“Não fazemos isso aos ingleses” que chegam a Portugal. Isolamento de crianças é “dramático” – Declarações de Dulce Rocha Presidente do IAC à TSF

Agosto 28, 2020 às 3:25 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 28 de agosto de 2020.

Por Cristina Lai Men e Catarina Maldonado Vasconcelos

O Instituto de Apoio à Criança considera que a norma de isolamento para crianças que são institucionalizadas durante a pandemia não é nem justa, nem adequada, nem proporcional.

A medida de isolamento profilático imediato das crianças que chegam às instituições para cumprir o tempo de incubação afastadas dos restantes residentes continua a reunir discórdia. Desta vez, é o Instituto de Apoio à Criança a insurgir-se contra a orientação da DGS, que determina o isolamento obrigatório até em caso de rastreio negativo.

Depois de Carla Ferreira, da rede Care da APAV, e de Luís Villas Boas, do refúgio Aboim Ascensão, que na quinta-feira teceram críticas à aplicabilidade da medida, é a vez de Dulce Rocha, presidente do Instituto de Apoio à Criança, considerar “dramático” que as autoridades de saúde se tenham decidido por uma regra que não é “justa” para os menores. “Fiquei a achar que era uma decisão injusta, porque qualquer decisão justa tem de ser adequada, proporcional e razoável, e parece-me que isto não é nenhuma dessas coisas”, sublinha a responsável.

Dulce Rocha também aponta a desproporcionalidade entre as exigências feitas às crianças institucionalizadas e a turistas que entram em território nacional: “Se se faz o teste e dá negativo, ainda se vai ter cuidados acrescidos que não são exigíveis noutras circunstâncias? Não fazemos isso aos ingleses nem aos espanhóis. Exigimos-lhes o teste, ponto final.”

A norma, salienta a representante do Instituto de Apoio à Criança, “tem de ser devidamente explicada”, até porque “tem de haver alternativas que provoquem menor sofrimento às crianças”.

“Não podemos colocar em risco a sua saúde mental e o seu bem-estar”, assinala Dulce Rocha, receosa com o agravamento do estado das crianças que chegam às instituições. “Ainda estamos à espera da recomendação da Provedoria de Justiça, que, tenho a certeza, virá nesse sentido de que não é adequado nem proporcional ou justo”, remata.

Ouvir as declarações da Dra. Dulce Rocha, Presidente do IAC  à TSF no link:

https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/nao-fazemos-isso-aos-ingleses-que-chegam-a-portugal-isolamento-de-criancas-e-dramatico-12560781.html

“Para crianças de tenra idade, isto é um quarto escuro. Parece que cometeram um crime” Notícia do Público com declarações de Ana Perdigão do IAC

Agosto 28, 2020 às 12:06 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 28 de agosto de 2020.

A notícia contém declarações da Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança.

Participação de Dulce Rocha Presidente do IAC no programa “A Tarde é Sua” TVI

Agosto 25, 2020 às 11:45 am | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Participação da Dra. Dulce Rocha, Presidente do IAC no programa “A Tarde é Sua” na TVI de 24 de agosto de 2020.

A Dra. Dulce Rocha participou no programa entre os minutos 33.15 m – 43.30 m

Visualizar o programa no link:

https://tviplayer.iol.pt/programa/a-tarde-e-sua/53c6b3883004dc006243ce59/video/5f43f67a0cf2e21cf3317325

Crianças devem estar protegidas pela lei – Entrevista de Dulce Rocha Presidente do IAC ao Correio da Manhã

Agosto 4, 2020 às 6:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista da Dra. Dulce Rocha, Presidente do IAC ao Correio da Manhã de 23 de julho de 2020.

Medo de contagiar os avós foi preocupação das crianças na pandemia – Notícia do JN sobre um estudo do IAC

Agosto 3, 2020 às 7:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 26 de julho de 2020.

Mulher vítima. Criança vítima – Artigo de opinião de Manuela Eanes Presidente Honorária do IAC

Julho 22, 2020 às 7:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião da Drª Manuela Eanes, Presidente Honorária do Instituto de Apoio à Criança, publicado no Público de 22 de julho de 2020.

Mais de 45 mil reclamam estatuto de vítima para crianças – Notícia com declarações de Dulce Rocha Presidente do IAC

Julho 22, 2020 às 11:15 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia com declarações da Dra. Dulce Rocha, Presidente do IAC.

Notícia do Público de 22 de julho de 2020.

Programa Estou Aqui! Está de regresso

Julho 16, 2020 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 14 de julho de 2020.

O Programa Estou Aqui! Está de regresso. A iniciativa nasceu pelas mãos da PSP, mas ao longo dos anos foi juntando uma série de parceiros –  Fundação Altice, MEO, Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna, Rádio Comercial, Missing Children Europe e do Instituto de Apoio à Criança – para desenvolver o projeto em dois segmentos: crianças e adultos.

A Fundação Altice está envolvida no programa desde a sua primeira edição, em 2012, e é também parceira da versão Estou Aqui! Adultos. Mais tarde, foi a vez da MEO se juntar, em 2014, na sua 3.ª edição. Desde aí, tem acompanhado o programa através dos segmentos MEO e MEO Kids.

O Programa Estou Aqui! Crianças – projeto pioneiro em Portugal – assinala este ano a sua 9.ª edição e tem como objetivo agilizar o contacto com os pais ou educadores no caso das crianças se perderem. Como funciona? Cada criança tem uma pulseira, onde está embutido um código alfanumérico único e intransmissível. É através desse código que a linha de emergência europeia (112) consegue identificar a criança e os respetivos contactos de pais/educadores que estão associados ao número da pulseira.

As inscrições para o ano letivo de 2020/2021 abriram a 24 de junho – com o levantamento de pulseiras  – e terminam no início da próxima edição. Até ao momento, 408 mil crianças foram impactadas pelo programa e só na última edição contou com 77 mil, um aumento face aos 68 mil registadas no ano anterior.

Nuno Carocha, diretor do gabinete de imprensa e RP da PSP explica que, com o atual contexto da saúde pública, a edição de 2019/2020 do programa foi prolongada até 15 de julho. Desta forma, a informação associada às pulseiras distribuídas no ano anterior, continuará válida e acessível para a resolução de uma ocorrência de desaparecimento da criança.

Já foram distribuídas e ativadas mais de 375 mil pulseiras nestes oito anos de programa e Nuno Carocha não tem dúvidas: «Esta iniciativa constitui, claramente, um projeto bandeira da Polícia de Segurança Pública, pois alia alguns dos nossos traços institucionais mais marcantes».

E explica: «Por um lado, simplicidade – sem dispositivos high tech, com um simples código alfanumérico e um backoffice de última geração, conseguimos implementar um projeto de relevante valor acrescentado no sentimento de segurança das famílias. Por outro, eficácia – o desenho do processo de trabalho e do fluxo de informação garantem, desde logo, a salvaguarda da informação de cada família, que só é utilizada se e for necessário e no contexto do Estou Aqui».

E as vantagens não ficam por aqui. De acordo com o responsável, este programa tem demonstrado que a PSP «dispõe da informação necessária a solucionar, algumas vezes em poucos minutos, situações de desaparecimento temporário de crianças em locais de grande lotação (praias, eventos culturais, feiras e outros) que, de outra forma, iriam requerer bastante mais tempo (e preocupação) para a  sua resolução».

Nuno Carocha diz também que a empatia não é descurada «desde logo alicerçada na deslocação à esquadra da PSP por um motivo positivo e desejado: o levantamento da pulseira, a sua ativação e colocação no pulso da criança.

Depois, e sempre que necessário pelo acionamento da pulseira, pela chegada da PSP ao local onde se encontra a criança perdida e sinalizada», chamando a atenção para «o consequente alívio de todos pela rápida e bem-aventurada resolução da situação».

Os testemunhos de quem já aderiu ao programa são positivos: «Foram um descanso durante o período de férias. Sendo mãe de dois rapazes muito energéticos, sabia que se os perdesse de vista a minha primeira reação seria sempre contactar a esquadra indicando o número das mesmas. Felizmente, nunca precisei de as ativar, mas só de saber que os meus filhos as usavam, tive umas férias descansadas», diz Ana, mãe de dois rapazes.
As pulseiras podem ser pedidas a título individual (pais e encarregados de educação) ou por grupos (escolas, campos de férias, ATL, etc.).

MEO Kids Camp

Este projeto iniciado em 2014 vai agora para a 7.ª edição, que decorrerá entre julho e agosto de 2020 (fins de semana por definir) sob o tema ‘acampamento índio’. O programa consiste num pequeno roadshow que já passou por mais de 80 jardins/vilas/praias por todo o país com o intuito de proporcionar aos mais novos (entre 5-15 anos) e em família momentos de diversão e brincadeira, ao mesmo tempo que divulga o programa Estou Aqui! e que sensibiliza para outros comportamentos de risco.

A ideia passa por incutir a ligação com a natureza e com a sustentabilidade, proporcionando momentos divertidos ao ar livre (através de espaços com jogos e brincadeiras) e levando consigo outros parceiros relevantes (Ex. amostras de protetor solar – preocupação com os cuidados a ter com o sol, etc.).

A PSP também participa nesta atividade, havendo a possibilidade de as escolas/pais/educadores se inscreverem no Estou Aqui! e levantarem as pulseiras do programa in loco. Este ano, esta será a única ativação a realizar no âmbito do Programa Estou Aqui!.

Programa Estou Aqui! Adultos

Existe ainda uma versão do Programa Estou Aqui! dedicada ao segmento sénior e dirigida a pessoas que, em função da idade ou de alguma patologia, possam ficar desorientadas ou inconscientes, ainda que momentaneamente, na via pública. Esta versão do Programa conta com o apoio da Fundação Altice.
O programa foi pensado para proteger e dar apoio a quaisquer adultos que possam vir a ser encontrados na via pública em estado de especial vulnerabilidade, permitindo a sua correta identificação e o contacto célere com um familiar. O primeiro contacto é muitas vezes crítico e a urgência com que a pessoa é identificada, pode fazer toda a diferença, sendo dever da polícia procurar todas as alternativas para que esse processo seja rápido, simples e seguro.

https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm

MAI avança com apoio de mais de 200 mil euros à APAV e ao Instituto de Apoio à Criança

Julho 16, 2020 às 11:40 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sapo24 de 15 de julho de 2020.

O Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou hoje que vai apoiar a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) e o Instituto de Apoio à Criança (IAC) com um valor de 202.500 euros.

Em nota enviada à comunicação social, o MAI especifica que à APAV será atribuído o valor de 130 mil euros, no âmbito de um protocolo celebrado em dezembro de 2018 e uma adenda de janeiro de 2019, enquanto que o IAC beneficiará de um suporte financeiro de 72.500 euros, valor que se insere no âmbito de um protocolo assinado em 2004.

O MAI explica que o apoio à APAV permitirá que a associação “reforce o seu trabalho em áreas de relevância no âmbito da Administração Interna, nomeadamente o atendimento às vítimas de crime, a consolidação da Linha de Apoio à Vítima, o alargamento dos procedimentos de avaliação do risco de violência a grupos particularmente vulneráveis, a prevenção e combate à radicalização online”.

Já quanto ao IAC, poderá desenvolver o projeto Rua “Em Família Para Crescer”, que visa contribuir para a diminuição do número de crianças e jovens em risco e/ou perigo, promovendo a sua reinserção social, e o projeto SOS Criança, que visa dar voz às crianças, jovens e famílias, garantindo-lhes o direito à palavra, apoio e proteção.

O MAI esclarece ainda que as verbas em causa são provenientes da afetação ao Ministério da Administração Interna de uma percentagem dos resultados líquidos de exploração dos jogos sociais da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Notícia do MAI:

Administração Interna apoia APAV e Instituto de Apoio à Criança com mais de 200 mil euros

Crianças estão mais preocupadas com a saúde, sobretudo com a dos avós – Notícia da TSF sobre Estudo do IAC

Julho 15, 2020 às 12:14 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A notícia contém declarações da Drª Fernanda Salvaterra do IAC.

Notícia da TSF de 15 de julho de 2020

Por Paula Dias com Sara Beatriz Monteiro

O estudo revelou ainda que durante os dias de confinamento os pais nem sempre conseguiram perceber o que os filhos sentiam.

Um estudo do Instituto de Apoio à Criança concluiu que as crianças estão mais preocupados com a saúde, sobretudo com a dos avós. Até os investigadores chegarem a esta conclusão foram ouvidas mais de 800 famílias com crianças entre os quatro e os 18 anos, em abril e em maio desde ano.

Em tempo de pandemia, o estudo quis saber o que pensam e o que sentem as famílias em isolamento social e perceberam que 40 em cada cem crianças confessa estar preocupada com a saúde e, entre elas, mais metade está preocupada com a saúde dos avós.

Fernanda Salvaterra, uma das coordenadoras do estudo, confessa-se surpreendida com esta conclusão: “As notícias que eram veiculadas falavam nos perigos para as pessoas mais velhas, mas fiquei um pouco surpreendida com estes valores mais elevados mesmo até do que os próprios pais. É de valorizar este papel que as crianças têm na vida das crianças.”

O estudo revelou ainda que durante os dias de confinamento os pais nem sempre conseguiram perceber o que os filhos sentiam. A investigadora não consegue ainda dizer se no futuro vamos ter crianças mais ansiosas, mas acredita que parte disso depende dos pais.

“A grande conclusão é que a ansiedade dos pais está correlacionada com a ansiedade das crianças, ou seja, pais ansiosos, pais deprimidos, pais stressados têm crianças mais ansiosas”, adianta.

O Instituto de Apoio à Criança tenciona repetir o mesmo estudo em outubro para perceber como evoluiu a situação.

Webinar “O que pensam e o que sentem as famílias em isolamento social”. Inscrição no link https://forms.gle/eq82EwmtMy2HDqbs9

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