Dia Mundial da Criança: entrevista a Manuel Coutinho do Instituto de Apoio à Criança

Julho 18, 2017 às 11:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Entrevista da Agência Ecclesia ao Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no dia 1 de junho de 2017.

Say No! – A campaign against online sexual coercion and extortion of children – Vídeo legendado em português

Junho 28, 2017 às 9:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.europol.europa.eu/activities-services/public-awareness-and-prevention-guides/online-sexual-coercion-and-extortion-crime

 

Online child sexual coercion and extortion of children – looking for sexual material and your money

Junho 25, 2017 às 6:49 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.europol.europa.eu/activities-services/public-awareness-and-prevention-guides/online-sexual-coercion-and-extortion-crime

Los Riesgos de las Redes Sociales – Vídeo

Junho 3, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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“Jovens estão saturados de discursos centrados nos riscos da internet”

Fevereiro 21, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://tek.sapo.pt/ de 7 de fevereiro de 2017.

tek

O cenário é semelhante em várias idades. Logo desde os mais pequenos (alguns com menos de 3 anos) e até aos mais velhos, é cada vez mais frequente encontrar os jovens portugueses de olhos colados aos ecrãs, como prova um estudo realizado por uma equipa de investigadores da FCSH/Nova para a ERC.

Hoje dominam os smartphones e os tablets onde há 10 anos pontuavam os portáteis Magalhães, mas os desafios vão crescendo com novas tecnologias, modas das redes sociais e conteúdos mais visuais, mas também a tendência para expor mais da vida privada online.

Como podem os pais e educadores gerir a relação dos mais jovens com as tecnologias? Devem proibir e limitar o tempo de utilização, que rouba muitas vezes espaço ao estudo e a outras atividades, mas também tempo de socialização com a família e amigos, e horas de sono?

O estudo realizado para a ERC dá outro tipo de recomendações, com estratégias flexíveis, adequadas à idade, nível de competências e a própria personalidade dos jovens, e da sua tendência para arriscar. “Estratégias restritivas resultam numa limitação do acesso a oportunidades, pelo que a mediação deve privilegiar a capacitação para a resolução de problemas e a resiliência”, refere o estudo entre outras recomendações.

Cristina Ponte, uma das responsáveis pela investigação, explica ao TeK que, por uma questão cultural, os povos do Sul da Europa apresentam mais receios sobre os conteúdos online, sobretudo os de cariz sexual. Habituada a discutir em fóruns europeus os temas relacionados com a segurança na internet, a investigadora refere que esta é uma das grandes preocupações dos educadores portugueses, a par com o contacto com estranhos, que não tem eco nos países nórdicos.

“No norte da Europa a educação privilegia a autonomia. No Sul a tendência é para sermos mais protecionistas”, justifica. O espírito de que o bom pai e a boa mãe são os que protegem ainda está muito vincado na cultura portuguesa e traduz-se na forma como encaram a utilização dos equipamentos tecnológicos, embora muitas vezes os aparelhos sejam usados como baby sitter ou “pacificadores”, sobretudo junto das crianças com idades até aos 8 anos.

E qual é o discurso certo? Cristina Ponte afirma que não há uma resposta genérica, mas que no geral “os jovens estão saturados de discursos centrados nos riscos da internet, sobretudo na adolescência”. Em vez de protecionista, o discurso devia ser mais “empoderador”, apostando no faz, controla, verifica. “Devia ser capacitante para ajudar a lidar com o risco e para criar competências”.

 

Crianças correm grandes riscos na internet

Fevereiro 4, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://jcrs.uol.com.br/ de 24 de janeiro de 2017.

Patricia Knebel

O computador, o tablet e o smartphone se tornaram um objeto de desejo de 10 entre 10 crianças e adolescentes. Por esses gadgets eles choram, batem pé e acabam convencendo os pais a ajudá-los a entrar, muitas vezes cedo demais, no mundo da tecnologia.

Mas você já parou para pensar que os simples hábito de jogar no computador pode estar expondo o seu filho a riscos seríssimos, como o dele achar que está trocando informações sobre táticas do game com um menino da sua idade quando, na verdade, está conversando com um pedófilo? Ou que, ingenuamente, a sua filha está enviando fotos íntimas pelo Facebook na intenção de conhecer um ídolo?

Foi isso que aconteceu recentemente, quando a tia de uma menina de 10 anos estranhou quando ela pediu uma short de dormir emprestado e foi averiguar. Descobriu que um perfil falso no Facebook do fã-clube da cantora Larissa Manoela estava tentando convencer a menina, e muitas outras, a enviar fotos com roupas curtas sob o pretexto de ter a chance de conhecer a artista.

Golpes como esses acontecem todos os dias. Eles tiram dinheiro, inocência e paz das crianças e dos seus pais. Conter isso é uma responsabilidade de todos que as cercam, alerta Daniel Diniz, membro do Conselho Consultivo do (ISC)2 para a América Latina, que reúne 120 mil profissionais de segurança cibernética, e do Conselho Administrativo do Center for Cyber Safety and Education.

Jornal do Comércio – Qual o tamanho dos riscos aos quais as crianças estão expostas hoje em dia com a internet?

Daniel Diniz – As crianças correm riscos do tamanho de prédios arranha-céus, ou seja, são muitos, muito altos e podem trazer consequências trágicas em alguns casos se os pais, professores e a sociedade como um todo não assumirem seu papel ativo em protegê-las. Os cibercriminosos estão em uma busca permanente pelos dados dos cidadãos para obter alguma vantagem financeira ilícita. Os alvos preferenciais desses criminosos são as crianças e os idosos, geralmente vulneráveis a golpes conhecidos como engenharia social, em que o golpista procura enganar a vítima fazendo-a revelar informações sensíveis. As redes sociais geralmente são usadas no Brasil e em outros países da América Latina por crianças que ainda não possuem idade apropriada para entender os riscos. Os pais cedem à pressão dos filhos que, muitas vezes, convivem com amigos na escola que também já utilizam essas plataformas antes do tempo. Os criminosos usam essas redes para obter informações de suas vítimas. As crianças também costumam jogar games que possuem capacidade de comunicação e interação com outras pessoas que fingem ser da mesma idade. Existem vários casos de pedófilos utilizando esses meios para cometer seus crimes contra as crianças.

JC – É muito comum hoje em dia vermos as crianças com tablets e smartphones. Que riscos que chegam por meio desses dispositivos?

Diniz – Realmente é muito comum os pais presentearem a criança pequena com um celular ou tablet, e um dos riscos é deixar a capacidade de instalação de novos aplicativos sob o controle dela. Muitos aplicativos podem conter o que chamamos software malicioso, os malwares. Este tipo de app malicioso rouba os dados do celular ou tablet, ou pode ligar câmera e microfone sem o conhecimento do usuário a fim de monitorar seus passos. Pensando que nossos filhos possam estar sujeitos a este tipo de ameaça, devemos acordar para o problema e assumir nossa parte na proteção deles.

JC – Os pais parecem perdidos sobre como agir em relação à tecnologia e às crianças. Qual o conselho que você daria para eles tentarem aumentar a proteção?

Diniz – Também tenho a mesma sensação. Não só os pais estão perdidos, mas todas as pessoas com as quais as crianças interagem regularmente, como professores, avós, tios, primos e outros familiares. Isso tem uma explicação: a tecnologia evolui de forma rápida demais, e o mesmo acontece com as ameaças ao seu uso. As crianças geralmente são ávidas por tecnologia porque estão em processo de mudança, de aprendizado. Elas se identificam facilmente com as transformações e as assimilam muito rapidamente. Os adultos não conseguem acompanhar esse círculo frenético. O uso consciente e seguro da tecnologia pela sociedade, especialmente pelas crianças, consideradas altos utilizadores (heavy users), é um grande desafio que estamos enfrentando no século XXI.

É um problema que deve ser combatido todos os dias pela sociedade, sobretudo com muita informação e debates sobre os riscos que estamos correndo de forma a embasar a tomada de boas decisões. No caso das crianças, é fundamental que elas conheçam estes riscos e sejam acompanhadas por pais, professores e familiares. O principal conselho é: acorde imediatamente para esse assunto. Seu filho já está correndo riscos que ele e você desconhecem. Alguns podem trazer consequências amargas pelo resto da vida, muitas vezes por negligência nossa, pais e/ou responsáveis. Busque informar-se, leia a respeito do tema e procure aconselhamento com as pessoas em quem você confia.

JC – Como os pais podem buscar criar um instinto de navegação segura?

Diniz – Criar a cultura de segurança no uso da tecnologia pelas crianças, adultos e toda a sociedade é adicionar estes hábitos seguros ao dia a dia delas. À medida que elas incorporam esses hábitos, não importa qual é tecnologia ou dispositivo usarão, pois já terão o hábito de usar a tecnologia em seu benefício para aprender, se divertir, se comunicar com a família, mas sem se expor. Esses hábitos seguros significam para o uso da tecnologia o mesmo que a higiene para a saúde humana: prevenção. Prevenir-se contra riscos, usando a tecnologia para o que ela foi realmente criada: melhorar nossas vidas.

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Perfil falso do fã-clube de Larissa Manoela era armadilha para meninas REPRODUÇÃO/FACEBOOK/

 

10 cuidados que os pais devem ter com as crianças no mundo digital:

  1. Altere a senha de fábrica dos dispositivos que possuem tecnologia bluetooth e Wi-Fi. A maior parte desses itens utiliza uma senha padrão que facilita a invasão de hackers.
  2. Desabilite a geolocalização automática em todos os aparelhos das crianças: pessoas mal-intencionadas podem utilizar códigos escondidos desse recurso para rastrear a localização das crianças por meio das fotos, vídeos e conteúdos publicados nas redes sociais.
  3. Verifique a classificação indicativa e as capacidades de conexão dos jogos. Tenha em mente que alguns jogos permitem a interação on-line com outras pessoas sem restrição de idade.
  4. Instale jogos e aplicativos educacionais antes de presentear as crianças com os dispositivos: existem muitas opções de apps que oferecem aprendizado e entretenimento. Ajude as crianças a escolhê-los.
  5. Organize uma área para carregar a bateria dos dispositivos em sua casa durante a noite de forma que as crianças não os levem para o quarto.
  6. Mude a senha de fábrica do seu roteador Wi-Fi e o configure para o nível de controle necessário em sua casa, como horário de acesso e bloqueio de sites por categoria.
  7. Antes de entregar os aparelhos para as crianças, crie usuários não administradores. Dessa forma, eles não podem mudar as configurações ou baixar e instalar aplicativos sem permissão.
  8. Oriente as crianças a não compartilharem informações pessoais, como endereço, número de telefone e e-mail.
  9. Instrua seus filhos a reportarem qualquer incidente de bullying e a tratarem os outros como gostariam de ser tratados.
  10. Certifique-se de que as crianças saibam que só devem se conectar a redes Wi-Fi confiáveis.

 

#NaoTeDeixesPossuir – Campanha da Dianova objectivo alertar os jovens e adultos, para os riscos associados a uma utilização inadequada da Internet

Julho 23, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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dianova

“#NAOTEDEIXESPOSSUIR” 2016

Sente que um amigo, familiar ou você mesmo está a ser “possuído” pelas novas tecnologias?

Num mundo cada vez mais dominado pelas novas tecnologias, como a Internet, redes sociais, smartphones e apps, é cada vez mais difícil estabelecer um limite para a utilização saudável destas ferramentas.

A campanha #NaoTeDeixesPossuir tem por objectivo alertar particularmente os jovens, mas também os adultos, para os riscos associados a uma utilização inadequada da Internet, incluindo Websites, Redes Sociais, Jogos Online, Apostas Online através de PC/Laptop, Smartphones ou Tablets.

mais informações no link:

http://dianova.pt/cidadania-e-solidariedade/campanhas-de-interesse-publico/campanha-reage-2014-2-2/

Segurança online das crianças preocupa mas a dos seniores também

Dezembro 21, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do site http://tek.sapo.pt  de 7 de dezembro de 2015.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Consumer Security Risks Survey 2015

thumbs.sapo.pt

Os pais preocupam-se com os perigos que os seus filhos correm enquanto navegam na Internet, mas os receios estendem-se também aos membros mais velhos da família.

Assim indica um estudo recente da Kaspersky Lab e da B2B International que mostra que 30% dos adultos acham que não têm qualquer controlo sobre o que os seus filhos vêm ou fazem online e 52% acreditam que os perigos que estes correm estão a aumentar.

Mas não são apenas os mais jovens que geram preocupação entre os adultos, há também quem tenha receios relativamente aos membros seniores da família, nomeadamente os seus pais e avós.

Mais de metade dos inquiridos têm pais que acedem à Internet e 29% do total preocupam-se com a possibilidade de os idosos correrem riscos online e não saberem lidar com eles.

A preocupação aumenta em proporção à idade e aqueles que têm avós cibernautas (19% dos participantes) consideram-nos ainda mais vulneráveis, sendo que dois terços – 13% do universo total – preocupam-se com o que estes utilizadores podem encontrar na web.

O risco de se tornarem vítimas de malware (52%) ou de fraudes online (50%), de perderem dinheiro por causa de ameaças virtuais (45%) ou de serem espiados (37%) estão entre as maiores preocupações com os mais velhos.

Em comum com a lista dos principais receios relativamente às crianças, os resultados mostram que a comunicação online com estranhos (25%) e o acesso a conteúdo impróprio/explícito (20%) também fazem parte das preocupações de quem tem pais e avós a acederem à Internet.

O estudo foi realizado em junho deste ano e tem por base as respostas de 12.355 pessoas a partir dos 16 anos de um total de 26 países.

 

 

 

 

6 things parents and policy-makers need to know about children and the internet

Novembro 28, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://blogs.lse.ac.uk

Zeitfaenger CC BY 2 0

Sonia_Headshot-Photo-150x150Sonia Livingstone has been researching children’s internet use for 20 years, and based on this research and that of many others, she’s come to six evidence-based conclusions that should be of value to parents and policy-makers who seek to maximize the opportunities and minimize the risk of harm. Sonia is Professor of Social Psychology at LSE’s Department of Media and Communications and has more than 25 years of experience in media research with a particular focus on children and young people. She is the lead investigator of the Parenting for a Digital Future research project. 

  1. Internet access as a right. As children go online for longer, ever younger, and in more countries across the globe, the nature of internet use is changing – more mobile and personalized, more embedded in everyday life, harder to supervise by parents yet ever more tracked by companies. As children see it,internet access is now a right, and so, too, is digital literacy. They claim these as rights out of both enthusiasm and necessity – not so much because they value engaging with the internet in its own right, but because they engage with the world through the internet. And this they see as their route to wellbeing now and to better life chances in the future. However, not all online opportunities are automatically translated into demonstrable benefits for children, as too many have gained access to hardware but not know-how, to lessons but no lasting learning, or to chances to express their voices that go unheard.
  2. Addressing the participation gap. Children’s enthusiasm alone is not enough. Even in the world’s wealthier countries, most tend to use the internet primarily as a medium of mass communication, and mainly receive (view, stream, download) content produced by others, most of it commercial. It is only the minority of children – more of them older and relatively privileged – who are genuinely creative or participatory in their online contributions. Many therefore fail to gain the benefit of the internet, and don’t have the chance to see their own experiences and culture reflected in the digital environment. This raises two challenges: (i) to media literacy educators, and the ministries of education that support them, to facilitate creative, embedded, ambitious uses of digital media, and (ii) to the creative industries, to build more imaginative and ambitious pathways for children to explore online and fewer walled gardens, sticky sites and standardized contents.
  3. Beyond digital natives and digital immigrants. In the early days of the internet, parents and teachers tended to feel disempowered as their children knew more about it than they did. But as the internet has become a familiar part of everyday life, the reverse generation gap (in which children’s digital skills outweigh those of their parents’) has tended to reduce, with parents and teachers increasingly able to share in and guide children’s internet use.Evidence shows that if parents are knowledgeable and confident in using the internet themselves, they offer the kind of guidance that children themselves accept as useful (and you can tell if that’s the case by reflecting on whether your child spontaneously shows you, or asks for help with, what they’re doing online). This means more authoritative guidance – sharing, discussing, setting some limits – and fewer top-down restrictions or bans that children are likely to evade. So efforts to build parents’ digital literacy will help parents, children and teachers in using the internet wisely (and that, in turn, might help regulators who prefer not to intervene).
  4. Getting online risk in perspective. Society has become used to media headlines panicking about media risks online, and clinical and law enforcement sources do show that these are real and potentially deeply problematic for a small minority of children. But for the vast majority of children, the online world is no more risky – and perhaps even less risky – than the offline world. Reliable evidence suggests that the incidence of risk of harm for most internet-using children is relatively low – in Europe and the US, for instance, between 5% and 25% of adolescents have encountered online bullying, pornography, sexting or self-harm sites.
  5. Risk is (only) the probability of harm. Research also shows that online (and offline) risks are generally positively correlated – for example, children who encounter online bullying are more likely to see online pornography or meet new online contacts offline, and vice versa. Moreover, offline risk seems to extend (and sometimes get amplified) online, while online risk of harm is often felt (and made manifest) in offline settings. However, not all risk results in actual harm. Indeed, some evidence suggests that exposure to some degree of risk is, for many children, associated with the development ofdigital skills and coping strategies, as children build up resilience through their online experiences. Children are no more homogeneous than the adult population, so a host of factors as diverse as gender norms, family resources and regulatory context all make a difference in the distribution of risk and harm, vulnerability and resilience.
  6. Risks and opportunities go hand in hand. The more often children use the internet, the more digital skills and literacies they generally gain, the more online opportunities they enjoy and – the tricky part for policy-makers – the more risks they encounter. In short, the more, the more: so internet use, skills, opportunities and risks are all positively correlated. This means thatpolicy efforts to promote use, skills and opportunities are also likely to engender more risk. It also means that efforts to reduce risk (by policy-makers, parents and other stakeholders) are likely to constrain children’s internet use, skills and opportunities. This poses a conundrum that demands recognition and careful thought. How much risk is society ready to tolerate to support children’s digital opportunities? And, most important, can governments and industry take action to redesign children’s online experience so as to enhance their well-being and rights?

These points are all illustrated in the graph below, which shows the positive correlation for children in seven European countries between online opportunities and risks in 2010. It also shows the same correlation a few years later. While the overall picture remains similar, we might ask ourselves, how have some countries (e.g. UK and Italy) managed to increase children’s online opportunities without substantially adding to their risks, while other countries have increased children’s opportunities only at the cost of also increasing their risks? And how will societies reach this balance, in different countries and for different children, in the future?

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NOTES

This text was originally published on the World Economic Forum’s Agenda Blog and has been re-posted with permission.

 

 

Jogo desafia jovens a desaparecerem para se tornarem virais

Novembro 12, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 12 de outubro de 2015.

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Os adolescentes estão a desafiar-se uns aos outros, através do Facebook, a desaparecem durante 72 horas seguidas para se tornarem conhecidos. Os casos mais recentes têm acontecido na Irlanda.

Os jovens não podem contar a ninguém para onde vão ou o que estão a fazer, deixando a família e os amigos verdadeiramente preocupados. Esta é a “regra” do “Game of 72” , um jogo que tem o Facebook como principal palco. O objetivo é obter o maior número de “partilhas” nas redes sociais durante o desaparecimento de três dias.

Para completar o desafio, o telemóvel tem de ficar em casa e os adolescentes não podem deixar nenhuma pista ou aviso. O único objetivo é tornarem-se virais nas redes sociais, conseguindo o maior número de “partilhas” possível no Facebook e no Twitter.

Segundo o site noticioso irlandês “The Liberal“, os recursos, o tempo e esforços que as autoridades irlandesas já investiram mostram o quão perigoso e escandaloso é este jogo.

O jogo é conhecido por “Game of 72” ou “72-hour-challenge” (em português ‘jogo de 72’ ou ‘desafio das 72 horas’). Surgiu no início deste ano nos EUA e no Reino Unido, mas nos últimos meses foram confirmados vários “desafios” também na Irlanda.

 

 

 

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