Escola expulsa menina da cantina por pai não pagar “taxas voluntárias” (Espanha)

Outubro 21, 2019 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia e imagem da TSF de 11 de outubro de 2019.

Por Cátia Carmo

Estabelecimento de ensino incorporou taxa para famílias ajudarem na manutenção do local.

O Colégio Sagrados Corazones, em Alicante, Espanha, expulsou uma menina da cantina depois de o pai se ter recusado a pagar uma dúzia de “taxas voluntárias”, cada uma delas no valor de 82 euros. Após ter sido informado de que a criança não poderia usufruir mais do refeitório porque não tinha pagado as taxas, o encarregado de educação decidiu apresentar uma queixa ao ministério da Educação espanhol que, segundo o El Mundo, analisou a situação e forçou a escola a readmitir a menina no refeitório.

A denúncia levou a Confederação de Pais de Alunos Gonzalo Anaya, ativa em muitas escolas públicas espanholas, a pedir ao ministério da Educação espanhol que avance com uma auditoria aos estabelecimentos de ensino com fundos públicos para evitar “qualquer tipo de segregação por motivos económicos”.

“Deve-se controlar qualquer tipo de cobrança às famílias porque vai contra o princípio constitucional da educação gratuita”, avisou Silva Centelles, presidente da Confederação de Pais, ao site espanhol Diario Información.

Mais informações na notícia:

Un colegio expulsa a una niña del comedor escolar por no pagar su padre las “cuotas voluntarias”

Encontro “Boas práticas e desafios na intervenção em rede” 17 outubro em Almada

Outubro 15, 2019 às 9:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Encontro MDV- CAFAP programa

mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/481082185811185/

Sessão “A Descoberta do Ser” pelo IAC-Humanização na EB 2/3 Piscinas (Olivais)

Outubro 9, 2019 às 4:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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O Setor da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do IAC em mais uma sessão “A Descoberta do Ser” – educar para a sexualidade na Escola EB 2/3 Piscinas (Olivais).

O Jardim Zoológico Online

Agosto 15, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia da DGPJ

Edição em língua portuguesa do livro ‘O Zoo on-line’

Está disponível para consulta a versão em língua portuguesa do livro ‘O Zoo on-line’, que pretende educar para uma internet mais segura.

Este livro que pretende contribuir para a educação para a justiça, a fim de melhorar uma utilização mais segura da internet em todos os níveis, resulta de um projeto, co-financiado pela União Europeia e pretende contribuir para o combate da UNODC contra o cibercrime e para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, das Nações Unidas n.º s 4, 5, 10 e 16.

Trata-se de uma ação do ISPA – Provedores de Serviço Internet da Áustria, como parte da iniciativa Saferinternet.at, destinada a crianças entre 4 e 9 anos e tem como objetivo capacitá-las com mensagens positivas no sentido de beneficiar da Internet de forma segura.

Pode encontrar versões do livro noutras línguas no sítio do ISPA [www.ispa.at/childrensbook].

Ficheiro Anexo:

O Zoo on-line 7.95 Mb

Fotos de equipamentos de parques infantis japoneses

Julho 9, 2019 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Texto do site This Colossal de 29 de junho de 2917.

Johnny Waldman

In 2005 Kito Fujio quit his job as an office worker and became a freelance photographer. And for the last 12 years he’s been exploring various overlooked pockets of Japan like the rooftops of department stores, which typically have games and rides to entertain children while their parents are shopping. More recently, he’s taken notice of the many interesting cement-molded play equipment that dots playgrounds around Japan.

The sculptural, cement-molded play equipment is often modeled after animals that children would be familiar with. But they also take on the form of robots, abstract geometric forms and sometimes even household appliances. Fujio’s process is not entirely clear, but it appears he visits the parks at night and lights up the equipment from the inside, but also from the outside, which often creates an ominous feel to the harmless equipment.

Speaking of harmless, the nostalgic cement molds have been ubiquitous throughout Japan and, for the most part, free of safety concerns. That’s because the cement requires almost no maintenance; maybe just a fresh coat of paint every few years. The telephone (pictured below) is evidence of how long ago the equipment was probably made.

The sculptural cement equipment was a style favored by Isamu Noguchi, who designed his first landscape for children in 1933. Many of his sculptural playground equipment can be found in Sapporo but also stateside at Piedmont Park in Atlanta.

Fujio has made his photographs available as part of a series of photobooks (each priced at 800 yen) that he sells on his website. (Syndicated from Spoon & Tamago)

Mais  fotos no link:

https://www.thisiscolossal.com/2017/06/photos-of-japanese-playground-equipment-at-night-by-kito-fujio/?fbclid=IwAR3oWfnK1b9OtNa7quT3MtIDKBWWsd0hz2NIzybIG9Y2VQ8iEV7JtFD2EFk

Por medo de atiradores, escolas dos EUA vigiam redes sociais de alunos

Julho 3, 2019 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia da Veja Brasil de 9 de junho de 2019.

Entre as medidas adotadas está o sistema de reconhecimento facial dos estudantes; ONGs se preocupam com imprecisão da tecnologia, indicando falsos suspeitos

Por Da Redação

O medo de atiradores estimulou a adoção de um sistema de vigilância dos alunos em escolas nos Estados Unidos. Entre as primeiras medidas, estão o monitoramento das redes sociais de adolescentes, para prevenir e identificar comportamentos agressivos.

Em algumas regiões do país, o método já cresceu a ponto de incluir a tecnologia de reconhecimento facial dos suspeitos, o monitoramento das postagens de quem está apenas no entorno das escolas, inclusive os adultos, e a identificação do uso de palavras que podem ser associadas a massacres.

Há empresas que vendem uma “análise psicológica” das postagens de alunos e aplicativos de “inteligência emocional” para avisar os pais sobre as buscas feitas na internet com palavras-chave como “morte”, “matar” ou “armas”.

Se a vigilância de redes sociais já era um assunto controverso, o debate sobre o direito à privacidade ganhou um novo componente na última semana, quando o distrito escolar de Lockport, no Estado de Nova York, anunciou a instalação do projeto de reconhecimento facial dos alunos. A ideia é cruzar os rostos de quem transita pela escola com uma base de dados com informações sobre alunos expulsos e com passagens pela polícia.

Autoridades locais pediram imediatamente que o projeto seja adiado. Os métodos de vigilância têm sido alvo de críticas de especialistas que consideram que os sistemas minam a privacidade dos jovens, a liberdade de expressão e podem criar traumas por possíveis falsas acusações. Os pais também temem o compartilhamento dessas informações com autoridades públicas ou para fins comerciais, já que a coleta de dados é feita por empresas privadas.

Os testes dos sistemas de reconhecimento facial ainda mostram que sua precisão varia de acordo com a cor de pele ou o gênero do rosto analisado. Segundo um professor da rede pública de Massachusetts, Erik Learned-Miller, o sistema, se não for bem testado, pode se tornar tendencioso.

Preconceito velado

E é com isso que Latarndra Strong se preocupa. Mãe de dois adolescentes, de 13 e 15 anos, ela foi informada de que a escola dos filhos, em Orange County, na Carolina do Norte, havia contratado uma empresa para analisar as postagens dos alunos.

“Morte, tiros, assassinato” são palavras que pulam no celular do diretor de uma das escolas que contratou estes serviços, com custo de aproximadamente 2 dólares americanos por aluno. Em alguns casos, o monitoramento das redes cria situações absurdas, como um alerta para postagens inofensivas com variações da palavra morte: é o caso de um alerta gerado a partir as mensagens “eu adoro meu gato e morreria por ele” ou “estresse pode matar”.

“Eles decidem quem será criminalizado. Como mãe, estou preocupada com o que é feito com esses dados”, diz Latarndra. Segundo ela, a escola avisou da contratação do sistema de monitoramento, mas não consultou os pais. “Quero entender os gatilhos que, segundo eles, fazem com que um aluno se torne suspeito.”

A Carolina do Norte é outro estado a adotar o sistema.  A empresa contratada é a Social Sentinel, uma companhia privada presente em distritos escolares de 35 dos 50 Estados americanos. Como ela, outras companhias já se espalharam pelos Estados Unidos. Seu trabalho consiste em analisar o conteúdo postado pelo aluno ou contido em e-mails do servidor da escola para identificar alunos que precisam de ajuda.

A empresa defende a importância de seu trabalho, mencionando uma pesquisa da organização Educators School Safety Network, estimando que 40% das pessoas que machucam a si mesmas ou a outros já expressaram esse desejo nas redes sociais. “É nossa missão identificar essas postagens e dar a nossos clientes a oportunidade de intervir”, informou um porta-voz da empresa.

Segundo a Social Sentinel, a tecnologia é continuamente refinada e o modelo é conservador, para criar um “número mínimo de falsos positivos”. A empresa afirma que não gera dados para outros propósitos, como marketing, e garante não monitorar usuários específicos ou dados privados.

Regulação do sistema

O advogado Brad Shear, especialista em redes sociais, passou a defender jovens rejeitados em universidades em razão de postagens online nos últimos anos. Com dois filhos na escola, ele é crítico do novo sistema de vigilância.

“É preciso haver regulação e lei”, critica ele. “O melhor a fazer é educar as crianças. Há casos de falsos positivos, e essas empresas estão tentando assustar educadores e pais dizendo que precisam disso para se tornarem seguros.” Segundo ele, há casos em que adolescentes postam letras de músicas nas redes sociais e já entram na mira dos alertas.

Em artigo, as pesquisadoras Rachel Levinson-Waldman e Faiza Patel, do Centro de Justiça Brennan, da New York University, apontam que 92% dos adolescentes frequentam redes sociais diariamente e que 24% deles estão conectados quase constantemente.

“Os programas de monitoramento podem funcionar como dispositivos de escuta que registram cada fala e os transmitem aos diretores escolares. Esse escrutínio pode revelar um comportamento de risco que requer intervenção. Mas, com muito mais frequência, também reprimirá a capacidade dos jovens de se expressarem”, afirmam.

O escritório nova-iorquino da Associação Americana para Liberdades Civis (ACLU) tem sido uma das vozes críticas à proposta de reconhecimento facial, sob o argumento de que o sistema de identificação passa aos estudantes a mensagem de que eles são criminosos em potencial e, por isso, precisam ter os rostos escaneados enquanto estudam ou brincam.

“Está claro que o Estado deve intervir e garantir que essas tecnologias imprecisas, preconceituosas e perigosas não sejam impostas a alunos, professores e pais sem a devida consideração de seus direitos”, afirmou Stefanie Coyle, conselheira de educação do NYCLU.

‘Isso só aumenta o estresse’

Ethan Sommers, de 19 anos, entrou para o movimento March For Our Lives depois de ter amigos que foram vítimas de tiroteios em escolas. O grupo foi criado por jovens depois do massacre de Parkland, na Flórida. Para ele, não está claro como o monitoramento de redes sociais ou reconhecimento facial pode tornar o ambiente estudantil mais seguro.

“Achamos que isso não ajuda, porque só aumenta o estresse”, afirma. “Não só falha na proteção, como não contribui com a qualidade da saúde mental dos estudantes, que é a nossa principal preocupação”, afirmou.

Erik Learned-Miller, professor de ciência da computação da Universidade de Massachusetts, tem se dedicado a pesquisas sobre os sistemas de reconhecimento facial. Segundo ele, ainda não há normatização suficiente sobre o tema para fazer com que os benefícios compensem os riscos.

“Se você nunca testou, por exemplo, o equipamento em situações de pouca luz, como sabe se vai funcionar? Os administradores de escolas compram o serviço sem saber nada sobre a tecnologia, as companhias não providenciam essas informações e não há diretrizes claras sobre isso. Não recomendaria às escolas comprarem neste momento uma tecnologia que não está pronta”, afirma Miller, que aponta erros em identificação facial nas suas pesquisas.

Em Nova York, um jovem de 18 anos está processando a Apple por ter sido detido injustamente por meio dos sistemas de monitoramento. Segundo ele, o sistema de reconhecimento facial da loja – que a empresa nega usar – o identificou como suspeito de forma equivocada. A polícia o liberou por entender ser a pessoa errada, mas Ousmane Bah pede uma indenização de 1 bilhão de dólares à empresa por danos morais.

Miller compara os sistemas à venda de remédios controlados. “É preciso passar por um processo para que sejam estipuladas as contraindicações”, afirma. “Qual é o custo do erro? Suponha que um pai entre em uma escola e não seja identificado corretamente, o que acontecerá? Um policial será acionado e vai atirar? Eu não sou anti-indústria, mas tenho visto empresas superestimando a precisão da tecnologia”, afirma o pesquisador.

Em maio, a cidade de São Francisco, na Califórnia, sede das gigantes de tecnologia, aprovou uma lei que proíbe o uso desses programas de reconhecimento facial pela polícia local. A cidade entendeu que o risco aos direitos e liberdades civis “supera seus benefícios”.

Em 2016, um estudo do Centro de Privacidade e Tecnologia da Universidade Georgetown indicava que as bases de dados coletados por agentes públicos reconheciam o rosto de 117 milhões dos mais de 240 milhões de americanos adultos.

(com Estadão Conteúdo)

Concerto a favor do IAC – 22 de junho no Teatro Nacional de São Carlos

Junho 12, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Fundada em 2012, a Escola de Música do Colégio Moderno organiza todos os anos, no quadro das suas atividades culturais, um concerto público no Teatro Nacional de São Carlos, cujos proventos têm revertido a favor de uma instituição sem fins lucrativos.

Este ano em que se comemoram os 36 anos da existência do IAC, entendeu a Direção do Colégio Moderno atribuir a este Instituto a verba obtida com a realização do concerto que terá lugar no Teatro Nacional de São Carlos, como habitualmente, no próximo dia 22 de junho, sábado, pelas 21 horas.

Convidamos todos os nossos associados, amigos e parceiros a estarem presentes, apoiando o IAC e usufruindo, simultaneamente, de um belo espetáculo musical.

Os bilhetes podem ser adquiridos na secretaria do Colégio Moderno e o seu custo é de 10 solidários.

Mais informações: tel. 217991840 ou email “secretaria@colegiomoderno.pt

Relatório Anual de Avaliação da Atividade das CPCJ do ano de 2018

Maio 26, 2019 às 6:28 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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descarregar o relatório no link:

https://www.cnpdpcj.gov.pt/cpcj/relatorios-de-avaliacao-da-atividade-estatistica/relatorio-20181.aspx

Colónia Sou FAN 2019 (Crianças 6 aos 12 anos) Junta de Freguesia das Avenidas Novas

Maio 23, 2019 às 8:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Intervenção Social | A partir da próxima 2ª feira até dia 31 de maio estão abertas as inscrições para Colónia Sou FAN 2019.

Todas as informações em: https://www.jf-avenidasnovas.pt/noticias-acaosocial/1675-inscricoes-colonia-sou-fan-2019

Nenhuma família do mundo ficará sem educação. E é em Lisboa que se está a falar disso agora

Maio 14, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do DN Life de 13 de maio de 2019.

Educar dá mesmo muito trabalho, juram a pés juntos os pais de qualquer parte do mundo. Como ajudar um filho a crescer bem? E a família com ele? E se pudéssemos pensar nas famílias como um todo para se alcançar algo ainda maior, sustentado, a nível internacional? O World Family Summit 2019 começou hoje em Lisboa para falar – até quarta-feira – desta educação inclusiva, destinada a promover oportunidades iguais. Aprender tem de ser para todos.

Texto de Ana Pago

Pensar na vida como uma partilha com quem amamos – a nossa família – faz-nos crescer como pessoas. Família é quem nos ensina a pensar mais alto. A confiar nas nossas capacidades. A pôr os olhos no futuro. Daí que qualquer objetivo grandioso que se queira alcançar a nível mundial – como o de garantir uma educação inclusiva, objetivo de desenvolvimento do milénio para 2019 – tenha de ser feito por aí, família a família. É disto e muito mais que começam hoje a falar, até quarta-feira, participantes de 34 países no World Family Summit 2019, pela primeira vez em Lisboa.

“Acreditamos que a educação é um dos instrumentos mais poderosos no desenvolvimento de recursos humanos, fator-chave na redução das desigualdades e da pobreza”, diz Isidro de Brito, presidente da Associação Nacional para a Ação Familiar (ANJAF) e vice-presidente para os Assuntos Legais e Administrativos da Organização Mundial da Família (um dos promotores da cimeira em conjunto com a CITE – Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego e a UNITAR – o Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa).

“Educar amplifica a liberdade de escolha e ação das pessoas, gera produtividade económica, empodera-as a serem parte ativa das sociedades a que pertencem e equipa-as com as competências de que necessitam para desenvolverem o seu próprio sustento e ajudarem as famílias”, explica Isidro de Brito, sublinhando ainda o contributo da educação na comunicação intercultural, o que por sua vez se traduz em respeito mútuo, fomenta a tolerância e promove a transformação como um todo, sociedade a sociedade. Família a família.

“O World Family Summit representa um compromisso da parte de todos os setores, de todas as sociedades envolvidas a nível global, de não deixar ninguém para trás.”

Foi em 2004 que Kofi Annan, o então secretário-geral das Nações Unidas, sugeriu que se celebrasse o décimo aniversário do Ano Internacional das Famílias. A ideia foi aplaudida pela Organização Mundial da Família, por organizações não-governamentais suas afiliadas e por universidades associadas de 189 países e 127 governos do mundo. Nascia a primeira edição do World Family Summit, estreado de fresco em dezembro de 2004, na China, com as metas globais de se acabar com a pobreza, a fome e as desigualdades de género, proteger o planeta e assegurar prosperidade, emprego e educação para todos.

Hoje em dia, a cimeira representa um compromisso da parte de todos os setores, de todas as sociedades envolvidas a nível global, em estabelecer parcerias internacionais a favor de mais paz, tolerância, justiça, segurança, prosperidade, solidariedade e integração, partindo dos tais objetivos de desenvolvimento do milénio que têm em comum o princípio abrangente de não deixar ninguém para trás.

Em cima da mesa, nos próximos três dias, estarão assim em debate temas tão estruturais como a educação de qualidade para as crianças (a começar logo no primeiro ciclo), estratégias para a igualdade e inclusão das famílias, o ensino do respeito pela diversidade cultural (abrindo as portas aos refugiados e famílias migrantes) ou a importância de se educar para a cidadania.

Em 2030, se tudo correr conforme o esperado, toda a gente espera (e não apenas os estados membros das Nações Unidas) que os 17 objetivos para o desenvolvimento sustentável lançados pelo ONU sejam alcançados pelas nações, sem exceção. Nessa altura o mundo será um lugar melhor.

 

 

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