As Aldeias de Crianças SOS e o Voluntariado

Novembro 30, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No próximo dia 5 de Dezembro, vai decorrer na Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, um Encontro de Voluntariado, promovido pela Associação das Aldeias de Crianças SOS. Mais informações…

Neste que é o Ano Europeu do Voluntariado é objectivo das Aldeias de Crianças SOS debater, promover e celebrar o voluntariado, através da partilha de experiências das Aldeias. Junte-se a nós e aos nossos parceiros e venha ficar a conhecer melhor o nosso conceito de acolhimento familiar.

Inscrições abertas até ao dia 2 de Dezembro, através do e-mail encontro.voluntariado@aldeias-sos.org.

Para mais informações contacte, por favor, 92 418 69 11.

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Um Dia… Encontro de Ida e Volta

Novembro 30, 2011 às 7:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito do Pojecto Histórias de Ida e Volta, a Biblioteca Municipal de Oeiras apresenta um dia de encontro aberto à comunidade, organizado pelos contadores deste projecto, todas as actividades têm como objectivo final promover o património e a tradição oral.

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Associações de pais com queixas de castigos exageradas a alunos

Novembro 30, 2011 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 19 de Novembro de 2011.

A notícia tem um comentário do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança), sobre o tema da notícia.

2º Encontro da Rede de Bibliotecas Escolares de Lisboa

Novembro 30, 2011 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Conheça o PROGRAMA e inscreva-se já (até dia 02/12)

Seminário “A Gestão das Organizações Sem Fins Lucrativos: da Missão ao Desempenho

Novembro 30, 2011 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Famílias com crianças em risco têm novo método de auxílio

Novembro 29, 2011 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 23 de Novembro de 2011.

Por Magda Cunha Viana,

Uma investigadora da Universidade de Coimbra inverteu o paradigma da crianças em risco e criou um projecto que se centra no apoio às famílias em vez de retirar as crianças

Ana Teixeira de Melo, psicóloga, investigadora da Universidade de Coimbra considerou que o método usado para apoiar crianças e jovens em risco está ultrapassado. Ana Teixeira de Melo, psicóloga, defende que é necessário considerar os problemas da família em que se insere a criança em risco como sede do problema, vendo a família como um todo, em vez de retirar as crianças às famílias com acções dos tribunais ou pelas comissões de protecção de crianças e jovens (CPCJ).
A investigadora criou assim o Modelo de Avaliação e Intervenção Familiar Integrado (MAIFI) destinado a apoiar as comissões de protecção de crianças e jovens e os tribunais. O objectivo final é avaliar se é ou não possível manter a criança na sua família e apoiar o núcleo familiar de maneira a garantir a segurança e o bem-estar do menor, e se é possível controlar o risco a que está exposto, disse Ana Teixeira de Melo ao i. “Nós sabemos que os tribunais e as comissões têm muita dificuldade na condução dos processos de avaliação, por falta de metodologia e de instrumentos, e orientações adequadas à nossa realidade”, afirmou.
O modelo da investigadora dá formação aos profissionais para que possam conduzir as avaliações e dar resposta a um conjunto de questões que são importantes para decidir o futuro das crianças, segundo a investigadora, que já viu o projecto posto em prática em sete concelhos do país, junto de 67 famílias, através de centros de apoio familiar e aconselhamento parental, em ligação com os seus parceiros locais (CPCJ, tribunais e Segurança Social).   
Desenvolvido e avaliado ao longo dos últimos quatro anos, o novo modelo de intervenção diferenciada necessita da adopção em pleno, ou seja, “de uma mudança radical nas políticas de funcionamento do sistema”, disse ao i.
Esta necessidade resulta da exigência de uma grande flexibilidade das instituições e dos profissionais. Sendo muito centrado nas famílias, não se coaduna com horários rígidos, dado que a equipa tem de estar disponível 24 horas por dia e tem de ter autonomia, alerta Ana Teixeira de Melo. Com “a crise que o país atravessa, o número de famílias com dificuldades vai aumentar seguramente, o que exige a adopção de mecanismos que as fortaleçam. Os modelos dominantes que apenas fazem diagnósticos de necessidades e não se centram nas forças são ineficazes”, alertou.
Outra mais-valia do MAIFI, cujo planeamento foi avaliado por especialistas nacionais e internacionais, é o facto de, pela primeira vez, combinar o trabalho clínico com as preocupações sociais, educativas, comunitárias e forenses. Esta aliança entre as preocupações clínica e forense é particularmente inovadora e essencial para a tomada de decisão, tornando o processo mais respeitador da família, porque a investigadora entende que não basta aumentar rendimentos ou ensinar competências parentais, pelo que é preciso apoiar a família para que seja forte, coesa e unida.
A investigação, financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, resultou na tese de doutoramento de Ana Teixeira Melo. Uma equipa que trabalha no terreno, desde 2007, em Murtosa, apoia 23 famílias. Fonte destas equipas disse ao i que as pessoas auxiliadas pertencem a famílias que, por “algum motivo, têm muitos desafios” e pertencem a diversos extractos sociais. 

Convite para Votar no Projeto do IAC

Novembro 29, 2011 às 3:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Parte das receitas de banca, 50 cêntimos por revista, da edição especial da revista VISÃO, intitulada Visão Solidária, será entregue a um projeto de intervenção social dirigido por uma IPSS. Convidamos a ajudar o projeto 6 do Instituto de Apoio à Criança!

Com a ajuda da SIC Esperança (IPSS do grupo Impresa, a que pertence a revista Visão) e do Montepio Geral, que patrocina esta iniciativa VISÃO Solidária, a revista selecionou 10 projetos ordenados por ordem alfabética das respetivas entidades gestoras. Cabe agora aos leitores votarem naquele que consideram mais relevante. O do Instituto de Apoio à Criança é o Projeto 6 e convidamos a votar nele, preenchendo o formulário disponível no link:

http://aeiou.visao.pt/vote-para-escolher-o-projeto-que-merece-ser-apoiado=f635162

A votação estará aberta a partir de 5ª feira, 24, e decorre até 6ª feira, 9 de dezembro. Os resultados serão publicados na revista Visão de dia 15 de Dezembro.

Vencedores do Prémio de Jornalismo “Direitos da Criança em Notícia” 2011

Novembro 29, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criabnça, Divulgação | Deixe um comentário
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Em parceria com o Fórum sobre os Direitos das Crianças, teve lugar no dia 21 de Novembro, na Sala do Senado, do Edifício da Assembleia da República, uma Sessão Comemorativa do 22º Aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, que contou com a participação de diversas crianças sobre os seus direitos e que foram acompanhadas por figuras públicas.

No âmbito desta comemoração foi ainda entregue o Prémio de Jornalismo “Os Direitos da Criança em Notícia”, patrocinado pelo Montepio Geral, cujas candidaturas foram apresentadas até ao passado dia 31 de Agosto.

Foram apresentados 12 trabalhos, dos quais 10 foram aceites como finalistas.

Estiveram a concurso 5 trabalhos de Televisão, 4 de Imprensa e 1 de Rádio.

O júri foi constituído por cinco individualidades: Dr. António Tomás Correia, Presidente do Conselho de Administração do Montepio Geral, entidade que patrocina o Prémio, Professora Doutora Cristina Ponte, professora auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Dr. Laborinho Lúcio, Juiz Conselheiro jubilado, Dr. Orlando César, Vogal do Conselho Técnico-Pedagógico do CENJOR e Presidente do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas e pela Professora Doutora Felisbela Lopes, Vice-Reitora na Universidade do Minho.

 Os vencedores do Prémio de Jornalismo “Direitos da Criança em Notícia” 2011 foram:  

 Imprensa – Alexandra Simões de Abreu, “Jovens e Analfabetos”, EXPRESSO

Rádio – Carolina Ferreira, “Filhos de Ninguém”, Antena 1

Televisão – Miriam Alves, “Um grito na madrugada”, SIC

Respeito dos Direitos da Criança no Hospital

Novembro 29, 2011 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Em 2009, o Sector da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, foi convidado a integrar o grupo de trabalho  “Promoção da Saúde para as Crianças e Adolescentes nos e pelos Hospitais e Serviços de Saúde” da Rede Internacional dos Hospitais Promotores de Saúde (HPH).

Este convite  reforça o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Sector da Humanização na área da promoção dos direitos da criança no hospital, a nível nacional e internacional.

Uma das principais linhas de trabalho deste Grupo é o “Respeito dos Direitos da Criança no Hospital – Ferramenta e Modelo de Auto-Avaliação”, com o principal objectivo de contribuir para o cumprimento dos direitos da criança no hospital e para a melhoria dos cuidados de saúde prestados. É um projecto que mobiliza e envolve os hospitais e os profissionais de saúde, contribuindo para a reflexão sobre o respeito dos direitos da criança no hospital, desafiando as equipas, solicitando as suas sugestões e estimulando a sua participação.

No momento em que o Sector se prepara para implementar a nível nacional o projecto, lançamos o documento síntese do processo já realizado.

Visualizar o documento Aqui

Juizes e polícias acusados de não proteger crianças

Novembro 28, 2011 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 16 de Novembro de 2011.

Filipa Ambrósio de Sousa

Abusos. Investigações obrigam, em média, as vítimas a contar oito vezes o que viveram.
“Nos tribunais há uns senhores que nos defendem e também nos fazem muitas perguntas, e depois contamos tudo outra vez e estamos sempre, sempre, a lembrar as coisas más”, diz Sara, de 9 anos, vítima de abuso sexual. Em média, uma criança vítima de abuso sexual conta a sua experiência oito vezes no decorrer da mesma investigação. Seja à Polícia Judiciária (PJ), a médicos, a procuradores do Ministério Público ou mesmo a juizes, já na fase de julgamento. Ou ainda várias vezes aos mesmos investigadores e procuradores. Esta é uma das conclusões do Guia de Agressão Sexual contra Crianças, lançado pelo Observatório Permanente da Adopção do Centro de Direito da Família da Universidade de Coimbra, que acusa os vários intervenientes da investigação criminal de não protegerem nem acautelarem os direitos das crianças. “Não são acautelados quando a intervenção não tem como linha orientadora o seu superior interesse”, explica Rui do Carmo, procurador do Ministério Público e ex-dirigente do Centro de Estudos Judiciários, um dos autores do guia. “Por exemplo, não é acautelado quando é inquirida diversas vezes e por entidades diversas sobre a mesma situação, ou quando se permite que o abusador se confronte com ela no decurso do processo criminal.”  
 
Culpa, insegurança e medo são alguns dos sentimentos recorrentes neste tipo de vítima. “Quando repetem a história mais que uma vez, essa culpa e insegurança tende a aumentar”, explica ao DN a pedopsiquiatra Bárbara Romão. “Acontece muitas vezes, eu já assisti, a criança estar a ser ouvida no tribunal e o abusador estar lá fora. Aí o medo aumenta, e muitas vezes as crianças deturpam a verdade”, acrescenta a médica. “Uma criança acha que, quando lhe perguntam muitas vezes a mesma coisa, é porque estão a duvidar dela, e aí aumenta esse sentimento de insegurança, além da vergonha.”  
 
Maria José Morgado, directora do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, admite que evita “a chamada e tão falada dupla vitimização, na fase do inquérito”. Ou seja: “Procuramos que a criança seja ouvida uma única vez.”  
 
A lei de protecção de testemunhas prevê fórmulas de protecção da criança tais como a audição por videoconferência, mas na prática raramente são utilizadas.  
 
“No processo-crime, a criança tem de testemunhar, transformar os seus mais íntimos pensamentos e memórias em palavras, em cenários descritivos, audíveis a pessoas anónimas”, explica Leonor Brito, psicóloga da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, “A vítima sente medo, vergonha, raiva, dor, saudade, ressentimento e tantos outros sentimentos que a consomem e lhe provocam uma luta interna constante, na maior parte das vezes silenciada e incompreendida”, diz . “E é neste ambiente, “neste desconforto e angústias internas que a criança tem de prestar o seu depoimento, as suas declarações do sucedido. Por isso não faz sentido estar a repetir essa experiência várias vezes”, concluiu a mesma técnica Mariana, apesar de ter apenas 11 anos, interrogou uma procuradora do Ministério Público sobre o incómodo que os inquéritos lhe causavam. “Eu contei a dois polícias e eles foram simpáticos, mas depois tive de dizer no hospital e depois os polícias foram a minha casa e perguntaram outra vez e agora estou aqui… e a primeira vez que contei já foi há tanto tempo…. a Dra. ainda não sabe?”  
 
Para evitar este tipo de situações, o grupo da Universidade de Coimbra aponta soluções urgentes: “as declarações devem ser tomadas no mais curto espaço de tempo, após a ocorrência dos factos” ou ainda “uma melhoria nas condições de registo para garantir a genuinidade dos depoimentos da vítima e a sua protecção”.  
 
Mais de 65% dos abusadores são familiares ou vizinhos  
 
investigação criminal Nos últimos três anos, a Polícia Judiciária investigou mais de 65% (65,8%) de casos de abusos sexuais de crianças em que os agressores eram familiares ou vizinhos/conhecidos da vítima. Neste universo, 41,6% de casos respeitam a crianças abusadas pelo pai biológico, tio, padrasto, companheiro da mãe, avô ou companheiro da avó. E em 24,2% dos casos os abusadores eram vizinhos ou conhecidos da criança. De 2000 a 2010, a APAV registou 1121 crimes sexuais contra menores. A maioria – 708 – aconteceu no seio da própria família. Ao todo, recorreram aos serviços da APAV 5917 crianças, até aos 17 anos. E foram registados 9067 crimes. Segundo a Associação de Apoio à Vítima, os crimes sexuais são dos mais cometidos contra crianças.  
 
Segundo Bárbara Romão, pedopsiquiatra do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, nos casos em que as crianças são abusadas pelos familiares, “os sentimentos da vítima ainda são mais ambivalentes”, diz a médica. “E o facto de estas crianças gostarem e terem afecto pelo abusador só demonstra que o trauma ainda é maior. Por exemplo, num caso que acompanhei, a menina quase que demonstrava estar apaixonada pelo pai e sentia-se orgulhosa por ele cheirar o pijama dela”, explica a especialista. 

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