Porque eles são o Futuro a sua segurança sempre em primeiro

Março 31, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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AJUDE-NOS A AJUDAR!

Março 31, 2016 às 3:50 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mês Azul | Na Palestra com… em Rio Maior com a participação de Melanie Tavares do IAC

Março 31, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, irá participar na palestra pelas 10.15h com a comunicação “Quando os maus, tratam”.

informações e inscrição no link:

https://www.facebook.com/pages/CLDS-Rio-Maior/353336618142072

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Ação de formação “Sinais de Alerta no Desenvolvimento da Linguagem e da Fala em Crianças da Educação Pré Escolar “

Março 31, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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NA09 SINAIS de ALERTA no DESENVOLVIMENTO da LINGUAGEM e da FALA em CRIANÇAS da EDUCAÇÃO PRÉ ESCOLAR
PORTO ( local a designar em breve)
DIAS: 9, 16 de abril, hor
ário: 9h30/13h30
Destinatários: Educadores(as) de infância, alunos do Curso de E.Básica, outros interessados.
INSCRIÇÃO:
http://apei.pt/formacao/ficha-inscricao/
Mais inf: http://apei.pt/formacao/plano-formacao/index.php?idf=679
Formadora:Carla Silva
Modalidade
Curso
Nº de Horas
8
Conteúdos
– Componentes da Linguagem e Fala;
– Sinais de alerta;
– Estratégias.
VALOR A PAGAR: Associados: 20€; Não Associados: 28€

 

Há mais pessoas a pedir ajuda por sofrerem agressões dos filhos

Março 31, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Público de 28 de março de 2016.

O relatório citado na notícia é o seguinte:

Relatório Anual 2015 : Estatísticas APAV

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Andreia Sanches

Relatório de 2015 da APAV é divulgado nesta terça-feira. Mostra que, por dia, quase três pessoas com 65 ou mais anos, três crianças e jovens e 14 mulheres são vítimas de crime ou de outra forma de violência.

Não é um fenómeno novo, mas no ano passado a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) lidou com mais casos de pessoas que tinham sido — ou eram ainda — alvo de alguma forma de agressão por parte dos filhos: 819, ou seja, mais de duas vítimas por dia.

Aliás, se tivermos em conta todas as relações de consanguinidade (avós, filhos, netos, pais/mães, irmãs/irmãos e outros familiares próximos), contabilizam-se perto de 2300 casos. É qualquer coisa como um quarto de todos os acompanhados pela associação, lê-se no relatório anual da APAV, referente a 2015, que será divulgado nesta terça-feira.

A face mais visível do trabalho da APAV é a violência conjugal — e percebe-se porquê: a violência nas chamadas “relações de intimidade” (envolvendo companheiros, maridos e mulheres, ex-maridos e ex-mulheres, namorados, actuais e antigos) representou 58,4% das situações com as quais a associação lidou. Mas também há cada vez mais relatos em que os filhos são apontados como agressores: 687 em 2013; 706 em 2014 e, como já se viu, 819 em 2015. Aliás, as situações em que os pais são agressores (1104) baixaram ligeiramente (7%), enquanto o número de agressores filhos subiu (16%).

João Lázaro, da direcção da APAV, admite que o grande factor que explica isto é a crescente sensibilização das pessoas — as campanhas a alertar para a violência contra os mais velhos, nomeadamente por parte de filhos e outros parentes próximos, estarão a surtir algum efeito e há mais gente a procurar apoio.

Bullying sobe 45%
Todos os anos, a APAV — uma instituição particular de solidariedade social, sem fins lucrativos — faz um relatório com o balanço da sua actividade, que se centra muito, mas não só, no apoio directo a quem é vítima de qualquer tipo de crime. Os números globais de 2015 são estes: foram apoiadas 9612 vítimas directas e contabilizados um total de 23.326 crimes (uma vítima pode ser ou ter sido alvo de vários crimes) ou outras formas de violência (o bullying, por exemplo, não está tipificado 1040091enquanto crime, mas é uma forma de violência).

 Algumas médias calculadas no relatório: por dia, quase três pessoas com 65 ou mais anos, três crianças e jovens e mais de 14 mulheres, entre os 18 e os 64 anos, são vítimas de crime ou outra forma de violência. Isto tendo em conta apenas o número das que procuraram apoio na associação. Homens, são uma média de 2,1 por dia.

“De 2013 para 2015, registou-se um aumento superior a 8% no número de processos, crimes e outras formas de violência e vítimas”, prossegue o documento.

Alguns tipos de violência ganharam terreno: a chamada violência doméstica, de longe a mais frequente, subiu 10,6%, num ano. São quase 19 mil os crimes contabilizados. Os casos de stalking (445) subiram 30,5% — as vítimas de “assédio persistente”, o termo português mais comum para stalking, são em geral mulheres, têm à volta dos 40 anos e um diploma superior. E os relatos de bullying (134) cresceram ainda mais: 46%. O perfil da vítima de bullying desenhado pela APAV é este: uma idade média de 18 anos, com predomínio das raparigas (52% dos casos), que apontam um colega de escola (em 60% dos casos) como autor das agressões.

Já os crimes de violação baixaram 38% (de 139 para 86) e os de abuso sexual de crianças sofreram pouca oscilação (de 106 para 102).

Relações gay
O relatório de 2015 contém algumas novidades. Uma delas é traçar, pela primeira vez, o perfil das vítimas de violência doméstica em casais de pessoas do mesmo sexo. A APAV atendeu 131 casos deste tipo — 57 vítimas-homens e 74 vítimas-mulheres.

O perfil dos homens que foram vítimas numa relação gay e que recorreram à associação é este: tem, em média, 46 anos (é um pouco mais jovem do que os 388 homens-vítimas em relações heterossexuais); em 36% dos casos tem o ensino superior; em 41% dos casos é casado ou vive em união de facto e uma minoria (38%) está inserido numa família nuclear com filhos (o que não se passa nas relações heterossexuais, onde a maioria relata viver em agregados com filhos).

Quanto à mulher que é vítima numa relação gay tem, em média, 44 anos (um pouco mais velha do que a média das mulheres-vítimas em relações heterossexuais), em 52% dos casos é casada, seis em cada dez estão inseridas num agregado com filhos, 42% têm o ensino superior.

“A violência assume formas muito diversas e tem actores muito diversos”, explica João Lázaro. Os perfis das vítimas mostram isso mesmo. Atente-se, ainda, a mais dois tipos de vítimas muito distintos: as crianças acompanhadas são em geral do sexo feminino (54,6%) e têm uma idade média de 9,9 anos; os idosos são também, na sua maioria (80,5%), mulheres, têm em média 75,4 anos e quase sempre (mais de 90%) estão reformados.

Muitas vítimas contactam a APAV apenas uma vez, para pedir informações. O telefone é escolhido em 60% dos casos (a linha de apoio 116 006 funciona gratuitamente das 9h da manhã às sete da tarde). Mas muitas são acompanhadas ao longo do tempo (ver texto “O caso mais antigo que Maria acompanha é de um miúdo com 13 anos“), nomeadamente para receber o apoio de um psicólogo habilitado. A associação fez um total de 34.372 atendimentos em 2015.

De resto, na maior parte das vezes o que as pessoas têm para relatar são casos de violência continuada (75%). E, no entanto, apenas 39% das vítimas declararam ter apresentado queixa às autoridades — uma percentagem que se mantém baixa, tal como no ano passado.

 

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Lançamento do livro “Solta-se um beijo… gosto de ti!” 8 de abril Centro Escolar Solum Sul Coimbra

Março 30, 2016 às 8:30 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Alunos que frequentam o pré-escolar mais do que um ano chumbam menos

Março 30, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 28 de março de 2016.

Isabel Leiria

Em duas décadas a taxa de pré-escolarização das crianças com 5 anos passou de 53% para 96%

A frequência do pré-escolar faz a diferença? Olhando para a percentagem de chumbos registada entre quem andou num jardim-de-infância durante um ano ou mais e quem só se estreou na escola aos 6 anos tudo indica que sim.

Os investigadores do projeto Aqeduto, apoiado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, cruzaram vários dados do PISA e concluíram que 29% dos alunos com frequência de um ano ou mais de pré-escolar chumbaram pelo menos uma vez até aos 15 anos. Mas essa taxa dispara para os 46% entre os estudantes da mesma idade que não andaram no jardim-de-infância. Ou seja, concluem os investigadores, “estes resultados parecem suportar a ideia de que a influência do pré-escolar se torna mais visível quando as crianças o frequentam por um período mais prolongado”.

Recorde-se que Portugal tem uma das mais altas taxas de reprovação da OCDE: até aos 15 anos, um em cada três alunos chumbou pelo menos uma vez.

Estes resultados são discutidos hoje ao final do dia, no CNE, na apresentação deste que é o quarto estudo desenvolvido no âmbito do projeto Aqeduto. Encontrar explicações para as variações dos resultados dos alunos portugueses nos testes PISA (realizados nos países da OCDE de três em três anos) é o objetivo.

Mas se mais anos em ambiente escolar estão associados a resultados mais altos na avaliação nacional, os investigadores já não encontraram essa relação no que respeita ao desempenho dos jovens na literacia em leitura avaliada no PISA. “Verifica-se uma melhoria subtil dos resultados dos alunos que frequentaram o pré-escolar, embora este impacto não seja determinante”, concluíram.

O que é evidente é a evolução que o país registou nos indicadores de frequência do pré-escolar. A taxa de pré-escolarização para crianças de 5 anos passou de 53% em 1990 para 96% em 2013. E quem beneficiou mais deste alargamento da rede foram as famílias dos estratos socioeconómicos e cultural mais baixos.

Ainda assim, há diferenças assinaláveis entre classes. Se, em 2012, 94% das famílias com estatuto socioeconómico alto tinham os filhos em idade pré-escolar num estabelecimento de ensino, em relação aos agregados com estatuto baixo esse valor estava nos 80%.

 mais informações:

aQeduto: Avaliação, qualidade e equidade em educação

 

 

 

Sábados em Cheio em Abril na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures

Março 30, 2016 às 1:32 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20160329144135966.pdf

Seminário – 6ª Campanha de Prevenção de Maus Tratos a Crianças e Jovens Silêncio???…Não!!! – 13 de abril em Leiria

Março 30, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições são gratuitas, mas obrigatórias devido à lotação do espaço. As inscrições poderão ser efetuadas através do e-mail

seminario.lacoazul.leiria@gmail.com

 

mais informações:

https://www.facebook.com/events/1842021365938898/permalink/1842986022509099/

 

6ª Noite de Encantar – Contos e oficinas na Biblioteca Municipal de Belém

Março 30, 2016 às 9:02 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito do projeto LER EM TODO LADO, apresentamos 6ª edição da NOITE DE ENCANTAR

2 de abril | às 20H30 | Biblioteca de Belém Para crianças dos 4 aos 10 anos, acompanhadas de um adulto “Numa casa antiga, num ambiente mágico rodeado de livros, há uma noite cheia de histórias …”

PROGRAMA 20H30 

Receção aos participantes

21H00

O Capuchinho vermelho

Nesta noite especial vamos conhecer um importante elemento da família do Capuchinho. Querem conhecer?

 

Os Três porquinhos

Uma casa de palha, uma casa de madeira e uma casa de tijolo. Vamos construir casas de…

 

A Gata Borralheira

À meia-noite o relógio toca e o sapatinho ganha vida!

 

A Carochinha

Era uma vez uma linda Carochinha que queria muito casar. Vamos ajudá-la a ficar mais bonita!

 

22H30

Branca de Neve e os 7 anões

Eu vou eu vou

Para casa agora eu vou

Parara-tim-bum

Parara-tim-bum

Eu vou eu vou

Para a mina agora eu vou

 

23H00 Canção de embalar

 

Entrada gratuita, mediante inscrição prévia.

Tel: 218 172 580

E-mail: bib.belem@cm-lisboa.pt

Rua da Junqueira, 295 / 7

1300-338 Lisboa

 

Transportes

Eléctrico: 15

Autocarro: 714, 727 e 751

 

 

 

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