Conferência Europeia “Educação para o Desenvolvimento Sustentável” 17-18 maio em Belas

Abril 19, 2019 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Não dormir à noite, esconder o corpo ou faltar à escola. Sinais de alerta para os pais

Abril 5, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 25 de março de 2019.

Rita Costa

Há sinais que nos são dados pelos adolescentes que podem indicar que nem tudo está bem. Problemas na escola, problemas com os amigos, com os professores ou até problemas relacionados com a sexualidade podem ser revelados através de pormenores.

“O não querer ir à escola, ou faltar à escola, saindo para ir para a escola, mas não ir para o recinto escolar” é apenas um dos sinais que devem servir de alerta. Sérgio Neves, coordenador da unidade de pediatria da Clínica de Santo António e especialista na Consulta do Adolescente fala-nos de alguns desses sinais.

“A inversão do ciclo do sono (não dormir durante a noite e tentar dormir durante os períodos diurnos), o facto de não fazer refeições com os pais ou restringir muito a alimentação, alterações bruscas de humor ou mudança do grupo de amigos” são outros sinais apontados pelo pediatra.

Sérgio Neves sublinha que todos estes sinais podem servir de alerta, mas isso não significa que os pais devam fazer um drama ou ter preocupações exageradas. O importante é estarem vigilantes. E, nesse sentido, devem estar também atentos a situações que podem esconder um comportamento auto lesivo, como “usar roupa muito comprida em tempo quente, não querer ir à praia ou à piscina, não querer expor o corpo”.

Também “a reação a temas sensíveis, às vezes ligados à sexualidade” pode ser um sinal de que alguma coisa não estará bem.

Ouvir as declarações de Sérgio Neves no link:

https://www.tsf.pt/sociedade/saude/interior/nao-dormir-a-noite-esconder-o-corpo-ou-faltar-a-escola-sinais-de-alerta-para-os-pais-10718862.html?fbclid=IwAR3EQqagyiNTb5YN_RxxwQuvg90eQfvagR_FrOq8UpwFK0IIVaUFPBwWXmg

Presidente da República elogia trabalho pioneiro do Instituto de Apoio à Criança

Abril 4, 2019 às 9:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 2 de abril de 2019.

Nova sede do IAC foi inaugurada esta terça-feira, na Avenida da República. O edifício da sede foi cedido pela autarquia lisboeta por um período de 50 anos renováveis.

Lusa

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, saudou esta terça-feira o trabalho feito ao longo de 36 anos pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC), destacando ter sido pioneiro “numa causa que não existia”.

Em declarações aos jornalistas, no final da inauguração da nova sede do IAC, na Avenida da República, em Lisboa, o chefe de Estado começou por felicitar a sua agora presidente honorária, Manuela Eanes, que lançou o instituto em 1983.

“Durante estes 36 anos, o Instituto apoiou crianças, sobretudo em bairros problemáticos, na Área Metropolitana de Lisboa e fora dela, em condições muito difíceis e com poucos meios e hoje finalmente tem uma sede à altura das necessidades”, salientou.

O Presidente da República destacou o mérito do IAC “em ter percebido primeiro o que hoje toda a gente admite”, que é a necessidade de protecção da criança e dos seus direitos, sobretudo das mais desfavorecidas. “Bem hajam por terem sido pioneiras numa causa que não existia e terem mantido essa luta com determinação, coragem, lucidez e determinação”, enfatizou.

Além de Manuela Eanes, marcou também presença na inauguração o antigo Presidente da República Ramalho Eanes, o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e, em representação do Governo, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e as secretárias de Estado da Educação e da Inclusão.

A presença do primeiro-ministro estava também prevista, mas uma reunião que se estendeu para lá do previsto na Polícia Judiciária impediu António Costa de comparecer.

A actual presidente do IAC, Dulce Rocha, o provedor da Santana Casa da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, a Procuradora Geral da República, Lucília Gago, e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, foram outras figuras presentes na inauguração da nova sede. O edifício da sede, em pleno coração lisboeta, foi cedido pela autarquia lisboeta por um período de 50 anos, renováveis.

A mudança para a nova sede, na Avenida da República, permitirá uma “maior concentração de serviços”, para dar uma “resposta mais pronta” aos casos de crianças em risco de que o IAC se ocupa, disse na segunda-feira à Lusa a presidente executiva da instituição sem fins lucrativos, Dulce Rocha.

A nova sede vai albergar os serviços jurídico, de relações externas e de actividade lúdica do IAC, o sector de humanização dos serviços de atendimento à criança, o fórum Construir Juntos, o Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança e o Projecto Rua – Em Família para Crescer, embora a intervenção deste último decorra em contexto comunitário. Nas novas instalações vão trabalhar cerca de 40 funcionários.

Fora da nova sede fica o serviço SOS Criança, que vai manter-se nas antigas instalações, na Avenida da Igreja. Dulce Rocha justificou a “impossibilidade de mudar este sector” pelas “limitações de espaço” da nova sede, que funcionará num edifício cedido pela Câmara Municipal de Lisboa.

 

 

Ação de sensibilização sobre “Educar para o divórcio”

Abril 3, 2019 às 9:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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A explicação é cultural?

Março 3, 2019 às 10:30 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Texto de Luísa Lobão Moniz

A explicação é cultural?

Acontecimentos nas nossas vidas fazem-nos mergulhar num mundo incompleto, só com um habitante, Eu.

O viver para dentro faz do ar que respiramos uma tristeza que nos tolhe e nos isola.

Há um passarinho que pia, uma criança feliz que corre atrás dele, tão brincalhão que surpreende a nossa criança!

A criança pinta-nos em telas de lágrimas feitas uma realidade bela e inocente.

Onde está o passarinho dos milhões de crianças, feitas heroínas, que teimosamente vão sobrevivendo perante a indiferença dos que as deviam proteger?

Onde está o passarinho da criança que é assassinada, tão pequena que ainda não sabe falar, mas tão grande que não pode sobreviver, a sua morte é o castigo para uma mãe que quer a sua custódia, para um pai poderoso que acaba com vidas que lhe são próximas, tão próximas que acaba por se suicidar.

Quem sabe explicar à jovem mãe todas estas mortes?

Não há explicação para ela, para ele nem para a criança!

A explicação é cultural?

A cultura vigente confere ao homem poderes que a mulher, ou seja, todos os que são tidos como mais fracos, não têm.

Já lá vai o tempo em que a mulher tinha que ser submissa porque era o homem quem sustentava a “casa”, hoje a submissão continua com novas nuances, mas a mulher continua a ser um dos  elos mais fracos na estrutura familiar, laboral, social.

Não há quem não se emocione com  imagens de meninos e de meninas que fogem da guerra e da fome, que choram porque o pai bateu na mãe, porque são maltratados, porque não são de ninguém, porque pensam que são a causa de todos os problemas familiares e até escolares…”pois, tinha que ser eu…”

Muitas crianças fogem de casa porque já não aguentam mais.

Muitas crianças são agressivas, violentas, autodestrutivas; agressivas, autodestrutivas são as famílias, as guerras, as fomes, as pessoas…as instituições, de repente é quase o mundo todo que está dentro e fora de cada um.

A Humanidade foi dando passos importantes para ir sobrevivendo, e assim parte dessa Humanidade criou um certo modo de vida em que só uma minoria tem acesso ao conhecimento, ao poder, ao bem-estar.

O bem-estar começa por dominar o Outro, o que é diferente e não tem poder.

Que poder tem a Criança?

Que poder têm os elos mais fracos das famílias e das sociedades: o diferente, a mulher, a criança, os idosos, os deficientes…?

A sensibilidade de algumas pessoas fez com que fossem criadas associações que se viram do avesso para existirem no dia-a-dia, não há verbas, não há recursos humanos, não há agilidade inter-institucional, não há formação para quem trabalha na inclusão dos sem poder.

Fazem-se estudos dos quais se extrai a realidade em que vivemos e da qual os meios de comunicação social mostram até à exaustão.

A sociedade indigna-se e não compreende os factos.

A sensibilidade de outras tantas pessoas faz com que se interessem pela não vida da Criança e dos mais fracos.

Espantam-se com os resultados, como?! Porquê?

Ainda não se reconheceu que os adultos querem ser donos, querem subjugar quem julgam ser menor em idade, em origem cultural, em função e papel na sociedade.

É interessante saber que o Tribunal de Menores (menores em quê?) passou a chamar-se Tribunal de Família.

Andamos escandalizados porque há crianças escravas a fazer bolas de futebol, a trabalhar sem condições, há crianças com fome, frio, dores, doentes que caminham fugindo da violência. Pelo caminho perdem-se da família, são milhares…e algumas morrem.

Há crianças que vão com nódoas negras ensanguentadas pela pancada que levam em casa, pela violação que sofreram caladas “então era amigo do meu pai…”

Na primeira década do século XXI rapazes e raparigas generosamente adoptam animais maltratados e devolvem-lhes a saúde e o bem-estar, dão-lhes nomes de pessoas, falam com eles como se fossem crianças traquinas…passam a vida a ir ao veterinário (ainda bem). Adoram mostrar aos amigos as gracinhas dos seus cães.

É por falta de dinheiro que não querem ter filhos?

Serão imaturos emocionalmente? Porque têm medo da responsabilidade, porque recusam o contacto emocional com o outro ?

O que fizemos, o que transmitimos depois da Revolução de Abril?

É preocupante? Por onde andam as emoções, os sentimentos interpessoais? Estamos a desejar uma sociedade onde o trabalho comanda a vida, onde não há tempo senão para as novas tecnologias, para o outro virtual?

Já esquecemos quantos e quantas morreram, foram torturados para que a liberdade fosse um valor que estivesse sempre presente e nunca posto em causa?

Já nos esquecemos do que é a dignidade humana?

Ninguém tem poder para decidir a morte ou o desgosto “eterno” de ter visto um homem a assassinar uma mulher indefesa, medrosa, submissa…quantas vezes tendo como testemunha os seus próprios filhos.

O mundo dos duelos já acabou e, mesmo assim, era de igual para igual, usavam as mesmas armas, eram do mesmo género, melhor dito, eram sempre homens, as mulheres não tinham honra para defender.

Nascemos e morremos todos da mesma maneira, mas o intervalo chamado vida deixa crescer, à medida que convém à sociedade, os pequenos ou grandes poderes nas mãos de quem se sente, apoiado em leis, com mais poder por ser macho, rico, influenciável socialmente, numa sociedade injusta que divide para reinar criando, ela própria, as circunstâncias para que o lado mais “selvagem” do ser humano se revele.

A crença cultural de que os pais podem e devem bater nos filhos para os educar, a dependência do álcool, o não conseguir gerir as frustrações, o saber que socialmente a violência contra as mulheres não tem sanção pedagógica criam as circunstâncias para que haja violência dentro das famílias. As vítimas desta violência, os que não têm voz nem poder são quase sempre a mulher, a criança, o idoso, quando, por acaso, é outro homem a vítima é porque os machos lutam pela posse da mulher.

 

6 dicas para ensinar as crianças a serem organizadas

Fevereiro 13, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Texto e imagem do site Up to Kids

Não precisa gastar muito dinheiro. Use a imaginação. Ferramentas simples são suficientes para garantir uma boa organização. Algumas funcionam tão bem como as mais sofisticadas e dispendiosas.
Arrumar o próprio quarto, por exemplo, e ter algumas tarefas regulares, são a melhor forma de introduzir a organização na vida de uma criança – um grande desafio para todos os educadores.
Se os pais não forem organizados, dificilmente serão os filhos.

Exemplo é a chave do sucesso: os pais são um espelho para os filhos.

Preste atenção e pondere seguir as seguintes dicas:

1.Um calendário familiar

Se for grande tanto melhor. Fixe-o na parede lá de casa, num local de fácil acesso. Organize o calendário de acordo com o agregado familiar, os compromissos pessoais, profissionais e escolares. As atividades a desenvolver em conjunto e em particular: a hora das refeições, da higiene, das tarefas de casa, de brincar, etc.

Convém estabelecer rotinas diárias.

Se o fizer tornar-se-á mais fácil ensinar a criança a ser organizada em casa e na escola, aumentando, assim, as probabilidades de enfrentar com sucesso o mundo quando for adulta. Uma criança organizada tenderá a ter uma carreira profissional mais bem sucedida, através do cumprimento de metas e objetivos a atingir desde os primeiros anos de vida.

O processo será mais fácil se usar um marcador de cor diferente para cada membro da família. Viver num ambiente organizado é fundamental para o bom desenvolvimento do raciocínio lógico da criança. Delegue competências, seguindo o princípio, segundo o qual, em casa todos ajudam.
Atenção, não a force a executar tarefas para as quais ainda não está preparada – o não cumprimento com sucesso de algumas responsabilidades pode provocar o sentimento de frustração e insegurança. O excesso de ordem pode, também, potenciar a procura obsessiva da perfeição e originar problemas a médio/longo prazo.

2.Lista de verificação visual

Dê-lhe as ferramentas certas para a organização. Em vez de palavras, por que não fotografias? Normalmente, as crianças são mais seduzidas por aquilo que veem em vez de aquilo que leem. E costuma ser menos stressante. As rotinas podem ser olhadas de forma divertida.

Use, por exemplo, fotos para ilustrar a lista de tarefas a executar. Seja criativo. Organize a rotina matinal por fotografias: fotos a sair da cama; escovar os dentes; vestir-se; pentear o cabelo e tomar o pequeno-almoço.

A lista de verificação visual é particularmente importante para as crianças mais pequenas que ainda não sabem ler e para as que apresentam problemas de aprendizagem e atenção. Verá que pouco tempo depois cumprirão todas as tarefas de forma intuitiva.

À medida que a criança vai crescendo comece a dar-lhe liberdade para cumprir as tarefas de forma independente, aumentando, assim, lentamente os níveis de responsabilidade.

Aos 8 anos a criança já deverá ser capaz de fazer tudo sozinha, ainda que nem sempre da forma mais eficaz. Organização e disciplina são conceitos essenciais para qualquer pessoa. Sempre que realizar uma tarefa sozinha não deixe de elogiar e, em alguns casos específicos, ofereça uma recompensa. O reforço positivo vai potenciar o aumento da confiança e da autoestima da criança.

3.Um relógio analógico

Ensine a importância do tempo. Um relógio pode ajudar as crianças a se situarem mais facilmente no tempo e no espaço. Permite, também observar como o tempo pode ser dividido em partes. Quantos minutos passaram e quantos restam. Considere a compra de quatro cores de papel celofane.
Divida o mostrador do relógio em blocos de 15 minutos e coloque celofane de cor diferente em cada uma dessas partes.
Esta estratégia permitirá à criança acompanhar com maior facilidade a passagem do tempo até que aprenda a ver as horas com normalidade, algo fundamental para saber como se organizar.

4.Um organizador de material

Um canto de estudo organizado é fundamental para que não sucedam as habituais distrações. Em vez de deixar o material escolar espalhado pela casa, guarde-o num local próprio, por exemplo, dentro de uma caixa facilmente transportável. Ensine a criança a organizar o material (lápis, marcadores, tesoura e cola) de uma forma funcional. Há caixas de brinquedos com alças que podem servir para armazenar e transportar todo o material escolar.

5.Dossiers/pastas coloridas

Pastas organizadas por cores costumam facilitar a vida dos alunos. Por exemplo, use uma determinada cor para colocar os papéis que precisam viajar com regularidade de casa para a escola e vice-versa, por exemplo, os trabalhos de casa. Escolha outra cor para os papéis que podem voltar para casa e não precisam de ser devolvidos.
E ainda outra cor para os trabalhos que precisam de ser acompanhados pelos pais e logo depois devolvidos à escola.

6.Caixas como portfólio

Caixas variadas são uma ótima solução para economia de espaço, num quarto de uma criança. Empilham-se facilmente uma em cima de outra e podem ser decoradas e rotuladas conforme o gosto de cada criança. Use-as, por exemplo, para guardar desenhos e outros materiais de forma cómoda e eficaz. Experimente utilizar, também, caixas transparentes com tampa, para que, de uma maneira simples e rápida, a criança consiga aceder aos brinquedos favoritos.

 

Ryan tem sete anos de idade, é youtuber e já ganha milhões de euros – a brincar

Janeiro 3, 2019 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 4 de dezembro de 2018.

Ryan lidera o top da lista das estrelas de YouTube mais bem pagas de 2018 elaborada pela Forbes. A criança já tem mais de 17 milhões de seguidores e ganha cerca de 19,2 milhões de euros.

A revista Forbes fez uma lista das estrelas de YouTube mais bem pagas de 2018. Se e é fã de youtubers, já se deve ter lembrado do PewDiePie, Jake Paul ou Markiplier. Mas é mesmo um rapaz de sete anos que lidera o ranking. Chama-se Ryan, gosta de Legos, comboios e carros e dos seus mais de 17 milhões de seguidores.

É no seu canal de YouTube, Ryan ToysReview, que Ryan se entretém a abrir brinquedos, a brincar com eles e a dar a comentá-los. Quem o filma e quem edita os vídeos são os pais. Desde que se lançou na internet, em 2015, já juntou 26 mil milhões de visualizações, que a Forbes acredita serem na sua maioria de crianças com a sua idade.

O fenómeno Ryan chegou à internet em julho de 2015: com apenas três anos, a criança abriu 100 brinquedos de uma só vez. Foi aí que as visualizações duplicaram e, atualmente, há 10 milhões de pessoas que acompanham o dia-a-dia de Ryan, agora com sete anos.

As gravações são feitas ao fim de semana e os vídeos são editados enquanto Ryan está na escola. O negócio é tão lucrativo que a mãe de Ryan, que dava aulas como professora de ciências na escola secundária, deixou a escola e dedica-se a tempo inteiro ao canal de YouTube. Com estas brincadeiras, Ryan já conseguiu ganhar 22 milhões de dólares (cerca de 19,2 milhões de euros). Num só ano, foram 17,3 milhões de dólares. Logo a seguir, aparece Jake Paul em segundo na lista da Forbes, com 16,8 milhões de dólares. As suas piadas são o mote para as 3,5 biliões de visualizações durante um ano.

De acordo com a revista, uma parte do dinheiro (cerca de um milhão de dólares) que Ryan reuniu até agora vem dos anúncios com reprodução automática que vêm sempre antes do novo brinquedo que ele tem para mostrar, sendo que outra parte vem do conteúdo patrocinado. Assim, as receitas provenientes desta atividade são mais suscetíveis de variar a nível de interesse.

Não obstante, o que é facto é que esta criança de sete anos aposta no chamado “unboxing” — categoria de vídeos do YouTube dedicada à abertura de caixas como novos produtos e que é uma das mais lucrativas –, conseguindo, assim, tirar do “trono” Daniel Middleton. Agora, é ele que ocupa o top dos artistas que mais se destacam a fazer vídeos, algo que é cada vez mais comum na internet.

Entretanto Ryan já se pronunciou sobre este grande sucesso online: à NBC News, disse que isso se deve a ele “entreter e ser engraçado”. Ainda assim, 15% dos lucros estão protegidos até que se ele se torne adulto, por ainda ser muito novo para ter controlo sobre isso.

O ranking da Forbes junta dados do YouTube, Social Blade e Captiv8, bem como em entrevistas com agentes, publicitários, produtores e advogados.

 

 

 

Seminário contra a Violência e Discriminação no Desporto, 15 dezembro na FMH

Dezembro 11, 2018 às 9:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.fmh.utl.pt/pt/noticias/eventos/item/7062-seminario-contra-a-violencia-e-discriminacao-no-desporto

Teatro infantil “Picos e Avelã à descoberta da Floresta do Tesouro”, para crianças 3 e os 8 anos. 19 de novembro, no Centro de Congressos de Aveiro

Novembro 17, 2018 às 7:45 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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A CPCJ de Aveiro vai levar à cena, em parceria com o Centro Social Paroquial da Vera Cruz, a peça “Picos e Avelã à descoberta da Floresta do Tesouro”, no dia 19 de novembro, pelas 10:30 horas, no Centro de Congressos de Aveiro.

Esta iniciativa destina-se a crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 8 anos.

O evento conta com a presença da Presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, Dra. Rosário Farmhouse.

Inscrições através do email: cpcjaveiro@cm-aveiro.pt

Crianças que comem este alimento correm um maior risco de beber e de fumar no futuro

Outubro 22, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Patrick Fore on Unsplash

Notícia do i de 10 de outubro de 2018.

Estudo faz revelação

De acordo com um estudo recentemente feito, foi feito um inquérito a mais de 100 mil crianças, com idades compreendidas entre os 11, 13 e 15 anos, acerca do que bebiam e sobre os comportamentos de risco que levavam a cabo, asim como lutar, fumar e fazer ‘bullying’.

Com base nas respostas dadas, foi possível apurar que aquelas que consumiam mais açúcar, apresentavam uma maior probabilidade de se comportarem mal, 78%.

Segundo indicam os cientistas responsáveis pelo estudo, bebidas adocicadas, como os refrigerantes, criam maior propensão a esse tal mau comportamento.

O estudo foi conduzido em 26 países, por investigadores italianos e israelitas, e de acordo com os mesmos, “como os refrigerantes frequentemente contêm aditivos, incluindo cafeína, é possível que o açúcar em combinação com alguns desses aditivos torne esses sumos um fator mais poderoso ou um indicador mais consistente”.

O consumo elevado de açúcar foi associado com brigas em 23 dos 26 países.

Notícia com mais informação

Too much sugar makes children more violent and more likely to get drunk or smoke – with energy drinks the worst offenders

Estudo citado na notícia

Adolescents’ multiple and individual risk behaviors: Examining the link with excessive sugar consumption across 26 industrialized countries

 

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