Vigília no Campo Grande no dia 17 de outubro pelas 21:30 no Campo Grande no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza e da Exclusão Social

Outubro 16, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

No âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza e da Exclusão Social, a 17 de outubro, a Iniciativa Semana Pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social (https://combatepobreza.wordpress.com/) está a organizar uma vigília de forma a assinalar este dia. A vigília terá lugar no Campo Grande no dia 17 de outubro pelas 21:30 e tem como programa:

21:30 – Concentração // receção aos participantes
21:40 – Pobreza é ficar indiferente – apresentação multimédia de campanhas na luta contra a pobreza.
22:00 – Pobreza é não dar ouvidos – testemunhos.
22:30 – Pobreza é não querer ver – Acender de velas.
22:45 – Leitura de um Manifesto.

Blog: combatepobreza.wordpress.com/

Email: combatepobreza@gmail.com

Facebook: www.facebook.com/CombatePobreza

 

 

Anúncios

Inteligência artificial na educação: não a ignore, use-a bem! | artigo

Outubro 13, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Texto e imagem do blogue http://blogue.rbe.mec.pt/ de 19 de setembro de 2017.

por Sébastien Turbot* | Fonte: Porvir |

Como a chegada de novas ferramentas e algoritmos pode transformar a experiência mão na massa e tornar a aprendizagem mais profunda e relevante

“A combinação de humanos com máquinas não é o futuro, é o presente”, disse o xadezista russo Garry Kasparov numa recente palestra TED.

E esse “presente” está a transformar o mundo da educação em ritmo acelerado. Com as crianças cada vez mais a usar tablets e a programação a ser incluída nos currículos nacionais por todo o mundo, a tecnologia está a tornar-se parte integrante das salas de aula, tal como o giz e o quadro negro.

Já testemunhámos o aumento e o impacto da tecnologia da educação, especialmente através de uma multiplicidade de plataformas de aprendizagem adaptativa, como Khan Academy e Coursera, que permitem aos alunos aprimorar as suas habilidades e conhecimento.

E agora a realidade virtual (VR, na sigla em inglês) e a inteligência artificial (AI, também em inglês) estão a ganhar força. Um recente relatório do grupo editorial britânico Pearson decifra como a inteligência artificial transformará positivamente a educação nos próximos anos. Segundo os autores do relatório, “o futuro oferece o potencial de ferramentas e apoio ainda maiores. Imagine companheiros de aprendizagem ao longo da vida alimentados por AI que possam acompanhar e apoiar estudantes individuais ao longo de seus estudos – dentro e além da escola – ou novas formas de avaliação que medem a aprendizagem enquanto ela está a ocorrer, moldando a experiência de aprendizagem em tempo real”.

Na verdade, os altos custos continuam a ser um desafio, mas o dia em que as ferramentas de inteligência artificial e realidade virtual serão tão acessíveis quanto os smartphones e os computadores de mesa não está longe.

As máquinas inteligentes estão a desempenhar um papel importante na entrega de conhecimentos personalizados e relevantes aos alunos, onde e quando necessário. Por exemplo, a Content Technologies Inc., uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial baseada nos Estados Unidos, está aproveitando a aprendizagem profunda para entregar livros personalizados. A empresa lançou Cram101 e JustFact101 para transformar livros de texto feitos há dezenas de anos em guias de aprendizagem inteligentes e relevantes, tornando o tempo de estudo eficiente.

Além disso, a aprendizagem agora está-se a transformar numa experiência verdadeiramente imersiva dentro e fora da sala de aula. Como curador de conferência, planeio vivências com atividades imersivas para oferecer aos participantes experiências memoráveis, deixando-os com um forte desejo de voltar no ano seguinte.

E como educador, acredito que a mesma estratégia tem o poder de estimular criatividade, engajamento e resultados de aprendizagem mais fortes entre os meus alunos. Mas, durante décadas, a aprendizagem experimental foi confinada a experiências científicos no arcaico laboratório da escola ou a trabalhos de férias de verão. Mas com realidade virtual e inteligência artificial, a aprendizagem experiencial ou mão na massa tem um significado totalmente novo.

Uma variedade de ferramentas de realidade artificial, incluindo o HoloLens, da Microsoft, Oculus Rift, do Facebook, ou o Google Expedition estão a traduzir aulas tradicionais em experiências de significado do mundo real.

Imagine uma sala cheia de estudantes explorando o naufrágio do Titanic, a ver dinossauros a caminhar ao redor deles, descobrindo a Amazônia ou simplesmente aterrando na lua como astronautas – que salto gigante na educação?!

“Estamos a afastar-nos simplesmente de “aprender” um assunto ou tópico para “sentir” o conteúdo. Essa não é simplesmente uma ferramenta de engajamento ou um truque, ela permite que um aluno explore, experimente ou seja envolvido em algo, como se estivesse realmente presente naquele ambiente ou lugar “, escreveu recentemente Graeme Lawrie, diretor de inovação e extensão na escola Sevenoaks, que fica no Reino Unido.

E os estudantes não são os únicos beneficiários.

Os sistemas de tutoria inteligentes, como o Carnegie Learning ou o Third Space Learning, ajudam os professores a libertar-se da abordagem “tamanho único”. Essas plataformas individuais de tutoria utilizam o big data e ferramentas de análise de aprendizagem para fornecer aos tutores retornos avaliativos em tempo real sobre desempenho, pontos fortes e fracos dos alunos. O retorno avaliativo ajuda os professores a determinar as necessidades exatas de aprendizagem, as falhas em habilidades de cada aluno e fornecer orientação suplementar.

Muitas vezes ouço especialistas dizerem que “a tecnologia piorou os maus professores. Portanto, não há dúvida de que precisamos continuar a investir em formação e desenvolvimento profissional. Nenhuma máquina pode substituir professores humanos, mas pode salvá-los de desmoronar sob pressão. Lembram-se do professor da Universidade de Georgia Tech (EUA) Ashok Goel, que usava o assistente Jill Watson construído a partir de inteligência artificial? Trata-se de uma ilustração de como as máquinas inteligentes ajudarão a transição dos professores do sábio no palco para assumirem o papel de mentores e facilitadores.

Para Thomas Arnett, escritor do Instituto Clayton Christensen, “Em vez de ver o progresso tecnológico como uma ameaça, professores e líderes educacionais devem aproveitar as várias maneiras pelas quais a tecnologia pode melhorar seu trabalho”.

Arnett acredita que a automação ajudará a simplificar as tarefas básicas de ensino e ajudar os líderes escolares a lidar com os principais desafios para a instrução de qualidade – a saber, diferenças na qualidade dos professores, interesses diversos de estudantes e o acumular de expectativas colocadas sobre os professores.

“Inovações que tornam commodity algumas habilidades dos professores também fornecem ferramentas para aumentar a eficácia de professores não-especialistas e especialistas para novos patamares e se adaptarem às novas prioridades de uma força de trabalho e sistema educacional do século 21″, escreve Arnett em seu relatório Teaching in the Machine Age (Ensino na era da máquina).

Neste relatório, Arnett também discute o potencial da inteligência artificial para reconhecer e desenvolver professores de alto potencial. “Os pesquisadores podem identificar os professores com chance de atingir alta qualidade no futuro com base nas observações, em respostas questionários preenchidos por alunos e nas notas das provas, mas são muito menos bem-sucedidos na identificação das características de professores eficientes ou na elaboração de um caminho claro para os preparar e desenvolver”.

E o mais importante, além do domínio do conteúdo, os professores serão capazes de ajudar os seus alunos a desenvolver as tão necessárias habilidades não-cognitivas do século 21, como confiança e criatividade.

A imagem que eu projeto neste artigo pode parecer excessivamente otimista para muitos.

Na verdade, a inteligência artificial e a tecnologia educacional não são uma panaceia para desafios sistémicos. A inteligência artificial pode acabar não sendo o próximo salto gigante na educação e, obviamente, trará o seu próprio conjunto de problemas e desvantagens.

Mas não vamos ignorar os seus pontos fortes inatos que poderiam ajudar a resolver as flagrantes lacunas no ensino e na aprendizagem que estamos a lutar para resolver há décadas.

adapatdo do português do Brasil.

Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!

Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!. (2017). PORVIR. Retrieved 19 September 2017, from http://porvir.org/inteligencia-artificial-na-educacao-nao-ignore-faca-bom-uso/

*Sébastien Turbot é o curador e diretor de programas globais no WISE (World Innovation Summit for Education) da Qatar Foundation. Siga-o no Twitter: @sturbot

 

Lançamento do livro ‘Quando o cérebro do seu filho vai à escola’, Pavilhão do Conhecimento, 11 de Outubro

Outubro 11, 2017 às 8:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

 

Workshop prático de banda desenhada, 4 a 8 de setembro, na FPC | Museu das Comunicações

Agosto 21, 2017 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

mais informações no link:

http://www.fpc.pt/pt/?event=workshop-pratico-banda-desenhada-4-8-setembro&event_date=2017-09-04

Encontro “Perfil do aluno para o século XXI: desafios e (trans)formação” 9 setembro 2017 na ESELX

Julho 27, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

mais informações:

http://www.redeeducacaoxxi.pt/

 

Três vezes mais casos de Baleia Azul nas mãos da justiça

Julho 20, 2017 às 10:36 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

Notícia do Jornal de Notícias de 20 de julho de 2017.

Três vezes mais casos de Baleia Azul nas mãos da justiça

 

 

Exposição nas montras do Ministério da Educação

Junho 16, 2017 às 10:30 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Na sequência do convite endereçado ao Instituto de Apoio à Criança pela Secretaria-Geral do Ministério da Educação, a Direção do IAC considerou de grande interesse a participação do IAC no programa de dinamização de Montras do Centro de Informação e Relações Públicas (CIREP) do Ministério da Educação para a divulgação de atividades e projetos do IAC de maior significado.

A responsabilidade da organização desta exposição nas Montras do Ministério da Educação foi entregue ao sector IAC-CEDI (Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança). Desta forma, durante todo o mês de junho de 2017 pode ser apreciada a exposição “Instituto de Apoio à Criança” composta por diversos materiais: cartazes, publicações, brinquedos, trabalhos realizados por crianças e outros que representam as atividades de vários sectores do Instituto.

As montras estão situadas nas instalações do Ministério de Educação (CIREP) da Avenida 5 de Outubro, nº 107 em Lisboa.

 

Lei que proíbe fumar em campos de férias ou parques infantis a partir de 2018 aprovada hoje

Junho 1, 2017 às 9:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Noticia do http://observador.pt/ de 1 de junho de 2017.

LUSA

A partir de 1 de janeiro de 2018 ano será proibido fumar em locais para menores, como campos de férias ou parques infantis, segundo a lei que deve ser aprovada esta quinta-feira no Parlamento.

A partir de 1 de janeiro de 2018 ano será proibido fumar em locais para menores, ainda que ao ar livre, como campos de férias ou parques infantis, segundo a lei que deve ser aprovada esta quinta-feira no Parlamento.

A Assembleia da República vota esta quinta-feira, com alterações, uma proposta de lei do Governo de alteração à lei do tabaco de 2007. Esta é já a segunda alteração à lei e deve entrar em vigor no início do próximo ano.

A proposta de lei foi debatida e modificada em sede de comissão e deve ser aprovada, contemplando nomeadamente a equiparação de novos produtos de tabaco aos cigarros tradicionais. Ao todo altera 17 artigos da lei e junta dois novos.

Estes artigos novos estabelecem nomeadamente que os serviços de saúde ocupacional devem promover nos locais de trabalho ações e programas de prevenção e controlo tabágico e apoiar trabalhadores que queiram deixar de fumar, e que os medicamentos para deixar de fumar devem ser progressivamente comparticipados.

A nova lei junta no conceito de “fumar” os produtos tradicionais mas também os cigarros eletrónicos e os novos produtos sem combustão que produzem aerossóis, vapores, gases ou partículas inaláveis.

Embora a proposta de lei inicial proibisse que se fumasse em locais ao ar livre como junto de hospitais ou escolas, a versão que deve ser aprovada esta quinta-feira apenas proíbe que se fume (além dos já previstos na atual lei) “nos locais destinados a menores de 18 anos, nomeadamente infantários, creches e outros estabelecimentos de assistência infantil, lares de infância e juventude, centros de ocupação de tempos livres, colónias e campos de férias, parques infantis, e demais estabelecimentos similares”.

Os deputados acrescentaram na lei que nos estabelecimentos da área da saúde e do ensino devem, sempre que possível, ser criados espaços para fumar, no exterior, que garantam proteção de elementos climatéricos e proteção de imagem.

E também a proibição de qualquer discriminação dos fumadores no âmbito das relações laborais, “designadamente no que se refere à seleção e admissão, à cessação da relação laboral, ao salário ou a outros direitos e regalias”.

 

 

 

Porque é que os professores portugueses chumbam tantos alunos?

Maio 26, 2017 às 10:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Texto do blog http://www.comregras.com/  de 22 de maio de 2017.

Por

Alexandre Henriques

Portugal lidera os chumbos no 1º ciclo!

É esta a conclusão que se pode tirar do estudo do EPIS (Empresário pela Inclusão Social), que foi coordenado por Maria de Lurdes Rodrigues (sim… a senhora continua no ativo), indicando que os professores chumbam e chumbam em força.

Mas o que passa em Portugal para existirem tantos chumbos e que pelos vistos começam logo no 1º ciclo? Será “mania” dos professores ou será dificuldades dos alunos?

O estudo revela como principais motivos: as dificuldades na leitura, na escrita e dificuldades de concentração. Mas na minha opinião existem outros motivos e que não se restringem ao gráfico em baixo.

Vejamos:

O chumbo é uma questão cultural, é algo que está enraizado nas nossas escolas há décadas. Tal como eu, muitos milhares de professores enquanto alunos, assistiram ao discurso “se não estudas chumbas!”, ou “se tiveres mais de 2 negativas, estás chumbado!”. O chumbo era um repressor efetivo, hoje o ensino tornou-se mais permissivo e tolerante ao erro do aluno. Para alguns, o chumbo era significado de umas férias de trabalho, ou de umas palmadas bem assentes para registar o infeliz acontecimento.

Atualmente o chumbo é algo contornável, maleável, e a própria legislação o apelida de excecional. Mas se é excecional, porque é que os números mostram que é a norma?

O chumbo é a consequência natural de um parasitismo que se instalou nas salas de aulas e que não merece ser recompensado com a transição de ano. Seja por mau comportamento, seja por falta de trabalho, ou até mesmo por falta de capacidades, a realidade é que os professores não aceitam que um aluno sem determinadas competências progrida para o ano seguinte, mesmo tendo em conta a política de ciclo.

Estarão os professores errados? Devem os professores premiar um aluno indisciplinado ,”baldas”, ou sem alicerces sustentáveis com uma passagem administrativa? Devem os professores transmitir aos alunos que o “crime” compensa? E os outros alunos, o que vão sentir? É justo para eles?

O professor não é uma tabela de Excel e deve analisar uma série de fatores determinantes para a transição/retenção do aluno.

Porém, o chumbo como punição é um facto, não é assumido, mas é real. Não fica bem dizer isto publicamente, mas é verdade e a verdade é o que é. Como também é verdade que a punição é uma mera consequência da falta de desempenho ou requisitos do aluno.

E depois do chumbo? Pois… o problema está aí….

É mais do mesmo, os apoios são escassos, os Fénixs, Turmas +, tutorias e outros que tais, são estratégias que não salvam o grosso e muitos terminam em percursos alternativos onde a “qualidade” do ensino tem muito que se lhe diga.

Então para quê chumbar??? De que adianta??? Os estudos apontam que pouco ou nada muda e por isso tenho defendido que o chumbo, neste modelo de ensino, é apenas uma consequência e não uma resolução.

Somando a tudo isto, um sistema educativo que está constantemente em mutação, que não dá estabilidade a professores e alunos, que as estratégias variam consoante as cores políticas – veja-se o caso dos cursos vocacionais e das tutorias – e que a única certeza é a incerteza. Leva muitos professores a assumirem a decisão do chumbo como o meio mais “seguro” para tentar recuperar o aluno. Para os professores, as alternativas são pouco credíveis e os recursos irrisórios, restando-lhes a repetição como o meio mais fiável para aprendizagem/correção de comportamentos.

E faz sentido pensar assim?

Com referi, o ensino pela repetição é a única “política educativa” estável das nossas escolas e como tal é a única medida equitativa. O problema é que a repetição pelo chumbo tem um preço e o preço é a desmotivação dos alunos, o seu alheamento e a descrença em si e na escola.

“Azar o deles” dirão alguns. Sim, é verdade, quem se lixa é o aluno que vai ficar para trás, mas se pensarmos um pouco vamos constatar que o preço social será elevado e que a marginalidade ficará ainda mais próxima com consequências e custos para todos.

É preciso mudar a forma como se ensina, é preciso mudar a forma como se aprende e é preciso mudar o sistema de progressão. Não com o objetivo de facilitar a vida a ninguém, mas sim de não encravar todo um sistema que precisa de fluir e validar competências adquiridas de forma justa, transversal e responsável.

Mais de 500 escolas com mais chumbos do que a média nacional

(TVI via LUSA)

As dificuldades com a aprendizagem da leitura são consideradas pelos professores como “normais”, argumentando que as crianças são todas diferentes e a grande maioria dos professores das turmas visitadas considera que não é possível eliminar totalmente o insucesso no primeiro ciclo.

Perante situações concretas em que os alunos não atingem os objetivos estabelecidos no programa para a leitura, os professores consideram que têm apenas uma de duas alternativas: a repetência ou a passagem automática.

Para os professores entrevistados a repetência é a alternativa correta, a única alternativa. No seu leque de opções não são encaradas outras alternativas, não são referidas outras soluções.

De acordo com a investigação, o apoio proporcionado pela coordenação da escola ou pelo agrupamento é predominantemente a disponibilização de tempo dos designados professores do apoio educativo mas, no final, os esforços empreendidos pelos professores não têm impacto significativo.

“No final do ano, os que recuperaram progridem, os que não recuperaram repetem. Para ser diferente seriam necessárias, na opinião dos professores, outras medidas”, revela o estudo adiantando que a repetência é vista como uma oportunidade e não como um problema.

Deve ser possível chumbar alunos aos seis anos, dizem professores de escolas com mais insucesso

(Clara Viana – Público)

 

 

Encontro Internacional Cidades Amigas das Crianças – 23 de maio em Lisboa

Maio 20, 2017 às 6:28 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

mais informações:

https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-encontro-internacional-cidades-amigas-das-criancas-33575185283

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.