Férias com Ciência: o Verão está a chegar ao Pavilhão do Conhecimento! de 25 junho a 14 setembro

Junho 13, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.pavconhecimento.pt/familias/ferias-com-ciencia/

 

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Férias no Museu – 25 junho a 20 julho no Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Junho 12, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.museus.ulisboa.pt/pt-pt/ferias-no-museu

“No Museu, verão” Férias de Verão no Museu das Comunicações

Junho 9, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://www.fpc.pt/pt/?event=especial-tematico-ferias-2018-no-museu-verao&event_date=2018-06-04

 

Férias com Música no Verão 2018 | Conservatório de Música de Sintra – 2 a 20 de julho

Junho 7, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.conservatoriodemusicadesintra.org/ferias_verao2018.html

 

O valor do trabalho – pais-multibanco

Agosto 20, 2017 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto de Mário Cordeiro publicado no https://ionline.sapo.pt/ de 8 de agosto de 2017.

O conceito de pais-multibanco está a pegar… e o desfasamento entre o conforto em que muitos adolescentes vivem e o valor do trabalho que proporciona todas essas benesses é cada vez maior. Basta só pedir (ou exigir) porque o pai paga.

Há dias, numa consulta, uma jovem de telemóvel ligado, mesmo depois de os pais, timidamente, lhe dizerem para desligar, estando-se ela completamente nas tintas para o que eles diziam, e de eu próprio me ter imposto, aí com um bocadinho mais de sorte, dizia que não entendia porque é que não lhe davam o telemóvel e que precisava dele. “Para quê?”, perguntei. Ela olhou para mim, para os pais, e disse: “Para ao menos estar a ver o que os meus amigos postam no Insta ou ver o que há no Face… Podem estar a passar-se bué de coisas e eu aqui…”

Os pais abriram a boca para, durante largos minutos, desabafarem, dizerem que não conseguiam fazer nada dela (entretanto, já a mãe, para a calar, lhe tinha dado o seu próprio telemóvel) e que estava ligada todo o santo dia à internet.

Perguntei aos pais o que é que aquela adolescente, em férias desde meados de junho, iria fazer até às aulas. “Nada”, foi a resposta. “Está em casa e irá connosco para a aldeia duas semanas, que é o que podemos tirar lá na loja.” A miúda olhou sobranceiramente para os pais e disse: “E já que tenho de aturar esta seca, ao menos podiam comprar-me o novo iPhone! Sinto-me uma nerd, com uma coisa tão cota.”

Resolvi acabar com aquela conversa e disse à miúda que a queria observar, e quando ela estava deitada na marquesa, depois de lhe medir a tensão arterial, deixei-a lá, com o aparelho colocado, e peguei no meu telemóvel e fingi estar a ligar-me à net.

Passado um bocado bem largo em que os pais e ela mantiveram o silêncio, ela reagiu: “Eh! Então? Posso sair daqui?” Fiz um gesto a pedir silêncio e disse: “Não, não podes que ainda não acabou. Mas agora tenho de ver o que os meus amigos colocaram no Face e ainda responder a umas coisas no WhatsApp.”

Consegui manter-me no telemóvel enquanto a via cada vez mais perdida e irritada, até que disse: “E não é a altura da minha consulta? Acha bem estar com o telemóvel na minha consulta? Está a dar cabo dela e a atrasar-me.”

Pousei o telemóvel e disse: “Ora viva quem acordou! Pois a primeira a tentar dar cabo da tua consulta e atrasá-la foste tu porque, que eu saiba, desde que aqui chegaste, não se falou de outra coisa nem tu largaste o telemóvel.” E aproveitei para perguntar, enquanto retomava a consulta: “O que vais fazer nas férias?” Ela olhou para mim com ar triste (não parecia a mesma miúda arrogante e pespineta de há minutos) e exclamou: “Não tenho nada para fazer!” Enfim, perante a passividade total dos pais, verifiquei que, de facto, aquela jovem não tinha mesmo nada para fazer. Não lia um livro, não tinha um trabalho nem se encontrava com os amigos porque viviam em locais distantes, ou seja, apenas lhe restavam os ecrãs como entretenimento e comunicação. Três meses, salvo duas semanas em que, na aldeia, tudo seria provavelmente igual.

Porque não um trabalhinho nas férias? Os jovens de hoje dão por adquirido terem uma série de coisas, desde as férias (merecidas) aos telemóveis, iPads, acesso à internet e tudo o mais. Vivem (e ainda bem), salvo raras exceções, com níveis superiores de conforto, disponibilidade de bens alimentares, consumo e lazer. Frequentam a escola e os pais ainda lhes proporcionam atividades lúdicas, que muitos tratam como um frete, apesar de terem sido eles a dizer que as desejavam.

Como o futuro reside longe, e ainda por cima lhes é dito ser tão imprevisível, muitos, mas mesmo muitos, nem se dão ao trabalho de pensar nele, acreditando que “choverá” por certo um emprego ou qualquer coisita, ou que os papás continuarão a alimentá-los até aos confins dos tempos, pagando-lhes de bom grado as contas dos telemóveis, as roupas de marca que exigem e tudo o mais.

Pois bem… estou em crer que o que está a acontecer é o descrédito do valor do trabalho. O trabalho como dignificação da pessoa, fonte de rendimento, possibilidade de adquirir bens de consumo e de conforto (são os pais que trabalham, claro, para os adolescentes usufruírem das coisas…) ou realização social de uma pessoa integrada na comunidade.

Acabadas as aulas e os exames, e com o bom tempo e os dias prolongados, felizmente, muitos adolescentes começam a pensar em fazer algum tipo de trabalho para ganharem “uns trocos” ou para, simplesmente (e muito positivamente), ajudarem os pais e outras pessoas.

Aprovo totalmente que os jovens, no seu horário de lazer, façam recados e tarefas pelas quais podem até ser remunerados. Fazer jardinagem, distribuir jornais, passear cães, lavar o carro, ajudar a limpar a casa, colaborar com as juntas de freguesia no apoio aos idosos acamados, ajudar em associações de proteção animal, a dar comida ou fazer companhia, apanhar fruta das árvores, fazer babysitting… tanta coisa pode ser feita! Os restantes exemplos ficam ao vosso critério e imaginação – as escolas e as autarquias deveriam ter programas que facilitassem este “dar valor ao trabalho”.

Por outro lado, para muitas famílias, o auxílio que os adolescentes podem dar é importante; sendo parte do agregado, não deverão estar ausentes desse processo: quem come e vive na casa dos pais tem de contribuir para a “causa familiar”, mesmo que isso implique tirar o rabinho do sofá e os olhos do telemóvel, do tablet ou da televisão.

Isto não é trabalho juvenil! É aprendizagem social e até profissional, e reverterá a favor desses adolescentes, mais tarde, no seu percurso de vida.

Andamos a tratar os adolescentes de uma forma esquizoide: ora os colocamos horas e horas em escolas onde são sujeitos a um ensino maçador, repetitivo, em que muito se espreme e tão pouco sai, em que não há ligação entre as disciplinas e, pior, entre estas e a vida real e os percursos de vida futuros; ora lhes damos todas as mordomias, sendo por vezes capachos deles e não instituindo o valor do trabalho como um dos valores essenciais da humanidade. A adolescente que mencionei no início deste texto não fazia a menor ideia de que o que tinha era fruto do trabalho dos pais e achava “indecente” eles só tirarem duas semanas de férias, mas não se interrogava sobre as razões para tal ou se poderia ajudá-los na loja. O conceito de pais-multibanco está a pegar…

Chegadas as férias, e além do descanso, gozo, reposição do sono, saídas e conversa com amigos, desporto, leitura (tão pouca, infelizmente…), praia, TV, redes sociais e tanta outra coisa, considero fundamental haver “uns minutos” para pequenos trabalhos que não deslustram ninguém e até podem mostrar aos jovens que o conforto e a facilidade em que vivem são circunstanciais, efémeros, e que sem o valor do trabalho se arriscam a perder tudo e a não chegar a parte alguma.

Pediatra

Escreve à terça-feira

 

Concurso “O meu Postal de Férias!”

Agosto 18, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/ANQEP/

http://www.anqep.gov.pt/default.aspx

Estas férias, deixe o tédio tomar conta dos seus filhos. Só lhes faz bem, garantem estes psicólogos

Agosto 9, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto da http://visao.sapo.pt/ de 19 de julho de 2017.

Chega o verão e com ele a preocupação de encontrar atividades capazes de preencher o tempo livre das crianças. Para os pais, é bom. Para os filhos, segundo psicólogos e especialistas, nem tanto.

No verão, muitas as crianças têm cerca de três meses de férias , o que representa, normalmente, para os pais, demasiado tempo livre que precisa de ser ocupado. Por isso, são várias as escolas que, apesar de as aulas já terem acabado, oferecem planos de férias para as crianças, a que se juntam semanas de atividades abundantes ou mesmo acampamentos de verão. Mas segundo alguns psicólogos, este excesso de programação do tempo das crianças durante o verão não lhes permite alcançar um ponto importante do desenvolvimento: descobrir o realmente lhes interessa, o que gostam de fazer no seu tempo livre.

À BBC, Lyn Fry, psicóloga infantil, defendeu que o papel dos pais é preparar as crianças para ocupar o seu lugar na sociedade: “Ser um adulto significa ocupar-se e preencher o seu tempo de lazer de uma forma que o faça feliz. Se os pais passam todo o tempo a preencher o tempo livre dos seus filhos, então a criança nunca vai aprender a fazer isso sozinha.” Fry sugere que, no início do verão, os pais se sentem com os seus filhos (pelo menos aqueles que têm uma idade superior a 4 anos) para discutirem em conjuntos as atividades que a criança gostaria de fazer durante o período de férias. A lista pode ir de atividades muito simples como jogar às cartas a atividades mais complexas como aprender a cozinhar. A elaboração desta lista vai permitir que sempre que a criança se queixe de estar aborrecida, os pais possam dizer-lhes para rever a lista. É provável que as crianças voltem a ficar aborrecidas após algum tempo de fazer a atividade mas, segundo Fry, “as crianças precisam de aprender a ficar aborrecidas para serem motivadas a fazer as coisas. Estar entediado é uma maneira de tornar as crianças autoconfiantes.”

Há décadas que os especialistas discutem a importância do tédio nas crianças. Em 1930, o filósofo Bertrand Russell, no seu livro “A Conquista da Felicidade” dedicou um capítulo à importância do tédio. Segundo Russell “uma criança desenvolve-se melhor quando, como uma planta jovem, é deixada sem perturbação no mesmo solo. Muitas viagens, muita variedade de impressões, não são boas para os jovens e fazem com que, à medida que crescem, se tornem incapazes de suportar uma monotonia produtiva.”

Anos mais tarde, em 1993, no livro “On Kissing, Tickling and Being Bored”, o psicanalista Adam Phillips apresentou o tédio como uma hipótese para contemplar a vida, considerando que “é uma das exigências mais opressivas” que os adultos fazem às crianças é a de que se interessem, “em vez de arranjarem tempo para descobrir o que realmente lhes interessa”.

 

 

 

 

Looking forward to your upcoming family holiday? Dicas da Missing Children Europe para umas férias em segurança

Agosto 8, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da Missing Children Europe

Looking forward to your upcoming family holiday?

It’s summer time, the kids are on holiday and it’s finally time to pack your bags for a well deserved break with the family. But holidays with children, especially in a foreign country can quickly become a stressful situation amid the chaos of holidaygoers and your kids chanelling Dora-the-Explorer. Luckily, we have some simple steps you can take to make sure your holidays are less stressful for both yourselves and the kids. About 1,000 children get lost at the Belgian seaside alone, every year. Most of these children are found within a matter of hours but the panic before they are found is something no one wants to experience. Have a look at some of our tips below and have a great summer!

Livros para as férias de Verão dos meninos mais crescidos

Julho 21, 2017 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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texto do http://www.dn.pt/ de 7 de julho de 2017.

Maria João Caetano

Na praia, na rede, no jardim, no fresquinho da casa, nada como estes dois meses de férias para descobrir o prazer de ler. Aqui ficam algumas sugestões para crianças e adolescentes.

Começamos por um clássico: Tom Sawyer é aquele rapaz descalço e brincalhão, amigo de Huck Finn, que muitos de nós descobriram na série de animação da década de 1980. O livro que lhe deu origem é As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain. Retrato da vida (e das contradições) numa pequena cidade junto ao Mississípi, no século XIX, este é um livro de aventuras sobre a liberdade, os medos e os desejos de dois rapazes. Para ler com o olhar crítico de hoje.

As férias são também tempo para viajar – no país ou no estrangeiro. E os mais pequenos podem ajudar a planear as viagens com os guias da coleção A Minha Cidade. Depois de Beja por Susa Monteiro e Edimburgo por Markus Oakley, há agora mais dois guias: Madrid por Manuel Marsol e Viseu por Ana Seixas. Na sua cidade natal, a ilustradora Ana Seixas propõe, por exemplo, uma ida ao Teatro Viriato, um passeio no Parque do Fontelo e um petisco na Casa Bóquinhas, uma taberna da Rua Escura. São 12 os sítios ilustrados e descritos por quem melhor os conhece.

O Estranhão é uma das coleções juvenis de maior sucesso neste momento. O mais recente volume, Viagem no Tempo em Cuecas, põe Fred, o miúdo de 11 anos, QI acima da média e uma imaginação prodigiosa, a viajar até ao tempo das cavernas, ao tempo dos romanos, ao tempo dos castelos e a muitos outros tempos. Os livros de Álvaro Magalhães são acompanhados pelas muitas e divertidas ilustrações de Carlos J. Campos que são uma grande ajuda para aqueles meninos que ainda “têm medo” dos livros com muitas letras e poucos bonecos.

Mary Poppins é mais uma daquelas personagens que conhecemos sobretudo dos ecrãs: o filme de 1964, realizado por Robert Stevenson, tinha como protagonista Julie Andrews – que recebeu um dos cinco Óscares atribuídos a esta produção. Mas antes de estar no cinema, esta ama com poderes mágicos surgiu nos livros da australiana Pamela Lyndon Travers. Dos oito livros, originalmente publicados entre 1934 e 1986, a Relógio D”Água já editou os dois primeiros volumes.

Este O Regresso de Mary Poppins, com ilustrações de Susana Oliveira, traz a ama de volta à Rua das Cerejeiras para um chá “de pernas para o ar”, um circo no céu e o nascimento de Annabel, o quinto e último bebé da família Banks (que fica completa com cinco crianças).

O ideal seria mesmo ler a coleção toda antes da estreia de Mary Poppins Returns, o filme realizado por Rob Marshall que tem data de estreia marcada para 25 de dezembro de 2018, tendo como protagonista a atriz Emily Blunt e contando ainda com participações de Lin-Manuel Miranda (no papel de Jack, o homem que acende candeeiros na rua), Colin Firth (o banqueiro Weatherall) e Angela Lansbury (a senhora dos balões).

A coleção Caderno de Memórias de Difícil Acesso nasceu este ano pelas mãos de Raquel Palermo e João Lacerda Matos. No primeiro volume ficamos a conhecer Santiago Castelo. Este é o seu diário, por isso o livro é escrito com a linguagem de um rapaz de 11 anos que vive em Portugal em 2017, que implica com a irmã mais velha, que desespera com as regras que os pais lhe impõe, que odeia os alarmes que o acordam de manhã e que conta aqui as suas aventuras – nem sempre bem comportadas – com os amigos e os colegas da escola, nos treinos de futebol ou nas férias de verão.

Por último, uma sugestão para aqueles que estão agora a começar a ler livros maiores. Jatakas – Seis Contos Budistas é mais um livro delicioso da Pequena Fragmenta, com texto de Marta Millà e ilustrações de Rebeca Luciani. Jatakas são os ensinamentos de Buda, “contos, metáforas e lições que foram passando de mestres a discípulos através dos tempos”. Muitos dos protagonistas das jatakas são animais. “Não pretendem dar lições, apenas inspirar uma conduta consciente ética”, explica a autora. Os contos que aqui estão são versões livres de algumas jatakas e há um, A Avó Pirilampo, que é original.

 

 

16 sugestões para ocupar as férias de verão dos miúdos

Julho 9, 2017 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do http://observador.pt/ de 21 de junho de 2017.

Raquel Salgueira Póvoas

Pais, está tudo controlado. Vestir a bata e ser cientista, aprender a jogar padel, andar à vela ou fazer teatro são só algumas das atividades que podem entreter os seus filhos nas férias grandes.

As férias dos adultos parecem quase sempre curtas. Já as dos mais novos são sinónimo de muito tempo livre e, claro está, muita energia para gerir também. Para facilitar a vida dos pais, reunimos sugestões para ocupar os tempos livres de norte a sul do país.

O público alvo é exigente, bem sabemos, por isso há atividades para os que preferem o desporto, para os que querem aprender línguas, para os que gostam de estar em contacto com a natureza e até para os que estão viciados em fidget spinners.

NORTE

Estimular a curiosidade e a criatividade das crianças entre os quatro e os 12 anos tendo como ponto de partida o contacto com o museu e o parque é o objetivo da Fundação Serralves para estas férias de verão. Para isso, as atividades preparadas vão desde trabalhar com barro e gesso, semear e tratar de plantas, construir livros, preparar receitas saudáveis ou até descobrir por que razão a fotografia e o desenho são “BFFs” (melhores amigos para sempre, pais distraídos). No total, são 29 as atividades pensadas para as diferentes faixas etárias. Todas as informações sobre o processo de inscrição e respetivos preços podem ser consultadas aqui.

E se a opção for passar um “Verão à Vela”, como o Centro de Vela do Sport Club do Porto sugere? Aprender a velejar vai ser possível, se decidir que é aqui que os seus filhos devem passar parte das férias de verão. Esta atividade acontece em duas semanas do mês de julho, a primeira de 2 a 6, a segunda de 9 a 13, das 9h às 17h30. O custo de cada semana é de 120€ por participante, com almoço incluído. Existem descontos para sócios e para quem se inscrever com um ou mais irmãos.

Desenho, escrita criativa, vídeo, dança e até filosofia. Estas são algumas das áreas abrangidas pelas oficinas de verão do Serviço Educativo da Oficina Vila Flor. Para que serve um museu? É preciso pensar ou o corpo sabe dançar sozinho? O que é manifestar? E como é que isso se faz? São perguntas que vão ter resposta neste programa, de 26 de junho a 14 de julho, em Guimarães. As inscrições podem ser diárias ou contemplar as três semanas. Os preços vão dos 7€ (um dia, sem almoço) aos 135€ (três semanas, com almoço). Todas as informações estão disponíveis aqui.

Longe de computadores, smartphones, televisões, perto da natureza e de aventuras em grupo. Assim são os campos de férias do Parque Aventura Diver Lanhoso, que permitem que os participantes experimentam atividades tais como salto de pêndulo, rappel, slide, caminhadas aquáticas, entre outras. Os campos de férias acontecem de junho a setembro, com programas de sete ou 14 dias.

A escola Edurumos preparou um verão digital para os seus filhos. Longe das redes sociais, numa vertente educativa, há aulas sobre fotografia, junior coder, webdesign, apresentações em prezi, entre outras. O programa de atividades destina-se aos jovens dos sete aos 16 anos e acontece de 3 de julho a 1 de setembro. Cada semana tem o custo de 175€. Todas as inscrições devem ser feitas aqui, até uma semana antes do início de cada curso. Para além do Porto, há uma escola Edurumos em Lisboa.

CENTRO

Aprender inglês não é sinónimo de estar sentado numa secretária, de caderno e lápis na mão, a ouvir a professora — pode ser mais dinâmico que isso. Como? Nos Centros de Ensino de Inglês Helen Doron English aprende-se esta língua através de histórias, música, dança, surf e visitas pedagógicas. Desta forma, junta-se o útil ao agradável: umas férias repletas de atividades divertidas com a continuação do aperfeiçoamento da língua inglesa. As atividades são destinadas a crianças e jovens dos quatro aos 16 anos. Os preços variam entre os 40€ por semana com atividades apenas da parte da manhã, e os 175€ para atividades de uma semana durante todo o dia. Em Coimbra estes campos de férias realizam-se de 3 a 28 de julho. Mas há mais centros: 24 ao todo, de norte a sul do país, que pode encontrar aqui.

Nos campos de férias da Science4You vai ser possível vestir a bata, colocar os óculos e as luvas e ser cientista. Do sistema solar aos vulcões, passando pelas cores, a ilha jurássica e as bolas de sabão gigantes, o entusiasmo será grande a cada descoberta. Os campos de férias científicos da marca portuguesa acontecem de junho a setembro, em diferentes zonas do país. As inscrições podem ser feitas apenas para um dia ou para períodos maiores. Se o seu filho tem entre seis e 13 anos, esta é a oportunidade de o deixar explorar a ciência de forma divertida. Mais informações sobre o programa aqui.

Fidget Spinners. Estão na moda, sim, e provavelmente tem algum aí por casa. E se os seus filhos percebessem como são construídos e qual a mecânica que o suporta? Nos campos de férias de verão The Inventors, esta é apenas uma das atividades em que as crianças têm contacto com a tecnologia, compreendendo-a. Disciplinas como eletrónica, mecânica, programação e animação, e atividades como a programação de arduinos e a construção de pontes, fazem parte do programa. Um dos ateliers acontece em Leiria, mas há outras zonas do país a receber este campo de férias (pode consultar essa informação aqui). Cada semana custa 145€, sendo que os valores variam consoante a opção de refeições incluídas.

SUL

Dentro de portas também há muito para fazer. E se for dentro de museus? Esta é a proposta da COOLture Tours: visitar, jogar, participar em teatros e em quizes em museus e palácios de Lisboa, Cascais e Sintra. Esta é uma das formas que pode encontrar para que os seus filhos conheçam mais sobre a História de Portugal e, desta forma, permitir que viajem no tempo. No Museu Nacional dos Coches, por exemplo, uma rainha leva-as a passear pelo espaço para que conheçam os coches que transportaram reis, príncipes e princesas. É nesse espaço também que se dão casamentos do século XVIII, tendo como protagonistas desta encenação teatral as crianças, claro. Para inscrições e mais informações sobre estas visitas, deve contactar os responsáveis através do Facebook, ou através do e-mail coolturetours@gmail.com.

Também o Serviço Educativo do Museu da Carris preparou atividades para receber os jovens este verão. As profissões e os serviços são os temas deste ano. Assim sendo, haverá uma atividade que faz jus aos transportes públicos da cidade de Lisboa – “O pequeno motorista” -, e as que abordam profissões como enfermeiro, barbeiro, carpinteiro e engenheiro. No fim, há um mini passeio de elétrico e a certificação de “Motorista do ano”. O programa decorre durante o mês de julho, os preços vão desde os 40€ aos 65€. Os horários e inscrições estão disponíveis no site do museu.

Nos diferentes espaços da Fundação Calouste Gulbenkian há, para crianças dos cinco aos 15 anos, atividades de verão de 26 de junho a 8 de setembro, das 10h às 17h30, de segunda a sexta-feira. Aqui, as atividades são variadas. Há as que juntam a arte e a natureza, as que combinam movimento, a performance, o desenho e a voz, as que abordam o mundo da fotografia e até as que incentivam a “refletir e a propor novas maneiras de ver e viver o mundo à nossa volta”. As oficinas são semanais e têm o custo de 95€ (há a opção com almoço, a que acresce 15€ semanais). Mais informações aqui.

Em Monsanto, a escola de equitação Todos a Galope desafia os mais novos a interagir com os cavalos. Para além dos passeios, a escola pretende abordar formas de interação com estes animais que permitam ao participante adquirir competências tais como a responsabilidade de cuidar, saber observar, comunicar, respeitar o outro e trabalhar em equipa, desenvolver a auto-estima, a confiança e a empatia. As atividades começam em junho e terminam em setembro, e têm o custo de 120€ por semana.

Para que o seu filho comece a ir aos fins de semana jogar padel com o pai ou em família, pode optar por proporcionar-lhe aulas no Indoor Padel Center, em Carnaxide. Aqui, com uma equipa de professores e monitores credenciados, os participantes aprendem a jogar ou a aperfeiçoar a modalidade de padel, mas não só. No programa há ainda atividades tais como voleibol, jogos tradicionais, pilates e uma aula de culinária. As atividades para as férias já começaram e prolongam-se até ao fim do mês de julho. Inscrições aqui.

Na Quinta do Pomarinho, em Évora, as atividades com animais e as preocupações ecológicas imperam. E porque tratar de uma quinta tem muito que se lhe diga, todos os participantes vão ajudar nas tarefas diárias: tratar dos animais, da horta e das plantas. Para além disso, há atividades relacionadas com a culinária e as artes plásticas, e há uma piscina. A Quinta do Pomarinho tem também atividades preparadas para crianças com deficiências. Informações aqui.

Fotografia digital, desenhos animados, banda desenhada, webdesign, videojogos, YouTube, cinema digital, animação 3D são algumas das temáticas disponíveis na Flag, para jovens dos sete aos 16 anos. A escola irá transmitir conhecimentos sobre estas temáticas, de forma dinâmica, aos participantes. Cada curso tem a duração de uma semana. As inscrições, bem como o pedido de mais informações, podem ser feitas aqui.

Para crianças dos cinco aos 12 anos, o Mini Hangar propõe atividades artísticas. Tela, papel, terra, barro, fotografia e vídeo são as ferramentas que o seu filho vai ter à mão para se tornar um verdadeiro artista. “Em cada dia uma obra acontece!” . No fim de cada atelier, há uma apresentação final para a família. O valor semanal é de 80€ por criança (com refeição, acresce 25€). O programa completo encontra-se disponível no site HANGAR, Centro de Investigação artística.

fotografias e vídeos do texto no link:

http://observador.pt/2017/06/21/16-sugestoes-para-ocupar-as-ferias-de-verao-dos-miudos/

 

 

 

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