Feira da Saúde de Lisboa – 7 de abril

Abril 6, 2019 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/feira-da-saude-de-lisboa

Crianças e Jovens protagonistas da sua Saúde – 1 de Junho no Teatro Thalia, em Lisboa com a participação de Ana Perdigão do IAC

Maio 31, 2018 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança, irá participar no evento com a comunicação “A Voz da Criança no Sistema de Saúde (Enquadramento legal)”.

mais informações no link:

http://www.aenfermagemeasleis.pt/2018/05/11/criancas-e-jovens-protagonistas-da-sua-saude-1-de-junho-dgs/#more-53326

 

Consumo de álcool na adolescência pode causar problemas no fígado em adulto

Fevereiro 16, 2018 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Correio dos Açores de 28 de janeiro de 2018.

O consumo de bebidas alcoólicas na adolescência pode provocar doenças hepáticas, como cirrose, numa idade mais avançada, sugere um estudo recente.

Para o estudo que foi conduzido por uma equipa de investigadores do Hospital Universitário Karolinska, Estocolmo, Suécia, foram analisados dados recolhidos de um estudo populacional sueco, conduzido em 1969 e 1970, que abrangia mais de 49.000 homens, com 18 a 20 anos de idade na altura, e recrutados para o serviço militar obrigatório.

A equipa associou os números pessoais de identidade dos participantes recrutados aos dados do registo nacional de pacientes e ao registo de causas de morte na Suécia até ao fim de 2009, ou seja, durante 39 anos.

Os resultados foram ajustados relativamente ao índice de massa corporal (IMC), capacidade cardiovascular, capacidade cognitiva, hábito de fumar e uso de narcóticos.

Como resultado, foi verificado que 383 homens tinham desenvolvido doenças graves no fígado, durante o período de acompanhamento, como cirrose hepática, encefalopatia hepática, insuficiência renal, ascite e morte por doença renal, sendo que o consumo de álcool na fase do fim da adolescência foi associado a um maior risco de doenças hepáticas graves numa altura posterior.

O risco era dependente da dose de álcool consumido, sem sinais de efeito de limiar, revelando-se mais pronunciado em homens que consumiam duas bebidas por dia (que equivaliam a 20 gramas de álcool) ou mais. Foi observado ainda que o risco era já significativo com o consumo diário de 6 gramas de bebidas alcoólicas.

Estes resultados foram apenas validados para homens e requerem validação para as mulheres.

Alexandre Louvet, especialista em doenças hepáticas observou, num editorial que acompanhou o estudo, que “o presente estudo aumenta o nosso conhecimento sobre o risco do consumo crónico de bebidas alcoólicas numa idade precoce”.

“Deve-se rever os níveis seguros de consumo de álcool na população geral e deve-se adaptar adequadamente as diretrizes de saúde pública”.

o estudo citado na notícia é o seguinte:

Alcohol consumption in late adolescence is associated with an increased risk of severe liver disease later in life

Saúde no Inverno – Conselhos do Serviço Nacional de Saúde

Fevereiro 2, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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visualizar o documento no link:

http://biblioteca.min-saude.pt/livro/inverno#page/1

“Bullying” na infância tem consequências futuras

Julho 29, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.paisefilhos.pt/ de 12 de julho de 2017.

O “bullying” durante a infância poderá acarretar consequências duradouras negativas para a saúde, apurou um estudo da Universidade de Pittsburgh (EUA) que seguiu um grupo de mais de 300 homens desde o início da escola primária até aos 30 e poucos anos.

Considerando que o “bullying” leva a interações interpessoais stressantes, tanto para os perpetradores como para as vítimas, a equipa pôs como hipótese o facto de uns e outros correrem um maior risco de problemas de saúde relacionados com o stresse. Para testar a sua teoria, a equipa recrutou participantes do Estudo sobre a Juventude de Pittsburgh (“Pittsburgh Youth Study”) que incluía 500 rapazes que tinham frequentado as escolas públicas daquele estado norte-americano em 1987-8. Mais de metade dos rapazes eram negros e quase 60 por cento recebia apoios financeiros.

Os investigadores recolheram informação junto das crianças, pais e professores sobre comportamentos relacionados com “bullying” quando os rapazes tinham entre 10 e 12 anos, assim como efetuaram avaliações regulares sobre fatores de risco psicossociais, biológicos e comportamentais para o declínio da saúde.

A equipa conseguiu anos mais tarde recrutar mais de 300 participantes no estudo original, os quais foram analisados relativamente a níveis de stresse, historial médico, alimentação e exercício físico e estatuto socioeconómico, tendo a maioria também efetuado análises ao sangue, avaliações inflamatórias e medidas de altura e peso. Foi apurado que tanto os perpetradores como as vítimas de “bullying” na infância apresentavam fatores de risco para uma saúde física debilitada.

Mais especificamente, os rapazes autores de “bullying” tendiam a ser mais agressivos e a fumar na idade adulta, que são fatores de risco para as doenças cardiovasculares e oncológicas. Já as vítimas apresentavam uma propensão para terem mais dificuldades financeiras, menores rendimentos, experiências de vida mais stressantes e de sentirem que eram tratados de forma injusta, também fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

mais informações na notícia:

Childhood bullying linked to health risks in adulthood

 

 

“VI Encontro do CRI de Lisboa Ocidental”, alusivo ao tema “Adição: Nova Prioridade em Saúde Pública?” a 7 de fevereiro

Janeiro 2, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O “VI Encontro do CRI de Lisboa Ocidental”, alusivo ao tema “Adição: Nova Prioridade em Saúde Pública?”  vai ter lugar no próximo dia 7 de fevereiro, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

 

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(Clique nas imagens para aumentar)

O Encontro é organizado pelo Centro de Respostas Integradas (CRI) de Lisboa Ocidental, Unidade de Intervenção Local desta DICAD.

 

LOCAL:

Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra

Auditório Acácio Barreiros

 

INSCRIÇÕES GRATUITAS E LIMITADAS

MAIS INFORMAÇÕES:

EMAIL – vi.encontrocrilxocidental@gmail.com

TEL. – 210079920

FAX – 214455793

Estudo Crianças felizes serão adultos saudáveis

Janeiro 27, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do site http://www.noticiasaominuto.com  de 13 de janeiro de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Cumulative Effect of Psychosocial Factors in Youth on Ideal Cardiovascular Health in Adulthood: The Cardiovascular Risk in Young Finns Study

DR

Um estudo realizado na Universidade de Helsínquia revela que as crianças que têm uma infância feliz serão adultos saudáveis, revela um estudo da Universidade de Helsínquia, citado no Medical News Today.

Crianças felizes, adultos saudáveis. Este bem que poderia ser o slogan de alguma campanha, mas na verdade é a conclusão de um estudo da Universidade de Helsínquia.

Segundo o Medical News Today, as crianças com experiências psicossociais favoráveis, ou seja, com uma infância feliz, têm tendência a tornarem-se adultos com corações mais saudáveis.

Este estudo finlandês indica que as crianças que vivem em ambientes familiares mais estáveis, tanto a nível emocional como financeiro, tendem a comer alimentos mais saudáveis, algo que no futuro se traduzirá em mais saúde. Além disso, as crianças com infâncias mais felizes e ‘casas menos descomplicadas’ aprendem a controlar desde cedo a agressividade e impulsividade, o que faz com que na idade adulta tenham menos problemas a nível cardiovascular.

O estudo em causa inclui 3.577 crianças com idades entre os três e os 18 anos. Primeiramente, foi medida a situação socioeconómica, a estabilidade social, os comportamentos de saúde e os momentos de stresse dos pais. Depois, e passados 27 anos, foram analisados os mesmos fatores em 1.089 crianças – agora adultos.

Uma das conclusões indica que os menores mais felizes têm 14% de hipóteses de terem o peso normal na idade adulta, 12% de não serem fumadores e 11% de terem, no futuro, níveis de glucose mais saudáveis do que as crianças que tiveram infâncias menos felizes ou em famílias disfuncionais.

Laura Pulkki-Raback, uma das mentoras do projeto, alerta para o facto de as atitudes dos pais conseguirem moldar a personalidade e a saúde dos filhos, dando exemplos de pais com problemas de álcool ou drogas, que tendem a dar menos atenção aos filhos que, por seu turno, podem adotar hábitos menos saudáveis.

 

 

 

Conferência Saúde e Comportamento : Desafios da Saúde em Contexto de Adversidade Social

Setembro 2, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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saude

mais informações aqui

Crises e Oportunidades na Saúde – II Reunião da Secção de Pediatria Social

Julho 11, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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social

 Envio de resumos: máx 300 palavras

Apresentação sob a forma de póster em sala (3 diapositivos)

Data limite: 9 de Setembro de 2014

Secretariado: Sofia Heleno

Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, EPE

e-mail: sec1.ngm@hff.min-saude.pt

telf: 214348299

Preço de inscrição: 20 euros / gratuito para sócios da Secção

(NIB: 0032 0660 00209630036 23 – enviar/trazer comprovativo)

Local: Auditório do Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, EPE

http://www.spp.pt/eventos/default.asp?ida=1103&ID=136

Bullying na infância e na adolescência tem efeitos na vida adulta

Setembro 4, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do site crescer.sapo.pt de 19 de Agosto de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Impact of Bullying in Childhood on Adult Health, Wealth, Crime, and Social Outcomes

Novo estudo mostra que adultos expostos ao «bullying» durante a infância têm maior probabilidade de desenvolver distúrbios psicológicos.

Há muito que se reconheceu que o bullying numa idade jovem representa um problema para as escolas, para os pais e para os formuladores de políticas públicas. Embora as crianças passem mais tempo com os seus pares do que os pais, há relativamente poucos estudos publicados sobre a compreensão do impacto dessas interações na vida para além da escola.

Os resultados de um novo estudo, publicado na revista Psychological Science, da Associação para a Ciência Psicológica, destaca a medida em que o risco de problemas relacionados com a saúde, a pobreza e as relações sociais é agravado pela exposição ao bullying. O estudo leva em consideração muitos fatores que vão além de resultados relacionados com a saúde.

Dieter Wolke, da Universidade de Warwick, no Reino Unido, e William E. Copeland, do Centro Médico da Universidade de Duke, nos Estados Unidos da América, olharam para além do estudo das vítimas e investigaram o impacto sobre todos os afetados: as vítimas, os próprios agressores e aqueles que se enquadram em ambas as categorias, as chamadas «vítimas-bullies».

«Não podemos continuar a ignorar o bullying como sendo uma parte inofensiva, quase inevitável, do crescimento», diz Dieter Wolke. «Precisamos de mudar esta mentalidade e reconhecer o bullying como um problema sério tanto para o indivíduo como para o país, já que os efeitos são duradouros e significativos.»

As « vítimas-bullies» apresentam um maior risco de problemas de saúde na idade adulta, com uma probabilidade seis vezes mais elevada de serem diagnosticados com uma doença grave, de serem fumadores regulares ou de desenvolverem um distúrbio psicológico quando comparadas com adultos que nunca se viram envolvidos em episódios de bullying.

Os resultados mostram que as «vítimas-bullies» são talvez o grupo mais vulnerável de todos. Este grupo pode virar-se para o bullying depois de ser intimidado, uma vez que pode não ter a regulação emocional ou o apoio necessário para lidar com o bullying.

«No caso das “vítimas-bullies”, o estudo mostra como o bullying pode alastrar-se quando não é tratado», acrescenta o investigador. «Algumas intervenções já estão disponíveis nas escolas, mas são necessárias novas ferramentas para ajudar os profissionais de saúde a identificar, monitorizar e lidar com os maus efeitos do bullying. O desafio que enfrentamos agora é aplicarmos tempo e recursos a tais intervenções para tentar colocar um fim ao assédio moral.»

Maria João Pratt

 

 

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