1º Prémio Nacional do Conto Filosófico para Crianças

Março 20, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Os contos devem ser enviados até ao dia 17 de abril

mais informações:

http://escolasmoimenta.pt/blog/1o-premio-nacional-do-conto-filosofico-para-criancas/

Sábados em Cheio em Janeiro na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures em março

Março 6, 2017 às 10:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cheio

mais informações:

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20170220145603332.pdf

Histórias Curiosas, Canções Saborosas… – 11 de março no Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Março 5, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://a-par.org/

Sábados em Cheio em Janeiro na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures e Tardes Mágicas, na Biblioteca Municipal Ary dos Santos, em Sacavém em fevereiro

Fevereiro 10, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sabados

tardes

mais informações nos links:

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20170207105429830.pdf

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20170203103141003.pdf

Las 25 mejores apps de cuentos interactivos

Fevereiro 7, 2017 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.educaciontrespuntocero.com/ de 13 de junho de 2016.

educa

 

por Laura Pajuelo

Los cuentos interactivos son ideales para que los más pequeños aprendan sin darse cuenta, porque creen que están jugando. Estas aplicaciones para tabletas (algunas también compatibles con smartphones) enseñan desde historia hasta tareas diarias o valores.

Yuri y El Calamar Volador en La Isla de Las Tortugas

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El cineasta Iván Cortázar, junto con su hijo de cinco años (y su madre, artista plástica), han creado una serie de cuentos infantiles para iPad y iPhone. Esta primera entrega trata de inculcar el amor por el medio ambiente y la creatividad. Los niños pueden crear al personaje protagonista a su imagen y semejanza, es bilingüe (inglés/español) y ofrece la opción de grabar la narración.

Jugando en el campo; Niní aprende a contar

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Niní, un simpático pequeño Ser que vive en la naturaleza, aprende gracias a su curiosidad por todo lo que le rodea. En concreto, aprende a contar: los niños lo hacen a la vez, llegando hasta el número 10. La historia se compone de 35 escenarios caracterizados por ilustraciones y sonidos que animan de forma interactiva la lectura compartida entre niños y adultos. Está indicado para niños de 2 a 6 años.

Lo que comen los ratones

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Este libro interactivo infantil para iPad está recomendado para niños de 4, 5, 6 , 7 y 8 años. Cuenta la historia de un curioso ratón con problemas de memoria, al que hay que ayudar a la vez que se aprende a leer en español y en inglés. Los pequeños pueden elegir el orden de las escenas y lo que ocurre en ellas para crear su propia historia.

visualizar todo o texto no link:

http://www.educaciontrespuntocero.com/recursos/familias-2/las-mejores-apps-de-cuentos-interactivos/24116.html?utm_content=buffer251b8&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

“Histórias Assim” para ler e partilhar em voz alta

Janeiro 10, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Texto do http://www.dn.pt/ de 30 de dezembro de 2016.

Taffy, a protagonista de dois contos de Rudyard, pelo traço do ilustrador Sébastien Pelon   |  Sébastien Pelon

Taffy, a protagonista de dois contos de Rudyard, pelo traço do ilustrador Sébastien Pelon
| Sébastien Pelon

Com ilustrações de Sébastien Pelon, os 12 contos que Rudyard Kipling escreveu para contar à filha já estão disponíveis em português, num só volume.

Como arranjou a baleia a sua garganta, porque tem o camelo uma bossa, porque é que os rinocerontes têm mau feitio e grandes pregas na pele? A resposta a estes e vários outros fenómenos ou simples acontecimentos do dia-a-dia surge no livro Histórias assim, que reúne doze contos do escritor inglês Rudyard Kipling num só volume.

Não se espere explicações complexas nem muito convencionais. Afinal, trata-se de contos originais de um dos maiores e mais inovadores escritores de literatura infantil, não de um livro científico. E embora com alguma veracidade, muitas das explicações são bastante fantasiosas. E mágicas.

Na origem destes contos que respondem a dúvidas que inquietam as mentes dos mais novos estão histórias que Rudyard, o primeiro autor inglês a ser distinguido com o Prémio Nobel da Literatura (1907), escreveu para à noite contar à sua filha Josephine. E surge no seguimento de O Livro da Selva, a sua obra mais popular, publicada em 1894, dois anos após o nascimento da rapariga. No caso da história protagonizada pelo pequeno Mowgli, num dos exemplares da primeira edição foi mesmo encontrada uma nota que comprovava a identidade do destinatário da produção literária de Kipling: “Este livro pertence a Josephine Kipling para quem foi escrito pelo seu pai.”

A explicação do título, Histórias assim (Just so Stories, no original, publicado em 1902, três anos após a morte da filha), também está relacionada com Josephine: as palavras usadas tinham de ser exatamente aquelas a que ela estava habituada.

E a tradução do livro, de Ana Mafalda Tello e João Quina, recentemente coeditado em Portugal pela Bertrand Editora e pelo Círculo de Leitores, mantém essas mesmas palavras, mesmo que algumas sejam pouco utilizadas atualmente e sendo o livro para um público infantil. Topete, badejo, tamariscos, drávido são palavras a procurar no dicionário antes de iniciar a leitura em voz alta para se ter resposta pronta porque o mais certo é os pequenos ouvintes terem uma curiosidade tão insaciável como o Elefante, do conto O filho de elefante.

Dizer que estas histórias são para partilhar é pôr em evidência a forma como foram escritas, interpelando quem as ouve – “Era uma vez, no fundo do mar, ó Mais-que-Tudo” -, passadas “no princípio dos tempos” ou “há muito, muito tempo” em épocas tão distantes quanto mágicas em que “a pele do rinoceronte se abotoava no ventre com três botões” e o elefante não tinha tromba, “só um nariz escuro e volumoso, do tamanho de uma bota”. E em locais tão reais como o mar Vermelho ou imaginários como “as desoladas Terras Completamente Desabitadas do Interior”, atravessadas pelo “grande, esverdeado e lamacento rio Limpopo” onde “há sorrisos que dão a volta à cara duas vezes”.

Segundo a editora, Ana Lúcia Duarte, do Círculo de Leitores, Histórias assim “tem todos os contos originais, só não se mantiveram os poemas que existiam no final de cada conto, por estarem ligados às ilustrações que o próprio escritor fez e que não são aqui reproduzidas, tendo-se antes optado pelas ilustrações de Sébastien Pelon, ao mesmo tempo doces e cheias de malícia”.

Aliás, estas características das ilustrações acompanham o tom das histórias de Rudyard Kipling que são também pontuadas de bom humor. Veja-se, por exemplo, o nome da protagonista de dois dos contos (Como se escreveu a primeira carta e Como se inventou o alfabeto) Taffimai Metallumai “que significa “Pequena-sem-maneiras-que-merecia-uma surra”; mas nós, Mais-que-Tudo, vamos chamar-lhe Taffy”. Ora, a pequena Taffy é, muito provavelmente, Josephine. E foi ela quem escreveu a primeira carta (desenhada), num pedaço de casca de bétula, com um dente de tubarão. Ela, que também inventou o alfabeto, é apenas uma das muitas personagens “de que o autor troça com ternura, para nos revelar a sua humanidade e as suas fraquezas”, como assinala Ana Lúcia Duarte no prefácio. Para descobrir ao longo desta 110 páginas.

mais informações sobre o livro no link:

http://www.bertrand.pt/ficha/historias-assim?id=17946814

 

 

Sábados em Cheio em Janeiro na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures

Janeiro 6, 2017 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20161229104929360.pdf

StoryTelling. Contar histórias que causem impacto – Formação no ISPA

Dezembro 19, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ispa

Objectivos 

Reconhecer os elementos centrais de todas as histórias Reflectir sobre a criação de novas histórias, capases de alcançar os objectivos aos quais se propõem

Competências 

Ser capaz de contar histórias que causem impacto

Programa 

Noções básicas sobre o poder das narrativas e do StoryTelling Os quatro tipos de personagens de todas as histórias Os três elementos centrais de toda a narrativa Como escolher uma narrativa central para a sua história As duas audiências possíveis para toda a história

Metodologias 

Participativas, nas quais serão partilhadas histórias reais e fictícias, advindas da Literatura ocidental e oriental, palestras TED e TEDx e experiências reais dos participantes dos cursos

Calendarização

Terça, Março 7, 2017 – 18:30 – 22:30

Quarta, Março 8, 2017 – 18:30 – 22:30

Quinta, Março 9, 2017 – 18:30 – 22:30

mais informações:

http://fa.ispa.pt/formacao/story-telling-novo

Uma história ao adormecer… ou para adormecer

Novembro 6, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto de Mário Cordeiro publicado no http://ionline.sapo.pt/  de 18 de outubro de 2016.

mario

Quem não gosta de ouvir histórias? Quem não gosta de contar histórias? Aprende-se melhor qualquer matéria se for ensinada como se conta uma história, para lá de o enredo poder ser divertido, engraçado, ensinar muita coisa sobre a vida e o percurso de vida, e permitir exercitar a imaginação e a criatividade de pais e de filhos. E é um bom momento em família…

Uma história ao adormecer é uma oportunidade daquelas que não se podem desperdiçar. É uma mistura de ternura, alegria, repouso, encaminhar para o sono e criatividade, e uma excelente ocasião para, estando a criança já deitada, os pais se abstraírem da intrusiva televisão ou do computador, telemóveis e afins, e terem o prazer (e fruí-lo) de estar com os filhos, até porque, inclusivamente, a maioria dos pais referem estar pouco tempo com eles. Além do mais, a história para adormecer é um momento reconfortante, securizante e, portanto, encaminhador para um bom sono… de filhos e de pais.

É já sabido que dormimos melhor quando nos sentimos seguros. A presença dos pais, através da voz e dos códigos interpessoais, ajuda a desenvolver a parte sensível do cérebro, potenciando a tão badalada inteligência emocional. Aliás, é engraçado ver que pai e mãe têm maneiras geralmente diferentes de contar a mesma história: as mães seguem mais o livro e não alteram tanto a voz. Leem, pois (o que já não é nada mau!). Os pais, pelo contrário, talvez dando largas à imaturidade e infantilidade que caracterizam o sexo masculino, inventam e dramatizam, com piadas e vozes teatrais. Não dizem “depois veio o lobo mau”, mas sim “depois, sabes, veio um lobazão enorme, sabes, grrrrrr, com umas dentuças de todo o tamanho; se ele aparecer aqui, a gente dá-lhe um pontapé que ele vai parar ao Japão”.

Por outro lado, do ponto de vista da rotina, em termos de organizar a hora de ir para a cama e ter um sono regular, atendendo a que muitas crianças resistem na hora do deitar, as histórias para adormecer têm um efeito benéfico. A maioria das crianças resistem a ir para a cama por dois motivos: por um lado, o receio de desligar, de perder o controlo, de se entregar ao destino; por outro, porque têm tanta coisa que querem fazer que dormir será encarado como uma perda de tempo. Ainda há os que querem ficar para “deitar os pais”, ou seja, por considerarem que têm tantos direitos como os pais, incluindo a hora de deitar.

Podemos questionar se as crianças de hoje desaprenderam de dormir, eventualmente por excesso de estímulos e pelos horários tardios a que os pais chegam a casa. Não sei se isto acontece mais ou menos agora do que antes, mas sei que os problemas do sono são encarados com maior rigor e é-lhes dada maior importância. Em todas as idades, diga-se. Antes, porventura, fechava-se a porta e a criança que berrasse até adormecer, o que causava desamparos e traumas de vária índole (aliás, alguns pediatras ainda advogam esse “método” que, para mim, é escabroso e trará muitos problemas de desamparo… ou seja, obrigará a outros “divãs” uns anos mais tarde, no gabinete do psicanalista); hoje está-se mais atento às inseguranças infantis, mesmo que por vezes se caia no extremo oposto.

Os horários escolares e laborais e os malfadados TPC não ajudam, acrescidos da intrusividade dos ecrãs e da televisão, que roubam positivamente o tempo todo do serão e ainda ocupam a hora da refeição (se as famílias caírem nessa!). Falando das famílias, aliás, é bom de vez em quando parar para pensar acerca do tempo da sua vida em casa, que pode ser seguramente mais bem organizado, e não consumido com coisas redundantes, sem significado, a ver pela enésima vez as notícias, e atendendo aos ritmos e desígnios dos seus vários elementos.

Curiosamente, as crianças insistem muitas vezes em ouvir as mesmas histórias repetidas vezes, e os contos podem ajudar no sentido de respeitarem o seu limite intelectual e a lidar com a agressividade, a rejeição, os medos, os dilemas, a justiça, a morte e os problemas próprios da idade. Ouvir várias vezes a história é tentar compreender todo o seu enredo e, depois de uma primeira apreciação mais global, ter em atenção os pormenores, que são tão importantes como o tema de fundo. As histórias ensinam-nos muito sobre a vida, o percurso de vida, o bem e o mal, a luta e os conflitos éticos, os medos, etc., mas através de outros heróis que não diretamente a criança. As histórias permitem também aliviar tensões e emoções, e compreender sentimentos e como o mundo funciona, em termos de responsabilidade do que fazemos e do impacto que tem sobre os outros.

Será que um final feliz pode dar a uma criança a segurança de que necessita para dormir com menos angústias? Se sim, como é que depois as ensinamos a lidar com as frustrações do dia-a-dia? Um final feliz dará a certeza de que o bem vence o mal e que a normalidade fica reposta, mas à custa de trabalho, drama, vencendo receios e tendo uma estratégia para a vida. Lidar com a frustração e as contrariedades do dia-a-dia é fundamental, e quase todas as histórias nos ensinam isso, bem como os limites e a ideia de que não podemos ter tudo e que mesmo o que podemos ter não será já. Assim se aprendem a viver as angústias.

Uma outra questão será a de saber como contar histórias aos filhos, antes de dormir, sem que seja uma seca, mas por outro lado sem que se entre num autêntico carnaval. Há um empolgamento que é natural e que não excita, mas diverte. Advogo, pois, que se conte a história com a criança já deitada e pouca luz, para consagrar a mudança do registo que já deve vir de antes da história…

Que temas para as histórias, perguntarão? Bom, a temática vai depender do que elas estiverem a viver na altura e o facto de se privilegiar a história ao deitar prende-se sobretudo com o facto de a família estar mais disponível para desfrutar da companhia uns dos outros e abordar temas do quotidiano, para lá das histórias consagradas dos contos e fábulas infantis.

Qualquer história vale, desde as tradicionais, que devem primeiro ser contadas como foram escritas, ou seja, o bem vence o mal e liquida-o, e depois inventando outras personagens que permitem aos pais enviar recados aos filhos, e a estes, quando se apoderam também da capacidade de delinear enredos, veicularem mal-estares ou até referirem situações pelas quais estejam a passar e que tenham medo de referir abertamente.

As histórias para adormecer são, pois, uma oportunidade e podem ser um momento de gozo, diversão, entretenimento e também de terapia individual e familiar. Vamos a elas?

Pediatra, Escreve à terça-feira

 

 

 

Contos Infinitos na Ludobiblioteca Areia Guincho

Outubro 20, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/Ludobiblioteca.EB1JIAreia.Guincho/?fref=ts

 

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