Pensa nos conteúdos que publicas!

Agosto 26, 2015 às 12:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Pensa em como te podes proteger online!

Agosto 26, 2015 às 6:00 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Iniciativa quer botão que apague o passado online dos jovens

Agosto 18, 2015 às 12:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do site http://kids.pplware.sapo.pt de 3 de agosto de 2015.

pplware

Criado por Marisa Pinto

Atualmente quase todos os jovens têm alguma conta na Internet e, os menos consciente e talvez menos informados, muitas vezes utilizam a Internet para os desabafos mais pessoais, conflitos, exposição de conteúdo mais íntimo, etc.

Assim, uma iniciativa na Grã-Bretanha, pretende que se crie um botão que apague, definitivamente, o passado dos jovens na Internet.

Já imaginaram que bastava clicar num botão para que tudo o que acabaram de publicar na Internet, fosse apagado definitivamente?

Pois é essa a intenção de uma iniciativa da Grã-Bertanha, designada iRights, que defende que os jovens devem ter a possibilidade de apagar facilmente conteúdos que publicaram na Internet e que, com o tempo, ficaram desadequados e que até lhes possam causar vergonha e mal-estar.

Esta iniciativa é apoiada pelo Ministério de Segurança do país para que os jovens tenham poder sobre o que publicam e o que têm no mundo virtual.

Beeban Kidron, líder do projeto, afirma que os adolescentes muitas vezes publicam sem pensar e, por passarem por muitas mudanças sociais e de desenvolvimento, não seria justo serem julgados/criticados por coisas que fizeram ou escreveram quando tinham apenas 14 ou 15 anos.

Kidron é da opinião que o que fazemos na infância/adolescência, não deveria ser marcado permanentemente na Internet pois, nestas idades, a experimentação de situações é mais que normal, pois só assim se aprende e se desenvolve, mas a Internet nunca esquece nem corrige o que lá colocamos.

Assim, o botão para eliminar o passado online pretende dar o poder, aos menores de 18 anos, de determinarem que conteúdos seus querem ver expostos na Internet.

Apesar de as redes sociais, entre outros locais, permitirem que se apaguem conteúdos, estes não ficam definitivamente eliminados na Internet e até há quem guarde as publicações, fotos, etc, muitas vezes para o fim de cyberbullying.

Mas a iniciativa, como seria de esperar, não agrada a todos e alguns especialistas afirmam que será improvável que este botão possa vir a ser criado, implementado e regulado.

Por sua vez, Kidron mostra-se mais otimista e afirma que a tecnologia já existe para a criação do botão… basta agora apenas criá-lo.

Apesar de tudo, ainda têm um longo caminho pela frente, no sentido de conquistar mais adeptos para esta ideia e conseguir o apoio de empresas e instituições para parcerias, como forma de se protegerem os jovens do mundo online.

Nestas parcerias já contam vários nomes fortes como é o caso de bancos internacionais, organizações de comunicação e a comunidade Mozilla.

Nós por cá vamos esperar por mais desenvolvimentos e novidades sobre esta iniciativa.

Concordam com a criação de um botão que elimine o passado digital dos jovens?

 

 

 

Internet nas férias

Agosto 14, 2015 às 9:00 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Artigo de opinião de Daniel Sampaio publicado no Público de 9 de agosto de 2015.

Tempo de férias, tempo para deixar por momentos a Internet.

Sabemos que as novas tecnologias vieram para ficar. São um sinal importante de mudança nas sociedades de hoje e quem as combate dá sinal de uma visão passadista, que não contribui para o esclarecimento sobre a sua utilização, nem ajuda a encontrar soluções quando o uso não é adequado.

As crianças e adolescentes dos nossos dias são utilizadores natos. A Internet permite uma grande autonomia na procura de informação e contribui para importantes mudanças no relacionamento interpessoal, sobretudo com amigos.

Pais e avós sentem por vezes insegurança no modo como devem conviver com a utilização do computador pelos mais novos, tendo em conta que o uso se inicia em idades cada vez mais precoces. É muito importante que o controlo (compreensível) nunca seja feito sob a forma de uma luta entre gerações mas, pelo contrário, possa ser um motivo para o diálogo intergeracional, cada vez mais importante nos nossos dias. O papel das gerações mais velhas é imprescindível para ajudar a seleccionar a informação e a estruturar o conhecimento que daí possa resultar.

Nalgumas famílias, crianças e jovens passam demasiado tempo face a um computador, ou em mensagens sucessivas a partir de um telemóvel. Em muitos casos, há real ausência de alternativas, sem que os utilizadores (pais e filhos) se interroguem sobre o que podem perder quando estão horas seguidas frente a um teclado…

As férias são um momento privilegiado para encontrar essas outras opções. A praia, os passeios, o desporto e mesmo a diversão nocturna constituem ocasiões certas para um afastamento da Internet. Estas alternativas são cruciais para todos aqueles que já evidenciam alguns sintomas de dependência da Internet, o que hoje não é raro em bastantes jovens. Sendo todos utilizadores frequentes, temos de ter especial atenção àqueles que mostram sinais de dependência, como uso imperioso cada vez mais frequente, falta a compromissos escolares ou familiares, fuga a refeições, recusa agressiva a combinações da família ou insónias persistentes, entre outras manifestações. Os jogos online constituem um problema difícil, porque obrigam a comparecer frente ao ecrã a horas que podem levar a conflitos com a família, porque muitas vezes implicam contactos com países distantes.

O cyberbullying (bullying pela net), traduz perseguição sistemática e deliberada de alguém mais forte sobre outra pessoa, muitas vezes a coberto de anonimato. Devemos encorajar as crianças e jovens mais vulneráveis a procurarem ajuda junto de um adulto responsável, quando essas situações surjam. O mal-estar pessoal e social, provocado por estes comportamentos repetidos de humilhação e provocação, é sempre de ter em conta, de modo a evitar possíveis consequências graves no campo da saúde mental. O suicídio é sempre determinado por um conjunto de circunstâncias, mas existem mortes autoprovocadas em que o cyberbullying teve um importante efeito precipitante. Em família, é importante evitar situações de fuga ou dissimulação face à utilização excessiva da Internet: aqui, como em tantas outras situações, pais, avós e filhos devem encarar o problema e encontrar soluções, que passem por uma utilização frequente (inevitável) mas não problemática.

Amigos leitores, aproveitem as férias para encontrar novas formas de convívio familiar. Não tenham medo e ponham a Internet também a descansar.

 

Férias seguras…!!

Agosto 11, 2015 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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férias

mais tiras no link:

http://www.seguranet.pt/pt/tiras-bd-seguranet

A melhor forma de o proteger é evitar que apareça aqui para sempre

Agosto 10, 2015 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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psp

cartaz e texto do Facebook da PSP de 6 de agosto de 2015.

Será mesmo necessário publicar fotos com as caras das suas crianças de forma ostensiva? Proteja-se e pense duas vezes antes de postar uma foto nas redes sociais. #policiasegurancapublica #veraoseguro

Alerta. PSP não quer fotos de caras de crianças nas redes sociais

Agosto 10, 2015 às 11:32 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 10 de agosto de 2015.

clicar na imagem

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Nova ameaça na Net: o rapto digital de bebés

Agosto 7, 2015 às 12:45 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Expresso de 6 de agosto de 2015.

Luís M. Faria

Trata-se de alguém usar imagens de crianças de outras pessoas para fingir que é mãe (ou pai). Ou coisas piores.

Uma recente tendência para utilizar imagens colocadas por terceiros na internet está a preocupar cada vez mais gente. É o chamado “rapto digital”. Essencialmente, trata-se de apropriar imagens de menores, em geral bebés, e fazê-los passar como seus.

Na versão menos perigosa, uma rapariga (são quase sempre adolescentes a fazer isto) apresenta a criança como seu filho e filha e descreve o seu dia-a-dia, numa fantasia de maternidade em que outras pessoas colaboram conscientemente, fazendo comentários sobre o aspeto do bebé, o seu comportamento, etc, ou mesmo assumindo-se eles próprios como pais, adoptando-o…

Isto já é inquietante para os verdadeiros pais, sobretudo a partir do momento em que eles descobrem. Mas por vezes o jogo vai mais longe e as fantasias assumem conotações sexuais. Ou então, a imagem da criança é usada em anúncios publicitários, talvez numa zona longínqua do mundo. Tem havido casos em que os pais descobrem por acaso – algum amigo estava de visita à Austrália e viu o placard, por exemplo. Em muitos outros, provavelmente, nunca se chega a saber.

No caso das fantasias não sexuais, existem determinados hashtags (#babyrp, por exemplo) tradicionalmente associados à prática. Para o resto, a vigilância é mais difícil, até pelo caráter universal da internet, e pela variedade de legislações ao longo do mundo. Aquilo que é crime num país poderá não o ser noutro.

A solução última será os pais evitarem pôr fotos dos seus filhos menores em sites de partilha de fotos como o Instagram – ou apenas fazê-lo quando esses serviços permitirem restringir a visualização das imagens somente a utilizadores conhecidos. E também já há petições a exigir o fim das contas onde tem lugar ‘role play’ com imagens de crianças e adolescentes.

 

Lado negro da internet esconde crimes, fraudes e pedofilia

Agosto 1, 2015 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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texto do site http://grupovioles.blogspot.pt/  de 20 de julho de 2015.

os-niveis-da-internet-deep-web-superficie

O uso da Internet tem crescido ao longo dos anos no Brasil.

Segundo dados da Pesquisa Brasileira de Mídia, realizada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, indica que 76% das pessoas acessam a rede mundial de computadores todos os dias, com uma exposição média diária de 4 horas e 59 minutos de segunda à sexta-feira e 4 horas e 24 minutos nos fins de semana.

De acordo com o estudo, 67% dos internautas buscam informações, 38% utilizam para passar o tempo e 24% em estudo e aprendizagem.

Porém, o que a maioria dos usuários não sabe é que há áreas sombrias da rede mundial de computadores, na qual é garantido o sigilo das informações de quem são as que navegam nesta região, explica a professora de Engenharia Elétrica e Computação, Pollyana Mustaro, da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Para ela, a deep web constitui a parte da internet que pauta-se no anonimato, ou seja, não é indexada pelos motores de busca, sendo que a proposta do software The Onion Router (TOR) é promover a liberdade de expressão em diferentes âmbitos, dentre os quais se destacam o jornalístico, o científico e o político.

Segundo a especialista, neste cenário surgiram então as “darknets”, redes privadas para compartilhamento de informações sigilosas criptografadas.

“Contudo, esta proposta também pode ser utilizada para contravenções e atividades ilegais como terrorismo, pedofilia, experimentos humanos, contratação de assassinos de aluguel, comércio de armas, compra de remédios e venda de dados de cartões de crédito.

Assim, ao mesmo tempo em que se propicia a livre expressão do pensamento, também se estabelecem mecanismos para o funcionamento do crime organizado digital, mas fica a questão, o que o usuário pode fazer para se proteger?”, cogita.

A professora Pollyana detalha que uma das medidas específicas em relação a cartões de crédito, por exemplo, é atentar para o tipo de anexos que são enviados em e-mails, pois podem conter arquivos maliciosos que possibilitam abrir portas no sistema operacional para o monitoramento das atividades do usuário, permitindo capturar o número do cartão e o código de segurança.

Da mesma forma, também se deve observar a certificação digital em sites de comércio eletrônico e atentar para os casos em que se recebe, por exemplo, um telefonema da suposta operadora de cartões para obtenção de informações por meio de engenharia social.

Tais práticas podem permitir a obtenção de dados que, posteriormente, sejam vendidos e/ou veiculados nas “darknets” ou utilizados para outras finalidades.

Fonte: Portal O Debate

 

 

Os pais podem publicar fotos dos filhos no Facebook? Os especialistas respondem

Julho 24, 2015 às 6:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia da http://exameinformatica.sapo.pt de 23 de julho de 2015.

o acórdão citado na notícia é o seguinte:

Acordão de 25 de junho de 2015, processo n.º 789/13.7TMSTB-B.E1

O Código Civil determina: «o retrato de uma pessoa não pode ser exposto, reproduzido ou lançado no comércio sem o consentimento dela». Será esta frase suficiente para inibir os pais de publicarem fotos dos filhos nas redes sociais?

Um acórdão do Tribunal da Relação de Évora lançou a polémica: um ex-casal foi inibido de publicar imagens da filha de 12 anos nas redes sociais. A inibição foi aplicada na sequência de uma disputa pelo direito de tutela da criança, mas nenhum dos pais havia apresentado queixa ou levantado a questão. E o próprio acórdão contém várias passagens de caráter universal. O que permite deduzir que, noutros casos similares, os juízes portugueses poderão aplicar a mesma inibição e lembrar que nenhum pai tem o direito de publicar fotos dos filhos nas redes sociais.

O acórdão está longe de ter gerado o consenso na opinião pública. E mesmo entre os especialistas as divergências estão patentes. Luis Neto Galvão e Manuel Lopes Rocha protagonizam as duas formas de ver a questão: São ambos advogados e ambos conhecem a fundo as questões relacionadas com a privacidade na Internet… mas discordam quando se coloca a questão: terão os pais a legitimidade para publicar imagens dos respetivos filhos menores nas redes sociais?

Luís Neto Galvão, Consultor do Conselho da Europa na Área da Privacidade e Proteção de Dados e sócio da SRS Advogados, mantém a esperança de que o acórdão do Tribunal da Relação de Évora não faça jurisprudência nem sirva de referência para outros casos similares que venham a ser julgados no futuro. «A proteção dos menores, atenta a sua natural vulnerabilidade, em particular no universo online, deve ser assegurada em primeira linha pelos pais. Estes têm o dever de adotar uma conduta responsável, atentos os perigos comprovados que oferecem as redes sociais e a Internet. Mas isso não justifica, por si só, uma proibição como esta, que me parece interferir injustificada e desproporcionalmente com a esfera de ação parental», refere o causídico por e-mail enviado para a Exame Informática.

Manuel Lopes Rocha, advogado da PLMJ, tem uma visão bem diferente e mantém a expectativa de que o acórdão faça sirva de referência futura: «É de elementar bom senso. Penso que o acórdão pode vir a servir de orientação para outros casos que cheguem ao tribunal. A própria lei geral já vai neste sentido. Não se trata de uma questão de ser ou não perigoso para as crianças, mas sim de que as crianças não são propriedade dos pais».

Manuel Lopes Rocha recorda que o direito à imagem é um dos direitos essenciais do núcleo de direitos de personalidade do código civil.

No Código Civil, o artigo referente ao direito à imagem determina que «o retrato de uma pessoa não pode ser exposto, reproduzido ou lançado no comércio sem o consentimento dela». Também estão acauteladas exceções que não exigem consentimento dos retratados, e que estão relacionadas com pessoas que já detêm alguma notoriedade, tenham cargos públicos ou se encontrem em eventos ou lugares públicos.

O Código Civil faz menção ao “comércio”, o que poderá remeter para uma eventual transação, que não ocorre na larga maioria das publicações de fotos de crianças redes sociais. Em contrapartida, a publicação em redes sociais pode levar a foto de uma pessoa para o domínio público. Resultado: tanto os pais como as crianças retratadas acabam por perder o controlo sobre o uso que outros internautas poderão dar a essas imagens, depois de as copiarem ou descarregarem para os seus computadores. E talvez por isso os juízes da Relação de Évora tenham feito questão de lembrar que as redes sociais poderão ser usadas por predadores sexuais que procuram vítimas entre perfis, nomes e imagens que se encontram disponíveis.

Mas há uma questão que o acórdão do Tribunal da Relação de Évora não chega a responder: Se os pais, que têm a tutela, não têm direito a usar a imagem dos filhos, então conclui-se que, tirando as exceções previstas pela lei, mais ninguém terá esse direito de o fazer com quaisquer crianças (ou adultos)… e mais: eventualmente, as próprias crianças perdem o direito de publicar as suas imagens nas redes sociais, uma vez que apenas podem fazê-lo com a autorização de quem as tutela (os pais, que por sua vez, também devem «abster-se de divulgar fotografias», como refere o acórdão da Relação de Évora em relação ao caso que iniciou a polémica).

Luís Neto Galvão lembra que estes casos devem ser analisados à luz do bom-senso: «É claro que as crianças têm direito à imagem e à reserva da vida privada e a partilha de fotos em redes sociais, quer pelos pais quer pelas próprias crianças (distinção que me parece menos clara no acórdão) acarreta riscos significativos. Esses riscos devem ser tidos em conta pelos pais, enquanto representantes legais das crianças. Mas dai até proibir tout court essa publicação parece-me excessivo e desproporcionado, sobretudo por não serem referidas circunstâncias particulares na conduta dos pais que justifiquem uma medida tão drástica».

Manuel Lopes Rocha concorda com o acórdão, mas também admite que a inibição de publicação de imagens de crianças não pode ser levada ao extremo: «Se a foto apenas está disponível para a família ou para os amigos chegados, não haverá mal. O problema é se a foto for disponibilizada a toda a gente, permitindo o acesso universal».

Do mesmo modo que considera que o acórdão da Relação de Évora está bem elaborado, Manuel Lopes Rocha não vê qualquer razão para que se crie uma legislação específica para estes casos.

Numa prova de que a polémica está longe de ficar sanada, Luís Neto Galvão apresenta uma opinião diametralmente oposta e sugere que os responsáveis políticos tomem a iniciativa tendo em conta o «contexto europeu (a Agenda Digital também abrange esta temática), e bebendo na experiência federal dos Estados Unidos da América que, com o Children’s Online Privacy Protection Act (COPPA)».

«O Estado deve ainda apostar fortemente na educação e formação das famílias, de modo a incentivar condutas responsáveis de pais e filhos online. Há projetos meritórios nesta área a vários níveis em Portugal. Falta talvez uma maior coordenação dos vários atores com responsabilidades. Não chega a ação muito positiva da CNPD, com o projeto Dadus. É preciso um envolvimento integrado de outros organismos com responsabilidade na área», acrescenta Luís Neto Galvão.

 

 

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