Curso Avançado de (In)Sucesso Escolar: Compreender para Intervir

Novembro 30, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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criap

mais informações:

http://www.institutocriap.com/formacao/curso-avancado-de-insucesso-escolar-compreender-para-intervir/ficha-tecnica/Lisboa/#l

Mercado do Brinquedo – Dar uma 2ª mão ao Pai Natal – 5 Dezembro no Príncipe Real

Novembro 30, 2015 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mercadop

mais informações:

https://www.facebook.com/events/780681518731322/

Vamos dar uma 2ª vida aos brinquedos.
Pode doar à Junta de Freguesia para serem vendidos e com o valor angariado, adquirir bens de higiene e saúde para as crianças carenciadas.
Pode vender brinquedos usados , mas em bom estado. Ocupar um espaço de 2MX1M através da doação de uma pequena contribuição que será para o mesmo fim.
Enviar email com nome, contato telefónico e responsável do espaço para: mercadobrinquedo@jf-misericordia.pt  até dia 3 de Dezembro

 

Morte de adolescentes devido à sida triplicou nos últimos 15 anos

Novembro 30, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da RTP Notícias de 27 de novembro de 2015.

mais informações no comunicado de imprensa da Unicef:

O número de mortes de adolescentes devido à SIDA triplicou desde 2000

Nacho Doce Reuters

O número de mortes de adolescentes devido à sida triplicou nos últimos 15 anos, segundo um relatório do Fundo da ONU para a Infância (UNICEF), que é hoje apresentado na África do Sul.

Segundo o relatório, intitulado Atualização das Estatísticas sobre Crianças Adolescentes e Sida, aquela doença é a “principal causa de morte entre adolescentes em África e a segunda principal causa de morte entre adolescentes no mundo”.

“De entre as populações afetadas pelo VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana), o grupo dos adolescentes é o único no qual os números da mortalidade não estão a diminuir”, refere.

O documento salienta também que a África subsaariana é a “região com maior prevalência” e que as “raparigas são de longe as mais afetadas, representando sete em cada dez novas infeções na faixa que têm entre 15 e 19 anos”.

“É crucial que os jovens seropositivos tenham acesso a tratamento, cuidados e apoio”, afirmou Craig McClure, responsável pelos programas globais da UNICEF para o VIH/Sida.

O relatório revela também que dos “2,6 milhões de crianças menores de 15 anos que vivem com VIH, apenas uma em cada três está a receber tratamento”.

As novas estatísticas demonstram que a maior parte dos adolescentes que morrem de doenças relacionadas com a Sida foram infetados há 10 ou 15 anos.

“Essas crianças sobreviveram até à adolescência, por vezes sem conhecer o seu estado em termos de HIV”, salienta.

Em 2000, refere o documento, foram “evitadas perto de 1.3 milhões de novas infeções em crianças” devido aos avanços realizados na prevenção e transmissão de mãe para filho.

O Dia Mundial de Luta Contra a Sida assinala-se a 01 de dezembro. 

 

 

 

 

 

Ação de Formação sobre Mutilação Genital Feminina (7 dez., Lisboa)

Novembro 30, 2015 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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genital

A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e a Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco irão promover uma ação de formação sobre Mutilação Genital Feminina, no próximo dia 7 de dezembro, em Lisboa.

Esta ação de formação destina-se a todas as pessoas que possam ter contacto com a problemática da MGF no âmbito das suas atividades profissionais.

Para se inscrever, envie um e-mail para vitor.almeida@cig.gov.pt , com a indicação do nome completo e local de trabalho, até ao dia 3 de dezembro.

Programa »

 

8 Dicas para criar um filho responsável

Novembro 30, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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8

imagem retirada do link:

https://www.facebook.com/oficialsbie/?fref=photo

Adultos deixam cair as suas carteiras ao lado de crianças para ver o que elas vão fazer

Novembro 29, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.upworthy.com/adults-drop-their-wallets-next-to-kids-to-see-what-they-will-do-its-a-beautiful-experiment?c=upw1&u=3220bd7da33bd02463d6b735cde9de8a5115ce0d

6 things parents and policy-makers need to know about children and the internet

Novembro 28, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://blogs.lse.ac.uk

Zeitfaenger CC BY 2 0

Sonia_Headshot-Photo-150x150Sonia Livingstone has been researching children’s internet use for 20 years, and based on this research and that of many others, she’s come to six evidence-based conclusions that should be of value to parents and policy-makers who seek to maximize the opportunities and minimize the risk of harm. Sonia is Professor of Social Psychology at LSE’s Department of Media and Communications and has more than 25 years of experience in media research with a particular focus on children and young people. She is the lead investigator of the Parenting for a Digital Future research project. 

  1. Internet access as a right. As children go online for longer, ever younger, and in more countries across the globe, the nature of internet use is changing – more mobile and personalized, more embedded in everyday life, harder to supervise by parents yet ever more tracked by companies. As children see it,internet access is now a right, and so, too, is digital literacy. They claim these as rights out of both enthusiasm and necessity – not so much because they value engaging with the internet in its own right, but because they engage with the world through the internet. And this they see as their route to wellbeing now and to better life chances in the future. However, not all online opportunities are automatically translated into demonstrable benefits for children, as too many have gained access to hardware but not know-how, to lessons but no lasting learning, or to chances to express their voices that go unheard.
  2. Addressing the participation gap. Children’s enthusiasm alone is not enough. Even in the world’s wealthier countries, most tend to use the internet primarily as a medium of mass communication, and mainly receive (view, stream, download) content produced by others, most of it commercial. It is only the minority of children – more of them older and relatively privileged – who are genuinely creative or participatory in their online contributions. Many therefore fail to gain the benefit of the internet, and don’t have the chance to see their own experiences and culture reflected in the digital environment. This raises two challenges: (i) to media literacy educators, and the ministries of education that support them, to facilitate creative, embedded, ambitious uses of digital media, and (ii) to the creative industries, to build more imaginative and ambitious pathways for children to explore online and fewer walled gardens, sticky sites and standardized contents.
  3. Beyond digital natives and digital immigrants. In the early days of the internet, parents and teachers tended to feel disempowered as their children knew more about it than they did. But as the internet has become a familiar part of everyday life, the reverse generation gap (in which children’s digital skills outweigh those of their parents’) has tended to reduce, with parents and teachers increasingly able to share in and guide children’s internet use.Evidence shows that if parents are knowledgeable and confident in using the internet themselves, they offer the kind of guidance that children themselves accept as useful (and you can tell if that’s the case by reflecting on whether your child spontaneously shows you, or asks for help with, what they’re doing online). This means more authoritative guidance – sharing, discussing, setting some limits – and fewer top-down restrictions or bans that children are likely to evade. So efforts to build parents’ digital literacy will help parents, children and teachers in using the internet wisely (and that, in turn, might help regulators who prefer not to intervene).
  4. Getting online risk in perspective. Society has become used to media headlines panicking about media risks online, and clinical and law enforcement sources do show that these are real and potentially deeply problematic for a small minority of children. But for the vast majority of children, the online world is no more risky – and perhaps even less risky – than the offline world. Reliable evidence suggests that the incidence of risk of harm for most internet-using children is relatively low – in Europe and the US, for instance, between 5% and 25% of adolescents have encountered online bullying, pornography, sexting or self-harm sites.
  5. Risk is (only) the probability of harm. Research also shows that online (and offline) risks are generally positively correlated – for example, children who encounter online bullying are more likely to see online pornography or meet new online contacts offline, and vice versa. Moreover, offline risk seems to extend (and sometimes get amplified) online, while online risk of harm is often felt (and made manifest) in offline settings. However, not all risk results in actual harm. Indeed, some evidence suggests that exposure to some degree of risk is, for many children, associated with the development ofdigital skills and coping strategies, as children build up resilience through their online experiences. Children are no more homogeneous than the adult population, so a host of factors as diverse as gender norms, family resources and regulatory context all make a difference in the distribution of risk and harm, vulnerability and resilience.
  6. Risks and opportunities go hand in hand. The more often children use the internet, the more digital skills and literacies they generally gain, the more online opportunities they enjoy and – the tricky part for policy-makers – the more risks they encounter. In short, the more, the more: so internet use, skills, opportunities and risks are all positively correlated. This means thatpolicy efforts to promote use, skills and opportunities are also likely to engender more risk. It also means that efforts to reduce risk (by policy-makers, parents and other stakeholders) are likely to constrain children’s internet use, skills and opportunities. This poses a conundrum that demands recognition and careful thought. How much risk is society ready to tolerate to support children’s digital opportunities? And, most important, can governments and industry take action to redesign children’s online experience so as to enhance their well-being and rights?

These points are all illustrated in the graph below, which shows the positive correlation for children in seven European countries between online opportunities and risks in 2010. It also shows the same correlation a few years later. While the overall picture remains similar, we might ask ourselves, how have some countries (e.g. UK and Italy) managed to increase children’s online opportunities without substantially adding to their risks, while other countries have increased children’s opportunities only at the cost of also increasing their risks? And how will societies reach this balance, in different countries and for different children, in the future?

Graphic-for-WEF-Agenda-Blog

NOTES

This text was originally published on the World Economic Forum’s Agenda Blog and has been re-posted with permission.

 

 

withSyria – vídeo de Bansky

Novembro 27, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações.

https://withsyria.com/pt/

Agradecimento a todos os que participaram na nossa ação de Crowdfunding da Agenda IAC 2016

Novembro 27, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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capa_agenda_dt_brincar_006

Queremos agradecer a todos os que tornaram possível a concretização do projeto Agenda IAC 2016 através de doações na nossa ação de Crowdfunding:

Patrícia Leal
Dave Tucker
Noémi Outeiro
Kai Lemos
Manuel Sarmento
Daniel Marques da Silva
Maria Celina Mendes de Carvalho Coelho
Sandra Caldeira
Dolores Estrela Alveirinho
João da Silva Amado
Celia Costa
Asdrubal Pimenta
Natalia Telega
José Brito Soares
Regina Garcia
Joana Inácio
Laura Braga
Elisabete Sales
Francisco Monteiro
Maria João Malho
Ana Paula Ferreira
Abílio Paulo dos Santos
Adelino Pina e Silva
José Tarouca
Teresa Peres
Maria Madalena Figueiredo
Ana e Marc Despault
Carlos Peralta
Gustavo D AVila
Ana Lopes
Luísa Santos
Marta Outeiro
Carla Saldanha
Luísa Maria Lobão da Veiga Moniz
Clara Castilho
Salomé Sousa
Ana Paula Ramalho Correia
Marçal Avelino Marques Mendes
Pedro Pires
Fernando Cardoso
Leonor Silva
Manuel Coutinho
Vasco Alves
Isabel Mota
Sebastian Steeb
Ana Silva
Bernd Dröge
Formandos de Sintra
Dulce Rocha
Matilde Sirgado
Sónia Ventura Teixeira
Soraia Ferreira
Paula Cristina Correia Duarte
Anna Rocha
Susana Campos
Inês Fonseca
Cristina Sousa
Carmen Lopes
António Torrado
Conceição Alves
Ana Cunha
Luís dos Anjos
Mariana Santa-Marta
Melanie Tavares
Sofia Adrião
Liliana Silva
Antonio Sequeira

Não podemos esquecer todos aqueles que manifestaram a sua generosidade de forma anónima.

Bem hajam!

Bullying em idade escolar : qual o papel dos Pais? hoje em Vila Nova de Famalicão

Novembro 27, 2015 às 12:03 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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bullying

mais informações:

https://www.facebook.com/events/978991125476986/

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