Como evitar os transtornos de sono e falta de vitamina D no seu filho durante a quarentena

Abril 1, 2020 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Texto do Observador de 25 de março de 2020.

O isolamento social exigido para fazer frente à pandemia de COVID-19 pode levar as crianças a desenvolver problemas de sono, alimentares ou por falta de vitamina D. Médico espanhol ensina a evitá-los.

Cada vez mais países da Europa estão a decretar a quarentena obrigatória para fazer frente à pandemia de COVID-19. Espanha está há mais de uma semana em suspenso na esperança de travar o avanço da infeção. Mas o isolamento social pode provocar outras problemas de saúde a que se deve estar atento, afirma o médico espanhol Manuel Antonio Fernández em entrevista ao ABC. E as crianças também podem sofrer com a medida.

Problemas de sono. De acordo com o neuropediatra espanhol, o isolamento social por longos períodos de tempo pode provocar transtornos do sono, nomeadamente insónias — um problema que, segundo o especialista, afeta uma em cada três crianças. Manuel Antonio Fernández argumenta que, se dormirem pouco, mal ou em horários diferentes dos habituais, as crianças podem também desenvolver mudanças de personalidade ou irritabilidade.

O melhor, acrescenta o médico, é não alterar os horários e hábitos de sono: “Isso não significa que precisa de acordar o seu filho todos os dias à mesma hora, mas tem de ser constante na hora aproximada de acordar e dormir, desde que durma as horas necessárias e não acabe com o sono completamente revertido”, acrescentou ao ABC.

Enquanto dormia – o Miguel Pinheiro ou a Filomena Martins preparam para si um guia resumido do que se passa, logo de manhã pelas 9h00, todos os dias úteis.

Cada vez mais países da Europa estão a decretar a quarentena obrigatória para fazer frente à pandemia de COVID-19. Espanha está há mais de uma semana em suspenso na esperança de travar o avanço da infeção. Mas o isolamento social pode provocar outras problemas de saúde a que se deve estar atento, afirma o médico espanhol Manuel Antonio Fernández em entrevista ao ABC. E as crianças também podem sofrer com a medida.

Problemas de sono. De acordo com o neuropediatra espanhol, o isolamento social por longos períodos de tempo pode provocar transtornos do sono, nomeadamente insónias — um problema que, segundo o especialista, afeta uma em cada três crianças. Manuel Antonio Fernández argumenta que, se dormirem pouco, mal ou em horários diferentes dos habituais, as crianças podem também desenvolver mudanças de personalidade ou irritabilidade.

O melhor, acrescenta o médico, é não alterar os horários e hábitos de sono: “Isso não significa que precisa de acordar o seu filho todos os dias à mesma hora, mas tem de ser constante na hora aproximada de acordar e dormir, desde que durma as horas necessárias e não acabe com o sono completamente revertido”, acrescentou ao ABC.

Transtornos alimentares. É outro aspeto a que deve estar atento, segundo o especialista entrevistado pelo jornal espanhol. O aborrecimento que brota do isolamento social pode fazer com que as crianças procurem conforto na comida. O resultado? Come demais e, muitas vezes, de forma pouco saudável.

Por isso, Manuel Antonio Fernández recomenda que os pais evitem que os filhos consumam “hidratos de carbono e açúcares” em excesso. E que pratiquem desporto com ele: “Reserve um tempo para brincar com o seu filho à moda antiga. Sugira jogos nos quais precisem de correr e pular. E coloquem desafios a serem alcançados”, sugeriu.

Se estes conselhos não forem seguidos, o neuropediatra afirma que as crianças podem desenvolver problemas de obesidade e sedentarismo: “Comer muito e mal, ter um sono de má qualidade e exercitar pouco são os três pilares da obesidade infantil”, avisa o especialista espanhol. E tudo se agrava quando se está trancado em casa por haver pouco espaço para exercícios físicos mais intensos.

Falta de vitamina D. É um problema que, tal como os transtornos alimentares, também podem afetar adultos. O médico espanhol explicou ao ABC que a baixa exposição solar pode provocar falta de vitamina D, importante para a saúde dos ossos. “Não deixe o seu filho passar o dia todo no quarto trancado, sem ver o sol. Encorajo-vos a procurarem momentos para expo-lo à luz” numa janela ou varanda, aconselhou Manuel Antonio Fernández.

Depressão e ansiedade nas crianças portuguesas afeta mais os meninos

Abril 1, 2020 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Notícia TVI24 de 24 de março de 2020.

Investigadores das universidades de Lisboa e Fernando Pessoa concluíram que os rapazes têm com mais frequência problemas de stress e depressão.

 Um estudo sobre sintomas de depressão, ansiedade e stress em crianças portuguesas sugere que “os meninos têm maior probabilidade de apresentar sinais” destes problemas do que as meninas, anunciou hoje a Universidade de Coimbra (UC).

Há, no entanto, “outros fatores que parecem influenciar a frequência destes sintomas”, sublinha a UC, numa nota enviada hoje à agência Lusa.

Publicado na revista científica BMC Psychiatry, o estudo foi realizado por uma equipa multidisciplinar da UC, das universidades de Lisboa e Fernando Pessoa (Porto), e do Instituto Politécnico de Viseu para “explorar os fatores associados a sintomas de ansiedade, depressão e stress nas crianças portuguesas em idade escolar, dos 7,5 aos 11,5 anos, uma vez que existem poucos dados sobre a magnitude e causas dos problemas de saúde mental mais comuns em idades tão jovens”.

Participaram na investigação 1.022 crianças – 481 meninos e 541 meninas – de escolas públicas e privadas das cidades de Coimbra, Lisboa e Porto, e os respetivos pais.

Ao analisarem os autorrelatos das crianças, os investigadores concluíram que os rapazes reportam mais frequentemente sintomas de stress e sintomas depressivos do que as raparigas, refere a UC.

As diferenças entre meninos e meninas na expressão destes sintomas podem ser influenciadas pelo contexto cultural – “poderão residir numa maior tendência das meninas para responder de forma socialmente mais desejável ou expectável”, afirma, citado pela UC, Diogo Costa, primeiro autor do artigo.

“As crianças de Lisboa, por comparação com as de Coimbra e Porto, poderão estar expostas a características do ambiente urbano mais prejudiciais que se refletem na frequência destes sintomas”, considera o investigador do Centro de Investigação em Antropologia e Saúde (CIAS) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC, centro que liderou o estudo.

Aquelas crianças “poderão ter de percorrer maiores distâncias no percurso entre casa e escola e passar mais tempo no trânsito”, exemplifica.

A investigação sugere ainda que os fatores parentais, em particular os sintomas depressivos, de ansiedade e de stress da mãe, interferem de forma negativa na saúde mental das crianças.

De acordo com Diogo Costa, “a influência (negativa) do estado emocional das mães nas emoções das crianças é bastante conhecida, sobretudo para os sintomas depressivos, e pode fazer sentir-se desde cedo”, mas são necessários “estudos longitudinais (que acompanhem as crianças e mães ao longo do tempo) para melhor avaliar outros fatores intervenientes nesta relação, como por exemplo a vinculação entre pais e crianças”.

Considerando que os sintomas de depressão, ansiedade e stress experienciados durante a infância podem ter um impacto negativo no desenvolvimento, a coordenadora do estudo, Cristina Padez, defende que “são imprescindíveis estudos longitudinais” para se conhecer “o impacto destes sintomas no aparecimento da obesidade infantil”.

A obesidade infantil é “um problema com uma grande expressão na generalidade dos países desenvolvidos e em que Portugal também tem taxas muito elevadas”, sublinha Cristina Padez.

O estudo, que faz parte de um projeto de investigação mais alargado – “Desigualdades na obesidade infantil: o impacto da crise socioeconómica em Portugal de 2009 a 2015” – foi cofinanciado pelo COMPETE 2020, Portugal 2020 – Programa Operacional Competitividade e Internacionalização (POCI), União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), e Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Self-reported symptoms of depression, anxiety and stress in Portuguese primary school-aged children

Atividade da semana: como fazer um arco-íris em 3D

Março 31, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Texto do site Sapolifestyle

Susana Krauss

Uma atividade para fazer em família e ajudar a passar o tempo.

A ambar traz uma atividade semanal que vai desafiar a criatividade de todos lá de casa. Embarque numa aventura artística em família!

Fazer um arco-íris em 3D

Metam mãos à obra e usem a vossa imaginação para fazer um arco-íris em 3D. Decora o teu quarto com este novo elemento para acordares com energia positiva todas as manhãs.

O que vais precisar:

Bolinhas de algodão, tesoura, 2 folhas de cartolina, canetas ou lápis de cor, cola.

Passo-a-passo:

  1. Corta a cartolina em tiras e pinta cada uma com as cores do arco-íris. Podes começar com o lilás, depois o azul, verde e por aí fora. Aproveita para aprenderes as cores todas do arco-íris.
  2. Pega na segunda cartolina e corta 2 formatos de nuvens.
  3. Cola as pontas das tiras às duas nuvens. Não te esqueças da ordem correta das cores!
  4. Dá vida às tuas nuvens colando as bolinhas de algodão por cima.
  5. Escolhe o sítio ideal para colocares o teu arco-íris em 3D e decora o teu quarto com uma explosão vibrante de cores.

Partilha as tuas obras de arte com o mundo! Envia uma mensagem para o Instagram da ambar e partilha as tuas obras finais.

Participe no estudo sobre impacto do isolamento social no bem-estar de crianças e jovens

Março 31, 2020 às 2:48 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

fb_img_1585654561980

Aceder ao estudo no link:

https://ucpcienciashumanas.eu.qualtrics.com/jfe/form/SV_4GYvud1O32ozp2t?fbclid=IwAR3cNMcdrDvPczqON_q-weyxyRfoOPwas8gm5nfGCjFNnEbNCnsb_b5UqUQw,

Brinquedos e atividades que estimulam o desenvolvimento cognitivo dos mais pequenos

Março 31, 2020 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Texto do site Sapolifestyle

Há umas brincadeiras que são mais adequadas do que outras para o potenciar. Mário Cordeiro, um dos mais reputados pediatras nacionais, explica quais são aquelas que deve privilegiar em função das idades das crianças.

Muitos especialistas, nacionais e internacionais, defendem que as crianças devem passar mais horas a brincar com brinquedos adequados à sua idade do que com telemóveis, tablets e computadores, como muitas vezes se vê à nossa volta. Mário Cordeiro, médico pediatra e autor do livro “Crescer Seguro”, publicado pela editora Glaciar, aponta alguns dos principais brinquedos e atividades que estimulam o desenvolvimento cognitivo dos mais pequenos.

Os mais indicados a partir dos 3 anos

O faz de conta, a fantasia e a imitação sofrem um enorme impulso nesta fase, tal como também sucede com a criatividade. “As histórias contadas têm de ser mais complexas, estando completamente ao seu alcance contos tradicionais ou fábulas. Os puzzles estimulam a concentração e a relação entre o olho e a mão, a compreensão global, a análise e a síntese, além da capacidade de resolver problemas”, sugere Mário Cordeiro.

“No que se refere às melhores opções, é a altura da total perda de omnipotência e de refúgio na reafirmação dos pequenos poderes caseiros”, esclarece ainda o médico pediatra. Nesta fase, como não será propriamente uma novidade para si, o vocabulário é extenso, bem como a constante necessidade de ir além das coisas, materializado através de perguntas como para saber o como, o quando e o inesgotável porquê.

“Outra opção a considerar são os livros para pintar e para ler, de preferência com histórias engraçadas que apresentem situações inesperadas, mas com uma clara divisão entre bons e maus, para além de uma certa moral final”, aconselha ainda Mário Cordeiro. Existem atualmente no mercado nacional milhares de títulos de obras infantis que reúnem estas características e que representam uma excelente opção.

Os mais indicados entre os 4 e os 5 anos

O que caracteriza esta idade é o desejo de jogos coletivos, de aprendizagem cognitiva e de grande coordenação entre movimentos grossos e finos. “A criança entusiasma-se com a sua própria capacidade e com o seu próprio êxito e expande a criatividade e a imaginação”, refere Mário Cordeiro. “Começa a descodificação das letras, dos números e dos outros símbolos”, afirma ainda o especialista.

“A lista das boas opções para esta fase inclui jogos com trabalhos manuais, carrinhos e pistas, triciclos e bicicletas, jogos de construção e teatro de marionetas, livros de histórias, instrumentos musicais e jogos de representação, em miniatura ou tamanho real da vida do dia a dia”, indica Mário Cordeiro. Os jogos de materialização com blocos, tipo Lego, são dos mais aconselhados pelos especialistas.

Os cuidados a ter com skates, patins e bicicletas a partir dos 6 anos

A partir dos 6 anos, podem começar a ser usados pelos mais pequenos, privilegiando o contacto com o exterior. Se os comprar para dar, ofereça sempre o equipamento de proteção. Para serem utilizados sem consequências graves, é essencial que estejam acompanhados de um bom capacete e, já agora, de joelheiras e cotoveleiras. É bom que todos nos convençamos de que, sem esses acessórios, o equipamento está incompleto.

Texto: Carlos Eugénio Augusto com revisão científica de Mário Cordeiro (médico pediatra)

Coronavírus explicado às crianças – Vídeo Rádio Zig Zag

Março 31, 2020 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Junte-se a nós e invista também no futuro das centenas de crianças vulneráveis que o IAC apoia, preenchendo o seu IRS e doando 0,5% ao IAC

Março 30, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

NO IAC, ACREDITAMOS NO POTENCIAL DE TODAS AS CRIANÇAS E INVESTIMOS NO SEU FUTURO.
Junte-se a nós e invista também no futuro das centenas de crianças vulneráveis que o IAC apoia, preenchendo o seu IRS e doando 0,5% ao IAC sem qualquer custo extra.
Basta selecionar a opção “Instituições particulares de solidariedade social”, Contribuinte 501 377 662.
MODELO 3 > QUADRO 11 > CAMPO 1101 >

Como se comporta o vírus da Covid-19 em crianças?

Março 30, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Notícia da RTP de 20 de março de 2020.

por Mariana Ribeiro Soares

A infeção pelo Covid-19 parece ser mais ligeira nas crianças do que nos adultos. Estudos sobre o comportamento do novo coronavírus na camada mais jovem da população demonstram que as crianças são igualmente vulneráveis e podem transmitir a doença aos adultos, mas apresentam sintomas mais ligeiros, dificultando o seu diagnóstico.

Apesar de ainda existirem poucos dados sobre o comportamento do novo coronavírus nas crianças, todas as investigações concluem que a camada mais jovem da população infetada pelo Covid-19 apresenta sintomas mais leves.

Estudos demonstram que as crianças são igualmente vulneráveis ao novo coronavírus, mas a doença Covid-19 parece ser menos grave do que nos adultos. Para esta observação, os cientistas ainda não encontraram uma justificação.

Um estudo realizado por investigadores chineses publicado na revista Naturena passada sexta-feira, investigou dez crianças infetadas entre os dois e os 15 anos. Concluiu que uma das crianças infetadas não apresentou nenhum sintoma e as restantes nove tiveram apenas sintomas leves.

Cinco das crianças apresentavam alguma tosse, quatro dor de garganta, três inflamação intestinal e duas congestão nasal, sintomas que os investigadores explicam que podem ser confundidos com outras doenças e, por isso, dificultar o diagnóstico.

“Apresentações leves e atípicas da infeção em crianças podem dificultar a deteção”
, lê-se no estudo conduzido pelo Dr Yi Xu, do Centro Médicos da Mulher e da Criança de Guangzhou.

O relatório de fevereiro da Organização Mundial de Saúde (OMS) também chegou à conclusão de que a manifestação do Covid-19 nas crianças “parece ser relativamente rara e ligeira”. O relatório demonstra que apenas 2,4 por cento dos infetados na China tinham idade igual ou inferior a 19 anos. Desses, uma percentagem muito baixa desenvolveu doença grave (2,5 por cento) ou crítica (0,2 por cento).

“Indivíduos com maior risco de doença grave e morte incluem pessoas com mais de 60 anos e com problemas de saúde prévios, como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crónicas e cancro”, sublinha o relatório da OMS.
Risco mais elevado nos bebés
Um outro estudo publicado na Revista Pedriatics de 16 de março concluiu, igualmente, que as crianças apresentam sintomas mais leves ou mesmo nenhuns. “Mais de 90 por cento dos pacientes eram assintomáticos ou casos leves e moderados”, lê-se no estudo.

No entanto, a investigação acrescentou um outro dado relevante: os bebés são os mais vulneráveis neste grupo etário, expondo sintomas mais preocupantes e graves em comparação com crianças mais velhas.

“Os resultados sugerem que as crianças mais jovens, particularmente bebés, são vulneráveis à infeção por Covid-19”, conclui o estudo.
“Não é uma doença só dos idosos”
Apesar de apresentarem sintomas mais leves, as crianças estão igualmente vulneráveis à infeção pelo novo coronavírus e têm a mesma capacidade de transmissão. Por esta razão, a OMS alertou na quarta-feira que apesar de a taxa de mortalidade afetar, maioritariamente, a faixa etária acima dos 60 anos, as medidas de prevenção devem ser seguidas por toda a população.

“Sabemos que as crianças tendem a ter uma infeção mais ligeira, mas vimos pelo menos uma criança a morrer dessa infeção”, asseverou Maria Van Kerkhove, responsável técnica do Covid-19 na OMS, numa entrevista. “Não podemos dizer de uma forma generalizada que é uma doença leve nas crianças, por isso é importante que as protejamos como uma população vulnerável”, sublinhou.

Não é uma doença só dos idosos. Pessoas mais jovens apresentam uma doença menos severa, mas temos que estar atentos a todos, até os casos mais ligeiros. Todo o caso suspeito deve ser testado. Se mostrar sintomas, deve ser testado”, acrescentou o diretor executivo da OMS, Michael Ryan.

O que é o coronavírus? As explicações das crianças

Março 30, 2020 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Vídeo da RTP de 22 de março de 2020.

As crianças tentam explicar o novo coronavírus aos adultos e deixam alguns conselhos ao resto da família.

Visualizar o vídeo no link:

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/covid-19-a-situacao-ao-minuto-do-novo-coronavirus-no-pais-e-no-mundo_e1214480

Rute Agulhas. Como sobreviver aos filhos na quarentena do covid-19 – Vídeo

Março 29, 2020 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Vídeo publicado no DN Life de 17 de março de 2020.

Explicar as medidas de isolamento às crianças, antecipar as suas mudanças de humor e estar atento ao ajustamento das crianças à nova situação em que muitas famílias, em isolamento social, se encontram.

Estas são algumas das sugestões da psicóloga Rute Agulhas que aconselha, em pequenos vídeos, como lidar com as crianças e como as podemos ajudar nesta fase da pandemia do covid-19.

Rute Agulhas é psicóloga e e autora de vários livros na área da psicologia, escreve todos os dias uma crónica sobre comportamento na DN Life.

Vídeo no link:

https://life.dn.pt/rute-agulhas-coronavirus-como-sobreviver-aos-filhos-na-quarentena-do-covid-19-video/familia/355394/

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.