Palestra “Será que é bullying?” 21 de outubro no Centro Cultural João Soares em Cortes, Leiria,

Outubro 19, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/CasaMuseuJoaoSoares/

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Children more likely to walk to school in Switzerland

Outubro 19, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do site https://www.swissinfo.ch/ de 4 de outubro de 2017.

 

Isobel Leybold-Johnson

In Switzerland 75% of children walk to school – that’s twice as high as countries like the United Kingdom and the United States. But there are worries that this could be changing.

As any foreigner with children going through the Swiss school system – particularly in German-speaking part – will know, letting your children walk to school or even Kindergarten at a young age is a rite of passage. But it is something that you have to get used to, particularly if you come from a country where pupils are often driven to school.

October marks walking to school month in many parts of the world, with October 4 designated International Walking to School Dayexternal link. Switzerland held an awareness day on September 22external link.

Walking to school film (VCS), showing the importance of movement, friends, experiences and taking responsibility

A recent reportexternal link commissioned by the Swiss Association for Transport and Environmentexternal link (VCS in German) found that 75% per cent of children walk to school in Switzerland. That compares to around 30-40% in the United Kingdomexternal link and the United Statesexternal link. Even neighbouring Gemany does not post such a high percentage at 50% in 2012external link.

Why so high?

VCS spokesman Matthias Müller said that tradition was one reason why so many Swiss children walked to school. Many mothers did not work, so they organised between themselves for children to gather together to walk to school, accompanied by one adult in a rotating role. More mothers work now, but the expectation that children go by foot has stayed, he said.

Independence is also encouraged from an early age. “This has to do with the tradition of the federal state in Switzerland, this healthy sense of liberalism in which you take care of yourself,” Müller said.

It is also much safer in Switzerland as there is certainly less traffic than in big cities like London and Sydney, he pointed out.

Nevertheless, the number of parents driving their children aged between 6 and 9 to school is on the increase – it has risen by 40% in the past ten years, according to the microcensus data in the report.

Safety was cited as a main concern by a third of the parents polled for the study.

“Parent taxis”

“Parent taxis” are more widespread in the French and Italian-speaking parts of the country.  Whereas in the German-speaking part, only 11% of children are taken to school at least once a week by car, this rises to 50% in the French part and 63% in the Italian part, Ticino.

Parents in German-speaking Switzerland feel school routes are safer due to the many traffic calming measures, especially around schools (e.g. 20-30km zones), said Müller. These are less common in the other parts of Switzerland, he explained.

VCS says that it can be dangerous if many cars are letting children out at the school gates. It also brings children health benefits to walk to school.

Teachers agree. “We don’t want pupils becoming a ‘generation of backseat kidsexternal link’ who are driven to school each morning by their parents,” said Beat Zemp, president of the Swiss Teachers’ Associationexternal link, in comments on the VCS walk to schoolexternal link website. “It makes more sense to first walk and then bike to school. This strengthens children’s’ self-confidence and their social skills. Also movement is healthy and contributes to the fight against obesity.”

Campaign and experiences

VCS is currently running a campaign to encourage more walking to school, particularly through the promotion of the pedibusexternal link “walking school bus” in which groups of children, aged 4-8, are accompanied to school by an adult. This is particularly popular in the French-speaking part of the country, where the pedibus has been in operation for 15 years.

The lobby group is also calling for more better traffic management and more bike paths.

A quick, unrepresentative, poll of parents at swissinfo.ch confirmed the cultural differences. It found that in the German-speaking, more rural areas, children were encouraged to walk to school or kindergarten from an early age. They received “training” from the local policeman. In bigger cities, some parents have banded together to take turns in accompanying children to school. In Zurich, for example, the police publish a map of safe routes to schoolexternal link. A parent living in Bern said that walking to school was encouraged to give children independence.

The pedibusexternal link was reported to be popular in Lausanne and growing. However, it was felt that the walking to school was in general less popular in western Switzerland. The school bus is often a lifesaver in rural areas where there is a long way to go to school, parents said.

swissinfo.ch

 

Conferência Internacional : Harry Potter (1997-2017): 20 out. | 14h00 | Biblioteca Nacional

Outubro 18, 2017 às 10:33 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://www.bnportugal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1287%3Aconferencia–harry-potter-20-conferencia-internacional-de-um-dia-portugal–20-out-17–14h00&catid=168%3A2017&Itemid=1298&lang=pt

Como ter menos indisciplina na sala de aula?

Outubro 18, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.comregras.com/ de 28 de setembro de 2017.

Por Alexandre Henriques

Lá vem este com estas tretas românticas da empatia e o blá blá blá da mediação e coaching à distância. Eu estou lá para ensinar, não para fazer amigos ou qualquer tipo de terapia de grupo…

É uma forma de encarar as coisas, discordo, mas respeito. E num puro ato de egoísmo e até de indiferença, só posso pensar que quem pensa assim que se aguente, não sou eu que estou nessa sala de aula…

Acredito piamente que a empatia é o maior aliado do professor. Não é fácil, por vezes vemos e ouvimos certas coisas que só apetece mandar o aluno pela janela fora, desculpem o exagero da expressão.

Ainda na semana passada, tinha umas “criaturas” que parecia que estavam sobre o efeito de qualquer coisa, se calhar até estavam… Era subir espaldares, saltos loucos para os colchões, risadas constantes, provocações entre colegas e eu ali a ver se conseguia explicar alguma coisa. O problema é que ninguém me conhecia, não tinha qualquer tipo de relação com os miúdos e o “está quieto”, “ouve”, “cala-te” não resultavam pois não era visto como alguém com “legitimidade” para mandar calar quem quer que fosse. O professor hoje em dia não é por si só uma autoridade, é obrigado a conquistá-la e as causas para este descalabro, são sociais e já têm décadas…

Até podia ter colocado 5 ou 6 alunos na rua, podia, e no futuro se as coisas não mudarem assim farei, mas o meu objetivo nestas primeiras aulas é apenas um. Criar empatia com os alunos. Não para ser o professor “fixola” ou o “choca aí meu”, mas para criar qualquer tipo de relação que me permita ser visto não como o inimigo, mas como alguém que está ali para ajudar e naturalmente ensinar. É que para turmas como CEFs ou PIEFs, é muitas vezes mais importante o saber estar do que o saber fazer…

Irei apostar em diálogos individuais, separar o líder do grupo e torná-lo meu aliado, mostrar firmeza, mas tolerância para personalidades que foram “danificadas” pelas vicissitudes da vida. Acima de tudo irei mostrar imparcialidade, coerência e real preocupação pela pessoa que está por detrás do aluno.

Com o tempo, serei visto como um farol e respeitado como tal. Estou de alguma forma a manipular os alunos, mas ser professor é também isto, fazer e dizer o que precisa para que os alunos se tornem alunos e o professor possa exercer a sua função, a tão falada inteligência emocional…

Não descobri a pólvora, nem sou mais que ninguém, digo sempre que sou um mero professor como outros tantos que estão ao meu lado por esse país fora. Mas se me permitem e de coração aberto, e já que tenho a oportunidade de chegar a uns quantos, sejam empáticos, utilizem o humor, ouçam os alunos, “percam” um pouco de tempo com eles e irão ganhar muito do vosso tempo e seguramente um ano menos complicado.

Vejo por aí tanto professor revoltado, chateado, desmotivado, que só posso imaginar o que serão algumas salas de aula.

Se não resultar, não é vergonha nenhuma pedir ajuda…

Alexandre Henriques

 

Um estudo publicado em maio sugere que mostrar empatia pode ser uma melhor abordagem para a disciplina estudantil.

Grupos de professores do ensino médio receberam treinamento sobre as prováveis causas que explicam o comportamento inadequado de alguns alunos (muitas vezes os motivos são estressores fora da escola) e como poderiam responder de forma empática, em vez de punir. As ações podem ser tão simples como perguntar aos alunos: “O que está acontecendo com você agora?” e depois ouvir atentamente suas respostas.

O grupo de professores que receberam treinamento em empatia foram comparados com outro grupo de professores que receberam treinamento sobre o uso de tecnologia para melhorar a aprendizagem, e viu-se que com o treino da empatia os alunos tiveram a menor probabilidade de serem suspensos, independentemente da raça, gênero ou de suspensões anteriores.

Esses resultados são congruentes com os de uma pesquisa anterior que mostrava os benefícios da empatia do professor em melhorar a aprendizagem dos alunos, ao mesmo tempo em que reduzia o desgaste dos professores.

Desenvolver empatia nos professores ajuda a evitar suspensões na sala de aula

(Oficina de Psicologia)

 

 

 

Campanha contra o Tráfico de Seres Humanos – Dia Europeu de Combate ao Tráfico de Seres Humanos

Outubro 18, 2017 às 12:08 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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https://www.cig.gov.pt/2017/10/dia-europeu-combate-ao-trafico-seres-humanos-18-0utubro/

XI Jornadas sobre Gaguez “Entender a Gaguez” 21 de Outubro de 2017 Coimbra – Instituto Universitário Justiça e Paz

Outubro 18, 2017 às 11:15 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.gaguez-apg.com/index.php/apg/118-xi-jornadas-sobre-gaguez

Ludi’Cidade 2017 – 20, 21 e 22 de Outubro no Porto

Outubro 18, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/AssociacaoLudotecasPorto/

Seminário para professores “Educação e práticas parentais positivas” – 26 outubro em Lagos com Melanie Tavares do IAC

Outubro 18, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, é uma das formadoras do seminário para professores “Educação e práticas parentais positivas”.

Inscrição:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfhOsOhu1Hd1xZ-aL9QpZIkJKRI9YRLCdUSJ4Qqmuq82T1UwA/viewform

mais informações:

https://www.facebook.com/CFAERuiGracio/

Pais portugueses entre os mais violentos

Outubro 17, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.swissinfo.ch/por/ de 10 de outubro de 2017.

Um em cada cinco jovens na Suíça sofre graves castigos corporais nas mãos de seus pais, revelou um estudo realizado pela Universidade de Zurique.

A cifra de 20% é superior aos 13% revelados por um estudo similar realizado na Alemanha, disse o pesquisador Dirk Baier da Escola de Trabalho Social da Universidade de Ciências Aplicadas de Zurique (ZHAW). O castigo corporal “severo” foi definido no estudo suíço como socos, pontapés, espancamento ou objetos jogados em cima do jovem.

Dois jovens em cinco foram vítimas de formas “mais suaves” de castigo corporal, como tapas ou empurrões.

Os números na verdade foram retirados dos resultados provisórios de um estudo em andamento sobre o terrorismo, que pesquisou 10 mil jovens de 17 anos na Suíça e incluiu questões sobre sua educação, disse Baier para swissinfo.ch.

Imigrantes

Comparando os resultados, ficou claro que, entre os suíços, o nível de violência era similar ao da Alemanha, disse Baier. A diferença vem dos grupos de imigrantes.

“Existem alguns grupos na Suíça, onde até 40% dos jovens sofrem castigos físicos graves por parte dos pais”, conta. O estudo revela que isso afeta principalmente as famílias dos Bálcãs, seguido de Portugal (37%).

A situação financeira da família também desempenha um papel: a taxa de violência entre os pais desempregados ou que vivem da ajuda social é duas vezes maior em relação aos outros.

Além disso, em algumas culturas, o castigo corporal pode ser percebido como uma parte normal da educação infantil. Isso também costumava ser a atitude na Suíça. O estresse devido ao status de imigrante também pode desempenhar um papel no altos níveis de violência familiar.

swissinfo.ch/fh

 mais informações nas notícias:

Un jeune sur cinq est victime de violences graves à la maison

Schockierende Zahlen: So brutal sind Schweizer Eltern bei der Erziehung

 

1º Colóquio – Mais família, mais educação – 21 outubro em Oeiras

Outubro 17, 2017 às 4:40 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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A participação é gratuita mas a inscrição é obrigatória.

Inscrições:

maisfamiliamaiseducacao@auchan.pt

210 457 599 / 210 457 149

AUDITÓRIO MUNICIPAL EUNICE MUÑOZ

Rua Mestre de Aviz – Oeiras

Tel: 214 408 411

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