Contadores de história: projeto na UFRJ que ajuda crianças com doenças crônicas completa 10 anos

Outubro 9, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site Extraglobo de 18 de setembro de 2018.

Prestes a completar 10 anos de atuação junto à crianças em tratamento no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), o projeto ‘Contadores de história’ está reunindo relatos de ex-voluntários, pais e pacientes em um livro que deverá ser lançado no próximo ano.

Sem ajuda de custos fixa de nenhuma instituição, o projeto sobrevive com doações, vaquinhas online e apoio dos voluntários, que são alunos da UFRJ ou funcionários do hospital. Cada um dos voluntários doa duas horas semanais para alegrar as crianças que fazem tratamento na unidade. Somente em 2017, foram quase 10 mil crianças atendidas e 3 mil horas de histórias narradas aos pacientes.

O projeto faz tanto sucesso entre os alunos da universidade que, para ser voluntário não basta se inscrever, mas tem que ter uma pitada de sorte. Com 70 vagas por semestre, a organização do projeto recebe cerca de 1500 inscrições dos mais diferentes cursos. Então, para deixar a escolha mais justa possível, é feito um sorteio para decidir quem serão os voluntários.

— No começo, a ideia era ter voluntários de fora da UFRJ. Mas como o hospital é na Ilha do Fundão, não estava dando muito certo. Então decidimos limitar para os alunos da UFRJ e foi um sucesso — comemorou Regina.

Além do certificado de horas complementares, para Regina, o principal estimulo para tantos universitários se colocarem a disposição é um só: fazer o bem.

— O que nos chama atenção é a necessidade de incluir na formação dos alunos esse olhar mais humano. Eles se descobrem lá. Isso ajuda na formação humana e cidadã deles. O que nos mais encanta é que o projeto é praticamente tocado pelos alunos . — conta.

Aluna de comunicação social e voluntária em 2017, Raiane Cardoso, saia de casa em Campo Grande às 5 horas da manhã para estar no hospital às 8 horas para participar das leituras. Depois a jovem ainda tinha ir para a faculdade no campus da Praia Vermelha, na Urca. A expêriencia com as crianças e a vontade de fazer o bem foram os principais motivadores da estudante.

No setor que Raiane mais contava histórias, conhecido como aquário devido as pinturas na parede, estavam as crianças em tratamento de câncer. Por conta do longo período de acompanhamento médico que a doença exige, a estudante acabou criando laços mais fortes com as crianças e seu familiares, como foi no caso do pequeno Felipe.

— A gente têm que estar preparado, você acaba se envolvendo com a história da criança. No aquário eu basicamente contava histórias para as mesmas crianças sempre. E lá tinha um menino chamado Felipe, que era bem pequeno. Nos 6 meses acompanhei de perto o tratamento dele, e teve momentos que depois de contar a história para ele, tive que ir embora de tão emocionada que ficava. — relembra Raiane.

Hoje formada, a terapeuta ocupacional Tainara Brites, ficou por 2 anos no ”Contando Histórias” e passou por diferentes funções da iniciativa, como organizadora de festas e auxiliando os voluntários iniciantes. Para ela, a maior dificuldade foi deixar de olhar as crianças como pessoas doentes:

— No início era bem difícil a entrada do hospital. Principalmente pelo espaço, que não era muito familiar na época. Ver uma criança conectadas em aparelhos não era fácil. O medo dos aparelhos e barulhos era muito grande no inicio. Com os treinamentos e as entradas semanais para contação de histórias esse olhar mudou bastante. Aos poucos comecei a enxergar a criança para além dos fios, acessos e aparelhos. Tirar o foco na doença ajudou muito para minha atuação ser mais natural e menos mecanizada. — conta.

Quem tiver interesse em ajudar o projeto ”Contando Histórias” de alguma maneira, pode entrar em contato com os organizadores pela página do Facebook.

PASSA A PALAVRA – Festa dos Ofícios do Narrar, em Oeiras de 18 a 24 de junho

Junho 16, 2018 às 5:57 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://festivalpassapalavra.pt/completo/

Silêncio que se vai contar uma história

Abril 11, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Bruno Batista é contador de histórias há 18 anos. Neste ano, estreou­‑se na Biblioteca de São Domingos de Rana

Texto do https://www.noticiasmagazine.pt/ de 27 de março de 2018.

A Hora do Conto é uma atividade acolhida por bibliotecas, livrarias e jardins­‑de­‑infância para fomentar o gosto pelos livros e criar hábitos de leitura desde tenra idade. Fomos ouvir algumas histórias que cativam pequenos (futuros) leitores.

Texto Sofia Filipe

A entrada de crianças, acompanhadas de adultos, confirma ser dia de Hora do Conto, com a designação «Contos à Solta», na Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana. Este habitual, ordenado e quase silencioso «rebuliço» acontece todos os primeiros e terceiros sábados de cada mês e muitos são participantes assí­duos, dirigindo­‑se sem hesitação para a Sala do Conto.

Integrada na Rede de Bibliotecas Municipais de Cascais (RBMC), a biblioteca de São Domingos de Rana abriu portas em 2005, os responsáveis sempre encararam os mais jovens como um público a cativar e uma das formas de o fazerem é fomentar o gosto pelos livros, através desta atividade, gratuita, que decorre ininterruptamente desde maio de 2015.

«Temos tido um enorme desenvolvimento», garante Valter Amaral, coordenador desta biblioteca, ao mesmo tempo que cumprimenta alguns pais que chegam poucos minutos antes de começar a atividade que considera ser «a alma da biblioteca».

Por este motivo, tem havido um «forte investimento nos contadores, sobretudo para assegurar o regresso dos leitores», comenta o bibliotecário, que vê na banda desenhada um género fulcral no incentivo à leitura e menciona o sucesso da Bedeteca José Matos Cruz, estrategicamente situada junto ao Espaço Infantil/Juvenil.

No final de fevereiro de 2018, a RBMC tinha inscritos 486 leitores menores de 6 anos, de um total de 31 005 inscritos. Com «Contos à Solta», que durante 2017 recebia em média trinta participantes (crianças e adultos acompanhantes), é esperado «fidelizar novos frequentadores», diz João Miguel Henriques, chefe da Divisão de Arquivos, Bibliotecas e Património Histórico da Câmara Municipal de Cascais.

«É uma atividade âncora, para motivar e despertar as crianças para a importância do livro e da leitura. Serve também para promover junto dos educadores a importância da familiarização precoce com o livro e a leitura por parte dos educandos.»

Histórias que cativam

Nesse sábado, foi Bruno Batista que cativou miúdos e graúdos com um conjunto de histórias dedicadas à floresta e às árvores. Contador de histórias desde 2000, estreou­‑se nesta biblioteca em 2018, mas tem um conjunto de «pequenos fãs» que o seguem para o ouvir. Natural de Lagoa, Algarve, Bruno Batista tem 38 anos e vive em Lisboa há dez, mas percorre o país, de norte a sul, para contar histórias em bibliotecas, livrarias ou escolas.

«Alguns pais por vezes comentam que já conheciam o livro, mas que só deram importância depois de me ouvirem contar a história», diz o narrador, que tenta ser original na abordagem. Desta vez, trouxe uma mala mágica cheia de objetos relacionados com o tema escolhido, para além de livros pop­‑up e álbuns ilustrados (livros com texto e imagem em simbiose).

Começou por contar a história de um texugo chamado Pedro, que queria arrumar a floresta e, antes de mencionar pela última vez «vitória, vitória, acabou­‑se esta história», deu a descobrir algumas «Estranhas Criaturas».

Durante a sessão, que durou cerca de uma hora, foram vários os «objetos mágicos» que povoaram as histórias, captando a atenção mas também suscitando a imaginação e fomentando a criação de imagens mentais. Do início ao fim, todos os miúdos mantiveram o interesse, a atenção e a curiosidade.

Catarina Roquete, 28 anos, mora em Cascais e leva assiduamente o Duarte, de 3 anos, às atividades «Sementes de Leitura», da Biblioteca Infantil e Juvenil da RBMC, e «Canto de Colo», da Biblioteca Municipal de Oeiras, para além de lhe ler todos os dias em casa, em especial ao deitar. Como queria proporcionar ao filho «novas experiências na área da leitura», decidiu ir a São Domingos de Rana participar pela primeira vez em «Contos à Solta».

«Estas ações são muito estimulantes para o Duarte, porque descobre novas palavras, aumenta o vocabulário, aperfeiçoa a fala e aprende a comunicar melhor. O meu filho adora livros, o ambiente das bibliotecas e depois da Hora do Conto repete aos familiares, muito entusiasmado, a história que ouviu», diz Catarina, massagista de profissão. Deste contador de histórias ficou com uma excelente opinião. «É espetacular, trouxe livros fantásticos e soube captar a atenção.»

Há cinco anos que Ângela Mendes, da Parede, assiste à Hora do Conto, primeiro apenas com o filho mais velho, Ricardo, de 6 anos, depois com a Marta, 3 anos, e, no futuro, irá levar o terceiro rebento, que nasce em julho.

«Costumamos participar em São Domingos de Rana e em Cascais. Escolhemos as sessões pelo contador e o Bruno Batista é excelente», diz esta mãe que é professora de Português do terceiro ciclo.

Foi pela mão de Ângela que Sofia Vilela, 36 anos, passou a vir com alguma regularidade da Praia das Maçãs (onde vive) a São Domingos de Rana, para assistir à Hora do Conto, com a sua filha Camila Cardoso, de 4 anos. «Selecionam boas histórias e os contadores são notáveis», comenta Sofia, que trabalha na área comercial de uma seguradora.

As duas amigas ficaram encantadas com as histórias que Bruno Batista trouxe a «Contos à Solta» e consideram que são «atividades essenciais para a promoção da leitura». O pequeno Ricardo comprova dizendo, de imediato, que «são ótimas histórias» e tanto Marta como Camila mostram satisfação pelo local e pelo que lá acontece.

Outras horas para o conto

A Hora do Conto é uma das práticas mais comuns para criar hábitos de leitura desde a infância, sendo dinamizada em inúmeras bibliotecas (municipais e escolares) do país, com designações diferentes, mas também em livrarias e jardins­‑de‑infância. Para Tomé Santos, 4 anos, o livro é algo natural.

«Gosta de ouvir histórias e de mostrar os seus livros aos colegas e à educadora», diz a mãe, Sónia Vieira, 42 anos, professora do primeiro ciclo do ensino básico no Centro Escolar de Alcoentre, Azambuja.

O Tomé vive em Santarém com os pais, que o levam com regularidade à livraria Aqui Há Gato, localizada na cidade onde habitam, para assistir à Hora do Conto que acontece todos os sábados de manhã e à tarde.

«Adora, sabe ouvir, está atento, intervém e espera com entusiasmo as novidades», diz o pai, Bruno Santos, que é iluminador e responsável pela direção técnica do Centro Cultural do Cartaxo.

Sónia considera o filho «privilegiado porque desde sempre convive com os livros, as histórias, o teatro, a pintura». No Jardim­‑de­‑Infância do Choupal, Santarém, usufrui do projeto A Educação pela Arte no âmbito do qual ouve as histórias habitualmente contadas por Rosa Montez.

Educadora de infância há 32 anos, Rosa Montez conta que «o desafio de criar territórios onde se jogue com palavras, gestos, olhares, onde o tempo de descoberta aconteça e onde o campo da imaginação seja acionado, originou a Hora do Conto, com as crianças envolvidas pelo prazer de ouvir, ver, contar e criar histórias».

Para além de trabalhar neste jardim­‑de­‑infância, Rosa Montez organiza outras atividades, como a animação de histórias em bibliotecas e a apresentação do seu livro, À Espera de Quê?, em diversas instituições educativas.

A ideia de escrever para crianças surgiu precisamente da «vontade de materializar o que já fazia» e o feedback tem sido positivo. «O livro tem tido uma excelente receção e tem sido gratificante ver o envolvimento das crianças quando apresento a história», sublinha.

Prevenir o insucesso

Estas são formas de promover a leitura, evidenciando o contributo das bibliotecas no crescimento cultural dos adultos de amanhã. Porém, o estreito contacto com livros não isenta eventuais dificuldades durante a aprendizagem da leitura.

O Instituto Politécnico do Porto, a Câmara Municipal do Porto e o Ministério da Educação uniram esforços no sentido de prevenir essas situações criando, em maio de 2015, o Centro de Investigação e Intervenção na Leitura (CIIL).

«Tem por objetivo a promoção do sucesso educativo, através da prevenção precoce e do incentivo das competências de base à futura aprendizagem da leitura, designadas competências pré­‑leitoras», diz Ana Sucena, coordenadora científica do CiiL e professora na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico do Porto.

A intervenção com crianças no último ano do pré­‑escolar decorre atualmente em quatro agrupamentos escolares do concelho do Porto, abrangendo seis jardins-de-infância. É feita em contexto escolar, por um técnico (psicólogo/professor do ensino básico/terapeuta da fala), com a colaboração do educador de infância. Até ao momento, já beneficiou 331 crianças do jardim­‑de­‑infância.

«No ano em que iniciámos a intervenção, a percentagem de crianças em risco de terem dificuldades de aprendizagem da leitura, no 1º ano, era de 46 por cento e atual­mente é de 19 por cento», constata Ana Sucena, avançando que «no próximo ano letivo o CiiL estará presente em todos os agrupamentos escolares do Porto com jardins­‑de­‑infância e/ou primeiro ciclo».

O Falaroco é a mascote do CiiL e costuma motivar as crianças que assistem a estas sessões que se realizam duas vezes por semana. Que o diga Romeu Varela, 5 anos. Aliás, já o disse aos seus pais, Renata Pinho, 35 anos, e Pedro Varela, 36, ambos arquitetos de profissão.

Certo dia, o petiz apareceu no corredor de casa com um esfregão numa mão e um pano na outra exclamando «antónimos». «Nós, com espanto, perguntámos de que falava, ao que retorquiu “áspero, macio. São antónimos” e disse que tinha sido o Falaroco a ensinar», conta a mãe.

Esta família, do Porto, tem por hábito levar o Romeu e o seu irmão Isaac, de 22 meses, a leituras de histórias na Biblioteca Almeida Garrett ou em livrarias, para alegria dos dois irmãos. Em casa, não faltam livros e, segundo o pai, leem­‑lhe «desde os 6 meses [do Romeu] e acreditamos ser uma rotina benéfica no aumento da disciplina e na capacidade de concentração».

Crescer com livros e leitura

Crescer a Ler é uma iniciativa da Associação de Profissionais de Educação de Infância (APEI) que tem o objetivo de promover a leitura, através da disponibilização para venda de um pacote de leitura composto por uma mochila, um guia para pais e um livro infantil.

«Há pouco tempo tivemos novamente uma encomenda da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Mação e continuamos a receber pedidos de vários municípios, para oferecerem às crianças», diz Luís Ribeiro, presidente da APEI e educador de infância do Agrupamento Vertical de Portel, Évora. Dirigida a bebés e crianças, dos 0 aos 6 anos, tem o Grupo Leya como parceiro.

A Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) também desenvolve ações em prol da literacia da leitura, junto de educadores de infância, professores e alunos. Conto Contigo, que decorre em Alcochete, e É de Pequenino Que se Aprende a Tratar os animais com Carinho, que envolve 33 jardins­‑de­‑infância de Coimbra, são apenas dois dos projetos da RBE.

«Os professores bibliotecários procuram motivar as crianças para a aprendizagem da leitura, através da dinamização de atividades em que exploram o prazer da língua, modelam o processo de leitura ou realizam sessões de natureza experimentalista», diz Helena Araújo, professora em funções no Gabinete Coordenador da RBE.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

 

 

 

 

“Rio de Contos” II Encontro de Narração Oral de Almada – 9 -11 de setembro

Agosto 25, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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almada

mais informações:

http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/BIBLIOTECAS/DESTAQUES/DETALHE/?bibliot_destaques_detalhe=43370652&cboui=43370652

https://www.facebook.com/laredoassociacaocultural/

Seminário Internacional sobre Contoterapia e Storytelling 2016

Fevereiro 3, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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semnar

mais informações:

http://www.moonluza.pt/projetos-e-eventos/agenda/semin%C3%A1rio-internacional-sobre-contoterapia-e-storytelling-2016.html

VIII Festival Internacional de Contadores de Histórias

Abril 7, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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gatafunho

mais informações:

http://gatafunhoestrasburgofestival.weebly.com/

https://www.facebook.com/festivalestrasburgoeiras

 

Workshop Contadores de Histórias com Rui Ramos

Abril 18, 2013 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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rui

Contalá

Fevereiro 23, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado, Vídeos | Deixe um comentário
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Era uma vez quatro amigos que gostavam muito de contar histórias. Com espírito empreendedor, arregaçaram as mangas, não se deixando abater pela crise. A Elsa Serra  com a sua voz, a Carlota Flieg com as suas ilustrações, o  Eduardo Amaro com os seus vídeos, e o Edgar Tavares com o webdesign, juntaram-se e  deram vida a este novo projecto, o Contalá.

O Contalá é um site sobre livros e leitura, voltado para o público infantil, com vídeobooks, onde são lidos livros infantis por uma contadora de histórias, visando o estímulo do imaginário infantil e o incentivo à leitura. As leituras decorrerão em locais diferentes e inusitados, e serão protagonizadas pela contadora de histórias Elsa Serra.

Já pode espreitar o Contalá em http://www.contala.net/

Oficina de contadores de histórias – Nível I

Novembro 23, 2011 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Formadores:

Elsa Serra

«Era uma vez uma tarde soalheira, cheia de Reis e Rainhas, de gatos das botas e cinderelas, que nos fez sonhar…» (Joana Pereira)

«Uma experiência bastante reveladora. A Elsa é uma contadora incrível e transportou-nos para muito longe de um modo muito criativo.» (Selma Fernandes)

«As histórias estão em todo o lado… na música, na pintura, na literatura e nas nossas vidas. Ter frequentado este curso fez-me relembrar o quão maravilhosa pode ser a imaginação do Homem.» (Inês Morais)

«Num dia de quase dilúvio, foi uma chuva de ideias que poderá dar muitos frutos…» (Cristina Antunes)

«Contar uma história é semear uma visão do mundo mais livre, esperançosa e inovadora. Porque razão tudo tem de fazer sentido? É possível ser feliz e acreditar em princesas e príncipes e finais felizes. Obrigada!» (Ana Lucas)

 

Descrição

Como contar uma história? Porquê contar uma história?

Contar uma história é revelar segredos, é seduzir o ouvinte, é convidá-lo a apaixonar-se pelo livro, pela história, pela leitura.

Contar uma história é ensinar a pensar, a viajar e acreditar na capacidade de sonhar, crescer, viver.

São abordados os vários percursos e métodos, e as diversas opções para cativar a atenção de quem ouve. De uma forma descontraída, os participantes são convidados a analisar as suas dúvidas e receios ao contar uma história.

Objetivos

  • Abordar várias técnicas de contar histórias;
  • Desenvolver a capacidade de interpretação;
  • Interligar a leitura silenciosa e a leitura em voz alta;
  • Desenvolver a dicção.

A quem se destina

Amantes da leitura, professores, educadores, curiosos, técnicos de bibliotecas, animadores, pais, mediadores de leitura, formadores e todos aqueles que pretendem trabalhar a comunicação oral.

 De 27-11-2011 a 27-11-2011

Horário:

Domingo

Dia 27 de Novembro

Das 11h às 18h | 65€

Inscrever nesta edição do curso

Contactos

tlm. 911 197 797 | tel. 210 962 158 

E-mail: info@escreverescrever.com

WebSite: www.escreverescrever.com

2ª Edição do Concurso “Conta-nos uma história!” – Podcast na educação

Outubro 31, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“O Ministério da Educação (ME), através da Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Microsoft, lança a 2ª Edição do concurso “Conta-nos uma história!” – Podcast na educação.

Esta iniciativa pretende fomentar a dinamização de projectos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital de áudio e vídeo.

O acto de contar histórias desempenha um papel extremamente relevante nas aprendizagens dos alunos destes níveis de educação e ensino, quer na aquisição de conhecimentos, competências e valores quer nas actividades de carácter mais lúdico.

As histórias a admitir a concurso podem ser originais ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas e outros textos já existentes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc. Em todos os casos, devem conter um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos.”

Mais informações Aqui

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