“Jornadas de Psicologia Clínica e da Saúde” 3 de abril em Lisboa com a participação de Melanie Tavares do IAC

Março 31, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, irá participar nas Jornadas de Psicologia Clínica e da Saúde” com a comunicação “A Psicologia Fora do Gabinete. Outras Áreas de Intervenção”.

 

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Março 31, 2017 às 12:35 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Parentalidade na PHDA

Março 31, 2017 às 11:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://uptokids.pt/ de 21 de março de 2017.

smallville

 

Por motivos de investigação, foi-me pedido que realizasse um levantamento da literatura científica que existia sobre a parentalidade na PHDA (perturbação da hiperatividade e défice de atenção). Muito obediente, lá fui aos motores de busca académicos mais conhecidos e comecei a ler o que já existia sobre este tema. Aos poucos fui ficando cada vez mais decepcionada: apenas informações sobre como os pais e mães não lidavam com a hiperatividade. Erros, erros e mais erros. Tudo sobre como a parentalidade era mal exercida. Tudo como estes pais colocavam ainda mais em risco crianças, que por si só, apresentam já um desafio. Procurei em diversas línguas e encontrei apenas mais do mesmo: autores de renome, de faculdades conhecidas, a apontar problemas que todos sabemos que são conhecidos. De positivo, nada.

Nada sobre como estes pais são guerreiros ao enfrentarem uma escola estandardizada não preparada para comportamentos desviantes, sobretudo quando aparentemente tudo está bem. Nada sobre como estes pais são fortes ao enfrentarem uma sociedade que ainda encara esta dificuldade como um problema menor e de educação, sem apresentar soluções viáveis. Nada sobre como estes pais são faróis, para crianças que procuram respostas, onde os pais ainda encontram dúvidas. Nada sobre como estes pais são mudança, quando discutem com médicos e questionam os caminhos que são mostrados.

Vivemos numa sociedade onde a palavra hiperatividade tem vindo a ser de mais em mais banalizada, como corrente no nosso quotidiano, mas onde ainda poucos sentem o seu peso. Vivemos numa sociedade em que a educação ainda está assente no passado, mas acontece na velocidade de um futuro. Vivemos numa sociedade em mudança, com novos desafios, mas onde ninguém guia estes pais num caminho claro e longe da culpa.

Desta forma, mesmo quem estuda estas famílias e quem deveria aproximar-se para dar a mão, aponta antes o dedo para os erros, mas sem apresentar soluções.

Porque se é verdade que quando entramos na perturbação da hiperatividade e défice de atenção, entramos também em terreno pantanoso onde ainda temos muito que cimentar, é também verdade que não é apontando dedos entre adultos que se chega a quem mais precisa: a criança.

Ana Fonseca

 

“Só Para Curiosos” Estreia na Rádio Miúdos a 3 de abril

Março 31, 2017 às 10:35 am | Publicado em A criança na comunicação social, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Andas de lupa na mão e caderno na outra?  ​​​​​​​Gostas de bichos e bicharocos e adoras histórias sobre dinossauros? Fazes muitas perguntas à mãe e ao pai sobre as coisas que te rodeiam?  Gostas das histórias sobre príncipes e princesas, Reis e Rainhas e impressionas-te com os Castelos construídos no alto dos montes? Então, o Só Para Curiosos é mesmo para ti!

Em parceria com a Rádio Miúdos, o projecto Entre Memórias – Educação Patrimonial Itinerante dá a conhecer e explica muitas curiosidades sobre o património que nos rodeia, num novo programa de rádio, a ESTREAR no DIA 3 DE ABRIL.

O projeto Entre Memórias – Educação Patrimonial Itinerante promove a memória coletiva sem esquecer aquelas que são mais pessoais, que constituem, igualmente, um património único a ser salvaguardado. Por isso gostam de contar histórias ligadas às tradições e às memórias do nosso país, dançam na memória dos bailes e das festas das aldeias, contam lengalengas que moram na nossa infância, e procuram, ainda, saber onde moram as memórias para cada um de nós.

A Rádio Miúdos é a primeira rádio em português para crianças, pais e professores. Com emissão online e ouvintes em 150 países, nasceu em Novembro de 2015 e pretende chegar a toda a diáspora e lusofonia. A equipa da Rádio Miúdos inclui profissionais da comunicação e da educação, conta com colaboradores de várias áreas (Literatura, Psicologia, Pediatria, Filosofia para Crianças, Música, Ciência, entre outros), e conta com vários miúdos como locutores e correspondentes em vários pontos do país e até no estrangeiro.

O Instituto de Apoio à Criança é uma das instituições que apoia a Rádio Miúdos

 

 

5 Dicas para estares bem na net – Coleção de três cartazes dirigida aos alunos do 2.º Ciclo

Março 31, 2017 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.seguranet.pt/pt/colecao-5-dicas-cartazes-2o-ciclo

Robôs que ajudam crianças diabéticas

Março 30, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://pt.euronews.com/ de 13 de março de 2017.

 

A diabetes é um desafio sério para muitas crianças e adolescentes, o seu bem-estar depende de várias decisões que têm de tomar ao longo do dia. Será que os jogos eletrónicos podem dar uma ajuda?

Ilona vive numa pequena cidade perto de Amesterdão com o marido e os filhos, Tatum e Arjan. Tatum tem 11 anos e o irmão Arjan, de 13 anos, tem diabetes: “a escola fica a meia hora de distância de bicicleta. Todas as manhãs, uma criança precisa de pensar no que vai comer durante o dia e a na quantidade de insulina necessária. Precisam de ter isso em mente ao longo do dia para voltarem a casa em segurança, sem ficarem com açúcar no sangue pelo caminho”.

As crianças fazem parte de um projeto de investigação europeu que pretende ajudar crianças diabéticas através de jogos eletrónicos. Aplicações especiais nos tablets ajudam as crianças a escolher os alimentos certos e acompanham as suas atividades de uma forma mais divertida.

A investigação envolve três hospitais e duas organizações de diabetes em Itália e na Holanda. Nas consultas as crianças podem brincar com um robô programado para ser não apenas um treinador, mas também um amigo.

Os pediatras podem programar o robô para definir objetivos individuais para cada criança. Os investigadores notaram que as crianças que têm um amigo eletrónico chegam mais contentes às consultas.

No jogo, o robô oferece várias ações tais como um convite para uma festa de aniversário ou várias opções de sobremesa. A criança deve fazer a escolha mais saudável. Depois invertem-se os papéis e o robô deve adivinhar a resposta certa.

O robô não dá conselhos relativos à medicação, mas ajuda a compreender os sintomas da diabetes. Os investigadores planeiam envolver mais crianças nesta experiência e desenvolver uma rede que ligue robôs e tablets, para ajudar estes amigos eletrónicos a aprender e a crescer com as crianças.

 

 

Júlia, a nova personagem da Rua Sésamo é autista

Março 30, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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A Rua Sésamo, um dos programas infantis mais populares em todo o mundo, vai contar com uma nova personagem, chamada Júlia, que representa uma menina autista, anunciaram os responsáveis do programa.

A guionista, Christine Ferraro, anunciou a aparição da nova personagem numa entrevista na noite de domingo ao canal norte-americano CBS.

A imagem de Júlia já figura nas ilustrações impressas e digitais da série infantil criada nos Estados Unidos, que cumpriu 50 anos de emissão.

O Monstro das Bolachas e o Óscar terão uma nova amiga, uma menina com cabelo cor-de-laranja que vai chamar-se Júlia.

A nova personagem da Rua Sésamo vai fazer a sua estreia nos programas que as cadeias televisivas norte-americanas HBO e PBS vão emitir a partir do início de Abril.

“A grande discussão [dentro do programa] desde o princípio foi: ‘Como fazemos isto, como falamos de autismo?'”, explicou Ferraro ao programa 60 Minutos da CBS News.

“É complicado porque o autismo não se manifesta de uma única forma, é diferente para cada pessoa”, sublinhou a guionista.
Na sua primeira aparição na televisão, Júlia vai mostrar algumas características que são comuns às crianças com autismo, será apresentada a um dos principais personagens, ao Poupas, mas ignorá-lo-á.

Confundido com a reacção da pequena, o Poupas vai pensar que a menina não gosta dele, mas outros personagens da série irão rapidamente explicar-lhe que a menina é diferente e faz as coisas de forma distinta.

A intenção dos criadores da série infantil é que o papel de Júlia tenha bastante relevância no programa.

Os diagnósticos de autismo aumentaram de forma constante nos últimos anos nos Estados Unidos, até uma taxa de uma em cada 68 crianças nascidas no país, segundo dados dos Centros para o Controlo e Prevenção de Doenças, citados pelos responsáveis da Rua Sésamo.

 

Jornal Sábado em 20 de Março de 2017

Veja aqui o vídeo:

 

Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância em Ílhavo

Março 30, 2017 às 10:10 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-ilhavo.pt/pages/146

https://www.facebook.com/events/197168430772726/

Como chegar a alunos que muitos deram como perdidos? Mais perguntas do que respostas

Março 30, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 20 de março de 2017.

Professores tutores vieram substituir o desvio precoce para cursos vocacionais Paulo Pimenta

 

Formação dos professores tutores aposta na autoregulação dos alunos. “A tutoria não pode ser mais escola.”

Clara Viana

Sobram perguntas aos professores que este ano foram designados como tutores de alunos com pelo menos dois chumbos. Como chegar a estes alunos que muitos, na escola e fora dela, já deram como perdidos? Como fazer perceber aos outros docentes que as tutorias não são “sessões de magia” com resultados prontos a servir? Como avaliar a eficiência de um trabalho que será sempre feito de “pequenos passos”?

Estas são algumas das questões colocadas em duas sessões de formação para professores tutores a que o PÚBLICO assistiu. Esta formação é feita online e passa muito também pela troca de experiências entre docentes nas mesmas funções, o que acontece uma vez por semana em sessões que decorrem via plataforma moodle.

A formação destes docentes está a cargo de uma equipa do Grupo Universitário de Investigação em Auto-regulação da Universidade do Minho, coordenada pelo investigador Pedro Rosário, especialista em auto-regulação na aprendizagem. E é precisamente a auto-regulação, no caso dos alunos, a palavra-chave desta formação, que já abrangeu cerca de 1200 docentes.

Trata-se de conseguir que sejam os próprios alunos a estabelecer os seus objectivos e as formas de lá chegar. Mas para conseguir chegar aos jovens é necessário, em primeiro lugar, que eles participem nas sessões de tutorias. E, para o garantir, as escolas não poderão ceder à tentação de colocar estas sessões fora do horário lectivo dos estudantes. Este é um dos diagnósticos já apontados por docentes que têm a seu cargo esta função.

Os professores tutores têm a seu cargo grupos de 10 alunos do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico, que já tenham tido pelo menos duas retenções no seu percurso escolar. A cada grupo são atribuídas quatro horas semanais de tutoria, uma figura criada pela actual tutela do Ministério da Educação que pretende assim substituir o desvio destes alunos para cursos vocacionais, como aconteceu durante o mandato de Nuno Crato.

A figura de tutor já existia nas escolas, mas essencialmente com a função de apoio ao estudo. Esta é uma das vertentes que os responsáveis pela formação dos actuais professores tutores desaconselham. “A tutoria não pode ser mais escola. É o aluno que tem de definir os seus objectivos, embora com a ajuda do tutor e estes objectivos têm de ser concretos, realistas e avaliáveis”, frisa o investigador Pedro Rosário.

Falar no café

Não contam declarações de intenções, como por exemplo a de que vai passar a ter melhores notas. “É como as pessoas que no final do ano dizem que vão passar a fazer mais exercício. O que é que isso quer dizer no concreto?”, acrescenta. Pelo contrário, comprometer-se a fazer os trabalhos para casa numa disciplina, a chegar a horas, a reduzir os comportamentos de indisciplina em sala de aula são alguns objectivos que podem ser mensuráveis e que podem permitir uma maior monitorização dos progressos alcançados.

Esta verificação, que pode ser feita através da elaboração de listas pelos alunos, é outra das ideias-chave desta formação, porque assim se permite que estes estudantes possam verificar os seus progressos, ainda que pequenos, refere Pedro Rosário, o que pode ajudar à sua motivação. E aqui entra outra das bases da formação ministrada pela equipa da Universidade do Minho: entender a motivação como um “processo de compromisso pessoal com as tarefas. Os professores podem criar condições, mas uma vez mais é um objectivo que não pode ser dado, mas sim conquistado pelo próprio aluno”.

Pedro Rosário salienta também a importância de contactos informais, nos intervalos, no café, que permitam por exemplo chegar à fala com os alunos que faltam às tutorias e perceber as razões que os levam a tal.

 

Os cães e as crianças com perturbação no espetro do Autismo

Março 29, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Cão-terapeuta, o mediador na interacção social de crianças com PEA (Perturbação no Espetro do Autismo).

A relação entre o ser humano e os cães remonta aos tempos da Pré-história, tendo sido o primeiro animal a ser domesticado pelo Homem. Contudo, foi apenas a partir da década de 60 que o uso de animais passou a ser reconhecido e utilizado pelos terapeutas profissionais como forma de intervenção terapêutica.

Os primeiros registos de uso de animais em terapia ocorreram em York, na Inglaterra. Em 1792, foi fundado o Retiro York que utilizou a Terapia com animais como uma resposta face às condições sub-humanas vividas pelos pacientes. Esta incluía ensinar os pacientes a desenvolver o autocontrolo por meio de animais que eram dependentes destes. Os efeitos mais significativos foram verificados através da diminuição das doses de medicação. Só a partir do século XX, a introdução de animais em instituições foi generalizada.

Em Portugal, embora não haja nenhuma entidade reguladora estabelecida, já se realizam intervenções com cães desde os anos 90.

O uso das Terapias Assistidas pelo cão em crianças com PEA tem-se demonstrado benéfica, pois contribui para um aumento significativo dos comportamentos positivos (ex: contacto físico e visual) e uma diminuição de comportamentos negativos (ex: agressividade e isolamento) (Martin & Farnum, 2002). São igualmente comprovadas reduções na tensão arterial, nos níveis de cortisol, stresse, bem como o aumento dos níveis de endorfina (Barker & col., 2005; Viau & col., 2010). Do mesmo modo, têm efeitos muito positivos na redução da dependência à medicação e proporcionam um espaço seguro para a livre auto-expressão.

O Autismo é considerado uma Perturbação Global do Desenvolvimento. Neste sentido, todas as áreas na criança se encontram afectadas, apresentando dificuldades: na comunicação e linguagem, nas interacções sociais e no pensamento simbólico. Do mesmo modo, apresentam actividades/interesses restritivos e bizarros, comportamentos repetitivos e estereotipados, reacções de agressividade e angústia face a situações de mudança, hipo ou híper reacção a estímulos e alterações nas funções intelectuais.

Quanto aos défices na interacção social, as crianças com Perturbação no Espetro do Autismo demonstram muitas dificuldades em manter o contacto ocular durante as interacções, o que dificulta a compreensão e expressão contextualizada das emoções. As pessoas com PEA descrevem o rosto humano como demasiado estimulante, gerador de uma sobrecarga sensorial e de sentimentos de grande ansiedade e desorganização, daí tenderem a evitar o contacto ocular. Do mesmo modo, foi verificado por investigadores Italianos nos anos 90, que as pessoas com PEA apresentam um funcionamento dos “neurónios em espelho” menos activo e como tal apresentam fortes dificuldades em discriminar e perceber diferentes expressões emocionais no outro.

Um dos factores que pode contribuir para que a criança com PEA se sinta menos ansiosa ao interagir com cães, é que eles comunicam sobretudo através da linguagem corporal. Existem estudos que referem que as crianças com PEA apresentam défices relacionados com a intermodalidade e as interacções com humanos exigem o desenvolvimento desta competência. Contudo, com os cães embora por vezes seja necessário interpretar alguns sinais visuais e sonoros associados, estes são menos complexos e como tal torna-se mais fácil a sua compreensão para estas crianças.

Algumas pessoas com PEA que apresentam dificuldades ao nível das competências sociais sentem-se mais confortáveis perto de animais, na medida em que ambos pensam de forma concreta e registam informações do mundo em termos sensoriais, o que poderá favorecer as aproximações espontâneas, a comunicação e o desenvolvimento de relações afectivas. O relacionamento face-a-face é assim evitado e mais distanciado, tornando a interacção menos ameaçadora (Grandin, 2010).

Por outro lado, a presença do cão parece funcionar como um objecto transicional na relação com as pessoas, que se revela muito difícil de gerir para estas crianças. O cão funciona então como um facilitador com características próprias e que reage e responde às acções da criança, permitindo-lhe atravessar as fases de desenvolvimento de uma forma menos stressante e adquirindo novas competências cognitivas.

Os cães apesar de olharem directamente nos olhos das pessoas e de utilizarem esta informação para obterem pistas do ambiente, o olfacto e a audição são sentidos como mais relevantes para eles. Tendo em conta as dificuldades das crianças com PEA em compreender e integrar estímulos sensoriais complexos, é possível que estas características no cão facilitem a aproximação, de modo a que se sintam mais confortáveis e menos ansiosos no contexto de interacção, estimulando o envolvimento em actividades propostas e a expressão das emoções.

Assim, a relação com o cão permite estabelecer uma interacção simples, livre de ansiedade e medos, com a presença de uma rotina, companheirismo, exigindo responsabilidade no cuidar e consequentemente fortalecendo a auto-estima e o auto-controlo.

As Terapias Assistidas pelo cão mostram-se uma abordagem complementar e multifacetada para as crianças com PEA, permitindo não só ajudar quem se tende a isolar no seu próprio mundo, mas que também quem se encontra em desenvolvimento, e passo a passo mostra-se mais disponível para a relação com os outros.

Por último, diria que as Terapias Assistidas por animais constituem-se como uma nova porta de entrada das pessoas com PEA na sociedade, rumo à inclusão e com uma maior qualidade de vida.

 

Drª Telma Santos- Psicóloga Clínica, para Up To Kids®, em 9 de março de 2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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