Curso Intervenção em Abuso Sexual de Crianças e Jovens

Abril 16, 2021 às 12:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Texto da APF Alentejo

Divulgamos a 2º Edição do Curso Intervenção em Abuso Sexual de Crianças e Jovens
Link de inscrição: https://forms.gle/tZSZU7gjFE8iN8Zr5

Para mais informações, consulte o nosso site, através do link:
http://www.apf.pt/node/925

Experiências científicas para despertar a curiosidade dos seus filhos

Abril 16, 2021 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

natgeo

Notícia do National Geographic de 12 de abril de 2021.

Estas atividades baseadas em plantas vão ensinar a ciência da primavera às crianças.

POR MCKENNA BECKER

Os seus filhos não são os únicos que sentem mais energia quando chega a primavera – o mundo natural também.

“Em última análise, a primavera é o regresso do sol”, diz Jack Dumbacher, curador de ornitologia e mamalogia da Academia de Ciências da Califórnia.

“A luz solar é a fonte de combustível para grande maioria da vida na Terra.” Assim, à medida que o hemisfério norte se inclina em direção ao sol, inicia uma série de mudanças.

Por exemplo, as plantas têm fitocromo nos seus caules, folhas e flores. Este fitocromo é ativado pela luz e desencadeia um processo que faz com que os botões comecem a brotar quando as noites ficam mais curtas.

Use estas experiências para responder às perguntas mais comuns que os seus filhos possam ter sobre o mundo natural durante a primavera, como por exemplo como é que as plantas produzem oxigénio ou como é que as sementes crescem. Quiçá, o seu quintal até se pode transformar num laboratório de ciências!

Veja uma folha a respirar – e a fotossíntese

Precisa de: 
• Folha (Nós usámos uma folha de nasturtium.)
• Tigela com água
• Pedra

Como fazer: Dê um passeio e apanhe uma folha grande de uma planta. Encha uma tijela com água e coloque a folha lá dentro. (Pode ser necessário usar uma pedra para manter a folha submersa.) Coloque a tigela sob luz solar direta. Passadas algumas horas, devem surgir bolhas a formar-se na superfície da folha.

Ciência interessante: A luz solar é mais fraca e menos abundante no inverno, pelo que as plantas conservam a sua energia ficando num estado de dormência, no qual deixam cair as folhas e param de crescer. Mas, na primavera, quando a luz do sol e a água são mais abundantes, as plantas podem começar a crescer novamente – e as folhas ajudam.

As folhas têm uma substância chamada clorofila que absorve a luz do sol, e também absorvem água pelas raízes da planta e dióxido de carbono do ar. A clorofila mistura estes ingredientes para criar glicose – que a planta utiliza para obter energia e, eventualmente, para fazer as suas células – e oxigénio.

A planta não necessita de todo o oxigénio que absorve, expelindo esse elemento extra através das folhas. Ao colocar a folha na água, o oxigénio sai da folha na forma de bolhas – é a fotossíntese em ação. (Bónus: Ao verem o oxigénio que respiramos a sair das folhas, as crianças vão compreender porque é que as plantas são tão importantes para o ambiente.)

Faça uma mini-estufa – e aprenda como as sementes brotam

Precisa de: 
• Sementes (Nós usámos rúcula, mas pode usar sementes de citrinos.)
• Terra
• Recipiente pequeno (pode ser um frasco)
• Recipiente grande e transparente que dê para cobrir o recipiente mais pequeno (como um jarro grande de vidro ou uma garrafa de refrigerante de um litro cortada ao meio)

Como fazer: Reúna as sementes. (Se quiser usar sementes de citrinos, lave as sementes para remover quaisquer bactérias e deixe-as de molho durante 24 horas.) Encha um pequeno recipiente com terra, coloque as sementes a uma profundidade de cerca de um centímetro e humedeça a terra. De seguida, coloque o recipiente maior por cima do recipiente mais pequeno e coloque a mini-estufa num local com sol. Passados alguns dias, vai reparar que as plantas começam a crescer.

Ciência interessante: Ao cobrir a planta com um recipiente transparente, cria uma mini-estufa que imita o clima quente e húmido da primavera.

As sementes precisam de três coisas para germinar: água, oxigénio e calor. A estufa ajuda a reter o calor do sol e a humidade no solo, criando um microclima perfeito para estimular a germinação das sementes. Quando o revestimento da semente sente que o solo húmido atingiu os cerca de 20 graus centigrados, envia um sinal para que a semente se abra e deixe entrar água e oxigénio.

Assim que as mudas brotam, o ambiente húmido da estufa ajuda as plantas a crescer. Isto acontece porque as plantas inalam dióxido de carbono através de pequenos orifícios chamados estomas que têm nas folhas, e que se abrem no ar húmido.

Teste a memória das abelhas – e observe estes animais a aprender

Precisa de: 
• Panela
• Água
• ¼ chávena de açúcar
• 5 tigelas transparentes
• 4 folhas de papel branco
• 1 folha de papel colorido vermelha (ou uma folha pintada de vermelho)

Como fazer: Aqueça o açúcar numa panela com água até o açúcar se dissolver por completo. Deixe arrefecer. Encha quatro tigelas transparentes com água e coloque-as por cima das folhas brancas. Encha a última tigela com água e açúcar e coloque-a por cima da folha vermelha. Coloque os pratos em fila ao ar livre.

Nos dias seguintes, observe se há abelhas a rondar as tigelas. Para qual voam primeiro? Poucos dias depois de ver abelhas na tigela que tem água com açúcar, mude a tigela de posição – juntamente com o papel colorido. As abelhas continuam a preferir essa tigela?

Depois, troque os papéis de maneira a que o papel colorido fique sob uma tigela que só tem água. O que acontece nos dois dias seguintes? Agora, deixe os papéis onde estão, mas troque a tigela que tem água com açúcar por outra tigela só com água e com papel branco por baixo. Como é que as abelhas reagem?

Ciência interessante: Durante o inverno, as abelhas aglomeram-se num estado de hibernação para sobreviver ao frio. Quando chega o tempo quente, as abelhas deixam a colmeia para procurar alimento, ou néctar, que é água açucarada produzida pelas plantas.

As abelhas encontram alimento através da visão e do olfato e, apesar de não conseguirem ver cores como os humanos, conseguem distinguir cores, padrões e até mesmo luz ultravioleta. As flores de cores mais vivas (ou seja, o papel vermelho) criam um alvo para as abelhas e outros polinizadores – é por essa razão que as flores são tão coloridas.

As abelhas têm boa memória, portanto, assim que uma abelha associa algo a comida, é provável que regresse. As abelhas provavelmente serão atraídas para o papel vermelho, mas também conseguem localizar a água com açúcar através do olfato, mesmo sem o papel vermelho. Observe se as abelhas seguem o papel colorido e com que rapidez encontram a nova posição da água com açúcar.

Disseque uma flor – e observe como as plantas se reproduzem

Precisa de: 
• Papel ou folhas de um bloco de notas
• Caneta ou marcador
• Flor (Nós usámos uma rosa, mas as tulipas, os lírios e os narcisos também servem.)
• Tesoura

Como fazer: Separe as partes da flor pela ordem que se segue e coloque cada uma num pedaço de papel separado com a etiqueta correta:
• Caule
• Sépalas (as folhas na base das pétalas)
• Pétalas
• Estames (os bocados que parecem pequenos caules com pontas cobertas de pólen)
• Pistilo (talo ou talos centrais, dependendo do tipo de flor, que se estendem diretamente a partir da base da flor)
• Ovário (o bolbo que sobra; corte-o ao meio para conseguir ver os ovos no interior da flor)

Ciência interessante: Cada parte da flor ajuda-a a sobreviver e a reproduzir. O caule contém água e nutrientes para a planta, as folhas produzem alimento através da fotossíntese e as sépalas protegem a flor quando esta é apenas um botão.

As pétalas de cores vivas e com um aroma doce atraem insetos polinizadores como as abelhas. Quando um inseto vai comer o néctar (as glândulas de néctar podem estar nas pétalas, pistilos ou estames, dependendo do tipo de flor), parte do pólen do estame fica colado aos pelos do inseto.

Quando o inseto visita outra flor, o pólen passa para o pistilo dessa nova flor. Eventualmente, o pólen desce pelo pistilo até ao ovário, que fertiliza os ovos da planta. Depois, crescem novas sementes e são geradas novas flores.
Este artigo foi publicado originalmente em inglês no site nationalgeographic.com

Os melhores ‘jogos’ para interação nas aulas

Abril 15, 2021 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

pplware

Notícia do pplware de 11 de abril de 2021.

Infelizmente, tanto nas aulas online, como nas aulas presenciais, o tempo estende-se demasiado e estas podem tornar-se aborrecidas. É um facto que jogos e competitividade são uma boa forma de captar a atenção dos alunos e permitir o aumento do seu aproveitamento. Para isto, existem aplicações de interação nas aulas e Quiz que poderão ajudar nesta situação.

Hoje apresentamos as melhores aplicações com jogos para interação nas aulas.

Kahoot!

Kahoot! é uma plataforma baseada em jogos e questionários e é das mais fáceis de usar. Não sendo necessária a criação de uma conta, faz com que esta seja mais dinâmica e com que haja mais proveito da mesma.

Esta plataforma conta já com mais de 1 milhão de utilizadores.

Para a utilização desta plataforma, basta um superior criar uma sala e inserir as perguntas e respostas. Seguidamente, será gerado um PIN que terá de ser fornecido aos alunos para que entrem nessa mesma sala através dos seus dispositivos.

Após a verificação da presença de todos os jogadores, está tudo pronto para o início do jogo na aula.

Quizziz

Quizziz é uma plataforma mais direcionada a questionários. Contudo, neste campo, é a plataforma mais poderosa. Todos os dias conta com a inserção de ótimas perguntas feitas por professores.

Este esforço gera um ótimo conteúdo acessível a qualquer pessoa. Esta app também possui o forte fator de personalização do questionário: os professores têm várias opções para alterar, por exemplo, o nível de dificuldade e o tempo de resposta.

Ao utilizar esta plataforma de interação, terá ainda acesso a questionários já criados.

Parecida ao Kahoot!, a utilização desta plataforma passa pela criação ou escolha de um questionário já feito. Posteriormente, a inserção de um código para aceder à sala de jogo.

Gamilab

Concentrando-se mais em jogos, o Gamilab é outra plataforma para interação nas aulas. Esta é mais direcionada para os ensinos básicos.

Esta plataforma permite o desenvolvimento do raciocínio e perceção dos alunos mais novos.

Este site permite jogar em conjunto, incluindo níveis e pontuação. De todas as apresentadas, esta é a aplicação que permite maior interação, disponibilizando uma extensa panóplia de possíveis atividades.

É claro que existem muitas outras plataformas com o mesmo intuito das referidas acima. No entanto, se a intenção é a interação nas aulas de forma simples e dinâmica, estas são as ferramentas mais completas.

Webinar “O Direito a Brincar” 20 abril

Abril 15, 2021 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Contactos:

educacao@m-alcacerdosal.pt

Mais de 1.600 crianças viviam em prisões na Europa em 2020

Abril 14, 2021 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

espesso

Notícia do Expresso de 08 de abril de 2021.

Este número é relativo a 37 administrações penitenciárias entre os 47 Estados-membros que integram o Conselho da Europa

Pelo menos 1608 crianças viviam em 2020 com as respetivas mães em estabelecimentos prisionais na Europa, indicaram esta quinta-feira as estatísticas penais anuais do Conselho da Europa (designadas como SPACE), que, pela primeira vez, revelam este indicador.

Este número é relativo a 37 administrações penitenciárias entre os 47 Estados-membros que integram o Conselho da Europa que forneceram, pela primeira vez, estes dados específicos, segundo o órgão.

Na maioria das administrações (21), os menores podem ficar com as mães nos estabelecimentos prisionais até aos 03 anos de idade, enquanto em outros sete países o limite mais frequente é até ao primeiro ano de vida da criança.

“Esta questão é de particular preocupação para o Conselho da Europa que, em 2018, dirigiu aos seus Estados-membros uma recomendação com o objetivo de proteger os filhos de reclusos, incluindo crianças que vivem com um dos progenitores na prisão”, afirma o órgão, que estima que mais de dois milhões de crianças na Europa têm um dos progenitores presos.

O estudo aponta ainda que no período em análise existiam 87.367 mulheres detidas, o que representava 5% da população reclusa na Europa.

Em termos globais, o estudo SPACE, efetuado pela Universidade de Lausana (Suíça) para o Conselho da Europa, conclui que a taxa global da população prisional na Europa continuou em 2020 a descer, menos 1,7% face ao ano anterior, de 106,1 para 104,3 detidos por cada 100 mil habitantes.

Estes valores abrangem cinco dezenas de administrações penitenciárias que forneceram dados anuais comparativos, segundo esclarece o Conselho da Europa.

“Em 31 de janeiro de 2020, existiam 1.528.343 pessoas detidas em 51 (das 52) administrações penitenciárias dos Estados-membros do Conselho da Europa, o que corresponde a uma taxa de encarceramento europeia de 103,2 detidos por 100 mil habitantes”, acrescenta o estudo.

O Conselho da Europa frisa que estes valores confirmam uma tendência de decréscimo que começou em 2013, ano em que foi verificado um número recorde de 131 detidos por cada 100 mil habitantes.

“A diminuição global é de 20% entre 2013 e 2020”, indica a análise.

Para Marcelo Aebi, chefe da equipa de investigadores responsáveis pelo estudo SPACE, este decréscimo é parcialmente explicado pela diminuição, no período em análise, do número de infrações tradicionais, como furtos e assaltos, que não é compensado pelo aumento de crimes cometidos na Internet, em particular a fraude informática.

“O crime informático leva a menos condenações porque os perpetradores desses crimes geralmente estão localizados fora do território nacional e são difíceis de encontrar e de punir”, afirma o Conselho da Europa.

Os países com as taxas de encarceramento mais elevadas em janeiro de 2020 eram a Turquia (357 detidos por cada 100 mil habitantes), Rússia (356), Geórgia (264), Lituânia (220), Azerbaijão (209), República Checa (197), Polónia (195), Eslováquia (193) e a Estónia (184).

Se forem excluídos os países com menos de 300 mil habitantes, as taxas mais baixas foram encontradas na Islândia (45), Finlândia (50), Países Baixos (59) e Noruega (59).

A densidade de encarceramento, um possível indicador de sobrepopulação dos estabelecimentos prisionais, tem-se mantido relativamente estável, conclui a análise.

Globalmente, em cada 100 lugares disponíveis para detidos, em 2020 estavam preenchidos em média 90,3, um número ligeiramente superior ao registado no ano anterior (89,5).

Um total de 14 países (menos um em relação a 2019) reportaram uma densidade de encarceramento superior a 100 detidos por cada 100 lugares disponíveis.

Em 31 de janeiro de 2020, a lista dos dez primeiros era liderada pela Turquia (127 detidos por cada 100 lugares), seguida pela Itália (120), Bélgica (117), Chipre (116), França (116), Hungria (113), Roménia (113), Grécia (109), Eslovénia (109) e Sérvia (107).

Ao traçar o perfil dos reclusos no espaço europeu, o estudo indica que a idade média observada era de 36 anos, precisando que 15% dos presos tinham mais de 50 anos de idade e 2,5% tinham 65 anos ou mais.

A percentagem global de detidos estrangeiros na população prisional subiu, passando de 14,4% em 2019 para 15,1% no ano passado, de acordo com os dados fornecidos por 40 países.

A proporção de reclusos sem uma condenação final permaneceu estável (22%).

Os crimes ligados à droga continuaram a ser o motivo mais frequente de prisão em 42 administrações penitenciárias, quase 260 mil reclusos estavam a cumprir penas por tais delitos, ou seja, 17,7% do total da população prisional.

As outras infrações mais frequentes foram o roubo (199 mil reclusos, 13%) e homicídio e tentativa de homicídio (169 mil reclusos, 12%).

As administrações penitenciárias registaram também 30.524 reclusos condenados por terrorismo, com a Turquia a liderar (29.827), seguida de França (292) e Espanha (209).

A nível europeu, a duração média de reclusão (que tem uma forte influência na taxa de encarceramento) diminuiu de 8,1 para 7,8 meses entre 2018 e 2019.

O custo associado à detenção aumentou em 5%, totalizando um montante de 27 mil milhões de euros nas 42 administrações penitenciárias que partilharam esta informação.

Criado em 1949 para defender os Direitos Humanos, a Democracia e o Estado de Direito, o Conselho da Europa tem atualmente 47 Estados-membros, 27 dos quais são também membros da União Europeia (UE).

Mais informações media release:

Europe’s imprisonment rate continues to fall: Council of Europe’s annual penal statistics released

Tertúlia online «#mindmymind – faz-te ouvir com a rede PONTO JA – 16 abril

Abril 14, 2021 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Texto do Centro de Juventude de Lisboa do IPDJ, I.P.

𝗖𝗝𝗟 𝗲 𝗗𝗥𝗟𝗩𝗧 𝗰𝗼𝗺𝗲𝗺𝗼𝗿𝗮𝗺 𝗼 𝗗𝗶𝗮 𝗘𝘂𝗿𝗼𝗽𝗲𝘂 𝗱𝗮 𝗜𝗻𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮çã𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗝𝗼𝘃𝗲𝗻𝘀 𝗮 𝟭𝟲 𝗱𝗲 𝗮𝗯𝗿𝗶𝗹 ❗

No âmbito das comemorações do Dia Europeu de Informação para Jovens (#EYD2021), uma iniciativa promovida pela Eryica – European Youth Information and Counselling Agency, e à qual o Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. (IPDJ) se associou, a Direção Regional de Lisboa e Vale do Tejo e o Centro de Juventude de Lisboa do IPDJ convidam a participar na tertúlia online «#mindmymind – faz-te ouvir com a rede PONTO JA», a ter lugar na próxima sexta-feira, dia 16 de abril, das 10h30 às 12h.

Tendo em conta o mote do #EYD2021, «#Mindmymind, Descobre o teu eu interior. Fala.», este evento tem como objetivo a reflexão sobre a importância da saúde mental, o bem-estar emocional da juventude e o incentivo aos/às jovens para exteriorizarem as suas emoções, anseios, problemas e receios, bem como a partilha de experiências vividas por técnicos/as de informação para jovens e outros/as profissionais na área da juventude.

O evento irá decorrer na plataforma ZOOM, cujo link será enviado aos/às participantes após inscrição, com transmissão em direto no Facebook do Centro de Juventude de Lisboa.

INSCRIÇÃO até às 15h, do dia 15 de abril, em: https://forms.office.com/r/uWf1MfrmAk

Saiba mais e consulte o programa na página do CJL
👇
https://cjl.ipdj.pt/pt/atividades/tertulia-eyid/ Ver menos

Escolas registaram 47 surtos e só com metade dos alunos em aulas

Abril 14, 2021 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia do Público de 8 de abril de 2021.

Apresentação do estudo “Inclusão ou discriminação? Da análise dos resultados escolares às estratégias para o sucesso dos alunos com origem imigrante” 15 abril

Abril 13, 2021 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Mais informações no link:

https://www.epis.pt/noticias/apresentacao-publica-do-estudo

Um terço das escolas segrega alunos filhos de imigrantes

Abril 13, 2021 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

tsf

Notícia da TSF de 09 de abril de 2021.

Resultados escolares das crianças filhas de estrangeiros também tendem a ser muito piores, sobretudo se tiverem origem nos PALOP.

© LUSA

Por Nuno Guedes

Um estudo feito na Universidade Nova de Lisboa encontrou sinais de “segregação” dos alunos filhos de imigrantes em 34% das escolas, numa distribuição desigual que tende a concentrá-los nas mesmas turmas.

Quase um em cada sete alunos do terceiro ciclo tem pelo menos um progenitor estrangeiro (15,2%), mas o estudo promovido pela EPIS – Empresários pela Inclusão Social, em parceria com a Nova SBE e o centro de investigação CICS.NOVA, encontrou diferenças evidentes no desempenho escolar.

Segundo as conclusões, os alunos de origem imigrante tendem a ter piores desempenhos, evidentes, nos exames de matemática e português, numa tendência mais vincada entre os alunos com origem nos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP).
Por exemplo, mesmo dentro da mesma escola os naturais dos PALOP e do Brasil, comparativamente com os filhos dos naturais de Portugal, têm em média menos 12 pontos a Matemática.

Outro dado: apenas 20% dos filhos de alguém dos PALOP chega ao fim do nono ano sem qualquer chumbo e sem negativas a matemática ou português, percentagem que entre os filhos de pais portugueses chega aos 50%.

Luís Catela Nunes, um dos autores do estudo, diz à TSF que estamos perante uma diferença “extraordinária”, “marcante” e “enorme”.

Aliás, apenas um em cada cinco alunos filhos de um natural dos PALOP tem positiva no exame do nono ano de matemática, numa diferença muito grande que aumenta ao longo do tempo.

O investigador sublinha que a divisão dos alunos por turmas é uma tarefa das escolas e “o mais complicado é saber porque é que as escolas segregam os alunos diferentes em diferentes turmas”.

O estudo conclui, contudo, que mais que a origem dos pais, as escolas segregam os alunos filhos de imigrantes pela sua tendência para terem piores resultados, à medida que se vão atrasando e reprovando.

“Há várias escolas que criam turmas conforme o desempenho dos alunos”, detalha Luís Catela Nunes, pelo que acaba por ser natural que os filhos de imigrantes estejam maioritariamente noutras turmas, apesar de ser incerto quais as consequências desta decisão, sendo certo que há escolas que seguem diferentes estratégias.

Estudo revela que adolescentes com traços de frieza emocional demonstram sinais de psicopatia

Abril 13, 2021 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

uc

Notícia da Universidade de Coimbra de 08 de abril de 2021.

Jovens com elevados níveis de frieza emocional evidenciam baixos níveis de culpa sobre a possibilidade de cometerem atos imorais e têm dificuldade em julgar uma ação imoral como errada, indicando sinais psicopáticos, revela um estudo pioneiro realizado com adolescentes da população portuguesa.

Publicado na revista científica Frontiers in Psychiatry, o estudo juntou as universidades de Coimbra (UC), Porto (UP) e Minho (UMinho), bem como as instituições University College London e Royal Holloway University, no Reino Unido.

Nesta investigação, que envolveu 47 jovens do sexo masculino com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos, foram avaliados os traços de frieza emocional, ou seja, a falta de empatia e desprezo pelo bem-estar e sentimentos dos outros. Para tal, os jovens visualizaram animações em vídeo com exemplos de transgressões morais, tais como tomar o lugar de uma idosa num transporte público ou guardar dinheiro que caiu do bolso de outra pessoa.

«A abordagem de desenhos animados permitiu-nos criar estímulos mais reais e próximos dos jovens que podem acontecer no nosso quotidiano», afirma Óscar Gonçalves, investigador no Proaction Lab da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC), esclarecendo que «os jovens foram questionados sobre quão culpados se sentiriam se fossem os próprios a cometer as ações imorais e quão erradas as julgaram ser».

Os traços de frieza emocional observados na infância e adolescência são considerados precursores de psicopatia – um transtorno marcado por um comportamento antissocial grave e persistente – na idade adulta.

A principal descoberta deste estudo relaciona-se com o papel moderador dos traços de frieza na associação entre o sentimento de culpa e o julgamento moral. Margarida Vasconcelos, investigadora da Universidade do Minho, explica que «os adultos com psicopatia apresentam baixos níveis de culpa, mas julgam ações imorais como erradas, porém o nosso estudo demonstra que os jovens com elevados níveis de frieza emocional apresentam baixos níveis de culpa e julgam as ações imorais como menos erradas».

No entanto, sublinha a coordenadora do estudo, Ana Seara, também da UMinho, «foram encontradas evidências de dissociação entre as emoções morais e o julgamento moral, ou seja, entre o sentimento de culpa e o julgamento das ações imorais. Mesmo em níveis subclínicos de traços de frieza emocional, esta dissociação típica em psicopatia em adultos já se manifesta durante o desenvolvimento».

Segundo os autores do estudo, os resultados obtidos vão «contribuir para o desenvolvimento de um modelo de comportamento antissocial severo e, ainda, permitir o desenvolvimento de alvos de intervenção, reabilitação e prevenção precoce de comportamento antissocial».

O artigo científico está disponível: aqui.

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.