PSP e Science4you lançam livro de colorir “Pinta com o Falco”, na Escola Básica do 1º Ciclo da Pena (no Largo da Escola Municipal) 14 de fevereiro 10 horas em Lisboa

Fevereiro 13, 2017 às 2:18 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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PSP E SCIENCE4YOU LANÇAM LIVRO DE COLORIR “PINTA COM O FALCO”

A Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Science4You uniram-se numa joint venture e criaram o livro para colorir “Pinta com o Falco”. A mascote da PSP transmite conselhos aos mais novos com ilustrações aliando segurança, investigação, tecnologia e ciência.

O lançamento deste livro destinado a crianças da pré-primária e ensino básico será em Lisboa, na Escola Básica do 1º Ciclo da Pena (no Largo Da Escola Municipal) no dia 14 de fevereiro pelas 10h e contará com a presença dos autores da obra. Será também divulgado no Porto (EB 1 de Paulo da Gama na Rua Paulo da Gama, Lordelo do Ouro) no dia 16 de fevereiro às 10h e em Setúbal (Escola Primária n.º 2 – Santa Maria da Graça, na Praceta Victor Vitorino) no dia 17 de fevereiro às 10h.

A Science4You é uma empresa 100% portuguesa que se dedica à comercialização, produção, desenvolvimento e personalização de brinquedos educativos e científicos. Está em 35 países e, no último ano, conseguiu atingir 20 mil pontos de venda na Europa.

Vamos ter a presença dos atores principais: o Falco, a Science4You e as crianças.

Juntem-se a nós nesta festa!

Lisboa, Direção Nacional da PSP, 10 de fevereiro de 2017.

“Histórias Assim” para ler e partilhar em voz alta

Janeiro 10, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Texto do http://www.dn.pt/ de 30 de dezembro de 2016.

Taffy, a protagonista de dois contos de Rudyard, pelo traço do ilustrador Sébastien Pelon   |  Sébastien Pelon

Taffy, a protagonista de dois contos de Rudyard, pelo traço do ilustrador Sébastien Pelon
| Sébastien Pelon

Com ilustrações de Sébastien Pelon, os 12 contos que Rudyard Kipling escreveu para contar à filha já estão disponíveis em português, num só volume.

Como arranjou a baleia a sua garganta, porque tem o camelo uma bossa, porque é que os rinocerontes têm mau feitio e grandes pregas na pele? A resposta a estes e vários outros fenómenos ou simples acontecimentos do dia-a-dia surge no livro Histórias assim, que reúne doze contos do escritor inglês Rudyard Kipling num só volume.

Não se espere explicações complexas nem muito convencionais. Afinal, trata-se de contos originais de um dos maiores e mais inovadores escritores de literatura infantil, não de um livro científico. E embora com alguma veracidade, muitas das explicações são bastante fantasiosas. E mágicas.

Na origem destes contos que respondem a dúvidas que inquietam as mentes dos mais novos estão histórias que Rudyard, o primeiro autor inglês a ser distinguido com o Prémio Nobel da Literatura (1907), escreveu para à noite contar à sua filha Josephine. E surge no seguimento de O Livro da Selva, a sua obra mais popular, publicada em 1894, dois anos após o nascimento da rapariga. No caso da história protagonizada pelo pequeno Mowgli, num dos exemplares da primeira edição foi mesmo encontrada uma nota que comprovava a identidade do destinatário da produção literária de Kipling: “Este livro pertence a Josephine Kipling para quem foi escrito pelo seu pai.”

A explicação do título, Histórias assim (Just so Stories, no original, publicado em 1902, três anos após a morte da filha), também está relacionada com Josephine: as palavras usadas tinham de ser exatamente aquelas a que ela estava habituada.

E a tradução do livro, de Ana Mafalda Tello e João Quina, recentemente coeditado em Portugal pela Bertrand Editora e pelo Círculo de Leitores, mantém essas mesmas palavras, mesmo que algumas sejam pouco utilizadas atualmente e sendo o livro para um público infantil. Topete, badejo, tamariscos, drávido são palavras a procurar no dicionário antes de iniciar a leitura em voz alta para se ter resposta pronta porque o mais certo é os pequenos ouvintes terem uma curiosidade tão insaciável como o Elefante, do conto O filho de elefante.

Dizer que estas histórias são para partilhar é pôr em evidência a forma como foram escritas, interpelando quem as ouve – “Era uma vez, no fundo do mar, ó Mais-que-Tudo” -, passadas “no princípio dos tempos” ou “há muito, muito tempo” em épocas tão distantes quanto mágicas em que “a pele do rinoceronte se abotoava no ventre com três botões” e o elefante não tinha tromba, “só um nariz escuro e volumoso, do tamanho de uma bota”. E em locais tão reais como o mar Vermelho ou imaginários como “as desoladas Terras Completamente Desabitadas do Interior”, atravessadas pelo “grande, esverdeado e lamacento rio Limpopo” onde “há sorrisos que dão a volta à cara duas vezes”.

Segundo a editora, Ana Lúcia Duarte, do Círculo de Leitores, Histórias assim “tem todos os contos originais, só não se mantiveram os poemas que existiam no final de cada conto, por estarem ligados às ilustrações que o próprio escritor fez e que não são aqui reproduzidas, tendo-se antes optado pelas ilustrações de Sébastien Pelon, ao mesmo tempo doces e cheias de malícia”.

Aliás, estas características das ilustrações acompanham o tom das histórias de Rudyard Kipling que são também pontuadas de bom humor. Veja-se, por exemplo, o nome da protagonista de dois dos contos (Como se escreveu a primeira carta e Como se inventou o alfabeto) Taffimai Metallumai “que significa “Pequena-sem-maneiras-que-merecia-uma surra”; mas nós, Mais-que-Tudo, vamos chamar-lhe Taffy”. Ora, a pequena Taffy é, muito provavelmente, Josephine. E foi ela quem escreveu a primeira carta (desenhada), num pedaço de casca de bétula, com um dente de tubarão. Ela, que também inventou o alfabeto, é apenas uma das muitas personagens “de que o autor troça com ternura, para nos revelar a sua humanidade e as suas fraquezas”, como assinala Ana Lúcia Duarte no prefácio. Para descobrir ao longo desta 110 páginas.

mais informações sobre o livro no link:

http://www.bertrand.pt/ficha/historias-assim?id=17946814

 

 

Nascidos para ler

Janeiro 10, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da http://www.paisefilhos.pt/ de 2 de janeiro de 2017.

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Escrito por Ana Sofia Rodrigues

Quando, em junho de 2014, a Academia Americana de Pediatria recomendou a leitura para bebés desde o nascimento, não foram poucos os que ficaram surpreendidos. A pediatra Pamela C. High, autora da nova conduta, revelava que “fortes evidências mostram que o facto de o pediatra, durante a consulta, recomendar a leitura em casa, pode fazer a diferença na vida das crianças e das suas famílias”. Uma confirmação científica que se baseou em inúmeros estudos que comprovam que ler para um bebé, desde o nascimento, estimula o cérebro de uma forma única e reforça o vínculo entre pais e filhos. Os efeitos desta “terapêutica” são unânimes: desenvolve a atenção, a concentração, o vocabulário, a memória e o raciocínio; estimula a curiosidade, a imaginação e a criatividade; ajuda a criança a perceber e a lidar com os sentimentos e as emoções; possibilita conhecer mais sobre o mundo e as pessoas; auxilia no desenvolvimento da capacidade de empatia; estimula o desenvolvimento da linguagem oral… além de criarem-se as fundações de um prazer incomparável para a vida.

Leituras intrauterinas
Antes desta recomendação, as práticas de promoção da leitura junto de pré-leitores (crianças entre os zero e os seis anos) eram já uma realidade consolidada em diversos países, integrando mesmo políticas oficiais. Desde os anos 90 do século passado, a escritora brasileira Alessanda Roscoe desenvolve inclusivamente programas de leitura ainda em útero, com grupos de grávidas que convocam a sua família para ler para o bebé, ainda na barriga da mãe. “Aletramento Fraterno” é a sua proposta mais recente, defendendo que os livros são o leite da alma e que estimular o hábito da leitura numa criança é uma tarefa que pode envolver toda a família. De facto, estudos mostram que o bebé, ainda em útero, já é capaz de captar as vibrações emitidas pela voz da mãe e consegue identificar a emoção das suas palavras. Após o nascimento, a missão é continuar. E apesar de a criança ainda não compreender o significado das palavras, elas servem como estímulo para o seu desenvolvimento.

Rimas de encantar
Infelizmente, ainda é comum a ideia de que se o bebé não percebe o que lhe estamos a ler, então não vale a pena fazê-lo. Muitos pais não compreendem a utilidade de um hábito tão precoce e também não sabem como pô-lo em prática. Dora Batalim, doutoranda de Literatura Infantil na Universidade Autónoma de Barcelona e coordenadora da Pós-Graduação em Livro Infantil da Universidade Católica, surpreende ao defender que “a primeira grande literatura, importantíssima para os bebés, são as lengalengas, as canções de embalar, as rimas infantis, os jogos de mãos e de corpo. É um mundo genial. Se não tivéssemos livros para bebés, este universo chegaria”. Tão balalão, cabeça de cão, orelhas de gato, não tem coração… Janela, janelinha, porta, campainha. Trrrimmm… Mão morta, mão morta, vai bater àquela porta… “Antigamente, as avós não tinham cursos de contadores de histórias, nem de mediação de leitura, nem liam blogues a explicar como se deve fazer… e faziam tudo”, reforça com graça. Estes textos que se repetem ao longo do dia, ditos por caras conhecidas, dão uma segurança e um vínculo ao bebé que ele adora. “Eles gostam e acalmam-se porque a maioria destas toadas está relacionada com os ritmos do bater do coração e da circulação sanguínea, que eles escutavam na barriga da mãe”, explica Dora Batalim. No entanto, muitos pais atuais já não as ouviram e não dominam esse reportório. Para eles, pedimos a esta especialista que indicasse algumas obras a que pudessem recorrer. “Já há bons livros que reúnem canções e rimas tradicionais, inclusivamente musicadas com CD a acompanhar. Por exemplo: ‘Rimas e Jogos Infantis’ (Raiz Editora/Lisboa Editora), ‘Cantar Juntos 1’ (Estúdio Didático/A PAR) e ‘Sementes de Música’ (Caminho)”. Ficam as sugestões.

Dieta variada
Depois deste “banho” de tradição oral, por que livros se pode então começar? Lamentavelmente, a publicação de autoria portuguesa dirigida a bebés é praticamente inexistente, mas algumas editoras já incluem nos seus catálogos várias traduções muito interessantes. Dora Batalim fica encantada com as potencialidades dos livros para a faixa etária dos zero aos dois anos. “A literatura para bebés é como se fosse um microcosmo: o que funciona ali é verdade para o resto”. Ao contrário do que se poderia pensar, a escolha do que comprar para os mais novos deveria ser muito exigente. “Normalmente, as pessoas reduzem a equação livros para bebés a livros muitíssimo básicos, mais ligados a jogo do que a fruição estética. E os pais esperam que sejam livros que ensinem coisas. Precocemente, há uma grande necessidade de injetar logo conhecimento científico! São as cores, as formas, os opostos…”, descreve Dora Batalim. Além disso, “há uma perseguição muito grande do texto verbal, pois o adulto não tem uma relação muito clara com a imagem. Não sabe lê-la, não está habituado e acha que as imagens estão ali ou para enfeitar ou para explicar melhor as palavras”. Pelo contrário, nos livros infantis mais atuais, as imagens formam textos autónomos, complementares, até divergentes do texto verbal e isso é uma riqueza a explorar.

A escolha dos livros para bebés deveria ser “uma dieta muito variada, ao nível das tipologias e das funções que desempenham, mas também ao nível das representações”. No início, Dora sugere começar com ofertas muito tranquilas, com uma progressão na intensidade das emoções. Com representações gráficas “muito limpas”, mas não necessariamente “abebezadas”. Com funções diversas: uns que ajudem o bebé a entender o mundo e a si próprio, outros puramente estéticos, uns com narrativas para cultivar as emoções, outros ainda para explorarem sozinhos com todos os sentidos. “Para que os livros sirvam de mapa seguro de começo no mundo”.
Não é difícil identificá-los. São livros com poucas páginas, pois o tempo de concentração dos bebés é muito curto, muitos são cartonados com pontas arredondadas, as imagens apresentam-se em grandes dimensões, as temáticas são familiares ao universo do bebé (alimentação, meios de transporte, animais, vestuário…), apelam ao contacto físico, o discurso verbal é simples, muitas vezes rimado e interpelativo e os textos recorrem a repetições, refrões, onomatopeias, jogos de sons e palavras.

Pontes literárias
Não há dúvida que os pais devem funcionar como exemplos e modelos de leitores e a leitura deve surgir habitualmente em casa, associada a momentos de prazer, encontro e afetividade. E quando os pais não são leitores? “Um filho é uma desculpa para fazermos o que nunca fizemos. Em nome dele, transformamo-nos”, defende Dora Batalim. Mas, sem prática, essa iniciação pode ser difícil. É precisamente na criação de pontes entre as famílias e os livros, que as bibliotecas representam um papel muito importante. Como? Criando programas, espaços e contextos específicos para a promoção precoce da leitura. Joaquim Mestre foi um dos impulsionadores do novo conceito de biblioteca, no início dos anos 90, em Beja. Referindo-se às “bebetecas”, costumava defini-las de uma forma inspiradora: “A bebeteca funciona como um imenso útero materno, com vários cordões umbilicais ligados ao bebé, aos pais e aos livros, como se fossem um complexo sistema de vasos comunicantes”. Susana Silvestre, atual responsável pelas bibliotecas municipais da Câmara de Lisboa, dedica-se à importância de partilhar livros com bebés há cerca de 16 anos. Primeiro, na Biblioteca de Odivelas e, agora, em Lisboa, promove programas continuados de promoção de literacia emergente. Ao longo de seis meses, de 15 em 15 dias, “tentamos fazer pais leitores, que consigam dominar as ferramentas para eles próprios serem mediadores de leitura em casa. E não fazemos em mais locais, pois os promotores de leitura ainda não se sentem à vontade com estas idades”, reconhece. As listas de espera são imensas, mostrando a necessidade de formação que muitos adultos sentem nesta área. “Verificámos, por exemplo, que os pais não se sentem à vontade com os álbuns de imagens ou com livros com poucas palavras”, destaca Susana Silvestre. Com um trabalho personalizado, são dadas ferramentas aos pais, apostando no prazer da leitura partilhada. “Os pais não devem ler para os bebés só porque é bom para eles aprenderem a ler mais depressa. Sou contra aos pais estarem a contar uma história sem prazer. Têm que se criar momentos de alta qualidade, mesmo que sejam menos do que a ‘literatura’ manda…” Para tal, a escolha dos livros pode representar um papel muito importante. “Os livros escolhidos devem ser objetos de prazer para pais e filhos”. Para tal, Susana Silvestre aconselha a que os adultos “não fiquem presos à indicação etária habitualmente presente na contracapa” e experimentem livros inusitados.
Também no caminho da leitura, os pais são chamados a um papel fundamental, transformando-a num hábito relevante. Leva tempo e exige afeto, dedicação, partilha, prazer, encanto e cumplicidade. Mas vale muito a pena.

São poucas, mas as lojas de literatura infantil são pequenos oásis, para pais e filhos.

Essenciais, segundo Dora Batalim

– “Eu Vejo”, “Eu Ouço”, “Já Sei” e “Eu Sinto”, de Helen Oxenbury (Gatafunho)
– “Primeiros Livros”
(Coleção de mini-livros),
de Stella Baggot (Edicare)
– “A Primeira Biblioteca do Bebé”,
de Madeleine Deny e Marianne Dubuc (Edicare)
– “As Roupinhas do Martim”,
de Xavier Deneux (Edicare)
– “Será… Um Caracol?”, “Será… Um Rato?”, “Será… Um Gato?”, “Será… Uma Rã?”, de Guido Van Genechten (Gatafunho)
– “Aí Vou Eu” e “Pequeno
Ou Grande”, de Hervé Tullet (Gatafunho)
– “Miffy” (vários títulos), de Dick Bruna (ASA)
– “As Estações”  e “O Balãozinho Vermelho”, de Iela Mari (Kalandraka)
– “Todos no Sofá”, de Luísa Ducla Soares e Pedro Leitão (Livros Horizonte)
– “Boa viagem bebé!”, de Beatrice Alemagna (Orfeu Mini)
– “A Lagartinha Muito Comilona”,
de Eric Carle (Kalandraka)
– “Tanto, Tanto!”, de Trish Cooke (Gatafunho)

Casas de livros

Aqui há Gato
Rua Dr. Mendes Pedroso, 21 – Santarém

Cabeçudos
Rua António Lopes Ribeiro, 7A – Lisboa

Gigões & Anantes
Rua Dr Nascimento Leitão, 30 – Aveiro
http://www.facebook.com/gigoeseanantes

Hipopótamos na Lua
Rua Gomes de Amorim, 12-14 – Sintra

Livro Voador

Av. Menéres, 536 – Matosinhos

Mercado Azul

Rua Calouste Gulbenkian, 419, R/C – Guimarães

O Bichinho do Conto

Estrada dos Casais Brancos, 60 – Óbidos

Salta Folhinhas

Rua António Patrício, 50 – Porto

 

 

 

Monterrosso – Apresentação de livro com presença dos autores – CCB, 17 Dezembro, 16h00

Dezembro 16, 2016 às 11:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.maquinadevoar.com/info-monterrosso.html

Monstros da tradição portuguesa em livro infantil

Novembro 19, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.rtp.pt/noticias/ de 31 de outubro de 2016.

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O homem do saco, os olharapos e outros papões nacionais vão estar à vista neste livro escrito por Nuno Matos Valente e ilustrado por Natacha Costa Pereira.

Bestiário Tradicional Português é o título da obra de Nuno Matos Valente e de Natacha Costa Pereira.

ouvir a reportagem da Antena 1 no link:

http://www.rtp.pt/noticias/cultura/papoes-e-monstros-tradicionais-portugueses-retratados-em-livro-para-criancas_a958342

 

mais informações na notícia do Público:

Letras Pequenas… Bestiário Tradicional Português

ou no blog da editora:

https://bestiariotradicionalportugues.wordpress.com/

 

Afonso, Alexandre e João são “meninos especiais” com histórias em papel

Novembro 16, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do http://p3.publico.pt/ de 24 de outubro de 2016.

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Cada livro da colecção “Meninos Especiais” conta a história de uma criança com necessidades especiais. O Afonso tem um atraso global de desenvolvimento. O Alexandre tem síndrome de X frágil. O João ainda não tem diagnóstico. Escritores e ilustradores foram desafiados a conhecer estes meninos e a entrar nos seus mundos reais

Texto de Andreia Cunha

Afonso tinha um ano quando foi vítima de uma meningite. Durante três meses lutou contra a morte numa cama de hospital e finalmente voltou para casa. Livrou-se da meningite, mas esta doença levou consigo muitas competências — sentar-se, andar, falar ou agarrar um objecto já não estava ao seu alcance. O Afonso tem um atraso global de desenvolvimento. O que pouca gente sabe é que este menino tem uma espada mágica e adora pintar. Todos os dias trazem novas aprendizagens. E são estes momentos que Isabel Stilwell conta no livro “Afonso e a Espada Mágica”.

Madalena Braga aceitou sem hesitar o desafio de ilustrar uma realidade que não conhecia. No entanto, foi fácil inspirar-se e trazer para o papel uma dimensão especial do dia-a-dia do Afonso. O baloiço onde se sente seguro, as mãos todas as sujas de bolo de chocolate e Filipe (pai adoptivo) montado num cavalo, um animal que Afonso adora, são alguns dos momentos que a ilustradora polvilhou no livro. “O que mais me cativou a representar o Afonso foi a expressão daquele olhar, bastante intenso e feliz, e um sorriso que acompanhou o encontro que tivemos quando o fomos visitar a casa”, diz a ilustradora.

Este encontro resultou numa “relação mágica com o Afonso através da ilustração”. “Quando conheci o Afonso lembro-me que a imagem que melhor registei na minha cabeça foi quando ele veio ter comigo com um brilho nos olhos e um sorriso enorme. Essa foi a maior fonte de inspiração para poder ilustrar a vida do Afonso e tentar exaltá-lo como se fosse o herói da história”, explica ao P3.

Contar as histórias de três meninos reais foi o desafio lançado por Luísa Beltrão, presidente da associação Pais em Rede, a seis escritores e ilustradores. “Como escritora comecei a pensar que seria excelente fazer pequenos livros com bons escritores da nossa praça que pudessem ir conhecer crianças com determinado problema, conhecer cada uma na sua casa e criar uma história que pudesse fazer outras crianças entrar no mundo desse colega diferente”.

Ana Zanatti teve oportunidade de conhecer Alexandre, um menino simpático e irrequieto que adora comer gelados na praia e tocar bateria enquanto a mãe toca piano. O Alexandre tem síndrome de X frágil, uma doença genética causada pela mutação de um único gene. Apesar de demorar um pouco mais a aprender do que os colegas da escola, Madalena Bastos, ilustradora, conseguiu captar o Alexandre e alguns momentos de descoberta e de alegria junto dos familiares e amigos.

Já a vida do João é uma caça ao tesouro e, todos os dias, em casa deste menino descobre-se a música antes de encontrar os peluches cheios de dentadas. O livro de Afonso Reis Cabral é “um testemunho” da realidade em que vive o João, uma criança que tem grandes impedimentos em qualquer aprendizagem. Um almoço e uma tarde juntos foram o suficiente para o romancista descrever o mundo do João e “transmitir esse ambiente aos leitores”. O João não fala, quase não anda, não come sozinho, mas não é isso que se vê nos desenhos de Carla Isidro. A ilustradora mostra o quarto onde o João guarda tudo o que gosta, o jardim com o baloiço e a relva onde passeia e a sala onde encontra a irmã pequena antes de lhe dar um abraço.

Estes meninos são agora protagonistas de livros que têm como objectivo a inclusão social de crianças e jovens com deficiência. Luísa Beltrão é também mãe de uma mulher com deficiência e acredita que “esta colecção dos Meninos Especiais é, de certa maneira, o melhor expoente do que é o espírito dos Pais em Rede”, uma associação que nasceu em 2008 pela mão de um grupo de pais preocupados com o futuro dos filhos.

Mas os principais destinatários destes livros não são as crianças com necessidades especiais. As histórias podem ser lidas pelos pais e familiares de crianças com as mesmas patologias, pelos pais de crianças que não tiveram qualquer contacto com estes problemas, pelos professores e educadores nas escolas e até pelos próprios alunos. “Estes livros são dirigidos a todas as crianças e a todos os adultos”, salienta Edite Vasconcelos, coordenadora do projecto “Meninos Especiais”.

Histórias que são difíceis de compreender

O projecto já vai no quarto ano e, doze livros depois, o objectivo mantém-se. Em 2012, a primeira colecção mostrava síndromes mais conhecidas como autismo e trissomia 21. Depois, foram dando a conhecer outras histórias que ainda hoje são difíceis de compreender como é o caso do João. “Há muitas crianças que não têm diagnóstico, têm uma série de deficiências mas estas não se enquadram em nenhuma patologia descoberta. Fizemos este livro porque representa uma fatia grande das crianças e jovens com deficiência deste país e de todo o mundo”, explica Edite Vasconcelos.

Os livros da colecção “Meninos Especiais” não estão à venda nas livrarias, apenas podem ser adquiridos por encomenda através de correio electrónico. Além destas edições, há ainda livros inclusivos com textos a negro e em braille para garantir que o objectivo da inclusão seja cumprido. Depois de terem sido vendidos mais de 18 mil exemplares em quatro anos, Luísa Beltrão não deixa de sublinhar o “sucesso retumbante” destes livros infantis trabalhados gratuitamente por escritores, ilustradores, paginadores e editores, contando ainda com o apoio de várias instituições. Cada livro custa cinco euros e a receita reverte na totalidade para os projectos da associação.

A quarta colecção é apresentada a 24 de Outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Mas Luísa Beltrão garante que estas histórias não terminam aqui: “Para ano há outra colecção e já há vários escritores que estão interessados em escrever mais livros”.

Livros que trouxeram um novo olhar sobre as deficiências, modificaram a experiência dos escritores, ajudaram os pais destas crianças a “desdramatizar” os problemas dos filhos e todas as crianças a compreender as suas necessidades e os comportamentos dos outros. Estes livros, refere Luísa Beltrão, “são fruto de uma rede de boa vontade” e uma forma de permitir que estas crianças sejam incluídas na sociedade onde vivem.

http://paisemrede.pt/

 

 

 

 

Conferência “Audição da Criança em Tribunal” e lançamento do livro ilustrado – 3 novembro no ISCTE

Outubro 25, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Entrada gratuita sujeita a inscrição prévia

mais informações no link:

http://www.oa.pt/cd/Conteudos/Artigos/detalhe_artigo.aspx?sidc=31634&idc=32038&ida=150099

Apresentação do livro “Bullying? Xeque-Mate!”, 22 outubro na Biblioteca Municipal D. Dinis – Odivelas

Outubro 21, 2016 às 9:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/BibliotecaMunicipalDDinisCmOdivelas/

Biblioteca de livros digitais do Plano Nacional de Leitura – faixa etária dos 3 aos 16 anos

Setembro 13, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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visualizar todos os livros no link:

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/bibliotecadigital/index.php?idades=1

Integrado nas múltiplas acções do Plano Nacional de Leitura, a Biblioteca de Livros Digitais é um espaço dinamizador de iniciativas relacionadas com leitura e a escrita, que se assume como um agregado de livros de autores consagrados e aprovados pelo Plano Nacional de Leitura e, em simultâneo como um repositório de trabalhos realizados por pessoas interessadas em criar outros textos motivados pelo livro que acabaram de ler.

A Biblioteca de Livros Digitais é uma iniciativa Web 2.0, estruturada pela agregação de um número considerável de projectos individuais partilhados, entretecidos numa teia dinâmica de ligações e RSS.

A Biblioteca visa criar um espaço comunitário na Internet, que se situa para lá do conceito tradicional de lugar da publicação na rede, entendido como mero repositório de trabalhos.

A Biblioteca é um lugar de partilhas, de troca de experiências, agregador de todos quantos promovem e usufruem do prazer de ler e estão interessados em alargar o seu ciclo de amigos e conhecidos.

  • O que oferece a Biblioteca de Livros Digitais?

Todos os interessados em inscrever-se como membros da Biblioteca têm direito a dispor de 1 Gigabyte de espaço de disco,  para guardar as produções que desejem vir a publicar nos livros que mais apreciam.

Os membros do da Biblioteca de Livros Digitais têm direito a participar nos múltiplos concursos e iniciativas promovidas pela organização.

  • Quem pode ser membro do clube?

Jovens entre os 8 e os 888 anos de idade interessados em

  • melhorar as competências de leitura e escrita,
  • partilhar competências e saberes,
  • participar em iniciativas integradas nas múltiplas formas de leitura e escrita, características do século XXI.

 

Livro infantil que causou protestos nos EUA, sai em Portugal

Agosto 2, 2016 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia do site https://www.noticiasaominuto.com/ de 4 de julho de 2016.

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 POR Lusa

 ‘Três com Tango’, escrito por Justin Richardson e Peter Parnell, com ilustração de Henry Cole, foi publicado originalmente em 2005 e, desde então, tem sido premiado, mas também alvo de tentativas de censura por abordar questões relacionadas com a adopção por casais do mesmo sexo.

No livro, os autores transpõem a história verdadeira, ocorrida há mais de dez anos no jardim zoológico do Central Park, em Nova Iorque, onde dois pinguins do mesmo sexo fizeram um ninho e tentaram chocar uma pedra. O tratador dos animais colocou um ovo no lugar da pedra e os dois pinguins acabam por formar família e adotar uma cria de pinguim.

A história verídica foi amplamente noticiada pela imprensa americana e chamou a atenção de Justin Richardson, psiquiatra, e do marido, Peter Parnell, dramaturgo, que decidiram depois escrever um pequeno conto para crianças.

Por fazer referência à homossexualidade e à constituição de uma família por casais do mesmo sexo, “Três com Tango” foi alvo nos Estados Unidos de mais de 500 queixas para que fosse retirado ou banido das bibliotecas escolares ou locais.

Na altura, a Associação de Bibliotecas dos Estados Unidos admitiu que mais nenhum outro livro para crianças teve tantas queixas como este nos Estados Unidos. Ainda assim, a associação distinguiu-o como um dos melhores livros de 2006.

Por imprimir valores sobre tolerância, respeito, individualidade e direito à constituição de família, ‘Três com Tango’ somou vários outros prémios nos Estados Unidos.

Com tradução de Gabriela Rocha Alves, ‘Três com Tango’ é editado em Portugal pela Kalandraka e recomendado para crianças a partir dos quatro anos.

mais informações sobre o livro no link:

http://www.kalandraka.com/pt/colecoes/nome-da-colecao/detalhe-do-livro/ver/con-tango-son-tres-4/

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