9 Dicas para educar o seu filho para a igualdade

Agosto 31, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Por que evitar o sedentarismo infantil?

Agosto 30, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://educarparacrescer.abril.com.br de 3 de julho de 2014.

max demian

Metade da população brasileira é inativa; veja por que seu filho deve fazer atividade física

Texto Stephanie Kim Abe

Que as crianças não brincam mais na rua não é nenhuma novidade. Mas que por causa dessa infância inativa elas podem ter menor expectativa de vida é um fato que poucas pessoas relacionam – e que está acontecendo cada vez mais.

O sedentarismo é a segunda causa de morte no planeta, matando cerca de 5,4 milhões de pessoas por ano. Para motivos de comparação, mata mais que o diabetes, custa duas vezes mais que a obesidade e três vezes mais que o tabagismo – tanto que é mais comum as pessoas terem familiares sedentários que fumantes.

A falta de liberdade para brincar na rua é apenas um dos fatores que indicam por que estamos mais inativos. No caso das crianças, enquanto a violência faz com que elas fiquem presas dentro de casa, os videogames, a televisão e os tablets ajudam a mantê-las ainda mais quietas e sedentárias. “O que mais explica esse fenômeno é sem dúvida a internet. Primeiro porque há um fascínio dos pais com a habilidade do filho de dois, três, quatro anos de idade de mexer com a tecnologia. Segundo porque tem a acomodação em deixar a criança na frente do computador, porque é mais seguro”, explica o médico Victor Matsudo, especialista em medicina esportiva e coordenador científico do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS).

O desenvolvimento da tecnologia também impactou as máquinas e veículos que utilizamos no nosso dia a dia e, principalmente, no local de trabalho, diminuindo o esforço preciso para fazer determinadas tarefas. Só nos sobra um momento para compensar essa movimentação que nos era exigida nas atividades domésticas, no trabalho e no deslocamento: a hora do lazer.

Qual a necessidade de mudar esse cenário? De acordo com a iniciativa “Desenhado para o Movimento”, iniciada pela Nike em 2010 em parceria com diversas organizações, hoje é estimado que a expectativa de vida das crianças com 10 anos de idade seja menor que a de seus pais. Isso porque uma vida inativa afeta não só a saúde, mas também a economia, o desenvolvimento motor e até o desempenho escolar.

Entenda melhor por que é importante que o seu filho seja uma criança ativa:

1. Garante uma vida mais saudável e duradoura

O sedentarismo é um importante fator de risco de enfermidades como doença cardiovascular, pressão alta, câncer de cólon e de mama, AVC, diabetes, colesterol ruim (LDL) e depressão. As pessoas que são inativas possuem o dobro de chances de serem obesas.

Além de diminuir o risco de morbidade, ser ativo reduz as chances de a criança consumir drogas ou fumar. Uma infância ativa também se reflete no futuro. “A criança ativa que faz atividade física estruturada tem mais chance de se tornar um adulto ativo”, explica o especialista em medicina esportiva Victor Matsudo. Veja como evitar a obesidade infantil

2. Melhora o desempenho nos estudos

Uma pesquisa publicada em 2009, liderada pelo professor de cinesiologia (ciência que estudo os movimentos do corpo humano) da Universidade de Illinois Charles Hillman, demonstrou que a atividade física aumenta a capacidade de concentração dos alunos e melhora seu desempenho em testes acadêmicos, como compreensão de leitura. “Um cérebro exercitado é diferente de um cérebro sedentário. E o cérebro exercitado foi melhor em pesquisas”, explica o especialista em medicina esportiva Victor Matsudo. Outro estudo, também da Universidade de Illinois publicado em abril de 2008, revelou que adolescentes que praticam atividade física regularmente possuem 15% mais chance de obter maior escolaridade. Além disso, os comportamentos de uma criança ativa levam a uma melhor postura e comprometimento na sala de aula. “Por exemplo, a criança fica menos doente, e quando ela fica doente, fica menos dias doente. Assim, ela vai mais à escola e vai com vontade de ir à escola, não por obrigação”, defende o doutor. Mais do que pelas mudanças comportamentais e pela presença mais frequente e estimulada na sala de aula, o aumento no desempenho acadêmico pode estar ligado ao desenvolvimento neurológico. A questão ainda não está totalmente comprovada, mas estudos mostram que as atividades físicas estimulam a produção de neurônios na região do cérebro associada ao aprendizado e à memória.

3. Assegura o desenvolvimento pleno das atividades motoras

Toda criança passa por fases de desenvolvimento motor: na primeira infância a atividade lúdica ajuda no desenvolvimento psicomotor; depois é preciso trabalhar o equilíbrio, a coordenação motora, força, agilidade. É através da brincadeira, da movimentação, do estímulo ao movimento que as crianças conseguem desenvolver essas capacidades. Mais do que em relação às habilidades motoras, o sedentarismo infantil afeta a criança no sentido sócio afetivo também. “Ele limita as possibilidades de interação e integração aos esportes, jogos, recreação, ginástica, dança, luta, que são fundamentais para o sentimento de pertencimento ao grupo, a autoestima e autoconceito”, explica o professor de Educação Física Marcos Santos Mourão, do Centro de Formação da Escola da Vila.

4. Estimula uma cidadania ativa

Quem pratica atividade física tem uma relação mais aberta com a cidade e com sua própria cidadania – e passa a desejar uma cidade mais ativa. Isso significa ciclovias, parques, espaços abertos para circulação e caminhada, intervalos escolares mais ativos etc. Também aprende, com os esportes, a valorizar o trabalho colaborativo, o respeito ao outro e às diferenças e o autocontrole – habilidades que se refletem em um relacionamento mais sadio com os outros. Para o especialista em medicina esportiva Victor Matsudo, a grande contribuição da atividade física para a cidadania ativa é a percepção da consequência e o estabelecimento de metas, de forma a melhorar as suas relações: “‘eu treinei, eu emagreci. Eu treinei, fiquei mais ágil. Eu treinei, fiquei com mais fôlego’. Quando a criança percebe isso, começa a estabelecer metas e se planejar, porque vê que ‘o que eu faço eu consigo’”.

 

 

 

13.º Congresso Nacional de Bioética – 5.º Fórum Luso-Brasileiro de Bioética

Agosto 29, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Workshop Identificação e Prevenção do Bullying

Agosto 29, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Local: Viseu | Data: 06 de Setembro | Destinatários: Pais e Educadores |
INSCREVAM-SE
Para inscrições e mais informações:
geral@indicemaximo.pt

Tel. 232 083 342 | Tlm. 914 514 818

 

10 Habilidades que todo docente debería potenciar en el aula

Agosto 29, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://justificaturespuesta.com/ de 15 de julho de 2014.

Este artículo está inspirado en un interesantísimo libro de Daniel Goleman titulado Liderazgo. El poder de la inteligencia emocional. En uno de los apartados de este libro Goleman se centra en la dicotomía entre un jefe bueno y un jefe malo. Aunque este libro se centra en el liderazgo empresarial, creo que las cualidades o habilidades que Goleman defiende para ser un buen jefe son perfectamente extrapolables a la labor docente. Mi intención en esta entrada es la de relacionar las habilidades que defiende Goleman para ser un buen jefe con las habilidades o cualidades que todo docente debería potenciar en el aula. Quiero hacer constar que he realizado algunas pequeñas modificaciones respecto a las cualidades que cita Goleman, pero no afectan al sentido último que Goleman pretende transmitir.

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  1. Escucha empática. Goleman no se refiere explícitamente al término escucha empática, sino a la expresión saber escuchar. En mi caso he preferido centrarme en el concepto de escucha empática porque la escucha empática consiste en escuchar a tus alumnos con y desde el corazón. Si quieres saber más sobre qué se entiende por la escucha empática te remito al siguiente enlace. Aún así, creo que Goleman insiste en saber diferenciar entre oír -pasividad- y escuchar -actuación e interés-. Como docente debes esforzarte por escuchar a tus alumnos, por acompañar a tus alumnos y, sobre todo, hacerles ver que lo que te están diciendo te importa, te importa de verdad, te importa de corazón.
  2. Estímulo. Siempre he defendido la idea de que un docente debe ser capaz de generar las mejores preguntas para obtener las mejores respuestas. Muchas veces se cree que el docente está en un aula para dar respuestas, para ofrecer únicamente soluciones. No siempre debe ser así. Un profesor que inspira es aquel que es capaz de hacer que sus propios alumnos aprendan por sí mismos. Ese es el verdadero estímulo que debes potenciar en el aula con tus alumnos.
  3. Comunicación. Para mí la comunicación debe ser un sinónimo de enseñanza. He insistido mucho en este blog en establecer una clara diferencia entre explicar y enseñar. La diferencia es significativa, porque mediante la explicación sólo transmites conocimientos de forma unidireccional, mientras que con la enseñanza lo que provocas es la utilidad de los aprendizajes, el autoaprendizaje, la interacción mediante el diálogo con tus alumnos.
  4. Valentía. Enseñar es de por sí un acto de valentía. Enseñar es de por sí un acto de determinación. En muchas ocasiones como docente confundes la intimidación en el aula con la valentía y no debería ser así. La valentía es una cualidad que debes potenciar en el aula porque es una clara apuesta por la coherencia y la honestidad en tu trabajo. Se es valiente cuando se sabe exactamente qué y cómo enseñar. Y la valentía lo que propicia es una mayor seguridad en ti mismo que luego se traslada a los conocimientos que transmites a tus alumnos. La falta de valentía, además de generar intimidación, también provoca miedo. Acerca del miedo te recomiendo la lectura del artículo titulado Docente, ¿a qué le tienes miedo?
  5. Humor. Soy un gran defensor del humor en el aula. Creo que el humor es una herramienta extraordinariamente eficaz para el aprendizaje porque cohesiona un grupo, genera pausas en la transmisión de contenidos, rebaja la tensión en un grupo y ayuda a crear un clima más favorable para el trabajo que se desarrolla en una sesión lectiva. El humor, la risa, la carcajada son cualidades que generan magníficos resultados a la hora de gestionar una crisis en el aula, ya que puedes recurrir a ellas y recuperarlas para gestionar un conflicto. Y no lo olvides que el humor enamora. Sobre cómo enamorar a tus alumnos te remito al siguiente enlace.
  6. Generosidad. Goleman habla de empatía. Yo me centraré más en la generosidad de tu labor como docente. La profesión de docente es la profesión capaz de generar otras profesiones. La docencia es una de las profesiones más generosas que existen porque das sin esperar nada a cambio. Si algo evitar debes evitar en esta profesión es el egocentrismo, porque el egocentrismo sólo te aleja de tus compañeros y de tus alumnos.
  7. Determinación. Goleman habla de decisión. Muchos docentes hablan de motivación en las aulas. Yo prefiero hablar de determinación. Es un término que creo que transmite mucho más, que transmite acción, que transmite decisión. En el artículo titulado True grit o sobre la determinación como clave para el éxito escolarexplico claramente lo que se entiende por el concepto determinación.
  8. Responsabilidad. Enseñar es por encima de todo un acto de responsabilidad. Y aunque la responsabilidad no está exenta de crítica, esta crítica a veces puede convertirse en algo tóxico, es decir, la autocrítica desaparece y sólo haces crítica de lo que te rodea, de tus compañeros, de tus alumnos, de tu centro, del sistema. Sin darte cuenta te convierte en un docente tóxico.
  9. Modestia. Si algo detesto en un docente es la arrogancia. Una arrogancia que a veces se da en algunos compañeros de profesión. Cuando llevas muchos años en la docencia es fácil perder la perspectiva de lo que sabes y de lo que eres capaz de aprender o, mejor dicho, de lo que tus alumnos son capaces de enseñarte. Hay que entrar todos los días en el aula con la mente abierta, hay que entrar con la suficiente modestia como para tener la predisposición a aprender de tus alumnos. La modestia no hace más que conectar emocionalmente con tus alumnos, porque te permite escucharles de forma activa, y cuando un docente es capaz de escuchar de forma activa a sus alumnos es cuando tiene toda la predisposición para aprender de ellos.
  10. Reparto de la autoridad. La autoridad está reñida con la desconfianza. Como docente debes hacer un esfuerzo por delegar o, mejor dicho, por enseñar a delegar tanto en tus compañeros como en tus alumnos. Una excelente manera de repartir la autoridad es mediante el aprendizaje cooperativo. Mediante el aprendizaje cooperativo enseñas a tus alumnos a aprender de ellos mismos y de sus compañeros. Cuando repartes autoridad estás realizando un ejercicio de confianza, estás tendiendo la mano para que tus alumnos tomen la iniciativa en algo. Esto no hará más que favorecer su propia autonomía y mejorará su autoconcepto y sin que tu autoridad en el aula se vea afectada.

Estas son las 10 cualidades o habilidades que como docente deberías tener presente cuando te dispones a entrar en un aula. Sin duda se trata de todo un reto para ti, pero tengo el convencimiento de que siendo consciente de dichas habilidades es como serás capaz de afrontarlas con la determinación que una profesión como la de docente exige. ¿Aceptas el reto? Yo ya he empezado…

 

 

I Congresso Intermunicipal sobre Proteção de Crianças e Jovens

Agosto 28, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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inter

mais informações:

http://congressocpcj.wix.com/metamorfose

 

Crianças em idade pré-escolar podem ter depressão

Agosto 28, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto da Pais & Filhos de 6 de agosto de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Trajectories of Preschool Disorders to Full DSM Depression at School Age and Early Adolescence: Continuity of Preschool Depression

pais & filhos

Quanto mais cedo uma criança revela sinais de depressão mais probabilidades tem de ter a doença durante a infância, revela um estudo publicado no “The American Journal of  Psychiatry”. E é possível uma criança em idade pré-escolar ter depressão.

“São as más notícias de sempre: a depressão é uma doença crónica e recorrente”, referiu a pedopsiquiatra Joan L. Luby, autora do estudo da Universidade de Washington, nos EUA.

Os investigadores analisaram 246 crianças entre os três e os cinco anos e depois, novamente, entre os nove e os 12 anos, entrevistando-as sobre os seus sentimentos de tristeza, irritabilidade, culpa, sono, apetite e o prazer de brincar.

Mais de 51 por cento das 74 crianças inicialmente diagnosticadas com depressão continuaram deprimidas anos mais tarde, no segundo inquérito. No grupo das crianças que não deram sinais da doença no primeiro inquérito, 24 por cento desenvolveram a doença mais tarde.

“A boa notícia é que, se identificarmos a depressão cedo, podemos encontrar uma janela de oportunidade para tratá-la de forma mais eficaz”, disse Luby.

 

 

 

 

O que fazer quando seu filho anda em má companhia? + Teste : Seu filho anda em má companhia?

Agosto 28, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://educarparacrescer.abril.com.br de 22 de Novembro de 2012.

bruno lanza

No livro Camila Fala Palavrão, de Aline de Pétigny (Editora Larousse), a personagem-título aprende expressões feias na escola e não consegue mais parar de usá-las. Na vida real, é mais ou menos assim: são necessários poucos dias de convivência para que a criança adquira novos hábitos – bons ou ruins. Um coleguinha com atitudes violentas ou adepto da chamada “boca suja” pode inspirar seu filho de maneira inesperada, fazendo-o se comportar de modo diferente do usual, ou até chocante, de uma hora para outra. Não é motivo para desespero, porém. Ser influenciado faz parte da vida em grupo, e a boa notícia é que os pais, em contrapartida, também influenciam – e muito – seus filhos.

“Diante de uma atitude fora dos padrões familiares, os pais têm de mostrar que não concordam com aquele comportamento. Mesmo que a influência externa exista, a criança terá uma referência do que é considerado certo e errado em sua casa”, pontua a pedagoga e educadora Lucy Casolari, da Vercrescer Assessoria Educacional. “Tudo começa na família”, concorda a psicopedagoga clínica e educacional Noêmia A. Lourenço, acrescentando: “Os pais têm de ficar atentos, percebendo as variações de comportamento da criança e procurando entendê-las”.

Ninguém tem o poder de controlar todas as influências que o filho sofre, e isso nem seria saudável. Mas existem formas de prevenir que más companhias tenham um papel além do desejado na vida da criança. Veja, a seguir, os conselhos das especialistas.

Acompanhe assiduamente a vida escolar de seu filho

Não tem mágica. A melhor forma de saber o que se passa é indo atrás: frequentando a escola e conversando com professores, com outros pais e, principalmente, com quem mais interessa – seu filho. Cultive a curiosidade sobre seus interesses na sala de aula, seus amigos, suas brincadeiras. “Hoje, os pais parecem ter medo de falar com os filhos”, alerta a psicopedagoga Noêmia A. Lourenço. “Mas tem de haver disponibilidade para participar. A tarefa paterna é árdua.”

 Discorde da atitude, não da criança

Na hora do jantar, seu filho conta: “Hoje meu colega mostrou a língua para a professora”. Mesmo que tenha o impulso de responder de prontidão “Que mal-educado!”, policie-se e critique apenas as atitudes, nunca o autor, como recomenda a pedagoga Lucy Casolari. É uma maneira de ensinar que o comportamento não define a pessoa, e que hábitos podem ser mudados. Se seu filho responder de forma malcriada à professora uma vez, não significa que ele sempre fará isso. Além disso, famílias possuem culturas diferentes, portanto o padrão do que é considerado aceitável ou não pode variar.

Não radicalize, mas também não estimule

Seu filho quer trazer logo aquele colega-problema para estudar em casa. Que tal usar o truque do “Você acha mesmo que é uma boa ideia, filho?”? Se ele insistir que sim, não impeça. Proibir, segundo especialistas, não é o caminho: assim você acaba incentivando o interesse que seu filho sente por ele, ou transmite sem querer a ideia de que seu filho não sabe escolher com quem anda. “Em vez de proibir, use a palavra ‘evite’, por exemplo, ‘evite fazer como esse amigo’”, sugere a psicopedagoga Noêmia A. Lourenço.

Confie no seu exemplo

Confiar na educação que você dá inclui aceitar as escolhas de seu filho. Ele pode ter razões para ficar amigo de uma criança que você não considere bem educada, e não necessariamente vai imitar qualquer coisa que vier dessa companhia. Os comportamentos que a família considera adequados – como não gritar e respeitar os mais velhos, por exemplo – devem ser reforçados em casa e no cotidiano como um todo, em passeios, viagens etc. “Aproveite o dia a dia para dar o exemplo. A escola e a família são responsáveis por essa aprendizagem para a vida”, aconselha a psicopedagoga Noêmia A. Lourenço. Aos poucos, a criança aprende a distinguir as atitudes dos amigos com as quais ela não concorda e, portanto, não vai repetir.

Atitudes têm consequências

O problema do mau comportamento não é ser feio ou socialmente condenável. O problema é que ele tem consequências: palavrões podem magoar os outros e dar à criança a fama de mal-educada; a cola em provas pode se tornar, mais tarde, faltas de ética maiores e mais graves; a falta de respeito com o professor refletirá na falta de respeito com adultos em geral. É preciso transmitir a criança, assim, a noção de causa e consequência. “Se o comportamento não é corrigido, ele pode ser internalizado e se intensificar com o tempo”, ressalta a psicopedagoga Noêmia A. Lourenço.

Tirando a má companhia da berlinda

A psicopedagoga Noêmia A. Lourenço esclarece que um dos grandes problemas na sala de aula é que as crianças com comportamento mais reprovável são justamente as que costumam mais chamar a atenção, já que o professor perde tempo pedindo a elas silêncio, disciplina etc. Vale conversar com professores ou com a coordenadoria da escola caso você note que isso está acontecendo na classe de seu filho. Uma solução, segundo Noêmia, seria punir o mau comportamento não com holofotes, mas de maneira mais discreta, sem causar alvoroço entre os outros alunos – e sem dar ao infrator o que ele em geral mais quer, isto é, atenção constante.

Teste : Seu filho anda em má companhia?

 

Dicas simples permitem identificar sinais de diabetes em crianças

Agosto 27, 2014 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://g1.globo.com de 6 de agosto de 2014.

elizabete gonçalves da costa

Pais e escolas podem ficar atentos a primeiros sintomas de diabetes tipo 1. Programa internacional orienta educadores sobre como lidar com doença.

Mariana Lenharo Do G1, em São Paulo

Sinais simples podem ajudar os pais e até as escolas a identificar possíveis casos de diabetes na infância. Se a doença demora a ser diagnosticada, há risco de a criança sofrer sintomas graves, podendo entrar em coma e até morrer em consequência do nível elevado de glicose no sangue por um período prolongado.

O endocrinologista Luis Eduardo Calliari, conselheiro da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ), explica que o primeiro sinal da diabetes na infância – que é a diabetes tipo 1 – é a criança começar a beber muita água e fazer xixi com mais frequência.

Progressivamente, começa a haver perda de peso. “A criança tem mais apetite, come muito, mas não ganha peso. Vai ficando muito fraquinha, às vezes até com falta de ar”, explica o especialista.

“Geralmente, a criança chega ao pronto-socorro bem prostrada, com respiração muito rápida e a mãe leva a criança ao hospital pela falta de ar. Mas o problema não tem a ver com o pulmão, mas com um quadro de cetoacidose diabética.”

Em pacientes com diabetes, há uma deficiência na produção de insulina, hormônio que tem a função de decompor a glicose e produzir energia a partir dela. Quando a doença não é controlada, o organismo passa a usar a gordura como combustível. A decomposição da gordura leva ao acúmulo de substâncias que deixam o sangue ácido: esse é o quadro de cetoacidose diabética, que pode ser muito perigoso caso a doença demore a ser identificada.

Possíveis sinais de diabetes

– tomar muita água e ir muito ao banheiro

– perder peso mesmo ingerindo muita comida

Para o médico, a escola pode ser um importante aliado em identificar os primeiros sinais da doença e também em monitorar os alunos diabéticos. “Hoje em dia, pais e mães trabalham e a criança passa cada vez mais tempo na escola. Se o aluno leva muita água pra a sala de aula e pede para sair várias vezes para ir ao banheiro, antes de achar que é malandragem, é importante pensar que pode ser diabetes”, diz.

Dificuldades

A dona de casa Elizabete Gonçalves da Costa, mãe de Enzo, de 10 anos, conta que a família, que vive em Itapevi, na região metropolitana de São Paulo, enfrentou várias dificuldades em relação às escolas que o garoto frequentou. Diagnosticado com diabetes do tipo 1 aos 3 anos, Enzo já começou a aprender sua rotina de cuidados desde pequeno.

A criança com diabetes deve fazer o controle da glicemia (que é a concentração da glicose no sangue) com o exame de ponta de dedo várias vezes ao longo do dia. Ela também pode ter de se aplicar insulina. A escola que Enzo começou a frequentar com 7 anos de idade, porém, não permitiu que ele levasse o aparelho para medir sua glicemia. A instituição também determinou que o garoto deveria comer seu lanche separado das outras crianças, por ele levar os alimentos de casa.

No início, Elizabete chegou a permanecer na escola para fazer os testes no filho ao longo do dia. Hoje, depois de muitas conversas entre a família e a coordenação, Enzo já pode levar seu aparelho para a aula e fazer os testes dentro da escola, sem a presença da mãe. A escola também reuniu as crianças de seu período no refeitório e explicou por que o garoto tinha de levar o próprio lanche, diferente do de outros alunos. Agora, o menino pode comer ao lado de seus colegas.

O diagnóstico de Enzo também foi trabalhoso. “Levei o Enzo a três pediatras diferentes, pois ele reclamava do cansaço, não conseguia segurar o xixi e bebia muita água. Ele também começou a emagrecer, mesmo comendo muito”, conta.

Nenhum deles diagnosticou a doença. A constatação da diabetes só ocorreu quando o garoto passou mal e a mãe o levou ao pronto-socorro. “O pediatra pediu exame de sangue e viu que a glicemia estava muito alta.” Segundo ela, só depois de três meses, quando Enzo passou a ser tratado por uma endocrinologista pediátrica, é que o tratamento foi bem definido e as dúvidas sobre a doença foram sanadas.

Programa em escolas

Um programa desenvolvido pela Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês), lançado no Brasil nesta terça-feira (5), vai levar a 15 escolas públicas e privadas brasileiras orientações sobre como identificar e como lidar com a diabetes no meio escolar. Chamado KiDS (“Kids & Diabetes in Schools”, ou “Crianças e Diabetes nas Escolas”), o programa tem apoio do Ministério da Saúde e foi desenvolvido pela IDF em conjunto com a ADJ Diabetes Brasil e pela farmacêutica Sanofi.

Outras instituições e também pais interessados podem acessar o material didático do programa, em português, no site da IDF.

O endocrinologista Calliari afirma que há muito desconhecimento sobre a diabetes infantil no ambiente escolar. “Às vezes a professora não permite que o aluno faça o exame de ponta de dedo na sala de aula e também não permite que ele saia para fazer. É muito comum que a escola não tenha essa percepção”, diz.

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Kastelo começa a receber crianças no início de 2015

Agosto 27, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 6 de agosto de 2014.

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