Concerto Solidário “Crianças Somos Todos Nós” 35 anos do IAC – 20 novembro no Altice Arena – Se comprar 4 ou mais bilhetes tem direito ao desconto do bilhete família

Novembro 16, 2018 às 5:19 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Concerto Solidário 35 anos do IAC: presença na TVI da Dra. Manuel Eanes, Dra. Matilde Sirgado e Dra. Melanie Tavares

Novembro 16, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Concerto Solidário “Crianças Somos Todos Nós” 35 anos do IAC – 20 novembro no Altice Arena

Novembro 15, 2018 às 4:08 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Concerto Solidário “Crianças Somos Todos Nós” 35 anos do IAC – 20 novembro no Altice Arena

Novembro 14, 2018 às 1:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Palmada para educar? Nunca – Notícia da Sábado com declarações de Manuel Coutinho do IAC

Novembro 13, 2018 às 1:30 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Sábado

Notícia com declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

Notícia e imagem da Sábado de 13 de novembro de 2018.

por Maria Espírito Santo

A Academia Americana de Pediatria reforça a recomendação: os pais não devem bater nos filhos. Especialistas portugueses concordam.

A palmada, mesmo leve e sem implicar dor física, não deve fazer parte do modelo educativo. Quem o defende é a Academia Americana de Pediatria, reconhecida associação que promove a saúde e bem-estar das crianças. “Só ensina comportamentos agressivos e torna-se ineficaz quando usada regularmente. Em substituição, use time out para crianças mais novas. Discipline crianças mais velhas ao temporariamente lhes tirar os privilégios favoritos como actividades desportivas ou brincar com amigos”, continua a academia em comunicado ao público. Em Dezembro vão publicar novas recomendações para os pais no Pediatrics, publicação oficial da academia.

O conjunto de especialistas alerta para o impacto que estas agressões têm. Além fragilizar a relação entre pais e filhos pode ter consequências a longo prazo – a criança no futuro poderá replicar essa agressividade. “A cultura da violência é uma cultura que frequentemente tem passado de pais para filhos porque os filhos imitam o comportamento dos pais”, lembra o psicólogo Manuel Coutinho à SÁBADO. O coordenador da linha SOS Criança e secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança concorda com as indicações que chegam da associação de pediatras.

Nenhuma agressão física, mesmo a mais leve, deve ser considerada válida para educar. Para perceber o porquê, basta fazer um exercício muito simples, defende Manuel Coutinho: “Ora imagine que estamos no trabalho e o nosso chefe, para marcar uma posição, dá uma palmada leve… é que se calçarmos o sapato dos outros se calhar percebemos melhor aquilo que sentem.”

O especialista coloca o assunto em cima da mesa, diz que é preciso desconstruí-lo: “Então vamos definir: a partir de que idade podemos fazê-lo, com que força, em que local, em que parte do corpo, com que frequência? Se virarmos tudo ao contrário percebemos como é absurdo bater para educar.” E alerta para os acidentes que podem acontecer quando estas punições se banalizam: como crianças que acabam por lesões na coluna porque os pais as elevam por um braço, para dar açoites.

Isabel Pina, psicóloga, explica que podemos olhar para o tema pesando vantagens e desvantagens. As técnicas parentais mais punitivas são eficazes a curto prazo: “A criança reage à agressão e se calhar pára de fazer aquilo que não concordamos. Mas reage por medo, não compreende nada.” Logo, a longo prazo não é eficaz. Há ainda a questão da dessensibilização: “A criança começa a habituar-se, [a palmada] deixa de fazer efeito e entramos numa escalada de comportamentos punitivos. Podemos, até, cair no âmbito dos maus-tratos.”

É inevitável. Por vezes, entre esperneios, gritaria, palavras feias e lágrimas, um pai ou mãe perdem a cabeça: sai uma palmada, um puxão de orelhas ou um grito. Os momentos de muita tensão podem conduzir a comportamentos que não são adequados. Mas, em princípio (e considerando que são excepções), há sempre tempo de repensar e refazer o modelo educativo. Não vale a pena chorar sobre o leite derramado, diz Manuel Coutinho: “Se a situação já aconteceu, os pais têm de garantir que não volta a acontecer.”

Outras tácticas

Então qual é a melhor forma de lidar com birras monumentais? Há várias sugestões a seguir. Manuel Coutinho recomenda um método de distância-aproximação. “Perante a birra de uma criança primeiro é tentar não acalmá-la, ignorar ao máximo a situação. E quanto mais alto gritar ou espernear, mais ignorar – mas com vigilância. Depois é desviar o foco, pegar ao colo e dar-lhe o que todos nós precisamos, um abraço.”

Colocar no lugar do outro continua a ser a melhor estratégia:”Temos de perceber que as crianças não fazem birras para aborrecer os adultos, é para testarem os seus limites, porque estão tristes, irritadas, angustiadas. Estão a aprender a lidar com as emoções.” Faz uma pausa para concluir: “Os adultos têm de ser os contentores das angústias das crianças – e não os potenciadores.”

Pode, até, criar-se em casa um espaço da calma – com mantas e almofadas, por exemplo – para onde a criança pode ir quando se sentir frustrada ou triste, aconselha a psicóloga Isabel Pina. “Podemos dizer: ‘É o espaço para onde vais se estiveres nervoso, pensares em coisas que podias ter feito diferente. Depois, em conjunto, vamos reflectir.’”

Perante uma birra ou um comportamento errado, é importante primeiro reconhecer os sentimentos da criança: dizer algo como “Percebo que estejas triste ou zangado mas eu não vou permitir que te comportes dessa forma”, sugere a psicóloga Isabel Pina. Depois, é preciso aplicar uma consequência. Se, por exemplo, a criança parte um brinquedo de forma propositada, a consequência pode ser o brinquedo ir para o lixo (e não se reparar ou comprar outro) ou, numa criança mais velha, retirar uma quantia à sua mesada.

Não tenha receio de terminar com “O que achas?” Envolver os miúdos nas suas próprias consequências é uma boa ideia, garante a especialista, de forma a reforçar a responsabilidade. O adulto pode e deve, ainda, dar sugestões para que a criança aprenda a controlar as suas emoções: “Da próxima vez podes contar até dez, podes ir deitar-te na cama e respirar fundo até o teu coração ficar mais calmo.”

Cada caso é um caso – tal como cada criança, pai, mãe, família. Não há fórmulas universais. No final de contas é fundamental utilizar o bom senso e encontrar um equilíbrio, defende Isabel Pina. “Também não faço a apologia da permissividade. As práticas punitivas não são adequadas mas é importante que os pais afirmem a autoridade. Não podemos criar reis que acham que podem fazer aquilo que quiserem.”

 

 

Já está disponível para download o InfoCEDI n.º 78 sobre Aleitamento Materno

Novembro 13, 2018 às 11:39 am | Publicado em Publicações IAC-CEDI | Deixe um comentário
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Já está disponível para consulta e download o nosso InfoCEDI n.º 78. Esta é uma compilação abrangente e atualizada de dissertações, estudos, citações e endereços de sites sobre Aleitamento Materno.

Todos os documentos apresentados estão disponíveis on-line. Pode aceder a esta publicação AQUI.

Conferência “Serviços integrados para a infância : Juntos com as crianças e as famílias” com a participação de Matilde Sirgado do IAC, 16 novembro na FCG

Novembro 12, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, Tesoureira e Membro da Direção do Instituto de Apoio à Criança irá participar no painel temático “Visão de criança e família por diferentes setores”.

Mais informações no link:

https://gulbenkian.pt/evento/servicos-integrados-para-a-infancia/

XXVI Semana de Psicologia e de Ciências da Educação 12-16 novembro – com a participação de Maria João Malho do IAC

Novembro 9, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dr.ª Maria João Malho (técnica do Instituto de Apoio à Criança), irá participar na XXVI Semana de Psicologia e de Ciências da Educação no dia 12 de novembro no workshop “Espaço urbano como espaço de risco? O potencial educativo da cidade no desenvolvimento da criança /jovem”.

Mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/312192409577550/

http://www.aefpceup.pt/wp-content/uploads/2015/10/Vers%C3%A3oFinal_ProgramaXXIIISPCE1.pdf

 

 

Bilhete promocional 2€ ida e volta na rede de comboios mediante apresentação do bilhete do evento – Concerto Solidário “Crianças Somos Todos Nós” 35 anos do IAC – 20 novembro no Altice Arena

Novembro 9, 2018 às 3:19 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Se Comprar 4 ou Mais Bilhetes Tem Direito ao Desconto do BILHETE FAMÍLIA – Concerto Solidário “Crianças Somos Todos Nós” 35 anos do IAC – 20 novembro no Altice Arena

Novembro 8, 2018 às 3:45 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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