Webinar “A importância do Brincar na infância” com Carlos Neto, 30 de julho

Julho 29, 2021 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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10 dicas simples e fáceis para motivar crianças a ler

Julho 28, 2021 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Mundo de Livros de 11 de  maio de 2016.

Como leitores, sabemos que é nas páginas de um livro que aprendemos muito sobre o mundo que nos rodeia. Além do mais, vários estudos têm comprovado que hábitos de leitura em criança são fundamentais para desenvolver as capacidades cognitivas. 

A nossa compreensão, assim como a capacidade individual para assimilar conhecimento (seja a nível profissional ou pessoal), é especialmente estimulada pelos livros que lemos. É por isso mesmo que educadores e pais por todo o mundo procuram incutir nas crianças, mesmo antes de conseguirem ler por si mesmas, o hábito de ler livros. 

Algumas crianças aceitam bem este tipo de entretenimento, deixando-se conquistar por histórias e personagens. Outras, porém, não suportam os livros ou preferem outro tipo de entretenimento, como jogos em computador ou desenhos animados na televisão. Se é o caso do seu filho ou de uma criança com que lida frequentemente, então talvez esteja na altura de investir noutra estratégia em vez de lhe tentar impingir sempre um livro. 

Neste post, apresentamos algumas sugestões para que consiga explicar a uma criança a importância da leitura e motivá-la a pegar num livro e a apreciar uma história. 

Como motivar crianças a ler? Aqui tem 10 dicas 

1 – Conheça a criança 

Antes de mais, se quer que a criança leia, precisa de a conhecer. Não, não estamos a querer dizer que você não conhece o seu próprio filho. O que queremos dizer é que precisa de conhecer precisamente aquilo de que gosta. Que temas o fascinam mais? Que tipo de histórias gosta de ver em filmes e desenhos animados? É ao traçar esta espécie de perfil de “gostos pessoais” que vai saber ao certo que tipo de livros deve sugerir ao seu filho. Se for uma história apelativa, então a leitura será certamente mais fácil. 

2 – Aumente a curiosidade 

As crianças nem sempre se deixam convencer se lhes disser “Olha, aqui está um livro parecido com o desenho animado que vês na televisão.” Colocar-lhe o livro nas mãos nem sempre é suficiente. Se a criança até então não lê, então nada garante que vai começar a ler só porque aquele livro em questão é parecido com algo de que já gosta. Portanto, alimente a curiosidade ao longo do tempo, até que o seu filho decida pegar no livro sozinha. Conte-lhe aqui que acontece mais à frente na história, como são as personagens, que a leitura é fácil, entre outros. 

3 – Relembre as Viagens 

Costuma fazer viagens ou passeios com o seu filho? Conhecer novos lugares preenche a mente das crianças com memórias que ficam para a vida. E porque não presenteá-lo com um livro que o faça recordar essas mesmas viagens? Existem todo o tipo de livros sobre viagens, cheios de cor e com informação interessante e apresentada numa escrita leve, que promete conquistar os mais pequeninos. 

4 – Mantenha livros sempre por perto 

Se quer que o seu filho leia, então comece por manter sempre por perto livros para que possa encontrar uma história quando a vontade ou momento surgir. Ao manter por perto a sua estante de livros, está também a preparar a criança para que esteja a habituada a ter livros na sua vida. 

5 – Crie um cantinho da leitura 

Se o seu filho tem um espaço próprio para ver televisão e para jogar jogos de computador, então porque não ter também um espaço para ler? Não precisa de fazer grandes investimentos ou de remexer na decoração lá em casa. Basta preparar um cantinho, próximo da estante, talvez decorá-lo com um puff ou uma cadeira confortável. Basicamente, um espaço onde a criança quer estar por se sentir bem a ler uma história. 

6 – Pense em alternativas de leitura 

Não se prenda à ideia de pôr o seu filho a ler grandes livros, cheios de letras e sem imagens. Embora as melhores histórias estejam, por norma, em livros neste tipo de formato, às vezes é necessário ter um pensamento estratégico e pensar noutras formas de promover a leitura. E que tal uma banda desenhada, por exemplo? As cores, os desenhos e os diálogos em balões funcionam quase como um desenho animado e estimulam o gosto pelo leitura. Pode ainda optar pelas revistas. Hoje, os quiosques estão repletos de revistas infanto-juvenis, assinadas pela Disney, pelo Canal Panda ou por outros editores de entretenimento. Fora artigos e conteúdos concebidos propositadamente para o público infantil, estas revistas costumam ainda trazer brindes que todas as crianças adoram. 

7 – Leia com as crianças 

E porque não ler com as crianças? Esta é uma prática antiga mas que tem caído em desuso. O típico momento de contar uma história “antes de ir para a cama” tem preparado gerações para o hábito da leitura assim que aprendem a ler e escrever na escola. Não ler com as crianças não precisa de acontecer apenas antes de ir dormir. Porque não sentar-se no sofá com o seu filho a ler um livro  em vez de ligar a televisão? 

8 – Dê o exemplo 

Está cientificamente comprovado que as crianças seguem os exemplos que veem nos pais ou nas figuras de autoridade mais próximas. Assim sendo, faz todo o sentido que você leia livros se quer que o seu filho também os leia. Mostre-lhe que tem sempre um livro na mesinha de cabeceira e, quando ler à frente dele, tente mostrar através de gestos e expressões faciais o quão prazeroso pode ser o hábito de ler. 

9 – Teste o conhecimento do seu filho 

Ao terminar um livro ou uma história, não deixe que esse seja o último capítulo. Porque não pegar em tudo aquilo que aprendeu para fazer, por exemplo, um quiz com a criança e verificar se percebeu a história? Ou fazer até mesmo uma espécie de debate para discutir as melhores partes do livro? Além do mais, isto serve como um processo de reflexão e interiorização de toda a informação recentemente adquirida. 

10 – Crie histórias 

E porque não criar histórias que possam ser lidas pelo seu filho e até mesmo passadas entre os seus amigos? Isto não ocupa muito tempo da sua parte. Basta sentar-se no computador durante uma hora ou duas para passar para o papel uma história básica sobre uma viagem que tenham feito, um episódio familiar ou dar mesmo asas à imaginação e criar uma história fantástica. Peça ainda dicas ao seu filho, pergunte-lhe o que gostava de ver no papel e o que gostava de ver numa história. 

 

Cuidados a ter com o sol nas crianças para evitar alergias

Julho 28, 2021 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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sapo

Texto do Sapolifestyle 

Quando não existem cuidados com a exposição solar, são vários os malefícios para a pele. Tome nota dos conselhos da médica especialista em Imunoalergologia Marta Chambel. 

A exposição ao sol tem conhecidos benefícios para a saúde. Origina uma sensação de bem-estar, regula o ritmo biológico e é indispensável para a produção de vitamina D. 

No entanto, quando não existem cuidados com a exposição solar, são vários os malefícios para a pele, nomeadamente queimaduras solares e cancro de pele. As crianças são particularmente susceptíveis ao sol porque a sua pele é mais sensível e tem que ser resguardada desde muito cedo para evitar malefícios no futuro. 

Também resultado da elevada exposição solar, são várias as doenças alérgicas em adultos e crianças que podem piorar com a exposição solar sem os devidos cuidados, das quais se destacam: 

– Eczema: a pele seca e frágil é uma característica desta doença. A exposição solar sem proteção, quando não acompanhada de hidratação da pele com creme emoliente é um fator de agravamento do eczema nas crianças. 

– Urticária: o aparecimento de babas e manchas com comichão pode ser causada por alergia a alimentos, medicamentos ou infeções (sobretudo por vírus), embora não se consiga identificar a causa na maioria dos casos. A exposição ao sol e calor agrava a urticária independentemente do fator causal. 

As crianças, em particular as que têm doença alérgica cutânea, são mais suscetíveis à exposição solar. Por isso, não devemos esquecer nenhum dos cuidados com o sol, sobretudo nesta altura do ano. 

Cuidados essenciais 

– Evitar as horas de maior calor, entre as 11h e as 17h; 

– Durante o 1.º ano de vida o bebé não deve ser exposto diretamente ao sol. Devem usar roupa que cubra o corpo e aplicar protetor solar com elevado nível de proteção nas áreas não cobertas; 

– Usar sempre chapéu e óculos de sol; 

– Aplicar protector solar com filtro mineral (sobretudo se tiver idade inferior a 2 anos) e com fator de proteção elevado; 

– Aplicar o protector 30 minutos antes da exposição solar e repetir a aplicação a cada 2 horas ou após cada banho de mar / piscina; 

– Não esquecer que nos dias nublados os cuidados devem ser mantidos; 

– Após a exposição solar aplicar creme hidratante (muito importante nas crianças com eczema); 

– Em dias de sol e calor, reforçar a hidratação do bebé e criança para evitar a desidratação. Além de oferecer água, a hidratação pode ser reforçada com a ingestão de alimentos ricos em água como a melancia, morangos e cenouras cruas. 

Um artigo da médica Marta Chambel, especialista em Imunoalergologia. 

 

 

Abuso sexual en la infancia y la adolescencia – Estudo da Fundación ANAR

Julho 28, 2021 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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resumo aqui

TikTok soma mais uma ação legal por violação de dados de crianças. Desta vez na Holanda

Julho 27, 2021 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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multinews

Notícia da Multinews Sapo de 22 de  julho de 2021.

As autoridades holandesas multaram a rede social TikTok, utilizada por milhões de crianças em todo o mundo, em mais de 750 mil euros por violação da lei de proteção de dados.

A Autoridade de Proteção de Dados da Holanda (CBP) considerou que o facto de as informações de download da aplicação da rede social estarem apenas escritas em inglês, dificulta a compreensão das regras por parte das crianças holandesas.

“Ao não disponibilizar a declaração de privacidade em holandês, o TikTok não forneceu uma explicação adequada sobre como a aplicação recolhe, processa e utiliza os dados pessoais”, considerou a entidade reguladora em comunicado, citado pela agência AFP.

“Esta é uma violação da legislação sobre a proteção da vida privada, que se baseia no princípio de que as pessoas devem ter sempre uma noção clara do que é feito com os seus dados pessoais”, pode ainda ler-se na mesma missiva.

Em resposta à AFP, a plataforma respondeu que a sua política de privacidade estava disponível de forma resumida em holandês desde julho de 2020.

Recorde-se que a aplicação já foi alvo de várias investigações em vários países. A ex-comissária para a Infância de Inglaterra processou o TikTok em abril, acusando a plataforma de vídeos de ter recolhido ilegalmente dados pessoais de milhões de crianças no Reino Unido e em toda a Europa.

Em maio, a Comissão Europeia também intentou uma ação contra o TikTok, acusando a plataforma de usar publicidade enganosa dirigida às crianças em vários Estados-membros.

 

 

Dicas de Segurança para as Férias… e não só!

Julho 27, 2021 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Pai, mãe, avó, avô, madrinha, padrinho, adultos responsáveis por crianças, estas dicas de segurança são para vocês e para as vossas crianças!
Tal como para muitas outras coisas, a prevenção é meio caminho andado para evitar situações de perigo. E no caso das crianças e da época de férias, a prevenção foca-se em tentar explicar às crianças os perigos de se afastarem dos pais.
Primeiro, há que ensinar as crianças a não perderem o discernimento, nem a calma. Depois, é aos profissionais que trabalham na praia, como os nadadores-salvadores, Polícia Marítima, PSP, entre outros, que as crianças podem e devem dirigir-se.
Conheça as dicas do IAC em: https://iacrianca.pt/campanhaveraoemseguranca/

Quase metade das crianças vivendo com HIV não recebe tratamento

Julho 27, 2021 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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onunews

 

Notícia da ONU News de 22 de  julho de 2021.

Levantamento da Unaids mostra ainda 150 mil menores de idade infectados no ano passado; mais de um terço não foram testados; sem medicamentos, metade das crianças soropositivas pode morrer antes de completar dois anos.

Pela primeira vez, houve declínio no total de crianças que recebem tratamento para o HIV. Quase metade entre 1,7 milhões de menores soropositivos não foi tratado no ano passado. 

O levantamento é do Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids, Unaids, que destaca ainda 150 mil novas infecções registradas entre crianças em 2020. O total é quatro vezes maior do que a meta estipulada, que era de 40 mil novos casos entre menores de idade.

Mortes  

Ao publicar o relatório, em Genebra, na Suíça, a agência destaca que estão sendo perdidas várias oportunidades de identificar recém-nascidos e crianças pequenas com HIV. A razão é que não estão sendo testados mais de um terço dos bebês que nascem de mães soropositivas.  

O Unaids revela que sem tratamento, 50% das crianças com o vírus morrem antes do segundo aniversário. A vice-diretora do Unaids, Shannon Hader, lembra que há 20 anos, começaram as iniciativas para prevenir a transmissão vertical e evitar que as crianças morram de Aids.

Liderança 

Mas apesar dos progressos, as metas em relação às crianças soropositivas não estão sendo alcançadas. Elas têm 40% a menos de chances do que os adultos de receberem tratamento. Além disso, os menores representam 15% das mortes relacionadas à Aids. 

O Unaids faz um apelo por mais liderança, ativismo e investimentos. Já a Organização Mundial da Sáude, OMS, destaca que a “comunidade com HIV tem um histórico de combater desafios sem precedentes e por isso, é necessária a mesma energia e perserverança para cuidar dos mais vulneráveis, as crianças”.  

Três Medidas  

O relatório cita três ações necessárias para acabar com novas infecções de HIV entre crianças. A primeira é testar todas as grávidas e fornecer tratamento o quanto antes, para evitar que os bebês nasçam com o vírus.  

A segunda ação é garantir a continuação do tratamento e da supressão viral durante a gravidez e a amamentação. Segundo o Unaids, 38 mil crianças foram infectadas porque as mães não receberam o tratamento adequado nessas duas fases.

Adolescentes  

O terceiro objetivo é evitar novas infecções por HIV entre mulheres que estão grávidas ou amamentando.  

De acordo com o levantamento, houve progressos na prevenção do vírus entre as adolescentes e as jovens: queda de 27% de novas infecções  entre 2015 e 2020.  

Por outro lado, a Covid-19 e o fechamento das escolas prejudicaram muitos programas educacionais e de saúde sexual e reprodutiva para adolescentes, o que mostra ser urgente redobrar os esforços de prevenção no grupo.   

Mais informações na press release:

UNAIDS report shows that people living with HIV face a double jeopardy, HIV and COVID 19, while key populations and children continue to be left behind in access to HIV services 

 

Adolescente que empurrou colega disse ao MP que o episódio “foi apenas uma partida” – Notícia com declarações de Melanie Tavares do IAC

Julho 26, 2021 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 26 de julho de 2021.

Negligência é maior motivo de sinalização às comissões de protecção

Julho 26, 2021 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias Madeira de 20 de julho de 2021.

Bater pode piorar comportamento das crianças e provocar danos graves

Julho 26, 2021 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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noticiasaominuto

Notícia do notíciasaominuto de 16 de  julho de 2021.

De acordo com o trabalho científico citado pela CNN, a punição física não melhora o comportamento positivo ou a competência social de uma criança a longo prazo.

A revisão de 69 estudos dos Estados Unidos, Canadá, China, Colômbia, Grécia, Japão, Suíça, Turquia e Reino Unido, publicada na revista científica The Lancet, determinou que castigos corporais como palmadas são “prejudiciais ao desenvolvimento e ao bem-estar das crianças”, escreveu a autora Elizabeth Gershoff, professora de desenvolvimento humano e ciências da família na Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos.

Acrescentando: “os pais batem nos filhos porque acham que isso melhorará seu comportamento”.

“Infelizmente para os pais que batem, a nossa pesquisa encontrou evidências claras e convincentes de que o castigo físico não melhora o comportamento das crianças e, em vez disso, o torna pior”. 

O impacto dos castigos físicos

Conforme explica a CNN, de forma a medir o impacto de palmadas e outros castigos físicos que os pais tendem a escolher para disciplinar uma criança, os investigadores excluíram tipos verbais e graves de castigo físico, categorizados na esfera de abuso infantil.

Atos esses que se caracterizavam por “bater numa criança com um objeto; bater ou dar um chapada no rosto, cabeça ou orelhas; atirar um objeto à criança; bater com o punho; esmurrar; chutar; lavar a boca de uma criança com sabão; derrubar; sufocar; queimar; escaldar; e ameaçar com uma faca ou arma”, afirmou Gershoff.

A conclusão com “a evidência mais consistente”, em 13 dos 19 estudos analisados, foi que palmadas e outras formas de castigo físico levaram a mais comportamentos problemáticos, nomeadamente: “aumento da agressão, aumento do comportamento antissocial e aumento do comportamento disruptivo na escola”, disse a professora.

Um estudo, realizado na Colômbia, registou que crianças pequenas que foram punidas fisicamente adquiriram “menos habilidades cognitivas”, comparativamente aquelas que não foram castigadas.

Adicionalmente, sete das pesquisas revistas examinaram a ligação entre a frequência de castigos físicos e o comportamento negativo da criança ao longo do tempo. Sendo que cinco dos sete estudos detetaram aquilo que é chamado de “efeito dose-resposta”. 

“Por outras palavras, à medida que o castigo físico aumentava em frequência, também aumentava a probabilidade de prever resultados piores com o tempo”, elucidou Gershoff.

Mais ainda, alguns estudos apuraram que a punição corporal estimulou problemas de comportamento e sinais de transtorno desafiador opositivo, que é caracterizado por acessos de raiva, comportamento argumentativo e desafiador, recusa em seguir regras, rancor e vingança.

O Estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Physical punishment and child outcomes: a narrative review of prospective studies 

 

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