Técnicas do IAC trabalham nas ruas de dia e de noite

Janeiro 16, 2020 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) nasceu em 1983 com o objetivo de tirar jovens da rua. A realidade que existia, sobretudo nas ruas de Lisboa nessa altura, era muito triste. Eram inúmeras as crianças que viviam nas ruas e se dedicavam à prostituição, arrumo de carros ou roubos. Foi aí que surgiu a necessidade de criar o «Projeto Rua» em 1989.

Este projeto começou por intervir junto das crianças que vagueavam nas ruas de Lisboa, dormindo em grelhas de metro e sem qualquer apoio de instituições sociais. Foi um verdadeiro sucesso, tendo conseguido tirar mais de 600 crianças da rua e fazer com que voltassem às casas ou instituições de onde tinham fugido.

Visualizar esta reportagem do “Você na TV” da TVI de 15 de janeiro de 2020 no link:

https://tvi.iol.pt/vocenatv/dicas-curiosidades/jovens/ajuda/instituto-de-apoio-a-crianca-tira-criancas-da-rua

7 conselhos para ajudar os miúdos a lidar com as redes sociais – conselhos de Maria João Cosme do IAC

Janeiro 15, 2020 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 9 de janeiro de 2020.

Margarida Queirós

Na edição de dezembro da VISÃO Júnior falámos sobre o mundo dos likes. Agora, temos sete conselhos – dados por uma psicóloga – para os pais ajudarem os mais novos a lidar com as redes sociais.

As redes sociais fazem parte da nossa vida, é um facto que ninguém consegue negar. Os mais novos também as usam e muita da sua vida social é vivida no Instagram, no TikTok e no Facebook. Passar demasiado tempo preocupado com likes ou ansioso porque os dados móveis acabaram é algo que acontece a muitos jovens. Por isso, e com base em testemunhos recolhidos junto dos nossos leitores que usámos no artigo de capa, questionámos a psicóloga Maria João Cosme sobre algumas situações comuns a muitos pais. A especialista é psicóloga no programa SOS Criança, do Instituto de Apoio à Criança.

Ultimamente o meu filho só fala de redes sociais. O que posso fazer para que se interesse por outras atividades?

As redes sociais não têm de ser conotadas apenas como algo negativo. Sabendo que nas redes sociais a comunicação faz-se principalmente entre pessoas amigas, podemos por exemplo aconselhar outras atividades que possam fazer offline com essas pessoas. O ponto de partida deve ser ouvir os filhos, mostrar interesse pelo que gostam e tentar perceber como funcionam as redes sociais. Depois, poderão pedir que os filhos façam o mesmo, ou seja, que deem atenção a outras atividades que os pais dominem melhor. Conhecer os filhos e os seus interesses abre uma porta de comunicação saudável e rica entre pais e filhos!

Já aconteceu ver o meu filho triste porque uma das fotos que publicou teve poucos likes. Como lhe explico que os likes não ditam se as pessoas gostam de nós ou não?

Os pais devem ter sempre por base uma relação de confiança, abertura e comunicação com os filhos. Isso começa à nascença… Até antes! Assim sendo, os pais, melhor que ninguém, saberão chegar até eles. Por um lado, mostrando empatia pelo seu sentimento de tristeza mas, por outro lado, explicando de forma clara que os likes são gestos à distância, não há apego, não há pessoas em presença, logo, não se podem nunca comparar com as ações e os sentimentos que temos em presença de alguém. Se forem likes de desconhecidos também não devem ser sobrevalorizados, ou seja, ter likes ou não terlikes deve ter a mesma explicação, relativizando o tema, para não ter uma dimensão desmesurada.

O meu filho está sempre ligado, e quando lhe peço para largar o telemóvel, noto que fica ansioso, como se fosse perder algo. É normal?

Pedir para largar o telemóvel vai depender do que o jovem estiver a fazer . É normal que o filho fique ansioso caso esteja envolvido numa atividade ou jogo ou conversa que tenha de interromper. Obviamente, se estiver a usar o telemóvel num momento desadequado, como por exemplo ao jantar, ou onde saiba à partida que está a incumprir ou desobedecer, não deve ser valorizada a sua ansiedade e deve ser explicada de forma assertiva a regra e o motivo pelo qual não se pode estar ao telemóvel naquele momento. Os pais devem também ser o exemplo e desligar mais vezes o seu telemóvel!

A minha filha tem muitos seguidores nas redes sociais e está a tornar-se “famosa”. É normal para uma adolescente? O que faço para que não dê tanta importância ao assunto?

O sentimento de “ser famoso” nao tem de ser negativo. Tem, sim, de ser contextualizado, ou seja, a jovem deve entender a diferença entre  a “fama” online, e a fama da vida real, conseguida através de reconhecimento por feitos nobres ou de excelência em alguma área específica. Os pais devem ajudar a “trazer à terra” e não deixar que fiquem demasiado deslumbrados com algo que nem sequer conseguem dominar pelo carácter “fantasiado” do mundo virtual.

Como explico aos meus filhos que a vida dos influencers não é exatamente como vemos no Instagram?

Os influencers só mostram o que querem. Tal como os atores e atrizes também têm vidas muito diferentes das que mostram no ecrã – assim se deve explicar que nem tudo o que parece é.  Caso os influencers sejam modelos pela positiva, isso pode resultar numa boa forma de os jovens seguirem modelos.

Como posso ajudar a minha filha a reduzir o tempo que passa no telemóvel?

Os pais devem sempre ter um discurso pela positiva. Falar dos benefícios que se pode ter e das muitas atividades interessantes que se podem fazer se tiverem mais tempo disponível: estando online na vida real,  fazendo histórias sem Instagram e obtendo abraços em vez de likes. O sabor disto falará por si. Têm que se sentir os ganhos!

Como posso introduzir a ideia de fazer um detox de redes sociais/telemóvel? Qual será a melhor altura e como se pode lidar com a ansiedade que daí resulte?

Qualquer vício está associado a ansiedade. Combater os vícios é perceber as rotinas que lhe estão associadas. Se os nossos filhos perceberem em que momentos mais usam o telemóvel, poderão antecipar e substituir o uso do telemóvel por qualquer atividade ou ocupação que gostem. Estarem distraídos e divertidos ou concentrados em algo, fará desaparecer ou diminuir a ansiedade. O que interessa é estarem a sentir prazer: se o obtiverem de uma forma diferente, não haverá ansiedade associada. A nossa mente é que nos guia e somos nós que controlamos a nossa mente! Experimentem em família programas de fins de semana ou férias cativantes, mantendo a possibilidade de usarem telemóvel ou rede social em momentos acordados pelos interessados. Não esquecer que os pais devem dar o exemplo!

3º aniversário da Quebrar o Silêncio – evento e debate, com a presença de Dulce Rocha Presidente do IAC, 17 janeiro em Lisboa

Janeiro 13, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A comemoração será no dia 17 de janeiro, no Auditório das Águas de Portugal, (Rua Visconde Seabra 3, Lisboa). A receção começa às 9h30.

Para assinalar os 3 anos de atividade, faremos uma retrospectiva a 2019 e ao apoio prestado aos homens sobreviventes que procuraram os nossos serviços.

Também vamos apresentar os nossos projetos para 2020 (e garantimos que há boas surpresas), e realizar um debate/conversa aberta sobre “Violência sexual infantil, trauma e direitos humanos das crianças”.

Para esta conversa contaremos com a presença da presidente do Instituto de Apoio à Criança, Dr.ª Dulce Rocha, a presidente da Associação de Mulheres contra a Violência, Dr.ª Margarida Medina Martins, e a Drª Vânia Beliz,sexóloga e psicóloga clínica e da saúde.

PROGRAMA:

09h30 – receção

10H – apresentação Quebrar o Silêncio

10H45 – debate/conversa aberta “Violência sexual infantil, trauma e os direitos humanos das crianças”

Margarida Medina Martins

Dulce Rocha

Vânia Beliz

12h15 – coffee break – convívio

DATA E LOCAL:

17 de janeiro, às 9h30

Auditório das Águas de Portugal (Rua Visconde Seabra 3, Lisboa)

Confirme a sua presença para o email info@quebrarosilencio.pt

Esperamos contar consigo.

“Isto é que é Natal” Rita Pereira e a revista Maria estiveram juntas numa ação de solidariedade no IAC

Janeiro 10, 2020 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem da revista Maria no PDF:

Isto é que é Natal

Leandro, Adriano e a mãe, portugueses sem abrigo em Paris

Janeiro 10, 2020 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 15 de dezembro de 2019.

Encontro Nacional de GAAF “Relação Escola / Família como Potenciadora de Sucesso” 1 fevereiro em Coimbra

Janeiro 9, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição até 30 de janeiro no link: https://forms.gle/79yqQceB1n3KYV6Z9

Menores na rua são pouco comuns em Portugal – notícia do JN com dados estatísticos do IAC

Janeiro 7, 2020 às 6:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 15 de dezembro de 2019.

6ª Edição do Prémio de Jornalismo Direitos da Criança em Notícia

Janeiro 3, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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6ª Edição do Prémio de Jornalismo Direitos da Criança em Notícia

O Fórum sobre os Direitos das Crianças e dos Jovens convida os/as profissionais dos meios de Comunicação Social portugueses a participar na Edição de 2019 do Prémio Os Direitos da Criança em Notícia.

Nesta 6ª Edição, o Prémio tem o apoio da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

Podem concorrer os trabalhos que tenham sido publicados em Portugal, entre janeiro e dezembro de 2019.

A data limite de entrega é 17 de janeiro de 2020.

As candidaturas devem ser feitas através do preenchimento do formulário de candidatura.

Para mais informações consulte os seguintes documentos:

Convite

Contextualização

Regulamento

Orientações para uma Cobertura Jornalística Baseada nos Direitos das Crianças

Pode consultar aqui a lista de premiados da 5ª edição do Prémio de Jornalismo.

Viatura de animação comunitária reforça Instituto de Apoio à Criança

Dezembro 30, 2019 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Câmara Municipal de Lisboa de 19 de dezembro de 2019.

Nova unidade móvel reforça intervenção do “Projeto Rua”. O programa é apoiado pela Câmara de Lisboa, que, em abril, cedeu ao Instituto de Apoio à Criança (IAC) o edifício da nova sede, por um período de 25 anos.

A viatura de animação comunitária do “Projeto Rua” foi entregue hoje, 19 de dezembro, e vai permitir desenvolver novas atividades lúdico-pedagógicas com as crianças.

O projeto, sob o lema da inclusão, vai ao encontro de jovens em zonas de maior carência social, através de deslocações pela cidade, com recurso a uma ‘unidade móvel lúdico-pedagógica’.

A nova viatura, com o apoio da autarquia, foi apresentada no Bairro Alfredo Bensaúde, nos Olivais, e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, da presidente do IAC, Dulce Rocha, e Manuela Eanes, presidente honorária da instituição.

Rita Pereira levou amor, atenção, sorrisos e presentes às crianças do Instituto de Apoio à Criança

Dezembro 24, 2019 às 6:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da Revista Maria de 18 de dezembro de 2019.

Uma tarde diferente. Rita Pereira levou amor, atenção, sorrisos e presentes às crianças do Instituto de Apoio à Criança (IAC). Uma organização Não Governamental criada em 1983 por Manuela Eanes (mulher do antigo Presidente da República, Ramalho Eanes).

«Isto para mim é que é Natal. Em minha casa, o Natal é a união da família, aqui neste caso é a união de todas estas crianças do IAC e dar este amor, partilhar sorrisos e brincadeiras. Isto enche-me muito e faz todo o sentido», começa por dizer a atriz. Rita chegou ao IAC com as duas mãos cheias de presentes que conseguiu com a ajuda da Revista Maria, da Euroimpalabooks, ImpalaStore e Emei Europa, perto das 16.00, de quarta-feira.

De sorriso nos lábios explicou porque escolheu o IAC para dar um Natal mais feliz a algumas crianças.

Entrevista a Dulce Rocha – Presidente do IAC

«O Instituto de Apoio à Criança nasceu em 1983, já tem 36 anos e é uma Organização Não Governamental.  Foi criada pela drª Manuela Eanes. Tem sabido renovar as suas ideologias inovadoras, criou serviços pioneiros, como por exemplo o SOS Criança, que é um serviço telefónico anónimo, em 1988.

Na altura havia muito poucos e agora praticamente toda a Europa tem, os próprios estados já recomendam serviços desse tipo. Logo no ano seguinte foi criado o projeto das Crianças de Rua, que na altura também foi muito inovador.

O IAC soube aproximar-se dessas crianças, essa foi a grande inovação do Projeto Rua. Na altura eu estava no Tribunal de Menores de Lisboa, e apareciam-me lá crianças que viviam na rua, que participavam factos ilícitos, e sabia que iam lá voltar outra vez, mas quando vinham com o animador do IAC, eu sabia que já não iam aparecer porque o Instituto ia fazer um trabalho personalizado.

O IAC foi como o 25 de Abril para as crianças

O Instituto foi como um 25 de abril para as crianças. Por um lado podiam queixar-se, por outro lado sabiam que iam ter um acompanhamento.

Temos um serviço jurídico de acompanhamento importante, porque há muitos assuntos que precisam de um serviço desse nível, de um encaminhamento às vezes que é importante a nível jurídico. Temos um serviço que apoia as crianças nos hospitais, e também apoio psicológico que está muito ligado ao SOS Criança, muito importante nos casos em crianças de abuso sexual.

Temos recebido pedidos da própria polícia judiciária, do departamento de investigarão e ação penal porque a esse nível há um défice muito grande de especializados em que se consiga recuperar a criança. A recuperação psicológica é um dos novos diretos da convenção dos direitos da criança, que já fez 30 anos e temos apostado muito na participação das crianças e dos jovens, criar parcerias em todo o país.»

Entrevista a Matilde Sirgado – Coordenadora Projeto Rua

«Foi realmente um momento muito feliz, que agradecemos desde já a iniciativa. Isto vale a pena e está perfeitamente alinhado com a filosofia do Instituto de Apoio à Criança,nomeadamente com este Projeto Rua que vai de encontro às crianças nos seus bairros, da rua onde eles se encontram.

Levamos afeto, aliamos a técnica à afetividade, levamos a possibilidade de contactar com o mundo real, experiênciar em contacto com visitas socio educativas e atividades lúdicas. Fazemos no percurso escolar, que muitas vezes é adverso, há uma rejeição da escola a estes meninos e o IAC faz aqui um papel de mediador institucional de ligação com as famílias destas crianças para que tenham o direito a sonhar  com uma vida diferente, com sonhos.

Vocês vieram trazer brilho às nossas crianças, esperança e é isto que o IAC verdadeiramente agradece.

 Que crianças são estas?

Temos aqui a nossa intervenção representada nos três níveis. Temos o mais difícil , o mais duro, que são aquelas crianças consideradas invisíveis, que são vítimas a vários níveis do seu contexto familiar e por isso fogem. Estamos a falar de adolescentes que fogem para a rua e encontram uma realidade ainda mais pesada. Normalmente são exploradas por gente sem escrúpulos, por redes de tráfico quer para prática de violência sexual quer para prostituição, outros para pequenos furtos e preparam-nos para o mundo da marginalidade.

IAC fazendo giros diurnos e e noturnos com a unidade móvel lúdico pedagógica consegue ir ao encontro deles no contexto de risco onde estão e consegue resgatá-los desta vida e com eles conseguimos criar e delinear projetos de vida mais saudáveis. Temos alguns que fogem das instituições, o nosso objetivo é trabalhar as competências deles, motivações…

Neste trabalho de prevenção destaco também o nosso trabalho com as famílias, não podemos só trabalhar a criança, tem de haver um «match» muito positivo. E estas famílias são famílias que também sofrem, que foram abandonadas em crianças.

Costumamos dizer que a sociedade está perdida, que é uma geração rasca, nomeadamente estes quase pré marginais e nós provamos o contrário, criamos uma rede a nível nacional (Construir Juntos), para quebrar o isolamento social nesta área e nos jovens e nas crianças que são acompanhadas por estas instituições de norte a sul do país.»

Visualizar o vídeo da reportagem no link:

Rita Pereira realiza sonhos de crianças em tarde inesquecível: «Isto para mim é que é Natal»

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