Contact Booklet Missing Children Europe

Julho 15, 2020 às 2:25 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“Contact Booklet” que tem todos os contatos e explicação resumida de quem são os associados da MCE e no fundo isso é importante para a construção de uma rede de contatos internacionais no âmbito do 116 000, Crianças Desaparecidas.

https://drive.google.com/file/d/1srWvEZLDLTp3ArbDNdP-5RiJwEYKD9NL/view

Annual Review Missing Children Europe

Julho 15, 2020 às 2:20 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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“Annual Review”, que a MCE construiu para rever os obstáculos e o impacto obtido em 2019, através do desenvolvimento de projetos em áreas como a Fuga, a Migração, os Raptos Parentais.

https://missingchildreneurope.eu/Portals/0/Docs/Annual%20and%20Data%20reports/Annual%20Review%202019.pdf

Figures and Trends 2019 : from Hotlines for Missing Children and Cross-Border Mediators – Relatório da Missing Children Europe

Julho 15, 2020 às 2:16 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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“Figures and Trends” são os dados estatísticos e as tipologias que mais se salientaram em 2019, dados recolhidos pela MCE de todas as ONG’s associadas a nível internacional.

Relatório no link:

https://missingchildreneurope.eu/annual-reports/categoryid/0/documentid/496

Prolongada até 15 de julho a validade das pulseiras da edição Estou Aqui! Crianças de 2019

Junho 25, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Campanário de 24 de junho de 2020.

Devido à crise pandémica, foi prolongada até 15 de julho a validade das pulseiras da edição Estou Aqui! Crianças de 2019.

A partir de amanhã, dia 25 de junho, os pais, tutores ou responsáveis pelas crianças, entre os 02 e os 10 anos de idade, já poderão inscrevê-las na edição 2020 deste programa por intermédio do sítio https://estou.aqui.mai.gov.pt .

Após a inscrição, o requerente terá de deslocar-se a uma das Esquadras da PSP aderente ao programa para levantar a pulseira, previamente ativada pela Polícia.

Cada pulseira distribuída dispõe de um código alfanumérico único que permite que a pessoa que encontre uma criança perdida a sinalize via 112. Essa chamada é encaminhada para a PSP que dispõe dos dados associados à pulseira e, de forma célere, contacta os pais, educadores ou tutores da criança que se encontre perdida, promovendo o reencontro.

O Estou Aqui! Crianças abrangeu em 2019 mais de 77.000 crianças, registando-se 8 ativações, i.e., 8 situações de acionamento da pulseira para garantir a reunião de uma criança perdida com a família.

O programa Estou Aqui! Crianças (EA) é uma iniciativa da Polícia de Segurança Pública, criada em 2012.

Em parceria com a Altice Portugal, através do MEO e da Fundação Altice, Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, Rádio Comercial, Missing Children Europe e Instituto de Apoio à Criança, já foram distribuídas e ativadas mais de 375 000 pulseiras nestes 8 anos de programa.

 

Linhas europeias para crianças desaparecidas com mais de 55 mil chamadas

Maio 26, 2020 às 7:16 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Rádio Renascença de 25 de maio de 2020.

Lusa

As fugas representam 55% dos novos casos, os raptos parentais pouco menos de um quarto (23%) e que uma pequena parte dos casos reportados (3%) dizem respeito a crianças migrantes.

As linhas europeias para crianças desaparecidas responderam a mais de 55.000 chamadas no ano passado, abrangendo mais de 7.500 casos, segundo relatório da organização Missing Children Europe (MCE), que mostra que a maioria dos novos casos são fugas.

Os dados divulgados indicam que as fugas representam 55% dos novos casos, os raptos parentais pouco menos de um quarto (23%) e que uma pequena parte dos casos reportados (3%) dizem respeito a crianças migrantes, alertando que a atual crise da Covid-19 “aumenta os riscos para as três categorias”.

Em comunicado, a MCE, que é a Federação Europeia para Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, sublinha que as medidas restritivas para limitar a propagação da pandemia aumentam os riscos para as crianças que vivem em circunstâncias difíceis e que “os isolamentos não as impedem de desaparecer”.

A organização incentiva ainda as instituições da UE, os Estados-membros e as organizações não governamentais a ajudarem as linhas de apoio à infância e juventude “durante estes tempos difíceis”.

As medidas de quarentena levaram a um aumento da violência doméstica, que é o principal fator de risco para as fugas“, afirma a MCE, recordando que as linhas telefónicas europeias “testemunham que as crianças fogem apesar das medidas de isolamento” e que os números deverão aumentar “à medida que as medidas são levantadas”.

“O encerramento das fronteiras provocou novos casos de rapto internacional de crianças e levou a atrasos na investigação dos casos em curso e em novos casos”, sublinha a MCE, que lembra que as medidas de distanciamento social “limitam ainda mais o acesso das crianças migrantes aos serviços de assistência e apoio, podendo separá-las de pais doentes ou cuidadores e tornando-as mais vulneráveis aos traficantes”.

“As linhas de apoio às crianças desaparecidas 116000 desempenham um papel crucial para garantir que todos os casos sejam seguidos e que todas as crianças, e os seus pais, tenham acesso a um apoio rápido, gratuito e eficaz”, sublinha o movimento.

“As linhas têm de investir em tecnologia para oferecer os seus serviços remotamente e desenvolver opções de chat e outras respostas para garantir que todos tenham acesso igual e seguro a este apoio. Isto coloca uma pressão adicional nos recursos já por si limitados”, alerta a organização.

Lembra também que 60% das linhas 116000 que receberam financiamento das autarquias locais e nacionais em 2019 informaram que este financiamento não foi suficiente para garantir a prestação das normas de serviço exigidas.

“À medida que os governos se debatem com as implicações financeiras da crise Covid-19, a Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente (MCE) receia não conseguir cumprir esta obrigação.

A MCE apela aos Estados-Membros e à UE para que assumam a responsabilidade e protejam o direito das crianças a acederem aos serviços de apoio social, que são fundamentais para a sociedade. É necessário apoiar o trabalho das linhas 116000, garantindo um financiamento estável e rigoroso, que seja demonstrativo de um compromisso ativo com os direitos de todas as crianças

Numa nota a propósito do Dia das Crianças Desaparecidas, que se assinala esta segunda-feira, o Instituto de Apoio à Criança (IAC) alerta que o flagelo das crianças desaparecidas está muitas vezes escondido, pois “grande parte dos jovens pertencem a grupos de risco em que a família não desempenha o seu papel protetor, como sucede, por exemplo, no caso das crianças acolhidas em lares ou outras estruturas residenciais”.

Linha SOS Criança Desaparecida 116000

Liga-te pelo chat através do http://soscrianca.ajudaonline.com.pt/

ou por email soscrianca@iacrianca.pt

ou WhatsApp 913069404

25 de maio – Dia Internacional das Crianças Desaparecidas – As Linhas de Apoio à Criança são essenciais

Maio 25, 2020 às 4:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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25 de Maio – Dia Internacional das Crianças Desaparecidas

Maio 25, 2020 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Semana Internacional da Mediação Familiar – 14 – 20 outubro

Outubro 17, 2019 às 1:02 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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14 – 20 Outubro 2019: Estamos na Semana Internacional de Mediação que visa promover a importância da mediação familiar em casos de rapto parental.

A mediação continua a ser uma solução que não é suficientemente utilizada na Europa, embora a investigação levada a cabo pela Missing Children Europe revele  que as crianças querem que os seus pais encontrem soluções para estes conflitos e acreditem que a mediação pode ser útil. Hoje, em toda a Europa, as crianças pedem aos pais para trabalharem em acordos quando os pais se separam, através de uma campanha Snapchat.

Na Europa, um continente sem fronteiras, os casamentos internacionais são cada vez mais comuns. Nos últimos anos, houve cerca de 250 mil casamentos entre um estrangeiro e um nacional europeu, e a proporção de casamentos mistos sobre o número total de casamentos foi de 15%.

Em alguns casos, o casamento desmorona e transforma-se num conflito familiar. Quando um pai leva o seu filho para outro país sem a permissão do outro progenitor, lidamos com o rapto parental internacional de crianças. Na Europa, os raptos parentais são responsáveis por ¼ dos casos de crianças desaparecidas comunicados às linhas europeias para crianças desaparecidas.

Ir a tribunal parece ser a solução mais óbvia para resolver conflitos familiares, mas esta experiência pode ser muito traumática não só para os pais, que muitas vezes acabam numa batalha de anos pela custódia legal, mas também para as crianças, que estão presas no meio do conflito. Em vez disso, a mediação familiar internacional provou ser um procedimento mais eficiente e menos conflituoso. Neste contexto, o mediador envolve directamente os pais para encontrarem uma solução que reflicta a situação familiar específica, aceitável para ambas as partes, e coloca as necessidades e bem-estar das crianças no centro do processo.

”As crianças estão convencidas de que os seus pais estão em melhor posição para tomar decisões sobre o seu futuro. Querem que os pais encontrem soluções conjuntas e acreditam que sejam capazes. Porém, quando os conflitos são de maior gravidade, podem precisar de alguma ajuda para se concentrarem no superior interesse dos seus filhos. Então, a mediação pode ser uma excelente ferramenta para lhes proporcionar ajuda. Assim, através do Snapchat, as crianças podem passar uma mensagem clara à sua comunidade, incluindo a família, para se concentrarem no seu interesse e afastarem-se do conflito subjacente.” – Hilde Demarré, Policy Officer na Missing Children Europe.

A mediação é voluntária e de carácter confidencial. Como resultado, os acordos de mediação tendem a funcionar mais a longo prazo, porque ambos os pais consideram-na como uma solução justa. É igualmente menos morosa e o seu custo mais eficaz comparativamente ao litígio judicial.

Mediation Week

Sabe como deve agir se perder o seu filho na praia? 4 dicas essenciais

Agosto 1, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto e imagem do MAGG de 30 de julho de 2019.

por Catarina da Eira Ballestero

Não entrar em pânico e vestir os miúdos com cores garridas são alguns truques. A MAGG falou com a PSP.

A época de férias é muito antecipada pela grande maioria dos portugueses, com muitos a rumar a sul do País. É certo que existe quem opte por fazer férias fora de Portugal, mas é inegável que a região do Algarve, bem como outras zonas como a Costa Vicentina, se tornam nas preferidas de muitos portugueses.

Ora se a grande maioria dos habitantes do território nacional se concentram nas mesmas regiões, exatamente durante o mesmo espaço de tempo, é natural que a confusão se instale. E as praias, principalmente aquelas com melhores acessos, localização e facilidades, ficam especialmente concorridas nesta altura.

Para além do desconforto de ter alguém no seu espaço pessoal, as praias cheias representam um verdadeiro perigo de segurança para quem tem filhos ou viaja com crianças, principalmente se estas forem mais pequenas. A ideia de perder uma criança no meio de uma multidão é um autêntico pesadelo para os pais, embora não seja uma situação nada difícil de acontecer numa praia cheia, em pleno verão.

Agora que agosto, o mês de eleição das férias de muitos portugueses, está quase a chegar, reunimos alguns conselhos chave da Polícia de Segurança Pública (PSP) para garantir a segurança das crianças na praia, entre outros locais públicos. 

1. Educar as crianças para não se afastarem dos adultos

Tal como para muitas outras coisas, a prevenção é meio caminho andado para evitar situações de perigo. E no caso das crianças e da época de férias, a prevenção foca-se em tentar explicar aos miúdos os perigos de se afastarem dos pais.

“Em primeiro lugar, é preciso educar para que a criança não se afaste do seu grupo/companhia, pois a segurança está neste núcleo”, refere à MAGG o comissário da PSP João Moura, responsável pelas ações de comunicação da PSP, segurança e auto proteção das crianças na época balnear e ainda gestor das redes sociais da instituição.

Para além disso, o comissário refere que a criança deve sempre “manter em linha os pais, educadora ou tutor” e “ser sensibilizada para manter a calma caso se perca”.

2. Memorizar pontos de referência

Seja para adultos ou crianças, uma das primeiras coisas a fazer quando chegamos a uma praia cheia de gente é tentar memorizar ao máximo a zona do nosso chapéu de sol, bem como os outros grupos perto do local onde deixámos as toalhas.

No entanto, e num ambiente em constante alteração, com grupos a chegar e a abandonar o areal a qualquer hora, esta pode não ser a estratégia mais eficaz, principalmente para os mais novos.

“Há várias medidas de segurança e auto proteção que podem e devem ser ensinadas”, salienta o comissário João Moura. O representante da PSP aconselha a que as crianças “usem roupas de cores garridas, que se destaquem” e alerta para a importância dos pontos de referência.

“Combinar de antemão um ponto de encontro e referência — nas praias há alguns marcados, entre os quais os postos do Instituto de Socorro a Náufragos (ISN) — são boas estratégias . Não entrar em pânico e abordar responsáveis da praia é uma boa solução, sejam eles do ISN, segurança privada, Polícia Marítima, PSP ou INEM“, refere o responsável da PSP.

3. As crianças devem dirigir-se a profissionais e não a estranhos

Se alguma vez se perdeu dos seus pais em criança, deve com certeza recordar-se dos momentos de pânico que se seguiram a esse momento, bem como da necessidade de pedir ajuda imediatamente. No entanto, o especialista em segurança recomenda que ensine os seus filhos a procurar profissionais.

“Primeiro, há que ensinar os miúdos a não perderem o discernimento, nem a calma. Depois, é aos profissionais que trabalham na praia, como os nadadores-salvadores, Polícia Marítima, PSP, entre outros, que as crianças podem e devem dirigir-se”, explica o comissário João Moura.

Segundo o representante da PSP, e para que as crianças se sintam à vontade para interagir e pedir ajuda a estas figuras, os pais “devem fomentar uma boa imagem de proximidade das autoridades”.

4. Adultos: não entrem em pânico e reajam de imediato

Sabemos que é fácil falar, sendo outra coisa completamente diferente viver uma situação alarmante como perder uma criança numa praia. Mesmo assim, entrar em pânico é a pior coisa que pode fazer se perder o seu filho de vista.

“É preciso manter a calma e contactar imediatamente com os responsáveis de segurança mais próximos e dar o alerta, quer seja através do 112 ou do número fixo da esquadra local”, explica o comissário da PSP, que elege a pulseira do programa Estou Aqui da PSP como uma mais-valia, “e uma solução de segurança adicional”.

Pulseira Estou Aqui: uma ferramenta eficaz, mas que não significa o relaxe dos pais

As pulseiras da campanha Estou Aqui, uma iniciativa da Polícia de Segurança Pública, já estão disponíveis e são uma ótima ferramenta de segurança adicional para os mais pequenos, principalmente em época de férias.

“Trata-se de uma pulseira única, pessoal e intransmissível, dotada de um código alfa numérico. Em caso de perda da criança, permite um reencontro muito mais célere, direcionado e objetivo com os pais, educadores ou tutores da criança”, explica o comissário João Moura, da PSP.

O registo, sem qualquer custo, pode ser feito no site oficial da campanha, que também é bastante explicativo quanto aos procedimentos desta ferramenta.

No entanto, o comissário João Moura alerta que esta pulseira, “embora seja eficaz, não pode significar qualquer tipo de ‘relaxe’, devendo sim servir para relembrar as medidas de segurança a ter em conta para que uma criança não se perca”.

O programa “Estou aqui” 2019 da PSP, tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança e a Missing Children Europe.

O Instituto de Apoio à Criança dispõe da Linha 116 000 SOS-Criança Desaparecida (grátis)

Mais informações:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-sos/sos-crianca-desaparecida

“Estou Aqui”. PSP disponibiliza pulseiras para crianças a partir de sábado

Maio 31, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Programa “Estou aqui” 2019 da PSP, que tem como parceiros o Instituto de Apoio à Criança, Missing Children Europe, SGMAI, Altice, MEO, Rádio Comercial está ativo a partir de 1 de junho.

As pulseiras podem ser pedidas no site:

https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm

Notícia da Rádio Renascença de 31 de maio de 2019.

Nova edição do programa “Estou Aqui!” é dirigida a crianças entre os dois e os dez anos.

A PSP lança uma nova edição do programa “Estou Aqui!”. Começa no sábado,1 de junho, e é dirigido a crianças entre os dois e os dez anos.

Através deste programa, os pais podem solicitar uma pulseira com um código alfanumérico que permite, no caso da criança se perder, chegar ao contacto com os pais, educadores ou tutores de uma criança.

As pulseiras são pessoais, intransmissíveis e gratuitas. Podem ser pedidas através da internet e ficam disponíveis em poucos dias na esquadra da PSP selecionada. Os dados são geridos única e exclusivamente pela Polícia de Segurança Pública.

O lançamento oficial do programa é esta sexta-feira, em Belas, e contará com a presença de 150 crianças.

Na edição anterior, que termina esta sexta-feira, o programa permitiu abranger mais de 68.000 menores.

 

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