2ª Edição do Concurso “Conta-nos uma história!” – Podcast na educação

Outubro 31, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“O Ministério da Educação (ME), através da Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Microsoft, lança a 2ª Edição do concurso “Conta-nos uma história!” – Podcast na educação.

Esta iniciativa pretende fomentar a dinamização de projectos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital de áudio e vídeo.

O acto de contar histórias desempenha um papel extremamente relevante nas aprendizagens dos alunos destes níveis de educação e ensino, quer na aquisição de conhecimentos, competências e valores quer nas actividades de carácter mais lúdico.

As histórias a admitir a concurso podem ser originais ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas e outros textos já existentes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc. Em todos os casos, devem conter um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos.”

Mais informações Aqui

Actividades SeguraNet 2010/11

Outubro 30, 2010 às 1:04 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“As Actividades SeguraNet 2010/11, dirigidas aos 2.º, 3ºCiclo e ao Ensino Secundário, têm hoje, dia 15 de Outubro, o seu início, encontrando-se já disponíveis os primeiros desafios, para os alunos e encarregados de educação.

Para participar nas Actividades SeguraNet todas as escolas vão ter de efectuar uma (nova) inscrição/registo recorrendo ao código GEPE e à respectiva password. (Instruções aqui- Escolas, Professores, Alunos e Encarregados de Educação).

 

Consulte o regulamento.

Para este ano lectivo a calendarização dos Desafios é a seguinte:

Equipas de Professor e Alunos:

  • Outubro        Segurança do Computador
  • Novembro   O uso educativo da Web
  • Dezembro    Comércio Electrónico
  • Fevereiro     Cyberbullying
  • Março            As Redes Sociais
  • Abril               Jogos e Consolas
  • Maio               Telemóveis

Equipas de Encarregados de Educação:

  • Outubro/Novembro   Segurança do Computador/ O uso educativo da Web
  • Dezembro/Março        Comércio Electrónico/ Cyberbullying/ As Redes Sociais
  • Abril/Maio                     Jogos e Consolas/ Telemóveis

Informamos que, neste momento, as equipas de Professor e Alunos, já podem responder ao primeiro Desafio, podendo fazê-lo até ao dia 15 de Novembro de 2010.

As equipas de Pais também já podem responder ao desafio trimestral que estará disponível até 31 de Dezembro de 2010.

Em breve será anunciado o lançamento das actividades para o 1.º Ciclo.”

Bullying pode dar prisão se o agressor tiver mais de 16 anos

Outubro 29, 2010 às 7:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 29 de Outubro de 2010.

Por Natália Faria

Criminalização aprovada ontem na reunião do Conselho de Ministros foi aplaudida por representantes dos professores.

Um aluno com mais de 16 anos que cometa um acto tipificado como bullying poderá ser condenado a uma pena de prisão até cinco anos. Se dos actos praticados resultar a morte da vítima, a pena “poderá ser agravada entre três e dez anos”, segundo a proposta de criminalização da violência escolar, aprovada ontem na generalidade em Conselho de Ministros (CM).

O documento, que vai agora ser discutido entre os parceiros sociais, antes de ser submetido à Assembleia da República, abrange “os maus tratos físicos ou psíquicos, incluindo castigos corporais, privações da liberdade e ofensas sexuais a qualquer membro da comunidade escolar a que também pertença o agressor”.

Segundo o Ministério da Educação (ME), as “situações menos graves” serão resolvidas pelos responsáveis escolares – com recurso a instrumentos como o estatuto do aluno que já prevê a possibilidade de suspensão do agressor. Quanto às situações mais graves, as punições poderão compreender penas de prisão “de um a cinco anos”, desde que o agressor seja criminalmente imputável, ou seja, tenha mais de 16 anos. Sempre que se verifique “ofensa grave à integridade física”, a pena de prisão poderá ser agravada “entre dois e oito anos”.

Se o crime for praticado por jovens dos 12 aos 16 anos, apesar de estes serem inimputáveis para efeitos de lei penal, “a criação do crime de violência escolar permitirá a aplicação de medidas tutelares educativas”, ainda segundo o ME.

Para além da punição, “pretende-se que a criação do novo crime de violência escolar produza um efeito dissuasor, contribuindo para a manutenção da necessária estabilidade e segurança do ambiente escolar”, lê-se no comunicado do CM. Apesar de concordar que a criminalização poderá ter um efeito dissuasor, o psiquiatra Daniel Sampaio avisa que a criminalização “pura e simples” poderá levar pais e professores a demitirem-se do problema. “É preciso é organizar a escola no combate à violência através de um trabalho partilhado entre alunos, professores e pais”, advertiu ao PÚBLICO, sem, contudo, conhecer os pormenores da proposta governamental.

A tipificação da violência escolar como crime público (deixando de exigir queixa para ser investigado) foi suscitada pelo procurador-geral da República, Pinto Monteiro, em Março. No ano passado, a PGR abriu 146 inquéritos por violência escolar, o que traduziu um aumento de 20 por cento relativamente aos 122 inquéritos abertos em 2008. O último relatório Escola Segura, por sua vez, deu conta de uma diminuição das agressões entre alunos (1029 em 2008/2009 contra as 1317 no ano lectivo anterior), mas apontou para um aumento das agressões contra professores: 206 casos em 2007/2008 contra os 284 do ano lectivo seguinte.

Na reacção, o presidente da Associação Nacional de Professores, João Grancho, aplaudiu a iniciativa. “Passaremos a ter outros instrumentos de resposta que funcionam nos dois sentidos: quer na perspectiva sancionatória, quer na dimensão preventiva, porque se acaba com o sentimento de impunidade”, enfatizou Grancho. Do lado da Federação Nacional de Educação, João Dias da Silva considera que a criminalização da violência escolar se justifica, “até pelas ferramentas poderosíssimas que hoje existem associadas ao Bullying“. Mas “a prevenção não pode ser descurada, nomeadamente por via da formação dos agentes educativos e das associações de pais”.

A par da iniciativa legislativa, o ME vai promover cursos de formação sobre violência e gestão de conflitos na escola. Neste ano lectivo, a formação, a cargo da Faculdade de Psicologia de Coimbra, deverá chegar a 225 docentes.

ExpoTrakinas 2010 – Feira de Animação, Produtos e Serviços para Mamãs, Bebés, Criança e Jovens

Outubro 29, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“De 29 de Outubro a 1 de Novembro, o Parque de Exposições de Aveiro acolhe a ExpoTrakinas 2010 – Feira de Animação, Produtos e Serviços para Mamãs, Bebés, Criança e Jovens. A organização preparou um vasto programa de actividades lúdicas e pedagógicas destinadas aos mais novos e a todos os que convivem diariamente com eles. Este é um projecto da Animeventos, Organização de Eventos, Lda., empresa direccionada para a Organização e Animação de Eventos.”

Mais informações Aqui

35% das crianças precisam de óculos

Outubro 29, 2010 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do Metro de 14 de Outubro de 2010.

Curso de Introdução à Musicoterapia

Outubro 28, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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CD Tabuada

Outubro 28, 2010 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Divulgação | Deixe um comentário
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“O CD “Tabuada” junta vários músicos portugueses, como Lúcia Moniz, Sam the Kid, Os Pontos Negros e Macacos do Chinês, e visa ensinar a tabuada de uma forma mais divertida.” Projecto da autoria de Rute Moreira. Ouvir a entrevista da autora na Antena 1 Aqui

 

‘Alerta Rapto’ nunca foi accionado em Portugal

Outubro 28, 2010 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Diário de Notícias de 27 de Outubro de 2010.

 

por PAULO JULIÃO

Programa foi criado há mais de um ano, mas não houve ainda um caso de rapto ou sequestro que justifique o alerta nacional. Mas está tudo a postos, garante a PJ.

Desde Junho de 2009 que a Polícia Judiciária e o Ministério Público coordenam o Gabinete de Crise do programa “Alerta Rapto” para gerir casos de desaparecimento suspeito de menores, mas até hoje esse sistema, que chega a envolver alertas em 15 minutos nas televisões, rádios e até em autocarros, nunca foi utilizado. Porquê? Em 16 meses de operação não foi identificado nenhum desaparecimento que observe as premissas básicas para accionar o sistema. No entanto, garante a PJ, tudo está a postos, caso o dia chegue.

É que, como contou ao DN o director adjunto da PJ, Pedro do Carmo, a decisão de lançar o alerta é tomada pelo procurador-geral da República juntamente com a PJ e “em função dos elementos recolhidos pelos investigadores e dos interesses da vítima”. O próprio protocolo prevê uma mensagem de alerta de âmbito local ou nacional. Um alerta que, no entanto, só será lançado pelo Gabinete de Crise em caso de rapto ou sequestro e não de rapto parental ou simples desaparecimento, sendo a vítima sempre menor de 18 anos. Isto porque o “grosso dos desaparecimentos encontram-se nesta faixa etária”, admite. Quanto à decisão, tendo em conta tratar-se de um alerta rápido, obrigará a que seja imediata sobre o grau de importância de cada caso e, consequentemente, a necessidade de lançar o alerta ou não.

“É isso que tem feito a diferença. Dos casos que nos chegaram, nenhum se enquadrou neste perfil”, explicou Pedro do Carmo, encarregado deste Gabinete de Crise que, na prática, nunca foi utilizado: “Não há qualquer frustração nisso. Estamos prontos se isso for necessário, aliás, nos últimos meses tivemos em cima da mesa um ou dois casos em que o alerta esteve para ser lançado, mas felizmente surgiram depois outras informações”, explicou.

Para este operacional da PJ, o “Alerta Rápido de Rapto de Menores” é como “uma técnica avançada para tratar uma patologia muita grave, mas que queremos que nunca seja usada”, confidenciou. Garante que apesar das limitações de operacionalidade da equipa, por ausência de casos, como funciona com meios afectos da PJ e do MP “está sempre preparada para qualquer situação”. É que o “qualquer situação”, ou seja, o accionar do alerta, poder ser somente o quase parar o País.

Desde a emissão em simultâneo de anúncios de televisão, de rádio, nas estações de Metro ou autocarro ou nos painéis das auto-estradas, estas são vias a serem usadas para divulgar os dados preliminares da criança desaparecida. “Como a cor do cabelo, o nome, a roupa ou como desapareceu. No entanto, na nossa avaliação pode haver uma situação que não se justifica lançar o alerta, exactamente pelo raptor ser demasiado perigoso”, acrescentou.

Com este projecto, PJ e MP envolveram a sociedade civil num caso que, a acontecer, acabará por mexer com todo o País. “Nós não obrigamos ninguém a emitir estas mensagens escritas ou radiofónicas. A sociedade civil é que se associou connosco e estamos a falar, com certeza, de muitos prejuízos se um dia o alerta for accionado no meio de uma importante publicidade. Mas é o compromisso deles, de ajudar a sociedade quando for necessário”, explica ainda o director adjunto da PJ.

Portugal conta assim com um sistema integrado que, através de mensagens a cada 15 minutos, solicita informações e divulgam os casos de desaparecimento através de várias plataformas, desde rádio locais a terminais de transportes.

Idealizado pelo Ministério da Justiça (MJ) e Polícia Judiciária, e que consiste em criar um mecanismo de alerta rápido contra o rapto de crianças, obrigatoriamente compatível com outros sistemas idênticos já existentes em vários países da União Europeia e até nos Estados Unidos.

Neste alerta, nos media, será possível passar informações como o nome, descrição da roupa que vestia e física do menor, assim como marca, modelo e até matrícula de uma viatura suspeita de envolvimento no rapto.

1100 casos de desaparecidos em 2009

Outubro 27, 2010 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 27 de Outubro de 2010.

A PJ contabilizou em 2009 cerca de 1100 casos de jovens desaparecidos entre os 12 e os 18 anos. “Para já preferimos continuar sem este tipo de casos, mas, se isso acontecer, estamos prontos a agir e a sair para o terreno”, explica o director adjunto Pedro do Carmo. Com o “Alerta Rapto”, enquanto estiver accionado, as informações difundidas pelas rádios locais permitem “multiplicar” o número de pessoas à procura de determinada viatura suspeita ou outro elemento a divulgar naquela região, especificamente, explicam os responsáveis pelo programa, que contará com um Gabinete de Crise nas instalações da Polícia Judiciária.

Internet Segura para Pais e Educadores

Outubro 27, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“O Centro Oeiras a Ler irá promover em Novembro na Biblioteca Municipal de Algés a acção de formação:

– Internet Segura para Pais e Educadores – 06 de Novembro de 2010, Sábado, das 10h às 17h30

Acção de formação ministrada pelo Professor Hélder Cacito da Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas/ Plano Tecnológico de Educação. Nesta acção pretende-se sensibilizar para a utilização esclarecida, crítica e segura da Internet em particular pelas crianças e jovens.

Dirige-se principalmente a pais e educadores.

Informações e inscrições: BMAlgés, tel. 210977480/1, lgoncalves@cm-oeiras.pt (Luís Gonçalves)”

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