Jornadas sobre a Convenção Europeia sobre o exercício dos Direitos das Crianças no Auditório 1 da UAL

Junho 16, 2015 às 2:43 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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jornadas

19 e 20 de Junho | Auditório 1

Dia 19 de Junho (6ª feira) – 18h30

1.º Painel – A evolução do direito de participação das crianças no direito interno e internacional

Moderador Dr. Luís Silva – CDL/OA

  • Mestre Ana Paula Lourenço – Evolução dos direitos de participação da criança no direito internacional
  • Prof. Doutor Diogo Leite de Campos – Evolução e situação dos direitos da criança no direito nacional
  • Dr. António José Fialho, Juiz de Direito, membro da Rede Internacional de Juízes da Conferencia da Haia de DIP – Convenção Europeia sobre o exercício dos direitos das crianças
  • Prof. Doutor Rui Abrunhosa Gonçalves – Psicólogo – o porquê da mudança de paradigma. As fases evolutivas. A importância e os limites da participação da criança

Dia 20 de Junho (Sábado) – 10h

2.º Painel – A Convenção – A Convenção Europeia sobre o exercício dos direitos da criança – essência, experiência anterior e expectativas de aplicação

Moderador: Prof. Doutor Pedro Barbas Homem – CEJ

  • Dra. Ana Massena (Procuradora da Republica e Docente do CEJ) – Interpretar o interesse da criança: o papel do Ministério Público
  • Dr. Luis Carlos Lopes, (Procuradora – Adjunta) – Interpretar o interesse da criança: o papel do Ministério Público
  • Dr. Jaime Roriz (Mediador familiar certificado pelo DGAJ, Ministério da Justiça; Membro dos corpos gerentes da Associação Pais para Sempre; Advogado) – Aplicabilidade Da Convenção No âmbito da Mediação Familiar

3.º Painel – A audição da criança – do acto à sua valoração

Moderador: Prof. Doutor Pedro Trovão do Rosário

  • Dr. Paulo Guerra (Juiz Desembargador, Director Adjunto do CEJ)
  • Dra.  Maria Perquilhas, (Juiz de Direito e Docente do CEJ) A Audição Da Criança: do acto à valoração
  • Dr. Luís Silva (Advogado) Algumas Questões De Ordem Prática

 

Unidade Central de Apoio Académico

Departamento de Direito

Rua de Santa Marta, n.º 47, 3.º, 1169-023 Lisboa

Tel.: 213 177 600 | uca@autonoma.pt

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Cerca de 45% dos jovens inquiridos em estudo conhecem vítimas de ciberbullying

Janeiro 16, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 13 de janeiro de 2015.

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Por Jornal i

O estudo visou identificar “conjuntos de práticas e de consumos mediáticos e digitais, perceber atitudes face aos novos media e identificar situações de risco e vulnerabilidades no mundo digital”

Cerca de 45% dos jovens inquiridos num estudo sobre “direitos digitais” dizem ter amigos que já foram vítimas de ‘ciberbullying’, mas só 14,3% assumem já terem sido alvo desta forma de violência.

O projecto “Direitos digitais: Uma password para o futuro”, promovido pela Deco e pela Universidade Autónoma de Lisboa (UAL), assenta na aplicação de um questionário a jovens do ensino básico, secundário e profissional de escolas de 18 capitais de distrito de Portugal continental.

O estudo visou identificar “conjuntos de práticas e de consumos mediáticos e digitais, perceber atitudes face aos novos media e identificar situações de risco e vulnerabilidades no mundo digital”.

Dos resultados preliminares do estudo, que envolvem 1.012 alunos de 12 distritos do país, a coordenadora do projecto, Paula Lopes, da UAL, destacou “a quantidade de jovens” que diz ter conhecimento de situações de humilhação e chantagem na internet.

“A mesma percentagem diz ter conhecimento de roubos de perfis nas redes sociais, o que também nos parece um dado surpreendente”, disse à agência Lusa a investigadora.

Segundo o estudo, 45% dos jovens inquiridos afirmam ter conhecimento de humilhações, ameaças, chantagem ou difamação (‘ciberbullying’) a um ou mais dos seus amigos e dizem saber do roubo de perfis nas redes sociais.

No entanto, a percentagem dos que se assumem vítimas é muito menor, seja em relação ao ciberbullying (14,3%) ou ao roubo da sua identidade digital (11%).

“Os riscos e vulnerabilidades mais vezes (auto) declarados nesta investigação são o convite para conversar em privado em redes sociais ou chats (26,4%), a exposição, sem querer, a imagens ou conteúdos eróticos ou pornográficos (25,7%) e o encontro pessoal com alguém que se conheceu na internet (25,5%)”, refere o estudo.

Quase 90% dos jovens dizem que navegam na internet todos os dias e fazem-no para participar em redes sociais (62,5%) e ouvir música online (58,9%).

Paula Lopes considerou também preocupante os dados que os jovens partilham online e que os podem colocar numa situação de risco

“Por muito que os programa da internet segura digam tenham alguma atenção com as partilhas que fazem, a maioria partilha fotografias, o nome verdadeiro, a idade verdadeira na internet, e muitos são menores”, sublinhou.

Os dados indicam que 81% dos jovens inquiridos disponibilizam fotografias pessoais nas redes sociais, 77,4% colocam o nome verdadeiro e o apelido, 53,3% a idade e 51,6% o nome da escola que frequentam.

Questionados sobre quem devia ensinar e informar sobre este mundo digital, 54,1% apontam a família, 55,3% os professores, 53,5% os meios de comunicação social e 52,3% as empresas que fornecem serviços de internet (52,3%)

A investigadora disse que é preciso analisar estes dados “mais à lupa e cruzá-los com outros estudos do género”, com o EU-Kids online.

“Um estudo deste género, com base num questionário, dá-nos muitos dados sobre o que fazem os jovens, que tipos de risco correm, mas temos muito poucas indicações” sobre porque o fazem, disse, adiantando que só um estudo mais qualitativo poderá ajudar a perceber as razões destes comportamentos.

O distrito com maior percentagem de respondentes é o Porto, seguido de Bragança e Vila Real.

Com Lusa

 

 

Pós-Graduação em “Terapia Familiar e Comunitária”

Janeiro 29, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Em parceria com a Associação Portuguesa de Terapia Familiar e Comunitária – APTEFC, o Departamento de Psicologia e Sociologia da UAL promove, através da Escola de Psicoterapia —uma formação Pós-Graduada em Terapia Familiare Comunitária. O 1º nível de formação de terapeutas da APTEFC corresponde a uma Pós-Graduação de dois anos lectivos.

A funcionar desde 2001, a Pós-Graduação em Terapia Familiar e Comunitária confere uma dupla titularização: Uma credenciação universitária (120 ECTs) e uma titularização profissionalizante (Terapeuta Extraordinário – consulte sistema de formação de terapeutas). Esta formação é credenciada pela European Family Therapy Association (EFTA).

Mais informações Aqui


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