O IAC e o Direito a Brincar

Setembro 4, 2020 às 3:39 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Direito a Brincar um caminho para o futuro

O papel do IAC no Direito a Brincar

Ludotecas e o COVID19

Julho 2, 2020 às 4:10 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Face à situação de Pandemia Mundial pelo COVID19, foram divulgadas Recomendações Internacionais para o funcionamento das Ludotecas.

Dia Mundial do Brincar

Julho 2, 2020 às 2:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Desde 2018 a ITLA tem lançado uma serie de propostas para a celebração deste efeméride, desafiando escolas, família e a comunidade a juntar-se aos mais de 40 países que assinalam este dia, um pouco por todo o mundo. Fique a conhecer as propostas!

Brincar é um direito para as crianças e jovens

Julho 2, 2020 às 9:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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O Setor da Actividade Lúdica defende e promove, há mais de 30 anos, o Direito a Brincar. Porque é a forma natural das crianças crescerem, se desenvolverem e serem felizes! Porque, mesmo em adultos, a ludicidade é fundamental para que se encare a vida de forma desafiante, se pense de forma criativa e se inove. Porque em todos os locais onde as crianças passam o seu tempo, na escola ou na família por exemplo, as oportunidades lúdicas que lhes são proporcionadas têm impacto na sua saúde física, mental e social e contribuem para o seu bem-estar.

Creche em Lisboa quer introduzir novidades de forma lúdica e divertida

Maio 29, 2020 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 15 de maio de 2020.

LUSA

Com poucas crianças em sala, nesta primeira fase, a creche Paço de São Francisco crê que será essencial introduzir as mudanças de forma divertida, para que não causem tanta estranheza e as crianças até possam achar piada à experiência.

Circuitos de entrada e saída das crianças, salas mais vazias, sem brinquedos difíceis de higienizar, pais que ficam à porta e horários reduzidos são algumas das mudanças numa das milhares de creches que reabrem na segunda-feira.

A reabertura progressiva das creches arranca na próxima semana, depois de encerradas durante cerca de dois meses como forma de conter a propagação do novo coronavírus, e, na Creche Paço de São Francisco, em Lisboa, ultimam-se os preparativos para o regresso.

Tanto as educadoras de infância como a directora concordam que, nesta fase, será essencial introduzir as novidades de forma lúdica e divertida, para que as mudanças não causem tanta estranheza e para que as crianças até possam achar piada à experiência.

“É como se estivessem a entrar numa missão a Marte”, exemplifica a directora, sugerindo também que as crianças que se sentem nas mesas individuais do refeitório sejam nomeadas o rei ou a rainha da sala naquele dia.

“Eles vão ver uma nova realidade, mas eu acho que nós vamos pintar com arco-íris essa realidade e o que queremos é que eles se sintam bem”, afirma Inês Cancela, sublinhando que esta é uma fase para as educadoras se reinventarem, seja nas actividades, seja nos afectos, com abraços diferentes e sorrisos tapados por máscaras e expressos pelo olhar.

Regressam apenas 14 crianças

Entre as mais de 40 crianças que em Março estavam inscritas nesta creche, apenas 14 vão regressar já em Maio e a directora, Inês Cancela, admite que este número reduzido facilitou a adaptação dos procedimentos e dos espaços à nova realidade, um trabalho que envolveu um grande esforço da equipa.

“Foi, literalmente, calçar os sapatos e tentar perceber o que é isto aplicado à creche, ou seja, que orientações é que a Direção-Geral da Saúde (DGS) nos deu, que nós tínhamos de aplicar aqui na nossa escola”, contou à Lusa.

Segundo Inês Cancela, a principal alteração foi na entrada e saída das crianças. No espaço exterior, as linhas verdes no chão indicam a distância de segurança que os pais devem manter enquanto esperam para entregar os filhos a uma educadora, que fica à porta a receber as crianças, uma vez que a entrada aos pais passa a estar interdita, para não comprometer a “zona limpa”.

Esta “zona limpa” é todo o espaço interior da creche, onde não entram brinquedos ou calçado do exterior, conforme as indicações da DGS, que prevêem também que o número de crianças por sala seja reduzido para maximizar o distanciamento entre elas.

Na Paço de São Francisco não vai ser necessário dividir as turmas, uma vez que, para já, só vão regressar 14 crianças, desde os quatro meses aos três anos.

“Em termos de distanciamento das crianças, nós vamos tentar garantir aquilo que a DGS e a Segurança Social nos pedem, sendo que com 14 crianças agora é mais fácil, mas quando em Junho tivermos a lotação das crianças que esperamos ter vai ser um desafio maior”, admite a directora, explicando que, nessa altura, espera voltar a receber pelo menos cerca de 32 crianças.

Além da dinâmica mais rigorosa à entrada, também a monitorização das crianças vai ser maior nesta fase e uma das novas medidas passa pelo controlo da temperatura de manhã, ao final do dia e depois da sesta.

“São crianças que já percebem toda a dinâmica”

A última semana foi dedicada à higienização, à definição dos novos procedimentos e à reorganização dos espaços. Nas paredes dos corredores, os desenhos feitos pelas crianças estão agora intercalados com as orientações da DGS para a covid-19 e com as novas regras. Nas várias salas, os brinquedos mais pequenos e de difícil limpeza foram arrumados e no recreio sobrou apenas o escorrega.

“Retirámos tudo aquilo que é difícil de higienizar, mas nós somos de hábitos e acho que facilmente as crianças se vão adaptar a uma nova vivência diária”, disse à Lusa uma das educadoras, explicando que também houve um esforço da equipa para não fazer alterações no espaço demasiado drásticas.

Célia Faustino acompanha crianças entre os dois e três anos e, com base na sua experiência, acredita que a adaptação nestas idades não será tão complicada, uma vez que antes as crianças já brincavam em grupos pequenos.

“São crianças que já percebem toda a dinâmica, e antes de toda esta realidade já brincavam nas várias áreas e muitas vezes individualmente”, recorda, admitindo que o regresso, depois de um período em que estiveram cerca de dois meses afastados, possa ser mais complicado.

“Quer queiramos quer não, têm saudades dos amiguinhos, independentemente de nós fazermos chamadas no grupo e de as crianças irem sempre vendo a cara uns dos outros. Agora vêm com vontade de tocar e de abraçar, mas vai correr tudo bem”, considera a educadora.

Apenas cinco educadoras

Na reabertura, só cinco das 10 educadoras vão regressar à creche, uma decisão que se justifica com o número reduzido de crianças e também com a necessidade de manter algumas delas em lay-off para assegurar a continuidade dos apoios da Segurança Social.

Por isso, também o horário de funcionamento da creche será reduzido nesta fase inicial, para que as mesmas educadoras possam acompanhar, durante todo o dia, o mesmo grupo de crianças.

No entanto, todos os membros da equipa da Paço de São Francisco realizaram testes de diagnóstico da covid-19 e estão prontas para regressar ao trabalho, se necessário.

A reabertura progressiva das creches arranca na próxima semana, depois de encerradas durante cerca de dois meses como forma de conter a propagação do novo coronavírus, e, na Creche Paço de São Francisco, em Lisboa, ultimam-se os preparativos para o regresso.

Ludi’Cidade 2019 – 24, 25 e 26 maio no Porto

Maio 21, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/456543315081214/

 

II Encontro Natália Pais – 25 de março na Fundação Calouste Gulbenkian

Fevereiro 20, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As inscrições deverão ser feitas para o email (secretariado.alhsac@iacrianca.pt) até dia 10 de março.

IIEncontro_NPais_Programa

Jogos de Tabuleiro na Biblioteca Pública de Évora – 10 de novembro

Novembro 3, 2018 às 4:27 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/242606056433426/

O seu filho tem competências para o século XXI?

Setembro 1, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Sandra Nobre publicado no Público de 19 de agosto de 2018.

A criança que aprende a organizar a sua brincadeira, tem oportunidade de desenvolver as suas competências num contexto lúdico e terá maior probabilidade de se conseguir organizar e de responder com sucesso às situações reais com que se deparar na vida.

Segundo diferentes estudos, as mudanças socioeconómicas e tecnológicas, que já começaram a acontecer, irão ter um grande impacto no mercado de trabalho, onde algumas profissões correm o risco de desaparecer e novas profissões vão surgir. Neste momento, existe uma grande competitividade no mundo laboral, sendo as competências sociais um elemento diferenciador fulcral.

As competências identificadas como as mais importantes em qualquer profissional no futuro são: criatividade; inteligência emocional; pensamento crítico; capacidade de resolução de problemas, flexibilidade e adaptabilidade; capacidade de negociação; capacidade de tomada de decisão e julgamento; gestão de pessoas e trabalho em equipa. Partindo desta lista se conclui que os fatores imprescindíveis para a empregabilidade serão as competências sociais e humanas, ou seja, as capacidades impossíveis de ser reproduzidas por máquinas.

Neste contexto, vale a pena refletir sobre como estamos a preparar as nossas crianças para o futuro e de que forma podemos contribuir para a superação das exigências que as esperam.

Sabemos que a criança é influenciada por diversos fatores ao longo do seu desenvolvimento: desde os genes que herdou dos seus pais, ao ambiente físico, social e cultural em que cresce até às diferentes experiências que a vida lhe proporciona.

O ambiente em que a criança vive tem um papel muito importante, pois proporciona um meio rico e diversificado de experiências, para que a criança aprenda e se desenvolva de uma forma harmoniosa. Desenvolvendo assim, as suas potencialidades/capacidades necessárias para os desafios do futuro.

A criança nasce com um conjunto de ferramentas e as experiências sensoriais, motoras, cognitivas e de interação proporcionadas às crianças desde o nascimento, em contexto familiar, escolar e na comunidade alargada, são fundamentais. Estes são os alicerces para a construção da sua identidade e do seu equilíbrio emocional, contribuindo para a sua afirmação pessoal e social.

É no brincar estimulante, partilhado com os outros e organizado que a criança se torna mais autoconfiante, criativa, com capacidade de resolução de problemas, motivada, alegre e sente prazer no que está a fazer.

Incentivar, através das relações com os outros e das brincadeiras diversificadas, o espírito explorador e curioso (o que fazer com isto? quantas coisas posso fazer com isto?), promove as competências necessárias para lidar com os desafios do dia-a-dia.

Até aos 10/12 anos, é essencial brincar para desenvolver a capacidade adaptativa. A criança que aprende a organizar a sua brincadeira, tem oportunidade de desenvolver as suas competências num contexto lúdico e terá maior probabilidade de se conseguir organizar e de responder com sucesso às situações reais com que se deparar na vida.

Será que é isso que estamos a fazer, ou estamos a dar tudo pronto, tudo feito, e a não deixar as crianças confrontarem-se com problemas para resolver, seja com o meio que as rodeia, seja com os outros?

Por seu lado, os pais já estão a lidar com um mundo laboral em mudança, que lhes ocupa grande parte tempo e é cada vez mais exigente. Quando o tempo é escasso, focam-se em fazer da forma mais eficiente, em vez de dar à criança espaço para fazer sozinha correndo o risco de errar, de atrasar a saída para o trabalho ou sujar a roupa acabada de lavar.

Mais populares

Há que desligar o botão da eficiência e dar mais tempo ao tempo. Tempo para estar e aproveitar a vivência em conjunto, momentos em família que proporcionarão à criança a segurança, confiança, autoestima e estabilidade emocional, competências que a tornam única e que nenhuma máquina ou equipamento replicará e executará.

A autora segue o novo acordo ortográfico.

Terapeuta Ocupacional do CADIn – Neurodesenvolvimento e Inclusão

 

Seminário Diversidade, Educação e Cidadania (DEC) O Tempo da Criança – 12 e 13 de julho no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa

Julho 3, 2018 às 6:09 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://elsabiscaia.wixsite.com/dec-4

 

 

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