11 coisas que deve ensinar às crianças para as proteger nas redes sociais

Agosto 18, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site Lifestyle

Os riscos estão à espreita, à distância de um clique. As consequências podem ser sérias, sobretudo para os menos prudentes, quase sempre crianças. Aprenda a construir barreiras quando o risco está próximo. Defenda-se destes riscos cada vez mais reais.

Internet e redes sociais. Duas palavras interrelacionadas tão comuns no nosso dia a dia. Ambas implicam riscos que devem ser do conhecimento obrigatório de quem as utiliza, em particular, os mais vulneráveis: as crianças.

Os perigos associados são grandes. É importante que os compreenda para que saiba como se defender. Por exemplo, a divulgação de informações pessoais é um erro que deve ser evitado. Proteja-se. A vida privada não deve estar exposta nas redes sociais, sobretudo porque pode ser um convite ao abuso e à intrusão.

A nossa privacidade nas redes sociais é regra de ouro, mas a verdade é que poucos a preservam. Há, todavia, outras regras igualmente fundamentais que podem e devem ser seguidas.

Nunca esquecer: os amigos online, nem sempre, correspondem aos amigos da vida real. Se não os conhece, não os faça seus amigos. Amigos dos meus amigos nem sempre são meus amigos. Ensine a criança que na internet, primeiro desconfia-se e depois…desconfia-se, outra vez.

O desconhecimento ou falta de informação podem potenciar no limite, por exemplo, casos cada vez mais comuns, de cyberbullying e sextortion (forma de exploração sexual que emprega modos não-físicos de coerção para extorquir favores sexuais à vítima).

É importante que esteja ciente do que a criança faz online. Respeite sempre a privacidade do menor quando comunica com os amigos, mas nunca deixe de ter a certeza que o caminho é seguro.  Tudo o que é publicado na internet, pode ser mais tarde utilizado contra si. A maioria dos adolescentes navega diariamente pelas redes sociais e acaba por estar exposto, tantas vezes de forma inconsciente, a situações de risco. Há aplicações nos telemóveis que revelam até a localização exata de cada post.

O que se pretende é que ganhem essa consciência e aprendam a defender-se, evitando, por exemplo, as seguintes situações:

  • Usar o nome completo no perfil;
  • Postar fotos de si próprio para a comunidade em geral;
  • Revelar data de nascimento;
  • Identificar a escola que frequenta e a morada de casa;
  • Publicar o local de férias e os locais mais frequentados;
  • Transmitir informações pessoais a supostos amigos da internet;
  • Publicar mensagens ofensivas, embaraçosas e impróprias;
  • Aceitar amizade online de pessoas que não conhece;
  • Partilhar senhas pessoais e dados bancários;
  • Ausência de restrições parentais de navegação em função da idade;
  • Manter as mesmas senhas durante mais do que 6 meses.
  • Outra boa estratégia passa por criar como regra, o uso de computadores, laptops e smartphones, exclusivamente, nas áreas públicas da casa. Evite que sejam usados nos quartos.

Os mais velhos devem dar o exemplo. Estabeleça regras familiares para o uso da tecnologia. Em simultâneo, as regras acordadas devem ser colocadas próximas do computador, num local de fácil acesso para que possam ser lidas enquanto navegam pelas redes sociais, em particular, antes de postar alguma informação.

Por fim, lembre-se que através do histórico, pode saber com quem a criança tem interagido.

 

A Internet e as crianças : riscos e potencialidades – E-Book do CEJ

Agosto 9, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Recursos educativos | Deixe um comentário
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A internet em geral e as redes sociais vieram colocar novos desafios ao exercício das responsabilidades parentais, quer pela facilidade de acesso, quer pelo difícil controlo da segurança.

A redobrada atenção que a todos se exige implica conhecimento e reflexão sobre o que pode estar em causa.

O Centro de Estudos Judiciários, através das acções de formação organizadas pela sua Jurisdição da Família e das Crianças, tem procurado contribuir para esse debate.

O resultado é espelhado em mais este e-book da “Coleção Formação Contínua”.

(ETL)

descarregar o documento no link:

http://www.cej.mj.pt/cej/recursos/ebooks/familia/eb_InternetCriancas2018.pdf

Desafio Momo do Whatsapp – conselhos da PSP

Agosto 9, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da PSP:

Desafio Momo do Whatsapp

Na imagem encontra-se a foto de uma escultura de uma mulher-pássaro, exposta em 2016 numa galeria japonesa, em Tokyo.

A mesma imagem tem sido associada a Momo, um contacto que através do Whatsapp pede para adicionar e entra em grupos de conversação. Recebem-se respostas de cariz ameaçador e perturbador. Estas ameaças levam à extorsão de informação pessoal, incitam ao suicídio e a atos arriscados, pelo que se trata de um isco utilizado por criminosos para manipular as vítimas (jovens) roubar dados e extorquir.

Riscos:

– roubo de informações pessoais;
– incitação à violência e suicídio;
– assédio;
– extorsão;
– perturbações várias decorrentes de manipulação e coação.

Para os pais:

– educar sempre no sentido da responsabilidade no digital, protegendo dados pessoais, passwords e informações privadas;
– educar no sentido de nunca se adicionar contactos estranhos ou desconhecidos, em todas as plataformas;
– acompanhar a atividade dos filhos nos smartphones e tablets;
– incluir regras para um uso moderado;
– em caso de suspeita ou crime, denunciar à PSP.

Recomendação CM / Rec (2018) 7 do Comité de Ministros aos Estados-membros relativa às diretrizes para respeitar, proteger e cumprir os Direitos da Criança no ambiente digital

Agosto 3, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Recommendation CM/Rec(2018)7 of the Committee of Ministers to member States on Guidelines to respect, protect and fulfil the rights of the child in the digital environment

 

Em tempo de férias é preciso manter também a Internet um espaço seguro para os jovens

Julho 30, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Texto e imagem do SapoTek de 18 de julho de 2018.

Os números mostram que os jovens entre os 5 e os 15 anos de idades passam 15 ou mais horas por semana online. Nunca é demais preparar a sua segurança e mostrar os riscos que existem enquanto navegam na Internet.

Em tempo de férias é normal que os jovens passem ainda mais tempo em actividades online, sejam elas ligadas a jogos, outras formas de entretenimento, a ouvir música ou usar as redes sociais. Para os pais esta é uma das preocupações, já que dificilmente conseguem limitar o acesso, ou controlar o tempo de navegação,

O site Internet Segura pode ser um dos pontos de partida para uma conversa mais aprofundada sobre os riscos que existem online, desde o Cyber Bullying às Fake News e outras formas de manipulação.

Se entenderem os riscos, e perceberem a forma de se protegerem, as crianças e jovens vão conseguir ter uma utilização da internet mais segura, mas também vão encontrar referências sobre o que fazer e a quem contactar quando se sentirem ameaçados.

No site encontra informação e vários recursos que podem ser úteis também para pais e educadores para ajudar a tornar a internet um espaço mais seguro para os jovens. E se tiver dúvidas sobre o nível de conhecimento dos mais novos, pode sempre fazer um Quis sobre segurança na Internet, uma forma lúdica de perceber o que é que afinal eles já sabem sobre o tema.

 

 

Lançamento do livro “Alerta Premika! Risco online detetado” em Ponta Delgada

Julho 15, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Livros, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Açores Magazine de 8 de julho de 2018.

 

 

IAC-Açores apresenta livro ‘Alerta Premika! Risco Online Detetado’

Julho 13, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Açores Magazine de 3 de junho de 2018.

mais informações sobre o livro no link:

http://alertapremika.blogspot.com/

 

 

Com que idade as crianças devem acessar redes sociais?

Maio 11, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto e foto da Folha de São Paulo de 25 de abril de 2018.

Para especialistas, é importante respeitar regras das próprias plataformas

Flávia Mantovani

São Paulo

Está nas regras do Facebook, Instagram, YouTube e outras redes sociais: só pode criar conta quem tem ao menos 13 anos de idade. Mas todo mundo sabe que, na prática, não é o que acontece.

Segundo pesquisa de 2017, 86% dos brasileiros de 9 a 17 anos que acessam a internet têm perfil em redes sociais. Entre aqueles de 9 a 10 anos, o índice é de 62% e, de 11 a 12 anos, 76%. WhatsApp e Facebook são as redes mais acessadas nessa faixa etária, ainda segundo o estudo, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br).

“Vemos as crianças entrando nas redes sociais cada vez mais cedo e usando por cada vez mais tempo”, diz o psicólogo Rodrigo Nejm, diretor de educação da associação Safernet. “A internet é a maior praça pública do planeta. Você tem que se perguntar: meu filho já tem maturidade para ter autonomia plena nesse lugar público?”, questiona.

Autora do livro recém-lançado “Como Criar Filhos na Era Digital” (ed. Fontanar, 220 pág.), a psicóloga britânica Elizabeth Kilbey diz que atende cada vez mais pais preocupados com o excesso de uso dos filhos. “Trabalho com crianças com quadros de ansiedade e tristeza porque acreditam que não são tão populares, bonitas ou magras quanto seus amigos nas redes sociais.”
Para a filósofa e escritora Tânia Zagury, os pais dessa geração, que convivem com a tecnologia há bastante tempo, acham que não há problema em deixar o filho entrar nas redes sociais precocemente.
“As crianças só têm acesso porque os pais possibilitam. Eles tendem a achar que seu filho é mais maduro do que realmente é”, diz ela, que lançou em 2017 o livro “Os novos perigos que rondam nossos filhos” (Rocco, 192 págs.).

Segundo os especialistas, a solução não é proibir ou demonizar as redes. É orientar as crianças para que saibam navegar de forma saudável e segura nesse ambiente. E, uma vez que elas tiverem um perfil, monitorar seu uso.

“Supervisionamos nossos filhos muito mais no mundo real do que no virtual”, escreve Kilbey. “A maioria dos pais nem sonharia em dar um pote de biscoito ao filho todos os dias, tampouco deixar que comessem todos os biscoitos que quisessem, como quisessem. Mas muitos pais não pensam duas vezes em dar aos filhos acesso irrestrito a um aparelho digital”, compara.

A recomendação é estabelecer um diálogo transparente com as crianças. “Não é diferente da orientação que se dava antes da internet, de não conversar com estranhos, não divulgar seu endereço”, diz Maluh Duprat, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC-SP. “A internet é o mundo deles, não adianta querer que fiquem fora.”

Veja a seguir orientações dos especialistas para seis dúvidas sobre o tema.

Com que idade devo deixar meu filho criar um perfil nas redes sociais?

Os especialistas não recomendam desrespeitar a norma das próprias redes —quase sempre, a idade mínima é 13 anos. Antes disso a criança pode não ter maturidade para navegar ali.

Mesmo quando ela chegar à idade permitida, vale analisar cada caso. “Posso ver que meu filho de 13 ou 15 anos é imaturo, influenciável, não tem boa autoestima. E por isso achar que não vai fazer bem a ele”, diz Nejm.

Deixar a criança mentir a idade para criar um perfil é, para Zagury, uma “lição de falta de ética”. “Quem age assim ensina aos filhos que, sob certas circunstâncias, é válido fraudar regras”, afirma.

A criança não vai se sentir excluída se não entrar em uma rede social?

O argumento “todos meus amigos têm” pode ser desconstruído facilmente, afirma Rodrigo Nejm. “Os pais explicam que cada família é diferente e que na casa deles, por acharem que aquilo é o melhor, a regra é essa. Isso vale para para tudo.”

Zagury garante que a criança não ficará traumatizada se não usar as redes sociais até os 13 anos: “A pressão social sempre vai existir. Cabe ao adulto ser adulto e decidir o que é melhor para ela”.

Devo ter a senha das contas do meu filho?

Se os pais acham que o filho tem maturidade para criar um perfil, não deveria ser necessário compartilhar a senha —o que não significa deixá-los sem monitoramento. O importante é acompanhar o que eles postam e até, de vez em quando, entrar no perfil junto com eles, e não escondido. “Se você acha que seu filho não deve ter privacidade naquele ambiente, ele não deveria ter rede social ainda”, diz Nejm.

Para crianças mais novas, caso os pais optem por deixá-las usar as redes, podem criar a conta junto com elas e avisar que também têm a senha. Mesmo assim, o melhor é acessar o perfil só com o filho ao lado.

Qual é o problema de as crianças entrarem cedo demais nas redes?

Além de serem mais vulneráveis a desconhecidos que cometem crimes pela internet, elas precisarão lidar com problemas típicos da adolescência sem ter a maturidade para isso. Ficam expostas a um tipo de bullying com alcance ampliado e podem divulgar informações que comprometem a privacidade da família.

Elizabeth Kilbey ressalta que crianças têm mais risco de se tornarem dependentes. “Elas se tornam facilmente hiperfocadas nas redes e deixam de lado outras atividades importantes””, alerta.

Segundo estudos, o excesso de tempo de tela pode atrapalhar o desenvolvimento motor, social e emocional, causar dores e piorar a concentração e o rendimento escolar.

Como saber se tem algo errado acontecendo com meu filho nas redes?

Crianças e jovens que passam por dificuldades como bullying ou abuso na internet costumam mudar o comportamento. Ansiedade, tristeza, variações bruscas de humor, mudanças no sono e na alimentação são alguns sinais. “Eles dificilmente não transparecem quando algo está errado. Se isolam no quarto, não querem mais ir à escola, o rendimento cai”, diz Maluh Duprat.

Se eu uso muito as redes sociais, meu filho fará o mesmo?

Os pais são a primeira referência da criança para tudo. Pais que jantam olhando o celular e checam o Facebook enquanto conversam com os filhos devem esperar o mesmo deles. “É mais comum eu ter que dizer para os pais largarem seus celulares do que para as crianças e adolescentes com os quais trabalho”, diz Elizabeth Kilbey.

O ideal é que regras como não comer com o celular na mesa valham não só para os pequenos, mas para toda a família.

 

Conferência “Cidadania e Segurança digital – Qual o papel da Escola?” 12 maio em Setúbal

Maio 5, 2018 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://e-tech.pt/confe/

 

Descobertas 3300 apps Android para crianças que as espiam

Maio 2, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia e foto do site https://pplware.sapo.pt/ de 16 de abril de 2018.

PEDRO SIMÕES

As questões de privacidade e utilização indevida de dados estão na ordem do dia, pelas razões que todos conhecem. O Android tem sido um terreno fértil para problemas desta área, com falhas que vão sendo corrigidas.

Um relatório lançado recentemente mostrou que mais de 3300 apps para crianças estão a recolher dados indevidamente e a passá-las para terceiros, de forma não autorizada.

As apps criadas para crianças deveriam ter camadas de proteção maior e garantir que estas estavam resguardadas e protegidas. A verdade é que na maior parte dos casos esta situação não acontece e até existem situações em que são ainda piores.

Estas conclusões foram obtidas pela análise de 5855 aplicações, usando um método automático. Desta lista 281 aplicações recolhem informações de contacto ou de localização sem o consentimento dos pais. Esta é uma situação que viola a lei de vários países.

Outras 1100 aplicações partilham informação com terceiros que permite a identificação dos utilizadores e 2281 destas apps violam os termos de serviço de Google, ao partilhar este identificador com o mesmo destino que o Android Advertising ID.

Cerca de 40% das apps transmitiam informação sobre canais sem qualquer medida mínima de segurança e quase todas as apps que usam ligações ao Facebook não usavam as necessárias informações para limitar a utilização a menores de 13 anos.

O foco dos investigadores centrou-se apenas no universo Android e, por isso, não existem informações sobre se este problema está espalhado também na App Store da Apple e que dimensão atinge.

A criação de aplicações em que o foco são as crianças obriga a que existam cuidados adicionais e que devem ser respeitados. A quem controla estas lojas de aplicações é esperado uma maior monitorização, algo que não é simples quando diariamente são adicionadas centenas de apps.

Fonte

 

 

 

 

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