Puzzle de Atividades

Maio 23, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Publicações IAC- Marketing | Deixe um comentário
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Rodrigo e Mathilde viajam com os filhos todos os dias pelo mundo. Em casa, recriam países e sonham

Abril 23, 2020 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem do Público de 14 de abril de 2020.

O casal luso-francês, amante do ar livre, cria cenários todos os dias nas divisões do apartamento para viajarem com Pablo (3 anos) e de Salomé (6). “Viajamos, fazemo-los sonhar. Uma das primeiras coisas que nos perguntam mal acordam é ‘onde é que vamos hoje?’.”

Ingredientes: um apartamento (de preferência sem varanda), uma família em confinamento a marinar há alguns dias, duas crianças irrequietas (de três e de seis anos ou de idades semelhantes), um casal que gosta mais de estar lá fora do que cá dentro, uma máquina fotográfica ou smartphone, equipamento desportivo (facultativo) e imaginação q.b. Modo de preparação: junta-se tudo numa das divisões da casa; envolve-se até o cenário estar pronto; tira-se a fotografia; serve-se no Instagram com uma legenda a gosto.

No dia seguinte a ter sido decretado o confinamento em França — tudo começou no dia 17 de Março, data entretanto prolongada por Emmanuel Macron até dia 11 de Maio —, a conta de Instagram que desde sempre existiu para guardar as memórias das aventuras em família passou a servir para guardar as memórias das aventuras em família… dentro de casa.

E as coisas, diga-se, nem mudaram assim tanto. Continua a haver fotografias dos acampamentos selvagens, das lições de ski, dos mergulhos e do snorkeling, das peripécias do canyoning e dos trilhos de cicloturismo, das aulas de yoga, dos desafios de badminton, dos passeios e da comida do mundo.

No dia 18 de Março foi publicada a primeira foto. “Os miúdos estavam a correr de um lado para o outro e eu disse ‘vamos fazer como se fôssemos para a piscina’. E a Mathilde, por piada, tirou fotos como se estivessem na praia a apanhar sol, com um crocodilo insuflável e o guia da Córsega, onde tínhamos pensado ir de férias”, conta à Fugas Rodrigo Barbosa, que decidiu publicar essa viagem virtual no Insta. “Pensamos que era giro e uma forma de os ocupar. Devíamos fazer uma viagem por dia”. Seja.

Estava encontrada a base da receita. O palco é um apartamento num segundo andar de um prédio de três andares em Croix Rousse, uma das colinas de Lyon e zona das antigas fábricas de tecelagem. “O apartamento é um recuperado canut, com um pé direito altíssimo onde os trabalhadores tinham as máquinas de tecelagem”, descreve Rodrigo, com uma sala enorme, janelas rasgadas, muita luz e com uma mezzanine perfeita para produções fotográficas e planos picados (como o stand-up paddle algures na Bretanha no dia 20 de Março e o mergulho à procura de peixes estranhos na Grande Barreira de Coral australiana no dia 1 de Abril). “É uma das maneiras que encontramos de aliviar o quotidiano, uma brincadeira que agora é o nosso desafio quotidiano”, sorri este lisboeta, jornalista a trabalhar com a Euronews (sede em Lyon) desde 2004.

Para os adultos, a sensação de estar enclausurado, com o mundo à volta transformado numa verdadeira pandemia, é “estranhíssima”. “Temos a informação da quantidade de mortos à nossa volta. Mas vivemos neste isolamento em que tudo parece calmo no nosso bairro e à nossa volta. Trabalhamos em casa e, como a maior parte das pessoas, não atravessamos a cidade. Por isso, não temos a noção. Temos um hospital aqui perto, mas nem esse movimento nós vemos.”

Rodrigo e a companheira francesa Mathilde Monges têm a sensação de estar a “viver uma pausa na história”. “Mas sem nos apercebermos da verdadeira realidade”, aponta Rodrigo. “Mas o facto de termos que gerir o quotidiano com dois miúdos pequenos, com o teletrabalho e a escola à distância e tudo, os dias parecem passar a correr.”

Salomé tem seis anos. Pablo três. Têm escola de manhã, ginástica no YouTube “para os cansar” e uma saída de uma hora por dia autorizada pelo governo francês — Salomé ainda ouve um podcast em francês que conta a actualidade aos mais pequenos e “vai seguindo algumas coisas do coronavírus”. “Pensei que eles tivessem vontade de sair com mais frequência. Habituaram-se ao ritmo e não colocam muitas questões existenciais”, constata Rodrigo, atribuindo essa ordem ao facto de terem “os pais por perto”. “Essa segurança é uma vantagem em troca do sacrifício de não verem os amigos”, aponta. A “foto do dia”, normalmente realizada da parte da tarde, é mais um ponto positivo nesta equação chamada covid-19.

A família criou uma nota no telemóvel com ideias de “viagem”, que acontece pela hora do lanche (“para publicar pela hora do jantar”). Familiares e amigos acompanham tudo como se tratasse de uma viagem das antigas. Rodrigo e Mathilde sempre viajaram muito “de mochila às costas” e “mais lowcost por opção”. E tanto Salomé como Pablo começaram a fazer caminhadas a partir dos dois anos. Há dois anos, Rodrigo — que já foi visto (no Instagram) a carregar Pablo às costas numa mochila, em plena montanha, no mundo real — foi fazer campismo selvagem com a filha na zona de Beaufort, em Pierra Menta, uma montanha “que tem um cume em forma de faca apontada ao céu”. “Dormimos no Lago do Amor na base de Pierra Menta. Quando chegámos ao refugio de montanha, a dois mil metros de altitude, as pessoas até ficaram surpreendidas por estar lá uma miúda tão pequena”, conta.

Passavam “muito tempo ao ar livre” (“sinto falta de Portugal e do mar, mas tenho montanhas enormes que em Portugal não tenho”). Começaram a fazer cicloturismo em família há dois anos. Uma coisa “menos ambiciosa” no primeiro ano (“porque a Salomé pedalava pouco”) pela ciclovia ao longo dos canais entre Lyon e Dijon. Algo “mais ambicioso” este ano (“já com a Salomé a fazer algumas etapas sozinha” e com Pablo a ser puxado no carrinho) entre Lyon e “uns amigos” na Suíça, perto de Basileia.

Ao terceiro dia de confinamento foram esquiar às Dolomitas, em Itália. Ao quinto dia foram ver um filme de terror (e comer pipocas) em Hollywood. Ao sétimo dia foram aprender a jogar curling ao Canadá. Ao oitavo dia fizeram um retiro de meditação no Tibete. Ao nono fizeram canyoning nas ilhas Baleares. Ao décimo pescaram salmão na Noruega. Ao 11º dançaram o Lago dos Cisnes em São Petersburgo. E ao 13º dia de confinamento descansaram num abrigo na Suíça (“depois de um longo passeio de raquetes de neve, nada melhor que um serão num chalé à volta de um fondue”).

“O fio condutor é um destino diferente para cada dia”, sublinha Rodrigo, que assim aproveita para manter algumas dinâmicas familiares. Se à quarta-feira é dia de comer hambúrgueres e batatas fritas numa rulote ali na vizinhança, no 17º dia de confinamento monta-se o estaminé na sala e vai-se num instante a Nova Iorque. “Passámos a manhã inteira a desenhar e a pintar”.

“Preparamos as coisas e pegamos no Pablo ao último momento para o equipar e dar uma ou outra indicação”, diz Rodrigo, sorrindo perante a “capacidade de concentração” do mais novo que “não dura mais do que cinco minutos”. “A Salomé gosta mais de ser actriz e de alinhar no jogo”.

Normalmente, a família passa “muito tempo fora”. Aí, escusa “criar cenários”. É tudo natural. Enclausurada, serve-se da imaginação e dos muitos objectos que noutras circunstâncias os ajudam a vencer dificuldades e obstáculos. “Costumo dizer que sou minimalista dentro de casa, mas tenho os ‘brinquedos’ todos”, diz Rodrigo. Bicicletas, pranchas, capacetes, raquetes, esquis, arneses, apetrechos disto e daquilo, adereços num palco.

“Em vez de jogar 50 vezes o mesmo jogo com os miúdos, viajamos, fazemo-los sonhar. Uma das primeiras coisas que nos perguntam mal acordam é ‘onde é que vamos hoje?’.”

Brinca em Casa

Abril 21, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Imagem retirada daqui

COVID – 19 Brincar com Tarefas

Abril 15, 2020 às 12:20 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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COVID 19 brincar com tarefas

Brinquedos e atividades que estimulam o desenvolvimento cognitivo dos mais pequenos

Março 31, 2020 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site Sapolifestyle

Há umas brincadeiras que são mais adequadas do que outras para o potenciar. Mário Cordeiro, um dos mais reputados pediatras nacionais, explica quais são aquelas que deve privilegiar em função das idades das crianças.

Muitos especialistas, nacionais e internacionais, defendem que as crianças devem passar mais horas a brincar com brinquedos adequados à sua idade do que com telemóveis, tablets e computadores, como muitas vezes se vê à nossa volta. Mário Cordeiro, médico pediatra e autor do livro “Crescer Seguro”, publicado pela editora Glaciar, aponta alguns dos principais brinquedos e atividades que estimulam o desenvolvimento cognitivo dos mais pequenos.

Os mais indicados a partir dos 3 anos

O faz de conta, a fantasia e a imitação sofrem um enorme impulso nesta fase, tal como também sucede com a criatividade. “As histórias contadas têm de ser mais complexas, estando completamente ao seu alcance contos tradicionais ou fábulas. Os puzzles estimulam a concentração e a relação entre o olho e a mão, a compreensão global, a análise e a síntese, além da capacidade de resolver problemas”, sugere Mário Cordeiro.

“No que se refere às melhores opções, é a altura da total perda de omnipotência e de refúgio na reafirmação dos pequenos poderes caseiros”, esclarece ainda o médico pediatra. Nesta fase, como não será propriamente uma novidade para si, o vocabulário é extenso, bem como a constante necessidade de ir além das coisas, materializado através de perguntas como para saber o como, o quando e o inesgotável porquê.

“Outra opção a considerar são os livros para pintar e para ler, de preferência com histórias engraçadas que apresentem situações inesperadas, mas com uma clara divisão entre bons e maus, para além de uma certa moral final”, aconselha ainda Mário Cordeiro. Existem atualmente no mercado nacional milhares de títulos de obras infantis que reúnem estas características e que representam uma excelente opção.

Os mais indicados entre os 4 e os 5 anos

O que caracteriza esta idade é o desejo de jogos coletivos, de aprendizagem cognitiva e de grande coordenação entre movimentos grossos e finos. “A criança entusiasma-se com a sua própria capacidade e com o seu próprio êxito e expande a criatividade e a imaginação”, refere Mário Cordeiro. “Começa a descodificação das letras, dos números e dos outros símbolos”, afirma ainda o especialista.

“A lista das boas opções para esta fase inclui jogos com trabalhos manuais, carrinhos e pistas, triciclos e bicicletas, jogos de construção e teatro de marionetas, livros de histórias, instrumentos musicais e jogos de representação, em miniatura ou tamanho real da vida do dia a dia”, indica Mário Cordeiro. Os jogos de materialização com blocos, tipo Lego, são dos mais aconselhados pelos especialistas.

Os cuidados a ter com skates, patins e bicicletas a partir dos 6 anos

A partir dos 6 anos, podem começar a ser usados pelos mais pequenos, privilegiando o contacto com o exterior. Se os comprar para dar, ofereça sempre o equipamento de proteção. Para serem utilizados sem consequências graves, é essencial que estejam acompanhados de um bom capacete e, já agora, de joelheiras e cotoveleiras. É bom que todos nos convençamos de que, sem esses acessórios, o equipamento está incompleto.

Texto: Carlos Eugénio Augusto com revisão científica de Mário Cordeiro (médico pediatra)

Ficar em casa não tem de ser aborrecido. 5 atividades e jogos caseiros para fazer com as crianças

Março 22, 2020 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Sapolifestyle de 16 de março de 2020.

Susana Krauss

Numa fase em que muitas famílias vão ficar em casa, há que ser criativo para entreter todos. Siga esta sugestões e vai ver que os dias vão passar a correr.

Esta semana inicia-se o primeiro dia oficial do período de quarentena: a partir de hoje e até ao final do mês, todas as escolas, creches e ATL do país, públicos ou privados, terão de suspender as atividades letivas.

Notícia que para muitos pais pode revelar-se assustadora e desafiante, principalmente quando pensamos na fonte inesgotável de energia dos mais pequenos.

Por isso, a My Nametags partilha algumas ideias divertidas que poderão ser postas em prática dentro de casa.

Caça ao tesouro

Um jogo fácil de organizar e que irá manter as crianças entretidas durante algum tempo. Tudo dependerá do grau de dificuldade que der à caça. Poderá ser o mais simples “quente ou frio” ou aumentar a complexidade com um mapa do tesouro repleto de várias pistas e que decerto também será divertido de fazer e de colorir!

Cozinhar em Família

Levar os mais pequenos para a cozinha e deixá-los meter a mão na massa (literalmente) vai garantir algumas horas de diversão que serão recompensadas por uns deliciosos queques ou bolachas. Deixar a criança escolher a receita, por exemplo do seu youtuber favorito, também poderá ser uma boa ideia.

Criar um verdadeiro Home Cinema

Construir um Home Cinema em casa pode ser mais fácil do que aparenta. A parte fácil será reunir os filmes favoritos de todos e fazer as pipocas. Para quem gostar de elevar a fasquia, pode colocar um colchão na sala e almofadas, arranjando espaço para todos e depois é só apagar as luzes para que a experiência fique completa!

Aderir a desafios musicais

Há plataformas que podem revelar-se divertidas aliadas nesta altura em que estamos em casa, em família. Através delas será possível encontrar vários desafios, como por exemplo coreografias, as quais depois poderão ser partilhadas com a restante família e criar assim uma disputa saudável entre os vários membros. Para aumentar a diversão, é sempre possível ligar o telemóvel à televisão e tornar a sala numa verdadeira pista de dança.

Jogo de tabuleiro em tamanho real

Aproveitar este período para fazer atividades que normalmente não são possíveis também terão o elemento novidade de que os mais pequenos tanto gostam. Criar um jogo de tabuleiro em tamanho real é uma delas. O primeiro passo será afastar os móveis e libertar o maior espaço possível da sala ou quarto, depois desenhar as ‘casas’ do tabuleiro e por fim encontrar uma almofada ou bola que possa servir de dado.

Há jogos tradicionais para redescobrir num novo livro

Agosto 13, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Texto e imagem da Time Out

“Antigamente é que era!” A expressão que os mais velhos insistem em repetir é capaz de receber um revirar de olhos dos miúdos. Mas, desta vez, garantimos que vale a pena viajar no tempo para conhecer as brincadeiras do passado à boleia do novo livro Os Jogos da Minha Infância, que chegou às livrarias mesmo a tempo do Dia dos Avós.

Lembra-se da última vez que jogou à carica? E à macaca ou ao pião, à cabra-cega ou à corda? Há quanto tempo não faz pontaria com um berlinde, malabarismos com um prego na praia ou uma corrida com pneus? No Dia dos Avós, esta sexta-feira, o Palácio Baldaya desafia as famílias a alinharem numa actividade gratuita (mas com inscrição obrigatória) que se chama “Jogos de Ontem, Brincadeiras de Hoje”. A partir das 16.30, alfacinhas maduros e alfaces verdinhas são convidadas a fazer a dança das cadeiras, a atirar bolas a latas e a fazer a corrida de sacos.

Eles não fazem ideia do que é a corrida de sacos porque passam a vida agarrados ao tablet? O novo livro Os Jogos da Minha Infância, da editora Guerra e Paz (112 págs, 9€), dá uma ajuda, descrevendo as regras desta e de outras brincadeiras tradicionais:

“1. Define-se a distância a percorrer e as linhas de partida e de chegada. Cada jogador vai para dentro do seu saco (preferencialmente de serapilheira), mantendo-se na posição vertical, e segura-o com as duas mãos. 2. Ao sinal de partida, inicia-se a corrida dentro dos sacos. Ganha o primeiro a atingir a meta. Quem sair de dentro do saco durante o percurso será desclassificado.” Simples e divertido.

Os Jogos da Minha Infância

Deixamos-lhe mais três jogos tradicionais do livro para brincar com os avós esta sexta-feira ou para aproveitar as férias grandes ao ar livre – e longe, muito longe do tablet.

Macaquinho do Chinês

Para 3 ou mais jogadores.

Procura-se um local com uma parede (ou muro) e livre de obstáculos. Marca-se uma linha de partida paralela à parede, a uma distância de 12-15 metros.
Escolhe-se um dos jogadores para ficar virado para a parede, de costas voltadas para os outros jogadores, enquanto estes se posicionam junto à linha de partida.
Para iniciar o jogo, o jogador junto à parede deve dizer rapidamente “1, 2, 3, macaquinho do chinês!” enquanto bate ritmicamente com as palmas das mãos na parede. Ao mesmo tempo, os restantes deslocam-se o mais depressa possível em direcção à parede.
Assim que o jogador junto à parede acaba de dizer a frase, volta-se para os outros jogadores, tentando apanhá-los ainda em movimento. Por isso, estes devem ter muito cuidado, parando assim que a frase termina, pois, se forem vistos a mexer-se, regressam à linha de partida.
O jogador junto à parede volta-se de novo para esta e repete a frase, enquanto os outros tentam avançar mais, em direcção à parede. Ganha o primeiro que conseguir chegar à parede e tocar nela sem ser visto.

Camaleão

Para 3 ou mais jogadores.

Escolhe-se um jogador para ser o “camaleão”, que ficará a alguns passos de distância dos outros no início do jogo.
Para começar, o “camaleão” grita: “Camaleão!” Os outros jogadores perguntam: “De que cor?”
O “camaleão” responde com a cor que quiser (por exemplo, azul), e corre para apanhar um dos jogadores, enquanto todos fogem, procurando algo que tenha a cor seleccionada. Se tocarem em algum objecto com essa cor, ficam a salvo do “camaleão”, que não os pode apanhar, mesmo que os alcance. O que for apanhado passa a ser o próximo “camaleão”.
Se o “camaleão” responder “cor de burro quando foge” em vez de uma cor, os jogadores devem ficar quietos, não podendo fugir. Neste caso, quem se mexer perde e passa a ser o novo “camaleão”.

Macaca

Para 2 ou mais jogadores.

1. Com o giz, desenham-se 8 quadrados no chão, dispostos e numerados.

2. O primeiro a jogar atira a pedra para a primeira casa. Ao pé-coxinho, salta de casa em casa, sem pisar a que tem a pedra. Nas casas 4 e 5 e 7 e 8, pode pousar os dois pés em simultâneo. Faz o percurso todo até à última casa e regressa, apanhando a pedra. Deve repetir o mesmo processo até chegar ao último patamar.

3. Quem se desequilibrar, tocar nas linhas da macaca, deixar cair a pedra ou não acertar com a pedra na casa do número correcto, perde. Quando um jogador conseguir percorrer todas as casas, deve colocar-se no fim da macaca, de costas, e atirar a pedra para uma casa qualquer. A partir desse momento, apenas esse jogador poderá pisar essa casa e descansar nela. Ganha quem conseguir mais casas.

mais informações no link da editora:

https://www.guerraepaz.pt/pt/inicio/562-os-jogos-da-minha-infancia.html

Dia Mundial da Criança na Universidade do Minho – 31 maio no Pavilhão Gimnodesportivo da Universidade do Minho

Maio 28, 2019 às 7:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito da comemoração do dia Mundial da Criança, irá decorrer no dia 31 de Maio (sexta-feira), pela manhã, das 9h às 12h, no pavilhão gimnodesportivo da Universidade Minho, um conjunto de atividades de cariz lúdico-desportivo, nomeadamente, jogos, perícia e manipulação, deslocamentos, equilíbrios e dança.

Mais informações no link:

https://www.ie.uminho.pt/pt/_layouts/15/UMinho.PortaisUOEI.UI/Pages/EventsDetail.aspx?id=54733#

 

Ludi’Cidade 2019 – 24, 25 e 26 maio no Porto

Maio 21, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/456543315081214/

 

Dia Mundial do Brincar – 1 de junho nos Jardins do Palácio de Belém

Maio 18, 2019 às 6:19 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Dia Mundial do Brincar

O Dia Mundial do Brincar assinala-se a 28 de Maio, mas este ano o Instituto de Apoio à Criança, com a colaboração do Museu da Presidência e da Guarda Nacional Republicana – GNR, marcou as comemorações para o dia 1 de Junho. A festa irá decorrer nos jardins do Palácio de Belém.

Neste dia podemos contar com inúmeras atividades para toda a família: parede de escalada e slide, batismo de mergulho, cavalos e charretes, veículos militares, diversos espetáculos, bicicletas, pinturas faciais, insuflável gigante, robótica, emissão de rádio, jogos de tabuleiro, entre muitos outros.

Onde: Jardins do Palácio Nacional de Belém

Acesso pelo Museu da Presidência da República – Praça Afonso de Albuquerque

Quando: 1 de junho de 2019 | 10h00-18h00 (última entrada às 17h00)

Entrada livre

Consulte o programa do evento e siga a página de facebook do Dia Mundial do Brincar para mais informações.

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