Técnicas do IAC trabalham nas ruas de dia e de noite

Janeiro 16, 2020 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) nasceu em 1983 com o objetivo de tirar jovens da rua. A realidade que existia, sobretudo nas ruas de Lisboa nessa altura, era muito triste. Eram inúmeras as crianças que viviam nas ruas e se dedicavam à prostituição, arrumo de carros ou roubos. Foi aí que surgiu a necessidade de criar o «Projeto Rua» em 1989.

Este projeto começou por intervir junto das crianças que vagueavam nas ruas de Lisboa, dormindo em grelhas de metro e sem qualquer apoio de instituições sociais. Foi um verdadeiro sucesso, tendo conseguido tirar mais de 600 crianças da rua e fazer com que voltassem às casas ou instituições de onde tinham fugido.

Visualizar esta reportagem do “Você na TV” da TVI de 15 de janeiro de 2020 no link:

https://tvi.iol.pt/vocenatv/dicas-curiosidades/jovens/ajuda/instituto-de-apoio-a-crianca-tira-criancas-da-rua

Leandro, Adriano e a mãe, portugueses sem abrigo em Paris

Janeiro 10, 2020 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 15 de dezembro de 2019.

Menores na rua são pouco comuns em Portugal – notícia do JN com dados estatísticos do IAC

Janeiro 7, 2020 às 6:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 15 de dezembro de 2019.

Rita Pereira levou amor, atenção, sorrisos e presentes às crianças do Instituto de Apoio à Criança

Dezembro 24, 2019 às 6:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da Revista Maria de 18 de dezembro de 2019.

Uma tarde diferente. Rita Pereira levou amor, atenção, sorrisos e presentes às crianças do Instituto de Apoio à Criança (IAC). Uma organização Não Governamental criada em 1983 por Manuela Eanes (mulher do antigo Presidente da República, Ramalho Eanes).

«Isto para mim é que é Natal. Em minha casa, o Natal é a união da família, aqui neste caso é a união de todas estas crianças do IAC e dar este amor, partilhar sorrisos e brincadeiras. Isto enche-me muito e faz todo o sentido», começa por dizer a atriz. Rita chegou ao IAC com as duas mãos cheias de presentes que conseguiu com a ajuda da Revista Maria, da Euroimpalabooks, ImpalaStore e Emei Europa, perto das 16.00, de quarta-feira.

De sorriso nos lábios explicou porque escolheu o IAC para dar um Natal mais feliz a algumas crianças.

Entrevista a Dulce Rocha – Presidente do IAC

«O Instituto de Apoio à Criança nasceu em 1983, já tem 36 anos e é uma Organização Não Governamental.  Foi criada pela drª Manuela Eanes. Tem sabido renovar as suas ideologias inovadoras, criou serviços pioneiros, como por exemplo o SOS Criança, que é um serviço telefónico anónimo, em 1988.

Na altura havia muito poucos e agora praticamente toda a Europa tem, os próprios estados já recomendam serviços desse tipo. Logo no ano seguinte foi criado o projeto das Crianças de Rua, que na altura também foi muito inovador.

O IAC soube aproximar-se dessas crianças, essa foi a grande inovação do Projeto Rua. Na altura eu estava no Tribunal de Menores de Lisboa, e apareciam-me lá crianças que viviam na rua, que participavam factos ilícitos, e sabia que iam lá voltar outra vez, mas quando vinham com o animador do IAC, eu sabia que já não iam aparecer porque o Instituto ia fazer um trabalho personalizado.

O IAC foi como o 25 de Abril para as crianças

O Instituto foi como um 25 de abril para as crianças. Por um lado podiam queixar-se, por outro lado sabiam que iam ter um acompanhamento.

Temos um serviço jurídico de acompanhamento importante, porque há muitos assuntos que precisam de um serviço desse nível, de um encaminhamento às vezes que é importante a nível jurídico. Temos um serviço que apoia as crianças nos hospitais, e também apoio psicológico que está muito ligado ao SOS Criança, muito importante nos casos em crianças de abuso sexual.

Temos recebido pedidos da própria polícia judiciária, do departamento de investigarão e ação penal porque a esse nível há um défice muito grande de especializados em que se consiga recuperar a criança. A recuperação psicológica é um dos novos diretos da convenção dos direitos da criança, que já fez 30 anos e temos apostado muito na participação das crianças e dos jovens, criar parcerias em todo o país.»

Entrevista a Matilde Sirgado – Coordenadora Projeto Rua

«Foi realmente um momento muito feliz, que agradecemos desde já a iniciativa. Isto vale a pena e está perfeitamente alinhado com a filosofia do Instituto de Apoio à Criança,nomeadamente com este Projeto Rua que vai de encontro às crianças nos seus bairros, da rua onde eles se encontram.

Levamos afeto, aliamos a técnica à afetividade, levamos a possibilidade de contactar com o mundo real, experiênciar em contacto com visitas socio educativas e atividades lúdicas. Fazemos no percurso escolar, que muitas vezes é adverso, há uma rejeição da escola a estes meninos e o IAC faz aqui um papel de mediador institucional de ligação com as famílias destas crianças para que tenham o direito a sonhar  com uma vida diferente, com sonhos.

Vocês vieram trazer brilho às nossas crianças, esperança e é isto que o IAC verdadeiramente agradece.

 Que crianças são estas?

Temos aqui a nossa intervenção representada nos três níveis. Temos o mais difícil , o mais duro, que são aquelas crianças consideradas invisíveis, que são vítimas a vários níveis do seu contexto familiar e por isso fogem. Estamos a falar de adolescentes que fogem para a rua e encontram uma realidade ainda mais pesada. Normalmente são exploradas por gente sem escrúpulos, por redes de tráfico quer para prática de violência sexual quer para prostituição, outros para pequenos furtos e preparam-nos para o mundo da marginalidade.

IAC fazendo giros diurnos e e noturnos com a unidade móvel lúdico pedagógica consegue ir ao encontro deles no contexto de risco onde estão e consegue resgatá-los desta vida e com eles conseguimos criar e delinear projetos de vida mais saudáveis. Temos alguns que fogem das instituições, o nosso objetivo é trabalhar as competências deles, motivações…

Neste trabalho de prevenção destaco também o nosso trabalho com as famílias, não podemos só trabalhar a criança, tem de haver um «match» muito positivo. E estas famílias são famílias que também sofrem, que foram abandonadas em crianças.

Costumamos dizer que a sociedade está perdida, que é uma geração rasca, nomeadamente estes quase pré marginais e nós provamos o contrário, criamos uma rede a nível nacional (Construir Juntos), para quebrar o isolamento social nesta área e nos jovens e nas crianças que são acompanhadas por estas instituições de norte a sul do país.»

Visualizar o vídeo da reportagem no link:

Rita Pereira realiza sonhos de crianças em tarde inesquecível: «Isto para mim é que é Natal»

A inauguração da nova Unidade Móvel do IAC-Projecto Rua é já no próximo dia 19 dezembro!

Dezembro 16, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Evento “Direito a Ser Criança ” 20 novembro em Lisboa, com a participação do IAC – Projecto Rua

Novembro 20, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.facebook.com/CPCJLisboaOriental/

O IAC – Projecto Rua em notícia da RTP1 no âmbito do 30º Aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança

Novembro 19, 2019 às 1:30 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A notícia contém declarações da Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, Tesoureira e Membro da Direção do Instituto de Apoio à Criança à RTP 1 no dia 18 de novembro de 2019.

Visualizar a reportagem no link:
http://bit.do/fhLPS

Crianças de Rua. “Hoje são menos mas o perigo é muito maior” notícia com declarações de Matilde Sirgado do IAC

Novembro 15, 2019 às 12:30 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 13 de novembro de 2019.

Estão mais vulneráveis ao crime organizado, às redes de tráfico de pessoas, à prostituição. As crianças que se encontram nas ruas já não o fazem exclusivamente por motivos financeiros. Fogem para dizer basta e, de certa forma, “vão à procura de um sonho” mas a realidade que encontram é muito diferente, explica ao Expresso o Instituto de Apoio à Criança, que em 2018 acompanhou 52 casos no distrito de Lisboa.

Era fácil reconhecê-las, “não só pelos locais onde estavam na cidade, mas também pelo seu aspeto”. As roupas estavam rotas, notavam-se os escassos cuidados de higiene. Hoje não é assim, embora crianças e jovens continuem a estar nas ruas. “Existem algumas situações de exclusão extremas, quase como encruzilhadas sociais”, diz ao Expresso Matilde Sirgado, coordenadora do Projeto Rua, que funciona como observatório social e é desenvolvido pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC). “É uma realidade que persiste em países da União Europeia, não é um problema de terceiro mundo.” Estão mais escondidos e quase todos fugiram de casa ou da instituição, como “não têm sítio onde ficar, acabam por se abrigar no sítio onde os sem-abrigo costumam ficar”.

“Hoje há menos crianças e jovens sem-abrigo, mas o perigo é muito maior. Estão mais vulneráveis ao crime organizado, ao tráfico de pessoas, à angariação de jovens, à prostituição”, diz Matilde Sirgado. “Há uma maior prevalência na faixa etária entre os 13 e 18 anos, mas o grande pico de idades é entre os 14 e 16 anos.”

Em 1989, o Projeto Rua acompanhou 162 crianças e jovens e nos anos seguintes o número oscilou, nunca passando para lá das centenas de casos: 610 em 1994, 300 em 1995. Com o novo século, dispararam para 758 e, em 2009, chegaram aos 1385. Foi em 2010 que o número cresceu como nunca antes: foram acompanhadas 1836 crianças e jovens. Há cinco anos, as estatísticas voltavam a valores próximos do século passado (471) e, em 2018, o IAC acompanhou ainda 52 processos (16 novos casos e 36 que transitam de anos anteriores).

Abrigam-se em locais mais protegidos, procuram esconder-se das autoridades e recorrem a balneários públicos e aos serviços das instituições e associações de intervenção, refere o relatório do IAC. Não ficam longos períodos de tempo na rua e rapidamente são detectados.

“Estamos a falar de jovens que têm as mesmas necessidades de todos os outros jovens destas idades. Muitas vezes vêm de contextos familiares carentes, muitos fogem de casa com o obvjetivo de dizerem basta. Vão à procura de um sonho, de uma realidade diferente e encontram um contexto muito diferente e muito mais complicado do que tinham imaginado”, explica Matilde Sirgado. “Os que fogem das instituições, diz-nos a experiência, não tem que ver com os lugares ou com os funcionários. Tem mais que ver com as medidas e as políticas sociais em vigor.”

Olhando para os 52 casos acompanhados em 2018, a maioria dos jovens é do sexo feminino (38) e tem 17 anos, embora o IAC note que esteja a crescer o número de fugas em idades mais jovens. “Hoje em dia, os fatores de risco de desestruturação psíquica são mais fortes. A fuga é, assim, um apelo desesperado, uma expressão possível de um grito de socorro perante tempestades emocionais que sucessivamente os abalaram”, pode ler-se no relatório. Todos têm nacionalidade portuguesa.

Adolescência: a idade de ruptura

Por criança de rua entende-se “todo o menor que entrou em rutura com a rede familiar ou comunitária, por abandono ou por escolha própria, de forma mais ou menos radical, passando, assim, a viver sob a sua própria responsabilidade”. Por vezes, descreve o IAC, sobrevive “através de atos mais ou menos ilícitos, pernoitando em locais destinados a sem-abrigo e com condutas antissociais progressivamente mais graves”, sendo considerada uma criança em “situação de marginalidade”.

A motivação dos jovens também mudou ao longo dos anos, hoje já não se foge ou se dorme na rua exclusivamente por razões económicas, aponta Matilde Sirgado. “Antes era sobretudo um problema de natureza económica. As crianças que estavam na rua mendigavam, eram forçadas a prostituírem-se. Atualmente é também por falta de acompanhamento, do contexto social, da rapidez com que a sociedade vive, da nossa sociedade toda ligada, das redes sociais. Saem da malha e alguns deles vêm das classes mais protegidas”, diz. “Por trás de uma fuga há uma série de problemas que ao mesmo tempo facilitam a fácil entrada no mundo do crime”, alerta ainda.

Entre os casos do ano passado (52), a maioria esteve em determinado momento da vida exposto a “modelos de comportamento desviante” (29). Pelo menos 16 não frequentavam a escola, oito consumiam droga e quatro estavam em situação de sem-abrigo. Há ainda registo de casos esporádicos como roubo (3), mendicidade (3), consumo de álcool (2), prostituição (2) e tráfico de estupefacientes (2).

“Cada vez mais cedo iniciam a experimentação de substâncias psicoativas, procurando um aumento de bem-estar e também enquanto desejo de provocação, de desafio e aceitação no plano social, no limite ao ilícito. É devido à desestruturação da sua vida, à falta de competências sociais, à reduzida capacidade de autocontrolo emocional e à falta de hábitos de planificação, que estes adolescentes e jovens procuram soluções imediatas, que na maioria dos casos não se apresentam como respostas saudáveis”, acrescenta o relatório.

O Projecto Rua do IAC tem como objetivo principal a intervenção no distrito de Lisboa em situações de emergência face a crianças, adolescentes e jovens desaparecidos e/ou explorados sexualmente com especial incidência sobre os que se encontram em fuga (casa ou instituição). É a equipa que vai até aos jovens, que os procura e tenta tirá-los da rua, com o objetivo de os ajudar a terminar com a fuga e a reintegrarem-se.

Inauguração da Unidade Móvel Lúdico Pedagógica do IAC Projecto Rua

Novembro 5, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Voluntários da AD&C ajudam a recuperar Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil do Instituto de Apoio à Criança

Outubro 9, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito da Semana do Voluntariado (iniciativa prevista no Plano de Responsabilidade Social e Ambiental da AD&C 2019/2020) a Agência para o Desenvolvimento e Coesão lança o desafio a todos os colaboradores/as de recuperar o espaço exterior do Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil – Zona Centro, do Instituto de Apoio à Criança. Esta acção vai realizar-se na semana de 14 a 18 de Outubro e organiza-se em duas fases ao longo da semana com uma equipa de limpeza e jardinagem e uma equipa de pintura e decoração.

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