Guarda de filhos: queixas contra psicólogos preocupam Ordem

Junho 30, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 17 de junho de 2017.

Francisco Miranda Rodrigues diz que é preciso “prevenir práticas que possam não ser as mais adequadas” como aquelas em que os psicólogos tomam o partido de uma mãe ou de um pai num divórcio litigioso.

Ana Dias Cordeiro

Em 2016, houve 110 processos instruídos na Ordem dos Psicólogos, isto é, queixas contra profissionais que chegaram e não foram liminarmente arquivadas. Muitas dizem respeito a situações em que os psicólogos, em processos de divórcio litigiosos, fazem pareceres que o tribunal utiliza para decidir a quem atribuir a guarda dos filhos.

Há novos desafios para os psicólogos com mudanças na família tradicional e o debate sobre o género ou a mudança de sexo?

Sim, precisamente. E vão surgir outros, com as questões da morte assistida. Há muitas situações que colocam dilemas éticos. São as transformações sociais ou são situações com que os profissionais sempre lidaram, mas que não eram faladas nem mediatizadas e agora passaram a ser. Hoje em dia as redes sociais permitem que tudo seja publicitado, o que cria novos desafios, até para a forma como se comunica.

A maioria das queixas relativas a psicólogos continua a ser em situações de disputa pela guarda dos filhos?

Continua a ser 25% das queixas [que chegam à Ordem dos Psicólogos].

Existem situações em que um pai ou uma mãe instrumentaliza os psicólogos em disputas pela guarda dos filhos?

Sim.

Em Janeiro do ano passado a Ordem emitiu um parecer com orientações para lidar com estes casos. É suficiente?

Em Setembro vamos avançar com formação nessa área, disponível para todos os psicólogos a nível nacional, para garantirmos uma melhoria gradual das competências dos psicólogos. O parecer é um documento que os psicólogos devem ler e seguir, mas não é algo que seja trabalhado com os psicólogos e, por isso, avançámos com esta formação em larga escala.

Houve necessidade de fazer mais alguma coisa?

Sim. Há qualquer coisa que não está bem entre os profissionais para haver tantas queixas relacionadas com isto. Há sempre coisas a melhorar, se há um indicador destes [tantas queixas ligadas a processos de regulação do poder paternal], há que melhorar. Essencialmente preocupa-nos prevenir práticas que possam não ser as mais adequadas.

E perante uma criança ou um jovem que queira mudar de sexo, o que deve o psicólogo fazer?

O papel do psicólogo será sempre de promover o autoconhecimento e a reflexão sobre o seu desenvolvimento, de modo a que à medida que as tarefas psicossociais do estádio em que se encontram se vão realizando haja um compromisso entre [o que são] objectivos realistas e [o] sentir-se ele ou ela próprio/a no meio e contextos onde se insere. Paralelamente, é necessário que se avalie a relevância e o significado, se clínico, do sofrimento associado à incongruência de sexo de nascença (o atribuído) e a identidade de género. Esta também é a posição defendida, por exemplo, pela American Psychological Association.

Com que idade é que o jovem deve poder tomar a decisão sozinho [em Portugal a lei só permite mudanças de sexo após os 18 anos]?

A idade legal, seja ela qual for, não é sinónimo absoluto de maturidade emocional e de identidade consolidada. Em todas as idades poderá colocar-se esta questão. Na adolescência constrói-se a identidade, nomeadamente a sexual. Daqui pode decorrer mais sofrimento, caso a afirmação dessa identidade não seja possível seja em que idade for.

 

 

 

 

Questionário europeu da Child Helpline International sobre as linhas de ajuda para crianças

Junho 30, 2017 às 5:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Universidade de Suffolk, no Reino Unido, está a realizar um breve estudo em nome da Child Helpline International, com o objetivo de perceber que conhecimento as pessoas em geral, e as crianças em particular, têm sobre as linhas de ajuda para crianças.

Isto é um pequeno questionário e a sua colaboração é voluntária. Ao participar, irá ajudar a Child Helpline International a melhorar estratégias de sensibilização para estas linhas de ajuda e a prestar melhores serviços às crianças na Europa.

aceder ao questionário no link:

http://research.dogaru.net/surveys/index.php/658755

 

“Já não há crianças de rua em Portugal, mas existem fugas preocupantes”: declarações de Matilde Sirgado do IAC ao DN

Junho 30, 2017 às 10:53 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Instituto de Apoio à Criança continua a encontrar jovens, principalmente dos 14 aos 18 anos, em “situação de vulnerabilidade nas ruas”.

A coordenadora do “Projeto Rua”, do Instituto de Apoio à Criança (IAC), afirmou hoje que “já não há crianças de rua”, mas alertou para as fugas de jovens, um fenómeno preocupante por estar associado a problemáticas “muito graves”.

Matilde Sirgado, autora do livro “Crianças em situação de rua – O Caso do IAC/Projecto Rua em família para crescer”, tem acompanhado esta realidade, que pretende dar a conhecer através da sua obra, que é apresentada hoje em Lisboa.

“O fenómeno alterou-se e neste momento podemos dizer que já não há crianças de rua, no sentido clássico, nas grelhas do Metro, como víamos há 20 anos, mas existem as fugas que são um novo fenómeno que preocupa a sociedade”, disse à agência Lusa Matilde Sirgado.

Esta situação é preocupante porque “está associada a outras problemáticas muito mais graves”, disse a responsável, explicando que, devido à situação de vulnerabilidade em que se encontram, os jovens podem tornar-se vítimas de tráfico de seres humanos.

Podem também ser “cooptados para práticas, como a prostituição infantil”, mas também para “exploração do trabalho infantil nas suas piores formas, desde a mendicidade, utilização para tráfico e a violência sexual”, alertou.

O IAC tem vindo a fazer um trabalho de diagnóstico com as principais zonas da cidade de Lisboa onde esta realidade acontece e continua a encontrar jovens, principalmente dos 14 aos 18 anos, em “situação de vulnerabilidade nas ruas”.

“Utilizam as ruas como estratégias de sobrevivência, estão em rutura com a família ou com alguma instituição e estão vulneráveis e entregues a si próprios na cidade de Lisboa”, contou.

Por um lado, estes jovens são “vítimas da sociedade, mas por outro podem passar rapidamente a infratores” se estiverem desprotegidos e sem um apoio e um enquadramento institucional.

“Podem cometer pequenos delitos, como furtos, e por isso é que é prioritário continuar a agir em torno desta problemática”, defendeu a coordenadora do “Projeto Rua”.

Matilde Sirgado salientou que a intervenção junto destas crianças e jovens tem sido uma prioridade do Instituto de Apoio à Crianças, em parceria com o Estado e com outras instituições.

É esta intervenção que o IAC realiza há 25 anos, através de um projeto de intervenção direta no local que pretende recuperar crianças vulneráveis, que o livro de Matilde Sirgado pretende dar a conhecer aos portugueses.

“As crianças de rua são uma realidade que sofreu evoluções ao longo dos tempos”, mas que existe na Europa. “Não é só um problema de África, um problema dos países pobres”, salientou.

Nesse sentido, o livro pretende alertar a sociedade para a necessidade de continuar a agir e mostrar “os resultados desta intervenção que foram francamente positivos”.

Apesar de ter havido, uma “grande melhoria” no combate a este fenómeno, que é uma prioridade a nível das medidas da União Europeia, Matilde Sirgado considera que “ainda há muito por fazer, porque é uma realidade que está invisível”.

 

Diário de Notícias em 29 de junho de 2017

Há Verão no Museu da Nazaré!

Junho 30, 2017 às 10:30 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Há VERÃO no MUSEU!
Nestas férias de Verão, entre os mergulhos e brincadeiras na praia, o Museu da Nazaré convida todas as crianças para uma visita e a participar em atividades onde, de uma forma lúdica e divertida, podem ficar a conhecer melhor a Nazaré, o seu património e tradições.

Mediante marcação prévia. Inscrevam-se já!

+ informação em http://mdjm-nazare.blogspot.pt/2017/06/ha-verao-no-museu-inscricoes.htm

Junior Jazz Days – Introdução à música através do Jazz – 3 a 7 de julho na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas

Junho 30, 2017 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.hcp.pt/noticias/junior-jazz-days_579.html

Da proximidade aos amigos. O que importa na escolha da escola

Junho 30, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do http://www.dn.pt/ de 17 de junho de 2017.

Ana Tavares inscreveu Afonso em escolas que têm ATL | André Vidigal / Global Imagens

 

Joana Capucho

Na última reportagem sobre as escolas de referência em Portugal fomos saber o que privilegiar na hora de escolher a escola para os filhos? Para muitos pais, a única opção é inscrever as crianças no estabelecimento de ensino mais próximo de casa, mas há quem tenha em conta outros fatores. Joana Cascais, que matriculou a filha no pré-escolar, guiou-se pelas boas referências que tinha do Centro Social e Paroquial da Vera Cruz, em Aveiro. Já Ana Tavares, escolheu as escolas de 1.º ciclo mais pequenas e com ATL na zona de Albufeira. Alzira Cavaca e Sofia Canas optaram por manter os filhos nas mesmas escolas, perto dos amigos dos estudantes e onde também podem contar com o suporte familiar.

No pré-escolar, o que importa são as pessoas

Aveiro. Francisca, de 3 anos, mudou-se há duas semanas de uma creche em Esgueira, que frequentava desde os 4 meses, para a do Centro Social Paroquial Vera Cruz (CSPVC), em Aveiro, a fim de assegurar vaga no pré-escolar daquela instituição. Ainda está na fase de adaptação. “Hoje chorou, mas já tinha passado três ou quatro dias sem chorar. Não contava fazer a mudança já, mas é importante para ela sair da sua zona de conforto”, diz ao DN a mãe. Na altura de decidir se a filha continuava ou não em Esgueira, Joana Cascais optou por seguir os conselhos de amigos e de outras pessoas conhecidas. “Tinha muito boas referências da Vera Cruz no que diz respeito à parte humana. Guio-me mais por isso do que pelas instalações.”

Não existiam vagas, mas houve uma desistência. Joana agradece. “Fiz uma pesquisa sobre a oferta pública, mas sei que há muita dificuldade de entrada e também não tinha referências. Da Vera Cruz, que é uma IPSS, tinha muito boas referências.” São as educadoras e auxiliares que vão passar grande parte do dia com a Francisca. “Vão ajudar–me na educação e na formação dela, na transmissão de valores, regras de cidadania, de vivência em grupo, na parte da alimentação e no desenvolvimento de toda a parte cognitiva”, destaca.

O pré-escolar do CSPVC funciona num edifício de origem senhorial, no centro da cidade de Aveiro. Joana conhece a creche, mas ainda não visitou a valência do pré–escolar. “Tenho noção de que terá condições, mas vou sempre pela parte humana. O que importa é se são pessoas cuidadas, com vontade de ensinar, com gosto pela profissão.” A expectativa, adianta, é que haja “muita ajuda e uma boa comunicação entre os pais e a comunidade educativa”.

A ideia de que a componente humana é a mais importante é partilhada pela psicóloga Ana Gomes. No pré-escolar, a docente da Universidade Autónoma de Lisboa considera que a escola deve ter “boas condições físicas, boas salas, com luz, bom espaço e materiais necessários” e as turmas não devem ter um número excessivo de crianças. Mas, tal como Joana, a investigadora considera que o mais importante “são as características humanas da escola, as competências relacionais da educadora e das auxiliares”. São estas que “fazem com que a criança goste e sinta a escola como um espaço positivo, emocionalmente seguro, apelativo, interessante e que fazem que o gostar de “ir à escola” se comece a desenvolver e a intensificar-se”.

Quando a prioridade é uma escola pequena

Algarve. Escolher a escola mais próxima de casa pode ser uma prioridade para muitos pais, mas a distância nunca foi uma preocupação para Ana Tavares. “A minha prioridade era que fosse uma escola pequena e que tivesse ATL, porque o horário da escola primária não costuma ser compatível com o nosso”, explicou ao DN a jornalista, de 40 anos, que inscreveu o filho, Afonso, no 1.º ano do 1.º ciclo.

No momento da matrícula, Ana teve de escolher três escolas. Se o filho entrar na primeira, Albufeira 1, fica a dois quilómetros de casa. “Neste momento, está numa escola que tem primária, mas o funcionamento não me agrada muito, daí a mudança”, justifica. Afonso é uma criança “muito esperta e muito curiosa”, pelo que a mãe não via vantagens em “misturá-lo com miúdos mais velhos”, como acontece nas escolas básicas integradas. Procurou uma escola “que se parecesse com a primária do nosso tempo”.

Também prefere um espaço que não tenha muitas salas e muitos alunos. “Não é pelo edifício em si, mas depois colocam-se os problemas da falta de pessoal e da supervisão nos recreios, o que aumenta a probabilidade de as coisas correrem pior.” Afonso é uma criança que se adapta facilmente. “Não vai chorar, nem fazer birra. É uma nova fase. Está mortinho por ir para a escola dos grandes.” Mas, sublinha, a escolha da escola “é sempre uma decisão que preocupa”.

Segundo a psicóloga Ana Gomes, “decidir a escola onde o nosso filho inicia o 1.º ciclo é fulcral para o seu desenvolvimento como aluno e essa decisão vai acompanhá-lo nos próximos anos e deixa marcas inquestionáveis”. Afonso faz 6 anos a 30 de julho, mas há crianças que só festejam o aniversário depois de 15 de setembro. “Colocar o filho no 1.º ciclo sem que a criança tenha atingido a maturidade necessária pode ter efeitos muito adversos no seu desenvolvimento escolar”, explica a investigadora. Embora alguns pais considerem mais vantajoso a criança reprovar, esta “pode desenvolver um autoconceito académico comprometido e que pode acompanhá-la na sua vida escolar”.

A docente da Universidade Autónoma de Lisboa sublinha que “as características mais determinantes numa escola do 1.º ciclo não são tanto as físicas, mas as humanas, ao fim e ao cabo, da professora. Esta é a figura basilar do mundo escolar da criança e também ela deve assumir características adequadas de prontidão escolar para ensinar”.

Boa experiência com os irmãos motiva escolha

Évora. É como no futebol. “Em equipa que ganha não se mexe.” Atendendo à boa experiência que teve com os dois filhos mais velhos na Escola André de Resende, em Évora, Alzira Cavaca decidiu, em conjunto com o filho mais novo, Luís Filipe, mantê-lo na mesma instituição de ensino. Ingressou na escola no 5.º ano e vai continuar agora que se prepara para entrar no 7.º. “O feedback dos irmãos foi excelente. Além disso, fica mesmo em frente à nossa casa, pelo que é muito cómodo”, explica ao DN a médica. Na decisão pesou, ainda, um outro fator: “Há seis ou sete colegas que vão mudar de escola, mas a maioria mantém-se. Assim, continua com o mesmo grupo de amigos. Ele também queria ficar.”

A proximidade é um fator importante para a família: “A logística familiar é fácil. Da janela consigo ver o Luís a ir para a escola, enquanto as outras opções que existem para o 3.º ciclo ficam do outro lado da cidade.” Tal como o facto de os dois irmãos terem frequentado a mesma escola. “O que por um lado é excelente, mas por outro é péssimo”, graceja a mãe. É que a irmã mais velha sempre foi mais trabalhadora do que os dois irmãos, o que faz que os professores que apanham os mais novos façam comparações e até que exijam mais deles. Como vive e trabalha perto da Escola André de Resende, a médica também conhece o ambiente, o que a tranquiliza.

Alzira Cavacas acredita que a passagem para o 3.º ciclo “não será uma mudança violenta”, até porque o Luís está “familiarizado com o espaço, com os docentes e auxiliares”. “Conhece toda a gente”, sublinha, confiante que o filho “vai dar conta do recado”. Embora a adaptação não seja um problema, a médica diz que o que a preocupa “é a exigência do 3.º ciclo”.

Questionada sobre o que é que uma escola de 3.º ciclo deve oferecer, Maria do Céu Taveira, docente da Escola de Psicologia da Universidade do Minho, destaca “um plano de promoção do desenvolvimento vocacional dos seus alunos”, ou seja, “uma estratégia integrada no projeto educativo que permita aos alunos conhecerem-se melhor como trabalhadores e construírem de modo muito progressivo a sua carreira e vida”. Para a especialista em psicologia da educação, a escola deve procurar permitir ao estudante, de um modo sistemático, “explorar oportunidades de estudo ou trabalho diferentes, imaginar-se em diferentes futuros possíveis, ganhar confiança em si e preparar-se para lidar com as próximas fases da sua vida”.

Fazer o secundário com os amigos por perto

Oeiras. Desde o 4.º ano que Guilherme Canas é aluno do quadro de honra. “No ano passado, teve cinco a tudo”, conta a mãe, Sofia Canas. É um adolescente que nunca deu preocupações aos pais ao nível dos estudos. “A partir do 10.º ano estará a trabalhar para o futuro dele. Tento incutir nele que é para continuar no mesmo registo”, afirma. Guilherme frequenta o 9.º ano na Escola Secundária Luís de Freitas Branco, no Agrupamento de Paço de Arcos, e é aí que vai continuar no próximo ano letivo. “O grupo de amigos fica na mesma escola, onde existe a área que eles querem seguir [economia]. Além disso, tem-se dado bem e gosta. Não se ponderou sequer uma mudança.”

Destacando que existem “muito boas escolas no concelho”, Sofia Canas, diretora de um hotel, considera que é essencial um estabelecimento de ensino secundário oferecer boas “infraestruturas, equipa de docentes e segurança”. Para esta mãe, também é importante manter o filho perto dos amigos. Um aspeto que, segundo Maria do Céu Taveira, especialista em psicologia da educação, deve ser ponderado pelos pais. “Sobretudo nos casos em que um amigo/a ou a presença de amigos é encarada como uma espécie de âncora, que ajuda a antecipar menos dificuldades de inserção num novo ambiente escolar e tudo o que este pode trazer de novo, desconhecido e eventualmente mais difícil de lidar”, explica a docente da Universidade do Minho.

Guilherme deseja vir a trabalhar na gestão de carreiras desportivas, mas quer ter um plano alternativo. Contudo, no 10.º ano, muitos jovens ainda não têm um projeto definido. Por isso, Maria do Céu Taveira sublinha a a importância de a escola oferecer “um plano de promoção do desenvolvimento vocacional dos seus alunos”, que permita “conhecerem-se melhor como trabalhadores e construírem de modo muito progressivo a sua carreira e vida”.

Com o suporte familiar dos avós, que vivem perto da escola, Guilherme movimenta-se facilmente a pé, o que também é importante para os pais. Sofia Canas diz que o facto de o filho ter começado a frequentar as salas de estudo da Explicolândia há cinco anos permitia ocupar o tempo em que não havia aulas, pelo que não se colocava o problema dos períodos mortos. “Aprendeu lá a estudar, gere muito bem o tempo. É muito responsável, tem muito método de trabalho.”

 

 

 

 

#116111 – 10th anniversary – One voice, one number

Junho 29, 2017 às 4:19 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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“Para celebrar o 10º aniversário da diretiva europeia que reserva o  116 111 para as linhas de apoio à infância na Europa, o CHI vai lançar vídeos com histórias de sucesso que dão voz às crianças e que lhes dão o poder de revelar todo o seu potencial, mostrando o impacto positivo que este apoio tem na vida das crianças e jovens.

O vídeo chama-se “One voice, One number”, “Uma voz, Um número”.”

 

Encontro Comemorativo dos 20 anos da Rede Construir Juntos, 30 de junho em Lisboa

Junho 29, 2017 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança está a organizar um Encontro Comemorativo dos 20 anos da Rede Construir Juntos, que terá lugar no dia 30 de junho, no Auditório do Instituto Português do Desporto e Juventude, em Lisboa.
Há vinte anos, o Instituto de Apoio à Criança desafiou um conjunto de Organizações da sociedade civil com projetos de apoio a crianças e jovens a partilhar experiências e conjugar esforços no combate à pobreza infantil, cientes de que só o trabalho em rede permite resultados duradouros e sustentáveis.
Em 1 de Julho de 1997, foi constituída a Rede “Construir Juntos”, que integra instituições de Solidariedade Social de Norte a Sul do País e região autónoma dos Açores. Refira-se que na altura contou com o apadrinhamento do Secretário de Estado da Inserção Social, Dr. Rui Cunha.
Esta rede congrega, atualmente, cerca de uma centena de instituições com responsabilidade na área da Infância/ Juventude e que têm em comum o desenvolvimento de ações que visam uma mais ajustada coordenação de esforços no combate à exclusão social dos grupos desfavorecidos, englobando estes, crianças e jovens em situações de perigo e respetivas famílias.
Nestes vinte anos, foram múltiplas as iniciativas da Rede, designadamente no combate ao abandono escolar e à exclusão social através de projetos de formação, em que se investe no desenvolvimento de competências pessoais e sociais. Esses projetos de educação para a cidadania tiveram bastante sucesso, merecendo especial menção o que respeita à aposta na valorização dos jovens apoiados pelas diversas organizações. A mais emblemática terá sido a criação da Rede Juvenil “Crescer Juntos” constituída pelos jovens apoiados pelas entidades parceiras e que muito tem feito pelo Direito à Participação.
Assim, neste Encontro, pretende-se refletir sobre a importância do trabalho em rede, equacionar o caminho percorrido e as mais valias desta rede de parceiros e as suas diversas atividades e projetos, reforçando o papel do terceiro sector na promoção do exercício de cidadania dos grupos mais vulneráveis.
A participação neste evento é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória.

programa e ficha de inscrição no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-cj/noticias-forum/item/881-encontro-comemorativo-dos-20-anos-da-rede-construir-juntos

Sessão de apresentação do livro “Crianças em situação de rua” de Matilde Sirgado do IAC – 29 junho, 18.00 horas na livraria Bulhosa

Junho 29, 2017 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança convida V. Exa. para o lançamento do livro: Crianças em Situação de Rua – O Caso do IAC Projecto Rua “Em Família para Crescer”, da autoria Matilde Sirgado – Coordenadora do Projecto Rua, no dia 29 de junho, pelas 18h00, na Livraria Bulhosa do Campo Grande (ver mapa).

A sessão contará  com a presença da Presidente Honorária do IAC, Dra. Manuela Ramalho Eanes e a apresentação da obra será feita pelo Professor Catedrático  do ISCSP da Universidade de Lisboa e da Universidade Aberta, Hermano Carmo e pela Presidente da Direção do IAC, Dra. Dulce Rocha.

A Direção

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Relatório de Avaliação da Atividade das CPCJ – 2016

Junho 29, 2017 às 11:12 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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descarregar o relatório no link:

http://www.cnpcjr.pt/preview_documentos.asp?r=6508&m=PDF

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