Looking forward to your upcoming family holiday? Dicas da Missing Children Europe para umas férias em segurança

Agosto 8, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da Missing Children Europe

Looking forward to your upcoming family holiday?

It’s summer time, the kids are on holiday and it’s finally time to pack your bags for a well deserved break with the family. But holidays with children, especially in a foreign country can quickly become a stressful situation amid the chaos of holidaygoers and your kids chanelling Dora-the-Explorer. Luckily, we have some simple steps you can take to make sure your holidays are less stressful for both yourselves and the kids. About 1,000 children get lost at the Belgian seaside alone, every year. Most of these children are found within a matter of hours but the panic before they are found is something no one wants to experience. Have a look at some of our tips below and have a great summer!

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O Programa “Estou aqui” 2017: reserve já a sua pulseira.

Junho 5, 2017 às 1:08 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da PSP de 31 de maio de 2017.

Estou Aqui® regressa a 1 de junho e traz novidades

Decorrerá no próximo dia 1 de junho, pelas 11h30, no Parque Marechal Carmona, Cascais, o lançamento do programa Estou Aqui (EA) 2017 da Polícia de Segurança Pública (PSP) com o apoio da Câmara Municipal de Cascais e dos parceiros Fundação PT, MEO, Missing Children Europe, Instituto de Apoio à Criança e Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna.

Este ano o programa traz duas novidades: a idade é alargada, passando a ser dirigido a crianças dos 2 aos 10 anos, e passa a estar ativo 365 dias por ano (de 1 de junho 2017 a 31 de maio 2018).

O EA é um programa inovador que, através de uma pulseira com código alfanumérico, permite (via 112 – Número Europeu de Emergência) de forma célere chegar ao contacto com os pais, educadores ou tutores de uma criança que se encontre perdida, promovendo o reencontro. Os dados são única e exclusivamente geridos pela PSP.

Em cinco edições o programa abrangeu mais de 163 mil crianças.

O lançamento do EA 2017 foi antecedido por um roadshow conjunto da PSP e MEO pelas escolas de norte a sul do país, que termina com o lançamento oficial do programa.

As pulseiras podem ser pedidas em https://estouaqui.mai.gov.pt/ e ficam disponíveis em poucos dias na esquadra da PSP escolhida. As pulseiras são pessoais, intransmissíveis e gratuitas e podem ser ativadas em outros países da União Europeia.

O evento de lançamento coincide com as comemorações do Dia Mundial da Criança e contará com mais de mil crianças, convidadas através da PSP – Escola Segura e terá diversas atividades lúdicas como a atuação do grupo de metais da Banda Sinfónica da PSP, exposição de meios e demonstração de valências. Os objetivos, para além da sensibilização quanto ao EA, são a proximidade entre a PSP e as crianças e proporcionar momentos de diversão e memórias positivas junto dos mais novos.

 

Crianças Desaparecidas – Dados Estatísticos Europeus – Crianças Migrantes Não Acompanhadas

Junho 2, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Definição

Uma criança que chega a um Estado-Membro fugida de conflitos ou perseguições, ou em busca de sobrevivência, segurança, melhores condições de vida, educação, oportunidades económicas, protecção contra exploração e abuso, reagrupamento familiar ou uma combinação destes ou de outros factores, cuja presença é conhecida das autoridade mas cujo paradeiro não pode ser estabelecido.

Faixa etária

Relativamente aos casos participados, a maioria das crianças estava desacompanhada e envolveram crianças com menos de um ano de idade até jovens com 17 anos de idade.

Relatos das linhas 116 000 na Itália e na Grécia de várias raparigas com menos de 18 anos de idade que deram à luz pouco depois da chegada ao centro de acolhimento, ou chegaram com crianças de colo, e desaparecerem do centro de acolhimento com os seus bebés pouco depois da chegada.

O pico de idade das crianças migrantes (não acompanhadas) desaparecidas desceu para os 13 anos de idade em 2016 face aos 15-16 anos em 2015.

Crianças encontradas

31% das crianças migrantes (não acompanhadas) reportadas nas linhas 116000 como desaparecidas foram encontradas durante o ano de 2016

Duração do desaparecimento

A maioria das crianças (não acompanhadas) foram encontradas dentro de uma semana (56%) ou um mês (33%) após o seu desaparecimento.

 

Investigação revela:

A grande maioria dos profissionais que trabalham com crianças desacompanhadas nunca recebeu formação para prevenir ou responder ao desaparecimento de crianças não acompanhadas.

(Fonte Fundamental Rights Agency)

> Em 2015, pelo menos 10 000 crianças migrantes desacompanhadas desapareceram nas primeiras horas após terem sido registadas e apenas algumas foram encontrados segundo a Europol.

Fonte: http://www.theguardian.com/world/2016/jan/30/fears-for-missing-child-refugees (The Guardian, Jan.2016)

> 63 300 crianças não acompanhadas figuram entre os requerentes de asilo registados na UE em 2016. Mais de metade deles são afegãos ou sírios.

(Fonte http://www.europeanmigrationlaw.eu/en/articles/news/eurostat-asylum-applications-2016-unaccompanied-minors)

> As crianças são cada vez mais alvo dos traficantes e as crianças desacompanhadas são cada vez mais coagidas a actividades criminosas e exploração.

(Fonte: background note of the 10th European Forum on the Rights of the Child, EC)

O relatório estatístico (números e tipologias) do MCE de 2016 está disponível em : http://missingchildreneurope.eu/Portals/0/Docs/Annual%20and%20Data%20reports/Missing%20Children%20Europe%20figures%20and%20trends%202016.pdf

O relatório estatístico do SOS-Criança 2016 está disponível aqui: http://www.iacrianca.pt/images/stories/noticias/SOS_Relatorio_Estatistico_2016.pdf

 

©Instituto de Apoio à Criança, membro efetivo da Missing Children Europe 2017

Crianças Desaparecidas – Dados Estatísticos Europeus – Na União Europeia, uma criança desaparece a cada 2 minutos

Junho 1, 2017 às 3:35 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Estatísticas dos casos de Crianças Desaparecidas reportados às linhas 116 000 na Europa

O número de crianças desaparecidas referenciadas (5 742) nos casos tratados em 2016 pelas 23 linhas de apoio à Criança Desaparecida é maior do que em 2015 (5 597 crianças), reportado então por 26 linhas. Isso indica um aumento do número de casos reportados.

O número de fugas de crianças/jovens reportados aumentou 3% desde 2015, mostrando que as crianças que fogem, ou são forçadas a sair de casa, constituem consistentemente, ano após ano, a maior categoria de casos de crianças desaparecidas relatados.

Estes dados estão também de acordo com a tendência verificada na linha SOS-Criança, em que em 2016 se verificou um aumento do número de apelos relativos a crianças desaparecidas em relação a 2015. O número de fugas também aumentou e foi a tipologia mais reportada em 2016.

Em linha com o relatório da Europol de 2015 que reportou o desaparecimento de 10 000 crianças migrantes dos centros de acolhimento na Europa, os casos de crianças migrantes não acompanhadas notificadas às linhas 116000 aumentaram de 2 para 7% em 2016 (persistindo milhares de situações não comunicadas às linhas 116000 ou à polícia).

Casos transfronteiras

Em 2016, 19% dos casos notificados às linhas 116000 eram de natureza transfronteiriça, contra 18% em 2015.

Entre as categorias de crianças desaparecidas, a percentagem de raptos parentais de natureza transfronteiriça aumentou de 48 para 64% desde 2015.

Os casos transfronteiriços de fugas mantiveram-se constantes em 2,5%, contra 2,2% em 2015, enquanto os casos transfronteiriços de crianças perdidas/feridas aumentaram de 0,9 para 3,7% (reforçando assim a importância da articulação internacional entre as linhas 116000 membros da Missing Children Europe e da articulação a nível nacional entre as linhas e as forças de segurança responsáveis pela investigação).

Em Portugal são muito raros os casos transfronteiriços reportados.

É importante lembrar que os casos de crianças migrantes (não acompanhadas) desaparecidas são muitas vezes de natureza transfronteiriça, mas a cooperação transfronteiriça para estes tipos de casos continua a ser particularmente complexa devido à necessidade de identificação das vítimas, aos diferentes procedimentos legais, às limitações dos recursos humanos e logísticos e à vontade política. Isso, por sua vez, leva à falta de acompanhamento de casos e consequentemente há menos casos transfronteiriços relatados nesta categoria do que na realidade existem.

O relatório estatístico (números e tipologias) do MCE de 2016 está disponível em : http://missingchildreneurope.eu/Portals/0/Docs/Annual%20and%20Data%20reports/Missing%20Children%20Europe%20figures%20and%20trends%202016.pdf

O relatório estatístico do SOS-Criança 2016 está disponível aqui: http://www.iacrianca.pt/images/stories/noticias/SOS_Relatorio_Estatistico_2016.pdf

©Instituto de Apoio à Criança, membro efetivo da Missing Children Europe 2017

Crianças Desaparecidas na Europa: Crianças que fogem de situações complicadas em casa

Maio 29, 2017 às 4:01 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Por ocasião do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, celebrado a 25 de maio por todo o mundo, a Missing Children Europe (MCE) http://missingchildreneurope.eu/ lançou o seu relatório “Números e Tipologias de 2016”. Este relatório revela a evolução das tipologias que vão aparecendo nas diversas Linhas de Apoio 116 000 por toda a Europa.
O Instituto de Apoio à Criança faz parte do conjunto de ONG que em 2001 fundou a Missing Children Europe, Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e em 2004 criou uma linha específica no âmbito do SOS Criança para atendimento nestes casos tão complexos do desaparecimento e exploração sexual de crianças. Quando em 2007, a Comissão Europeia criou o número único europeu, o Ministro da Administração Interna, reconhecendo o trabalho do IAC nesta área, atribuiu ao SOS Criança essa linha telefónica com o nº 116000, que é igual em todos os Países da União Europeia.
As Linhas de Apoio às crianças desaparecidas, associadas à MCE, estão acessíveis através do número 116 000 em 31 países da Europa. Desde 2015, esta rede de parceiros tem apoiado um número cada vez maior de crianças. Em Portugal, é o Instituto de Apoio à Criança que desde 2004 atende estas chamadas com uma equipa multidisciplinar disponível para prestar apoio emocional, psicológico e legal às crianças e suas famílias.
Em 2016 houve um aumento de 12% no que toca aos apelos recebidos de crianças, comparativamente ao ano anterior. Os contactos duplicaram devido a canais de informação como SMS, EMAIL e CHAT.
Em 2016, as fugas representaram 57% dos casos reportados às linhas 116000. Os raptos parentais foram o segundo grupo, com 23% dos casos.
De acordo com os relatórios divulgados pela UNICEF e INTERPOL, mais de 50% de crianças migrantes desaparecem dos seus centros de recolhimento na Europa em menos de 48 horas. Os casos de crianças migrantes aumentaram em 2% em 2015 e 7% em 2016. Os números poderiam ser maiores, mas a falta de clareza nos papéis e responsabilidades das autoridades na prevenção e resposta a este grupo particularmente vulnerável de crianças constitui uma grande preocupação, pois existe pouca proteção e resposta para os mesmos.
Os raptos criminais constituem menos de 1% dos casos reportados em 2016, enquanto que a tipologia perdidos/outra forma de desaparecimento constitui 13% do total das situações.
Um em cada cinco casos de crianças desaparecidas são de natureza transfronteiriça, revelando-se assim a importância da colaboração e cooperação entre os governos nacionais, as linhas de apoio, as forças policiais e outros serviços de proteção infantil, bem como com os mediadores de conflitos familiares internacionais.
Em 2016, 42% dos casos de crianças desaparecidas que foram reportados às linhas 116 000 foram encontrados no mesmo ano, número inferior ao de 2015, que foi de 46%.
Enquanto mais crianças foram localizadas nas outras quatro categorias (raptos parentais, crianças perdidas, crianças migrantes não acompanhadas) regista-se um decréscimo significativo no número de crianças em fuga que foram encontradas, de 57% em 2015 para 46% em 2016.
Também relevante é o número acrescido de crianças que fogem três ou mais vezes consecutivas. Isto chama a atenção para um grupo vulnerável de crianças e jovens cujos problemas, em casa ou com outras razões para fugirem, persistem após a primeira fuga.
As crianças, que fogem repetidamente, são forçadas a usar estratégias cada vez mais arriscadas para sobreviver, tais como dormir na rua e mendigar, expondo-se assim ao risco da exploração sexual.
As Linhas de Apoio de alguns países (Bulgária, Chipre, Grécia, Roménia, Sérvia, Eslovénia e Espanha) não receberam qualquer apoio financeiro dos seus governos nacionais em 2016. Noutros países, o financiamento das autoridades nacionais apenas suportou metade dos orçamentos necessários.
O financiamento é o principal desafio para a rede de Linhas de Apoio, que se deparam com o risco de falta de recursos humanos ou de ter de encerrar por não terem apoios e formas de subsistir.
As Linhas de Apoio 116000 responderam a mais de um milhão de apelos relativos a crianças desaparecidas desde 2011.
Em 2016, quinze Linhas de Apoio receberam um subsídio da Comissão Europeia, que teve início em meados de 2016 e que terá a duração de 24 meses.
Leia o relatório estatístico (números e tipologias) do MCE de 2016 AQUI.

Vídeos de campanhas do MCE no youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=ARTDAYLmIWE
https://www.youtube.com/watch?v=cAsm63Craik
Texto traduzido e retirado da Press Release do MCE para divulgação a partir de 25 de maio 2016

Para assinalar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, o IAC leva a cabo mais uma Conferência. Este ano será a X Conferência Crianças Desaparecidas, que terá lugar na Assembleia da República, no dia 30 de maio.
Pode aceder ao programa AQUI.

 

TEXTO INTEGRAL para download

Once missing, never forgotten

Maio 25, 2017 às 9:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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This study is a first step in this direction and it aims to develop evidence on the decision- making process of launching a publicity appeal, running a publicity appeal, the effectiveness of a publicity appeal, and the impact of a publicity appeal. This is done in order to identify existing knowledge, but also to shed light on operational challenges and gaps in knowledge which call for further research in this under-researched area. Our intention with this project was to improve our understanding of these issues and lay the grounds for further research to be undertaken in 2017 – 2018 (pending available funding).

descarregar o documento no link:

Once missing – never forgotten

Crianças Desaparecidas na Europa: Crianças que fogem de situações complicadas em casa

Maio 25, 2017 às 12:30 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Por ocasião do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, celebrado a 25 de maio por todo o mundo, a Missing Children Europe (MCE) http://missingchildreneurope.eu/ lançou o seu relatório “Números e Tipologias de 2016”. Este relatório revela a evolução das tipologias que vão aparecendo nas diversas Linhas de Apoio 116 000 por toda a Europa.

O Instituto de Apoio à Criança faz parte do conjunto de ONG que em 2001 fundou a Missing Children Europe, Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e em 2004 criou uma linha específica no âmbito do SOS Criança para atendimento nestes casos tão complexos do desaparecimento e exploração sexual de crianças. Quando em 2007, a Comissão Europeia criou o número único europeu, o Ministro da Administração Interna, reconhecendo o trabalho do IAC nesta área, atribuiu ao SOS Criança  essa linha telefónica com o nº 116000, que é igual em todos os Países da União Europeia.

As Linhas de Apoio às crianças desaparecidas, associadas à MCE, estão acessíveis através do número 116 000 em 31 países da Europa. Desde 2015, esta rede de parceiros tem apoiado um número cada vez maior de crianças. Em Portugal, é o Instituto de Apoio à Criança que desde 2004 atende estas chamadas com uma equipa multidisciplinar disponível para prestar apoio emocional, psicológico e legal às crianças e suas famílias.

Em 2016 houve um aumento de 12% no que toca aos apelos recebidos de crianças, comparativamente ao ano anterior. Os contactos duplicaram devido a canais de informação como SMS, EMAIL e CHAT.

Em 2016, as fugas representaram 57% dos casos reportados às linhas 116000. Os raptos parentais foram o segundo grupo, com 23% dos casos.

De acordo com os relatórios divulgados pela UNICEF e INTERPOL, mais de 50% de crianças migrantes desaparecem dos seus centros de recolhimento na Europa em menos de 48 horas. Os casos de crianças migrantes aumentaram em 2% em 2015 e 7% em 2016. Os números poderiam ser maiores, mas a falta de clareza nos papéis e responsabilidades das autoridades na prevenção e resposta a este grupo particularmente vulnerável de crianças constitui uma grande preocupação, pois existe pouca proteção e resposta para os mesmos.

Os raptos criminais constituem menos de 1% dos casos reportados em 2016, enquanto que a tipologia perdidos/outra forma de desaparecimento constitui 13% do total das situações.

Um em cada cinco casos de crianças desaparecidas são de natureza transfronteiriça, revelando-se assim a importância da colaboração e cooperação entre os governos nacionais, as linhas de apoio, as forças policiais e outros serviços de proteção infantil, bem como com os mediadores de conflitos familiares internacionais.

Em 2016, 42% dos casos de crianças desaparecidas que foram reportados às linhas 116 000 foram encontrados no mesmo ano, número inferior ao de 2015, que foi de 46%.

Enquanto mais crianças foram localizadas nas outras quatro categorias (raptos parentais, crianças perdidas, crianças migrantes não acompanhadas) regista-se um decréscimo significativo no número de crianças em fuga que foram encontradas, de 57% em 2015 para 46% em 2016.

Também relevante é o número acrescido de crianças que fogem três ou mais vezes consecutivas. Isto chama a atenção para um grupo vulnerável de crianças e jovens cujos problemas, em casa ou com outras razões para fugirem, persistem após a primeira fuga.

As crianças, que fogem repetidamente, são forçadas a usar estratégias cada vez mais arriscadas para sobreviver, tais como dormir na rua e mendigar, expondo-se assim ao risco da exploração sexual.

As Linhas de Apoio de alguns países (Bulgária, Chipre, Grécia, Roménia, Sérvia, Eslovénia e Espanha) não receberam qualquer apoio financeiro dos seus governos nacionais em 2016. Noutros países, o financiamento das autoridades nacionais apenas suportou metade dos orçamentos necessários.

O financiamento é o principal desafio para a rede de Linhas de Apoio, que se deparam com o risco de falta de recursos humanos ou de ter de encerrar por não terem apoios e formas de subsistir.

As Linhas de Apoio 116000 responderam a mais de um milhão de apelos relativos a crianças desaparecidas desde 2011.

Em 2016, quinze Linhas de Apoio receberam um subsídio da Comissão Europeia, que teve início em meados de 2016 e que terá a duração de 24 meses.

Ler o relatório estatístico (números e tipologias) do MCE de 2016 :

http://missingchildreneurope.eu/Portals/0/Docs/Annual%20and%20Data%20reports/Missing%20Children%20Europe%20figures%20and%20trends%202016.pdf

Vídeos de campanhas do MCE pelo youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=ARTDAYLmIWE

https://www.youtube.com/watch?v=cAsm63Craik

Texto traduzido e retirado da Press Release do MCE para divulgação a partir de 25 de maio 2016

Para assinalar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, o IAC leva a cabo mais uma Conferência. Este ano será a X Conferência Crianças Desaparecidas, que terá lugar na Assembleia da República, no dia 30 de maio.

Para aceder ao programa, entre no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/atualidades/noticias/item/878-x-conferencia-criancas-desaparecidas

TEXTO INTEGRAL para download

 

 

 

Campanha “Falar de quem ninguém fala”

Janeiro 24, 2017 às 1:03 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Para sensibilizar acerca da situação das crianças migrantes e convidar os políticos a tomar medidas para as ajudar, a MCE (Federação Europeia das Crianças Desaparecidas) lançou a campanha “Falar de quem ninguém fala”, no passado dia 18, a nível europeu. O Instituto de Apoio à Criança, como membro da Federação, associou-se a esta iniciativa.

Pretende-se que seja uma campanha de larga escala que se dirige diretamente aos ministros que têm a seu cargo a questão dos migrantes nos Estados-Membros da União Europeia.

O princípio é simples: cada indivíduo, cada organização dos Media, associação ou empresa, é convidada a partilhar uma imagem no FB e mencionar o ministro que tem o pelouro dos refugiados, asilo e migração. No caso de Portugal, trata-se da Senhora Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa.

De acordo com Delphine Moralis, da MCE: “Com esta campanha, pretende-se chamar a atenção para o grande número de pessoas que poderão estar relacionadas com as crianças migrantes na Europa. Escolhemos o Facebook por ser uma forma de chegar a um vasto número de pessoas num curto espaço de tempo, podendo lançar a petição ao seu ministro através do comentário na sua própria página de FB. O objetivo é que qualquer pessoa que se preocupe com o destino das crianças, possa envolver-se desta forma. É mais que uma petição, uma vez que os próprios governantes serão notificados diretamente no seu posto de trabalho, não podendo desta forma evitar a pressão pública. Espera-se com isto que os Senhores Ministros possa fazer recomendações para melhorar a situação das crianças migrantes.”

A campanha foi lançada em 8 países europeus, juntamente com parceiros da MCE e com a ajuda de páginas populares do FB.

Os cidadãos portugueses são convidados a visitar o site www.mentiontheunmentioned.eu e partilhar a foto e a história no FB.

Encontro sobre a Justiça Informal e Administração Interna

Nos dias 26 e 27 de Janeiro irá decorrer um encontro sobre justiça informal e assuntos internos, que terá lugar em Malta. Ministros da Justiça e da Administração Interna estarão presentes, oriundos da UE, para discutir revisões a nível europeu sobre as leis do asilo e da migração.

Esta será uma oportunidade ideal para a MCE em cooperação com o Presidente da Fundação Maltesa para o Bem-Estar da Sociedade se prepararem para ser anfitriões da próxima conferência sobre “Perdidos na Migração: trabalhando em conjunto para proteger as crianças do desaparecimento”.

Sua Excelência Marie-Louise Coleiro Preca, Presidente de Malta e membro da MCE Patron Council, juntamente com outras organizações que tratam deste tema, estarão presentes para propor recomendações para ajudar as crianças em situação de migração.

A campanha “Falar de quem ninguém fala”, que foi lançada no dia 18 de janeiro tem por objetivo pressionar os políticos no sentido de agirem e procurarem soluções com as autoridades competentes.

Poderão seguir a conferência “Lost in Migration” via www.lostinmigration.eu

Press Release da Direção do IAC: clique aqui

 

Mention the Unmentioned – Campanha sobre Crianças Migrantes da Missing Children Europe

Janeiro 18, 2017 às 10:01 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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30% das pessoas que procuram proteção, na Europa, são crianças. Mais de metade delas são jovens com menos de 14 anos, mas ninguém fala sobre eles.  Façam referência ao primeiro-ministro @alscosta nos comentários ao post para que Ammar não caia no esquecimento. É importante que o primeiro-ministro saiba que contamos com ele para garantir que todas as crianças têm os mesmos direitos independentemente do seu estatuto de migrante. Mais informação em: http://www.mentiontheunmentioned.eu/

O Instituto de Apoio à Criança é membro da Missing Children Europe

Comunicado da Missing Children Europe sobre a morte da Drª Margarida Durão Barroso

Agosto 19, 2016 às 4:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Dear members,

It is with great sadness that we inform you that Margarida Barroso, member of the Patrons’ Council of Missing Children Europe and President of applicant member organisation APCD has passed away after a 2-year fight against cancer. Margarida was one of the founders of the Patrons’ Council of Missing Children Europe and was very committed to protecting children. She will be missed greatly by all those who were close to her. Flowers will be sent on behalf of the members and Board of Missing Children Europe. In the interest of the family, we kindly as you to remain discrete and respect the family’s privacy.

Delphine Moralis

Secretary General

Missing Children Europe

Email: Delphine.Moralis@missingchildreneurope.eu

Rue de l’Industrie 10

1000 Brussels

Tel: +32 2 894 74 86

Website: www.missingchildreneurope.eu

 

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