Seminário online “Como abordar o tema da pobreza e das desigualdades sociais?” 12 maio

Maio 7, 2021 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.eapn.pt/eventos/1796/seminario-sobre-como-abordar-o-tema-da-pobreza-e-das-desigualdades-sociais

Violência. Em apenas uma semana, a PSP sinalizou 141 crianças em risco

Maio 7, 2021 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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noticiasaominuto

Notícia do noticiasaominuto de 5 maio de 2021.

Na habitual rubrica ‘Número da Semana’, a Polícia de Segurança Pública (PSP) revelou, através das redes sociais, que, na semana de 26 de abril a 2 de maio, “sinalizou 141 crianças em risco (em contexto de violência doméstica) às comissões de proteção de crianças e jovens”. 

Na mesma semana – e também por ocorrências de violência doméstica -, acrescenta a publicação, “os nossos polícias concretizaram 18 detenções”.  

Neste período, a ação da força de segurança fez-se ainda através de “796 contactos periódicos com vítimas” e “522 orientações de proteção pessoal”. 

A PSP propôs “190 medidas de coação ao/à ofensor/a às autoridades judiciárias” e fez “178 reforços de patrulhamento para proteção da vítima (na residência e ou local de trabalho)”, bem como 39 acompanhamentos a vítimas.  

Apenas nestes sete dias foram também apreendidas ao/à ofensor/a um total de 17 armas de fogo pela Polícia de Segurança Pública.  

Quer seja vítima, familiar, amigo ou vizinho de alguém nesta situação, a Autoridade faz-lhe um apelo: “Denuncie”. Para tal, poderá fazer uso do endereço de correio eletrónico violenciadomestica@psp.pt 

 

Os meus Direitos no Centro de Saúde

Maio 7, 2021 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Publicações IAC- Marketing | Deixe um comentário
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BOYSTOWN: Maior Rede de pornografia infantil do mundo foi desmantelada

Maio 6, 2021 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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pplware

 

Notícia do pplware de 03 maio de 2021.

A internet tem muitas coisas boas, mas também é espaço para as maiores atrocidades. Esta manhã, a polícia judiciária alemã anunciou que foi desmantelada uma rede de pornografia infantil que operava a partir da DarkWeb. 

De acordo com as informações, esta rede era conhecida como uma “das maiores do mundo” e tinha mais de 400.000 membros. 

BOYSTOWN, rede tinha mais de 400.000 membros em todo o mundo… 

A Internet não é apenas aquilo que muitos conhecem! A título de analogia, a Internet é apenas uma ponta de um enorme iceberg de dados, conteúdos e sites. Depois há a Dark Web, o lado mais obscuro da internet onde acontece tudo o possível e imaginável. 

BOYSTOWN era uma rede de pornografia infantil que se encontrava “alojada” na DarkWeb. Segundo o que está a ser avançado, esta rede foi criada em 2019 e, até ao momento, foram detidos 3 homens. 

Um homem de 40 anos de Paderborn, outro de 49 de Munique, e outro de 58 do norte da Alemanha que mora no Paraguai há vários anos. Os suspeitos foram detidos após terem sido realizadas várias buscas em residências na Renânia do Norte, na Baviera e em Hamburgo. 

A plataforma tinha alcance internacional e servia para troca de pornografia de menores entre os seus membros”, principalmente fotos ou vídeos de abusos perpetrados contra meninos. 

Os detidos tratavam da gestão da rede e eram responsáveis por “monitorizar os clientes”, acrescentaram as autoridades, segundo revela a SIC. Um quarto elemento, um homem de 64 anos, a polícia diz ser um dos utilizadores mais ativos da plataforma e ter escrito mais de 3.500 mensagens. 

 

Sociedade Portuguesa de Educação Física alerta para falta de hábitos de exercício no primeiro ciclo

Maio 6, 2021 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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expresso

 

Notícia do Expresso de 27 abril de 2021.

A Sociedade Portuguesa de Educação Física manifestou esta terça-feira preocupação pelo baixo nível de atividade física dos alunos do primeiro ciclo e alerta que a pandemia veio agravar ainda mais o “problema” 

Nuno Seruca Ferro, presidente da SPEF, disse à Lusa que a disciplina de Educação Física “tem alguma estabilidade” desde o segundo ciclo até ao ensino secundário e que é entre os alunos mais novos que a situação é mais preocupante. 

“O primeiro ciclo é o grande problema, pois não existe uma ideia do que deve ser feito. Isso é o mais crítico. É uma matéria que está a cargo do professor titular de turma, que leciona todas as áreas do currículo, mas cuja formação de base faz com que se afaste um pouco da Educação Física”, disse o responsável da SPEF. 

Nuno Seruca Ferro considerou que a questão é tão mais importante quando se sabe que é nesta fase que se criam hábitos que podem perdurar no futuro. 

“Os hábitos de atividade física têm de começar o mais cedo possível e com regularidade. Não podem ser episódicos, com eventos esporádicos. A regularidade e frequência é fundamental para se formarem novos hábitos”, reitera o presidente da SPEF, que lembra que doenças como a diabetes e a obesidade estão a instalar-se cada vez mais entre os jovens, pelo que considera que “o grande desafio é garantir que as identidades oficiais percebam o que está a acontecer”. 

Nuno Seruca Ferro destacou os efeitos da pandemia, avançando que “a regressão dos alunos em termos das suas capacidades está em níveis anormais para crianças desta idade” e que “há um trabalho de recuperação que tem de ser feito”. 

O presidente da SPEF disse à Lusa que apresentou ao Ministério da Educação um conjunto de preocupações que gostaria de ver englobadas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), nomeadamente o desenvolvimento de programas desportivos e a existência de infraestruturas para o efeito, admite que “se podia ter ido mais além” e que, “apesar de haver uma crescente preocupação com o desporto, a atividade física, a educação e a saúde, o PRR não tem esse respaldo”. 

 

Capitães de Areia: a realidade das crianças abandonadas

Maio 6, 2021 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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comumonline

 

Texto do site ComUM de 2 de maio de 2021.

Andreia Morais 

Capitães de Areia, lançado em 1937, retrata de forma emocionante a vida de um grupo de crianças abandonadas, que lutam para sobreviver na cidade de Salvador, na Bahia. Jorge Amado expôs, através desta obra, um dos problemas mais preocupantes a nível mundial, o abandono de menores. As palavras escritas pelo autor brasileiro demonstram a dureza da vida das crianças ao mesmo tempo que funcionam como uma forte crítica social. 

Capitães de Areia é o nome de um grupo de crianças baianas, entre os 9 e os 16 anos, que por razões diversas ficaram sem família. O grupo vive num armazém velho, junto ao mar, e sobrevive através de pequenos furtos. O romance inicia-se com uma notícia de um jornal e uma série de cartas que resumem a sociedade da época. A notícia dá conta de um assalto executado pelo “bando de crianças delinquentes”. As entidades locais reagiram de imediato e atiram a culpa umas para as outras. Desta forma, o leitor é confrontado, logo de início, por uma realidade em que crianças, que precisam de roubar para sobreviver, são tratadas como se fossem ladrões, marginais ou delinquentes, sem receberem qualquer tipo de apoio. 

Pedro Bala, João Grande, Dora, Sem-Pernas, Professor, Boa-Vida, Pirulito, Volta-Seca e Gato são apenas algumas das alcunhas de crianças pertencentes aos Capitães de Areia. Estas personagens são muito bem construídas e fortemente caracterizadas, cada uma com uma personalidade específica e complexa. A caracterização de Jorge Amado é tão credível que dá a sensação de que estamos a ler sobre pessoas reais. Todas elas têm qualidades, defeitos, sentimentos e sonhos, o que faz da leitura mais emocionante e singular. Adicionalmente, a representação do autor faz com  que que todos os acontecimentos pareçam são verídicos. 

Pedro Bala é o líder dos Capitães de Areia e uma das personagens mais complexa do romance. Ao longo da trama, percebemos que Pedro é um menino com um caráter muito vincado e com grande espírito de liderança. Depois de descobrir que o pai morreu a lutar pelo direito dos pobres e dos trabalhadores, a sua missão de vida passa a ser seguir os passos do seu progenitor, com o objetivo de tornar o mundo mais justo. 

Para além de Pedro Bala, também a história de Professor e de Sem-Pernas tem um forte desenvolvimento nesta obra. O Professor era o menino mais inteligente do grupo, um dos poucos que sabia ler, e tinha um especial talento para desenhar. Já Sem-Pernas, uma criança coxa, destacava-se pelo grande ódio que sentia dentro dele. A falta de amor e afeto tornou-o num menino com muita raiva do mundo e da sociedade em que se inseria. 

Um dos aspetos mais interessantes da obra é como o futuro dos menores abandonados vai sendo traçado ao longo do enredo. O meio não serve somente para explicar como eles se tornaram delinquentes, mas para traçar o futuro que os espera. O que não significa que todas as crianças tenham o mesmo destino. As nuances da vida de cada personagem são muito bem exploradas, o que permite ao autor criar um futuro independente para cada uma. Para além disso, como as crianças são vistas como adultos, as suas escolhas têm um impacto real na narrativa e no destino de cada uma, o que torna a história mais imprevisível e surpreendente. 

No capítulo As luzes do carrossel, as crianças são confrontadas com a chegada de um carrossel à cidade. Ver a felicidade dos meninos a divertirem-se no simples brinquedo mostra, pela primeira vez, ao leitor a essência daquelas personagens, no fundo são apenas crianças socialmente desamparadas. Este capítulo constitui um dos momentos mais impactantes de toda a narrativa. Mas não é o único que tem o poder de arrancar algumas lágrimas aos leitores mais sensíveis. 

Avançando um pouco na obra, damos de caras com um momento centrado num dos membros dos Capitães de Areia, o Sem-Pernas. Esta personagem tem uma função importante dentro do grupo. Aproveita a sua deficiência física para ganhar a compaixão das pessoas e se infiltrar nas suas casas. Quando acolhido por essas pessoas, Sem Pernas tenta descobrir onde estão escondidos os bens de valor e perceber os costumes dos habitantes, para depois informar o resto do grupo, e assim tornar os assaltos dos Capitães de Areia mais bem-sucedidos. 

Numa dessas missões, Sem-Pernas é muito bem acolhido por uma família, que o trata como um filho. Nesse momento, percebemos o conflito interno que assola o menino, que se sente dividido entre a lealdade para com o seu grupo e o amor e carinho que recebe pela primeira vez na sua vida. Este é mais um capítulo emocionante, pois percebemos de uma forma implacável a falta de carinho com que estas crianças se habituaram a viver. 

A escrita de Jorge Amado é acessível e objetiva, mas os momentos são descritos de forma tão atrativa, que o escritor acaba por nos oferecer uma leitura triste e bela ao mesmo tempo. Capitães de Areia assume-se também como uma critica e denúncia social. O autor relata acontecimentos que, embora saibamos que existam, nunca paramos para pensar e imaginar. Desta forma, explora e contextualiza uma realidade social para a qual a sociedade fecha os olhos. 

O facto de os protagonistas serem crianças ainda torna mais duro o relato de todos os acontecimentos. E o romance serve para chamar a atenção daqueles que veem estes meninos como vilões, porque no fundo eles são apenas vítimas da sociedade na qual se inserem, e nunca poderiam ser vistos como opressores, porque na verdade são eles os oprimidos. Durante a leitura somos arrasados por um sentimento de revolta e de impotência pela forma como a sociedade trata estas crianças, porque no fundo são isso mesmo, apenas crianças. 

 

Crianças no parque em segurança? Especialistas explicam os cuidados a ter antes e quando se está no local

Maio 5, 2021 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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visao

 

Notícia da Visão de 2 de maio de 2021.

Os parques são sítios relativamente seguros quando se fala em Covid-19. No entanto, podem parecer um pesadelo para os pais. Especialistas explicam alguns cuidados que se devem ter e deixam conselhos para que as crianças possam brincar em segurança 

As crianças podem ser as menos afetadas pela Covid-19, mas isso não diminui a preocupação dos pais quando se fala num ambiente que não controlam e que é utilizado por outras crianças, como acontece nos parques infantis (por elas e por poderem ser veículos de transmissão ao resto da família). A inquietação aumenta também porque os jovens abaixo dos 16 anos não estão incluídos nas duas primeiras fases do plano de vacinação contra a Covid-19, no caso de Portugal. Apesar de o risco de infeção ser baixo, está sempre presente e, como tal, é importante perceber quais as melhores formas de usar o espaço e prevenir a contaminação. 

“São uma oportunidade excelente para as famílias se juntarem, ficarem num espaço exterior e aproveitarem, mas é importante fazê-lo de uma forma segura”, diz Ada Steward, médica de família e presidente da American Academy of Family Physicians, à CNN. Para proporcionarmos às crianças uma experiência divertida e segura é, então, necessário ter em consideração as seguintes recomendações, que se podem dividir em dois momentos chave. 

1. Antes

Antes de ir ao parque é importante preparar as crianças para o novo contexto que se vive e para situações que possam ocorrer. Um dos cenários mais prováveis é o de ter de abandonar o parque por haver demasiadas pessoas e/ou não estarem a usar máscara. Assim, é essencial explicar às crianças que isto pode vir a acontecer e que, se se verificar, é necessário voltar para casa ou procurar outro sítio. 

“Definir essa possibilidade de que pode ser preciso sair com a criança é importante, especialmente para as mais pequenas, que podem não ficar felizes com o resultado se não as prepararmos com antecedência”, explica Leana Wen, médica e professora de política e gestão dos sistemas de saúde na Universidade de George Washington, na Escola de Saúde Pública do Instituto Milken, EUA. 

Pode parecer difícil ter esta conversa com os mais pequenos, mas, segundo a médica, estes percebem mais do que se pensa. Também é importante explicar que é necessário usar máscara, se já tiverem idade para tal e o porquê de o terem de fazer. Uma dica que pode ser útil será levar máscaras extra, para o caso da criança a estragar ou perder, e ainda porque ao espirrar esta pode fica humedecida, perdendo a sua eficácia de proteção. 

Outras regras que devem ser relembradas à criança são: não partilhar brinquedos, comida ou água, manter o distanciamento social dos outros e não tocar na cara, nomeadamente na boca, nariz e olhos. 

2. Durante

O mais importante é a preparação, para levar tudo o que possa ser útil: Além dos próprios brinquedos, desinfetante ou toalhitas desinfetantes, máscaras extra, comida e água. Assim, é possível ir-se desinfetando as mãos das crianças regularmente, antes e depois de utilizarem as diversões dos parques, e usar as toalhitas para se desinfetar o escorrega, baloiço e os outros equipamentos. “No parque, não sabemos com que frequência as superfícies são limpas”, explica Regina Davis Moss, diretora executiva do departamento de política e prática de saúde da American Public Health Association (Associação Americana de Saúde Pública, em português). 

Se a criança tiver de comer ou beber, é preciso garantir a distância em relação aos presentes, adultos e crianças, fora do seu agregado familiar. 

 

 

Novo ano escolar. Reino Unido pondera vacinar crianças em setembro, no regresso às aulas

Maio 5, 2021 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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expresso

Notícia do Expresso de 2 de maio de 2021.

O Governo britânico está a estudar a administração de uma dose da vacina da Pfizer contra o coronavírus a crianças maiores de 12 anos em setembro, no início do ano escolar. A notícia é avançada na edição deste domingo do “Sunday Times” 

“É preciso estarmos preparados para imunizar as crianças, particularmente os adolescentes, de forma rápida e efetiva se assim for necessário”, afirmou o pediatra Adam Finn, do Comité Conjunto de Vacinação e Imunização (JCVI, na sigla em inglês), ao jornal “Sunday Times” na edição deste domingo 

O Governo de Boris Johnson está mesmo a estudar a administração de uma dose da vacina da Pfizer contra o coronavírus a crianças maiores de 12 anos em setembro, no início do próximo ano escolar, para garantir que os estabelecimentos de ensino não voltarão a encerrar caso a crise sanitária volte a agudizar-se. 

A importância de que a “educação não se interrompa de modo algum no próximo ano académico” é também sublinhada pelo mesmo pediatra, citado no artigo do “Times”. A informação é corroborada por Linda Bauld, professora de saúde publica na Universidade de Edimburgo, que constatou que os planos sanitários do Reino Unido “estão a caminhar nessa direção”. “O motivo para vacinar as crianças é realmente melhorar a imunidade de grupo”, sublinhou a especialista. 

DOSES ADICIONAIS DE VACINAS PARA REFORÇO NO OUTONO 

Na semana passada, o ministro da Saúde, Matt Hancok, avançou que o Governo tinha comprado 60 milhões de doses adicionais da vacina da Pfizer para administrar “doses de reforço” no outono. 

O executivo britânico contempla a possibilidade de dar uma terceira dose a certos setores da população para reforçar a imunidade alcançada com as primeiras vacinas. Ainda assim, o executivo estuda que essa terceira dose seja uma vacina elaborada por uma farmacêutica distinta das duas primeiras se os ensaios sugerirem que essa estratégia possa aumentar a proteção. 

 

IAC distinguido com o prémio para melhor poster na categoria “Projeto de Investigação” no CIPCA 2021

Maio 5, 2021 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O IAC, através do trabalho desenvolvido pela Área do Conhecimento e Formação, foi distinguido com o prémio para melhor poster na categoria “Projeto de Investigação” no Congresso Internacional de Psicologia da Criança e do Adolescente 2021. 
Conheça a investigação desenvolvida no nosso site, através do link https://bit.ly/3gLByS5 e o poster em https://bit.ly/3vsEzuC 
Parabéns!!! Fernanda Salvaterra Mara Chora 

Ciclo de conversas Casamentos Infantis Precoces e/ou Forçados – maio (6,13,20,27) e junho (2)

Maio 4, 2021 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

http://www.apf.pt/node/948?fbclid=IwAR18e5cfHdNwS9c6RnUsHEffZZDrGCPAlSk7AucNOPgB5GJVuQSAzOxa7xs

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