Amar quem não nasceu – O impacto da perda de um bebé – Reportagem da SIC

Maio 31, 2015 às 6:29 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem da SIC Notícias de 28 de maio de 2015.

ver a reportagem no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2015-05-28-Amar-quem-nao-nasceu

Em todo o mundo acontecem milhares de perdas gestacionais, bebés que morrem ainda durante a gravidez. A perda é mais comum no 1º trimestre mas há muitos casos de interrupções involuntárias da gravidez quando já se aproxima a data do parto. Para os casais que já esperam um filho, à dor da perda junta-se a indignação, porque muitas vezes a sociedade não lhes reconhece o direito ao sofrimento e a sofrerem por uma criança que não chegou a nascer.

 

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Conferência “Promover a Equidade e a Inclusão na Escola de Hoje”

Maio 31, 2015 às 5:47 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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MartinsSarmento

mais informações:

http://www.dgeste.mec.pt/index.php/2015/05/conferencia-promover-a-equidade-e-a-inclusao-na-escola-de-hoje/

Delinquência: Cada vez mais pais pedem ajuda por causa dos filhos

Maio 31, 2015 às 3:34 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Noticia do Sol de 24 de maio de 2015.

Sol

Rita Carvalho,

Comissões de menores recebem apelos de pais que não conseguem controlar filhos que começam cedo a dar problemas.

As comissões de protecção de menores têm cada vez mais casos de adolescentes com comportamentos delinquentes e cujos pais pedem ajuda porque não os conseguem controlar. Nos últimos anos, subiu o número de sinalizações deste tipo: comportamentos anti-sociais, consumo de drogas e álcool e bullying são os principais problemas detectados e que representavam já 12,4% do total dos casos seguidos pelas comissões em 2013. Percentagem que em 2007 era apenas de 1,2%.

«Eles próprios se põem em perigo e a família não se consegue opor. Alguns temos noção de que são bombas-relógio: são miúdos ‘borderline’, marcados por percursos de vida complicados e que são difíceis de travar. Sabemos que alguns podem passar ao acto, mas como os convencemos de que este não é o caminho?» – questiona Eva Teles, presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Benavente. A responsável pela comissão onde Daniel foi sinalizado pela primeira vez não comenta o caso, mas diz que há muitos jovens que fazem o mesmo percurso: passam por comissões de menores e instituições, mas acabam por seguir o caminho da delinquência, correndo o risco de passarem a actos mais graves e entrarem no sistema penal.

Eva Teles recorda o caso de um jovem de 18 anos que esteve institucionalizado e, quando voltou a casa, verbalizou que ia matar outro jovem por causa da namorada. «Percebi que ele podia mesmo matar. Por acaso nunca matou. Mas são jovens marcados por vidas complicadas e muito difíceis de trabalhar.Noutros, o sistema investe e eles agarram a oportunidade».

Josefina Castro, subdirectora da Escola de Criminologia da Universidade do Porto, diz que «uma parte significativa dos meninos que chegam ao sistema tutelar educativo (onde são punidos pela prática de ilícitos) têm um historial marcado por entradas e saídas do sistema de promoção e protecção» (onde actuam as comissões de menores).

Há crianças, uma minoria, cujos problemas de agressividade começam aos cinco anos. «Pode ter a ver com factores individuais. Mas se os meios envolventes forem protectores e a família ajudar, consegue-se conter este comportamento», afirma. Se, pelo contrário, se juntarem factores de risco, como exposição a violência, álcool, droga e problemas de saúde mental, podem chegar à adolescência já com comportamentos anti-sociais.

Alguns jovens ‘transitam’ de lares para centros educativos

Celso Manata, procurador da República que coordenou o Ministério Público no Tribunal de Família e Menores de Lisboa durante muitos anos, admite que «há jovens que se vê mesmo qual é o percurso que vão seguir». E lembra que, apesar de existirem duas leis e sistemas diferentes  – um de promoção e protecção e o outro tutelar educativo – muitos miúdos são os mesmos e transitam de um para o outro. E «não há uma articulação entre as várias entidades», critica o magistrado. A justiça juvenil tenta recuperar o jovem quando vai para um centro educativo: «Mas o problema é que o grupo e a família do jovem continuam na mesma. Quando ele sai, volta para o mesmo ‘caldo’ que o levou a praticar ilícitos». Por outro lado, o sistema de promoção e protecção não tem qualquer forma de conter os miúdos que iniciam uma escalada de delinquência: «O regime é aberto e estão num lar, fazem disparates, mas o tribunal não pode fazer nada. Ficamos à espera que façam um ilícito mais grave para os podermos colocar num contexto fechado» (centro educativo).

A nova lei tutelar educativa corrige algumas situações, diz Celso Manata, pois prevê um acompanhamento na comunidade quando um jovem sai do centro educativo. Licínio Lima, subdirector da Direcção-Geral da Reinsersão e Serviços Prisionais, acrescenta que nessa altura é feita uma avaliação do seu risco de reincidência: «Isso decorrerá da avaliação do percurso no centro educativo, mas também do contexto familiar», diz ao SOL. Essa informação é então comunicada às comissões de menores para que possam seguir o jovem quando estiver em liberdade.

Josefina Castro questiona, porém, se há técnicos para fazer este acompanhamento. «Fazer um telefonema não serve de nada».

Oito homicidas com menos de 18 anos, desde 2010

Oito jovens entre os 16 e 18 anos foram condenados por homicídio ou tentativa de homicídio entre 2010 e 2013. Segundo dados do Ministério da Justiça enviados ao SOL, três foram cumprem pena na cadeia. Há ainda outro jovem homicida que, por ter cometido o crime com menos de 16 anos, está em centro educativo. Nas cadeias estão ainda 63 jovens menores de 18 que cometeram crimes, a maioria de roubo e tráfico de droga.

Números

1 homicida cumpre medida em centro educativo.

181 jovens cumprem medida em centros educativos por terem cometido 387 crimes. Há um ano, havia 255 jovens.

387 crimes cometidos pelos jovens que estão internados nos centros educativos, 42% (163) dos quais são crimes contra as pessoas. Em 2012, a proporção  era de 32% (94 em 286 crimes).

 

“Os miúdos aprendem que a pessoa mais agressiva é quem tem mais poder”

Maio 31, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do Público a Sheri Bauman no dia 24 de maio de 2015.

Nuno Ferreira Santos

Catarina Gomes

“Houve uma necessidade evolutiva de uma hierarquia e de agressão. Já não precisamos destes comportamentos para sobreviver mas eles persistem”, diz a especialista norte americana em bullying, Sheri Bauman.

Sheri Bauman, psicóloga norte americana especialista em bullying, esteve em Portugal como oradora do Seminário “Estratégias e medidas de prevenção do bullying e do cyberbullying”, no ISCTE-IUL, em Lisboa. Trabalhou em escolas públicas durante 30 anos, é professora na Universidade do Arizona e tem várias investigações sobre as respostas dos professores ao bullying. Lamenta que ainda hoje haja docentes que recebem denúncias de alunos com respostas como “não sejas queixinhas”.

Existe uma história do bullying?

Pode-se dizer que existe bullying desde que há seres humanos na Terra. Mas a primeira investigação é da década de 1970, na Noruega, foi levada a cabo por Dan Olweus [professor de psicologia], que se interessou pelo problema depois de ter havido três suicídios de crianças numa escola, que se descobriu que estavam ligados, estavam a ser vítimas de bullying. Foi um caso que galvanizou o pais. Quando se começou a investigar a questão em termos científicos constatou-se que havia muitos mitos e mal-entendidos sobre esta questão que não faziam qualquer sentido.

Por exemplo?

Aceitava-se o bullying como algo normal, dizia-se coisas como: ‘toda a gente passa por isso e ultrapassa’, ‘faz parte do processo normal de crescimento’, ‘eu passei por isso fiquei mais forte’, ‘só os rapazes é que são bullies’. Não se fazia nada para o impedir porque não era visto como uma coisa importante, Se toda a gente passa por isso porquê preocuparmo-nos?

Descobriu-se então que havia motivo de preocupação…

As investigações mostraram que está associado com a depressão, com o isolamento dos pares, com ansiedade. Constatou-se que os agressores têm mais probabilidade de virem a desenvolver comportamentos de delinquência juvenil, de virem a ser presos em adultos.

É possível traçar um perfil da vítima de bullying?

Crianças mais pequenas, mais fracas, mais tímidas, deprimidas e ansiosas, que não têm boas competências sociais, que podem não ter as vantagens de outras crianças, por exemplo, se toda a gente anda com uns sapatos de marca e a criança não tem dinheiro para os comprar… É a criança isolada sem amigos, sozinha.

As investigações dizem que há grupos específicos que tendem a ser alvos preferenciais…

As crianças com algum tipo de deficiência, que andam na educação especial, que têm direito a senhas de almoço na escolas, que são vistas como sinal de pobreza, migrantes tendem a ser alvo de bullying com mais frequência do que outras crianças.

É o ser diferente?

O que é determinante é ser a minoria. Mas tudo depende do contexto. Conduzi um estudo numa escola onde a maioria da minha amostra eram miúdos brancos de origem anglosaxónica e havia uma minoria de hispânicos e estes, neste caso, tendiam a ser mais vitimas de bullying. E encontrei o contrário, numa pesquisa que fiz numa escola junto à fronteira com o México, onde a maioria dos alunos eram mexicanos, eram os brancos que tendiam a ser mais vítimizados. Existe uma necessidade para a conformidade e quem ameaça isso, no sentido de que ‘somos todos iguais’, tende a ser mais vitimizado.

É a lei da sobrevivência, como no início dos tempos.

É a lei dos mais fortes. Se pensarmos nos primeiros seres humanos a existência de uma hierarquia era importante. Se há um grupo de famílias que vive na nossa caverna e chega um agressor de outro grupo de famílias, ou um tigre para nos atacar, não temos tempo para decidir ‘como é que nos podemos organizar?’. Não, precisamos de saber que ‘x’ é o topo e nós fazemos todos o que ele disser. Houve uma necessidade evolutiva de ter uma hierarquia. A necessidade de agressão, de hierarquia foi muito importante para os grupos sociais. Mesmo que hoje já não seja tão importante persiste, torna-se um traço das interacções sociais. Todos os nossos governos são hierárquicos. Já não precisamos destes comportamentos para sobreviver mas eles persistem.

Como se continuássemos a ser primários?

Os miúdos são óptimos a observar quem é o mais poderoso. Quando vêem que a pessoa mais agressiva tem mais poder, vantagens, melhores empregos, assimilam ‘este é um comportamento útil, vou imitá-lo’. Temos todos estes programas e intenções para ajudar os miúdos a melhorarem os seus comportamentos e queremos educar os nossos filhos a tratarem-se uns aos outros de forma bondosa, mas, nos Estados Unidos, os políticos, as celebridades são o oposto do que queremos ensinar os nossos filhos a ser. É uma contradição, é confuso. O que eles vêem à sua volta é exactamente o oposto do que lhes queremos ensinar.

Nas suas investigações constata que muitos miúdos vitimizados não contam aos adultos. Porquê?

Eles sentem que ainda correm o risco de serem vistos como queixinhas. Contar a alguém é visto como um acto de cobardia. Alguns acreditam que os professores não são úteis. Que contar pode piorar ainda mais as coisas e eles não querem correr esse risco.

O que é que os adultos podem fazer, neste caso os professores, para melhorar a situação quando as crianças a decidem denunciar?

Uma das formas de agir que as investigações provaram que os miúdos valorizam é quando o adulto diz que vai agir, e depois faz o follow up, dois dias depois, uma semana depois. A seguir, o comportamento que se comprovou ser mais útil é simplesmente ouvi-los, mostrar preocupação, é eles entenderem que são levados a sério.

Em vez de desvalorizar…

Se um miúdo tem uma pequena borbulha e diz que lhe chamam “cara de pizza”, como me aconteceu a mim quando era pequena, responder ‘isso é uma palermice’ não ajuda. Tem de se tentar perceber até que ponto a criança se sente humilhada e com medo. É importante perguntar-lhe até que ponto isso a perturba e não pressupor que a situação só é grave quando a criança está a ser agredida violentamente. A seguir, o que mais ajuda é aconselhar. O professor pode não intervir publicamente na aula, pode dizer apenas ‘talvez se tentares isto’ e depois falamos outra vez para ver como correu. Muitas campanhas antibullying nas escolas incluem apresentações na aulas, trazer um orador para falar sobre o assunto, a investigação diz que este tipo de iniciativas não tem grandes efeitos.

Há comportamentos dos adultos que tornam as coisas piores?

Há coisas completamente contraproducentes. Não ajuda dizer-lhes ‘estás a ser queixinhas’ e isso acontece, por mais que nos surpreenda. Eu sou testemunha-perita num julgamento que está a decorrer em que um miúdo de 11 anos se suicidou, e uma das professora a quem ele se queixou disse-lhe ‘pára de te queixar a toda a hora’. Não se trata de queixar, é reportar, denunciar. Era um miúdo com fenda palatina que mesmo depois da cirurgia ficou com uma voz assobiada. Tinha havido queixas de bullying à directora, registo de trocas de emails dos pais com professores e nada se fez.

Há adultos que ignoram?

Muitos estudos dizem que 8% a 10% das denuncias feitas aos professores são ignoradas. E ignorar a denúncia e pensar que ‘faz parte do processo de crescimento’ é das coisas piores que se pode fazer nestes casos. Os currículos dos cursos de professores raramente contemplam as questões do bullying em profundidade. Passa-se algum conhecimento de background, diz-se por exemplo que há formas sociais, verbais ou físicas de bullying, mas não se dá ferramentas para lidar com o problema.

 

 

 

Crianças vítimas de abuso devem ser ouvidas o mínimo possível

Maio 30, 2015 às 5:47 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 26 de maio de 2015.

sol

Segundo dados da Polícia Judiciária, em 2014 foram abertos 1335 inquéritos por abuso sexual de menores e detidas 64 pessoas indiciadas por este crime.

As crianças que são vítimas de abuso sexual deviam ser ouvidas apenas uma vez, pois cada vez que contam o que aconteceu sofrem novamente. O apelo é da procuradora da República, Ana Paula Rodrigues, que diz que as crianças são ouvidas tantas vezes que depois já se torna difícil «furar a barreira do silêncio». Fernanda Alves, também procuradora, diz mesmo que os processos judiciais que envolvem crianças abusadas sexualmente são «os mais difíceis de abordar».

Na VIII Conferência sobre Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, que foi organizada pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) e decorreu ontem na Assembleia da República, Fernanda Alves disse que «é muito possível que o número de casos reais de violação de menores seja mais elevado do que o documentado».

A juntar ao carácter delicado do crime em si, os processos legais de julgamento deveriam ter nestes casos, «atenções especiais». Fernanda Alves concorda e admite que, para a vítima, repetir a história inúmeras vezes pode vir a ter consequências mais graves. «As crianças vítimas de abuso sexual deveriam ser ouvidas num ambiente informal e o mínimo de vezes possível». As duas Procuradoras da República referem que também seria muito importante que as declarações ficassem gravadas em vídeo, e não apenas em áudio, como acontece actualmente. Ana Paula Rodrigues diz que «as crianças falam muito por gestos e isso não fica gravado. Seria importantíssimo que houvesse meios audiovisuais ao dispor deste tipo de crime, o que não é, de todo, assim tão caro».

Para Ana Paula Rodrigues, ao tribunal cabe «não agravar os danos e isso prende-se essencialmente com a tramitação legal», opinião partilhada por Fernanda Alves – «os processos judiciais não devem agravar a dor da criança». Para que isto aconteça, «além dos técnicos especializados, deve estar ao lado da criança alguém em quem ela confie». Ana Paula Rodrigues vai mais longe e defende que também «deveria ser possível não ser o juiz-Presidente a fazer as perguntas, ser um técnico ou psicólogo. Ou, em alternativa, existirem juízes especialmente habilitados para tal». Fernanda Alves diz que é importantíssimo que «os profissionais percebam que têm que assumir uma atitude de escuta e respeitar o tempo da criança».

Ambas as Procuradoras ressalvam a urgência de criar processos uniformes em todo o país, pois os casos são tratados de forma diferente conforme o distrito em que ocorram.

Atualmente, 20% da população portuguesa diz ter sido vítima de alguma forma de abuso sexual. Para Fernanda Alves «quebrar o silêncio é primeira etapa para a reparação do dano». A Procuradora diz que há mitos que devem ser destruídos para que este tipo de crime diminua: «é falso que só as pessoas com adição e de classes sociais mais baixas cometam este tipo de crime. O abuso sexual de crianças é um crime transversal à sociedade, e a maior parte dos abusadores são pessoas próximas da vítima, que aparentam levar uma vida normal e que são socialmente aceites. A situação só vai melhorar quando a estrutura da sociedade tiver adquirido uma cultura genuína sobre os direitos da criança, em que se inclui o direito de ser protegida contra todos os tipos de violência».

mariana.madrinha@sol.pt

 

 

 

 

 

Festa da Criança & Somos Família em Cascais

Maio 30, 2015 às 3:26 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-cascais.pt/camara-residentes/destaque/festa-da-crianca-somos-familia-baia-de-cascais-31-de-maio

Grande Entrevista da RTP a Daniel Sampaio sobre jovens e a violência

Maio 30, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Entrevista da RTP a Daniel Sampaio no dia 21 de maio de 2015. Ver a entrevista no link: http://www.rtp.pt/play/p1718/e195702/grande-entrevista

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GNR | Dia Mundial da Criança – 31 de maio (domingo), entre as 13:00 e as 18:00 horas, nos Jardins Praça do Império em Belém – Lisboa

Maio 30, 2015 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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gnr

Dia Mundial da Criança

GNR | Dia Mundial da Criança

O sorriso de uma criança, tem um valor incalculável…..
Nesse sentido, a Guarda Nacional Republicana (GNR) vai realizar um evento no dia 31 de maio (domingo), entre as 13:00 e as 18:00 horas, nos Jardins Praça do Império em Belém – Lisboa (junto do Mosteiro dos Jerónimos), onde as crianças poderão ter um dia divertido, diferente e inesquecível juntamente com a GNR.

Das atividades lúdico-didáticas disponíveis destacam-se:
– Atelier de música;
– Concerto infantil;
– Passeios a cavalo;
– Passeios de charrete;
– Passeios de Buggy;
– Pinturas faciais (camuflagem);
– Batismos de mergulho em piscina;
– Aulas sobre técnicas de salvamento;
– Tenda para visão noturna;
– Defesa pessoal;
– Aulas de obediência e demonstrações cinotécnica;
– Exposição de viaturas;
– Mascotes da GNR;
– Concerto infantil;
– Presença MEO KIDS.

Sugerimos que as crianças tragam roupa confortável, fato de banho, toalha, boné, proteção solar, água e muita vontade de BRINCAR!

Junte a sua família e venha com os mais pequenos divertir-se com a GNR!!!

 

Dia Mundial da Criança com a PSP

Maio 29, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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psp

A Polícia de Segurança Pública vai, nos dias 31 de maio entre as 11H00 e as 19H00 e 01 de junho entre as 14H30 e as 17H00, no Rossio dos Olivais e MEO Arena, fazer uma festa incrível, carregada de surpresas, música e muita diversão!

Partilha com os teus amigos e vem brincar com o Falco!

 

mais informações:

https://www.facebook.com/PSPCOMETLIS/timeline

Dia Mundial da Criança 2015 – atividades em Portugal

Maio 29, 2015 às 11:41 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Paulo Pimenta

texto do http://lazer.publico.pt

Por Mariana Mata

Corria o ano de 1959 quando a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu os princípios da Declaração Universal dos Direitos da Criança. Em 10 fundamentos proclamava-se o direito à protecção, à segurança social, à educação gratuita ou à não discriminação das crianças. Trinta anos depois, faziam parte integrante de um tratado que os entregou à Lei Internacional, com a adopção da Convenção dos Direitos da Criança. Tal como em muitos outros países, em Portugal, instituiu-se o dia 1 de Junho para recordá-los. Relembrando apenas um deles – o direito ao lazer infantil –, fomos em busca de meios para fazer crianças felizes. E lançámo-nos numa viagem imperdível pelas brincadeiras.

Pela zona Norte, em Braga, há uma corrida com explosões de cor. Em Vila Real e Vila Nova de Famalicão vai andar tudo “Pelos Cabelos“, nem que seja por se saber que, não muito longe, no Porto, as actividades se multiplicam: Serralves está em festa, os jardins do Palácio de Cristal deixam-se invadir pela pequenada, soa por ali  “O Grande Enormo” e há uma “Lixolândia” para descobrir. Ainda por perto, em Vila do Conde, há jogos e um concerto com membros dos Clã a encerrar a Animar10 (30/5, às 18h).

Ao Centro, a Festinfância toma conta de Ovar. Coimbra tem mais encanto no Portugal dos Pequenitos, com “slide” e uma parede de escalada (de 29/5 a 31/5), enquanto a Figueira da Foz se diverte na comemoração Meo Kids, onde há actividades de desporto, “show cooking”, insufláveis, pinturas faciais e largada de balões. Em Torres Vedras, vislumbra-se o XXVI Oeste Infantil e, já descendo em direcção ao Tejo, cantam-se as Canções da Maria antes de se partir para o festival de papagaios de papel no Castelo de Abrantes (31/5, das 10h30 às 19h30).

Na capital deste pequeno Portugal, há um “Projecto Secreto“. E é também em Lisboa que se pode perceber bem o que é isso dos direitos, na “Oficina de Democracia“. Quem não estiver para aí virado pode ir rimar em “Conversas com Versos” ou simplesmente procurar a sombra do jardim onde se esconde a Pomarte, ao sabor da fruta. No museu lisboeta mais exótico, “Crianças de Todo o Mundo” entram num “peddy-paper”. Não muito longe dali, faz-se “Uma viagem a África“. Em Belém, soa a música do cinema. Por falar nele, quem é que ainda não viu o “Aniki Bobó“? Noutro ponto da cidade, até os bichos festejam, num fim-de-semana inteiro repleto de actividades e experiências, no mínimo, selvagens. Para acalmar, a leitura pode ser posta em dia na Feira do Livro. “Antes de Começar” o sono, ainda se levanta a “Poeira de Estrelas“…

Seguindo pela Linha junto ao Tejo, descobre-se a Pólvora festiva em Oeiras. Depois de se experimentarem os seus “ateliers” e brincadeiras, basta continuar até à baía de Cascais para a segunda dose, onde as actividades da Festa da Criança & Somos Família se estendem até praias e jardins. Para os lados da serra, em Mafra, Há Festa no Parque (31/5, das 10h às 19h) com actividades radicais, insufláveis e muitos jogos. À noite, é possível descobrir a Floresta Encantada por pirilampos na Tapada Nacional.

De um salto à margem Sul, começa a festa com a “Rapsódia das Carochas” ou “Histórias através da Luz“, no Centro de Interpretação de Almada Velha. Também por lá se espalham Sementes vindas de vários países. No Barreiro, há qualquer coisa que “Parece um Pássaro“, que pode de seguida voar até à Feira Pedagógica em busca de diversão, no Parque da Cidade. No Seixal, depois de Uma Noite na Biblioteca, alguém juntou o útil ao agradável e decidiu comemorar o Dia Mundial do Brincar.

Em direcção ao Sul, a paragem faz-se em Grândola, onde o Jardim 1.º de Maio se enche de brincadeiras, “ateliers” e até palhaços, para comemorar o dia (a 31/5, a partir das 15h). Rumo à costa algarvia, Lagoa oferece um programa de três dias de diversão, com circo, jogos e concursos. E por fim, a principal alameda de Portimão insufla-se por um dia para proporcionar grandes saltos à pequenada (1/6, das 9h às 18h).

 

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