Exposição “Comemorar Maria Cecília Correia” 18 outubro, 18:00 horas, na Biblioteca da Junta de Freguesia da Estrela

Outubro 12, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto de apresentação da Exposição MCC

Lançamento do livro “Alerta Premika! Risco online detetado” em Ponta Delgada

Julho 15, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Livros, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Açores Magazine de 8 de julho de 2018.

 

 

IAC-Açores apresenta livro ‘Alerta Premika! Risco Online Detetado’

Julho 13, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Açores Magazine de 3 de junho de 2018.

mais informações sobre o livro no link:

http://alertapremika.blogspot.com/

 

 

Livro infantil “Mãe tudo/Mai Todo” Filosofia para crianças

Julho 2, 2018 às 2:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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APEFP PUBLICA LIVRO DE ZÉLIA GONÇALVES

Um livro, NOVO, que desenvolve e promove competências sociais e emocionais da crianças, assim como a Adaptabilidade, Autorregulação, Comunicação, Pensamento Criativo, Resiliência e/ou Resolução de Problemas.
É um projeto no domínio da Educação e de Filosofia para crianças, editado pela Associação de Filosofia.

O livro partiu da doçura da figura da mãe em que há um tudo que se completa através da imagem e da frase.

A garantia do relevo e o cheiro a chocolate despertam os sentidos, tal como a com a Língua Gestual Portuguesa e uma música “Simbiose” que transcende o espaço, o tempo e viaja onde se quiser na mente de quem a ouve.

O livro tem como percebe um CD, uma folha com cheiro a chocolate, algum relevo, em forma de sinopse um relembrar como acabar com o comportamento em 5 tempos e Planos de sessões para Crianças e Jovens, para servir ao professor de guia.

O livro pode ser adquirido na http://www.apefp.org/ ou através da autora zelia.mmg@gmail.com

4º Seminário Diversidade, Educação e Cidadania : O Tempo da Criança – 12 e 13 julho no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa

Junho 28, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://elsabiscaia.wixsite.com/dec-4/inicio

 

Como levar o seu filho a gostar de ler

Junho 11, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Notícias Magazine de 1 de junho de 2018.

Os livros são uma das coisas boas da vida, mas hoje têm muita concorrência. É pena que não exista uma receita mágica que faça as crianças interessar-se pela leitura. Não há receitas mágicas, mas há formas de fazer os miúdos gostarem de ler.

«O papel da leitura no desenvolvimento das crianças é fundamental, porque é uma boa forma de transmitir conhecimento», disse à Buena Vida a psicóloga educacional do centro Aprendert, Cármen Marco, explicando que é necessário garantir que as crianças leiam, mas que leiam bem, porque «se na fase de aprendizagem houver alguma falha, a longo prazo, a criança vai rejeitar a leitura.»

Brincar com as palavras através das imagens pode ser o primeiro passo para os mais pequenos começarem a gostar de ler. «O texto ilustrado permite-lhes associar as ideias de uma forma dinâmica e divertida, mesmo que não percebam o que está escrito», explica Cármen. Os livros que têm jogos lúdicos demonstram que é possível as crianças brincarem com as palavras através de formas muito simples.

«Uma criança de oito anos, que adora futebol mas não gosta de ler, nunca vai abrir um romance com muito texto», afirma Elisa Yuste, especialista em literatura infantil. «Nestes casos, o meu conselho é que os pais comprem livros sobre desporto, que tenham muitas imagens», esclarece.

Segundo a psicóloga, é importante que a prática de ler seja um exercício feito em família, para que a criança comece a incorporá-la nas suas rotinas. É tudo uma questão de hábito. O objetivo não é que as crianças se tornem verdadeiras devoradoras de livros, mas sim que se interessem pela leitura, da mesma forma que se agarram às séries que passam na televisão.

De acordo com uma pesquisa realizada pela maior editora infantil do mundo, a Scholastic, 2500 famílias com crianças entre os 6 e os 17 anos, são leitores regulares e têm nas suas estantes cerca de 205 volumes de livros.

«As crianças observam a rotina diária dos pais, sem pensarem muito no assunto.» O mesmo acontece com a leitura. Os familiares têm um papel muito importante na vida dos mais pequenos, pois são vistos com um modelo de exemplo a seguir.

A especialista em literatura infantil recomenda que os mais jovens tenham uma estante para os seus próprios livros no quarto ou na sala, pois é essencial que eles se familiarizem com o objeto. Já para os adolescentes partilhar a estante com os adultos pode funcionar bem. Tudo depende do autor e do conteúdo do livro.

Uma boa forma de incentivar os jovens à leitura são as idas ao cinema, por exemplo. Pode parecer estranho, mas os espetáculos suscitam curiosidade, o que os faz querer saber mais sobre determinados assuntos.

Os livros não servem apenas para decorar as prateleiras da nossa casa. Há livros que são eternos clássicos e podem tornar os seus filhos verdadeiros fãs da leitura.

Visualizar os livros no link:

https://www.noticiasmagazine.pt/2018/levar-filho-gostar-ler/

 

 

 

O IAC-CEDI convida para a sessão de autógrafos do livro “Alerta Premika : Risco Online Detetado” 27 maio, Feira do Livro de Lisboa

Maio 25, 2018 às 7:00 pm | Publicado em CEDI, Livros | Deixe um comentário
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mais informações:

http://alertapremika.blogspot.pt/

Lançamento do livro «A Joaninha ao Contrário e Outras Histórias» 29 maio no Goethe-Institut em Lisboa

Maio 24, 2018 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/1244177935713762/

“Quando se lê em criança, o cérebro cresce”, diz Carlos Fiolhais

Maio 7, 2018 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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“Devo aos livros aquilo que sou. Só me conheço a ler”, diz Carlos Fiolhais DANIEL ROCHA

 

Texto do https://www.publico.pt/ de 19 de abril de 2018.

Para assinalar dez anos de vida literária, João Manuel Ribeiro organizou as jornadas 10 de Letra. Primeiro no Porto e agora em Lisboa. Carlos Fiolhais é um dos convidados.

RITA PIMENTA

Começou a ler cedo, “ainda antes da escola”, e não tem dúvidas de que, “quando se lê em criança, o cérebro cresce, desenvolve-se, eu sou a prova disso”. Quem assim fala é o físico Carlos Fiolhais. “Devo aos livros aquilo que sou. Só me conheço a ler, foi assim que conheci mundos que não conhecia”, diz o cientista e um dos oradores das Jornadas Literárias 10 de Letra que decorrem nesta quinta-feira, em Lisboa, na Sociedade Portuguesa de Autores (a partir das 17h30). Uma conferência que comemora os dez anos de livros de João Manuel Ribeiro, autor de mais de 50 títulos e editor da Trinta por Uma Linha.

Carlos Fiolhais diz ver os livros como “uma grande invenção que pôs os cérebros a comunicar” e “que, de uma forma compacta, nos levou à revelação e ao conhecimento”. Conta ao PÚBLICO que foi para cientista porque na adolescência descobriu, em bibliotecas, livros de divulgação científica: “O meu cérebro escolheu um caminho. Um livro é um abridor de portas. Eu descobri que o mundo é misterioso e quis ajudar a desvendar o mistério da sua formação.”

Sobre os destinatários das obras, crianças, jovens ou adultos, diz: “Os livros são de quem os apanhar, a idade é algo que nem sempre se percebe. Já escrevi a pensar que era para ser lido por adultos, mas foram os mais jovens que os preferiram.” O contrário também já lhe aconteceu.

No caso de João Manuel Ribeiro, que escreveu o primeiro livro para a infância em 2008 (Rondel de Rimas para Meninos e Meninas, ilustrado por Anabela Dias), a entrada neste segmento deu-se por acaso. Convidaram-no, num colégio com que colaborava, para escrever uma história de Natal. “Sem me dar conta da responsabilidade, escrevi um conto breve que foi do agrado dos alunos; no Natal seguinte, voltei a escrever outra história com igual aceitação. Nunca mais parei, Sem querer, contaminei-me com esta literatura e, desde então, vivo para ela, inteiramente.”

No passado, teve “participações poéticas esporádicas no Jornal de Notícias e no Diário de Notícias jovem”. Destes dez anos de letras, o que retém de mais relevante é a publicação do primeiro livro, “por ser o primeiro e abrir a porta a todos os outros, sobretudo os de poesia (ainda tão mal-amada)”; a publicação de Meu Avô, Rei de Coisa Pouca, “por ser autobiográfico e pelo imenso prazer que me deu escrevê-lo”; os encontros com os pequenos leitores, “nessa árdua mas deliciosa tarefa de ‘fazer’ leitores”, e “as recentes traduções no estrangeiro, pelo reconhecimento que proporcionam”.

“Se não tivesse conhecido os teus livros, seria mais pobre”

E quem é que pode ficar indiferente a estas frases que algumas crianças lhe foram dirigindo durante a última década? “Gostava de ter sido teu companheiro de infância”; “tu só escreves poesia, mesmo quando escreves em prosa”; “esse livro [Meu Avô, Rei de Coisa Pouca] produziu em mim um sismo interior” e “se não tivesse conhecido os teus livros, seria mais pobre”.

O autor (doutorado em Ciências da Educação, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, e Mestre em Teologia, pela Universidade Católica do Porto) criou recentemente a revista de literatura infantil e juvenil A Casa do João (com o Centro UNESCO de Amarante) e tem um propósito que extravasa a literatura: “Espero, luto e trabalho (quase sempre sem o conseguir) por um mundo justo, fraterno, plural, que seja, de facto, uma casa grande, de todos e para todos.”

Com estas jornadas, deseja “ajudar a descobrir que a literatura faz bem, é uma vitamina sem a qual nos tornamos ictéricos”. Espera também “chamar a atenção para a importância da literatura infantil e juvenil na vida das crianças (e não só) e contribuir para mostrar, apesar do seu destinatário e da sua especificidade, que é literatura como a outra; não é uma literatura menor”.

Diz Fiolhais: “Escrever bem é escrever para todos.” Depois, pergunta: “Para que idade é o Principezinho, de Saint-Exupéry?” E conclui: “Um bom livro fala-nos de coisas possíveis e impossíveis. Faz-nos pensar e sonhar. No Principezinho, há desde ciência a auto-ajuda.”

Quanto mais cedo, melhor

O cientista afirma ser viciado em leitura e não conseguir viver sem livros. “Quanto mais cedo se começar, melhor. Não me fizeram mal.” Recentemente, participou num projecto de livro e CD que fala de ciência a crianças dos três aos dez anos através de poesia e canções de José Fanha e Daniel Completo: Entre Estrelas e Estrelinhas — Este Mundo Anda às Voltinhas. “Procurei que os versos contivessem a lição de interrogar, observar, demonstrar. Uma chamada à ciência.” E diz gostar de cruzamentos, não de becos. “Cruzamentos de temas, de cérebros, de autores.”

O físico ainda não sabia o que iria dizer na conferência desta quinta-feira, mas tudo pode acontecer quando Carlos Fiolhais se entusiasma. A conversa com o PÚBLICO terminou na seguinte reflexão: “Por que seria que andavam de mão em mão as pombinhas da Catrina?”

As jornadas abrem com o psicólogo Eduardo Sá e a comunicação “As crianças e a leitura”. Segue-se um painel que reúne ainda os autores de literatura para a infância e juventude Luísa Ducla Soares e José Jorge Letria, sob o mote “A literatura, o indispensável supérfluo” e moderado por Helena Gatinho.

A encerrar, o presidente da Sociedade Portuguesa de Autores apresentará o livro Os Direitos das Crianças — Antologia Poética, que reúne poemas de cerca de 20 autores portugueses, espanhóis e brasileiros, como João Pedro Mésseder, José António Franco, Emiliana Carvalho (Brasil) António Garcia Teijeiro e Alfredo Ferreiro (Espanha).

 

 

Fiadeiras de histórias e oficina sobre o livro «Mana» PARA FAMÍLIAS com crianças dos 4 aos 5 anos, 28 abril na Biblioteca Camões

Abril 25, 2018 às 9:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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PARA FAMÍLIAS com crianças dos 4 aos 5 anos

Fiadeiras de histórias e oficina sobre o livro «Mana»
Neste livro maravilhoso vamos encontrar páginas riscadas, autocolantes colados ou desenhos rabiscados sobre as páginas e uma irmã mais nova que passou por ali… e deixou um rasto de destruição à sua passagem.
O que será que fez mais…?
Quem gosta de rabiscar?
Riscar, andar à batatada e outras coisas mais …?
Aparece e verás o que vai acontecer!
Entrada gratuita, mediante inscrição prévia.

Duração: 1h30
Nº Mínimo de participantes: 5 | Nº Máx. 10 (10 crianças + 10 adultos).

ATENÇÃO FAMÍLIAS
Inscrevam-se nas famílias LERlinhas: em cada mês uma família prepara uma história para ler na biblioteca. Quem alinha?

Biblioteca Camões
Data: 2018-04-28 às 11:00
Contactos: Tel: 218 172 360
bib.camoes@cm-lisboa.pt
Observações: Entrada gratuita, mediante inscrição prévia.

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