SOS-Criança com menos desaparecimentos em 2015 e mais raptos transfronteiriços

Maio 24, 2016 às 1:00 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Observador de 24 de maio de 2016.

A notícia contém declarações Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

Mário Cruz

LUSA

O serviço SOS-Criança sinalizou em 2015 menos casos de crianças desaparecidas, uma diminuição do número de raptos parentais e um aumento de situações de rapto transfronteiriço, segundo dados do Instituto de Apoio à Criança (IAC).

Em 2015, chegaram ao IAC, através da linha europeia gratuita 116 000, 35 novos casos de desaparecimentos, menos sete face a 2014, na maioria raparigas, acentuando-se a tendência do ano anterior, adiantam os dados divulgados à agência Lusa a propósito do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas (25 de maio).

A maioria das situações referia-se a crianças portuguesas, mas também houve casos de crianças estrangeiras (17%), o que revela um aumento destes casos comparativamente a 2014.

Segundo o coordenador do SOS-Criança, Manuel Coutinho, foram reportados três casos de crianças sírias, um caso de uma criança espanhola, um de uma francesa e outro de uma croata.

Apesar e ter havido uma diminuição de casos, o também secretário-geral do IAC considera que estes dados “são sempre preocupantes”.

“Basta existir uma situação de desaparecimento para que essa situação já seja grave demais”, disse Manuel Coutinho, observando que ainda há 16 casos por recuperar”.

“No final de 2015, 45% das crianças desaparecidas continuavam desaparecidas e isto é uma situação complicada, apesar de percebermos que a maior parte dos desaparecimentos são relacionados com fugas”.

Segundo os dados, 57% das situações reportadas (20) referem-se a fugas de casa e de instituições.

Houve ainda nove casos de rapto parental, menos três do que em 2014, e cinco situações de rapto transfronteiriço, que foram comunicados a Portugal por outras linhas europeias de crianças desaparecidas.

Na maioria dos casos (11), os menores tinham entre os 14 e os 16 anos, seguidos dos que tinham mais de 16 anos (6). Foram também assinalados seis casos de crianças com idades entre os quatro e os seis anos.

Em cinco casos as crianças tinham menos de três anos e em quatro tinham entre os 11 e os 13 anos. Em três situações a idade não foi especificada.

Manuel Coutinho disse à Lusa que o IAC também está preocupado com a situação das crianças migrantes não acompanhadas: “Sabemos que entre os muito milhares de adultos que se deslocam de uns países para os outros, há efetivamente muitas crianças que vêm sozinhas”.

Estas crianças são registadas nas fronteiras, mas muitas vezes perde-se o seu rasto “e isso é muito preocupante”, frisou.

Lisboa foi o distrito que apresentou o maior número de desaparecimentos (15), seguido de Setúbal (5), Santarém (3), Porto (2), Braga (2). Houve ainda um caso em Aveiro, Castelo Branco, Leiria, Açores e Madeira.

São sobretudo os familiares (19) que sinalizam os casos, seguido dos profissionais (13). Três apelos foram feitos pela comunidade.

Relativamente à situação jurídica dos pais, o IAC refere que em 11 casos estavam divorciados, em quatro separados e noutros quatro viviam em união de facto.

Os dados apontam que a iniciativa do desaparecimento coube sobretudo à criança (43%). Em 22% dos casos a criança estava acompanhada por um dos progenitores e em três pelo namorado.

A duração do desaparecimento varia entre as 48 horas e uma semana, acompanhando a tendência do ano anterior.

A maioria dos casos chegou ao conhecimento do SOS-Crianças através da linha telefónica (22), enquanto 11 casos foram reportados por e-mail e dois via apartado.

Para assinalar a efeméride, o IAC realiza no dia 31 de maio a IX Conferência Crianças Desaparecidas, que irá dedicar uma “atenção especial” às crianças refugiadas, que se estima serem mais de 1,5 milhões.

 

 

 

Aumentam os raptos transfronteiriços de crianças em Portugal

Maio 24, 2016 às 10:26 am | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia da RTP Notícias de 24 de maio de 2016.

A notícia contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

ouvir as declarações no link:

http://www.rtp.pt/noticias/pais/aumentam-os-raptos-transfronteiricos-de-criancas-em-portugal_n921076

rtp

Nuno Patrício – RTP

O alerta é feito pela SOS Criança. A associação refere que o número de crianças desaparecidas em Portugal diminuiu, mas agora o modus operandi dos raptores passou a ser outro.

O Instituto de Apoio à Criança (IAC) sublinha que no ano passado houve uma diminuição do número de crianças desaparecidas em Portugal. Mas a SOS Crianças, sob a alçada do Instituto, manifesta, contudo, uma nova preocupação: os raptos transfronteiriços tiveram um ligeiro crescimento. O números de 2015 referem que a linha de atendimento do IAC foi contactada para dar conhecimento de 34 casos de desaparecimentos. Em declarações à Antena 1, o presidente do Instituto, Manuel Coutinho, refere que 20 casos são referentes a fuga, outros nove são parentais e cinco foram raptos transfronteiriços.

Manuel Coutinho explica que a maioria dos casos envolve crianças portuguesas, mas são cada vez mais as situações de desaparecimento de crianças estrangeiras em Portugal. Lisboa é o distrito com maior número de desaparecimentos: 15 casos durante o ano passado.

Manuel Coutinho diz que 45 por cento das crianças desaparecidas em 2015 continuam por encontrar.

O Instituto de Apoio à Criança está igualmente preocupado com a situação das crianças migrantes que viajam sozinhas. Apesar dos controlos nas fronteiras, Manuel Coutinho admite que, com os fluxos migratórios impulsionados pelas crises humanitárias, as autoridades europeias perdem muitas vezes o rasto a muitas crianças.

Dos 34 casos registados de crianças desaparecidas, 15 são referentes ao distrito de Lisboa, cinco do distrito de Setúbal, três do distrito de Santarém, dois do distrito do Porto e mais dois casos pertencentes ao distrito de Braga. O Instituto de Apoio à Criança informa também que, entre estes casos, existem crianças desaparecidas de nacionalidade síria, francesas, espanholas e uma croata.

 

Alunos que chumbem vão passar a ter tutor

Maio 20, 2016 às 9:53 am | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 20 de maio de 2016.

Crianças com pelo menos 12 anos e dois chumbos vão ter acompanhamento fora das aulas já a partir do próximo ano letivo

O Ministério da Educação vai lançar, no próximo ano letivo, um programa de professores-tutores para acompanharem fora do horário das aulas crianças com duas ou mais retenções. A medida – cujo custo máximo será de 15 milhões de euros -foi anunciada ontem no Parlamento, pelo ministro da Educação, durante uma interpelação sobre educação agendada pelo CDS-PP.

Aos jornalistas, no final dos trabalhos, Tiago Brandão Rodrigues assumiu que o novo programa é uma rutura com os cursos vocacionais do básico, implementados pelo anterior governo, que já não abriram turmas iniciais e serão extintos no final do próximo ano letivo. Tal como nesses cursos, os alunos encaminhados para estas tutorias terão idades a partir dos 12 anos e duas ou mais retenções. Mas o ministro explicou que, ao contrário desses cursos – que classificou de “infeliz experiência pedagógica” -, as tutorias não implicam “a segregação” dos alunos e sim um “reforço” do acompanhamento que estes recebem, independentemente de estarem integrados em percursos regulares ou alternativos do ensino básico. “Estes alunos poderão ir pela via convencional, ou poderão ir por algum destes rumos. [As tutorias] serão um complemento à sua formação normal no 2.º ou 3.º ciclo”, disse.

Uma medida que, assumiu Tiago Brandão Rodrigues, implica “um investimento nestes alunos”, por oposição aos cursos vocacionais lançados pelo anterior governo que, segundo disse, poupavam “muito dinheiro” ao Ministério da Educação, sendo bastante mais baratos do que as vias regulares.

Esse investimento, assumiu, passará pela contratação de professores, que irão acompanhar grupos de cerca de dez alunos quatro vezes por semana. E foi ontem enviada aos sindicatos uma adenda ao despacho de organização do ano letivo, que está em negociação, explicando os créditos horários suplementares a criar. Mas o ministério acredita que muitas escolas terão professores com disponibilidade nos seus horários – o trabalho será considerado letivo, e descontado da respetiva carga horária semanal. No limite, disse o secretário de Estado da Educação, João Costa, o investimento serão os tais 15 milhões de euros.

Por outro lado, o ministério acredita que a aposta se traduzirá em poupanças futuras, nomeadamente por se evitarem retenções de ano caso o acompanhamento dos alunos seja bem-sucedido.

O projeto é inspirado no programa Too Young to Fail (novo demais para chumbar/falhar), em aplicação na Holanda. E o secretário de Estado, que tem estado a trabalhar na iniciativa para as escolas portuguesas, descreveu-o como mais do que um apoio pedagógico: “É apoio ao estudo mas também apoio socioemocional, apoio à relação com a escola, que é muitas vezes o que falha”, disse João Costa, explicando que em certa medida o tutor – que passará por um processo de formação – será a “referência” adulta que muitos alunos não têm em casa.

Colégios à margem no debate

Na interpelação ao ministério no Parlamento, agendada pelo CDS, naquele que supostamente seria o tema forte do dia – os contratos de associação -, o ministro acabou por passar incólume, saindo mesmo debaixo de aplausos do PS.

Não por falta de empenho dos “populares” – a deputada Ana Rita Bessa vestiu, literalmente, a camisola amarela dos protestos dos colégios – mas porque os partidos da esquerda apoiaram em uníssono as decisões do ministério em relação ao corte de turmas, enquanto o PSD, que tanto tem abordado o tema, esteve praticamente ausente do debate, limitando-se ao já usual ataque “colando” o ministro à Fenprof.

 

Linha da Criança, do provedor de Justiça, recebeu 184 chamadas até maio

Maio 17, 2016 às 7:38 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia da http://www.rtp.pt/ de 17 de maio de 2016.

A notícia contém referências ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança.

Lusa

A Linha da Criança do provedor de Justiça recebeu 184 chamadas durante os primeiros cinco meses de 2016, sendo esta uma das várias linhas telefónicas disponíveis especificamente para denunciar situações que envolvam os mais novos.

Hoje assinala-se o Dia Internacional das Linhas Telefónicas de Ajuda à Criança, sendo que em Portugal existem vários contactos telefónicos que podem ser usados para denunciar ou pedir ajuda quando estão em causa os direitos das crianças.

O provedor de Justiça é uma das entidades que tem uma linha específica para tratar assuntos relativos às crianças, inserida no Núcleo da Criança, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (N-CID), que nos primeiros cincos meses de 2016 recebeu 184 contactos.

De acordo com dados do provedor de Justiça, a Linha recebeu 37 chamadas em janeiro, 45 em fevereiro, 50 em março, 40 em abril e 12 nos primeiros seis dias de maio.

As razões dos contactos prenderam-se, sobretudo, com o exercício de responsabilidades parentais, educação e problemas escolares, cuidados de saúde, negligência, prestações sociais, mas também maus tratos, carências económicas e familiares ou exposição a comportamentos desviantes.

A atuação da Segurança Social, das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens, as visitas aos avós ou casos de bullying também foram motivo para contactos junto da linha do provedor.

Já durante o ano passado, esta linha recebeu 671 contactos, depois de em 2014 terem sido feitas 701 chamadas, sendo que em 2015 perto de um terço dos telefonemas tinham como motivo questões relativas às responsabilidades parentais.

“Os maus-tratos e a negligência integram o segundo grupo de questões mais vezes suscitadas, com um total de 153 chamadas, tendo duplicado face ao ano de 2014 (76 chamadas) “, lê-se no relatório de atividades de 2015 do provedor de Justiça.

Outra linha telefónica existente em Portugal para ajudar os mais novos é a Linha SOS Criança, do Instituto de Apoio à Criança, que, no ano passado, recebeu 1.857 telefonemas, entre 1.638 através do número para crianças em risco e 49 através do contacto específico para casos de crianças desaparecidas.

Entre as pessoas que ligaram paras as linhas, a maioria eram adultos (1.675), mas houve também 182 casos em que foram as próprias crianças a telefonar para a linha.

“A problemática referida nos apelos à linha do SOS Criança é essencialmente `falar com alguém`”, lê-se no relatório da instituição, que explica que aqui estão inseridos casos de adultos que precisam de apoio e suporte relativamente a saber lidar com os seus filhos ou familiares ou sobre questões relativas a crianças que precisam de apoio e ajuda.

Houve também pedidos de ajuda referentes a situações de negligência, seja em relação a cuidados básicos, falta de condições de segurança, alimentação inadequada, falta de higiene ou falta de acesso a cuidados de saúde.

Os maus tratos na família levaram 242 pessoas a ligarem para a linha, sendo que destes, 137 são referentes a maus-tratos físicos e 105 são maus-tratos emocionais ou psicológicos (como a chantagem psicológica e as discussões e agressões verbais).

Ao longo do ano de 2015 o SOS Criança encaminhou 341 novos casos e 22 processos de anos anteriores, totalizando assim 363 processos. O encaminhamento destas situações envolveu 1.213 contactos e referiu-se a 540 crianças.

 

Paula Duarte, técnica do IAC, falou ao Diário de Coimbra

Maio 16, 2016 às 9:00 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Diário de Coimbra

(Clique na notícia para aumentar)

Diário de Coimbra em 29 de abril de 2016

Vídeo da participação de Dulce Rocha do IAC no programa “Sexta às 11” na RTP 3 no dia 13 de maio

Maio 16, 2016 às 2:43 pm | Na categoria O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe o seu comentário
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Vídeo da participação da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, no programa “Sexta às 11” na RTP 3, no dia 13 de maio de 2016 sobre alienação parental.

visualizar o vídeo no link:

http://www.rtp.pt/play/p2040/sexta-as-10

dulce

Participação de Dulce Rocha do IAC no programa “Sexta às 11” hoje a partir das 23.00 na RTP 3

Maio 13, 2016 às 1:00 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Participação da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, no programa “Sexta às 11” hoje a partir das 23.00 na RTP 3.

mais informações no link:

https://www.facebook.com/SextaAs9/?fref=ts

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“Sempre ligados”: cuidados que os jovens devem ter na navegação on-line

Maio 12, 2016 às 1:00 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Capturar

Este artigo da Visão Júnior sobre a vida dos jovens on-line e como navegarem na internet com segurança, publicado em 1 de Janeiro de 2016, conta com a participação da Professora Cláudia Manata, do Instituto de Apoio à Criança.

Aceda ao link do artigo aqui: Sempre ligados.

 

Dra. Melanie Tavares, do IAC, esteve em Audição Pública na Assembleia da República

Abril 29, 2016 às 2:00 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Melanie

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, participou na  Audição Pública sobre necessidades educativas especiais, deficiência e escolaridade obrigatória, na Assembleia da República em 26 de abril de 2016.

Veja o vídeo no link abaixo a partir de 02:27.00 min.

http://www.canal.parlamento.pt/?cid=956&title=audicao-publica-necessidades-educativas-especiais-deficiencia-e-esc

Apresentação do Livro Cyberbullying – Um guia para pais e educadores – Vídeo com a participação de Manuel Coutinho do IAC

Abril 26, 2016 às 1:24 pm | Na categoria O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe o seu comentário
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O vídeo contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

visualizar a reportagem completa no link em baixo:

https://www.facebook.com/ualmedia/videos/1039958212737494/

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