XIII Congresso Neurociência e Educação Especial, “Pensar ontem e atuar hoje para o sucesso de amanhã“ 25/26 maio em Viseu

Maio 20, 2018 às 6:59 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Menino explica o que é ter Síndrome de Asperger e vídeo torna-se viral

Dezembro 27, 2017 às 7:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.jn.pt/ de 26 de dezembro de 2017.

“Não sou louco, nem ‘freak’, nem estranho” diz Federico, oito anos, num vídeo onde explica o que é ter Síndrome de Asperger. Em um mês recebeu mais de 7,5 milhões de visualizações.

Federico García Villegas é um menino colombiano de oito anos que sofre de Síndrome de Asperger, uma perturbação do desenvolvimento, de base genética, que se manifesta por alterações na interação social, na comunicação e no comportamento.

“Ter Asperger não é uma doença. Não sou louco, nem ‘freak’, nem estranho. A minha maneira de receber e processar a informação é que é diferente”, explica Federico num vídeo que foi visto mais de 7,5 milhões de vezes desde que foi divulgado há um mês na rede social Facebook.

“Sou um menino como outro qualquer, com sonhos e ilusões. Só quero que me conheçam e me ajudem a encaixar na sociedade”, apela Federico.

Quem tem Síndrome de Asperger tem “os sentidos mais apurados. Eu escuto todos os sons ao mesmo tempo. Por isso, às vezes, sinto-me em choque e sinto-me em sobrecarga. Se queres que saiba algo, conta-me com as tuas palavras. Não entendo muito bem a linguagem não verbal”, explica.

A mãe, Andrea Villegas, ajudou a gravar o vídeo e é a gestora da conta “Sou diferente, sou como tu” que acompanha o dia a dia de Federico e serve de apoio a pais de crianças com este síndrome.

“Federico sentia necessidade de explicar-se, porque se sentia incompreendido pelos seus colegas da escola”, explicou Andrea ao “El País“, justificando assim a criação da página na rede social para “falar de uma condição muito pouco conhecida”.

Mas a mensagem chegou muito além dos 20 colegas de escola de Federico, residente em Cali, na Colômbia. Pamela Zavala, com três filhos e o marido com Síndrome de Asperger, viu o vídeo e decidiu publicá-lo nas suas redes sociais. Soma agora mais de 274 mil partilhas e mais de 70 mil comentários desde que foi publicado, a 25 de novembro.

“Mostrei o vídeo ao meu filho de dez anos e, pela primeira vez, ele se reconheceu-se noutra pessoa”, revelou Pamela Zavala. “Falta tolerância e empatia com as pessoas com Asperger”.

A mãe de Federico diz que tentou explicar ao filho o impacto do seu vídeo, que foi visto por muitas mais pessoas do que os habitantes da sua cidade, Cali. “Mas não sei se ele entende a magnitude do que alcançou”.

 

Síndrome de Asperger na infância

Abril 4, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do https://lifestyle.sapo.pt/

O psiquiatra austríaco que identificou o problema chamou-lhe a doença dos pequenos professores. Experimente ver o mundo através dos olhos de uma criança com esta patologia.

«Foi por volta dos dois anos que começámos a notar que o João manifestava comportamentos diferentes dos que a irmã tinha tido na mesma idade. A nossa principal preocupação foi a não evolução da fala. Poucas semanas após ter entrado para o colégio, a educadora de infância alertou-nos para o facto de ele demonstrar desinteresse pelas outras crianças e de se isolar», recorda a mãe desta criança.

«Após este alerta, consultámos a pediatra que estava a par da situação e que tinha encarado a ida do João para o colégio como um teste pois, fora do ambiente familiar, seria mais fácil identificar e concretizar as suspeitas que tinha. Então, encaminhou-o para uma consulta de pedopsiquiatria mas só mais tarde é que o pediatra do desenvolvimento falou em Síndrome de Asperger», explica ainda.

Esta é a história do João. Mas podia ser a do Pedro, do António, da Margarida ou da Ana. E, afinal, de que falamos quando falamos de Síndrome de Asperger? Trata-se de uma forma de autismo que interfere no modo como comunicamos e nos relacionamos com os outros. As suas causas não são ainda totalmente conhecidas, embora se acredite que esta síndrome seja provocada por um conjunto de factores neurobiológicos que afetam o desenvolvimento cerebral da criança.

Crianças com uma inteligência acima da média

Pensa-se que afete predominantemente o sexo masculino, embora alguns especialistas sejam da opinião que muitas mulheres com Síndrome de Asperger não são diagnosticadas por conseguirem ultrapassar melhor os obstáculos que surgem em termos de socialização. O quociente de inteligência das crianças com Síndrome de Asperger é, normalmente, médio ou acima da média e as dificuldades ao nível da aprendizagem e da linguagem não são tão pronunciadas como as das crianças com autismo.

Este facto, aliado ao desconhecimento que existe em relação a esta perturbação, leva a que, muitas vezes, as crianças sejam rotuladas como «estranhas» ou «excêntricas», não sendo diagnosticadas precocemente e, consequentemente, não beneficiando de um apoio e motivação adequados. As crianças com Asperger demonstram, habitualmente, uma excelente capacidade de memorização de números e  factos, mas revelam limitações ao nível do pensamento abstrato.

No campo da comunicação e interacção, existe alguma dificuldade na interpretação da linguagem não verbal (expressões faciais e postura corporal), metáforas, frases indirectas ou, por outro lado, que possam ser levadas à letra. Quando as crianças ou adultos com Síndrome de Asperger lidam com alguém que não está a par desta dificuldade podem gerar-se alguns mal-entendidos, pois as regras convencionais de uma conversação nem sempre são utilizadas.

O que pode ser feito para ajudar estas crianças

O contacto visual pode ser quase nulo ou, no extremo oposto, de tal forma persistente que se pode tornar incomodativo. Outra particularidade diz respeito a situações desconhecidas e quebras de rotina, que são encaradas com ansiedade e evitadas a todo o custo, o que implica um reajuste familiar nem sempre fácil. Mariana e Pedro, os pais de João, contam-nos que evitam «situações que lhe causem stresse».

«O João tem dificuldade em gerir emoções e muito medo do desconhecido. Por exemplo, só aos oito anos é que foi, pela primeira vez, ao cinema. E, só no último aniversário é que aceitou que se fizesse uma festa e se cantassem os parabéns», desabafam. Em Portugal, em 2009, estimava-se que o número de crianças com este problema rondasse os 40.000, apesar das entidades oficiais considerarem que muitos casos ainda estavam por diagnosticar.

Hobbies exclusivos

O desenvolvimento de interesses e padrões de comportamento circunscritos e repetitivos são outras das características mais comuns das crianças e adultos com Síndrome de Asperger. No caso de João, a família sentiu alguma dificuldade em «aprender a lidar com os interesses dele. Quer ver imensos desenhos animados e filmes da Disney, uns atrás dos outros a ponto de dizer palavras e expressões em inglês», diz.

A preocupação absorvente por um tema específico (que, geralmente, envolve a memorização e ordenação de factos) pode evoluir para uma espécie de obsessão que leva a pessoa a reunir toda a informação que conseguir obter sobre determinado assunto, não revelando interesse por outras actividades e não percebendo porque é que os outros não manifestam igual entusiasmo pelo assunto.

A doença dos pequenos professores

Hans Asperger, psiquiatra austríaco cujo apelido foi utilizado para baptizar esta síndrome, chamava às crianças com este problema «pequenos professores», devido ao carácter especializado dos seus conhecimentos em determinada área. Apesar do sistema de ensino, no geral, não estar devidamente dotado para apoiar as crianças com Síndrome de Asperger, os pais de João são da opinião que «existem profissionais com interesse pela diferença».

«O nosso filho está integrado no projecto TEACCH (Treatment and Education of Austistic and Related Communication Handicapped Children), trata-se de ensino estruturado e, como são crianças que gostam de rotinas, funciona muito bem», revelam. «Mas tem de haver um grande empenho por parte dos docentes tanto do ensino especial como do ensino regular», afirma o casal.

«Atualmente, estamos adaptados à situação, até porque o João tem evoluído sempre de forma positiva», revelavam em entrevista há uns anos. «Hoje em dia já constrói frases curtas e consegue fazer-se entender», regozijavam-se. Está medicado, o que o tem ajudado a superar os medos e a ansiedade», afirmavam ainda os progenitores da criança. «O nosso receio está no futuro», desabafavam.

A união que faz (mesmo) a força

A Síndrome de Asperger não tem cura, o que significa que uma criança com Asperger vai tornar-se um adulto com Asperger. No entanto, um apoio correto ao longo da infância e adolescência é  fundamental para que cada etapa da vida seja o mais harmoniosa possível. Para os pais e restante família manterem-se informados e esclarecerem todas as dúvidas é um passo fundamental.

«Mal soubemos que a Associação Portuguesa do Síndroma de Asperger tinha sido criada quisemos fazer parte dela. Constatámos que não estávamos sós, pois existiam outros pais com os mesmos problemas e interrogações. É uma grande ajuda poder trocar alegrias e frustrações com outros pais», explica a mãe de João. Quando lhe perguntamos que conselhos daria aos pais de uma criança com Síndrome de Asperger, a resposta não se faz esperar.

«Acreditem sempre e façam tudo o que estiver ao vosso alcance. As terapias precoces são um grande contributo para uma evolução positiva e a família é, sem dúvida, a base de um desenvolvimento favorável. Não escondam os vossos filhos por eles serem diferentes, pois dão as mesmas alegrias que as crianças ditas normais. Falando metaforicamente, enquanto a nossa filha corre a 100 à hora, o João vai apenas a 60, mas chega lá. E, se for do interesse dele, até chega primeiro», diz.

Como perceber o que vai dentro daquelas (pequenas) almas

Especialistas desvendam os pensamentos de uma criança com Síndrome de Asperger. Para que possamos percebê-la melhor:

– «Posso estar tão concentrado nos meus pensamentos que não ouço alguém chamar-me ou falar comigo e, por vezes, acho os ruídos tão ensurdecedores que tenho de tapar os ouvidos ou fugir».

– «Tenho um interesse especial, do qual falo constantemente. Por exemplo, se for por comboios, gosto de lhes tirar fotografias, desenhá-los e reproduzir os sons que fazem. Não entendo porque é que os outros não se interessam pelo tema».

– «Não consigo perceber o que os outros estão a sentir só de olhar para eles. Tenho dificuldade em perceber a linguagem corporal a não ser que estejam a chorar, a rir ou a gritar».

– «Tenho determinados rituais que sigo escrupulosamente para ficar calmo. Mas, às vezes, fico frustrado pois ocupam-me muito tempo».

– «Posso ficar assustado se vejo muitas pessoas à minha volta ou alguém que não conheço. Nessas alturas gostava de ser invisível».

– «Não entendo as palavras com duplo sentido e anedotas. Acredito em tudo o que me dizem. Se me disserem que as pessoas morrem se não beberem água posso levar isso tão a sério que beberei água a toda a hora».

– «Não tenho facilidade em ver as horas, atar os atacadores, descascar fruta, andar de bicicleta ou usar a régua».

– «Tenho consciência que sou diferente e que não consigo fazer, com facilidade, o que os outros fazem. Isso deixa-me nervoso e frustrado. Não consigo perceber a origem da minha diferença ou porque é que os outros fazem troça de mim».

Texto: Teresa D’Ornellas

 

 

A educação especial e a inclusão na escola

Março 29, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Quando pensamos em escola inclusiva, pensamos numa escola adaptada a todas as crianças onde possam desenvolver os temas académicos e simultaneamente competências sociais e pessoais que as irão ajudar a transformar-se em adultos felizes e inseridos.

Resumidamente, a educação inclusiva assenta num novo conceito de escola, com uma estrutura organizativa própria, inovadora, aberta à mudança, e que se baseia no respeito pela diferença. Deve-se assumir a diversidade, criar respostas adequadas através da realização e aplicação de um currículo aberto e flexível em construção permanente perante as necessidades de cada criança. Só criando uma rede adequada de recursos e privilegiando a coadjuvação dos intervenientes do processo educativo, é que se poderá conseguir e possibilitar o sucesso de todos. Neste sentido foi publicado o Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro que define os apoios especializados a prestar na educação pré escolar e nos ensinos básico e secundário dos setores público, particular e cooperativo.

Mas na verdade, esperando que assim seja em algumas escolas portuguesas, infelizmente não acontece em todas. Basta não funcionar em apenas uma, para ser precisa uma reflexão sobre o assunto.

Durante a minha experiência enquanto psicóloga clínica em escolas, o que aí se faz diariamente são pequenos milagres que resultam do esforço e dedicação de todos os técnicos e professores que trabalham com crianças com necessidades educativas especiais. Infelizmente de entre todas estas dificuldades, temos também a falta de preparação de alguns técnicos e professores nesta área.

A reflexão pode levar-nos um pouco mais atrás nesta discussão, e pensaremos que na formação dos professores deveria ser suposto equacionar-se a temática assim como estratégias para o ensino na diversidade. Mas não parece ser assim.

Decidi escrever este texto, porque estou a seguir um caso clínico em que estas dificuldades são diárias, principalmente por parte do meu paciente, um jovem com “Síndrome de Asperger”, actualmente e de acordo com a nova classificação no DSM-V, Trantorno do Espectro Autista (TEA), e respectiva família. As principais características deste transtorno são:

A – Deficiências persistentes na comunicação e interação social:

1.Limitação na reciprocidade social e emocional;
2.Limitação nos comportamentos de comunicação não verbal utilizados para interação social;
3.Limitação em iniciar, manter e entender relacionamentos, variando de dificuldades
com adaptação de comportamento para se ajustar as diversas situações sociais.
B – Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, manifestadas pelo menos por dois dos seguintes aspectos observados ou pela história clínica:

1.Movimentos repetitivos e estereotipados no uso de objetos ou fala;
2.Insistência nas mesmas coisas, aderência inflexível às rotinas ou padrões
ritualísticos de comportamentos verbais e não verbais;
3.Interesses restritos que são anormais na intensidade e foco;
4.Hiper ou hiporreativo a estímulos sensoriais do ambiente.
C – Os sintomas devem estar presentes nas primeiras etapas do desenvolvimento. Eles podem não estar totalmente manifestos até que a demanda social exceder suas capacidades ou podem ficar mascarados por algumas estratégias de aprendizado ao longo da vida

D – Os sintomas causam prejuízo clinicamente significativo nas áreas social, ocupacional ou outras áreas importantes de funcionamento atual do paciente.

E – Esses distúrbios não são melhores explicados por deficiência cognitiva ou atraso global do desenvolvimento.

Quando estamos perante um jovem que tem um comportamento completamente integrado num determinado meio, e não o consegue ter no ambiente escolar, perguntamo-nos automaticamente o que se estará a passar. E o que se está a passar, é que este jovem está inserido numa escola, onde os recursos humanos não só são escassos, como não têm qualquer preparação para lidar com a diversidade escolar. Quero apenas salientar que este jovem não é diferente por ter uma necessidade educativa especial…ele é diferente porque todos nós somos diferentes, quanto mais não seja porque geneticamente somos todos diferentes

A referida falta de recursos, que aparentemente pode parecer não ter grandes repercussões, tem efectivamente um custo muito grande na vida deste jovem. Embora tenha recursos cognitivos, ele não se sente motivado para a escola como seria suposto, não se consegue integrar no grupo, não acede à autoridade do adulto, é reactivo com os demais da sua idade…curiosamente algo que não se verifica no contexto do ATL, onde a rotina é muito semelhante. Aqui ele interage com o grupo, reage positivamente à autoridade do adulto (referindo a teimosia natural de um qualquer adolescente), mantém contacto visual e de tacto com os outros, controla os comportamentos repetitivos e estereotipados.

A escola falha sempre que uma situação destas acontece.

Assim, é importante dotar os assistentes operacionais de formação específica para acompanhar jovens como o que estamos a falar. Para terem esta profissão tiveram que ter formação específica, mas não tiveram qualquer tipo de formação orientada para lidar com crianças e jovens com necessidades educativas especiais.

Recordo-me a propósito deste assunto, de uma formação que fui dar a uma escola em Benavente, que ia receber uma criança com paralisia cerebral em cadeira de rodas, e que queria dotar os assistentes operacionais com essa competência para que o percurso escolar dessa criança fosse adequado.

E os recursos financeiros para essas formações?

Algo fundamental em qualquer sociedade será sempre a educação (a par da justiça e da saúde). E assim sendo não podemos justificar a falta de formação com a falta de recursos económicos. Relembro que o papel da escola é formar as crianças e jovens com recursos escolares e sociais (Neste caso, essa formação foi totalmente oferecida por mim). Referindo novamente a situação do meu jovem paciente, eu (em conjunto com a mãe), fiz proposta para formação aos professores e assistentes operacionais, em pro bono novamente, mais que 3 vezes, sendo que só à 4ª vez é que houve disponibilidade para tal. Contudo, e para bem estar emocional do jovem em questão, foi solicitada transferência para outra escola, o que acabou por acontecer.

Igualmente grave é encontrarmos professores que não têm qualquer vocação para tal (minoria, mas basta que haja um que não tenha para ser relevante). Que revelam, mais ainda, falta de vontade para receberem nas suas aulas crianças e jovens com necessidades educativas especiais, referindo muitas vezes que não estudaram para dar aulas a estas pessoas e ou que não sabem o que fazer com eles, pois têm outras crianças e jovens que têm de aprender o currículo escolar.

Seria importante, diria, fulcral, que a formação dos professores fosse igualmente exigente nas competências pedagógicas para o ensino destes alunos. É necessário que psicólogos, terapeutas da fala, psicomotricistas, terapeutas ocupacionais, professores de educação especial, médicos de família ou pedopsiquiatras, directores de turma, professores, assistentes operacionais e pais, em conjunto, desenvolvam estratégias específicas para estes alunos.

Deixo, assim, a reflexão de que toda a sociedade civil deve ser responsabilizada sempre que temos uma pessoa, com ou sem necessidade educativa especial, que não se sente inserida nem feliz na escola. E essa responsabilidade é acrescida quando nos referimos aos profissionais que trabalham directamente com essa pessoa.

 

Por Patrícia Câmara Pestana, para Up To Kids em 16 de março de 2017

 

Síndrome de Asperger : Guia para Professores : Estratégias Práticas para Sala de Aula

Março 25, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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aspergerdescarregar o guia no link:

http://atividadeparaeducacaoespecial.com/wp-content/uploads/2014/07/SINDROME-DE-ASPERGER-GUIA-PARA-PROFESSORES.pdf

Todos os indivíduos a quem foi diagnosticada a Síndrome de Asperger (S.A.), partilham um conjunto de dificuldades fundamentais, apesar de todos eles serem muito diferentes entre si. Neste guia, descrevemos a natureza destas incapacidades fundamentais, explicamos como estas podem criar problemas na escola e apresentamos sugestões práticas para lidar com elas.

A primeira parte deste guia, dá uma visão geral da S.A. e destaca as três áreas de incapacidades básicas. Nesta secção, comentamos também brevemente as respostas educativas para alunos com esta Síndrome. O resto do guia, divide-se em seis capítulos, três deles correspondendo às incapacidades básicas referidas e os restantes dedicam-se a amplas áreas de dificuldade, sentidas com frequência e presentes na escola.

 

 

Arte & Comunidade: A Síndrome de Asperger (PEA) no Contexto das Artes – 2 fevereiro na ESEL Lisboa

Janeiro 27, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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asperger

https://www.facebook.com/events/1164941223518151/

 

Lançamento da 3ª Coleção “Meninos Especiais” – 22 de outubro no Museu da Electricidade

Outubro 19, 2015 às 8:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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pais

mais informações:

https://www.facebook.com/PaisEmRedeAssociacao?fref=nf

Diabetes gestacional pode aumentar risco de autismo

Abril 28, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 19 de abril de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Association of Maternal Diabetes With Autism in Offspring

Um estudo publicado no Journal of the American Medical Association conclui que sofrer de diabetes gestacional até às 26 semanas de gestação pode aumentar o risco de autismo

A investigação baseia-se na análise dos casos de mais de 320 mil crianças nascidas no estado da Califórnia do Sul (EUA)  entre 1995 e 2009. Destas, cerca de 8% das crianças eram filhas de mães que tiveram diabetes gestacional, e 2 % eram filhas de mães com diabetes tipo 2.

Do total de crianças que participaram da investigação e que foram acompanhadas durante 5 anos e meio, cerca de 3400 foram diagnosticadas com uma Perturbação do Espectro do Autismo (PEA), que inclui condições como o síndrome de Asperger, que causa problemas de comunicação, sociais e comportamentais.

Segundo os investigadores, sofrer de diabetes gestacional até à 26ª semana de gestação aumenta em 42% o risco da criança vir a sofrer de autismo, em comparação com o risco em relação a crianças cujas mães não têm diabetes gestacional.

Mesmo considerando outros fatores que podem influenciar as probabilidades de uma criança desenvolver autismo (tais como a idade da mãe, as gestações anteriores, ou o sexo da criança, pois autismo é cinco vezes mais comum em meninos do que em meninas) a relação com a diabetes gestacional ainda se manteve.

Segundo Anny Xiang, co-autora do estudo, a razão exata para esta relação ainda não é clara, porque esta é especialmente significativa se a diabetes gestacional acontecer até às 26 semanas. Os filhos de mulheres que desenvolvem diabetes mais tarde na gravidez não apresentam um risco tão elevado. Assim como os filhos de mulheres que já sabiam ser diabéticas de tipo 2 antes da gravidez.

Os primeiros meses de gravidez são um período crítico para o desenvolvimento do cérebro. E se um feto em desenvolvimento está exposto a níveis elevados de açúcar no sangue durante este importante período de desenvolvimento do cérebro, isso pode ter alguma relação com as mudanças comportamentais observadas no autismo após o nascimento, explicou Xiang ao Live Science.

Regra geral, o exame para diagnosticar a diabetes gestacional é feito entre as 24 e as 28 semanas (no caso de mulheres que não têm fatores de risco para diabetes) e por isso a condição pode passar despercebida durante o início da gravidez.

No entanto, a investigadora reforça que em termos globais o autismo é uma condição rara. E, apesar da relação encontrada, a hipótese de desenvolver autismo (mesmo no caso exposição à  diabetes gestacional até às 26 semanas), continua a ser reduzida: sete crianças em cada mil grávidas que tiveram diabetes gestacional até às 26 semanas.

 

 

 

 

Apresentação do Livro “A Síndrome de Asperger sob o olhar de uma Criança”

Abril 21, 2015 às 2:27 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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confirmação para  comunicar@apsa.org.pt  até 24 de abril

https://www.facebook.com/events/1644694929083347/

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https://www.facebook.com/apsa.org.pt?fref=photo

Conferência “Asperger, Desmistificando Barreiras”

Fevereiro 16, 2015 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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