XVIII Encontro de Agentes Sócio Pastorais de Migrações, 12 e 13 de janeiro em Alfragide, com a presença de Dulce Rocha do IAC

Janeiro 10, 2018 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Presença da Dra. Dulce Rocha, Presidente do IAC, no Painel 2 – “Proteger: em defesa dos direitos e da dignidade de todos” pelas 11.30 no dia 13 de janeiro.

mais informações sobre o encontro no link:

http://www.caritas.pt/site/nacional/index.php?option=com_content&view=article&id=4162:acolher-proteger-promover-e-integrar&catid=177:noticias

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Para milhões de crianças, viajar não é uma escolha

Janeiro 9, 2018 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Famílias gregas abrem portas a menores refugiados

Novembro 10, 2017 às 9:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Os processos para reunir os menores refugiados e os familiares que se encontram a viver na Europa pode demorar vários meses. Durante este período, as famílias de acolhimento fazem a diferença.

Efi e Mike têm quatro filhos, mas ao longo dos últimos dois meses é como se tivessem seis. O casal abriu, temporariamente, as portas a duas crianças sírias ao abrigo do programa Ação para a Migração e Desenvolvimento, a cargo da ONG grega Metadrasi e financiado pelo Alto comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

A família fala de uma experiência indescritível.

“O amor que recebemos destas crianças faz esquecer qualquer dificuldade. Elas apreciam e agradecem o que lhe damos. Por exemplo, são capazes de nos agradecer 25 vezes o facto de lhe termos oferecido uma simples refeição” refere Efi Michou, da família de acolhimento.

Neste momento, 10 famílias de Atenas e Salónica acolhem 13 refugiados menores. Todas as semanas, estas famílias recebem a visita de assistentes sociais. Vasia Patsi destaca as vantagens da iniciativa. “Esta ação destina-se a famílias que queiram acolher refugiados menores que viajam sozinhos. Ficam com eles até que o processo para reunir as famílias das crianças que vivem na Europa fique completo. Desta forma, não só protegemos os menores de traficantes como proporcionamos um ambiente familiar enquanto esperam” afirma.

Um processo que pode demorar vários meses. Desde fevereiro de 2016, o programa permitiu acolher 37 crianças.

 

Euronews em 30/10/2017

 

“Crianças refugiadas merecem oportunidade como eu tive”

Outubro 3, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do http://www.dn.pt/ a Lord Dubs no dia 21 de setembro de 2017.

Crianças judias da Europa Central encontraram refúgio na Grã-Bretanha em vésperas da Segunda Guerra Mundial

Entrevista a Lord Dubs, ativista britânico pelos direitos das crianças refugiadas e um dos colaboradores de Vanessa Redgrave no documentário Sea Sorrow.

Foi depois de ver Sea Sorrow (título tirado de uma citação de A Tempestade de Shakespeare) que me sentei com Alfred Dubs à conversa nuns sofás no Medeia Monumental, em Lisboa. A ideia era uma entrevista curta, mas Lord Dubs estava à espera de que Vanessa Redgrave, realizadora de Sea Sorrow, acabasse também uma entrevista e portanto ficámos à conversa, com a Irlanda do Norte, o brexit e a atual liderança trabalhista como assuntos extra. Ouvir este homem de 84 anos falar de refugiados, ele que foi um fugitivo ao nazismo na Europa, funcionou como uma lição de história.

Tendo em conta a sua experiência pessoal como criança refugiada, quão emocional é este filme de Vanessa Redgrave, emocional para si, que também participa em Sea Sorrow?

É muito emocional. Durante anos não pensei na minha infância e agora, com todo este debate sobre os refugiados, muitas coisas regressam à minha memória. Na verdade, tive muita sorte. Vim para a Grã-Bretanha, como refugiado, criança e desacompanhado, num Kindertransport em fuga do nazismo, e tudo me correu muito bem. Por isso, gosto de pensar que as crianças refugiadas que tentam chegar hoje à Grã-Bretanha deveriam ter as mesmas oportunidades de reconstruir as suas vidas que eu tive. E essa é uma das missões da minha vida. Mas a argumentação a favor das crianças não pode depender da minha experiência pessoal, é, isso sim, um argumento humanitário forte. Mas torna-se mais difícil ao governo ter argumentos contra a aceitação de crianças refugiadas tendo em conta que eu fui uma delas.

Pode dizer-se que está a usar o seu passado de criança judia em fuga do nazismo como arma para conseguir do governo compreensão para os refugiados, sobretudo para as crianças?

Vejamos, eu falo do meu passado, e os media veem nisso um interesse humano e divulgam, o que tem sido muito útil para a nossa causa. Não gosto que se pense que uso o meu passado de uma forma cínica, mas, se isso ajudar às crianças refugiadas de hoje, porque não?

O facto de este documentário, que se estreia para a semana em Portugal, ter sido realizado por Vanessa Redgrave, uma atriz de enorme popularidade, também joga a favor dos refugiados?

Sim, mas tanto pela sua popularidade como pelo seu envolvimento nestas causas desde há muitos anos. Ela tem sido uma tremenda advogada da causa dos refugiados e penso que, tendo levado o problema para além dos políticos, para a área do cinema, é uma forma poderosa de chamar a atenção da opinião pública. E a participação de atores como Emma Thompson e Ralph Fiennes é também muito boa porque ajuda a espalhar a causa. Mas, acima de tudo, impressiona o compromisso de Vanessa.

Sei que depois da votação na Câmara dos Lordes, impulsionada por si, o governo britânico mostrou vontade de acolher crianças refugiadas, mas agora voltam as hesitações. Porquê?

Creio que o governo simplesmente percebeu que, depois da votação pelos Lordes, o documento ia para os Comuns e aí iam perder. Por isso, fizeram tudo para o parar. Andou para trás e para a frente e a opinião pública começou a ter influência nos deputados conservadores. Por isso, Theresa May pediu-me para me reunir com ela uma segunda vez. Não era que o governo quisesse receber os refugiados, mas a pressão da opinião pública era suficiente para o contrariar.

Vê diferenças entre trabalhistas e conservadores nesta questão?

Vejo algumas diferenças. Mas tentámos manter a campanha pelas crianças acima dos partidos, porque dessa forma podíamos pressionar mais o governo. No final, a oposição, os deputados do Labour, o meu partido, dos Lib-Dem e mesmo do Partido Nacionalista Escocês deram bastante apoio. A pressão estava nos deputados conservadores que não estavam connosco. Mais recentemente, o governo tentou recuar tanto quanto podia, mas a minha função, politicamente falando, é manter a pressão.

Como vê a opinião pública britânica em relação aos refugiados? É diferente da que era no final dos anos 30, quando recebeu crianças como o senhor?

Quando cheguei tinha 6 anos, era uma criança, não sei como era a opinião pública. Não me preocupava com essas coisas. Penso que os migrantes e refugiados ganharam destaque na agenda política e por isso há mais apoio e, ao mesmo tempo, mais hostilidade. O mundo é diferente do que era nos anos 30. Naquela época os outros países europeus fecharam as portas aos Kindertransport. Só o Reino Unido os recebeu. O problema é que os refugiados e os migrantes se tornaram uma verdadeira bola de futebol político em muitos países europeus. Por outro lado, a opinião pública tem sido muito importante. E quando as pessoas veem um filme como o da Vanessa, quando veem a foto de uma criança morta numa praia do Mediterrâneo, percebem que há algo que temos de fazer. Há duas correntes: os que dizem que há demasiadas pessoas destas a chegar, o que, temo, levou ao desastre do brexit, por outro lado, as pessoas que percebem que temos de fazer algo, sobretudo em relação às crianças mais vulneráveis. O governo britânico tomou algumas medidas, aceitou algumas pessoas. É um pequeno número, mas já é alguma coisa. Mas pode fazer mais. Com exceção dos alemães e dos suecos, que agiram bem, a maioria dos países europeus podia fazer mais e melhor. Sobretudo, os de Leste, que dizem nada ter que ver com os refugiados.

Acha que a Alemanha está a agir de forma correta e Angela Merkel é diferente dos outros líderes europeus?

A Alemanha recebeu um milhão de refugiados, mas o seu apelo de que toda a Europa deve receber refugiados caiu em ouvidos moucos e isso pôs mais pressão em Merkel. Se todos os países europeus partilhassem a responsabilidade, haveria menos pressão sobre a Alemanha. A certa altura teremos de partilhar as responsabilidades. Não podemos deixar a Itália carregar com o fardo de receber as pessoas que chegam pelo Mediterrâneo. É demasiada pressão. Temos de a apoiar. Não podemos lavar dali as nossas mãos.

Para si, como vítima da Alemanha nazi, surpreende-o agora esta posição da Alemanha, 80 anos depois?

Estou encantado. Não consigo viver com o ressentimento da dor do meu passado. O mundo é como é e tenho de dar crédito aos alemães pelo que eles fizeram pelos refugiados.

 

Boletim do IAC n.º 124

Setembro 22, 2017 às 2:00 pm | Publicado em CEDI, Publicações IAC-CEDI | Deixe um comentário
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Descarregar o Boletim do IAC nº 124 aqui

Três quartos das crianças e jovens enfrentam abusos, exploração e tráfico nas rotas migratórias do Mediterrâneo – UNICEF, OIM

Setembro 21, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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COMUNICADO DE IMPRENSA CONJUNTO de 12 de setembro de 2017.

Três quartos das crianças e jovens enfrentam abusos, exploração e tráfico nas rotas migratórias do Mediterrâneo – UNICEF, OIM

As crianças da África subsariana são mais visadas do que qualquer outro grupo, o que resulta de discriminação e racismo

Novo relatório apela à Europa para que crie “percursos seguros e regulares” para a migração

NOVA IORQUE/BRUXELAS, 12 de Setembro de 2017 – As crianças e os jovens migrantes e refugiados que tentam chegar à Europa enfrentam níveis chocantes de violação de direitos humanos patentes nos relatos de uma percentagem impressionante de 77% dos que viajam pela rota do Mediterrâneo Central, que dão conta de experiências pessoais de abuso, exploração e práticas que por vezes chegam a tráfico humano – afirmaram hoje a UNICEF e a OIM, a Agência das Nações Unidas para as Migrações, num novo relatório.

Harrowing Journeys (Jornadas Angustiantes) revela que, embora todos os migrantes e refugiados estejam em elevado risco, as crianças e os jovens em movimento têm muito mais probabilidades de serem vítimas de exploração e tráfico do que os adultos com idade igual ou superior a 25 anos: quase o dobro de probabilidade na rota do Mediterrâneo Oriental e 13 por cento mais na do Mediterrâneo Central.

Aimamo, um adolescente de 16 anos não acompanhado, da Gâmbia, entrevistado num abrigo em Itália descreveu ter sido obrigado pelos traficantes a meses de trabalho físico esgotante quando chegou à Líbia. “Se tentas fugir, disparam sobre ti. Se paras de trabalhar, espancam-te. Éramos verdadeiros escravos. No final do dia, trancavam-nos sem que pudéssemos sair.”

O relatório baseia-se nos testemunhos de cerca de 22.000 migrantes e refugiados, incluindo cerca de 11.000 crianças e jovens, entrevistados pela OIM.

“A dura realidade é que actualmente é prática comum as crianças que se deslocam pelo Mediterrâneo serem abusadas, traficadas, espancadas e discriminadas”, afirmou Afshan Khan, Directora Regional da UNICEF e Coordenadora Especial para a Crise de Refugiados e Migrantes na Europa. “Os líderes da UE devem pôr em prática soluções duradouras que incluam vias de migração seguras e legais, a criação de corredores de protecção e alternativas à detenção das crianças migrantes”.

“Para as pessoas que deixam os seus países para escapar à violência, à instabilidade ou à pobreza, os factores que as levam a migrar são muito duros e embarcam em jornadas perigosas sabendo que podem ser obrigadas a pagar com a sua dignidade, bem-estar ou até mesmo com a própria vida”, disse Eugenio Ambrosi, Director Regional da OIM para a UE, Noruega e Suíça.

“Sem o estabelecimento de vias migratórias mais regulares, outras medidas serão relativamente ineficazes. É também essencial reforçar uma abordagem às migrações com base nos direitos humanos, melhorando os mecanismos para identificar e proteger os mais vulneráveis ao longo do processo de migração, independentemente do seu estatuto legal.”

O relatório mostra ainda que, embora todas as crianças em movimento corram um risco elevado, as que são originárias da África subsariana têm muito mais probabilidade de serem vítimas de exploração e tráfico do que as provenientes de outras partes do mundo: 65% comparativamente a 15% na rota do Mediterrâneo Oriental, e 83% comparativamente a 56% na rota do Mediterrâneo Central. O racismo é provavelmente um dos principais factores que estão na origem desta disparidade.

Concluiu-se ainda que as crianças e os jovens que viajam sozinhos ou por longos períodos, assim como os que têm níveis de educação mais baixos, são também altamente vulneráveis à exploração de traficantes e grupos criminosos no decurso das suas jornadas. De acordo com o relatório, a rota do Mediterrâneo Central é particularmente perigosa, dado que a maioria dos migrantes e refugiados passa através da Líbia, que continua dominada pela anarquia, por milícias e criminalidade. Em média, os jovens pagam 1.000 a 5.000 USD pela viagem e muitas vezes chegam à Europa endividados, o que os expõe a novos riscos.

O relatório apela a todas as partes interessadas – países de origem, trânsito e destino, à União Africana, à União Europeia, organizações internacionais e nacionais com o apoio da comunidade de doadores – que dêem prioridade a uma série de medidas.

Estas incluem o estabelecimento de vias seguras e regulares para as crianças em movimento; o reforço dos serviços para proteger as crianças migrantes e refugiadas, seja em países de origem, trânsito ou destino; a criação de alternativas à detenção de crianças em movimento; um trabalho entre os vários países para combater o tráfico e a exploração; e o combate à xenofobia, ao racismo e à discriminação contra todos os migrantes e refugiados.

Nota:

A UNICEF continua a apelar aos governos para que adoptem os seis pontos da sua Agenda para a Acção, a fim de proteger as crianças refugiadas e migrantes e assegurar o seu bem-estar.

  1. Protejam as crianças refugiadas e migrantes da exploração e da violência, em especial as crianças não acompanhadas;
  2. Acabem com a detenção de crianças requerentes do estatuto de refugiada ou migrante;
  3. Mantenham as famílias juntas como a melhor forma de protege crianças e de lhes atribuir um estatuto legal;
  4. Mantenham a aprendizagem de todas as crianças refugiadas e migrantes lhes garantam acesso a serviços de saúde e outros de qualidade;
  5. Pressionem para que sejam tomadas medidas para combater as causas subjacentes aos movimentos de refugiados e migrantes em larga escala;
  6. Promovam medidas para combater a xenofobia, a discriminação e a marginalização em países de trânsito ou de destino.

descarregar o relatório no link:

https://www.unicef.org/publications/index_100621.html

Declaração da ACNUR no segundo aniversário da morte de Alan Kurdi

Setembro 1, 2017 às 3:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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illustration of Alan Kurdi by Yante Ismail © UNHCR/Yante Ismail

Texto da ACNUR de 31 de agosto de 2017.

Statement by the UN Refugee Agency on two-year anniversary of death of Alan Kurdi

Nearly two years after the lifeless body of three-year-old Syrian toddler Alan Kurdi was found on a Turkish beach, UNHCR, the UN Refugee Agency, urges the international community to take robust action to prevent more tragedies.

Although the number of arrivals in Europe has drastically decreased since Alan’s death, people continue to attempt the journey and many have lost their lives in the process. Since 2 September 2015, at least 8,500 refugees and migrants have died or gone missing trying to cross the Mediterranean alone. Many others have died in the desert.

Many of the children trying to reach Europe travel on their own, making the journey even more terrifying and perilous. This was the case for 92 per cent of the 13,700 children who arrived to Italy by sea in the first seven months of 2017.

The urgent need for solutions for these children and others on the move remains – if people see no hope and live in fear, then they will continue to gamble their lives making desperate journeys.

UNHCR is encouraged by the commitments made at the Paris meeting on migration and asylum on Monday that address some of these issues, but much more needs to be done to protect and save lives.

Political leaders need to work together to develop safer alternatives, to better inform those considering making the journey of the dangers they face, and most importantly to tackle the root causes of these movements, by resolving conflicts and creating real opportunities in countries of origin.

ENDS

To read the full statement by the High Commissioner on the Paris meeting, please click here:

Click here to read the report on arrivals to Europe for the first half of 2017.

For more information please contact:

In Geneva, Cecile Pouilly, pouilly@unhcr.org, +41 79 108 26 25

In London, Matthew Saltmarsh, saltmars@unhcr.org, +44 7880 230 985

 

Dia Mundial da Criança: entrevista a Manuel Coutinho do Instituto de Apoio à Criança

Julho 18, 2017 às 11:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Entrevista da Agência Ecclesia ao Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no dia 1 de junho de 2017.

Do campo de refugiados para a sala de aulas – reportagem do Euronews

Julho 11, 2017 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do http://pt.euronews.com/ de 27 de junho de 2017.

Segundo a UNICEF, há cerca de 20 mil crianças refugiadas na Grécia. Algumas vivem com as famílias nas cidades, outras em centros de acolhimento.
Perto de 2500 destas iniciaram um percurso escolar. Os alunos vêm de 32 campos de refugiados e foram integrados em 93 escolas da Grécia continental, graças a um projeto apoiado pelo gabinete de Ajuda Humanitária da União Europeia e implementado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Estima-se que a iniciativa abranja perto de 80% das crianças que se encontram nos centros de acolhimento na parte continental do país. Mas tendo em conta a mobilidade desta população, é difícil avançar com números precisos e identificar atempadamente alguns casos problemáticos.

Alguns dos professores salientam que muitas destas crianças nunca foram à escola nos seus próprios países, não tendo adquirido conhecimentos básicos, nem normas de conduta social. A diretora da escola primária de Avlona, Efi Kremou, aponta que os alunos refugiados enfrentam os mesmos obstáculos que outros alunos estrangeiros que chegam à Grécia.

Depois das férias de verão, o Ministério da Educação grego pretende disseminar as aulas conjuntas com estudantes gregos e alunos refugiados.

 

Dia Mundial do Refugiado – 20 de junho

Junho 20, 2017 às 2:29 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança, Divulgação | Deixe um comentário
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Petição:

http://www.unhcr.org/withrefugees/petition/

mais informações:

http://www.unhcr.org/

http://www.refugiados.pt/

http://www.cpr.pt/

O CEDI do IAC disponibiliza online a publicação:

 Infocedi nº60 Crianças Refugiadas

 

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