Eles divertem-se e estão a aprender

Dezembro 13, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 29 de novembro de 2017.

mais informações:

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Há “pessoas que trabalham por amor à causa, não andam em carros de luxo”

Dezembro 13, 2017 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Declarações da Drª Dulce Rocha, Presidente do Instituto de Apoio à Criança à https://www.tsf.pt/ no dia 12 de dezembro de 2017.

O caso de alegada gestão danosa na associação Raríssimas não deve abalar a confiança dos portugueses nas instituições de solidariedade social, apela a presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC), Dulce Rocha.

A antiga procuradora da República lembra que há em Portugal “instituições com trabalho muito válido e muito rigor”, conduzidas por “pessoas trabalham por amor à causa, não andam em carros de luxo”.

Isto não invalida que os portugueses sejam vigilantes. O trabalho de fiscalização das instituições que acolhem ou trabalham com crianças não pode ser deixado apenas à segurança social, defende.

Ouvir as declarações no link:

https://www.tsf.pt/sociedade/interior/dulce-8981109.html

“Garantir os direitos da criança e do jovem” Filme CPCJ Lisboa Oriental

Dezembro 13, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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CPCJ Lisboa Oriental

 

 

Adolescentes: chegou a altura de os deixar sair à noite (mas com regras…)

Dezembro 13, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do https://www.noticiasmagazine.pt/ de 2 de novembro de 2017.

Agressões, álcool, drogas, acidentes, sexo, sexo desprotegido… Os medos dos pais com as saídas dos filhos à noite é tão natural como o desejo de autonomia dos mais novos. A solução para os deixar crescer sem estar sempre de coração nas mãos passa por três pilares: diálogo, negociação e regras.

Leia também: Os seus filhos querem sair à noite? 5 conselhos práticos

Guilherme tem 17 anos e começou a sair à noite neste ano, depois de muito desafiado pelos amigos. A irmã, Margarida, com 14, já sai e adorava sair mais. «Ele não gosta de confusão, prefere ir a um bar, conversar com os amigos e jogar snooker», diz a mãe. «Ela é afoita e aventureira. Adora dançar.»

Com o Guilherme, as horas de chegada são negociadas caso a caso – chegou uma vez às seis da manhã, no aniversário da prima. Com a irmã as coisas ainda são diferentes. «Não sai à noite sem o irmão e vamos buscá-la sempre à meia-noite. Ainda não é negociável.

Mas às vezes vai dormir a casa das amigas ou elas vêm dormir cá a casa. Assim eu também as vou conhecendo e às famílias.» A diferença nas regras não se deve ao género. Deve-se, sustenta Joana Miranda, 36 anos, à diferença de idades e respetiva maturidade. Não há pediatra ou psicólogo que não diga o mesmo: sair ou não sair não tem que ver só com a idade, mas com a responsabilidade e a preparação de cada adolescente.

Os filhos reivindicam autonomia, os pais percebem até que ponto eles estão preparados para a ter. Sempre foi assim, sempre será. Uma avaliação que o psicólogo Vítor Rodrigues defende que só é possível «cultivando um relacionamento próximo e de respeito mútuo», no qual é essencial os pais enfrentarem os seus próprios receios e irem dando autonomia aos filhos. O especialista garante que muitos dos medos dos pais nascem do facto de eles se projetarem nos filhos. «Receiam, no fundo, que os filhos façam igual ou pior do eles mesmos fizeram. Isso é normal, mas não deve ser um entrave à autonomia.»

Em casa de Joana Miranda, as experiências dos pais, em vez de serem parte do problema, são parte da solução. Fala-se de tudo abertamente e o tema «saídas» foi sendo preparado ao longo dos anos. Ela e o marido, David Soalhães, contam com frequência as próprias peripécias nas saídas noturnas quando eram mais novos e perguntam aos filhos como reagiriam se fosse com eles.

Muitos dos exemplos que contam e perguntas que fazem estão relacionados com uma regra de ouro: evitar confrontos com pessoas alcoolizadas ou que procuram problemas. «Nunca sabemos quem está do outro lado e não vale a pena armarmo-nos em heróis», diz Joana. «Uma vez, numa noite, quando era adolescente, fui abordada na casa de banho por um grupo de raparigas que queriam arranjar confusão. Fiz por fugir dali o mais rapidamente possível. Perguntei aos meus filhos o que fariam no meu lugar. O Guilherme disse que tentaria fugir ou avisar alguém cá fora. A Margarida disse que não saberia o que fazer.»

A questão das drogas nas bebidas, que também preocupa hoje muitos pais, foi outra das que foram abordadas: o mais velho disse que se devia andar com a bebida sempre atrás, a mais nova não sabia que tal coisa existia. Razões, entre outras, para a mãe perceber que com Joana ainda tem de haver muita prudência, com Guilherme pode estar mais descansada.

Esta aproximação de experiências e pais que definem regras mas não proíbem é uma tendência. «As gerações que têm filhos adolescentes são mais flexíveis do que as anteriores. Intuem mais facilmente que regras e prisão são coisas diferentes», diz o psicoterapeuta Nuno C. Sousa. «É frequente que sejam os próprios pais a começar a levar os filhos a saídas noturnas. É uma aproximação de gerações muito construtiva, desde que não se percam os papéis na relação.» Até porque, como lembra, um objetivo pode ser alcançado por vários caminhos. «Se os pais pretendem incutir responsabilidade, será mais fácil através de uma relação de cumplicidade, porque os filhos sentirão uma verdadeira preocupação e não uma imposição de regras para chatear.»

Joana tem uma relação próxima, aberta e de diálogo, mas não deixa que os filhos se esqueçam quem é a mãe lá em casa. Há várias regras e são para ser cumpridas: o álcool não está permitido, as horas de chegada são bem estabelecidas e eles sabem que os pais devem sempre saber onde estão e com quem. Tem tudo corrido bem, mas talvez Joana Miranda tenha uma coisa a seu favor: a formação em coaching, com especialização em educação parental. Claro que isso não a deixa imune a preocupações, mas mais bem preparada para lidar com elas. E a principal preocupação são os excessos.

«O álcool, as drogas e o facto de saber que os adolescentes, quando em grupo, por vezes gostam de se mostrar. Fico preocupada, mas confio neles.» Aquilo que diz para dentro de si mesma é o mesmo que diz aos pais com quem trabalha: «Não se pode pura e simplesmente proibir só porque se sente medo. Faz parte do desenvolvimento deles e proibir é sempre o caminho mais penoso e o que vai gerar maiores confrontos.» Além da confiança nos filhos, a atenuar as preocupações está também está o facto de conhecer os amigos e os pais dos amigos, uma medida que também recomenda a todos os pais.

As preocupações dos pais não estão só nas cabeças deles. Vários estudos – e o senso comum – estabelecem uma associação entre saídas para sítios de diversão noturna e o consumo de tabaco, álcool e drogas. E é por isso que a maturidade dos adolescentes deve ser avaliada. É a única arma que têm para se defender dos riscos que as saídas à noite podem comportar.

A outra parte da história, da qual os pais falam menos, é o sexo. «É natural que na adolescência a ênfase na sexualidade e o despertar do instinto sexual façam recear que os nossos filhos se precipitem em relacionamentos de risco físico e afetivo», diz o psicólogo Vítor Rodrigues. «Os pais sabem que muito disso lhes escapa ao controlo e temem o que é mais difícil de controlar.»

Apesar de tudo, há uma forma de controlo e um tranquilizador que pais de hoje têm ao dispor: o telemóvel. Agora podem telefonar se estiverem preocupados, em vez de ficarem a agonizar no sofá ou a dar voltas na cama. «Apesar de ser um facilitador, não deve ser uma desculpa para estarem constantemente a pedir relatórios do que andam os filhos a fazer», alerta o psicoterapeuta Nuno C. Sousa.

«O segredo está numa negociação prévia equilibrada, que deve ser cumprida por ambas as partes. Determinadas as regras, é extremamente importante que os filhos sintam que há confiança por parte dos pais.» Que é como quem diz: não é para abusar. Se combinou com o adolescente que ele envia um sms às três da manhã, não vale enviar-lhe dois ou três a pedir novidades antes dessa hora, como também não vale ligar-lhe meia hora antes da hora marcada para estar em casa. As regras são para todos.

Para um adolescente, sair à noite ao fim de semana não se resume ao período entre o momento em que sai de casa e o momento em que entra. São as combinações que começam a meio da semana, em que se discutem os sítios onde ir, os amigos que se vão encontrar, as dezenas de mensagem trocadas para saber se o João ou a Catarina também vão lá estar, escolher a roupa para levar, etc. É um ritual – que não tem só problemas, riscos e perigos, também tem benefícios.

«Durante a adolescência a formação da personalidade está intimamente ligada às relações dos jovens com os pares», diz o psicoterapeuta Nuno C. Sousa. «Através do contacto com pessoas diferentes, em contextos diversos, o adolescente vai ganhando consciência do que gosta de fazer, como e com quem. Nas saídas à noite alarga-se a rede de conhecimentos além dos amigos da escola, num contexto em que o tempo de convívio não está limitado pela campainha dos intervalos.»

E depois, mais do que olhar para a questão pela ótica dos riscos e dos benefícios, há que vê-lo como uma inevitabilidade. «Na adolescência estamos a transitar de crianças para adultos e precisamos de desenvolver a nossa identidade. Para isso, temos de sentir e experimentar, não creio que exista outra via», diz o psicólogo Vítor Rodrigues.

Claro que nem sempre isso acontece sem sobressaltos e a tarefa dos pais não é fácil. Ainda assim, a «ditadura benévola» que resulta nas crianças pode ser uma péssima medida, geradora de muita revolta, na adolescência. «A transição para a democracia no lar costuma ser mais útil. Os adolescentes precisam de sentir que têm direito de voto.»

O psicólogo sabe do que fala: tem uma filha adolescente em casa e aquilo que aconselha na teoria é aquilo que também tem feito na prática, um equilíbrio entre respeito e vigilância: «Estar atento, acompanhá-la, combinar horas e lugares de encontro, ir percebendo quais os problemas que pode estar a atravessar e como posso contribuir para que encontre os materiais de que precisa para se autoesculpir.»

COMO AVALIAR O SENTIDO DE RESPONSABILIDADE DOS FILHOS?

  • Estar atento à maturidade que evidenciam a nível afetivo, social, sexual e intelectual.
  • Verificar se manifestam preferência por dizer a verdade, em vez de optarem pela mentira fácil.
  • Perceber se compreendem os riscos envolvidos nas saídas noturnas e avaliar a capacidade que têm para lidar com eles.
  • Não esquecer que todas estas capacidades dos filhos dependem muito do papel dos pais enquanto educadores.
  • Perceber até que ponto assumem responsabilidade pelos seus atos.
  • Avaliar se se mostram capazes de relativizar afetos e acontecimentos.

FONTE: VÍTOR RODRIGUES, PSICOTERAPEUTA

 

 

 

Telemóveis banidos das escolas francesas no próximo ano letivo

Dezembro 12, 2017 às 7:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Ministro da educação francês vai ao encontro de ideia defendida por Emmanuel Macron na campanha
Foto: EPA/MICHEL EULER

Notícia do https://www.jn.pt/ de 11 de dezembro de 2017.

Os telemóveis serão oficialmente proibidos para os estudantes de todas as escolas francesas, no arranque do próximo ano letivo, no outono de 2018.

A informação foi revelada pelo ministro da Educação francês, Jean-Michel Blanquer, numa entrevista ao jornal francês “Libération”.

“Estamos a trabalhar nessa questão”, disse, sublinhando que os telemóveis são já proibidos em “algumas instituições” francesas. “Há escolas particulares que o fazem sem problemas”, salientou Blanquer.

Além de promover um melhor ambiente escolar, esta medida, que fez parte das promessas da campanha do presidente Emmanuel Macron, pretende melhorar as condições de saúde das crianças. “Não é saudável para os mais novos passarem tanto tempo em frente aos ecrãs. Crianças com menos de sete anos não deviam estar em frente a ecrãs”, sublinhou.

Apesar da proibição, será possível guardar os telemóveis em armários específicos para serem utilizados em situações particulares. “Os telemóveis podem ser necessários para fins educacionais e para casos de emergência”, refere.

Na mesma entrevista, o ministro abordou o regresso dos uniformes, que podem “ser autorizados nas instituições que o desejarem”.

Pais proibidos de usar símbolos religiosos em visitas de estudo

O ministro também se pronunciou sobre a utilização de símbolos religiosos pelos pais que acompanham os filhos em visitas de estudo.

“A minha opinião pessoal é a de que quem acompanha um estudando deve estar numa posição semelhante à de um funcionário público, cumprindo as regras”, disse Jean-Michel Blanquer.

Esta posição contraria um estudo do Conselho de Estado, de dezembro de 2013, que sustenta a ideia de que os pais que acompanhem os filhos em visitas de estudo não podem ser considerandos auxiliares de serviço público, estando assim livres da neutralidade religiosa imposta aos professores.

 

Agrupamento de Escolas Escalada, Pampilhosa da Serra premiado com Bolsas Sociais EPIS

Dezembro 12, 2017 às 3:53 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito do programa das Bolsas Sociais EPIS, o Agrupamento de Escolas Escalada, Pampilhosa da Serra foi premiado com duas bolsas de estudo no valor de 400€ para dois alunos, durante 3 anos.

Esta candidatura distinguiu-se pelo projeto de Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, implementado nesta escola através de um Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) (no âmbito do Projeto TEIP III). Os projetos “Passo a passo” e “Tudo começa por mim”, assentam num programa de desenvolvimento de competências de relacionamento interpessoal, comportamental e igualdade de género para alunos do pré-escolar e 1.º ciclo.

A cerimónia de entrega das bolsas decorreu no dia 27 de novembro, no Museu do Oriente em Lisboa. O Agrupamento esteve representado pelas responsáveis e dinamizadoras dos Projetos contemplados, as Técnicas do GAAF e do SPO (Andreia Silva e Joana Simões), acompanhadas pelos alunos premiados com as bolsas (Fernando Nunes e Joana Pinto – 10ºano), e a Mediadora EPIS que intervém na escola (Sílvia Marques).

 

Estudo alerta: Crianças devem ter tempo limitado em frente a ecrãs para evitar obesidade

Dezembro 12, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://tek.sapo.pt/ de 24 de novembro de 2017.

Um novo estudo mostra que existe uma forte ligação entre a obesidade infantil e a exposição prolongada em frente à TV, computadores e outros ecrãs. O tempo recomendado para essas atividades é de 90 minutos por dia.

As crianças pequenas vêem, em média, uma hora de televisão por dia, número que sobe para as 7,25 horas quando atingem os 9 anos, sendo que 97% das famílias europeias têm, pelo menos, uma televisão, 72% são donas de um computador e 91% têm acesso a telemóveis.

Um grupo de especialistas europeus em saúde infantil encontrou uma forte ligação entre a obesidade infantil e a exposição prolongada à tecnologia durante os seus anos iniciais e, de acordo com um estudo, agora publicado na revista Acta Paediatrica, cerca de 19% das crianças e adolescentes europeus têm excesso de peso.

Considerando que esta é uma “taxa alarmante”, os investigadores da Academia Europeia de Pediatria e do Grupo Europeu de Obesidade Infantil defendem que os pais devem tentar perceber que impacto podem ter o uso de vários dispositivos e os hábitos alimentares na saúde dos filhos.

O Dr. Adamos Hadjipanayis, líder do estudo e membro da Academia Europeia de Pediatria, defende que “os pais devem limitar a visualização de TV, o uso de computadores e dispositivos similares a não mais do que 1h30 por dia e apenas se a criança tiver mais do que quatro anos de idade”.

Mas, os pediatras também “devem informar os pais sobre o risco geral que o uso destas tecnologias representa para o desenvolvimento cognitivo e físico dos seus filhos”, observa Hadjipanayis.

Para além de limitar o tempo de utilização, os especialistas recomendam que as crianças não tenham televisão no quarto e que os pais devem dar o exemplo, reduzindo o seu próprio tempo de consumo de televisão e afins. Por fim, também aconselham que os iPads, smartphones e televisões não sejam usados como “babysitter”.

O estudo também destacou que o consumo de televisão e redes sociais a horas tardias perturba os padrões de sono dos jovens, o que, por sua vez, pode contribuir para a obesidade.

 

Alunos de dez anos com conto editado em livro

Dezembro 12, 2017 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia do http://tag.jn.pt/

Aos dez anos de idade, 27 alunos da escola básica José Manuel Durão Barroso, Armamar, podem dizer que já escreverem um livro.

O conto “Uma limpeza necessária”, da autoria da turma A do 4º ano, vencedor do concurso literário Correntes d`Escrita, organizado pela Câmara Municipal de Póvoa de Varzim e a Porto Editora, já está editado em livro.

“Há muitas crianças que vão ler este conto e este é o mundo fantástico de quem escreve histórias”, realçou Paulo Gonçalves, da Porto Editora, aquando da distribuição do livro.

Tal como revela Sofia Castro Cruz, uma das autoras, o conto fala de uma menina, filha de um cientista, que um dia diminui de tamanho e entra no cérebro de um comandante de tropa mau. A missão da criança é limpar o cérebro do militar para o transformar num homem bom.

“Gosto mais de ler do que escrever”, conta Sofia, na linha dos colegas Maria João Teixeira e Miguel Santos Silva.

Para a professora que orientou o conto, Maria Delfina, mais importante do que ganhar é incutir o desejo da escrita e da leitura nas crianças. “Fica o bichinho”, realça.

Uma outra turma (B) da mesma escola também arrecadou o segundo prémio do Correntes d`Escrita com o conto “A história que o Miki contou”.

mais informações:

http://tag.jn.pt/alunos-dez-anos-conto-editado-livro/

https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/correntes-d-escritas-2017/19278276

https://www.portoeditora.pt/noticias/criancas-desafiadas-para-conto-infantil-ilustrado-correntes-d-escritas-porto-editora/128544

Portugal submete ao Conselho da Europa Relatório sobre a Convenção de Istambul

Dezembro 11, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.cig.gov.pt/ de 12 de setembro de 2017.

Portugal submeteu junto do Conselho da Europa o seu relatório nacional sobre a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e a violência doméstica, ao abrigo da Convenção de Istambul.

A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e a Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH), presidida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, foram responsáveis pela elaboração deste relatório que contou com os contributos de todas as entidades nacionais com competências relacionadas com a implementação desta Convenção, tais como, os Ministérios da Administração Interna, Justiça, Saúde, Educação , Trabalho e Segurança Social e, ainda, o Provedor de Justiça, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e a Fundação Calouste Gulbenkian.

O relatório foi enviado para o GREVIO – Group of Experts on Action against Violence against Women and Domestic Violence – a 8 de setembro de 2017. Este Grupo irá analisar o relatório e debatê-lo junto da delegação de representantes nacionais na sua 13ª reunião, que terá lugar de 19 a 23 de fevereiro de 2018, em Estrasburgo.

O GREVIO poderá realizar uma visita a Portugal, na primavera de 2018, para avaliar a situação no terreno e respetivo elaboração de relatório de avaliação no decorrer do próximo ano.

Para mais informações consulte o Report submitted by Portugal »

 

Cada vez mais crianças usam a internet, um “instrumento para adultos”

Dezembro 11, 2017 às 2:33 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia da http://rr.sapo.pt/ de 11 de dezembro de 2017.

Relatório sobre o mundo digital revela que os mais conectados têm entre 15 e 24 anos. Os jovens africanos são os menos ligados.

“A internet foi projectada para adultos, mas é cada vez mais usada por crianças e jovens”. O alerta chega da UNICEF, no dia em que divulga o relatório “Situação Mundial da Infância 2017: as crianças num mundo digital” (The State of the World’s Children 2017: Children in a digital world).

Segundo o documento, um terço dos utilizadores da internet são crianças, mas muito pouco é feito para as proteger dos perigos do mundo digital.

“Correm alguns perigos, sobretudo quando não têm acompanhamento nem estão sensibilizadas para os perigos que a Internet apresenta”, refere na Renascença Beatriz Imperatori, directora-executiva da UNICEF Portugal.

“Não nos podemos esquecer que a internet, quando foi criada, foi como um instrumento para adultos e foi evoluindo livremente, mas hoje em dia há uma grande fatia – quase 30% – dos utilizadores que são crianças”, destaca.

Nesse sentido, afirma, “há que repensar algumas das interacções que são feitas com crianças, a forma como são feitas, a protecção que é dada e a segurança em que as próprias crianças navegam, estão na internet e lá interagem”.

Onde fica a segurança?

O envolvimento de governos e do sector privado é fundamental para a segurança das crianças no mundo digital.

Por exemplo, “todas as entidades privadas, as principais empresas de tecnologia e os fornecedores de comunicação” devem produzir “instrumentos de protecção para as crianças”, defende Beatriz Imperatori.

O relatório explora os benefícios trazidos às crianças pela tecnologia digital, como mais acesso à informação, desenvolvimento de competências e ligação com outras pessoas, mas também os perigos, como o uso indevido das suas informações pessoais, o acesso a conteúdos prejudiciais e o “cyberbullying”.

Avisa ainda que as redes digitais, como a chamada “Deep Web”, e as criptomoedas, como as “bitcoin”, são facilitadores das piores formas de exploração e abuso, incluindo o tráfico e o abuso sexual infantil “feito sob encomenda online”.

Além de sugerir que todas as crianças tenham acesso a recursos online com qualidade e a um custo acessível, o relatório recomenda a protecção das crianças face aos perigos da internet, a protecção da privacidade e identidade e o ensino sobre literacia digital para as manter informadas, envolvidas e seguras online.

Os jovens entre os 15 e os 24 anos são os mais conectados: estima-se que 71% estejam online em todo o mundo, contra os 48% da população total.

E nos telemóveis?

Beatriz Imperatori lembra que a massificação dos telemóveis também veio acrescentar perigos, pois são aparelhos que permitem a criança aceder a um mundo mais difícil de ser acompanhado e monitorizado pelos pais. “Mais dificilmente podem perceber onde as crianças estão e com quem estão a contactar; que ambiente é que estão a viver”, alerta.

“Aquela cultura do quarto onde os miúdos estão sós com o seu telemóvel, que acedem não sabemos a que conteúdos nem com quem falam, tornam esta relação muito mais distante de todos aqueles de quem dependem e que obviamente têm uma palavra a dizer”, salienta a representante da UNICEF em Portugal, apelando a um maior acompanhamento por parte dos pais. “Não quero dizer controlar no pior sentido”, ressalva.

Desigualdades do mundo digital

No relatório que a UNICEF apresenta como o seu “primeiro olhar abrangente” sobre como a tecnologia digital está a afectar a vida das crianças, as perspectivas de futuro, os perigos e as oportunidades, o organismo da ONU alerta também para a desigualdade que existe no acesso à tecnologia.

“Há outro lado muito importante do estudo que eu acho que vale a pena salientar e que é: ao mesmo tempo que a tecnologia é uma oportunidade pode ser uma ameaça, mas nos países em desenvolvimento, neste momento, o que vemos é que as crianças com menos possibilidades de aprendizagem são também aquelas que têm menos literacia digital. Mais uma vez estão a ficar para trás”, destaca a directora-executiva da UNICEF Portugal.

Um terço dos jovens no mundo (346 milhões) não estão online e os africanos são os que menos estão ligados, com três em cada cinco afastados das novas tecnologias associadas à internet. Em comparação, na Europa apenas estão offline três em cada 75 jovens.

Além disso, perto de 56% de todos os sites têm conteúdos exclusivamente em inglês, o que leva a que muitas crianças não consigam encontrar “conteúdo que entendam ou que lhes seja culturalmente relevante”.

Onde fica a segurança?

Mais de nove em cada 10 endereços electrónicos sobre abuso sexual infantil identificados em todo o mundo estão hospedados em cinco países: Canadá, França, Holanda, Federação Russa e Estados Unidos.

“Cada vez mais vivemos sob uma influência digital e as crianças, que são muito permeáveis, crescem rodeadas de novas oportunidades, mas também de ameaças –ambas cada vez em maior número”, afirma Beatriz Imperatori, directora executiva da UNICEF Portugal, citada no comunicado sobre o relatório.

“Cabe aos governos, aos pais e também à sociedade em geral tornar o meio online mais seguro, para que as gerações futuras tirem o melhor partido possível desta que é parte integrante das nossas vidas – a tecnologia digital”, acrescenta.

Já o director da UNICEF, Anthony Lake, salienta o “duplo desafio” de mitigar os perigos da internet e maximizar os benefícios para as crianças.

“As políticas, as práticas e os produtos digitais devem reflectir melhor as necessidades, as perspectivas e as vozes das crianças”, defende.

Esta segunda-feira, a UNICEF comemora 71 anos. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, recebe um grupo de crianças, que lhe vão deixar simbolicamente a Convenção sobre os Direitos da Criança, anunciou a organização.

[Notícia actualizada às 10h30]

mais informações no relatório da Unicef:

Situação Mundial da Infância 2017 – As crianças no mundo digital

 

 

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