Livro “Histórias Simples de Pessoas Simples”, escrito e ilustrado por jovens autores do CECD Mira Sintra

Janeiro 28, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.cecdmirasintra.org/index.php/109-ate-ao-limite-do-sonho

Entrega do donativo resultante do lançamento do livro “Erro Crasso” ao IAC-Fórum Construir Juntos

Dezembro 2, 2016 às 1:46 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Decorreu nas instalações do Instituto de Apoio à Criança a entrega do donativo resultante do lançamento do livro “Erro Crasso” (da autora Alexandra Batalha) pelo Presidente d’APP António Martins de Oliveira e pela escritora.

O lançamento deste livro (decorrido na Casa da Mutualidade no dia 7 de abril de 2016) teve assim uma vertente solidária, procurando ajudar o IAC e todo o trabalho desenvolvido pela mesma no apoio à infância.

Apresentação do livro “A análise do bem-estar das crianças e jovens e os direitos da criança” 21 de novembro em Lisboa

Novembro 18, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Livros | Deixe um comentário
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Entrada livre, sujeita a confirmação prévia para:

EAPN Portugal:

fatima.veiga@eapn.pt

Tel. 225420803

 mais informações:

http://www.eapn.pt/eventos/1037/apresentacao-do-livro-a-analise-do-bem-estar-das-criancas-e-jovens-e-os-direitos-da-crianca

Livro “Os Mochinhos da Sabedoria a trabalhar a Atenção” – estimulação cognitiva para crianças da creche e do pré-escolar (2 aos 6 anos de idade)

Novembro 9, 2016 às 6:00 am | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/SandraCostaeEquipa/

https://www.chiadoeditora.com/livraria/os-mochinhos-da-sabedoria-a-treinar-a-atencao

“A humilhação atua por acumulação: quanto maior e mais duradoura, mais paralisante se torna”

Outubro 21, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://expresso.sapo.pt/ de 20 de outubro de 2016.

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Luciana Leiderfarb

O bullying não aumenta porque sim. E a forma de o erradicar envolve toda a comunidade. Compreender e tipificar o fenómeno é um primeiro passo para o combater. O segundo é quebrar o ciclo de silêncio entre os agressores, as vítimas e os seus pares.

Sónia Seixas é psicóloga educacional e investigadora com doutoramento feito na área do bullying. Dos vários livros que publicou sobre o tema destacam-se “Plano Bullying”, em coautoria com o também psicólogo Luís Fernandes; e “Cyberbullying: um guia para pais e educadores”, com Luís Fernandes e Tito de Morais, e prefácio do psiquiatra Daniel Sampaio. A sua abordagem é prática, de intervenção concreta num tecido escolar nem sempre sensibilizado para o fenómeno.

Também professora na Escola Superior de Educação de Santarém, conversou com o Expresso na véspera do Dia Mundial de Combate ao Bullying. Falou de isolamento, de vulnerabilidade, de relações de poder entre pares. Do papel do adulto na solução de um problema cuja escalada não acontece porque sim. De uma criminalização com a que concorda só em parte, apostando acima da tudo na prevenção. Da importância de saber ler marcas e sinais. E confessou-se cada vez mais assustada com o ‘derivado tecnológico’ do bullying, o cyberbullying, em que o perpetrador não se vê e a vítima o é 24 horas por dia.

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Como distinguir o bullying de outro tipo de agressão que possa ocorrer em contexto escolar?

O bullying é sempre um comportamento intencional, cujo objetivo é causar dano físico ou psicológico. Não acontece sem querer. Distingue-se de outros comportamentos agressivos por ser repetido — é um padrão sistemático de intensidade variável — e por implicar desigualdade de poder entre os envolvidos, no sentido em que um domina e o outro se sente submetido e intimidado. Esta disparidade pode ser física — um ser maior ou mais forte do que o outro — ou decorrer de questões de personalidade, como a assertividade, a inibição ou a timidez. Pode também haver disparidade numérica, quando o agressor está protegido por um grupo de pares que o incentiva.

Em que idade o bullying é mais frequente?

Os números são mais elevados a partir dos 13 anos, no 8º e 9º ano de escolaridade. É a idade da entrada na adolescência, em que aumenta a necessidade de afirmação e integração no grupo de pares, e em que podem ser utilizadas estratégias menos amadurecidas de interação com o outro. Nesta fase, os comportamentos de bullying tendem a atingir um pico de incidência, esbatendo-se com a aquisição de maturidade. Quando não diminuem têm em geral configurações mais gravosas.

Qual a importância da intervenção do adulto?

Na minha opinião, o bullying não se resolve sem o adulto, que é importante sobretudo para chegar aos chamados observadores — crianças que observam e são testemunhas do conflito. Estes miúdos precisam de ser sensibilizados, esclarecidos e capacitados para eles próprios poderem intervir. Sendo o bullying um comportamento que tende a ocorrer fora do olhar do adulto, é fundamental que os pares não envolvidos — que são a maioria — tenham consciência da sua posição, da sua vantagem numérica e do poder que adquirem se se tornarem ativos na defesa das vítimas. O adulto pode ajudar na corresponsabilização dos alunos observadores e tornar-se mais presente na supervisão do espaço escolar — aliás, esta é uma das medidas mais eficazes no combate ao bullying. Mas o trabalho começa em casa: é preciso que os pais deixem de dizer aos filhos “não te metas” e os ensinem a agir grupalmente contra uma situação personalizada de agressão.

A que sinais dos filhos devem os pais estar atentos?

Depende da fase de desenvolvimento em que a criança está, porque existem sinais que são típicos do seu amadurecimento psicológico. Há ‘sintomas’ da adolescência que coincidem com os decorrentes de casos de bullying. Os pais têm de ter alguma sensibilidade para perceber se os sinais dos filhos são próprios da idade, se respondem a questões internas do desenvolvimento da criança, ou se o sofrimento está relacionado com fatores externos. Por outro lado, nem sempre os sinais em casa são iguais aos visíveis na escola. Ali, situações como o isolamento no recreio ou o facto de se ser a última escolha nas atividades de grupo dão uma indicação do nível de integração de uma criança e da sua vulnerabilidade. Outro sinal é, por exemplo, aparecer material danificado, extraviado, escondido, sempre do mesmo aluno. Em casa, uma criança que esteve ótima durante o fim de semana e tem dores de barriga ou de cabeça na segunda de manhã desperta alguma atenção, assim como aquela que passa a pedir aos pais para a levarem e a irem buscar à escola quando isto antes não fazia parte da rotina. As marcas físicas, como nódoas negras e ferimentos, são mais difíceis de descobrir do que se pensa, porque muitas vezes ocorrem numa altura em que os pais já não se ocupam da higiene dos filhos — e estes são exímios a esconder-se. Alterações de humor, maior tristeza, abatimento e irritabilidade podem também indicar que se passa alguma coisa na escola.

Fala dos sinais das vítimas. E os dos agressores?

É mais difícil tipificá-los e mostram-se mais na escola do que em casa. Porém, os pais podem supor que o seu filho possa ser agressor na escola se ele em casa manifestar um perfil de prepotência, de necessidade de dominar (os outros e as situações), de dificuldade em sujeitar-se a figuras de autoridade, de mau perder e de problemas para lidar com a frustração. Muito provavelmente, se esse comportamento for visível e preponderante em casa, também o será na escola e com os pares.

Que tipo de feridas psicológicas podem decorrer do bullying?

Depende da severidade e do prolongamento no tempo da agressão — quanto mais severa e mais prolongada, maior a probabilidade de existirem consequências a longo prazo. Depressão, grandes níveis de ansiedade, de medo e de tristeza são frequentes nas vítimas. Depois, a fraca autoestima que decorre da impotência na resolução do problema pelos próprios meios e da humilhação constante. A humilhação atua por acumulação: quanto maior e mais duradoura, mais paralisante se torna. Por isso, se as primeiras respostas dos miúdos vitimizados forem respostas de assertividade, de confiança ou de humor, os agressores desistem e procuram outro alvo. Nesses casos, em geral, a tentativa de bullying não prospera.

Quais os fatores de risco das potenciais vítimas?

O isolamento pode ser um fator de risco, sendo as redes de amizade um fator protetor. Há aspetos pessoais, ligados a um temperamento mais submisso ou mais inseguro. Os agressores em geral são exímios na leitura dos outros e escolhem os que sentem que são mais frágeis.

É coautora do livro “Cyberbullying — Guia para Pais e Educadores”. Este tem sido um assunto cada vez mais estudado, por ser cada vez mais frequente. Como se lida com ele?

O telemóvel é cada vez mais uma ferramenta que dá segurança aos pais, pois permite exercer maior controlo e proteção sobre os filhos. Mas para os miúdos significa coisas completamente diferentes. O que é preciso — porque não há volta a dar quanto à sua utilização — é educá-los. No outro dia estava num encontro sobre este tema e alguém disse que dar um telemóvel a uma criança como quem lhe dá um jogo de Monopólio é o mesmo que deixá-la à noite e sozinha num parque infantil. Não é exagero: os telemóveis têm dispositivos móveis e têm internet, que é uma espécie de descampado sem regras. Os pais às vezes não dominam essa tecnologia tão bem como os filhos. Dar um telemóvel para eles usarem como se dá outro objeto qualquer é deixá-los no escuro, entregues ao perigo.

Quer dizer que o domínio da tecnologia não significa literacia tecnológica?

Exato. Há dias deparei-me com um rapaz que pensava que, por apagar um SMS já enviado do seu próprio telemóvel, também o apagaria do telemóvel recetor. Os miúdos não têm consciência da persistência e da replicabilidade dos conteúdos. Não sabem que enviarem um SMS ou uma fotografia é um ato que, depois de clicar e partilhar, não tem retorno. Criam perfis falsos dos colegas no Facebook ou no Instagram sem qualquer noção das consequências e, a meu ver, têm acesso a essas tecnologias demasiado cedo. O acesso é muitas vezes anterior à educação, à consciencialização para os perigos e para o respeito pela imagem e pela privacidade do outro. Ora, se os ensinarmos, é como se estivéssemos no parque infantil com eles. E esse ensino, essa educação, os pais muitas vezes não estão preparados para a dar.

Assusta-a esta realidade?

O cyberbullying assusta-me mais do que o bullying. É muito mais difícil de tipificar e de controlar. Já não é possível falar em observadores, porque os papéis são muito mais complexos. Tudo pode acontecer e tudo lá fica. O cyberbullying acarreta muito mais sofrimento para as vítimas, nem que seja pelo facto de estarem expostas 24 horas, enquanto na escola só o estão durante o horário escolar.

Fala-se recorrentemente da criminalização do bullying. Concorda?

Tem de ser ponderado o grau de brutalidade da agressão e a idade dos envolvidos. Aliás, a proposta de lei, que existiu e entretanto prescreveu, fixava o limite mínimo de 16 anos. Mas eu concordo acima de tudo com a prevenção, porque estamos a falar de crianças. Se o seu processo de desenvolvimento não foi devidamente acautelado, não as podemos depois criminalizar. A criança não pode ser responsabilizada isoladamente, pois ela está a crescer, precisa de ser amparada, orientada e supervisionada. E não me parece coerente nem justo que crianças sem orientação nem supervisão cheguem aos 16 anos e sejam sujeitas a um processo crime, sem que se assuma a corresponsabilidade dos pais ou dos adultos educadores. Porém, quando não há sinais de negligência e há uma pessoa que em consciência elaborou e levou a cabo um plano contra alguém, isso é diferente. É sempre necessário avaliar o trajeto da criança.

Qual a importância de existir um Plano Nacional de Luta contra o Bullying?

É fundamental. Um plano nacional de sensibilização pode prevenir, até, a necessidade de haver uma proposta de lei que criminalize o bullying. Qualquer ação que seja estendida às escolas do território nacional e que comece o mais cedo possível, de forma a prevenir possíveis evoluções e de tornar a comunidade escolar mais proativa e interventiva, fará com certeza diminuir os níveis de incidência deste fenómeno. Considero que é uma aposta de saúde mental.

 

 

 

Receitas saudáveis para melhorar a alimentação dos seus filhos

Julho 12, 2016 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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texto do Observador de 24 de junho de 2016.

Getty Images iStockphoto

A alimentação nos primeiros anos de vida é fundamental para o estado de saúde individual do bebé e da geração seguinte. Em fotogaleria reunimos 5 receitas saudáveis. http://observador.pt/2016/06/24/receitas-saudaveis-para-melhorar-a-alimentacao-dos-seus-filhos/

Sílvia Silva

Sabia que a nutrição nos primeiros anos de vida é fundamental para uma criança adquirir bons hábitos alimentares? Leonor Cício lançou o livro “Mãe, Quero Mais!” e ajuda-o a inovar na cozinha saudável.

Se as bolachas e os cereais têm um lugar reservado na sua despensa, é (muito) provável que os alimentos processados e os açúcares refinados façam as delícias dos seus filhos. A cozinha de Leonor Cício era igual até ser mãe pela primeira vez e substituir as caixas por frascos de sementes, algas e pastas. “Como mãe, queria dar o melhor à minha bebé”, começa por contar ao Observador. Numa breve visita ao pediatra, descobriu que a nutrição nos primeiros anos de vida é fundamental para programar a saúde futura do bebé, otimizar o desenvolvimento da criança e para esta adquirir hábitos alimentares saudáveis.

Seis meses depois, quando a filha deixou a exclusividade do leite, Leonor aboliu o açúcar refinado e introduziu ingredientes orgânicos. “Sempre achei a alimentação infantil muito redutora. Quão cansativo deve ser para um bebé comer a mesma papa durante meses?”, pergunta. “Por isso, falei com a minha pediatra e comecei a fazer as coisas um bocadinho diferentes.” Isso passou por educar o paladar da mais pequena através de novas combinações de ingredientes em sopas e purés caseiros e em misturas de alimentos que, por norma, as crianças não gostam.

Fábio Pinto

Entretanto veio uma segunda filha e, quando deu por ela, Leonor estava a partilhar pratos saudáveis, dicas e histórias no blogue Na Cadeira da Papa, até reunir algumas receitas sem glúten, sem lactose e sem açúcar para bebés e crianças a partir dos seis meses no livro Mãe, Quero Mais!. Ao todo há mais de 50 lanches, sopas, pratos principais e sobremesas (onde não entra açúcar ou manteiga) aprovadas pelas duas filhas exigentes de Leonor. “Por exemplo, a minha filha mais velha tem quatro anos, não gosta de alimentos processados e exige palitos de cenoura para o lanche”, conta a autora.

“Ao longo dos últimos 50 anos, perdemos o hábito de basear a nossa dieta nos legumes, leguminosas e cereais, fortemente motivados pela massificação de produção de carnes, peixes e derivados. Hoje em dia, deparamo-nos com uma epidemia de doenças derivadas da alimentação, por causa desta mudança de hábito. Quero que as minhas filhas aprendam que um prato integralmente vegetal é tão ou mais rico nutricionalmente que um prato com derivados animais.”

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Quero educar o paladar do meu filho. E agora?

Esta é uma das perguntas que a autora ouve com mais frequência. “Nunca é cedo ou tarde demais para educar o paladar de uma criança”, defende Leonor Cício. “Os hábitos alimentares saudáveis devem começar na barriga da mãe e nos primeiros quatro/cinco anos de vida é quando eles criam bases para seguir um estilo de vida mais saudável.”

Em primeiro lugar, a mãe recomenda que não compre alimentos processados. “Se não comprar, a criança não vai comer. Depois, leve os seus filhos consigo ao supermercado e deixe-os escolher os legumes que querem pôr na sopa para os envolver no processo de confeção. Acredite que vão achar que é a melhor sopa do mundo”, acrescenta a autora. Outra boa dica passa por deixar à vista das crianças (quer nas prateleiras, quer no frigorífico) apenas alimentos saudáveis e muita água. “Assim, se a fome apertar têm sempre bons snacks à mão”.

Escolha uma das cinco receitas saudáveis em fotogaleria e comprove. Há um puré vegetariano de couve-flor e feijão-verde, cuscuz com gema de ovo, gomas de morango e gelado de chocolate e queques de amêndoa e aveia ao vapor que vão deixar qualquer bolacha de pacote envergonhada.

 

Foi lançado este mês o livro “Viver a prematuridade”

Junho 24, 2016 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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“Viver a prematuridade” é um livro de Cláudia Pinto feito em articulação com o Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, que ajuda os pais a lidar com o nascimento de um bebé prematuro através de testemunhos e das palavras de especialistas. O livro é patrocinado pela Associação Portuguesa de Apoio ao Bebé Prematuro – XXS.

Campanha de Crowdfunding para a criação do livro “Talibes – Modern Day Slaves” de Mário Cruz

Maio 28, 2016 às 7:13 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Vencedor do World Press Photo 2016 – 1º Prémio – Assuntos Contemporâneos.

Vencedor do Picture of The Year International (POYi) 2016 – Issue Reporting Picture Story

Vencedor do Prémio Estação Imagem 2016.

Juntamente com a editora FotoEvidence foi lançada a campanha de crowdfunding para a criação do livro “Talibes – Modern Day Slaves” que documenta a sobrevivência de mais de 50 mil crianças escravizadas por falsos professores corânicos, muitas delas traficadas a partir de países limítrofes ao Senegal. Será feita uma edição de 1000 exemplares que contribuirão para a criação de diálogo em torno desta realidade e estarão presentes em escolas e bibliotecas no Senegal e Guiné-Bissau como prova física e informativa de uma tradição subvertida. A campanha tem a duração de 30 dias e termina no próximo dia 9 de junho. O objetivo é angariar 24 mil euros através de contribuições individuais mas também através do apoio de organizações, fundações e associações.

Fica aqui o link para a campanha:  https://www.kickstarter.com/projects/2066133663/talibes-modern-day-slaves-a-photo-book-by-mario-cr

Falar claro sobre consumo de bebidas alcoólicas

Abril 29, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site Educare de 18 de abril de 2016.

Projeto lança manual para que pais, filhos e educadores conversem sobre hábitos que podem ser perigosos. Iniciativa quer chegar a 900 mil jovens e adolescentes.

Sara R. Oliveira

O livro chama-se “Falar Claro: Conversas sobre o Álcool entre Pais e Filhos”, os conteúdos foram elaborados pelo médico psiquiatra e pedopsiquiatra da infância e adolescência António Lorena Trigueiros, validados e certificados pela Direção-Geral de Educação e Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, no âmbito do Fórum Nacional de Álcool e Saúde. Este manual debruça-se sobre um assunto delicado. A ideia é que pais, filhos, professores, educadores, e comunidade, falem abertamente sobre o consumo responsável de álcool e sobre os perigos que os excessos podem provocar a vários níveis.

O Projeto Falar Claro quer chegar a 900 mil jovens e adolescentes. A iniciativa parte da APCV – Associação Portuguesa dos Produtores de Cerveja e deu origem a um protocolo de cooperação assinado com várias entidades, com a Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), a Associação Nacional de Professores (ANP) e o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ). Este projeto encaixa nos objetivos do Fórum Nacional Álcool e Saúde, já que procura contribuir para a redução do consumo nocivo em jovens sem idade legal para o consumo e alertar para um hábito de risco nos jovens maiores de idade.

“O comportamento abusivo dos jovens perante as bebidas alcoólicas, em geral, é um assunto que preocupa a APCV, pois esse consumo irresponsável não só é prejudicial para o indivíduo como também para a sociedade no seu conjunto. É com grande orgulho que APCV, em conjunto com os nossos parceiros – ANP, CONFAP e IPDJ – implementa um projeto válido e capaz de obter resultados reais no combate ao uso nocivo de bebidas alcoólicas por jovens”, refere o presidente da APCV, Rui Lopes Ferreira.

Dentro das suas competências e campo de intervenção, as entidades envolvidas estão a desenvolver ações de formação e sensibilização para que o manual chegue ao seu universo de contactos. A CONFAP, por exemplo, quer que o manual chegue ao maior número de pais e jovens, através da distribuição massiva do manual junto das suas associadas, e vai promover ações de sensibilização. O objetivo é chegar a mais de um milhão de pais e encarregados de educação.

A CONFAP aplaude a publicação do manual de apoio que permite aos pais trabalharem a problemática do álcool em conjunto com os seus filhos. “É preciso falar claro e enfrentar sem tabus nem constrangimentos a existência deste problema na nossa juventude, pois só assim poderemos contribuir para uma melhor informação dos nossos jovens que lhes permita ter uma qualidade de vida mais saudável”, refere Jorge Ascenção, presidente da CONFAP.

A ANP também já arregaçou as mangas e certificou uma ação de formação destinada a professores do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Secundário com o objetivo de fornecer aos docentes informações e ferramentas para a integração do projeto nas suas atividades curriculares. A ação de formação está em curso e já foi concretizada em quatro agrupamentos de escolas, no Norte e Sul do país. Para Paula Carqueja, presidente da ANP, o tema é relevante, “ajuda e provoca conversas, linhas de diálogo, numa triangulação perfeita: pais, alunos/as e professores, onde todos se movimentam de acordo com o seu papel”.

O IPDJ, por seu turno, planeia abranger, já este ano, cerca de 7 mil jovens através da inclusão desta temática, numa metodologia de educação não formal, em mais de 500 projetos de campos de férias do Programa Férias em Movimento e de programas de Ocupação de Tempos Livres (OTL) de curta duração. Augusto Baganha, presidente do IPDJ, adianta que o instituto público “fará a divulgação do manual deste programa junto dos monitores dos programas de ocupação de tempos livres e campos de férias, com o propósito de os motivar a trabalharem com os jovens os temas relacionados com o consumo responsável de álcool e os perigos que decorrem do consumo excessivo”.

 

Apresentação do livro CYBERBULLYING – um guia para pais e educadores

Abril 22, 2016 às 11:02 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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No  dia nacional de sensibilização para o Cyberbullying  que se assinalou a 21 de abril,  foi lançado em Lisboa, na FNAC do Colombo, o livro “CYBERBULLYING- um guia para pais e educadores “de autoria de Sónia Seixas ; Luís Fernandes e Tito Morais , editado pela PLATÁNO EDITORA.

O cyberbullying é um fenómeno emergente que está  atingir muitas crianças e jovens, no entanto, muitos de nós, não estamos conscientes do impacto  negativo que esta agressão virtual que é feita através do recurso às tecnologias de informação, está a causar às suas vitimas.

Este guia para pais e educadores é um excelente manual de boas práticas que a partir de hoje, temos à disposição  para nos ajudar a conhecer, a compreender e a prevenir o fenómeno .

A sessão de apresentação do livro contou com o contributo de  Manuel Coutinho  – psicólogo clinico, Secretário- Geral do Instituto de Apoio à Criança ; coordenador do SOS -Criança e SOS- Criança Desaparecida e de Reginaldo Rodrigues de Almeida – professor universitário, jornalista, co-autor e apresentador do programa televisivo “Falar Global.”

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