(Re)descubra 5 jogos em família para fazer na praia em tempos de pandemia

Julho 14, 2020 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Notícias de Coimbra de 13 de julho de 2020.

A pandemia trouxe novos desafios à vida quotidiana e nem os dias de férias escapam às medidas de segurança, no sentido de evitar a propagação do novo coronavírus. Será um verão diferente, com a limitação do número de pessoas nas praias, com a distância social imposta e sem os jogos de futebol ou raquetes à beira-mar. Quem poderá sofrer mais com isto são as crianças, sempre inquietas e sempre à procura de novas amizades para brincar.

Melanie Tavares, psicóloga do Instituto de Apoio à Criança, recorda que “para as crianças, brincar é algo espontâneo e natural e contribui para o crescimento em todas as áreas do seu desenvolvimento: psicológico, cognitivo, motor e social”. Contudo, com a pandemia, a liberdade no brincar ficou limitada. É por isso que o #MovimentoViverIntensamente quer ajudar as famílias nos seus momentos de ludicidade e  deixa, no âmbito do desafio desta semana, #JogarIntensamente, cinco sugestões de jogos para fazer na praia em segurança.

1. Construções na areia 

Esta é uma atividade típica dos dias de praia e que não fica comprometida com a atual situação. Castelos, cidades completas, carros, bonecos…a imaginação comanda a construção, numa atividade que pode, e deve, ser feita em família.

2. Jogo da cadeira…neste caso, da toalha

Todos nós conhecemos este jogo. Para um determinado número de jogadores, por exemplo cinco, apenas existem quatro cadeiras. O objetivo? Dançar em torno das cadeiras ao som de uma música. Quando esta pára, os jogadores devem ocupar um lugar, sendo que aquele que não conseguir sentar-se perde. O processo repete-se até encontrar-se o vencedor. Na praia, basta substituir as cadeiras pelas toalhas e a diversão em família está garantida.

3. Jogos de cartas

As cartas já são um clássico da praia e permitem jogar vários jogos em família. O Jogo do Peixinho ou Copas, são dos mais conhecidos, mas há outros, como o jogo do Polícia e Ladrão. Por exemplo, o rei de copas representa o polícia e o às de espadas o ladrão. Para os restantes jogadores escolhem-se cartas aleatórias que todos devem conhecer como representando as vítimas. Depois de baralhadas, estas cartas devem ser distribuídas pelos jogadores, sendo que o objetivo é que o jogador com a carta do ladrão pisque discretamente o olho aos jogadores que julgue serem as vítimas, que por sua vez, ao receberem este sinal, devem dizer “morri”. O Polícia deve tentar identificar o ladrão e tentar a sua sorte dizendo “estás preso em nome da lei”. Os desfechos podem ser vários: se o polícia disser isto a uma vítima, o ladrão ganha dizendo “fugi para Roma!”, por exemplo. O outro cenário é, efetivamente, o jogador que representa o polícia acertar no jogador com a carta do ladrão, saindo assim a ganhar do jogo. Também pode acontecer o ladrão piscar o olho ao polícia, julgando tratar-se de uma vítima. Aqui o polícia deve fazer justiça, dizendo a sua frase e ganhando o jogo. O último desfecho possível é o ladrão conseguir piscar o olho a todas as vítimas e dizer rapidamente a frase “Fugi para Roma!” antes de ser identificado pelo jogador com a carta que representa o polícia. Prontos para jogar?

4. Uno

Este jogo é também um clássico que dispensa apresentações e que pode ser jogado em família e à sombra do chapéu. Nunca é demais andar com ele atrás, para uma bela partida a qualquer altura do dia, entre banhos.

5. Jogos de tabuleiro em versão portátil

Se a sua família é fã de jogos de tabuleiro, então não pode deixar de adquirir pelo menos um em versão portátil. Existem várias opções e para todos os gostos, entre Quem é quem, 4 em Linha, Cluedo ou Monopólio.

Qualquer que seja o jogo pelo qual a sua família opte, o importante é registar o momento e partilhar nas redes sociais com os hashtags #JogarIntensamente e #MovimentoViverIntensamente, fazendo assim parte desta iniciativa social, promovida pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC), a AstraZeneca, a Metacriações e a Guess What, com o objetivo de devolver às crianças e às suas famílias o recreio e a ludicidade nestes tempos que limitam as nossas atividades. O desafio #JogarIntensamente é apenas um dos desafios, que semanalmente são lançados no site do movimento, onde as famílias podem registar-se e receber estas atividades diretamente no seu email.

O #MovimentoViverIntensamente conta com uma série de parceiros, entre sociedades médicas, ordens profissionais, associações de doentes, entre outras. Além do site, www.viverintensamente.com, o movimento conta com uma página de Facebook e Instagram.

Folheto Informativo e Jogo sobre o Covid 19

Maio 21, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto da https://www.seguranet.pt/

Estes recursos foram desenvolvidos pelo Conselho da Europa com o objetivo de manter os mais novos ocupados durante a confinamento provocado pela Covid-19.

https://www.coe.int/en/web/education/new-materials

Ficar em casa não tem de ser aborrecido. 5 atividades e jogos caseiros para fazer com as crianças

Março 22, 2020 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Sapolifestyle de 16 de março de 2020.

Susana Krauss

Numa fase em que muitas famílias vão ficar em casa, há que ser criativo para entreter todos. Siga esta sugestões e vai ver que os dias vão passar a correr.

Esta semana inicia-se o primeiro dia oficial do período de quarentena: a partir de hoje e até ao final do mês, todas as escolas, creches e ATL do país, públicos ou privados, terão de suspender as atividades letivas.

Notícia que para muitos pais pode revelar-se assustadora e desafiante, principalmente quando pensamos na fonte inesgotável de energia dos mais pequenos.

Por isso, a My Nametags partilha algumas ideias divertidas que poderão ser postas em prática dentro de casa.

Caça ao tesouro

Um jogo fácil de organizar e que irá manter as crianças entretidas durante algum tempo. Tudo dependerá do grau de dificuldade que der à caça. Poderá ser o mais simples “quente ou frio” ou aumentar a complexidade com um mapa do tesouro repleto de várias pistas e que decerto também será divertido de fazer e de colorir!

Cozinhar em Família

Levar os mais pequenos para a cozinha e deixá-los meter a mão na massa (literalmente) vai garantir algumas horas de diversão que serão recompensadas por uns deliciosos queques ou bolachas. Deixar a criança escolher a receita, por exemplo do seu youtuber favorito, também poderá ser uma boa ideia.

Criar um verdadeiro Home Cinema

Construir um Home Cinema em casa pode ser mais fácil do que aparenta. A parte fácil será reunir os filmes favoritos de todos e fazer as pipocas. Para quem gostar de elevar a fasquia, pode colocar um colchão na sala e almofadas, arranjando espaço para todos e depois é só apagar as luzes para que a experiência fique completa!

Aderir a desafios musicais

Há plataformas que podem revelar-se divertidas aliadas nesta altura em que estamos em casa, em família. Através delas será possível encontrar vários desafios, como por exemplo coreografias, as quais depois poderão ser partilhadas com a restante família e criar assim uma disputa saudável entre os vários membros. Para aumentar a diversão, é sempre possível ligar o telemóvel à televisão e tornar a sala numa verdadeira pista de dança.

Jogo de tabuleiro em tamanho real

Aproveitar este período para fazer atividades que normalmente não são possíveis também terão o elemento novidade de que os mais pequenos tanto gostam. Criar um jogo de tabuleiro em tamanho real é uma delas. O primeiro passo será afastar os móveis e libertar o maior espaço possível da sala ou quarto, depois desenhar as ‘casas’ do tabuleiro e por fim encontrar uma almofada ou bola que possa servir de dado.

Encontro Jogos de Tabuleiro em Família – 8 de março no Loureiro (Cernache)

Março 6, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O IAC é parceiro da iniciativa.

mais informações no link:

https://www.facebook.com/loureiro.adr/

Lançamento Oficial dos Materiais Lúdico-Pedagógicos sobre Desenvolvimento Local, dirigidos a crianças e a agentes educativos, 12 de fevereiro em Lisboa

Fevereiro 9, 2020 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.animar-dl.pt/noticias/destaques/3496-lancamento-oficial-dos-materiais-ludico-pedagogicos-sobre-desenvolvimento-local

Lançamento do jogo pedagógico de tabuleiro «Missão 2050 — Promoção do Uso Saudável das Tecnologias» 2 junho na Feira do Livro de Lisboa

Maio 29, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/707164393036660/

Jogos digitais e de tabuleiro também são Cultura: os preconceitos e o IVA

Fevereiro 2, 2019 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Sheldon Nunes Unsplash

Artigo de opinião de Micael Sousa publicado no Público de 8 de janeiro de 2019.

Não me venham dizer que estes jogos não são cultura, porque motivos não faltam para os considerar como tal. Seja em que formato for, os jogos são produtos criativos que expressam estéticas e valores sociais, tão antigos como a própria civilização.

As recentes alterações ao regime do IVA para as actividades culturais vieram incentivar algumas “touradas”. Mas os jogos digitais e analógicos não entraram na arena, não tiveram direito à redução da taxa do IVA como os restantes produtos e actividades culturais.

E não me venham dizer que estes jogos não são cultura, porque motivos não faltam para os considerar como tal. Seja em que formato for, os jogos são produtos criativos que expressam estéticas e valores sociais, tão antigos como a própria civilização. São criações intelectuais e produtos das indústrias criativas, associadas a um tipo de indústria que pode apresentar altos níveis de sustentabilidade e opções para todos os públicos e objectivos.

Os jogos contribuem para a expressividade dos próprios jogadores, tal como para uma identificação cultural própria, associada a movimentos e culturas urbanas ou de outros grupos identitários e geracionais. O caso dos jogos digitais representa um elo de ligação geracional identitário para quem nasceu a partir dos anos 70 do século passado. Cada geração tem os seus ícones, plataformas e jogos de culto, numa história que se vai acumulando.

Os jogos são também formas de promover a literacia em vários formatos, incentivando a leitura e a escrita em vários suportes, incluindo a possibilidade de conjugar o domínio de várias línguas e formas de expressão. Os jogos, ao estabelecerem dinâmicas sociais com sistemas de regras comuns aos jogadores, promovem a integração e igualdade entre os participantes, independentemente da sua origem.

Através dos jogos expressamos valores e conhecimentos. Um jogo de vídeo será assim tão diferente da dimensão cultural do cinema? E um jogo de tabuleiro moderno diferente de um livro nos conteúdos que transmite? Estes quatro tipos de criações são produtos culturais por si, mas não é a sua tipologia que define a sua qualidade cultural. Todos podem exprimir altos valores culturais ou não. Por outro lado, os jogos têm o aspecto diferenciador de colocar o seu público no centro da acção, evitando a passividade dos outros formatos.

Estamos então perante legislações desadequadas, carregada de preconceitos perante formatos que já não são novos e que têm contribuído para a identidade e a expressividade cultural das ultimas gerações.

No caso dos jogos de tabuleiro modernos — que é a minha paixão assumida —, posso partilhar algumas experiências concretas. O estigma continua a ser imenso, embora o panorama esteja a mudar. Para além de ser ainda pouco conhecida a imensidão de jogos novos que se fazem em todo o mundo na actualidade, as suas potencialidades ainda não estão devidamente reconhecidas. Assisti, nas nossas actividades dos boardgamers de Leiria, da associação Asteriscos, a crianças que começaram a ter prazer em ler, motivadas pela necessidade de aprender as regras dos novos jogos. Outras que passaram a expressar-se mais e melhor, incentivadas a comunicar dentro do sistema de jogo, enquanto desenvolviam competências de apoio além do jogo. O mesmo tem acontecido para a criatividade e para a capacidade de interagir com os outros, tal como de jogos que levam a conversas e debates sobre assuntos ambientais, de gestão, história, política, filosofia, etc.

Tudo isto que fui elencando representa fenómenos culturais, resultantes tanto da produção dos jogos como na sua utilização. Por isso, não faz qualquer sentido que os jogos não tenham o devido reconhecimento como produtos culturais, tanto simbólica como objectivamente na dimensão fiscal.

 

Jogos de Tabuleiro na Biblioteca Pública de Évora – 10 de novembro

Novembro 3, 2018 às 4:27 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/242606056433426/

Apresentação do jogo pedagógico “Refugiados” no dia 20 de junho no Parque Urbano – Quinta da Marialva, em Corroios

Junho 23, 2017 às 12:00 pm | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações sobre o evento e o jogo no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-cedi/noticias-centro-de-estudos/item/885-lancamento-do-jogo-pedagogico-refugiados

Lançamento do jogo de tabuleiro e gigante «Refugiados»

Junho 20, 2017 às 6:00 am | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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Nota de Imprensa

 

«Refugiados» lançado dia 20

Jogo pretende sensibilizar crianças e jovens para o problema dos refugiados

O jogo «Refugiados» vai ser lançado dia 20 de junho no Parque Urbano da Quinta da Marialva, em Corroios, Seixal, às 14:30.

Criado pela editora Ideias com História, em parceria com o Instituto de Apoio à Criança, o jogo «Refugiados» apresenta-se como um instrumento pedagógico com o objetivo de sensibilizar crianças e jovens em relação à questão dos refugiados.

O jogo apresenta-se em três variantes: gigante, em que as crianças são os próprios peões de jogo, de tabuleiro numa versão simplificada (versão júnior) e numa segunda versão de tabuleiro mais desenvolvida, esta última lançada apenas em novembro, e que está dirigida a crianças, jovens e adultos.

O jogo gigante, baseado numa tela com 6X4 metros, pode ser jogado por equipas, e está assente em cartas com diversas perguntas, a que as crianças terão que responder. Paralelamente, há desafios que devem ser completados pelas crianças, simulando situações vividas pelos refugiados nas suas rotas de fuga, como a travessia do Mediterrâneo.

Na apresentação do jogo, dezenas de crianças do Agrupamento de Escolas de Vale de Milhaços vão jogar a versão gigante do jogo, além de desenvolverem diversas atividades relacionadas com a temática dos refugiados.

O jogo vai ser apresentado nos próximos meses em diversas escolas do país.

O jogo tem uma versão gigante, com seis metros por quatro, em que as crianças são os próprios peões de jogo

 

Para mais informações:

Cláudia Outeiro (Instituto de Apoio à Criança) – mailto:claudia.outeiro@iacrianca.pt

(965606698)

Miguel Correia (editora Ideias com História) – mailto:miguelcorreia@ideiascomhistoria.pt

(966274157)

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