A Erradicação da Pobreza: realidade ou utopia? 28 de Novembro |Teatro da Trindade Lisboa

Novembro 24, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A entrada é gratuita, mas sujeita a inscrição. As inscrições devem ser enviadas para mj.vicente@eapn.pt

mais informações:

http://www.eapn.pt/eventos/1041/a-erradicacao-da-pobreza-realidade-ou-utopia

Apresentação do livro “A análise do bem-estar das crianças e jovens e os direitos da criança” 21 de novembro em Lisboa

Novembro 18, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Livros | Deixe um comentário
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Entrada livre, sujeita a confirmação prévia para:

EAPN Portugal:

fatima.veiga@eapn.pt

Tel. 225420803

 mais informações:

http://www.eapn.pt/eventos/1037/apresentacao-do-livro-a-analise-do-bem-estar-das-criancas-e-jovens-e-os-direitos-da-crianca

25 milhões de crianças e adolescentes europeus em risco de pobreza

Novembro 15, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://expresso.sapo.pt/ de 14 de novembro de 2016.

O documento citado na notícia é o seguinte:

Social Justice in the EU – Index Report 2016 Social Inclusion Monitor Europe

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No sul da Europa, o risco de pobreza ou de exclusão social atinge uma em cada três crianças e adolescentes

Cerca de 25,2 milhões de crianças e adolescentes nos 28 países da União Europeia, 26,9%, estava em 2015 em risco de pobreza ou exclusão social, segundo um estudo divulgado esta segunda-feira.

O risco de pobreza ou exclusão social das crianças e adolescentes é maior no sul da Europa, atingindo um em cada três, afirma o relatório da Fundação Bertelsmann.

A estes juntam-se 4,6 milhões de jovens entre os 15 e os 24 anos (20,4%) que se encontravam sem emprego, um número superior nos países em crise.

O número de jovens sem emprego na Grécia chegou aos 49,8%, em Espanha aos 48,3% e em Itália aos 40,3%, o que coloca estes países nos lugares 28, 27 e 25, respetivamente, no índice de desemprego da UE.

Em particular, “as crianças e jovens beneficiam muito pouco da recuperação económica”, concluem os autores do índice de justiça social com que a Fundação Bertelsmann mede, desde 2008, as oportunidades nos 28 Estados membros.

Cerca de 17,3% dos jovens da UE entre os 20 e os 24 anos não estudavam nem trabalhavam, percentagem que em Itália, Grécia e Espanha chegou aos 31,1%, 26,1% e 22,2%, respetivamente.

“Estes jovens vivem totalmente fora do sistema laboral e educativo e, em consequência, têm poucas oportunidades de ascensão social”, alerta o relatório.

O índice destaca também o fosso geracional: à escala europeia, a percentagem de menores afetados pela pobreza ou exclusão social, apesar de ligeiramente menor do que em 2014, foi no ano passado de 26,9%, maior do que a das pessoas com mais de 65 anos, que desceu para 17,4% em 2015, contra 24,4% em 2007.

“A crescente falta de perspetivas de muitos jovens dá espaço aos movimentos populistas em crescimento. Não podemos correr o risco de a juventude ficar dececionada e frustrada com a sociedade”, alertou o presidente da fundação, Aart De Geus.

Apesar de a Europa estar lentamente a recuperar da crise económica, o risco de pobreza em geral não registou uma diminuição significativa, destaca o estudo.

Um em cada quatro cidadãos da UE – 118 milhões de pessoas ou 23,7% – continuava em risco de pobreza ou exclusão social em 2015.

O estudo destaca que continua a aumentar o número de pessoas em risco de pobreza apesar de terem um trabalho remunerado a tempo inteiro – 7,8% em 2015 -, o que se explica por “um crescente setor de salários baixos e uma divisão dos mercados laborais em formas regulares e atípicas de emprego”.

Este aumento de “trabalhadores pobres” é preocupante, destaca o estudo, porque “um trabalho a tempo inteiro não só deve assegurar o salário, como também o sustento”, afirmou De Geus.

 

 

 

Seminário “Lutar contra a Pobreza: a realidade e as propostas do sector social em Portugal” 18 de novembro em Lisboa

Novembro 12, 2016 às 5:44 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A inscrição deverá ser registada até ao dia 16 de novembro.

mais informações:

http://www.eapn.pt/eventos/1038/seminario-lutar-contra-a-pobreza-a-realidade-e-as-propostas-do-sector-social-em-portugal

 

“Em muitas situações, o leite escolar é o único que as crianças bebem”

Novembro 8, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 17 de outubro de 2016.

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Ana Dias Cordeiro

Nas escolas de Setúbal, foram identificados casos de crianças que desmaiavam nas aulas.

Ana Vizinho, técnica principal do Núcleo Distrital de Setúbal da Rede Europeia Anti-Pobreza, diz que uma parte do problema agora identificado se explica pela falta de meios para a alimentação num dos distritos do país onde são maiores os índices de pobreza.

Este problema agora evidenciado pela campanha da Fertagus – lançada para responder à frequência das situações de desmaios de pessoas que não se alimentaram de manhã – pode estar relacionado com a falta de recursos financeiros das famílias?

Não tenho nenhum dado estatístico que o comprove, mas considero que é possível haver uma relação. O número de famílias que foram solicitando apoio alimentar aumentou em Setúbal a partir de 2010, sobretudo até ao ano passado. As situações em que, existindo carência alimentar, não é solicitada ajuda – por corresponder a um fenómeno de pobreza envergonhada – acontecem muito. São pessoas que não pedem apoio mas não conseguem satisfazer as necessidades básicas alimentares. Por outro lado, não está a ser suficiente a capacidade do Banco Alimentar e de outras organizações em dar resposta a todas as pessoas que solicitam apoio. Em resultado de tudo isto, muitas pessoas podem estar a fazer a sua vida quotidiana habitual, a apanhar os transportes e a ir para o trabalho, sem terem as suas necessidades alimentares asseguradas. Por outro lado, podemos estar a assistir também a outro fenómeno de hábitos alimentares diferentes em que as pessoas, numa lufa-lufa diária, com grande dificuldade em conciliar a vida profissional e familiar não terem em casa os bens alimentares suficientes para tomarem o pequeno-almoço.

O recurso a dois empregos tornou-se mais frequente?

Portugal é um dos países com maior índice de pessoas em situação de pobreza que trabalham. O que acontece é que, em Setúbal, pessoas que têm emprego pouco qualificado, remunerações baixas, tentam arranjar outras soluções, como um segundo emprego, quando aumenta o custo de vida, ou quando a outra pessoa no agregado familiar fica desempregada.

Qual a situação nas escolas?

Os profissionais do ensino têm-nos falado muito na necessidade de voltar a valorizar-se o leite escolar, como sendo, muitas vezes, o único leite que as crianças bebem durante o dia no período de aulas. Desde 2010, ouvimos vários profissionais dizerem que há muitas crianças mais apáticas, muito cansadas, com um menor rendimento escolar, no início do dia. É uma situação que sempre existiu. E se, por um lado, algumas situações de pobreza se intensificaram, desde 2010, por outro lado, houve um conjunto de pessoas que não viviam em situação de pobreza e que vieram a cair nela, em Setúbal como no resto do país.

Conhece outros sinais de fraca alimentação das crianças? 

Também soubemos de casos de crianças que desmaiavam nas aulas – era o sinal que permitia aos profissionais do ensino perceber que havia ali uma situação diferente, porque tudo o resto na família parecia inalterado. Ou ainda crianças com anemia em situações depois identificadas pelos serviços de saúde. Muitos professores foram identificando que havia qualquer coisa a passar-se.

 

 

17 de outubro – Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

Outubro 17, 2016 às 9:59 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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17 de outubro – Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

Mensagem da EAPN Portugal

ERRADICAR A POBREZA E A EXCLUSÃO SOCIAL: A URGÊNCIA DE UMA LUTA

mais informações:

http://www.eapn.pt/

Evolução do risco de pobreza em crianças e jovens e idosos 2003-2014 em Portugal

Outubro 10, 2016 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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evo

mais informações no link:

http://portugaldesigual.ffms.pt/desigualdade-e-pobreza-sao-o-mesmo?share-area=risco_pobreza#risco_pobreza

Tendo em conta que as crianças não têm rendimentos, se estão em situação de pobreza é porque a família também está. Os números mostram que um quarto das crianças estava em situação de pobreza (24,8%) em 2014, uma proporção que foi crescendo a partir de 2011 e contrariando a tendência de queda que tinha desde 2009. Em 2014, volta a descer pela primeira vez em quatro anos.

Ao longo desse tempo também aumentou a intensidade dessa pobreza. Se o olhar se centrar na forma como o risco de pobreza evoluiu entre os jovens, a conclusão não é muito diferente. É até aos 34 anos, e especialmente entre os 18 e os 24 anos, que a pobreza mais aumentou.

 

 

Conferência “Economia de Pobreza, Pobreza de Economia” 17 de outubro na Fundação Calouste Gulbenkian

Outubro 9, 2016 às 7:16 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A inscrição é gratuita, mas obrigatória e deverá ser enviada até 14 de outubro para:

mj.vicente@eapn.pt

mais informações:

http://www.eapn.pt/eventos/999/conferencia-economia-de-pobreza-pobreza-de-economia

VIII Fórum Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social – 18 de Outubro, na Sala do Senado da Assembleia da República

Outubro 9, 2016 às 5:02 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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combate

A inscrição deverá ser enviada até 13 de outubro para mj.vicente@eapn.pt

mais informações:

http://www.eapn.pt/eventos/1006/viii-forum-nacional-de-combate-a-pobreza-e-exclusao-social

 

Desigualdade do Rendimento e Pobreza em Portugal – publicação digital

Outubro 5, 2016 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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capturar

descarregar o documento no link:

https://www.ffms.pt/FileDownload/a98e63bd-0e40-436f-926c-68e800225fd2/desigualdade-do-rendimento-e-pobreza-em-Portugal

Desde 2009 até ao presente, a situação económica e social do nosso país alterou-se significativamente. Assim, considerou-se de absoluta importância acompanhar o fenómeno e prolongar o primeiro estudo da Fundação sobre Desigualdade, cuja análise terminava em 2009, conhecendo os efeitos das políticas de austeridade nas condições de vida das famílias. Com este objectivo, apresenta-se hoje uma nova análise sobre os reais impactos da crise económica: o estudo “Desigualdade do Rendimento e Pobreza em Portugal: Consequências Sociais do Programa de Ajustamento”, da autoria de Carlos Farinha Rodrigues e cujas principais conclusões se encontram em portugaldesigual.ffms.pt

 

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