How to prepare your kids for social media

Abril 18, 2016 às 6:00 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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texto do blog http://www.suescheffblog.com de 4 de abril de 2016.

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Sue Scheff

More than 70 percent of teens use more than one social network site, with Facebook being the most popular, reports Pew Research Center. Thanks to the advanced cameras on smartphones like the Samsung Galaxy S6, Instagram and Snapchat are the next two most popular sites with teens. Parenting magazine explains that social media benefits teens by giving them access to more information and increasing their sense of self; however, social media channels also pose threats, such as the sharing of information about illegal substances and the spreading of illicit photos online.

The American Academy of Pediatrics recommends that parents should view the digital world as an environment that’s as meaningful as the physical world their children live in. This means you should talk with your children about social media to ensure they have a safe and enjoyable experience online.

Educate Early

Common Sense Media recommends that you start talking with your children about social media as soon as they go online, which could be as young as preschool age. While young kids aren’t old enough to be on social media sites according to age restrictions, it’s important to instill digital safety principles that they’ll follow once they are on these sites. Explain to your kids that they should not talk to strangers and to only interact with people they know in real life. Let them know that if they’re approached by a stranger online, they should alert you.

Create clear expectations about what information they can share online. Personal details such as their phone number and address should not be posted, but hobbies and interests are OK. Use the network’s privacy settings to ensure it displays the most limited amount of information to the public. Tell your child to avoid contests and giveaways where they need to input personal information to participate.

Once your teens have their own profiles, write a contract together that outlines how they can use the profile. Be sure to include consequences for not using the profile properly. You also may want to include limits on how much time they’re allowed to spend on sites and a limit on how many sites they’re allowed to have profiles on. By involving your children in the process, they’ll be more likely to follow the rules. Examples of what you can include in a contract are outlined by the Family Online Safety Institute.

Determine Your Involvement

For most teens, social networks provide a place where they can talk about their interests and chat with friends. Most teens want privacy online just like they do in real life. If you want to monitor your teens’ tech usage, services such as NetNanny and My Mobile Watchdog let you see all your children’s communications on their computer and smartphone. You can also stipulate in your social media contract that they’re only allowed to use social media if you have access to their passwords and will conduct random check-ins to ensure they’re complying.

Emphasize that what your child puts online, from negative rants to sexy photos, may live on the Internet forever even if they’re erased. According to the 2015 Social Recruiting Survey by Jobvite, 92 percent of recruiters examine social media sites when they’re considering candidates. What your teens post online now could have a detrimental effect on their career and affect their entire future.

Have regular conversations with your kids about their interactions online and how they’re feeling in those environments. Ask who they’re talking to, what they’re talking about and how their interactions are affecting their self-esteem. If cyberbulling occurs, emphasize you’re an advocate who will help fix the problem. Periodically review your contract, and keep evolving it based on new developments to ensure a strong parent-child social media partnership remains intact.

 

Livros infantis que tratam da igualdade, bullying e de como lidar com estranhos na internet

Março 28, 2016 às 12:00 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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texto do site http://www.portalraizes.com

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Série “Sara e sua Turma” será transformados em animação. Com livros presentes em diversos países, série que trata de temas como igualdade e tolerância vai virar desenho animado

Sara é uma menina muito curiosa e vive várias aventuras: descobre valores que nem sempre são ensinados na escola. Tudo embalado com uma boa dose de  humor voltado para o público infantil

As histórias têm como ponto forte dar voz a uma personagem bastante jovem para contar sobre problemas atuais e comuns às crianças.

“Sara é negra, carismática, superbem ilustrada, e vive situações reais de uma criança de sete ou oito anos real, o que faz com que jovens do mundo inteiro se identifiquem”, diz a autora da série, Gisele Gama.

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Cada episódio terá cinco minutos, e a produção da primeira série, com doze episódios, já se iniciou. A série será exibida na internet, na TV Escola e na Playkids.

Lançamento da série previsto para o segundo semestre deste ano:

Sucesso internacional

Com publicações vendidas em todo o país, sendo bastante utilizadas como material para escolas e pais interessados em passar uma leitura educativa para os filhos. A coleção também vem tomando o mundo.  Desde 2012 está presente no exterior, aonde chegou a países como Japão e Cingapura.

Inspiração na vida real

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A escritora usou das experiências de seu dia a dia para dar a vida a uma das personagens mais carismáticas da literatura infantil brasileira. A autora tirou de sua família a inspiração para criar a série Sara e Sua Turma.

Todas as obras têm como personagem principal a filha adotiva de Gisele Gama, Sara, que, hoje, tem 15 anos de idade. Os outros personagens das histórias também são, em sua maioria, pessoas que fazem parte do cotidiano da autora. Raphael e Gabriel, por exemplo, são irmãos de Sara tanto nas histórias quanto na vida real.

As histórias têm como foco trabalhar problemas que fazem parte do cotidiano das crianças: bullying, estranhos na internet, aulas tediosas, brigas entre melhores amigos e rancor são alguns dos temas abordados pela escritora. Cada história é finalizada com soluções sempre positivas e bastante criativas que passam valores muito importantes para a formação dos seres humanos.

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Mais informações no site http://saraesuaturma.com.br/livros.html

 

Cibercrime no Ambiente Escolar – Webinar com Pedro Verdelho, coordenador do Gabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República

Fevereiro 28, 2016 às 1:00 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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Sempre ligado – Vídeo da Seguranet

Fevereiro 27, 2016 às 5:41 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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Sexting – Não divulges imagens de cariz sexual

Fevereiro 24, 2016 às 6:00 am | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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http://www.pantallasamigas.net/

Ação de Sensibilização sobre Internet + Segura em Penacova 26 de fevereiro

Fevereiro 22, 2016 às 9:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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net

https://www.facebook.com/cpcjpenacova/timeline

Conheça os perigos do “sexting” e a forma de os evitar

Fevereiro 20, 2016 às 6:07 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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texto do http://lifestyle.sapo.pt

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Nos últimos anos, o termo “sexting” espalhou-se rapidamente entre os adolescentes e jovens de todo o mundo. Este perigoso fenómeno, que consiste em trocar dados íntimos, seja na forma de mensagem de texto, fotografias ou vídeos através de aplicações como o WhatsApp, Viber, Snapchat ou Skype, pode ter graves consequências para os seus utilizadores.

Os canais de comunicação de hoje em dia permitem um rápido intercâmbio de imagens ou vídeos, fazendo com que muitos destes dados percam a sua privacidade e, inclusive, cheguem às mãos de estranhos. Aliás, muitas das vítimas não têm consciência de que essa informação íntima pode ser desviada sem o seu consentimento, arriscando-se a que seja exposta e até mesmo publicada em páginas web pornográficas. Além disso, no pior cenário, esses conteúdos podem ser utilizados por cibercriminosos para chantagear as vítimas.

Uma das consequências mais graves do “sexting” é os adolescentes acabarem por ser vítimas de bullying por parte dos seus pares. Segundo um estudo recente da Kaspersky Lab, o assédio online é a maior preocupação para 36% dos pais. Além disso, metade deles acredita que as ameaças online aos mais jovens estão a aumentar e 31% pensa que não tem qualquer controlo sobre o que os seus filhos fazem na Internet.

De acordo com Alfonso Ramírez, diretor geral da Kaspersky Lab Iberia, “embora os pais tenham conhecimentos sobre a Internet e possam orientar os seus filhos, o comportamento dos adultos neste mundo é sempre diferente do dos mais novos e muitas vezes imprevisível. O problema não é a diferença de aptidões tecnológicas entre as gerações, mas a falta de conhecimento dos pais sobre a forma como os seus filos usam a tecnologia, sejam redes sociais ou serviços de mensagens instantâneas”.

Eis alguns conselhos sobre como evitar as graves consequências do “sexting”:

  1. Não partilhe fotografias íntimas. Muito menos com estranhos, mesmo que insistam para que o faça.
  2. Não envie conteúdos privados para atrair a atenção da pessoa de quem gosta. Se não for recíproco, essa pessoa pode acabar por divulgar a suas mensagens só por divertimento.
  3. Não use o “sexting” como forma de pregar partidas ou de fazer piada. Este é um assunto sério, que lhe pode trazer muitos problemas.
  4. Não publique fotos íntimas nas redes sociais. Há sempre alguém disposto a usá-las contra si.
  5. Instale uma solução de segurança capaz o/a proteger contra estes perigos, como o Safe Kids da Kaspersky Lab.

Mas o que fazer se estes conteúdos forem tornados públicos? Aqui ficam cinco passos que deve seguir:

1. Não comente as imagens ou vídeos publicados nas redes sociais. Evitará, assim, atrair ainda mais atenção.

2.É possível minimizar as consequências negativas publicando conteúdos positivos nas redes sociais. A melhor forma de fazer frente a esta situação é ignorar todos os comentários que tenham a ver com o incidente.

3. Independentemente da plataforma onde se publicaram estes conteúdos íntimos, recomendamos que alerte o administrador do espaço para o informar que essas imagens ou vídeos foram publicados sem o seu consentimento. Neste caso, a plataforma é obrigada a eliminá-los.

4. Se estas recomendações não forem suficientes, o melhor é contactar um advogado e informar-se acerca da legislação em matéria de proteção de dados pessoais e distribuição de pornografia infantil.

5. Denunciar o delito aos organismos pertinentes, nomeadamente à Polícia Judiciária e Polícia de Segurança Pública (PSP).

 

 

Encontro Nacional SeguraNet – “Faz a tua parte por uma Internet melhor” 27 de fevereiro em Santarém

Fevereiro 19, 2016 às 2:45 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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As inscrições poderão ser realizadas, até ao dia 23 de fevereiro

mais informações:

The Web We Want para Educadores

Fevereiro 9, 2016 às 3:00 pm | Na categoria Recursos educativos | Deixe o seu comentário
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The Web We Want para Educadores” é um manual que reúne um conjunto de recursos de apoio para a sala de aula sobre o uso responsável da Internet e dos dispositivos móveis. Este recurso encontra-se disponível em linha (http://www.seguranet.pt/sites/default/files/www_pt.pdf), em língua portuguesa, e contou com o envolvimento de professores portugueses.

mais recursos no link:

http://www.webwewant.eu/

Oito em cada dez jovens já bloquearam alguém na rede

Fevereiro 9, 2016 às 12:30 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Público de 21 de janeiro de 2016.

Reuters Dado Ruvic

Inês Moreira Cabral

Estudo concluiu que os jovens portugueses têm um controlo activo das suas contas na Internet, e protegem os seus dados na rede: a maioria bloqueia desconhecidos e pede ajuda em situações sensíveis. Campanha de prevenção do Facebook arranca esta quinta-feira.

Em parceria com a plataforma MiudosSegurosNa.Net, o Facebook lançou esta quinta-feira uma campanha de sensibilização para os perigos da Internet, com advertências e ferramentas para um uso mais seguro da web. “Pensa antes de partilhar” baseou-se nos resultados de um inquérito feito a mil jovens, com idades entre os 14 e os 18 anos, e que permitiu definir os seus comportamentos nas redes sociais para melhor contornar as ameaças à sua privacidade.

Levado a cabo pela empresa Netsonda no Verão do ano passado, o estudo Jovens portugueses e o uso das plataformas sociais na Internet questionou os jovens sobre o controlo que mantêm das suas contas, como procederiam em caso de ameaça e como encaram a privacidade na rede e o problema de cyberbulling. Antes de mais, os resultados mostram que este jovens entre os 14 e 18 anos têm em média três contas em redes sociais.

Na generalidade, conclui-se que os adolescentes têm consciência dos contornos e riscos da exposição online. Um dos dados que comprovam essa percepção é o facto de 80% deles já terem bloqueado ou rejeitado “amizades” na rede – e são as raparigas as que mais bloqueiam, sobretudo quando se trata de estranhos.

“Este estudo demonstra que os jovens se preocupam cada vez mais com a privacidade, mas também prova que, às vezes, em certos momentos ou sem dar conta, podem partilhar conteúdos prejudiciais para outras pessoas e gerar situações indesejadas”, afirma em comunicado Natalia Basterrechea, relações públicas do Facebook em Portugal.

Quase todos estes jovens (94%) reconhecem que não é correcta a publicação de fotografias negativas ou embaraçosas de terceiros e 69% consideram que não é correcto publicar fotos sem autorização “mesmo que boas”. Correndo mais riscos, apenas metade dos inquiridos afirma que nunca revelaria a senha da sua conta.

De acordo com o mesmo inquérito, mais de metade já pediu para que fossem apagados conteúdos partilhados na rede a seu respeito e considera importante falar com os outros antes de publicar conteúdos que os possam prejudicar. O estudo avança ainda que 5% dos inquiridos passaram este ano por situações incómodas nas redes socias, dos quais apenas 1,5% consideram que os casos foram graves. E se acontecesse alguma coisa que os incomodasse? O estudo revela que 75% pediam ajuda, sendo que os pais seriam os mais procurados (54%) para ajudar a resolver a situação.

Foi com base nestes dados que a campanha definiu estratégias sobre como lidar com a privacidade dos dados, como reagir perante exposição indesejada e qual a melhor maneira de proceder antes de publicar qualquer conteúdo. Estas informações são também dirigidas aos pais, a quem a maior parte dos jovens admite recorrer no caso de ser incomodado na Internet.

O guia de três páginas “Pensa antes de partilhar” foi já implementado em países estrangeiros, da Índia ao Canadá, e estará disponível online no Centro de Segurança para famílias do Facebook, propondo formas de manter a privacidade dos utilizadores e apresentando soluções para contornar partilhas inadequadas ou ofensivas.

“É importante que unamos esforços para continuar a ajudá-los a fazer um uso cada vez mais responsável da Internet. Foi esse o principal objectivo deste guia ‘Pensa Antes de Partilhar’: oferecer-lhes ferramentas para que partilhem de forma segura e apropriada”, revela Natalia Basterrechea.

O projecto MiudosSegurosNa.Net, que promove junto da comunidade campanhas de sensibilização para minimizar os riscos da exposição de menores no mundo virtual, sobretudo com acções em escolas, tornou-se parceiro da iniciativa da mesma forma que, em 2012, apoiou a Google na criação do “Centro de Segurança Familiar”.

Numa cooperação com seis instituições, este é um projecto dedicado à navegação segura com conselhos sobre software e ferramentas que permitem aos educadores limitar o conteúdo das aplicações e filtrar por temáticas a informação disponibilizada pelos motores de busca.

Estas empresas digitais passam a ter de responder às directivas comunitárias dos países da União Europeia que aprovou, em Dezembro do ano passado, uma revisão à regulação de protecção de dados proposta pela Comissão e que veio criar uma lei pan-europeia que obriga todas as empresas estrangeiras a operar na UE a respeitarem as normas internas de protecção de dados.

A reforma veio ainda dar margem aos cidadãos para protegerem informação pessoal e controlarem o uso dos seus dados por parte das empresas, que passam a poder ser eliminados se assim for desejado. A directiva comunitária continua a obrigar crianças menores de 13 anos – a idade mínima para criar conta no Facebook – a terem uma autorização parental para aderir a redes como o Snapchat e o Instagram.

A proposta inicial era que essa obrigatoriedade fosse aplicada até aos 16 anos, mas com a controvérsia gerada pelas empresas, e pelas organizações de protecção dos direitos das crianças, a União Europeia deixou em aberto a opção a cada Estado-membro para baixar de 16 para 13 a idade mínima permitida para o acesso a dados sem autorização de terceiros.

Texto editado por Hugo Daniel Sousa

mais informações na notícia:

Facebook e MiudosSegurosNa.Net lançam a campanha “Pensa Antes de Partilhar”

 

 

 

 

 

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