Contar – Festival de Contos do Mundo – 22 a 27 de agosto em Beja

Agosto 16, 2017 às 5:35 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.contar-festivaldecontosdomundo.com/

https://www.facebook.com/events/337724233322858/

 

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Sessões sobre os Direitos da Criança 2017

Julho 26, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito do Plano Anual da Comissão Social da Freguesia de Santo António dos Olivais de Coimbra, foram dinamizadas duas sessões relativas aos Direitos da Criança, tendo sido explorado o conto infantil Tanto, Tanto. O Jardim de Infância dos Olivais acolheu a primeira sessão, no dia 5 de junho, dirigida a 3 grupos, num total de 50 de crianças. No Jardim de Infância de Montes Claros, no dia 8 de junho, decorreu a segunda sessão de 124 crianças, divididas em 3 grupos.

Ainda, no dia 8 de junho, visitámos o Sorriso – Associação dos Amigos do Ninho dos Pequenitos, em Coimbra e contámos, a história do Zebedeu, Um Príncipe no Hospital a um pequeno grupo de crianças da creche e pré-escolar. A Brincar, a Brincar se aprendeu a perder o medo de ir ao médico!

Sábados em Cheio na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures em Abril

Abril 1, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20170330160140356.pdf

1º Prémio Nacional do Conto Filosófico para Crianças

Março 20, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Os contos devem ser enviados até ao dia 17 de abril

mais informações:

http://escolasmoimenta.pt/blog/1o-premio-nacional-do-conto-filosofico-para-criancas/

Sábados em Cheio na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures em março

Março 6, 2017 às 10:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cheio

mais informações:

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20170220145603332.pdf

Histórias Curiosas, Canções Saborosas… – 11 de março no Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Março 5, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://a-par.org/

Sábados em Cheio em Janeiro na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures e Tardes Mágicas, na Biblioteca Municipal Ary dos Santos, em Sacavém em fevereiro

Fevereiro 10, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sabados

tardes

mais informações nos links:

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20170207105429830.pdf

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20170203103141003.pdf

Las 25 mejores apps de cuentos interactivos

Fevereiro 7, 2017 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.educaciontrespuntocero.com/ de 13 de junho de 2016.

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por Laura Pajuelo

Los cuentos interactivos son ideales para que los más pequeños aprendan sin darse cuenta, porque creen que están jugando. Estas aplicaciones para tabletas (algunas también compatibles con smartphones) enseñan desde historia hasta tareas diarias o valores.

Yuri y El Calamar Volador en La Isla de Las Tortugas

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El cineasta Iván Cortázar, junto con su hijo de cinco años (y su madre, artista plástica), han creado una serie de cuentos infantiles para iPad y iPhone. Esta primera entrega trata de inculcar el amor por el medio ambiente y la creatividad. Los niños pueden crear al personaje protagonista a su imagen y semejanza, es bilingüe (inglés/español) y ofrece la opción de grabar la narración.

Jugando en el campo; Niní aprende a contar

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Niní, un simpático pequeño Ser que vive en la naturaleza, aprende gracias a su curiosidad por todo lo que le rodea. En concreto, aprende a contar: los niños lo hacen a la vez, llegando hasta el número 10. La historia se compone de 35 escenarios caracterizados por ilustraciones y sonidos que animan de forma interactiva la lectura compartida entre niños y adultos. Está indicado para niños de 2 a 6 años.

Lo que comen los ratones

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Este libro interactivo infantil para iPad está recomendado para niños de 4, 5, 6 , 7 y 8 años. Cuenta la historia de un curioso ratón con problemas de memoria, al que hay que ayudar a la vez que se aprende a leer en español y en inglés. Los pequeños pueden elegir el orden de las escenas y lo que ocurre en ellas para crear su propia historia.

visualizar todo o texto no link:

http://www.educaciontrespuntocero.com/recursos/familias-2/las-mejores-apps-de-cuentos-interactivos/24116.html?utm_content=buffer251b8&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

“Histórias Assim” para ler e partilhar em voz alta

Janeiro 10, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Texto do http://www.dn.pt/ de 30 de dezembro de 2016.

Taffy, a protagonista de dois contos de Rudyard, pelo traço do ilustrador Sébastien Pelon   |  Sébastien Pelon

Taffy, a protagonista de dois contos de Rudyard, pelo traço do ilustrador Sébastien Pelon
| Sébastien Pelon

Com ilustrações de Sébastien Pelon, os 12 contos que Rudyard Kipling escreveu para contar à filha já estão disponíveis em português, num só volume.

Como arranjou a baleia a sua garganta, porque tem o camelo uma bossa, porque é que os rinocerontes têm mau feitio e grandes pregas na pele? A resposta a estes e vários outros fenómenos ou simples acontecimentos do dia-a-dia surge no livro Histórias assim, que reúne doze contos do escritor inglês Rudyard Kipling num só volume.

Não se espere explicações complexas nem muito convencionais. Afinal, trata-se de contos originais de um dos maiores e mais inovadores escritores de literatura infantil, não de um livro científico. E embora com alguma veracidade, muitas das explicações são bastante fantasiosas. E mágicas.

Na origem destes contos que respondem a dúvidas que inquietam as mentes dos mais novos estão histórias que Rudyard, o primeiro autor inglês a ser distinguido com o Prémio Nobel da Literatura (1907), escreveu para à noite contar à sua filha Josephine. E surge no seguimento de O Livro da Selva, a sua obra mais popular, publicada em 1894, dois anos após o nascimento da rapariga. No caso da história protagonizada pelo pequeno Mowgli, num dos exemplares da primeira edição foi mesmo encontrada uma nota que comprovava a identidade do destinatário da produção literária de Kipling: “Este livro pertence a Josephine Kipling para quem foi escrito pelo seu pai.”

A explicação do título, Histórias assim (Just so Stories, no original, publicado em 1902, três anos após a morte da filha), também está relacionada com Josephine: as palavras usadas tinham de ser exatamente aquelas a que ela estava habituada.

E a tradução do livro, de Ana Mafalda Tello e João Quina, recentemente coeditado em Portugal pela Bertrand Editora e pelo Círculo de Leitores, mantém essas mesmas palavras, mesmo que algumas sejam pouco utilizadas atualmente e sendo o livro para um público infantil. Topete, badejo, tamariscos, drávido são palavras a procurar no dicionário antes de iniciar a leitura em voz alta para se ter resposta pronta porque o mais certo é os pequenos ouvintes terem uma curiosidade tão insaciável como o Elefante, do conto O filho de elefante.

Dizer que estas histórias são para partilhar é pôr em evidência a forma como foram escritas, interpelando quem as ouve – “Era uma vez, no fundo do mar, ó Mais-que-Tudo” -, passadas “no princípio dos tempos” ou “há muito, muito tempo” em épocas tão distantes quanto mágicas em que “a pele do rinoceronte se abotoava no ventre com três botões” e o elefante não tinha tromba, “só um nariz escuro e volumoso, do tamanho de uma bota”. E em locais tão reais como o mar Vermelho ou imaginários como “as desoladas Terras Completamente Desabitadas do Interior”, atravessadas pelo “grande, esverdeado e lamacento rio Limpopo” onde “há sorrisos que dão a volta à cara duas vezes”.

Segundo a editora, Ana Lúcia Duarte, do Círculo de Leitores, Histórias assim “tem todos os contos originais, só não se mantiveram os poemas que existiam no final de cada conto, por estarem ligados às ilustrações que o próprio escritor fez e que não são aqui reproduzidas, tendo-se antes optado pelas ilustrações de Sébastien Pelon, ao mesmo tempo doces e cheias de malícia”.

Aliás, estas características das ilustrações acompanham o tom das histórias de Rudyard Kipling que são também pontuadas de bom humor. Veja-se, por exemplo, o nome da protagonista de dois dos contos (Como se escreveu a primeira carta e Como se inventou o alfabeto) Taffimai Metallumai “que significa “Pequena-sem-maneiras-que-merecia-uma surra”; mas nós, Mais-que-Tudo, vamos chamar-lhe Taffy”. Ora, a pequena Taffy é, muito provavelmente, Josephine. E foi ela quem escreveu a primeira carta (desenhada), num pedaço de casca de bétula, com um dente de tubarão. Ela, que também inventou o alfabeto, é apenas uma das muitas personagens “de que o autor troça com ternura, para nos revelar a sua humanidade e as suas fraquezas”, como assinala Ana Lúcia Duarte no prefácio. Para descobrir ao longo desta 110 páginas.

mais informações sobre o livro no link:

http://www.bertrand.pt/ficha/historias-assim?id=17946814

 

 

Sábados em Cheio em Janeiro na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures

Janeiro 6, 2017 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20161229104929360.pdf

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