Webinar “O que pensam e o que sentem as famílias em isolamento social” – dia 15 de julho às 15h00

Julho 8, 2020 às 9:43 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Webinar “O que pensam e o que sentem as famílias em isolamento social” – dia 15 de julho às 15h00 iremos apresentar e debater os resultados do estudo realizado pelo Instituto de Apoio à Criança.
A inscrição é gratuita, mas obrigatória através do link https://forms.gle/eq82EwmtMy2HDqbs9

Webinar “Tráfico de crianças e jovens: que capacidade de proteção?” 16 de julho às 15h

Julho 8, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição obrigatória em: https://forms.gle/d6vvFnSXvt3cV8cV7

SOS: Dicas para sobreviver aos exames

Julho 7, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Sapo Lifestyle de 3 de julho de 2020.

Aproxima-se uma data fundamental para ti enquanto estudante. Os exames nacionais refletem o culminar de vários anos de esforço, dedicação e empenho na tua vida académica, ao mesmo tempo que te abrem portas para o futuro que idealizas.

Nesta reta final, a sensação de que algo extremamente importante se avizinha, faz-se acompanhar da antecipação de vários cenários. A pressão é cada vez maior e alguns pensamentos, que facilmente captam a tua atenção, parecem “falar mais alto”.

Podem estar relacionados com a possibilidade de insucesso e consequências futuras, com as dúvidas acerca da tua competência e de capacidade de preparação (“não consigo, vou ter má nota”; “vai sair a matéria que não sei…”; “E se não tiver média suficiente?”).

Estes pensamentos tornam-se tão intensos ao ponto do teu corpo começar a reagir. O coração palpita fortemente, os músculos ficam tensos, surgem tremores, suores frios, a respiração acelera, fica difícil adormecer, perdes o apetite … Neste momento, pareces enfrentar uma missão impossível.

Por um lado, sentes a necessidade de estudar e de te preparar, por outro lado isso torna-se uma tarefa árdua, à luz da inquietação que não te permite concentrar e envolver eficazmente no estudo, bloqueando as tuas respostas e recursos.

Estes pensamentos e sensações que vão “escoltando” o teu dia-a-dia culminam na designada ansiedade.

Mas afinal, o que é ansiedade (desempenho)? É uma defesa do nosso organismo que ajuda a preparar e a antecipar algo que é importante e no qual queremos ser bem-sucedidos. Ao lutares neste momento pela tua satisfação e realização pessoal e profissional, é natural que a mente te acompanhe neste caminho, desempenhando a sua função que é alertar para os possíveis “perigos” e “ameaças” aos teus objetivos.

A intenção é boa… mas pode tornar-se difícil não te apegares demasiado a esta vozinha que te confronta com a ameaça de um cenário adverso e indesejável.

Por isso, para estes dias que antecedem os exames deixamos-te algumas notas importantes:

  1. A ansiedade não é um inimigo.É uma mensagem que tem a intenção de te ajudar a preparar para este período importante, estimulando e motivando-te para a ação responsabilizada. O que será que acontecia se não sentisses ansiedade? Provavelmente seria muito mais difícil conseguires mobilizar-te para o estudo e para seres bem-sucedido.

É possível que a tua atenção, concentração, capacidade de planeamento e organização não estivessem “no seu melhor”. Neste sentido, pode ser útil identificares os pensamentos e sensações corporais que se manifestam quando estás ansioso, recordando-te que esse estado pode ser um aliado ao teu desempenho.

Parece contraintuitivo. Habitualmente a vontade é “expulsá-la”, mas já reparaste que eliminar toda a ansiedade pode ser um desafio desgastante e interminável? Tarefa que até pode ter o efeito contrário, ampliando/aumentando-a, ao ponto de interferir negativamente com o desempenho?

A alternativa consiste em estares disponível para sentir algum desconforto, deixando que “coexista” contigo enquanto parte do teu percurso académico. No dia-a-dia, podes ir notando onde sentes esse desconforto (sensação/pensamento) no teu corpo e tirar uns minutos (o tempo que decidires) para lhe dares atenção (“sentir o desconforto” sem o evitar ou fazer algo para que desapareça). Para isso, poderá ajudar escolheres um ambiente confortável e fechares os olhos enquanto notas essas sensações.

  1. Não estás sozinho.A época de exames é transversal aos estudantes. A maioria também se depara com pensamentos desafiantes e sensações desconfortáveis, que dificultam esta fase. É uma reação natural a este marco da trajetória académica. Pode ser útil encontrares algum reconforto ao partilhares as tuas preocupações e inquietações.
  2. Os pensamentos não são factos.Já reparaste que a maioria dos teus pensamentos se reportam ou ao passado (relembrar experiências/memórias) ou ao futuro (antecipação de momentos/previsões)? A mente tem esta habilidade de navegar rapidamente pela linha do tempo.

Os pensamentos acerca do futuro ou do passado levam-te a sentir esses episódios tal como se estivessem a acontecer no “aqui e agora”. Já reparaste? Por exemplo, quando a tua mente bombardeia a possibilidade de não seres bem-sucedido no exame, o teu corpo reage como se efetivamente isso estivesse a acontecer agora ou fosse acontecer sem sombra de dúvidas. Ficas nervoso, agitado, inquieto… por vezes até triste e desiludido. Nesses momentos é importante recordares-te que os pensamentos não são factos, nem verdades absolutas.

A mente não é perita no futuro, as previsões são apenas o reflexo de receios e não determinam o que vai acontecer. A alternativa é “descolares” dos pensamentos, não ficando apegado a eles. Para isso, o primeiro passo é conseguires identificá-los para que te posiciones como “observador” (p.e., “a minha cabeça está a dizer que…”).

Pode ser útil olhares para os pensamentos como carros que passam numa autoestrada. Cada um tem a sua direção e propósito (p.e., proteger-te e alertar-te para possíveis ameaças). Aparecem, seguem o seu caminho e desaparecem. Uns mais velozes que outros. Tal como alguns pensamentos, que persistem mais no tempo.

  1. O filme do passado.Uma das armadilhas da mente é trazer para o momento pensamentos “não autorizados” de experiências anteriores de insucesso, querendo “fazer-te ver como é possível que desta vez também possa não correr tão bem”.

Nestas situações, pode ser útil alargar essa visão, relembrando que efetivamente os exames nacionais simbolizam a tua superação ao longo destes anos. Essa é a razão de teres chegado até aqui.

  1. Ancorar.Não encarrilar no “filme que a mente conta” é o ideal, mas nem sempre é tarefa fácil. Por vezes, quando dás por ti já estás demasiado ativado pelas suas “provocações”. Nesse momento, pode ser útil recorreres a exercícios que te ajudam a centrar no presente.

Um desses exercícios pode ser focares a tua atenção na respiração, ou utilizares os sentidos para notares 5 coisas que estão a acontecer à tua volta.

  1. Prazos a encurtar, o tempo a passar e a matéria por estudar.Podem haver momentos em que te sentes frustrado, irritado ou culpado por “não estares a cumprir o que era suposto ou porque devias estar a fazer mais e melhor”. Às vezes é duro estar na própria pele porque a vozinha crítica e exigente é constante e repetitiva.

Por isso, é bom relembrar que estás a fazer o melhor que podes e consegues. Os dias parecem montanhas russas e lidar com o turbilhão de pensamentos e sentimentos também é um desafio diário. Compreendemos muitas vezes o que os outros sentem, mas parece mais difícil fazê-lo connosco.

O que dirias a um amigo que partilhasse uma fase exigente? Pode ser útil dirigires-te a ti com a mesma gentileza, encorajamento e empatia como a alguém que estivesse a passar por um momento semelhante.

  1. E tu?.Embora atravesses um momento significativo é importante recordares-te que não te resumes a ele. É benéfico disponibilizares algum tempo para tarefas prazerosas e relaxantes (p.e., exercício físico), sem que a culpa te consuma, bem como manteres rotinas de sono e de alimentação. Afinal, estes momentos são fonte de reorganização e recuperação de energia.
  2. Quando é extremamente difícil.Se este momento está de facto a ser demasiado exigente de gerir, pode ser benéfico e útil recorreres a ajuda especializada. É preciso coragem para pedir ajuda. Não é sinal de fraqueza, demonstra que te preocupas e queres cuidar de ti.

E durante o exame?

Após toda a dedicação, páginas lidas e relidas, matéria decorada e compreendida, é provável que chegado o grande momento a tua cabeça comece a “falar” e questione o que és capaz de fazer.

Deixando-te cada vez mais inquieto, com o coração a palpitar, as mãos a suar, o nó na garganta… E, o que mais querias era poder concentrar-te, estares calmo e “despejar” tudo o que sabes.

Para te ajudar nesse momento deixamos-te algumas dicas:

Recorda-te que a ansiedade é um aliado que possibilita um estado alerta de concentração e atenção, potenciando os teus recursos. Ao quereres afastá-la assim que a “avistas”, pode tornar-se mais intensa, o que não é o ideal.

Mantêm-te no momento presente. Antes do exame ou quando te deparas com uma pergunta mais difícil, à qual não tens a resposta imediata, a tua mente pode começar a voar para o planeta do futuro (p.e., “vou ter má nota”; “não vou saber responder a isto”) ou do passado (p.e., “vai-me acontecer o mesmo que da outra vez”), por isso o objetivo é trazê-la para o planeta do presente para poderes responder no teu melhor.

Há pequenos e simples exercícios que podes fazer, alguns são tão discretos que ninguém vai notar. Experimenta aqueles com que te sentires mais confortável.

– Presta atenção à tua respiração. Inspira e expira várias vezes de forma intencional, sentindo o ar frio a entrar e o ar quente a sair…

– Concentra-te nos sons à tua volta (observa os mais intensos, os mais altos, os mais distantes).

– Sente a cadeira a dar suporte ao teu corpo, os pés suportados pelo chão…

Assim que te sentires preparado, inicia ou “regressa” ao exame, lendo cada pergunta calmamente. Estes exercícios podem tornar-se mais eficazes se os experienciares ao longo dos dias que antecedem os exames. Uma boa estratégia para ires ganhando confiança pode ser começar por perguntas mais simples.

Agora, que estás mais preparado para acolher a tua ansiedade… vai em frente. És capaz, boa sorte!

De facto, para os estudantes a ansiedade aos testes e aos exames é inevitável, uma constante na vivência académica. Certos níveis de ansiedade são desejáveis, mas para alguns torna-se demasiado excessivo e intenso, interferindo negativamente com o desempenho.

Reconhecê-la é o ponto de partida… a ansiedade acompanha momentos importantes, por isso aprender a geri-la será um recurso vital ao longo da vida.

Texto: Rita Nogueira, Psicóloga Clínica

Férias no Museu Verão 2020 – Museu Nacional de História Natural e da Ciência – 13 a 24 de julho

Julho 4, 2020 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://museus.ulisboa.pt/pt-pt/node/3154

Vídeo da Audição Parlamentar de Dulce Rocha e de Matilde Sirgado na Comissão de Trabalho e Segurança Social da Assembleia da República

Julho 2, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Audição de Dulce Rocha, Presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC), e de Matilde Sirgado, membro da Direção e Coordenadora do Projeto Rua (requerimento do PSD) no dia 30 de junho de 2020 na Comissão de Trabalho e Segurança Social da Assembleia da República.

Visualizar o vídeo da audição no link:

https://canal.parlamento.pt/?cid=4658&title=audicao-de-dulce-rocha-e-de-matilde-sirgado

Mais de quatro mil casos de ódio online na UE em seis semanas

Julho 1, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 22 de junho de 2020.

Um total de 4.364 casos de discurso de ódio na internet, a grande maioria no Facebook, foram detetados em seis semanas na União Europeia (UE), com 475 a chegarem à polícia, anunciou esta segunda-feira a Comissão Europeia.

Os dados foram revelados pelo executivo comunitário na quinta avaliação de um código de conduta assinado por várias plataformas digitais contra o incitamento ao ódio na internet, que revelam que 39 organizações de 23 Estados-membros e do Reino Unido “enviaram notificações relativas a discursos de ódio considerados ilegal para as tecnológicas durante um período de seis semanas”, entre 4 de novembro a 13 dezembro de 2019.

Segundo o executivo comunitário, destas queixas, 2513 foram feitas “através dos canais de notificação à disposição dos utilizadores em geral”, enquanto as restantes 1851 foram apresentadas através de canais específicos disponíveis apenas para entidades denunciantes.

Entre as plataformas online signatárias deste código de conduta, a grande maioria das reclamações foram feitas ao Facebook (2.348), seguindo-se o Twitter (1.396), YouTube (464) e Instagram (109).

Outras plataformas, como o Jeuxvideo.com (40) e Dailymotion (7), também foram abrangidas.

A Comissão Europeia adianta que, “além de assinalarem o conteúdo às tecnológicas, as organizações que participaram no exercício de acompanhamento apresentaram 475 casos de discurso de ódio à polícia, ao Ministério Público ou a outras autoridades nacionais”.

Criado em maio de 2016 no seguimento da decisão-quadro relativa à luta contra o racismo e a xenofobia na UE – que criminaliza o incitamento público à violência ou ao ódio por referência à raça, cor, religião, ascendência ou origem étnica – este código de conduta traduz-se num mecanismo voluntário de autorregulação, que foi subscrito pelas maiores plataformas ‘online’.

A legislação adotada veio também abranger o crime de incitamento ao ódio na internet.

Foram removidos 71% dos conteúdos

Neste novo relatório de monitorização do código de conduta, Bruxelas verificou, então, que 90% dos conteúdos assinalados foram avaliados pelas plataformas em 24 horas, ao passo que, em 2016, isso só acontecia com 40%.

Por seu lado, foram removidos 71% dos conteúdos considerados discursos de ódio ilegais em 2020, percentagem que compara com 28% em 2016.

Acresce que as plataformas responderam a 67,1% das notificações recebidas, percentagem superior à do exercício anterior (65,4%).

A vice-presidente da Comissão Europeia com a pasta dos Valores e a Transparência, Vera Jourová, congratula-se com os dados, sustentando que este código de conduta “continua a ser uma história de sucesso quando se trata de combater o discurso de ódio ilegal na internet”.

Ainda assim, a responsável vinca que “chegou o momento de garantir que todas as plataformas têm as mesmas obrigações em todo o mercado único e de clarificar na legislação as responsabilidades das plataformas para tornar os utilizadores mais seguros na internet”, exortando assim a uma monitorização mais apertada.

Também o comissário europeu da Justiça, Didier Reynders, saúda os “bons resultados”.

“No entanto, não nos devemos satisfazer com estas melhorias e devemos prosseguir o bom trabalho, [pelo que] exorto as plataformas a colmatar as lacunas observadas nas avaliações mais recentes, em especial no que respeita à transmissão de reações aos utilizadores e à transparência”, salienta o comissário.

Mais informações na notícia da Comissão Europeia:

Commission publishes EU Code of Conduct on countering illegal hate speech online continues to deliver results

Webinar #4 sobre os possíveis impactos da COVID-19 no Tráfico de Pessoas – 2 julho 15.00 horas

Julho 1, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições obrigatórias: https://forms.gle/wt1ducLWv6ffwjQc6

Curso “Bem Ouvir para Bem Proteger : Audição da Criança em Tribunal – 30 de Junho a 9 de Julho

Junho 26, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

http://red-apple.pt/cursos-redapple/item/230-curso-audicao-crianca

Webinar “As Crianças e os Jovens em Isolamento Social” (IAC, ESEC, E&O) 30 junho às 16.00 horas

Junho 26, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) e a UNICID da Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Coimbra (ESE-IPC), em parceria com a Estrelas & Ouriços, promoveram, ao longo de semanas, um estudo para apurar como estão as crianças e jovens a gerir o período de isolamento social. Já se chegou a conclusões e o convite agora é para as conhecer através de um webinar gratuito que vai acontecer a 30 de junho, no Zoom.
O mundo está a passar por uma situação sem precedentes e, por isso, importa saber como as crianças e os jovens estão a viver este momento, sobretudo nas dimensões dos sentimentos e vivências pessoais, familiares e de amizade e também quanto à escola.
Assim, o questionário, dirigido a crianças e a jovens entre os 7 aos 17 anos, desenvolvido pelo IAC, a UNICID da ESE-IPC e a Estrelas & Ouriços, contou com 1529 respostas de Norte, Sul e ilhas e conseguiu apurar algumas conclusões.
Para partilhá-las com todos os participantes e famílias interessadas, no dia 30 de junho, às 16h, pode acompanhar o webinar que vai divulgar os resultados e que conta com profissionais da área social e da educação para refletir sobre a situação atual da infância e adolescência.
Para participar nesta sessão, basta inscrever-se, de forma gratuita, no link https://bit.ly/383rGwK

Prolongada até 15 de julho a validade das pulseiras da edição Estou Aqui! Crianças de 2019

Junho 25, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Campanário de 24 de junho de 2020.

Devido à crise pandémica, foi prolongada até 15 de julho a validade das pulseiras da edição Estou Aqui! Crianças de 2019.

A partir de amanhã, dia 25 de junho, os pais, tutores ou responsáveis pelas crianças, entre os 02 e os 10 anos de idade, já poderão inscrevê-las na edição 2020 deste programa por intermédio do sítio https://estou.aqui.mai.gov.pt .

Após a inscrição, o requerente terá de deslocar-se a uma das Esquadras da PSP aderente ao programa para levantar a pulseira, previamente ativada pela Polícia.

Cada pulseira distribuída dispõe de um código alfanumérico único que permite que a pessoa que encontre uma criança perdida a sinalize via 112. Essa chamada é encaminhada para a PSP que dispõe dos dados associados à pulseira e, de forma célere, contacta os pais, educadores ou tutores da criança que se encontre perdida, promovendo o reencontro.

O Estou Aqui! Crianças abrangeu em 2019 mais de 77.000 crianças, registando-se 8 ativações, i.e., 8 situações de acionamento da pulseira para garantir a reunião de uma criança perdida com a família.

O programa Estou Aqui! Crianças (EA) é uma iniciativa da Polícia de Segurança Pública, criada em 2012.

Em parceria com a Altice Portugal, através do MEO e da Fundação Altice, Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, Rádio Comercial, Missing Children Europe e Instituto de Apoio à Criança, já foram distribuídas e ativadas mais de 375 000 pulseiras nestes 8 anos de programa.

 

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