Apresentação do jogo pedagógico “Refugiados” no dia 20 de junho no Parque Urbano – Quinta da Marialva, em Corroios

Junho 23, 2017 às 12:00 pm | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações sobre o evento e o jogo no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-cedi/noticias-centro-de-estudos/item/885-lancamento-do-jogo-pedagogico-refugiados

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Lançamento do jogo de tabuleiro e gigante «Refugiados»

Junho 20, 2017 às 6:00 am | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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Nota de Imprensa

 

«Refugiados» lançado dia 20

Jogo pretende sensibilizar crianças e jovens para o problema dos refugiados

O jogo «Refugiados» vai ser lançado dia 20 de junho no Parque Urbano da Quinta da Marialva, em Corroios, Seixal, às 14:30.

Criado pela editora Ideias com História, em parceria com o Instituto de Apoio à Criança, o jogo «Refugiados» apresenta-se como um instrumento pedagógico com o objetivo de sensibilizar crianças e jovens em relação à questão dos refugiados.

O jogo apresenta-se em três variantes: gigante, em que as crianças são os próprios peões de jogo, de tabuleiro numa versão simplificada (versão júnior) e numa segunda versão de tabuleiro mais desenvolvida, esta última lançada apenas em novembro, e que está dirigida a crianças, jovens e adultos.

O jogo gigante, baseado numa tela com 6X4 metros, pode ser jogado por equipas, e está assente em cartas com diversas perguntas, a que as crianças terão que responder. Paralelamente, há desafios que devem ser completados pelas crianças, simulando situações vividas pelos refugiados nas suas rotas de fuga, como a travessia do Mediterrâneo.

Na apresentação do jogo, dezenas de crianças do Agrupamento de Escolas de Vale de Milhaços vão jogar a versão gigante do jogo, além de desenvolverem diversas atividades relacionadas com a temática dos refugiados.

O jogo vai ser apresentado nos próximos meses em diversas escolas do país.

O jogo tem uma versão gigante, com seis metros por quatro, em que as crianças são os próprios peões de jogo

 

Para mais informações:

Cláudia Outeiro (Instituto de Apoio à Criança) – mailto:claudia.outeiro@iacrianca.pt

(965606698)

Miguel Correia (editora Ideias com História) – mailto:miguelcorreia@ideiascomhistoria.pt

(966274157)

IAC e editora Ideias com História apresentam jogo pedagógico “Refugiados” – 20 de junho, Parque Urbano – Quinta da Marialva, Corroios às 14:30

Junho 19, 2017 às 12:23 pm | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da editora Ideias com História de 17 de junho de 2017.

Jogo pedagógico «Refugiados»

O jogo «Refugiados» vai ser lançado dia 20 de junho no Parque Urbano Quinta da Marialva, em Corroios, Seixal, às 14:30.

Criado pela editora Ideias com História, em parceria com o Instituto de Apoio à Criança, o jogo «Refugiados» apresenta-se como um instrumento pedagógico com o objetivo de sensibilizar crianças e jovens em relação à questão dos refugiados.

O jogo apresenta-se em três variantes: gigante, em que as crianças são os próprios peões de jogo, de tabuleiro numa versão simplificada (versão júnior) e numa segunda versão de tabuleiro mais desenvolvida, esta última lançada apenas em novembro, e que está dirigida a crianças, jovens e adultos.

 

IAC e editora Ideias com História apresentam jogo pedagógico “Refugiados” – 20 de junho, Parque Urbano – Quinta da Marialva, Corroios

Junho 16, 2017 às 11:30 am | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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Crianças jogam Monopólio com regras injustas para perceber desigualdade social

Maio 14, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://tabonito.tv/de 4 de maio de 2017.

A pensar na desigualdade social e em vésperas de eleições francesas, o Observatório das Desigualdades francês (Observatoire des Inégalités) gravou um vídeo onde um grupo de crianças joga Monopólio com normas um bocadinho diferentes.

Normalmente os jogadores começam com a mesma quantidade de dinheiro e seguem as mesmas instruções, mas neste caso não. As meninas ganham menos do que os meninos, as minorias são presas sem razão e os mais ricos do jogo nunca podem ser presos.

Os números, apresentados no final, não enganam: as minorias étnicas têm menos probabilidade de conseguir crédito para a habitação, as mulheres ganham menos do que os homens e os mais pobres são condenados a penas de prisão mais longas.

Um vídeo que mostra às crianças como as regras da vida real são injustas para muitos.

mais informações no link:

http://inegalites.fr/spip.php?page=analyse&id_article=2277&id_rubrique=173&id_mot=31&id_groupe=10

 

IAC e editora Ideias com História lançam jogo sobre os refugiados

Abril 19, 2017 às 11:20 am | Publicado em CEDI | Deixe um comentário
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O IAC-CEDI em parceria com a editora Ideias com História irá lançar no mês de junho um jogo de tabuleiro e um jogo gigante sobre a temática dos refugiados. Brevemente serão dadas informações mais detalhadas sobre o lançamento.

Jogo de tabuleiro ajuda crianças a identificar e combater situações de ‘bullying’

Abril 12, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do http://observador.pt/ de 25 de fevereiro de 2017.

Duas psicólogas criaram um jogo pedagógico de tabuleiro para ajudar as crianças e os adultos que joguem com elas a identificarem situações de ‘bullying’ e a desenvolverem competências para lidar com o problema.

Duas psicólogas criaram um jogo pedagógico de tabuleiro para ajudar as crianças e os adultos que joguem com elas a identificarem situações de ‘bullying’ e a desenvolverem competências para lidar com o problema. O jogo ‘Bullying: Um dia na escola’ tem “por objetivo ajudar a Maria Inês, a personagem principal, que é uma vítima de ‘bullying’ na escola”, disse à agência Lusa a psicóloga Júlia Vinhas, do centro CADIN – Neurodesenvolvimento e Inclusão.

Os jogadores têm que descobrir quem foi o agressor, a testemunha, que tipo de ‘bullying’ foi cometido e em que local da escola aconteceu, explicou Júlia Vinhas, que, em conjunto com a psicóloga Rosário Carmona e Costa, desenvolveu o jogo que vai ser apresentado hoje em Lisboa.

Para poderem ter acesso à informação que permite descobrir o que se passou, os jogadores têm que ir respondendo a questões centradas em cinco áreas de competências: assertividade, controlo de impulsos, promoção da empatia, identificação do ‘bullying’ e resolução de problemas.

“É desta forma que vamos treinando as competências e dirigindo o tipo de respostas dadas a cada situação de conflito”, disse a psicóloga, comentando que “é uma forma muito lúdica de aprender”.

O principal objetivo — salientou – é que as vítimas e as testemunhas saibam como atuar nestas situações, e os agressores percebam os comportamentos que constituem ‘bullying’.

“Só consideramos uma situação de ‘bullying’ quando existe intencionalidade no ato e é uma situação repetida”, explicou a psicóloga.

Júlia Vinhas adiantou que a adesão ao jogo tem sido bastante boa: “Todos os meninos com quem tive já o privilégio de jogar gostam porque é um desafio”.

A criação do jogo, desenvolvido pelo CADIn em parceria com a editora Ideias com História, surgiu da necessidade de desmistificar junto das crianças, dos professores e das famílias os tipos de ‘bullying’ que existem e o “tipo de agressores”.

“Muitas vezes a definição de ‘bullying’ não está correta, por vezes há uma desvalorização de algumas agressões em contexto de recreio e por isso sentimos necessidade de através de um jogo de tabuleiro ir desmitificando” o fenómeno, adiantou.

Ao centro de apoio ao desenvolvimento infantil chegam crianças vítimas de ‘bullying’, mas também alguns agressores, por “questões comportamentais” e “por queixas das escolas”, contou Júlia Vinhas.

Um recente relatório da UNESCO revela que dois em cada dez alunos em todo o mundo são vítimas de ‘bullying’.

Esta organização defende que a escola deve combater este tipo de violência, ensinando as crianças a compreender e a lidar com as situações de agressão.

 mais informações sobre o jogo:

http://www.cadin.net/noticias/235-jogo-de-tabuleiro-bullying-um-dia-na-escola

 

10ª edição do InvictaCon – Encontro Nacional de Jogos de Tabuleiro e RPG do Porto – 7 – 9 outubro

Outubro 5, 2016 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/InvictaPortoCon/

O primo mais velho da Sereia diz-lhe que “se ela não se despir não brinca com ela”

Maio 11, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Há um novo jogo de tabuleiro que ajuda as crianças a reconhecer abusos sexuais. Destina-se a rapazes e raparigas entre os 6 e os 10 anos. Para ser jogado com qualquer adulto — pais, psicólogos ou professores.

É um jogo de tabuleiro, parecido com outros, muito colorido, com um dado, “pedrinhas preciosas” que se vão guardando à medida que se avançam casas, e cartões, com perguntas de vários tipos. Por exemplo: “A Sereia tem um primo mais velho que, sempre que estão sozinhos, se despe e lhe diz para ela também se despir. Ela não quer, mas ele diz que se ela não se despir não brinca com ela. O que achas do comportamento do primo da Sereia? Como achas que se sente a Sereia? Se acontecesse contigo, como irias sentir-te? O que achas que a Sereia deve fazer?”

Há desafios a que se responde desenhando, outros com gestos, outros a falar. Os temas são vários: o corpo e o toque, os segredos, as emoções, a Internet, pedir ajuda… Chama-se As Aventuras do Búzio e da Coral, destina-se a crianças entre os 6 e os 10 anos e tem como objectivo a prevenção de abusos sexuais.

Recomendado pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, pode ser jogado por qualquer adulto, pais, psicólogos, professores, educadores de infância, com uma criança ou com um grupo de crianças, até um máximo de quatro. Foi apresentado ao público nesta quinta-feira à tarde, em Lisboa.

Rute Agulhas, psicóloga clínica, perita do Instituto de Medicina Legal e professora do ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa, uma das três autoras, diz que este é o primeiro projecto do género em Portugal. Não se destina especificamente a psicólogos e outros técnicos, pode ser jogado por qualquer pessoa.

O jogo tem uma espécie de livro de instruções, chamado Bússola, com as informações básicas que os adultos devem ler antes de jogar. “Isto não é para assustar as crianças, pelo contrário, isto é para lhes dar uma maior sensação de controlo: ‘Eu sei o que é, eu sei identificar as situações de risco, eu sei o que é que devo fazer perante uma situação destas.’ A lógica de um jogo destes não é pôr a responsabilidade da prevenção na criança, pelo contrário, a responsabilidade é dos adultos, da comunidade, dos serviços”, sublinha a psicóloga. “O que pedimos à criança é que ela aumente os seus conhecimentos sobre abuso e desenvolva competências para lidar com estas situações.”

E os pais, preparados?
E a generalidade dos pais — dos adultos, em geral, que não são técnicos — estão preparados para jogar um jogo destes? E para o que ele pode revelar? “Este jogo não está pensado para ser um instrumento de diagnóstico, que fique claro, não é um jogo para sabermos se uma criança foi abusada ou não”, responde Rute Agulhas.

“É um jogo de prevenção primária. Mas quando pomos a criança a falar sobre esta temática de uma forma tranquila e lúdica, criamos, de facto, um contexto, e pode criar-se uma oportunidade de revelação, no caso de a criança estar a ser vítima de alguma situação de abuso. O que nós tentámos, com a Bússola, é ajudar o adulto a perceber o que pode ser uma tentativa de revelação, o que deve dizer e o que não deve dizer.”

Na Bússola, o tal livrinho, o adulto aprende, por exemplo, que se uma criança diz “eu não gosto dele”, ou “não quero ir brincar para a casa do y”, uma resposta errada é “mas tens que gostar ele, ele gosta muito de ti!”. E uma resposta certa é: “Porquê? Ele fez alguma coisa de que não gostaste? Explica o que se passou.” Também se aprende que a criança deve ser apoiada, elogiada, nas suas respostas, e que deve sentir que acreditam nela.

“Normalmente, as crianças não tentam revelar [o abuso] de uma forma explícita, começam de uma forma exploratória, do género: ‘Não gosto dos beijos que ele me dá.’ E por vezes os adultos não estão atentos. Respondem: ‘Não sejas mal educada, dá um beijinho’, por exemplo. Não é respeitado o direito da criança de não gostar de determinado toque. Ou quando a criança diz: ‘Não sei quem disse-me para guardar um segredo…’ ensinamos erradamente às crianças que os segredos são para se guardar. Quando devemos antes perguntar: ‘Mas que tipo de segredo? É um bom ou um mau segredo? Se for bom, podes guardar, se for mau deves contar.”

Falsas crenças
“Isto é um tema com o qual os pais têm dificuldade”, diz Joana Dias Alexandre, também professora do ISCTE, adiantando que o jogo (custa 40 euros e parte dos lucros são para a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) ainda será avaliado antes de outros serem desenvolvidos para outras faixas etárias — a colecção de jogos prevista chama-se Vamos prevenir.

“Até que ponto as crianças adquirem os conhecimentos e até que ponto os adultos se sentem mais capazes para lidar com isto”, é o que se pretende saber, explica.

Na sua tese de mestrado Nicole Figueiredo, que foi orientada por Joana Alexandre e Rute Agulhas, e que é a terceira autora destas Aventuras, fez um pré-teste de alguns materiais para o jogo, analisou projectos de prevenção que existem noutros países e recordou vários estudos que mostram, diz, como este é “um assunto tabu”, rodeando de “falsas crenças”. Por exemplo, um estudo feito em Espanha, com base em entrevistas a 113 crianças, 225 pais e 26 professores, mostrou que cerca de metade dos pais e professores acreditavam que muitas crianças inventam histórias de abuso sexual; a totalidade dos pais e 46% dos professores pensava que os familiares denunciam sempre um abuso sexual; 76% dos pais e 31% dos professores consideravam que a maioria das crianças que sofre abusos conta.

Mas nem as crianças contam sempre, nem costumam inventar, garante Nicole Figueiredo. “Este não é um tema que faça parte do seu imaginário, não é uma coisa agradável, não tem graça inventar sobre isso, portanto, na maior parte das vezes, as crianças não inventam.”

Contactado pelo PÚBLICO, Armando Leandro, presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos das Crianças, faz saber que esta é “uma iniciativa de muito mérito” que a comissão “apoia com muito empenho”.

Queixas de abusos têm aumentado
No ano passado, registaram-se 1044 participações à polícia de abuso sexual de crianças, adolescentes e menores dependentes, mais 3,1% do que em 2014, ano que já tinha registado um aumento de 17,7%. Os dados constam do Relatório Anual de Segurança Interna de 2015. Que mostra que 150 pessoas foram detidas por abuso sexual de crianças/menores dependentes.

Os arguidos no âmbito dos inquéritos abertos são na sua maioria homens, prevalecendo a faixa etária dos 41 aos 50 anos. E as crianças são na maior parte dos casos (79,3%) meninas. A maioria (61,5%) têm entre os 8 e os 13 anos; 19,9% têm entre 4 e 7 anos; 7,4% até 3 anos apenas. Em pelo menos 40% dos casos o alegado autor do crime era familiar da vítima do menor.

Apesar dos dados existentes, considera-se que o número real de casos de abuso sexual esteja subestimado, nota Nicole Figueiredo. A autora recorda que, em 2013, foi realizado um estudo nos Estados Unidos da América em que se estimou que, em média, uma em cada 10 crianças sejam sexualmente abusadas até aos 18 anos. Dados do Reino Unido revelam que no ano de 2010 uma em cada 20 crianças foi sexualmente abusada.

Andreia Sanches para o Público em 28 de abril de 2016

 

Sessões de jogos de tabuleiro para Crianças na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro

Junho 15, 2015 às 9:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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tabu

Sessões de jogos de tabuleiro

16 e 23 de Junho às 10H00

18 e 25 de Junho às 15H30

por Bmind Games Uma atividade em que a cooperação e atenção misturam-se com criatividade, rapidez e muita diversão. As atividades com jogos de tabuleiro proporcionam momentos de diversão, aprendizagem e interação entre as crianças.

Dias 16 e 23 jun das 10H00 às 11H30 Idade: 3 aos 5 anos (as crianças deverão estar acompanhadas por um adulto responsável)

Número máximo de participante: 8

Dias 18 e 25 jun das 15H30 às 17H00

Idade: 7 aos 10 anos

Número máximo de participantes: 10

Contactos: Inscrições e informações: Bmind Games| Lenamara Silva | bmind@bmindgames.pt

Preço: 3,5€ + 1 adulto

Biblioteca Orlando Ribeiro
Antigo Solar da Nora
Estrada de Telheiras, 146
1600-772 Lisboa
(Freguesia do Lumiar)

 

 

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