Pais já podem espiar o que os filhos fazem no Facebook

Janeiro 31, 2012 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 22 de Janeiro de 2012.

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A Cabra Bailarina – Espetáculo de Dança e Oficina de Sofia Silva no CCB

Janeiro 31, 2012 às 2:07 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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INSCRIÇÕES 
As inscrições devem ser feitas pelos telefones +351 213 612 899/ 898 ou pelo fax +351 213 612 859. 
fabricadasartes@ccb.pt
Contactos > Maria José Solla | Manuel Moreira | Tânia Guerreiro
Todos os dias úteis das 11:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00.

Implementação da Convenção dos Direitos da Criança para Crianças com Dificuldade Intelectual e Desenvolvimental em Portugal – Relatório Nacional de Portugal 2011

Janeiro 31, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Descarregar o relatório Aqui

Children’s rights for all! Implementation of the United Nations Convention on the Rights of the Child for children with intellectual disabilities

Janeiro 31, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Relatório | Deixe um comentário
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Descarregar a publicação Aqui

This publication provides an overview of the situation of children with intellectual disabilities in twenty two European countries, with a particular focus on five areas: protection against abuse, family support and (de-)institutionalisation, health, education, and participation of children.

It recommends steps to be taken to remove barriers to their inclusion. The publication is based on a series of Country Reports that paint a rather distressing picture of the situation of children with intellectual disabilities. All of them state that there is very limited evidence on how the rights of children with intellectual disabilities are upheld in the researched countries. The results of the survey show that CRC implementation from the perspective of children with intellectual disabilities is far from satisfactory in all five areas.

While some attention has been paid to education and health, the European countries should focus also on other areas such as abuse and participation of children with intellectual disabilities. Despite progress and positive developments in the area of education and de-institutionalisation, many children with intellectual disabilities continue to be educated exclusively in segregated settings or are placed in long-term residential institutions.

It has been acknowledged by civil society, governments and experts that children with intellectual disabilities are generally at greater risk of becoming victims of psychological and physical violence, sexual abuse and bullying, especially in institutions or at schools. While progress in favour of inclusive education can be seen in many countries, access to mainstream education for pupils with intellectual disabilities is still rather modest. While in Europe access to basic health care is ensured for all children, the Country Reports reveal huge disparities among the EU countries.

The publication ends with recommendations for actions that should be given priority by policy makers at European, national, regional and local levels to ensure equal opportunities for
children with intellectual disabilities.

Curso – Avaliação e Promoção de Competências Parentais

Janeiro 30, 2012 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A APF Lisboa, Tejo e Sado realizará, entre 8 de Fevereiro e 7 de Março de 2012 o “ Curso – Avaliação e Promoção de Competências Parentais” com a Dra.Rute Agulhas

Estão abertas as inscrições (no máximo 20), dando prioridade a técnic@s com experiência nesta área de trabalho.
 

Objectivos:

  • Reflectir sobre as competências parentais necessárias ao desenvolvimento saudável das crianças e adolescentes.
  • Compreender a parentalidade enquanto tarefa de desenvolvimento, numa perspectiva ecológica.
  • Aumentar conhecimentos sobre metodologias de avaliação e promoção das competências parentais.

Formadora: Dra. Rute Agulhas
 

Mais informações Aqui

As Nossas Estatísticas de 2011

Janeiro 30, 2012 às 3:00 pm | Publicado em CEDI, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

O Museu do Louvre, em Paris, é visitado todos os anos por 8.5 milhões de pessoas. Este blog foi visitado cerca de 190.000 vezes em 2011. Se fosse o Louvre, eram precisos 8 dias para todas essas pessoas o visitarem.

Os nossos agradecimentos a todos os leitores pelo sucesso deste blog.

Clique aqui para ver o relatório completo

Workshop – O Tráfico de Seres Humanos e a Exploração de Menores

Janeiro 30, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No dia 2 de Fevereiro de 2012 terá lugar o IV workshop do IEEI dedicado a questões do tráfico de seres humanos, desta feita sobre o Tráfico de Seres Humanos e a Exploração de Menores. O workshop terá lugar no IPJ de Castelo Branco e contará com peritos nacionais e internacionais na matéria.

Este workshop irá contar com a presença do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança), pelas 10.45 h com a comunicação “redes locais de tráfico de seres humanos”. Mais informações Aqui

21 participações por violência em comunidade escolar

Janeiro 30, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal da Madeira de 20 de Janeiro de 2012.

Pós-Graduação em “Terapia Familiar e Comunitária”

Janeiro 29, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Em parceria com a Associação Portuguesa de Terapia Familiar e Comunitária – APTEFC, o Departamento de Psicologia e Sociologia da UAL promove, através da Escola de Psicoterapia —uma formação Pós-Graduada em Terapia Familiare Comunitária. O 1º nível de formação de terapeutas da APTEFC corresponde a uma Pós-Graduação de dois anos lectivos.

A funcionar desde 2001, a Pós-Graduação em Terapia Familiar e Comunitária confere uma dupla titularização: Uma credenciação universitária (120 ECTs) e uma titularização profissionalizante (Terapeuta Extraordinário – consulte sistema de formação de terapeutas). Esta formação é credenciada pela European Family Therapy Association (EFTA).

Mais informações Aqui

Definição de autismo está a ser revista e deverá reduzir número de diagnósticos

Janeiro 28, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 21 de Janeiro de 2012.

Romana Borja-Santos

 As linhas orientadoras para a nova definição passam por abolir a palavra “autismo”ou “Asperger”, falando-se só em “perturbações do espectro do autismo.

O autismo, uma perturbação do desenvolvimento que se manifesta normalmente durante a infância, passou de uma doença quase desconhecida a um “surto” de diagnósticos, motivo que está a levar a Associação Americana de Psiquiatria a reformular a definição de autismo e de outras patologias do mesmo espectro. A mudança deverá traduzir-se numa redução do número de diagnósticos – o que segundo os especialistas pode ser um passo positivo. Porém, a ser assim, os apoios escolares que dependem deste diagnóstico também ficariam em causa.

A variedade de sintomas e formas de manifestação são tão diversas que o autismo ou outras perturbações mais ligeiras, como a síndrome de Asperger, esbarram em dois problemas: ou não são reconhecidos pelos médicos, ou são diagnosticados sem justificação. As linhas orientadoras para a nova definição – que será concluída até final de 2012, no âmbito da quinta revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Perturbações Mentais, que serve de referência mundial – foram apresentadas na quinta-feira num encontro da Associação Médica da Islândia e passam por abolir a palavra “autismo” ou “Asperger”, falando-se só em “perturbações do espectro do autismo”, refere o New York Times.

O problema é que os critérios passam a ser mais apertados para separar o “pouco usual” de uma verdadeira “perturbação”, e as crianças têm obrigatoriamente de apresentar, por exemplo, dois comportamentos repetitivos (um dos estereótipos mais associados a este distúrbio, mas que nem sempre estão presentes). Contactada pelo PÚBLICO, a pedopsiquiatra portuguesa Áurea de Ataíde explica que, na prática clínica, existe desde “há muito o conceito de ‘perturbações do espectro do autismo’”. Há também dificuldades em distinguir as várias perturbações, “principalmente quando se trata de crianças muito pequenas”. Por isso, a redefinição do conceito poderá vir a facilitar a vida dos médicos. Por outro lado, a especialista salienta que “a eterna dificuldade em psiquiatria em estabelecer a linha entre o que é invulgar e o que é perturbação vem talvez ser acentuada pelo desaparecimento das diferentes categorias, nomeadamente da síndrome de Asperger, na qual se enquadram muitos dos casos em que as capacidades cognitivas, de linguagem e nível de funcionamento” são menos afectadas. No encontro da Islândia foi dado a conhecer um estudo da Universidade de Yale que estima que o número de pessoas com critérios para um diagnóstico do espectro do autismo seja reduzido para metade. Nos Estados  Unidos, onde a maior parte da população depende de seguros privados de saúde, a mudança poderá ter impactos desastrosos nas famílias, que verão recusadas terapias a crianças com necessidades especiais, mas sem autismo. Actualmente, estima-se que naquele país uma em cada 100 crianças tem um diagnóstico do espectro do autismo. Catherine Lord, da Associação Americana de Psiquiatria, citada por diferentes jornais americanos, garantiu que o único objectivo é clarificar os casos e não retirar ajudas. Áurea de Ataíde diz que a situação em Portugal é muito diferente, porque existe um sistema público de saúde e de educação. A especialista concretiza que em Portugal não é necessária a designação “autismo” para conseguir que uma criança tenha apoio na escola. A presidente do conselho executivo da Federação Portuguesa de Autismo Isabel Cottinelli Telmo, considera “necessária” a mudança do conceito de autismo, para não se cair em “diagnósticos empolados”, quando se incluem “todas as pessoas excepcionais ou com idiossincrasias, por exemplo, na síndrome de Asperger”. E conclui: “O que interessa são as necessidades das pessoas, mais do que os rótulos.”

 Critérios de diagnóstico

 Uma longa lista de sintomas para identificar

Problemas na interacção social, atraso no desenvolvimento da linguagem, comportamentos repetitivos e adesão inflexível a rotinas são apenas alguns dos pontos que actualmente fazem parte dos critérios de diagnóstico do autismo ou de outras patologias do mesmo espectro definidos no IV Manual Diagnóstico e Estatístico de Perturbações Mentais, que até ao final do ano deverá ter a sua quinta edição. O autismo é uma perturbação neuropsiquátrica global do desenvolvimento infantil que se prolonga por toda a vida e evolui com a idade, revelando boas respostas a algumas terapias. A pedopsiquatra portuguesa Áurea de Ataíde clarifica que é muito importante uma aposta num diagnóstico precoce bem feito para, se necessário, se poder começar uma intervenção especializada: “Pode ser muito grave para uma família a realização ‘leviana’ de um diagnóstico como este, que tem um peso emocional, familiar e social importantíssimo.” Por isso mesmo, só por volta dos três anos de idade é possível chegar a um diagnóstico mais fidedigno, visto que as perturbações do espectro do autismo implicam a observação do comportamento da criança e não existe nenhuma análise que confirme a patologia, apesar de alguns avanços em estudos genéticos. Assim, para ser confirmado um diagnóstico devem existir seis ou mais sintomas de uma longa lista que refere, por exemplo, dificuldades no contacto visual directo, fracasso no desenvolvimento de relacionamentos, atraso ou ausência total na linguagem falada, ausência de jogos e brincadeiras de imitação social próprios do nível de desenvolvimento, insistência em actividades isoladas, rituais específicos e maneirismos motores, como agitar ou torcer mãos ou dedos. R.B.S.

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