V Conferências em Jogo e Motricidade na Infância, 16-17 março em Coimbra – Com a participação de Ana Lourenço e Marta Rosa do IAC

Março 11, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Ana Lourenço e a Drª Marta Rosa do Sector da Actividade Lúdica do Instituto de Apoio à Criança, irão participar na conferência no dia 17 de março com a comunicação “O Sector da Actividade Lúdica na defesa do direito de Brincar”.

mais informações no link:

https://www.esec.pt/eventos/v-conferencias-em-jogo-e-motricidade-na-infancia

 

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Comunicado do Instituto de Apoio à Criança sobre I Encontro Natália Pais

Março 9, 2018 às 4:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“A Importância do Brincar”: ação de sensibilização do IAC – Fórum Construir Juntos

Março 6, 2018 às 3:34 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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I Encontro Natália Pais – “Actividade Lúdica – Passado, Presente e Futuro” 12 de março na ESE de Lisboa

Janeiro 23, 2018 às 4:44 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) irá homenagear Natália Pais, sócia fundadora do IAC e grande mentora do Sector da Actividade Lúdica, que nos deixou recentemente.
Assim, temos o prazer de o convidar para o I Encontro Natália Pais, que se irá realizar no dia 12 de março de 2018, no Salão Nobre da Escola Superior de Educação de Lisboa, sob o tema “Atividade Lúdica – Passado, Presente e Futuro”, iniciando agora o que se prevê ser uma série de encontros com o seu nome.

As inscrições até o dia 7 de março.

mais informações no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-al/noticias-atividade-ludica/item/925-i-encontro-natalia-pais-actividade-ludica-passado-presente-e-futuro

 

 

Ludi’Cidade 2017 – 20, 21 e 22 de Outubro no Porto

Outubro 18, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/AssociacaoLudotecasPorto/

Jogos da nossa infância

Setembro 26, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site https://pumpkin.pt/

Jogo do Mata.

O nome é pouco amigável, mas prometemos horas de diversão. Só precisam de uma bola e de fazer duas equipas com o mesmo número de jogadores. Se for preciso, convidem os amiguinhos, os primos ou desafiem mais adultos a participar. Vão adorar voltar à infância e ainda fazem exercício.

Regras.

O objetivo do jogo é “matar” todos os jogadores da equipa adversária (e tentar não morrer!). Só se pode jogar com as mãos.

O jogo não tem duração definida: quando uma equipa eliminar todos os jogadores adversários, podem recomeçar.

Só precisam de uma bola, preferencialmente mais pequena do que as típicas bolas de futebol.

Delimitem o espaço de jogo em quatro áreas: dois meios-campos e duas áreas mais pequenas no fim de cada lado (área do piolho).

Cada equipa ocupa o seu meio-campo, com excepção do jogador que será o piolho e que ocupará essa área na zona do piolho instalada no meio-campo da equipa contrária.

Os jogadores que estão no meio-campo têm que trocar passes com o piolho. Quando atingirem os 10, e se a bola não cair no chão, podem tentar “matar” um adversário.

Um jogador “morre” quando a bola lhe acerta.

O primeiro jogador de cada equipa a “morrer” substitui o piolho inicial. À medida que outros jogadores vão morrendo, ocupam também a área do piolho, mas já não podem regressar ao meio-campo nem agarrar a bola.

Bota Botilde/Limão.

Quem é que não se lembra da Bota Botilde, a famosa mascote do programa de televisão “1, 2, 3”? Este fenómeno de audiências transversal a todas as idades teve tal impacto que nos anos 80 todas as crianças andavam com a bota botilde no pé… mas não era calçada!

A Bota Botilde era um brinquedo que não só promovia a agilidade e a condição física, como potenciava a vontade de ultrapassar desafios e estabelecer recordes. A mecânica é muito simples: uma corda tem na extremidade uma argola (que se coloca no tornozelo) e na outra tem uma, no caso, bota. A criança só tem que fazer rodar o brinquedo, saltando por cima da corda sem pisar a outra extremidade.

Infelizmente a Bota Botilde já não existe, mas pode encontrar no mercado alternativas mais modernas e igualmente divertidas: Skip It e Argola de Pé para saltar.

Acha que consegue dar mais saltos do que eles?

Jogo do Prego.

Regras.

Vão precisar de um prego com entre 15 a 20 cm de diâmetro, e de um espaço com areia solta onde possam jogar. Podem comprar o prego em qualquer loja de ferragens (o nosso custou 20 centimos).

O objectivo é espetar o prego na areia pelo bico, atirando-o como mandam os desafios:

O prego, depois de atirado à areia, tinha que ficar espetado, e contava como válido, desde que tivesse o topo fora da areia – ou seja, desde que o topo não estivesse em contacto com a areia, o que implicava que não estivesse caído, na horizontal. Se o jogador não fosse bem sucedido, e o prego tivesse caído, passava o “jogo” para o seguinte, iniciando uma nova série com as várias posições indicadas.

Para os jogadores mais avançados há o nível à espanhola, em que a série acima é feita pegando no prego ao contrário, pela cabeça, o que implica uma pirueta no ar antes da aterragem do prego.

Berlinde.

Para jogar ao berlinde não existem leis universais. Os jogos variam de país para país, de cidade para cidade, de rua para rua. Conta a criatividade das crianças e a memória dos pais.

No entanto, os mais comuns são talvez o jogo “dos buraquinhos” ou “dos círculos”: podem cavar vários buraquinhos ou desenhar círculos no chão. Os jogadores devem, com um impulso do polegar, acertar no alvo.  Os jogadores seguintes devem tentar acertar no berlinde dos companheiros, e se conseguirem retirá-los do círculo/buraco, podem ficar com eles.  Vence aquele que ficar com mais berlindes no fim.

Jogo do Fio.

Um fio de lã ou um cordel pesca e temos diversão assegurada durante horas. A sequência de movimentos parece infinita e é muito desafiante tentar ter uma nova ideia para passar o fio para as nossas mãos sem destruir as formas anteriores.

Os miúdos rapidamente aprendem e adoram!

Talvez seja difícil entender com as palavras, mas o vídeo dá algumas pistas. Conseguem reproduzir?

Macaquinho do chinês.

Um jogo divertido para fazer em qualquer lugar (até numa piscina!)

Junto e de frente para uma parede está um jogador, de costas voltadas para os outros participantes. Este jogador vai dizer “um, dois, três, macaquinho do chinês”

Enquanto esta frase é dita os jogadores deslocam-se o mais depressa possível para a parede.

Quando o jogador terminar a frase volta-se para os participantes do jogo.

Os jogadores que forem apanhados em movimento regressam ao ponto de partida.

Ganha o primeiro que conseguir tocar na parede ou no jogador da frente sem ser visto.

 

 

IAC-FCJ e o Projeto “Coimbra a Brincar” 2017

Julho 21, 2017 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Projeto “Coimbra a Brincar” é uma iniciativa da Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra (APCC) e pretende assinalar o Dia Internacional do Brincar, dia 28 de Maio.

O IAC-FCJ, parceiro deste projeto desde o seu início, divulgou o projeto através de um conjunto de atividades lúdicas que designámos por “Vamos todos brincar no pátio da escola”, no dia 20 de abril na Escola Escola EBI/JI Prof. Doutor Ferrer Correia, no Senhor da Serra, Miranda do Corvo e o dia 4 de maio no Agrupamento de Escolas Escalada na Pampilhosa da Serra, em parceria com as respetivas equipas GAAF. Participou ainda na Parada de divulgação pelas ruas da cidade de Coimbra no dia 16 de maio.

O IAC-FCJ tentou trazer, para os dias atuais, os jogos e brincadeiras de outros tempos. Foram muitos os risos e os sorrisos e uma enorme vontade de brincar. Momentos preciosos, que os alunos vivenciaram com entusiasmo, aderindo às várias propostas com curiosidade e alegria, porque brincar é conviver, é partilhar e deveria ser inato a todas as crianças!

 

 

A brincar se seduz, manipula e convence. É a base da educação

Junho 28, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://www.dn.pt/ de 28 de maio de 2017.

Tony Dias/Global Imagens

Desde o primeiro momento que a ligação entre pais e filhos se faz pelo brincar, é a receita para a felicidade e já tem um dia mundial

Leonor é a médica e a sala de brincar o consultório. Este é o espaço que dá acesso ao mundo da fantasia, aquele onde tudo é possível. Leonor abre a mala de médico – oferecida pelo avô -, veste a bata branca e coloca o estetoscópio ao pescoço. “Foi a melhor prenda da vida dela”, diz a mãe, Margarida Cerveira. No consultório está tudo a postos para a doutora de cinco anos começar a cuidar da borbulha da irmã Sofia, de 1 ano e meio. Usa um pouco de creme, que, como explica ao DN, “é para tirar as dores”. Enquanto isso, Frederico, de 7 anos, o mais velho dos três irmãos, diverte-se a montar legos com o amigo David. Não há tempo a perder, a hora de almoço está quase a acabar.

Duas vezes por semana, Margarida, psicóloga, e o marido, Artur Figueiredo, agente cultural, unem esforços para passar a hora de almoço com os filhos. Uma forma de tentar contrariar a correria do dia-a-dia. E sempre que possível brincam. “A base da educação parental é o brincar. É a linguagem que as crianças melhor entendem”, diz–nos a mãe. Mudaram de casa há pouco tempo e ainda não há televisão. “Não temos uma cultura televisiva”, explica. Ao fim de semana, Frederico dedica meia hora por dia aos jogos de computador. Não há tablets, nem o vício de mexer nos smartphones dos pais, que não se consideram extremistas, mas ressalvam que os preocupa que “os miúdos fiquem muito dependentes das máquinas”.

É no quarto de brincar que os três irmãos se divertem, soltam a imaginação. Da estante de livros tiram as histórias que querem ouvir à noite. Sofia sabe onde estão os seus, na prateleira de baixo. As bonecas, os puzzles, os jogos, as peças da Playmobil convivem com alguns brinquedos do tempo dos pais. A ideia é deixá-los brincar. E, sempre que possível, ao ar livre, no quintal, num parque ou na quinta dos avós. “A profissão deles é brincar”, frisa Margarida. “E gostam que brinquemos com eles”, acrescenta Artur. Para o casal, “devia ser obrigatório ter meia hora por dia para brincar com as crianças”.

A ideia de que as brincadeiras estão na base da educação é partilhada por Beatriz Pereira, investigadora do Centro de Investigação em Estudos da Criança, da Universidade do Minho, que falou com o DN a propósito do Dia Mundial do Brincar, que hoje se comemora: “É absolutamente indispensável que os pais brinquem com os filhos. Todas as famílias com crianças pequenas deviam ter acesso a condições que lhes permitissem fazê-lo, porque é preciso tempo.” Os primeiros contactos com o bebé e as formas de comunicação são lúdicas. “É através do jogo que são feitas as aprendizagens de cooperação, partilha, das regras”, prossegue a investigadora. Mesmo antes de nascer, o bebé já brinca. “Brinca na barriga da mãe e sabe-se, por registos ecográficos e outros estudos, que se entretém. Brinca e utiliza o seu próprio corpo para isso”, explica o pediatra Mário Cordeiro. Além de ouvirem, “os bebés veem desde muito cedo e apercebem-se de alguma luminosidade que chega através da parede abdominal da mãe”. Se calhar, “veem sombras chinesas e devem divertir-se a vê-las”, argumenta.

O pediatra diz: “O brincar com o seu corpo, com o dos pais e com os brinquedos ou com qualquer coisa que passe ou que esteja ao seu alcance é importante e uma brincadeira.” Só que os adultos estão tão ocupados que, por vezes, nem reparam em “como magníficas são as crianças a brincar… e a manipular, seduzir e convencer”.

Brincar pode parecer simples, mas é uma das atividades mais elaboradas. Mário Cordeiro diz que “desenvolve a criatividade, o imaginário, a imaginação, a alternância, o sentido figurativo e representativo, e a organização dos gestos, das falas e dos cenários”. E não exige brinquedos. “Os bebés servem-se do próprio corpo e brincam com as mãos e com os pés. Os mais velhos agarram em dois ou três objetos e fazem deles o que querem, inventam histórias e ações.”

Brincar, a receita da felicidade

Beatriz Pereira avisa que “uma criança que não brinca é infeliz”. “A vida das crianças estará em risco se não tiverem espaço e tempo para brincar.” A investigadora defende que “é absolutamente necessário que, até aos 6 anos, as crianças tenham grandes períodos para brincar livremente, sem orientação dos professores, e se possível ao ar livre”. Além de estar associado a estilos de vida ativos e saudáveis, brincar é “essencial para o desenvolvimento integral, onde se destaca o desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo”.

Quanto mais pequenas são as crianças, maior a necessidade de brincar. “É preciso que não tenham a agenda muito preenchida com atividades.” Outro entrave são, muitas vezes, as tecnologias. “Aparecem muitas vezes para dar lugar à falta de tempo dos pais para levar as crianças para espaços ao ar livre”, lamenta a investigadora da Universidade do Minho. Não se pode impedir que tenham contacto com a tecnologia, “mas é essencial brincar ao ar livre, o brincar espontâneo, sujar-se, esmurrar-se”. Para aprender os limites, a criança tem de saber até onde pode ir.

Cultura do “quero tudo, já”

Brincar é também aprender a lidar com sentimentos menos bons. “As brincadeiras reais, fantasistas, permitem à criança, desde muito cedo, sublimar algumas frustrações e aprender a gerir o stress e a contrariedade, o que é fundamental nos nossos dias, já que, na nossa sociedade, gravitamos muito à volta do “quero tudo, já!”, e qualquer obstáculo ou dificuldade é sentida como uma agressão do outro, levando a sentimentos de raiva, violência ou vitimização”, afirma Mário Cordeiro. Muitas vezes, a própria brincadeira serve para “ar- quitetar situações em que a criança pretende, afinal, exprimir as suas angústias, revelar o que vai na alma e dar sinal dos problemas que a atormentam”.

Através da brincadeira, defende o pediatra, “devemos fazer que se promova, nos nossos pequenos ecossistemas, culturas de segurança, de afetos, de gestão pacífica de conflitos e, antes de mais, uma cultura lúdica, de prazer e de brincadeira”. Dentro do Homo sapiens é preciso recuperar “o Homo ludens, ou seja, durante toda a vida, é preciso manter a parte da brincadeira e da criatividade (e de expressão de sentimentos) para que a vida seja mais longa, mais tranquila e com mais momentos de felicidade”.

 

 

Intercâmbios Europeus de Jovens – Oportunidades para este verão, em Lisboa

Junho 8, 2017 às 4:01 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O  Clube Intercultural Europeu – associação socioeducativa de Lisboa – co-organiza este verão, em Lisboa, três intercâmbios de jovens juntando jovens vivendo em França e em Portugal.  

Espaços de aprendizagens, de animação, de atividades diversas, de convívio e partilha intercultural, apoiadas pelo Programa Erasmus + Juventude.

Preço de inscrição para cada intercâmbio: 50 euros incluindo seguro, alojamento, alimentação, transportes locais, atividades. Sendo que no e com o Clube ninguém fica de fora por motivos financeiros, pelo que não hesites em falar connosco.

 Estas são oportunidades imperdíveis para jovens dos 15 aos 25 anos!

Mais informações por mail clubeinterculturaleuropeu@gmail.com ou por telefone 213140073

Agradecemos todo o apoio na divulgação e esperamos encontrar-vos este verão!

https://clubeinterculturaleuropeu.wordpress.com/

https://www.facebook.com/clubeinterculturaleuropeu/

 

Dia Mundial do Brincar 2017 nos Jardins do Palácio de Belém! 28 de maio

Maio 19, 2017 às 12:30 pm | Publicado em Actividade Lúdica, Divulgação | Deixe um comentário
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No dia 28 de Maio, os Jardins do Palácio de Belém estarão abertos das 10h às 17h com atividades especialmente dedicadas a crianças e famílias, tais como: pinturas faciais, insufláveis, shiatsu, jogos de tabuleiro, jogos tradicionais, circuitos de atividade física, atividades artísticas, entre outras.

Este evento, organizado pelo IAC, será de entrada livre para toda a família.

Divulguem e venham BRINCAR connosco.

 

mais informações no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-al/noticias-atividade-ludica/item/879-dia-mundial-do-brincar-2017-nos-jardins-do-palacio-de-belem

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