Dia da Internet Mais Segura 5 de Fevereiro de 2019.

Fevereiro 5, 2019 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações nos links:

https://www.seguranet.pt/

http://www.internetsegura.pt/

 

Dia da Internet mais Segura 2019 – Seminário “Online pelos Direitos Humanos” 5 de fevereiro na Madeira

Janeiro 30, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://apav.pt/apav_v3/index.php/pt/1931-dia-da-internet-mais-segura-2019

 

 

Curso de formação online “A Cibersegurança nas Escolas”, em formato MOOC – Início 14 janeiro de 2019

Janeiro 6, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

http://www.dge.mec.pt/noticias/tic-na-educacao/abertura-do-mooc-ciberseguranca-nas-escolas

Ação de Curta Duração – Cidadania Digital, 28 janeiro em Coimbra

Dezembro 27, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/events/295942554374481/

Cuidado com as passwords”, avisam Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Dezembro 25, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Miguel Manso

Notícia do Público de 26 de novembro de 2018.

Armadilha Digital é o mais recente livro das autoras de Uma Aventura, que o apresentaram nesta segunda-feira, no Porto, com a ajuda do director da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica da Polícia Judiciária, Carlos Cabreira.

Rita Pimenta texto e Miguel Manso  fotografia

Alertar os mais jovens para “riscos e perigos da Internet” através de uma história com que se identifiquem é o propósito de Armadilha Digital, o quinto livro da colecção Seguros e Cidadania, editada pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS). Protagonistas: passwords fracas.

Quais são elas? As “relacionadas com o próprio nome, nome dos filhos, datas de nascimento, telefones, número de porta, de residência, etc.”. Exemplos que surgem no final da obra, a que se acrescenta ainda recomendações para “evitar o furto de identidade”, como “nunca revelar a palavra-passe a ninguém” ou “evitar disponibilizar os dados pessoais em sites ou plataformas que promovem encontros online, como chats e redes sociais”.

Clonagem de cartões bancários, burlas online, cópias de ficheiros, e-mails falsos e ataques aos sistemas informáticos das empresas e do Estado são outros riscos para que Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada alertam em Armadilha Digital.

As autoras, conhecidas sobretudo pela colecção Uma Aventura, contaram com a colaboração do director da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica da Polícia Judiciária, Carlos Cabreira, e com a equipa do Centro de Investigação para as Tecnologias Interactivas da Universidade Nova de Lisboa.

Ana Maria Magalhães diz ao PÚBLICO: “Podia fazer-se um livro apenas informativo. Mas os textos informativos são apelativos para um reduzido número de pessoas. A maior parte chega a meio e abandona-os.” Por isso, criaram uma história que cativasse o jovem leitor: “Uma história, para arrebatar, tem de criar empatia. Pessoas de quem se goste, pessoas que se odeie, pessoas que nos indignam, atitudes e actos absolutamente condenáveis e outros enternecedores.”

Segundo Isabel Alçada, foi preciso “virar do avesso” os textos informativos que leram. E explica: “Estavam escritos do ponto de vista de quem já sabe e não do ponto de vista de quem está na eventualidade de sofrer um problema.”

Paixão e informação

Vamos à história: um workshop sobre programação numa escola de artes e o fascínio de uma aluna pelo formador dão o mote para uma narrativa que irá revelando os perigos que corremos ao transmitir certas informações a alguém que mal conhecemos.

Sem querermos entrar em muitos pormenores da narrativa, podemos desvendar que familiares da rapariga, Beatriz, hão-de ver-se a braços com crimes de pirataria informática decorrentes da sua ingenuidade e desconhecimento. De caminho, é-nos dado conta de que existem seguros que podem minimizar os danos destes novos cibercrimes.

Descreve Ana Maria Magalhães: “Íamos contando a história e nunca mais chegávamos ao que se pretendia.” Isabel Alçada continua: “Tínhamos de dar lastro às personagens e torná-las próximas do potencial leitor.” Ana completa: “É uma história de amor. Percebe-se que a rapariga está apaixonada e que ele é enigmático.” Isabel prossegue: “Quisemos reconstituir uma realidade que torne nítida a posição de cada personagem…” Ana conclui: “… e que a pessoa sinta: podia ser eu.”

Chegar às escolas

O tema do livro foi proposto, como habitualmente nesta colecção (começou em 2013), pela directora-geral da APS, Alexandra Queiroz, devido ao crescimento “da influência dos recursos digitais nas práticas financeiras e os riscos que isso implica, sobre os quais muita gente não tem noção”, explica Isabel Alçada.

De acordo com a associação, “o objectivo principal é chegar às escolas”, estando estas publicações integradas numa “acção de esclarecimento sobre o que é o seguro, no âmbito do programa nacional de literacia financeira, com a chancela Portugal Seguro”.

O quinto volume, destinado ao 3.º ciclo e secundário, foi lançado nesta segunda-feira justamente numa “escola que tem no seu programa oficial, especificamente, a literacia em seguros”, o Agrupamento de Escolas Fontes Pereira de Melo, no Porto, em associação com a Fundação Cupertino Miranda.

Ambas as autoras admitem que alteraram comportamentos depois deste trabalho. Isabel Alçada: “Mudo as passwords de vez em quando, tenho mais cuidado quando vou ao banco online, tinha os cartões de código todos à vista e agora tenho outro cuidado e atenção.” Ana Maria Magalhães passou a usar “o cartão multibanco só dentro do banco”.

Convidar uma é convidar a outra

A trabalhar juntas desde 1982, quisemos saber se fizeram algum pacto ou contrato que as obrigue a assinar em conjunto. Divertidas, respondem: “Não, não fizemos, é implícito”, diz Isabel. Ana discorre: “Quando os miúdos nos fazem essa pergunta, eu costumo dizer: ‘Nasci com dois braços, seria muito estúpido cortar um para ver como é trabalhar só com o outro. Nós começámos juntas e correu bem. Em equipa que vence não se mexe.”

Durante todos estes anos, sempre que alguém sugere a uma das autoras algum tema ou iniciativa no âmbito da escrita para crianças e jovens, isso significa que a outra também está a ser convidada.

Dizem não estar “fartas” uma da outra, continuam amigas e vão tendo projectos em separado: Ana fez uma autobiografia, Isabel esteve no Plano Nacional de Leitura e escreveu sobre ele a solo.

Isabel Alçada recorre à geometria: “Somos secantes.” Isto para explicar que “a maior parte das actividades é em conjunto, mas depois cada uma tem a sua vida”. Ana: “Estamos óptimas assim. Se estivéssemos todos os dias a trabalhar juntas, ia tornar-se cansativo.”

O processo de trabalho mantém-se a cada novo título: lêem, estudam, investigam, cada uma por seu lado, mas recorrendo às mesmas fontes. Vão conversando, vêem se têm lacunas na investigação e se coincidem na interpretação dos documentos que consultaram. Se têm divergências sobre o entendimento de algo, recorrem a um especialista no assunto. “Depois, inventamos uma história.” Tem resultado.

Ambas ex-professoras de História, Ana já se reformou, mas Isabel ainda não. “Eu já me podia ter reformado, mas o Presidente [Marcelo Rebelo de Sousa] convidou-me para ser consultora para a Educação e eu achei muito interessante. Lá estou.”

Palavras de outros tempos

Durante a leitura de Armadilha Digital, tropeçámos em pelo menos duas expressões que nos soaram estranhas, por remeterem para tempos recuados: “dichotes e remoques” e “lançavam miradas aos seguranças”. Quisemos saber se eram propositadas e se tinham algum objectivo didáctico.

Divertidas, respondem: “Não, não é”, diz Isabel. “Escapou”, acrescenta Ana. E explica: “Muitas vezes escrevemos e depois, pensamos: espera aí, já ninguém diz isto. E cortamos. Há sempre uns que escapam, esses escaparam!”

Isabel: “Temos a preocupação de ver, no caso de o leitor não conhecer o termo, se o contexto o esclarece.” Ana: “Usamos imenso ‘mirada’. Eles tiram pelo sentido, mas temos de ter cuidado porque se não, não percebem a história.”

A compreensão por parte dos leitores sempre esteve nas suas preocupações: “Sempre tivemos a intuição de que, se tivéssemos termos, expressões ou figuras de estilo que impedissem a compreensão do texto, eles abandonavam a leitura.” Isabel lembra como os estudos entretanto realizados provam isso mesmo: “Há uma investigação na área da leitura que demonstra que, se houver, 10% de palavras que eles não conheçam o significado, rejeitam o livro.”

Sobre as frases feitas, Ana Maria Magalhães recorda um miúdo pequenino que “ria às gargalhadas” porque tinha lido a frase até então desconhecida “enquanto o Diabo esfrega um olho”. Logo Isabel Alçada se lembrou de outra criança que também se riu muito quando leu “foi num pé e veio no outro”. Convencido de que tinha ido e vindo “ao pé-coxinho”.

Acabaram por transpor essa ideia para a colecção A Bruxa Cartuxa. “Aproveitámos essas frases feitas, umas mais vulgares, outras menos. Através de magia, acontecem coisas como: ‘Nesta sala está tudo de pernas para o ar.’ E fica mesmo tudo de pernas para o ar. Eles acham imensa piada.”

A terminar, Ana refere: “Mesmo na colecção Uma Aventura, nalgumas reedições, houve termos que tiveram de ser substituídos por sinónimos. Isto por serem palavras que as pessoas deixaram de dizer completamente. Tem de se ter cuidado, estamos em 2018 e não em 1940.”

Desta colecção, Seguros e Cidadania, já fazem parte os seguintes títulos: O Risco Espreita, Mais Vale Jogar pelo Seguro (2013); Catástrofes e Grandes Desastres (2014); Um Perito em Busca da Verdade (2016); Encontro Acidental (2017), ilustrados por Carlos Marques. Em Armadilha Digital, as imagens são assinadas por João Pupo. São livros distribuídos gratuitamente nas bibliotecas escolares em articulação directa entre a APS e os professores bibliotecários.

 

 

 

Websites para os seus filhos visitarem durante as férias de Natal

Dezembro 23, 2018 às 5:18 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Texto do site Internet Segura de 14 de dezembro de 2018.

As férias de natal começam hoje para os mais jovens.

Como tal, o Centro Internet Segura reuniu uma listagem de websites que podem cativar o interesse dos mais jovens durante esse período. É importante manter o equilíbrio entre as horas passadas nas tecnologias e o tempo dedicado à família e amigos, incentivando-os a realizar atividades lúdicas.

https://www.cartoonnetwork.pt/

https://canalpanda.pt/

http://play.barbie.com/pt-pt

http://www.escolavirtual.pt/Pais-e-Alunos/pre/

https://www.tabuadas.pt/

http://www.gameseducativos.com/

Relembramos a importância de acompanhar os seus filhos nestes jogos virtuais, para que, facilmente lhes dê sugestões sobre quais os melhores comportamentos a adotar quando utilizam a Internet.

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Dicas para melhorar a privacidade do seu filho online

Dezembro 22, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site Internet Segura de 5 de dezembro de 2018.

Na semana passada, o Centro Internet Segura (CIS) lançou um artigo focado no conceito de Sharenting (poderá consultar o artigo em https://goo.gl/ApwAoS). Este conceito diz respeito à partilha pelos pais de fotografias dos seus filhos em plataformas digitais como o Facebook.

Hoje em dia, é cada vez mais fácil publicar fotografias dos seus filhos no meio digital, como tal, o Centro Internet Segura reuniu um conjunto de dicas para si, de forma a proteger melhor o seu filho nas redes sociais.

Os hábitos de publicação dos pais podem ser melhorados, com a devida informação.

Primeiramente, altere as configurações do seu perfil e seleccione o tipo de pessoas que podem visualizar a sua informação.

Quando tirar e publicar fotografias desative a função de geolocalizador do seu telemóvel, de forma que a informação sobre a sua localização não seja armazenada na sua fotografia e/ou publicação.

Evite fotografias embaraçosas dos seus filhos. Na altura que está a tirar a fotografia pode achar engraçado, mas imagine o seu filho mais adulto e no que irá sentir quando vir as suas fotografias.

Por fim, não dê informações sobre a rotina dos seus filhos. Fotografias de farda ou com colegas podem ser identificadores da rotina que possuem, expondo-os a utilizadores desconhecidos.

Não se esqueça que o direito à privacidade é a chave para uma internet mais segura.

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Pais devem “calçar os sapatos da criança” quando publicam fotos nas redes sociais

Dezembro 18, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do 24Sapo de 25 de novembro de 2018.

A presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens defendeu que os pais devem ter cuidado quando expõem os filhos nas redes sociais e que é preciso saber distinguir entre público e privado.

Em entrevista à agência Lusa, quando completa um ano de mandato à frente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ), Rosário Farmhouse sublinhou que não pretende dar receitas sobre a matéria, mas defendeu que é preciso saber distinguir entre o que é privado e o que é publico quando está em causa o direito à imagem dos mais novos.

Na opinião da responsável, os pais “podem perfeitamente partilhar nas suas redes privadas” as fotografias dos filhos, já que “os avós gostam, os familiares que estão mais longe gostam muito”, mas devem ter mais cuidado quando a partilha é feita de uma forma pública.

“É imaginarem que é a mesma coisa que, nos tempos antigos, porem a criança numa montra da cidade, por onde passam imensas pessoas que estão a olhar para ela. Querem isso? Não querem isso? Estão a protegê-la?”, questionou.

Rosário Farmhouse não tem dúvidas: “Eu acho que todo o cuidado é pouco e a exposição não beneficia”.

Para a presidente da CNPDPCJ, é preciso ter cuidado para que os pais não transformem a privacidade das suas crianças em algo que é de acesso a todos, lembrando que as crianças não foram consultadas sobre isso e os pais não fazem ideia de que impacto essa exposição terá no futuro nas suas vidas.

Por outro lado, defendeu que a sociedade atual não pode ser uma sociedade em que vale tudo e em que a “desculpa da liberdade” serve para “pisar tudo e todos”.

“Tem que haver mínimos e os direitos fundamentais têm que ser respeitados, e é esse equilíbrio que temos de ir encontrando neste mundo desafiante que é agora o das novas tecnologias”, sublinhou Farmhouse.

Frisou que é preciso “calçar os sapatos da criança” e pensar se a criança vai ou não gostar de se ver nas imagens publicadas: “Tenho confiança que cada um pensará nisso antes de expor as suas crianças”.

Anunciou que a comissão nacional se prepara para apresentar publicamente, no dia 05 de dezembro, um projeto de parentalidade, que vai começar em janeiro do próximo ano, e que tem como objetivo desenvolver ferramentas para o desenvolvimento de “competências parentais positivas” que tornem as famílias “cada vez melhores famílias”.

De acordo com Rosário Farmhouse, o projeto terá a duração de dois anos e é financiado pelo Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POISE).

A responsável disse também que este é um projeto acessível a todas as famílias, que incluirá pequenos jogos e dicas para pais, que será testado nas zonas norte, centro e Alentejo para depois poder ser disseminado por todo o país em 2021.

 

 

Pais e exposição nas redes sociais – Sharenting

Dezembro 11, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto e imagem do site internetSegura de 27 de novembro de 2018.

O risco está sempre à espreita mesmo em situações mais inocentes. Apesar de dividir opiniões, a exposição das crianças nas plataformas digitais pode representar um risco na segurança e privacidade das mesmas resultando no dilema de publicar ou não conteúdos sobre os seus filhos nas redes sociais.
A atividade de sharenting engloba dois termos: “share”, a partilha e “parenting”, a parentalidade. Nasce, portanto, da partilha de informação, seja através de fotografias ou da partilha de outros aspectos identificadores da criança como a idade, sexo e o nome, em plataformas digitais como o Facebook. Basta apenas um click para recordar mais uma memória do seu filho num momento de felicidade.
A partilha costuma ser recorrente, e uma das principais razões coloca-se pelo distanciamento de alguns familiares na vida da criança. Porém, é importante pensar antes de publicar, fazendo-o com consciência e bom senso.
Apesar da partilha parecer inofensiva é necessário sensibilizar para o conhecimento dos riscos a que podem estar envolvidos, e cuja publicação permanece para sempre online. A pegada digital a que a criança é submetida pode resultar no controlo por parte de indivíduos cujos contornos podem ser maliciosos.
Ao longo da semana iremos realizar um conjunto de dicas para a segurança do seu filho, assim como uma lista de riscos a que pode estar a colocá-los.

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Alerta utilizadores Android: Não instale nenhuma destas 9 Apps direcionadas para crianças

Dezembro 5, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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pplware

Notícia e imagem do pplware de 22 de novembro de 2018.

São vários os alertas que temos publicado direcionados para os utilizadores que usam smartphones e tablets Android! Infelizmente a Google não tem conseguido manter a sua loja de aplicações para Android limpa de malware e as recomendações para não instalar determinadas app surgem das mais diversas empresas de segurança e utilizadores.

Lukas Stefanko, investigador da ESET, denunciou recentemente a existência de vários jogos, disponíveis na Google Play Store, que possuíam malware. Agora o investigador alerta para a existência de 9 apps, direcionadas para crianças, que também elas possuem malware.

De acordo com um tweet, Lukas Stefanko revelou existirem 9 apps maliciosas que são direcionadas para crianças. Segundo o investigador, estas apps já foram instaladas 23 mil vezes e nesse sentido é importante alertar os utilizadores para não procederem à sua instalação ou então, caso já tenham instalado, proceder à sua remoção. O nome das apps encontra-se no próprio tweet.

Tal como outras aplicações, estas apps escondem-se a si próprias e depois apresentam publicidade. Vejam no vídeo seguinte como tudo funciona.

Se já instalou alguma destas apps deve proceder urgentemente à sua remoção.Para tal basta ir as Definições>Gestor de aplicações, selecionar a app/jogo e remover.

Se é utilizador Android, esteja atento ao que lhe aparece na loja de aplicações oficial, pois, nem todas as apps são fidedignas. A Google tem aqui um grave problema que terá de resolver com a maior brevidade para garantir a credibilidade do seu serviço a este nível!

Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

 

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