Menina de 10 anos é a quinta criança a morrer depois de ver um desafio do TikTok

Maio 20, 2022 às 10:30 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do MAGG de 18 de maio de 2022

Nylah morreu depois de suster a respiração até desmaiar. Após a morte da criança de 10 anos, foi provado que esta assistiu a um vídeo do “blackout challenge” no telemóvel antes do acidente fatal. Mãe está a acusar rede social de homicídio.

Nylah Anderson é a quinta criança a morrer devido a um desafio do TikTok. A menina de 10 anos, de nacionalidade norte-americana, morreu depois de suster a respiração durante demasiado tempo, e até desmaiar, no apelidado “blackout challenge” na rede social. Agora, a mãe está a acusar o TikTok de homicídio.

Na quinta-feira passada, 12 de maio, Tawainna Anderson apresentou em tribunal um processo judicial no qual acusa o TikTok e a sua empresa-mãe, ByteDance, de serem uma “aplicação manipuladora e predatória que promove desafios excessivos e perigosos”, tal como escreve o “Observador”.

No mesmo processo, a mãe de Nylah explica que, dias antes da morte da filha, a rede social já tinha sugerido vídeos do “blackout challenge” à menina de 10 anos. Sendo assim, a norte-americana culpa o algoritmo da plataforma pela decisão de Nylah Anderson de levar a cabo o desafio.

O “blackout challenge” consiste em suster a respiração até desmaiar. No caso de Nylah Anderson, a menina enforcou-se por acidente com um cabide e uma mala, seguindo as indicações dos vídeos do TikTok, enquanto a mãe estava no andar inferior da casa. Depois de Tawainna encontrar a filha, Nylah foi transportada para o hospital, onde esteve cinco dias até morrer. Após a morte da criança norte-americana, uma análise ao telemóvel da jovem revelou que Nylah viu um dos vídeos do desafio antes do acidente.

“Não consigo parar de reviver esse dia na minha cabeça“, afirmou na quinta-feira, segundo o “The Washington Post”, Tawainna Anderson.”É altura de estes desafios perigosos terminarem, para que outras famílias não vivam o luto que nós vivemos todos os dias”, salientou a norte-americana.

Nylah Anderson é a quinta criança a morrer devido ao “blackout challenge”: em abril de 2020, um rapaz de 14 anos morreu na Austrália e, no ano seguinte, em janeiro, uma criança de 10 ano teve o mesmo destino em Itália. Também em 2021, em abril, um rapaz de 12 anos morreu no estado do Colorado, nos Estados Unidos, e outro de 12 anos perdeu a vida em julho, no Oklahoma.

“Blackout challenge”  — o que podem fazer os pais para impedir?

Infelizmente, este não é o primeiro desafio que coloca os mais jovens em perigo. Desde a baleia azul aos perigos do Momo, com a proliferação das redes sociais nos últimos anos, assistimos aos crescentes perigos do online para as crianças. Mas, enquanto pais e educadores, o que podemos fazer para proteger os nossos filhos sem medidas mais drásticas, como proibir a 100% o acesso à internet?

Filipa Jardim da Silva, psicóloga clínica, explicou à MAGG — no contexto do caso Jonathan Galindo — que estes desafios virais têm-se “repetido e proliferado nos últimos anos”. “São o lado menos bom das redes sociais e da internet, o que só aumenta a importância de os pais e educadores ensinarem às crianças boas práticas em torno do uso do online.”

A especialista explica que é “fundamental” que os pais e educadores lidem com esta nova realidade de redes sociais, e alerta que o caminho não é assustar os mais novos, mas sim informá-los e dotá-los da capacidade de fazerem escolhas conscientes.

“Mais do que vigiar, temos de lhes passar a capacidade de fazerem escolhas sensatas que os possam proteger. Não nos podemos esquecer que estes desafios têm sempre como público-alvo uma faixa etária mais vulnerável e sugestionável, que gosta de ter segredos com os seus pares, algo escondido dos pais e professores. Temos de educar as crianças para o uso da internet, das redes sociais, e reservar tempo para explicar aos miúdos o que são boas práticas e, pelo contrário, o que pode representar perigos.”

Para Filipa Jardim da Silva, mais do que “causar o pânico ou restringir o acesso ao online”, o acompanhamento atento por parte dos pais é importante para ensinar os jovens “a serem eles próprios a detetar conteúdos perigosos e a denunciá-los em contexto familiar”.

E como podem os pais e educadores estar atentos e ensinar essas práticas sem o fazer de uma forma intrusiva ou controladora? “É importante mapear o acesso a conteúdos online, nomeadamente através dos vários softwares de controlo parental que existem. Depois, para além do tal tempo que devem reservar a ensinar as boas práticas do online, os pais devem ter conversas abertas sobre os conteúdos a que os filhos tiveram acesso nesse dia. Por exemplo, para além daquelas conversas que se tem sobre o dia na escola, sobre os amigos, os pais devem também perguntar sobre os ecrãs. Se os filhos viram algo na internet que tenham achado piada, e que queiram partilhar, e também se viram algo que os deixou desconfortáveis ou que não tenham compreendido”, referiu a psicóloga clínica.

“Diálogo e observação é muito importante”, mas a psicóloga assume que é um exercício que nem sempre é fácil. “É verdade que é um exercício muito desafiante, porque os pais não têm bolas de cristal, e a observação é mais uma maratona. Temos de insistir e estarmos preparados para perguntar várias vezes o que se passa, e não obter resposta.”

Portugal junta-se a movimento que quer mais crianças a andar de bicicleta, skate e a pé

Maio 20, 2022 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 7 de maio de 2022

Movimento internacional Kidical Mass quer mais espaço e condições nas cidades para as crianças se deslocarem de bicicleta ou a pé, sobretudo nas envolventes das escolas.

Lusa

Cerca de 20 localidades portuguesas juntam-se este mês, pela primeira vez, ao movimento internacional Kidical Mass, que reivindica mais espaço e condições nas cidades para as crianças se deslocaram de bicicleta ou a pé, sobretudo nas envolventes das escolas.

As localidades portuguesas vão integrar um grupo de 240 cidades de todo o mundo que vão ser cenário de iniciativas para promover a mobilidade sustentável das crianças e pedir aos poderes públicos condições para que isso aconteça em segurança, ou seja, que as crianças possam deslocar-se mais, como nas idas para a escola, de bicicleta, skate e trotinete ou a pé, em detrimento do carro, explicou à Lusa Rita Ferreira, umas das promotoras da Kidical Mass Portugal (Massa Crítica de Crianças).

Em Portugal, cidades como Lisboa organizam a sua Kidical Mass no fim de semana de 14 e 15 de maio, seguindo as datas do movimento internacional, mas há localidades em que estão agendadas para o fim de semana seguinte e há até um caso (Biscoitos, na Praia da Vitória, na ilha Terceira, Açores), em que a iniciativa está prevista para 20 de maio, segundo as informações disponíveis no site.

Até agora, há cerca de 20 localidades já com iniciativas agendadas, mas continuam a chegar contactos para aderir à Kidical Mass, segundo os promotores, que se assumem como “um colectivo informal e espontâneo de voluntários – maioritariamente mães/pais/filhos, professores, activistas da mobilidade sustentável, – de norte a sul de Portugal Continental e ilhas -, preocupados com a excessiva dependência do automóvel na mobilidade e do seu impacto no desenvolvimento das crianças”.

As Kidical Mass vão percorrer circuitos nas diversas localidades e são mais do que “um passeio” de bicicleta, de skate ou de trotinete, ou do que uma caminhada a pé, são “uma manifestação”, sublinhou Rita Ferreira.

“O objetivo aqui é muito claro, temos reivindicações a fazer. Reclamar espaço público para as nossas crianças e com as nossas crianças, são elas que reclamam”, afirmou.

Em concreto, as Kidical Mass pedem aos poderes públicos “envolventes escolares seguras e livres de poluição do ar, ruído e tráfego motorizado de atravessamento”, “rotas seguras para as escolas”, limite de 30 quilómetros por hora para o trânsito “nas localidades e ruas na envolvência das escolas”, “ciclovias largas, contínuas e com cruzamentos seguros, em estradas principais”, “mais espaço público dedicado à mobilidade activa e para estar/brincar” e “fiscalização rodoviária efectiva”.

O movimento Kidical Mass inspira-se no movimento Massa Crítica, nascido nos Estados Unidos nos anos de 1960, justamente para promover e defender o uso da bicicleta no espaço público, assim como outros meios de deslocação mais sustentáveis e saudáveis, sobretudo no contexto urbano, em alternativa ao carro.

O Massa Crítica promove passeios de bicicleta, skate, trotinete ou a pé nas últimas sextas-feiras de cada mês em todo o mundo, incluindo em cidades portuguesas, como em Lisboa (a partir da praça Marquês de Pombal).

No Kidical Mass, o objectivo é “dar voz às crianças, à nova geração”, explicou Rita Ferreira, que diz que depois da grande adesão de grupos informais e associações de todo o país, sobretudo ligados à defesa do ambiente e ao activismo da mobilidade sustentável, o objectivo agora é seguir o calendário do movimento internacional e fazer a iniciativa a cada seis meses, como acontece nos outros países.

Lição de Jubilação do Professor Carlos Neto, Jogo e Desenvolvimento Motor da Criança, 23 maio na FMH

Maio 19, 2022 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Formação – Artes e Jogos em Terapia. Aplicações Pedagógicas e em Prevenção Primária – 18 junho

Maio 19, 2022 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Webinar – Bullying : Alertas e  Estratégias, 23 maio

Maio 19, 2022 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Para que nenhuma Criança seja esquecida

Maio 18, 2022 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Desde 2003 que o Instituto de Apoio à Criança promove o debate público sobre as crianças desaparecidas e exploradas sexualmente. O assinalar do Dia da Criança Desaparecida a 25 de maio tem sido determinante para manter este tema tão premente na atualidade.

Saiba mais sobre este tema no InfoCRIANÇA n.º 93

1º Festival de Jogos de Tabuleiro para Famílias – 21 e 22 de maio no Casino Estoril

Maio 18, 2022 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A morte por afogamento é rápida e silenciosa!

Maio 18, 2022 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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GNR – Guarda Nacional Republicana

A morte por afogamento é rápida e silenciosa!

– Perto da piscina ou do mar, nunca perca a criança de vista e vista-lhe sempre um colete ou braçadeiras;

– Esteja sempre atento a todos os movimentos das crianças, seja dentro de água ou à beira da piscina;

– Nunca deixe uma criança sozinha na água;

– Nunca deixe brinquedos dentro da piscina, pois é uma situação que chama a atenção da criança e pode revelar-se fatal;

– Se tem piscina em casa, quando a piscina não estiver a ser utilizada, tape-a com uma tela ou lona de proteção;

– Na praia respeite sempre as condições do mar e a cor das bandeiras.

Bastam apenas alguns segundos sem supervisão para tudo acontecer!

Seminário online “Modelos e Abordagens Pedagógicas de Educação de Infância” 18 maio

Maio 17, 2022 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Vem aí o 1.º Festival de Jogos de Tabuleiro para Famílias

Maio 17, 2022 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias TAG de 16 de maio de 2022

Sentes que és um verdadeiro às em jogos de tabuleiro e que só falta o mundo descobrir as capacidades que sempre soubeste ter? Pois esta pode ser a tua oportunidade! No Casino Estoril, concelho de Cascais, vai realizar-se o 1.º Festival de Jogos de Tabuleiro para Famílias.

O evento acontece a 21 e 22 de maio, das 10 horas às 20 horas, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.  Será, certamente, um fim de semana especial para familiares e amigos que participem neste encontro.

Segundo a organização, a ideia surgiu porque os jogos de tabuleiro na Europa, incluindo Portugal, claro, vêm revelando um público cada vez mais interessado nos numerosos eventos que são organizados.

“Imagine a sua família à volta de uma mesa a jogar jogos de tabuleiro tendo como pano de fundo os jardins do Casino Estoril. Os jogos de tabuleiro aproximam famílias, contribuem para relações mais saudáveis entre todos e trazem momentos de diversão que ficarão nas memórias das crianças e dos adultos para sempre”, descrevem os promotores.

Organizado pelo Instituto de Apoio à Criança – IAC, o 1.º Festival de Jogos de Tabuleiro conta com o apoio da Junta de Freguesia do Estoril e do Casino Estoril.

A entrada custa 1 euro (paga a partir dos 18 anos).

As reservas podem ser feitas para a ticketline, pelo telefone 707 234 234 ou online.

jogos-tabuleiro

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