por AFP

Pais norte-americanos têm à mão cada vez mais dispositivos que permitem localizar os mais novos.

Podem não ter os recursos da Agência de Segurança Nacional (NSA) mas os pais norte-americanos usam de todos os meios para vigiar os seus filhos. Sobretudo desde que há cada vez mais tecnologia que os permite fazê-lo.

Há relógios, pulseiras, para não falar dos telemóveis, que permitem a geolocalização, por exemplo, dos adolescentes, para confirmar se estão a dormir (conforme combinado com os pais), se numa festa (a que pediram para ir mas não tiveram autorização). No entanto, a geolocalização não é usada só para este fim. Por exemplo, há pais que têm medo que os seus filhos sejam raptados por isso põem-nos a usar uma pulseira com tecnologia que lhes permite saber sempre onde os miúdos, sobretudo os mais pequenos, se encontram.

No caso dos adolescentes, que já não acham tanta graça ao uso de uma pulseira ou de um relogia, existem dispositivos de monitorização que fazem parte integrante dos telemóveis ou podem ser instalados sem que os jovens o saibam. Estes dispositivos permitem ter acesso às mensagens trocadas, fotos tiradas ou às pesquisas feitas na Internet. Os pais podem ainda receber um alerta nos seus telemóveis sempre que os filhos saem de casa.

“Os pais querem manter o controlo da situação, é uma maneira de se sentirem bem”, justifica o professor de criminologia Sameer Hinduja, co-director do Centro Americano para a Pesquisa sobre o Cyberbullying.

Não é que Sameer Hinduja concorde com o uso destes dispositivos, mas defende que sejam usados quando os pais não têm confiança nos filhos.

Contudo, não há um consenso sobre este tema. Para Robert Lowery, responsável pelo Centro Nacional Americano para as Crianças desaparecidas e maltratadas (NCME), antes da vigilância está a educação dos filhos. “Esse tipo de comportamento [dos pais] é chocante”, diz, recusando a ideia de as crianças e adolescentes andarem com um chip para que os pais saibam sempre onde eles param.

Em vez de usar as novas tecnologias, por muito boas que sejam as intenções, Lowery sugere que os pais eduquem os filhos e os ensinem a ser responsáveis, a andar na rua sempre acompanhados ou a saber o que fazer em caso de perigo. “Como gritar ou evitar que alguém o rapte. Se alguém quiser levar uma criança, não são as novas tecnologias que o vão impedir”, conclui.

 

 

 

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