Férias de Verão no Museu da Carris – 15 julho a 2 agosto

Junho 23, 2019 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

http://museu.carris.pt/pt/destaques/inscricoes-para-julho-e-agosto-2019/

Férias com Ciência do Pavilhão do Conhecimento – 24 de junho a 6 de setembro

Junho 19, 2019 às 7:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.pavconhecimento.pt/ferias-com-ciencia/?fbclid=IwAR0GoxN7kpBFcVqsk72pi_bXo4kZDNCywP7UslXmsofllTxr_jgNXIyaOLA

No Padrão também se aproveita o Verão! Férias de Verão no Padrão dos Descobrimentos – 22 junho a 30 de setembro

Junho 18, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

No Padrão também se aproveita o Verão!

 

Férias de Verão no Conservatório de Música de Sintra – 24 de junho a 19 de julho

Junho 18, 2019 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/443943946377349/

Férias Literárias “Super Heróis” 1 a 26 de julho na Casa Museu João Soares (Leiria)

Junho 13, 2019 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

Colónia Sou FAN 2019 (Crianças 6 aos 12 anos) Junta de Freguesia das Avenidas Novas

Maio 23, 2019 às 8:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Intervenção Social | A partir da próxima 2ª feira até dia 31 de maio estão abertas as inscrições para Colónia Sou FAN 2019.

Todas as informações em: https://www.jf-avenidasnovas.pt/noticias-acaosocial/1675-inscricoes-colonia-sou-fan-2019

Os divórcios tiram férias? Eduardo Sá

Agosto 19, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Eduardo Sá publicado no Público de 7 de agosto de 2018.

Deixemo-nos de coisas: nenhum divórcio “corre bem”. Isto é: nunca se passa por ele sem muitas dores. E, no entanto, todos os divórcios se dão por “mútuo consentimento”. Acontecem! Vamos acumulando pequenos ressentimentos. Em vez de falarmos, amuamos e embirramos. E, a certa altura, o fim-de-semana começa a ser à segunda-feira. Na verdade, divorciamo-nos por dentro muito antes de nos divorciarmos por fora. E são tantas as “pequenas coisas más” que um processo de divórcio aclara no outro que, quando se dá por isso, todos os divórcios, mesmo os “amigáveis”, são… “litigiosos”.

Mas se separar os garfos ou os quadros já é difícil, separarmo-nos dos filhos dói “horrores”. Começando pela forma como lhes dizemos que “a mãe e o pai já não são namorados”. (O que, por outras palavras, quer dizer: “A mãe e o pai vão-te magoar muito porque precisam de ser felizes.”). E acabando na transformação radical d’ “A nossa casa” na casa da mãe e na casa do pai. Todos os divórcios doem muito a todos os filhos. Independentemente da idade. E doem, sobretudo, quando os pais – que até aí pareciam ser a “reserva natural” de bom senso – são, muitas vezes, engolidos por iras e por ódios. E por episódios muito feios de um em relação ao outro que acabam por colocar os filhos em sucessivos conflitos de lealdade onde amar, igualmente, os dois pais parece ser vivido quase como uma traição.

É claro que que todos os filhos, porque são amados, são um bocadinho egocêntricos. Logo, o divórcio dos pais passa por uma perplexidade do género: “Mas, se eu existo, do que é que eles precisam mais?”. Para que, de seguida, quando um dos pais encontra alguém que namore, a questão se colocar outra vez. E quando essa pessoa chega “equipada” com filhos, essa mesma questão voltar a colocar-se. Sobretudo, quando eles passam a estar mais tempo com um dos pais duma criança do que ela própria acaba por passar.

E, depois, é um bocadinho “contra-natura” comunicar a um filho que existe “uma pessoa” com quem se namora. Mesmo que essa pessoa seja, simplesmente, “um amigo da mãe” ou “uma amiga do pai”. Seja como for, há pais que entre um divórcio e a tal pessoa “amiga” a viver lá em casa esperam tempo de menos. E há pais que namoram, na “clandestinidade”, por tempo demais.

Mas, quando chegam as férias, um pouco por tudo isto, nem sempre elas são o descanso com que se sonhou. Porque “as nossas férias” são interrompidas pelas saudades que fazem com que o outro dos pais apareça, de surpresa, “só para dar um beijinho”. Porque, para as crianças mais pequeninas, 15 dias seguidos sem um dos pais é um tempo interminável, que as deixa tristonhas e desconsoladas. Porque as férias arriscam-se a não ser férias tal é o número de coisas difíceis por dizer que os pais e os filhos mais velhos aproveitam para pôr em dia. Porque os telefonemas regulares do pai que não está com a criança são, muitas vezes, vividos como um controle insuportável pelo outro. Porque, ao contrário do que se queria, acaba-se por “levar”, por causa disso tudo, a ex-mulher ou o ex-marido para férias. E porque as férias são as alturas escolhidas para um convívio mais a sério com “a tal pessoa amiga” (que, entretanto, traz os seus filhos, na esperança de que todos sejam amigos, muito rapidamente). E nem sempre isso ajuda.

Dividirmos o melhor de nós com quem passou a ser um “lado feio” da nossa vida não é fácil. Que o pai e a mãe não sejam namorados sempre se entende. Mas que as férias sirvam para descobrir que eles já nem amigos são fica mais difícil de aceitar.

Psicólogo

 

Bibliotecas de Verão em Portugal – Praias, piscinas e jardins

Agosto 17, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações sobre as bibliotecas no link:

http://bibliotecas.dglab.gov.pt/pt/noticias/Paginas/Bibliotecas-de-Verao-2018.aspx

Perguntas (e ingenuidades) de verão – Mário Cordeiro

Agosto 15, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Mário Cordeiro publicado no i de 14 de agosto de 2018.

Aconselho-te a comer refeições leves, ao longo do dia, e cerca de 30 minutos antes de começares a jogar a sério comeres, por exemplo, iogurte ou leite, juntamente com bolachas, pão com doce, cereais ou algo equivalente e, quando terminar o jogo, beberes bastante água.

“Gostava de saber se é bom ou mau comer antes de jogar futebol na praia – é que todos os dias jogamos e é mesmo ‘a partir’.” – João, 15 anos, a passar férias no Algarve.

João: Não se pode pôr as coisas assim tão linearmente, tipo “bom” ou “mau” – depende do que vais comendo nesse dia, da hora do dia, etc. O que te posso dizer é que, se vais ter atividade muscular intensa, vais precisar de consumir mais energia (essencialmente o “açúcar” do teu sangue) e oxigénio. Por outro lado, como os teus músculos, articulações, coração e pulmões vão trabalhar mais, vão precisar de mais sangue. Se não comeres nada antes de praticar desporto, provavelmente vais gastar o teu açúcar e, a meio do jogo, começar a ter quebras de rendimento e sintomas de hipoglicemia (irritabilidade, falta de concentração, falhanços na performance, dores de cabeça, tonturas), e a sentires-te mal, sobretudo se estiver calor, como é de esperar nesta altura do ano. Por outro lado, se comeres demais, o teu aparelho digestivo vai precisar de sangue para realizar a função de digerir e metabolizar o que comeu, pelo que o sangue pode faltar nos tais territórios importantes durante a prática desportiva.

Assim, aconselho-te a comer refeições leves, ao longo do dia, e cerca de 30 minutos antes de começares a jogar a sério comeres, por exemplo, iogurte ou leite, juntamente com bolachas, pão com doce, cereais ou algo equivalente e, quando terminar o jogo, beberes bastante água (e também durante o jogo, se estiver muito calor, mas não em grandes quantidades – pouco e muitas vezes é melhor). Só deverás comer uma refeição mais abundante algum tempo depois.

“É verdade que as abelhas picam com maior probabilidade as pessoas que são doces?” – Vera, 16 anos, a passar uns belos dias de vento e nevoeiro no Baleal.

O que é uma pessoa doce? Um diabético sem controlo? Muitas vezes usa-se este argumento para consolar uma criança que foi picada, no sentido de dizer que foi uma privilegiada… duvido que este argumento te convença, Vera. Todavia, há algum fundo nesta ideia, mas que diz respeito ao odor adocicado, e não ao sabor doce. Alguns desodorizantes, perfumes ou até o cheiro natural adocicado de algumas pessoas pode atrair abelhas, vespas e zângãos. Por outro lado, as cores brilhantes atraem-nos também, pelo que usar uma camisa às flores, tipo Havai, é um risco! Claro que se andares com um gelado na mão, em plena praia, este transforma-se num alvo dos insetos e depois do gelado quem irá ser picada és tu.

“Li num romance que o protagonista, um homem violento, ficava sempre mais violento em dias de sol. Isso tem alguma explicação? Não deveria até sentir–se mais bem-disposto por estar bom tempo?” – Maria, 16 anos, diretamente de Esposende.

Tens alguma razão, Maria. Há muitos estudos que reportam um pico de violência quando o tempo está bom, ou melhor dizendo, no verão. Pode haver diversas razões para tal: por um lado, a baixa de serotonina cerebral que se faz sentir nesses períodos (e não o aumento da testosterona, ao contrário do que muita gente crê) – a serotonina cerebral está, aliás, mais baixa nos soldados mais agressivos, nos agressores e assaltantes e nos suicidas; depois, porque as condições externas são mais propícias: as mulheres, por exemplo, andam mais na rua, mostram mais o corpo, coisas que para um agressor sexual são fatores de encorajamento (atenção: não quer isto dizer que devam ser atenuantes e que andar de minissaia seja um convite para se ser violada! Chega de culpar as vítimas!). Por outro lado, há mais hipóteses de assalto (mais carros estacionados com objetos dentro, mais vivendas ou casas com janelas abertas) e alguns dos assaltos podem correr mal. De igual modo, a possibilidade de fuga é maior no verão do que com chuva ou com pouca gente na rua com a qual o assaltante se possa misturar.

“Devemos respeitar mesmo um intervalo de três horas entre as refeições e a entrada no mar ou na piscina? Mesmo depois do pequeno-almoço ou do lanche? Eu nunca percebi porquê e tenho dificuldades em explicar as razões dessa ideia aos meus filhos.” – Margarida, com três crianças e muito pouco tempo para aproveitar as férias na Costa Alentejana.

Compreendo a sua perplexidade, Margarida. Claro que o que vai ler não deve interferir com as crenças nem convicções. Se a pessoa não se sente confortável em tomar banho antes da “digestão” (está entre aspas, note), não o deve fazer. Mas, sucintamente, é o seguinte: quando comemos, obrigamos o tubo digestivo a trabalhar mais e, por isso, há uma chamada maior de sangue a esse território. As temperaturas extremas – água muito fria, água muito quente (só na banheira!), estar ao sol “a cozer” – causam perturbações na distribuição do sangue, sobretudo ao nível da pele, desviando sangue, o que pode causar a chamada “paragem de digestão”. Mas atenção: é preciso comer mesmo muito (e beber bebidas alcoólicas, também…), o que as crianças não fazem, e entrar na água fria de repente, depois de ter estado deitado ao sol. É um padrão de adulto, e não de criança.

Se comerem pouco (o normal de um pequeno almoço, almoço de praia ou lanche), se não estiverem a “grelhar” ao sol (estão sempre a mexer-se e nunca param quietas) e se a temperatura da água for dentro do normal, não há qualquer problema.

Há um bom indicador para perceber se comemos ou bebemos demais, o que deverá obrigar a esperar – é sentirmo–nos pesados, com vontade de dormir a sesta, sonolentos, com a cabeça “a andar à roda”, a bocejar, sem capacidade de fazer esforços físicos ou de aguentar conversas muito “elaboradas”. Mostra que o nosso aparelho digestivo “roubou” sangue a todos os outros órgãos, designadamente ao cérebro, e que há que esperar.

Todavia, obrigar as crianças a respeitar as três ou quatro horas (há pessoas que controlam pelo relógio!) quando petiscaram coisas poucas e não beberam álcool… é capaz de ser um bocadinho excessivo e até ligeiramente “sádico”…

“O meu bebé tem seis meses. Acha que o posso deixar comer areia?” – Manuel, pai-galinha em férias na praia fluvial de Constância.

A areia não tem, em si, qualquer problema – é terra! Desde que não esteja contaminada, não tenha partículas duras que possam magoar (restos de conchas partidas, etc.), algas ou outras coisas do género, não faz qualquer mal aos bebés comer areia. Na idade em que está, até o pode ajudar a “rilhar” as gengivas e no processo de dentição. A areia que comerá… sairá…

No entanto, há que ter cuidado com uma coisa: as beatas que muitos fumadores (e fumadoras) enterram na areia, sem pensarem um segundo que seja que uma beata, mastigada por uma criança da idade do seu filho, a pode matar. Uma basta. É uma ideia que não está muito disseminada entre nós, mas temos de ter cuidado. Resumindo: se for areia “de qualidade”, deixe-o comer. Se não, tenha cuidado, mas vai ser difícil evitar que ele o faça, na fase de experimentação em que está, e na qual “levar tudo à boca” é uma necessidade fundamental.

Pediatra

 

 

Bibliotecas de Praia e de Jardim – Em Sesimbra até 31 de agosto

Julho 9, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Nas praias do Meco, Ouro, Califórnia e Lagoa de Albufeira e também no Parque da Vila, na Quinta do Conde, pode desfrutar de um bom livro, consultar a imprensa diária ou participar numa das muitas atividades de promoção do livro e da leitura, que acontecem quase todos os dias.
Com mais de duas décadas de existência, as Bibliotecas de Praia e de Jardim disponibilizam literatura variada, como banda desenhada, ficção científica ou romance, em português, inglês, francês, alemão e espanhol, podendo ser utilizada por todos mediante o preenchimento do cartão de leitor.

Se não teve tempo para ler durante o ano, aproveite as férias de verão para pôr a leitura em dia.

mais informações no link:

http://www.sesimbra.pt/pages/1077?news_id=6120

 

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