Seminário “Internet Segura: Metaverso vs Realidade” 7 fevereiro em Ponta Delgada (com transmissão online)

Janeiro 30, 2023 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Audição Parlamentar da Presidente do IAC, Dr.ª Dulce Rocha

Janeiro 29, 2023 às 4:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Gravado em 26 – Janeiro – 2023

Subcomissão para a Igualdade e Não Discriminação | Audição conjunta da Presidente da Associação Portuguesa de Mulheres Juristas e da Presidente do Instituto de Apoio à Criança, para reflexão sobre as razões do enraizamento da violência doméstica na nossa sociedade, dos meios de combate e das soluções para uma sua prevenção (requerimento do PAN)

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ONU pede que se ensine as crianças a não repetirem erros da história e que se incuta “um compromisso de criar um mundo melhor”

Janeiro 28, 2023 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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comunidade

Notícia do Comunidade Cultura e Arte de 30 de dezembro de 2022. 

O Alto Comissário das Nações unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu hoje à sociedade que “abra os olhos” às crianças “para erros do passado” para que possam escrever uma história diferente, de esperança e unidade.

Podemos inspirá-las a escrever uma história de esperança e unidade, e incutir nelas um compromisso de criar um mundo melhor“, disse na véspera do final de 2022, ano que está longe de marcar o regresso à normalidade após a pandemia, com a guerra na Ucrânia e crises humanitárias e alimentares em várias partes do mundo.

Türk considerou também que está na altura de “celebrar a diversidade”: “Somos mais fortes juntos do que separados“, afirmou.

O seu apelo estendeu-se ainda ao mundo virtual e à luta contra o ódio e a desinformação na internet em 2023, com foco no respeito e na empatia.

Espero que todos tenhamos a liberdade de nos expressar, tendo a certeza de que estamos protegidos contra o ódio e a desinformação” e que aqueles que discordam de alguém o expressem com respeito, disse no seu comunicado com mensagens para o ano 2023.

As mulheres e os seus direitos foram também lembrados, e o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos defendeu que deve ser garantida às mulheres e às raparigas “plena igualdade e que não sejam discriminadas“.

Em 2023, “temos de garantir que os direitos das mulheres sejam respeitados em casa e em público”, insistiu.
O ambiente também foi referido: “Salvaguardando os direitos das gerações atuais e futuras, tratemos o nosso planeta com a bondade e a humildade que ele merece“, pediu Volker Türk.

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11 mil crianças com obesidade infantil na Madeira

Janeiro 27, 2023 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias da Madeira de 18 de janeiro de 2023.

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Concurso Artistas Digitais – XXII Edição (2022-2023) Tema Ética e Cidadania

Janeiro 27, 2023 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Concurso Artistas Digitais é uma iniciativa do Centro de Competência entre Mar e Serra (CCEMS) dirigida aos alunos a frequentar a Educação Pré-Escolar e o 1.º e 2.º ciclo do ensino básico que pretende fomentar a utilização criativa das tecnologias na abordagem aos Valores Universais da Cidadania.

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Sessão de informação sobre “Os Comportamentos Online de Crianças e Jovens” 28 janeiro em Mira Sintra

Janeiro 27, 2023 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Rouxinol, Ópera para Crianças, 29 janeiro no Teatro Nacional de São Carlos

Janeiro 26, 2023 às 7:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Intervenção em contexto de escola. Não é só porque sim, ou porque não

Janeiro 26, 2023 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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estrelas

Texto do Estrelas & Ouriços 

Opinião | Judite Ferreira, Técnica Superior de Educação Especial e Reabilitação

O que acontece quando uma criança precisa de suporte terapêutico? E se a intervenção fosse em contexto escolar? Entenda a importância do trabalho colaborativo entre pais, terapeutas e professores.

Todos os pais têm uma vida atribulada: as suas atividades profissionais, a gestão doméstica e familiar, a escola e as atividades extracurriculares das crianças, as atividades que os pais também têm direito a ter para si próprios, o tempo em casal… Tudo é importante, tudo é necessário, tudo é difícil. E nada é novidade.

Quando a estas situações acresce uma criança que por alguma razão necessita de suporte terapêutico, as dificuldades aumentam. Pelo tempo despendido ao levar e permanecer nas terapias (sim, porque os pais devem permanecer e participar nas terapias) e por toda a gestão que isso implica. Quem não passa pela situação poderá afirmar: é como uma outra atividade extra. Mas quem passa pela situação sabe que não o é. De todo. É gerir a vida familiar de forma a saber quem será a pessoa mais indicada para ir com a criança à terapia, é reunir informação para trocar com a terapeuta, é partilhar a informação entre os vários intervenientes, é tentar que a criança esteja bem para que a sessão seja produtiva, entre muitas e variadas outras razões.

É aí que muitas vezes se levanta a hipótese: e se a intervenção fosse em contexto de escola? Seria mais fácil para a família. Sim, seria. Mas seria mais produtiva? Depende das situações.

Uma intervenção em contexto não deverá ser a opção escolhida tendo como argumento único o facilitar as deslocações aos pais, se bem que, por vezes, também é necessário ter este ponto em atenção. Deve compreender-se que uma intervenção terapêutica não se restringe ao momento da terapia em si. Não é esse tempo que fará diferença na vida da criança, principalmente se ela tiver dificuldade em generalizar as aquisições para outros contextos. O importante é ela aplicar as aprendizagens nas variadas situações do seu dia a dia. Daí a importância do trabalho colaborativo entre todos e a participação ativa dos pais nas sessões. Este é o ponto principal para que os pais estejam presentes nas terapias.

Então, se a intervenção for em contexto escolar, ganha-se na articulação com os elementos da escola. Claro que sim. Importantíssimo. Principalmente quando compreendemos o número de horas que as crianças passam na escola. No entanto, não fará sentido uma intervenção terapêutica decorrer no contexto educativo se não houveram dificuldades/problemas neste mesmo contexto. O objetivo desta forma de intervenção é o desenvolvimento de um trabalho de colaboração/suporte entre terapeuta e professores/educadores/técnicos para que a criança tenha as mesmas oportunidades que os pares e explore todo o seu potencial.

E aqui chegamos a uma nova questão. Deverá a intervenção ocorrer de uma forma individualizada ou integrada na sala?

Mais uma vez não existe uma resposta única, devendo cada caso ser analisado de forma individual. Há crianças que necessitam de um trabalho individualizado para uma maior consistência das aprendizagens com o intuito de posteriormente proceder à transição para o contexto de grupo. Outras crianças necessitam que o suporte ocorra diretamente no momento de grupo, integradas com todos os colegas. O que nunca deverá acontecer é uma intervenção individualizada, sem trabalho de colaboração entre todos os elementos envolvidos. Todos devem estar conscientes dos objetivos a serem trabalhados e estratégias a implementar. Só desta forma o trabalho de equipa faz sentido e só assim se observam resultados: a evolução da criança.

A intervenção em contexto de escola não é “apenas” para facilitar a vida aos pais ou para “ter mais uma pessoa na escola”. É uma intervenção que deverá ser cuidadosamente analisada e implementada, devendo ter-se em atenção as seguintes premissas:

Terapeuta, elementos do contexto educativo e pais devem ter bem delineado entre todos, quais os objetivos para que a intervenção ocorra no contexto de escola. Os pais passam a não estar presentes fisicamente nas sessões, mas devem continuar a fazer parte das mesmas;

Deverá haver sempre uma continuidade dos objetivos delineados, tanto na escola como em todos os contextos de vida da criança;

Ter sempre em consideração que ao optar-se pela intervenção em contexto de escola não quer dizer que seja a forma mais adequada para todo o tempo de intervenção, ou seja, a intervenção em contexto poderá ocorrer apenas num momento ou em momentos específicos do desenvolvimento da criança.

Decisão com base na individualidade

A resposta em massa nunca foi nem nunca será uma resposta adequada. Não respeita a individualidade de cada um e como tal não proporciona as mesmas oportunidades a todos.

A decisão da intervenção em contexto, assim como os moldes em que deverá decorrer, segue os mesmos parâmetros. Muitas vezes não existe o certo e o errado. Existe o mais acertado.

Judite Ferreira, Técnica Superior de Educação Especial e Reabilitação

 

Unicef: alunos mais ricos são mais beneficiados por fundos para educação

Janeiro 26, 2023 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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onu

Notícia da ONU News de 17 de janeiro de 2023. 

Novo relatório do Fundo da ONU para a Infância revela que pequeno aumento na alocação de recursos de educação pública para os 20% mais pobres pode melhorar a vida de 35 milhões de alunos de escolas primárias no mundo.

O Fundo das Nações Unidas para Infância, Unicef, divulgou um novo relatório revelando que crianças de famílias mais pobres são menos beneficiadas por financiamentos do governo para educação pública.

O relatório Transformando a Educação com Financiamento Equitativo observa que, em média, um quinto dos alunos mais pobres se beneficia de apenas 16% do financiamento público para a educação, em comparação com um quinto dos mais ricos, que recebem 28%.

Países de língua portuguesa

O documento analisa dados sobre os gastos do governo na educação pré-escolar, primária, secundária e superior de 102 países.

Alunos das famílias mais ricas obtêm mais de seis vezes do valor do financiamento público da educação em comparação com os mais pobres.

Em Moçambique, essa diferença é de menos de 10% para alunos pobres e mais de 45% para alunos ricos. Enquanto no Brasil, menos de 15% e mais de 33%. Essa discrepância diminui na Guiné-Bissau, para cerca de 16% e 33%, em São Tomé e Príncipe, cerca de 17% e 25%, Timor-Leste, 18% e 24% e Portugal, com cerca de 18% e 25%.

Em todo o mundo, é mais provável que os gastos com educação pública cheguem a alunos de famílias mais ricas em países de baixa e média rendas.

Alunos mais ricos em lugares como Cote d’Ivoire, ou Costa do Marfim, e Senegal recebem cerca de quatro vezes mais gastos com educação pública do que os mais pobres. Embora a diferença seja menor em países de alta renda, França e Uruguai estão no extremo superior da diferença.

Entre as nações de baixa renda, apenas 11% do financiamento da educação pública vai para os alunos mais pobres, enquanto 42% são destinados aos mais ricos.

Apelo por mais investimentos

A constatação é que o aumento de um ponto percentual na alocação de recursos da educação pública para os 20% mais pobres pode tirar 35 milhões de crianças em idade escolar primária da pobreza de aprendizagem.

Com investimentos mais equitativos, a vida de milhões de alunos pode mudar. A diretora executiva do Unicef, Catherine Russell, disse que “muitos sistemas educacionais em todo o mundo estão investindo menos nas crianças que mais precisam”.

Para ela, apostar na educação das crianças mais pobres é “a maneira mais econômica de garantir o futuro para crianças, comunidades e países”.

Menor representação em níveis altos da educação

De acordo com o relatório, as crianças pobres têm menos probabilidade de ter acesso à educação e abandonam a escola mais cedo.

Elas também têm maior probabilidade de viver em áreas remotas e rurais que geralmente são mal atendidas e propensas à exclusão digital.

Segundo o Unicef, mesmo antes da Covid-19, os sistemas educacionais em todo o mundo não eram eficientes para as crianças, com centenas de milhões de alunos frequentando a escola, mas sem habilidades básicas de leitura e matemática.

Estimativas recentes mostram que dois terços de todas as crianças de 10 anos em todo o mundo são incapazes de ler e entender um texto simples.

De acordo com o relatório, um passo fundamental para lidar com a crise de aprendizagem é que os governos forneçam financiamento equitativo e priorizem os recursos públicos de educação, incluindo o foco cada vez maior na aprendizagem fundamental.

Outras descobertas do relatório:

  • Na última década, os gastos com educação pública tornaram-se mais equitativos em 60% dos países.
  • No entanto, quase um terço dos países gasta menos de 15% de seu financiamento público para a educação com os mais pobres. Entre as nações de baixa renda, essa parcela é surpreendentemente alta, de 80%.
  • Em 1 em cada 10 países, os alunos das famílias mais ricas recebem quatro ou mais vezes o valor dos gastos com educação pública em comparação com os alunos das famílias mais pobres em 10% dos países.
  • Os apelos para educação em emergências geralmente recebem apenas 10% a 30% dos valores necessários, com disparidades significativas entre países e regiões.

O Unicef alerta que é necessária uma ação urgente para garantir que os recursos educacionais cheguem a todos os alunos.

O relatório apresenta quatro recomendações principais: desbloquear o financiamento público pró-equidade para a educação, priorizar o financiamento público para a aprendizagem fundamental, monitorizar e assegurar a atribuição equitativa de ajuda à educação em contextos humanitários e de desenvolvimento, e investir em formas inovadoras de oferecer educação

 

Ação de Formação – Recursos Educativos Digitais (RED) no 1.º Ciclo do Ensino Básico, 7 fevereiro a 2 de maio

Janeiro 25, 2023 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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