PRESS RELEASE II Colóquio “Brincar e Modos de Ser Criança”

Maio 23, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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PRESS  RELEASE

II Colóquio “Brincar e Modos de Ser Criança”

 

25 de maio de 2019

Auditório – E.S.E de Coimbra

 

O Instituto de Apoio à Criança (IAC) leva a efeito no dia 25 de Maio, no Auditório da Escola Superior de Educação de Coimbra, o II Colóquio “Brincar e Modos de Ser Criança”.

Este Colóquio pretende refletir sobre o BRINCAR como direito das crianças, como expressão do seu modo de ser e estar e como estratégia cientificamente fundamentada de educação e de integração social; dar a conhecer e divulgar boas práticas de políticas públicas em torno da atividade lúdica infanto-juvenil; divulgar projetos e práticas pedagógicas baseadas nas potencialidades educativas da atividade lúdica e ainda, fomentar o conhecimento mútuo e o diálogo profícuo entre pessoas, grupos e instituições que promovam a salvaguarda e a dinamização do património lúdico. Pretende-se ainda refletir sobre a importância do brincar na natureza e em espaços públicos, na família e na escola.

O Instituto de Apoio à Criança que tem como objetivo fundamental o desenvolvimento integral da Criança e a Defesa dos seus Direitos, tem procurado ajudar a cumprir o “Direito de Brincar” consagrado no artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança. É convicção do IAC que a promoção desde Direito conduz a um crescimento equilibrado e feliz, já que, através do Brincar, a Criança atribui significados, comunica, compreende os outros, aprende a respeitar regras, inventa, constrói vezes sem fim, numa reconstrução permanente.

 

A Direção

Lisboa, 22 de maio de 2019

Campanha “Brinquedos que tocam o coração” com o apoio do IAC

Dezembro 5, 2018 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações na notícia:
“Brinquedos que tocam o coração” leva milhares de crianças a brincar este Natal

 

 

Brinquedos que tocam o coração: “Queremos promover o direito da criança a brincar” Melanie Tavares do IAC na TVI

Dezembro 5, 2018 às 2:34 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Melanie Tavares, Coordenadora do Departamento de Atividades Lúdicas do Instituto de Apoio à Criança, explicou no Diário da Manhã como os portugueses podem ajudar nesta campanha.

TVI Diário da Manhã de 5 de dezembro de 2018.

Visualizar o vídeo no link:

https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/brinquedos-que-tocam-o-coracao-queremos-promover-o-direito-da-crianca-a-brincar/5c07972f0cf20b592eba84c0

 

 

As crianças brincam cada vez menos e isso prejudica o seu desenvolvimento

Dezembro 2, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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JOGAR ÀS CARTAS – Quando foi a última vez que jogou às cartas em casa. Todos temos aquele baralho na gaveta e é a atividade ideal para passar um serão em família sem olhar a horas iStock

Notícia do DN Life de 20 de novembro de 2018.

Brincar é assunto sério. Tão sério que na Declaração Internacional dos Direitos da Criança que hoje, 20 de novembro, comemora 59 anos, pode ler-se «Brincar é um direito inegável, independentemente do lugar do mundo e das circunstâncias em que vivamos». É um direito, uma mais-valia, uma aprendizagem e uma oportunidade para formar – ou estreitar – laços. No entanto, as crianças brincam cada vez menos e as consequências começam a notar-se. Onde para a brincadeira?

Texto de Ana Patrícia Cardoso | Fotografia de i-Stock

Quando exatamente é que a brincadeira deixou de ser uma parte fundamental da infância? Entre a entrada da tecnologia no quotidiano familiar e um aumento generalizado dos níveis de stress na idade adulta, foi diminuindo o tempo e a liberdade de as crianças serem crianças.

Para Carlos Neto, professor e investigador da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Nova de Lisboa, existe claramente um problema para resolver.

«Uma criança hoje passa, em média, cerca de 45 a 50 horas na escola, das quais 35 sentadas. Em casa, estão no sofá sem poder explorar, descobrir, correr. 70% das crianças portuguesas brinca menos de uma hora por dia. Não temos harmonização entre o tempo passado a trabalhar, na escola e na família. A médio e longo prazo vamos ter problemas sérios de saúde pública relacionados com depressão e ansiedade.»

Longe vai o tempo das horas incontáveis a jogar à bola na rua. Com a noção de risco cada vez mais presente na nossa vida, os pais passaram a controlar cada passo dos mais pequenos. Para o professor, esta noção nem sempre está correta.

«Existe uma superproteção parental generalizada porque há uma perceção exagerada do perigo. Mas Portugal é o quinto país mais seguro do mundo. Não tem sentido essa ideia.»

Com a vida preenchida ao minuto, sobra pouco tempo livre para as crianças desenvolverem a sua autonomia. As brincadeiras tornaram-se momentos estruturados, sem espaço para aventuras, trambolhões ou roupa suja.

O pediatra Mário Cordeiro defende que planear não é mau, mas há que deixar espaço para o imprevisto. «Podemos planear uma atividade e ainda ter espaço de liberdade e imaginação e, acima de tudo, espontaneidade.»

Já Carlos Neto defende que tempo livre não é o mesmo que tempo planeado para brincar. «O brincar não se ensina, o brincar vive-se. As crianças precisam de tempo livre, verdadeiramente livre. Este é um direito fundamental para o seu desenvolvimento.»

E culpar a tecnologia não é o caminho. «O mundo tecnológico veio para ficar como a televisão nos anos 1960. Temos de conviver com ele e trouxe-nos muitas coisas boas. Não devemos submeter as crianças à tecnologia desde cedo, é danoso. Agora tem de haver bom senso em perceber que o corpo tem de ser ativo. As crianças não podem viver o mundo só na ponta dos dedos», considera o especialista.

A falta de tempo, os horários sobrecarregados dos pais, as inúmeras responsabilidades que acumulamos. Os pais chegam cansados a casa e sobra pouca energia – física e mental – apara brincar com os filhos. A média de tempo útil dos pais para brincar com os filhos são 27 minutos por dias apenas. Para o professor, «o problema é que as crianças são vítimas do trabalho dos pais. Não existe qualidade de tempo familiar em Portugal.»

BRINCAR EM CENÁRIOS DE CRISE

Para uma criança que vive um cenário de guerra, uma crise humanitária ou de violência, brincar torna-se um escape, um reduto de normalidade, uma forma de sobrevivência. Beatriz Imperatori, diretora executiva da Unicef Portugal, fala da urgência da brincadeira para fugir ao horror.

«Oferecemos um ambiente terapêutico seguro para crianças e famílias em contexto de emergência. Estes espaços permitem às crianças reduzir o impacto da situação. A promoção da resiliência nas crianças e de um sentido de normalidade nas suas vidas é conseguido através de rotinas de aprendizagem e, sobretudo, do brincar. Brincar é um direito de todas as crianças, em qualquer contexto, em qualquer lugar. Em todo o mundo, as crianças nascem com especial apetência para brincar, divertir-se e aproveitar a sua infância. Os primeiros 1 000 dias de vida moldam o futuro de uma criança. Brincar é crucial para lhes dar o melhor começo de vida possível.»

A IKEA ESTÁ PARA BRINCADEIRAS

Um dos projetos da multinacional sueca é exatamente estimular a vontade de brincar. Em crianças e adultos. Há alguns anos que o Grupo Ikea desenvolve o Play Report (Relatório do Brincar), em que analisa a importância e benefícios da brincadeira, para crianças e adultos, por todo o mundo.

Os resultados não são animadores. 51 por cento das crianças gostavam de passar mais tempo com os pais e têm a ideia de que estes estão sempre a correr.

49 por cento dos pais diz não ter tempo para brincar com os filhos e 53 por cento admite que gostaria de se voltar a ligar com a sua criança interior.

Para sensibilizar os mais velhos a dar a importância que os momentos a brincar merecem, o gigante do imobiliário lançou o movimento Vamos Brincar.

https://www.youtube.com/watch?v=11CmLTDRo4s

 

mais fotos no link:

https://life.dn.pt/familia/as-criancas-brincam-cada-vez-menos-mau-desenvolvimento/?fbclid=IwAR1AI1U_zcDyb5zWeK8H0NftRLl7M27s7gWRDhwWN1D1B5y6V0TKv2rY16I

 

Stuart Brown. “Os adultos têm de ser capazes de brincar para que os filhos também o façam”

Junho 8, 2017 às 6:02 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Psiquiatra norte- americano começou a estudar a brincadeira depois de investigar homicídios em massa. Descobriu um ponto em comum entre os assassinos: brincaram muito pouco em crianças. Nos últimos 45 anos, tem-se batido pela ciência do brincar.

Nos últimos 45 anos, Stuart Brown entrevistou mais de 6 mil pessoas para reconstruir o seu historial de brincadeira em criança. O interesse surgiu ao investigar homicídios em massa. Um dos primeiros casos que analisou foi o massacre da Universidade do Texas, em 1966, em que Charles Whitman, ex-marine e estudante universitário, foi responsável pela morte de 16 pessoas. Na altura, Brown trabalhava no Baylor College of Medicine e liderou uma recolha de dados sobre a vida de Whitman para documentar o processo, a pedido do governador do Texas. Além do stress a que estava sujeito, a infância de abusos e num ambiente “tirano” em que cresceu foi uma das constatações da equipa: um vizinho contou por exemplo à equipa que Charles não podia brincar na rua, não podia subir às árvores nem levar amigos a casa.

A privação de brincadeira veio a ser declarada oficialmente como um dos fatores de risco para o crime. Depois deste, seguir-se-iam outros casos, que levaram o psiquiatra a traçar um denominador em comum: acredita que a falta de brincadeira em criança, sobretudo nos primeiros dez anos de vida, é um fator de risco para comportamentos antissociais e violentos.

Numa Ted Talk, em 2008, Brown lembrou o trabalho pioneiro, os exemplos de como os animais também brincam e os que não o fazem se tornam menos “inteligentes” e deixou o alerta: brincar é mais do que diversão. Em vésperas do Dia Mundial do Brincar, que se assinala este domingo, Brown respondeu, por email, a algumas perguntas do i. O desafio de dar prioridade à brincadeira espontânea no dia-a-dia mantém-se, acredita. E a mudança começa nos adultos.

Os novos fidget spinners voltaram a fazer-nos pensar nos brinquedos que chamam a atenção das crianças. Como explica este fenómeno?

Pelo movimento em si, pela facilidade com que se atiram, pelo contágio social – são uma moda. E sobretudo porque é divertido brincar com eles – uma brincadeira que não precisa necessariamente de ter um resultado. É como os boomerangs na Austrália, será que regressam mesmo para as nossas mãos quando são bem lançados?

Há quem defenda que os spinners ajudam a reduzir a hiperatividade e défice de atenção. Há estudos que o demonstrem?

O envolvimento e o movimento em doses curtas mas intensas tende a aliviar sintomas moderados de síndrome de défice de atenção e hiperatividade. Sabemos que brincar, no geral, alivia os sintomas, mas há diferenças individuais.

Tem havido sucessivas modas no que toca a brinquedos, antes do fidget spinner houve o Pokemon Go mas também o diablo ou o tamagochi. Vê alguma relação?

Claro, acima de tudo têm de ser brinquedos divertidos, depois levam a que pessoa tente aperfeiçoar a sua técnica (o que faz parte das brincadeiras autênticas) e depois existem componentes de atração visual e movimento corporal.

Começou por estudar homicídios.

O que descobriu?

Que os homicidas, em geral, tiveram uma privação extrema de brincadeira quando eram crianças. Ao comparar com indivíduos da mesma população, via-se que estes tinham brincado muito mais do que os assassinos que estudámos.

Ao fim destes anos a estudar a ciência de brincar, qual é a sua principal conclusão?

Que a brincadeira está programada no nosso cérebro, é uma ferramenta de sobrevivência, é necessária para que desenvolvam plenamente as competências e que a sua falta tem consequências desastrosas. A ciência tem vindo a demonstrar a sua necessidade.

Que tipo de jogos trazem mais benefícios às crianças?

Cada um brinca de forma diferente, o que os pais têm de perceber é o que traz aos seus filhos mais alegria e liberdade. Hoje em dia temos mais privação de brincar na cultura ocidental do que havia no passado. As consequências? Basta perguntar a qualquer pai com filhos demasiado organizados.

Onde é que os pais estão a errar?

Os pais geralmente são bem-intencionados, mas não têm boas recomendações baseadas em ciência.

Oferecer aos filhos muitas atividades, seja karaté, ballet ou natação, é uma ilusão?

Não, mas isso não deve esmagar a capacidade que os miúdos têm para organizarem as suas verdadeiras brincadeiras.

Quando fala com pais e professores, o que é que os surpreende mais?

A ideia de que os adultos precisam de ser capazes de brincar para que as crianças sintam que têm permissão (geralmente inconsciente) para o fazer também.

Neste Dia Mundial do Brincar, que medidas se impõem?

Espalhar a ideia de que a cooperação humana, a empatia pelos outros, o melhor aproveitamento dos talentos de cada um exige que estamos ativos e sensibilizados para a importância da brincadeira.

 

Jornal i, em 26 de maio de 2017

Pode um peluche dar conforto a crianças em campos de refugiados?

Janeiro 6, 2016 às 9:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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Texto de Mariana Correia Pintopara o jornal Público em 16/09/2015.

Num cenário de insegurança, um brinquedo “pode reforçar o sentido de segurança”. Os peluches Threadies foram testados na Jordânia e querem agora chegar aos campos de refugiados à volta da Síria. Há uma campanha de “crowdfunding” a decorrer.

Ao pisar o Haiti em Janeiro de 2011, um ano depois de um terramoto ter devastado o país, Steve Lehmann congelou. Ali, no coração de um cenário de devastação, apercebeu-se de forma demasiado crua e real o quão castrador da infância pode ser um fenómeno destes. Conforto, segurança, estabilidade, direito de brincar — tudo isso tinha sido roubado àquelas crianças. O cenário repetiu-se no Quénia, Uganda e Ruanda, para onde o norte-americano, engenheiro de formação, voou em serviço humanitário. E perante esta “violenta retirada” de “ingredientes básicos da infância”, Lehmann decidiu agir — com o amigo Andrew Jones criou Threadies, ursos de peluche que querem levar o conforto possível a crianças em campos de refugiados. E dar uma lição de solidariedade ao resto do mundo.

O efeito terapêutico estava na memória de Steve Lehmann. O peluche Boppy, companheiro dos tempos de criança, era para ele uma recordação de conforto e alegria. Apesar da brutal diferença de contexto, ocorreu-lhe que talvez houvesse algo de universal neste sentimento providenciado por um peluche. E a intuição dele estava correcta, confirma a especialista em protecção de crianças Sandra Maignant: “Meninos que foram arrancadas de ambientes familiares e seguros precisam de estabilidade, amigos e algo que seja deles — um objecto como um urso de peluche pode ter uma grande importância. Ter um brinquedo para abraçar à noite pode reforçar o sentido de segurança.”

Em colaboração com “dezenas de especialistas de todo o mundo”, Lehmann e Jones conceberam um peluche “com o bem-estar das crianças em mente”. Estes bonecos — “resistentes”, feitos com tecidos “multi-sensoriais” e com o “tamanho certo”, inclusive para serem abraçados, — só se vendem aos pares. Objectivo: por cada par vendido nos Estados Unidos da América ou noutra parte do mundo (Andrew confirmou ao P3 que já é possível encomendar a partir de Portugal) um é doado a uma criança que viva num campo de refugiados. E se no peluche que fica na casa de quem o compra vai um poema a explicar o projecto, no que é enviado para uma criança em situação precária há um “kit”, criado com base em investigações de Meghan Marsac, do Hospital Pediátrico da Filadélfia, com o qual psicólogos e voluntários locais podem ajudar a combater sentimentos traumáticos como medo ou tristeza.

Para já, há três protótipos desenhados (um cor-de-rosa, um castanho e um azul) e um projecto piloto com “bons resultados” no campo de refugiados de Azraq, na Jordânia. Mas os criadores querem mais. Se a campanha de “crowdfunding” que criaram — online até ao dia 11 de Outubro — der certo, prometem enviar imediatamente uma tonelada de bonecos para campos de refugiados à volta da Síria. “É incrível como algo tão simples como dar um brinquedo a uma criança pode alterar a forma como encaram as circunstâncias”, testemunha Rob Maroni, da agência internacional de ajuda humanitária Mercy Corps, na página do Kickstarter.

O facto de os peluches serem vendidos aos pares é também uma mensagem de solidariedade e quer transmitir às crianças fora dos campos de refugiados a importância de sentimentos como a “partilha e o amor”. O lado solidário do projecto é ainda extensível às mulheres: os peluches são feitos à mão por uma equipa de refugiados artesãos na Cisjordânia, numa parceria com a associação Child’s Cup Full, e permitem a estas famílias mandar os filhos para a escola.

Fonte

Comunicado da Direção do IAC – Dia Mundial do Brincar 28 de Maio

Maio 27, 2015 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Press Release

DIA MUNDIAL DO BRINCAR

28 DE MAIO

Desde a sua criação, em 1983, que o Instituto de Apoio à Criança (IAC) considerou da maior importância o lúdico na vida da criança.

A Convenção sobre os Direitos da Criança veio consagrar no artigo 31º o “Direito de Brincar” e o IAC tem procurado ajudar a cumprir esse direito da criança, que a ajuda a crescer e a desenvolver-se de forma saudável e feliz.

Temos a convicção que a fruição deste direito é fundamental para o desenvolvimento integral da criança, já que através do Brincar a criança atribui significados, comunica, compreende os outros, aprende a respeitar regras, inventa, constrói vezes sem fim numa reconstrução permanente.

BRINCAR é uma linguagem universal facilitadora de vivências em comum, implica o prazer de estar livre para descobrir novos significados, não é uma atividade neutra, mas sim a expressão de valores e de sentimentos, e porque é agradável, porque diverte, porque favorece a evasão e a criatividade, é imprescindível à saúde mental das pessoas e dos grupos.

BRINCAR é, na verdade, uma coisa muito séria.

Tão séria que foi criado o Dia Mundial do Brincar (World Play Day), comemorado a 28 de maio em 25 países, por iniciativa da International Toy Library Association (ITLA), que o IAC integra, desde 1990.

Em Portugal, o Sector da Actividade Lúdica do Instituto de Apoio à Criança tem promovido nos últimos anos a comemoração deste dia e para 2015 lançámos o mote “Brincar a sério” e desafiamos não só Ludotecas e Espaços Lúdicos a comemorar o Dia, mas também todo e qualquer cidadão que queira juntar-se a nós na Defesa do Direito do Brincar de norte a sul e regiões autónomas.

Foram lançados vários projetos em simultâneo, nomeadamente, nas escolas e jardins-de-infância, nas ludotecas e nas empresas.

Até ao momento, juntaram-se ao IAC nesta iniciativa mais de 70 instituições (públicas e privadas), entre elas, empresas também. Porque brincar não tem idade, hora ou local!

Para esta iniciativa contamos com vários parceiros, nomeadamente a Associação “Bairro do Amor” e a “Hi- Interactive”.

Pode ter informações adicionais, acompanhar as diferentes atividades que estão a ser realizadas de norte a sul do país e ilhas e juntar-se a este movimento em www.iacrianca.pt/diamundialdobrincar, em www.facebook.com/diamundialdobrincar e ver o vídeo promocional da iniciativa em

https://www.youtube.com/watch?v=dFglXiQtWoE

A Direção

Lisboa, 26.05.2015

Mesa Redonda Dia do Brincar pelo Direito de Brincar hoje no Instituto Piaget Almada

Maio 27, 2015 às 2:12 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Natália Pais do Sector da Actividade Lúdica do Instituto de Apoio à Criança, irá estar presente na Mesa Redonda.

piaget

“Criança na rua Crianças felizes”: vídeo

Junho 14, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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Estreou no dia da criança um vídeo intitulado “Criança na rua Crianças felizes” produzido pela Clínica da Educação.

 

Newsletter da ITLA – Outubro 2013

Dezembro 19, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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itla

A International Toy Library Association (ITLA) lançou a sua newsletter  de Outubro. Neste número pode encontrar diversos artigos sobre o movimento ludotecário internacional e um artigo especial sobre a época natalícia que se aproxima.


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