Vídeo da participação de Cláudia Manata do Outeiro do IAC na reportagem do Telejornal da RTP1 sobre Bullying

Maio 22, 2015 às 2:24 pm | Na categoria CEDI, O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe o seu comentário
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Vídeo da participação da Dra. Cláudia Manata do Outeiro do IAC-CEDI (Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança), no Telejornal da RTP1 no dia 21 de maio de 2015. Visualizar a entrevista no link  http://www.rtp.pt/play/p1743/telejornal  minuto 26,10 a 28,49.

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VIII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente : 25 de Maio no Auditório Novo da Assembleia da República

Maio 22, 2015 às 1:45 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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No próximo dia 25 de Maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, mais uma vez, o Instituto de Apoio à Criança irá lembrar todas as crianças desaparecidas, através da realização de uma Conferência que terá lugar no Auditório Novo da Assembleia da República.

Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.

Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos. A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, a Missing Children Europe, criada em 2001, e que o IAC integra desde a sua fundação, também todos os anos assinala o 25 de Maio e recomenda iniciativas nesse dia às ONG nacionais.

As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not”.

Programa

Press Release

VIII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente : 25 de Maio no Auditório Novo da Assembleia da República

Maio 21, 2015 às 3:11 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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No próximo dia 25 de Maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, mais uma vez, o Instituto de Apoio à Criança irá lembrar todas as crianças desaparecidas, através da realização de uma Conferência que terá lugar no Auditório Novo da Assembleia da República.

Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.

Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos. A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, a Missing Children Europe, criada em 2001, e que o IAC integra desde a sua fundação, também todos os anos assinala o 25 de Maio e recomenda iniciativas nesse dia às ONG nacionais.

As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not”.

Programa

Press Release

Homenagem a Elza Chambel: Comunicado da Direção do IAC

Maio 20, 2015 às 3:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Ricardo Perna

Foi com grande comoção que o Instituto de Apoio à Criança soube da morte de Elza Chambel. Membro dos órgãos sociais do IAC há décadas, trabalhou connosco em múltiplas ocasiões e acompanhou de perto o Projecto Rua desde que foi Comissária da Luta contra a Pobreza, nos anos 90. A sua acção na área social foi notável, particularmente na causa do combate à exclusão, e nos últimos anos, salientamos a sua actividade no âmbito do Voluntariado, tendo presidido ao Conselho Nacional do Voluntariado. Desempenhou cargos de relevo na Administração Pública, representou o nosso País em inúmeras reuniões internacionais e já depois de estar aposentada continuou a trabalhar nas suas causas como Voluntária, designadamente a prestar apoio ao Projecto Rua, onde criou fortes laços de amizade com todas as equipas. Elza Chambel deixa uma enorme saudade e o Instituto de Apoio à Criança presta-lhe uma sentida homenagem de respeito, apreço e gratidão.

 

Campanha da Missing Children Europe de divulgação do 116 000 Linha Europeia para Crianças Desaparecidas

Maio 20, 2015 às 2:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Texto do Facebook da Missing Children Europe

We are just a week away from International Missing Children’s day on May 25th. The day has been commemorated around the world since 1983, in memory of 6 year old Etan Patz who went missing on his way to school on 25 May, 1979, as well as in memory of thousands of other children who go missing each year. The day sends a message of hope to parents and children, and raises awareness about the problem, through the use of the ‘forget-me-not’ flower as its official symbol.

Speak up for missing children this year by joining our thunderclap campaign, running or golfing for Missing Children Europe, visiting our photo exhibition at the European Parliament or donating to help realise one of Missing Children Europe’s projects. Find out how in our newsletter:

http://eepurl.com/bfPE5n

Em Portugal o 116 000 foi atribuído ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança. mais informações aqui 

III Ciclos Temáticos de Intervenção Psicossocial com a participação de Cláudia Manata do Outeiro do IAC

Maio 19, 2015 às 3:23 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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A Dra. Cláudia Manata do Outeiro do IAC-CEDI (Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança), irá participar nos III Ciclos Temáticos de Intervenção Psicossocial no dia 20 de maio pelas 10.00 h no Palácio Valenças em Sintra.

Programa III Ciclos Temáticos Intervenção Psicossocial Versão Final

A sessão nº 5 será subordinada ao tema “Bullying em Contexto Escolar: como prevenir e intervir?”, contando como orador com o Exmo. Dr. Luís Fernandes (Associação Sementes de Vida), a realizar no dia 20 de maio de 2015, no período das 10h00 às 13h00, na Sala Nau do Palácio Valenças, sito na Rua Visconde Monserrate, nº 1, em Sintra, que nos irá abordar o conceito e as metodologias de prevenção e a intervenção no bullying.
Na sessão contaremos ainda com a presença da Dra. Cláudia Manata (Instituto de Apoio à Criança) e Dra. Raquel Jerónimo (EB 2/3 Escultor Francisco dos Santos) que nos irão apresentar a sua experiência prática de intervenção numa escola de Sintra.

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Boletim do IAC n.º 115

Maio 19, 2015 às 1:38 pm | Na categoria CEDI, O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Descarregar o Boletim do IAC n.º 115 aqui

Guimarães: criança viu o contrário do pai herói e polícia amigo – Excerto da entrevista de Melanie Tavares do IAC na TVI 24

Maio 19, 2015 às 12:30 pm | Na categoria O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Entrevista da Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, à TVI24 no dia 18 de maio de 2015. Visualizar o excerto da entrevista no link:

http://www.tvi24.iol.pt/pesquisa/videos/pai/guimaraes-crianca-viu-o-contrario-do-pai-heroi-e-policia-amigo/555a14560cf2d0faf049311a/1

Melanie Tavares, do Instituto de Apoio à Criança, esteve na TVI24 e identificou dois problemas, em especial para o filho mais novo do homem agredido, que terá certamente perturbações no seu desenvolvimento emocional depois das agressões a que assistiu no final do jogo V. Guimarães-Benfica

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Agressores também estão em profundo sofrimento, alertam psicólogos

Maio 14, 2015 às 11:38 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia que conta com a opinião de Melanie Tavares, coordenadora do gabinete de apoio aos alunos e famílias do Instituto de Apoio à Criança (IAC):

 

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As duas agressoras do jovem da Figueira da Foz cujo vídeo está a circular nas redes sociais estão a ser alvo de ameaças, insultos e até cartazes com a divulgação da sua fotografia e palavras de ordem como “procuram-se: mortas ou vivas”. Uma incitação à violência que não ajuda a resolver o problema e “só gera mais violência”, alertam os especialistas ouvidos pelo SOL.

“O modelo de agressão-retaliação tem feito muito caminho na nossa sociedade. Infelizmente, perdemos a capacidade de perceber o outro lado. Claro que o que aconteceu é terrível e é muito mais fácil pormo-nos do lado da vítima. Mas devemos interrogar-nos que tipo de sofrimento estavam a passar estas duas jovens para chegarem ao ponto de descarregar assim noutro jovem”, afirma Augusto Carreira, director do Serviço de Pedopsiquiatria do Hospital Dona Estefânia.

O pedopsiquiatra diz não conhecer o caso em concreto da agressão de um rapaz de 17 anos por duas jovens que foi filmada e divulgada na internet. Nem tão pouco as características das jovens que cometeram as agressões. Mas assegura: “são jovens que cresceram mal, que emocionalmente se estruturaram mal. Têm, certamente, um sofrimento muito grande e não o conseguem gerir nem expressar de forma adequada”. O especialista que diariamente lida com casos de crianças e jovens acrescenta ainda: “Estes jovens não têm uma falha anatómica ou fisiológica mas uma falha grave nas suas experiências relacionais”.

Melanie Tavares, coordenadora do gabinete de apoio aos alunos e famílias do Instituto de Apoio à Criança (IAC), partilha esta opinião. “Um jovem que faz uma coisa destas também não está bem”, dizt. “Muitas vezes, estes agressores já foram vítimas de alguma forma, por exemplo do modelo a que assistem em casa. Sofrem em silêncio e a forma que encontram de purgar a sua dor é infligir dor aos outros. Por isso também têm de ser acompanhados”.

Melanie Tavares diz que a sua experiência na mediação escolar mostra que os jovens que cometem bullying não têm um desenvolvimento emocional equilibrado, vêm de famílias desestruturadas e não estão integrados socialmente. Nos 25 gabinetes de mediação escolar que o IAC tem nas escolas surgem todos os anos dezenas de casos de bullying. No ano passado, num universo de cerca de 2300 alunos, 4% foram vítimas de bullying e mais 4% foram agressores. Aqui todos têm acompanhamento psicológico para conseguir superar a situação traumática que viveram.

O pai de uma das agressores já veio a público pedir desculpa pelo comportamento da filha. Numa entrevista à SIC, confessou estar surpreendido com o que aconteceu e não perceber o que levou a filha a participar numa cena desta natureza. O pedopsiquiatra Augusto Carreira diz que esta realidade também se tem vindo a acentuar entre as crianças e jovens que acompanha. “Os pais conhecem mal os filhos, não têm noção do sofrimento por que passam. As pessoas vivem em família mas muito isoladamente. As transacções físicas, o estar na presença do outro, e a troca de emoções e sentimentos dentro da própria família estão a desaparecer e os pais”, afirma o especialista. “Hoje em dia, com todas as tecnologias disponíveis, os jovens têm o mundo dentro do quarto. Podem estar sozinhos, isolados, com a sensação de que estão em contacto com o mundo. Isso está a substituir as relações entre as pessoas”, alerta.

Adultos devem conter  situação nem incitar à violência

O episódio chocou o país e gerou uma onda de indignação, com milhares de pessoas a sair em defesa da vítima, a pedir a condenação dos seus agressores e a reclamar a actuação das autoridades policiais e da comissão de protecção de crianças e jovens. As imagens das duas agressoras foram divulgadas com mensagens ofensivas que apelavam à sua detenção e punição.

A psicóloga especialista em mediação escolar pede contenção na divulgação deste tipo de mensagens que incitam à vingança e apela aos pais que aproveitem este episódio mediático para abordar o tema de modo pedagógico junto dos filhos. “Partilhar este tipo de mensagens é empolar a situação. Acredito que as pessoas o façam numa atitude de protecção de vítima e para denunciar este tipo de casos. Mas os conflitos não se resolvem com mais violência. E é isso que os pais devem explicar aos filhos”.

Quanto aos comentários e reacções que têm vindo a público, nomeadamente nas redes sociais, Augusto Carreira diz que reflectem o que se passa também na vida dos adultos que “aproveitam estes casos para despejar, sem filtro e de forma instintiva, os sentimentos que têm dentro de si”.

Ministério Público já está a investigar o caso

O episódio foi registado num vídeo com a duração de 13 minutos onde há estalos, murros e pontapés e terá acontecido no verão passado. Mas foi posto a circular na terça-feira nas redes sociais, provocando uma onda de indignação por todo o país. O caso já deu origem a dois processos de averiguações: o Ministério Público abriu um inquérito tutelar educativo aos menores de 16 anos que surgem na filmagem e o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) da Comarca de Coimbra também está a investigar o envolvimento de jovens com mais de 16 anos, uma vez que estes já estão abrangidos pelo Código Penal.

O jovem agredido apresentou hoje queixa na PSP. A polícia decidiu reforçar a segurança junto às escolas da Figueira da Foz, de forma a prevenir represálias e mais episódios de violência.

 

Rita Carvalho, publicado no Jornal SOL em 13 de Maio de 2015

VIII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas: 25 de Maio no Auditório Novo da Assembleia da República

Maio 13, 2015 às 2:35 pm | Na categoria Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe o seu comentário
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No próximo dia 25 de Maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, mais uma vez, o Instituto de Apoio à Criança irá lembrar todas as crianças desaparecidas, através da realização de uma Conferência que terá lugar no Auditório Novo da Assembleia da República.
Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança.
A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão internacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.
Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos.
A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, a Missing Children Europe, criada em 2001, e que o IAC integra desde a sua fundação, também todos os anos assinala o 25 de Maio e recomenda iniciativas nesse dia às ONG nacionais.
As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not”.
Veja AQUI o programa.
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