Stop Bullying – Um Recurso Educativo Baseado nos Direitos Humanos para Combater a Discriminação

Novembro 22, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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descarregar o documento no link:

https://www.amnistia.pt/wp-content/uploads/2017/10/Manual_-Stop_Bullying_AI_Portugal.pdf

 

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Guia para Educadores e Professores : Dia Universal dos Direitos da Criança

Novembro 20, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Descarregar o guia no link:

http://www.unicef.pt/docs/pdf/Guia-Educadores-Professores-DUDC.pdf

mais recursos no link:

http://www.unicef.pt/Dia-Universal-Direitos-Crianca/

Jogos no formato “Quantos Queres” dirigido ao 2.º Ciclo com questões alusivas à cidadania digital: recurso da Seguranet

Novembro 11, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Veja AQUI.

 

Literacia para os Média e Cidadania Global: Caixa de Ferramentas – E-Book

Outubro 23, 2017 às 6:00 am | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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descarregar o E-Book no link:

https://www.cidac.pt/files/2114/8597/6548/20170117_LMedia_cor_150dpi.pdf

 

Startup portuguesa quer pôr crianças a ver vídeos online de forma segura. E a aprender

Outubro 10, 2017 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do site http://tek.sapo.pt/ de 25 de setembro de 2017.

A MagikBee é uma startup de Braga que já soma outras “apostas” internacionais no seu portfólio e agora propõe mais uma: a app KiddZtube.

A KiddZtube apresenta-se como um substituto do YouTube para crianças com menos de 7 anos, apostando em vídeos apropriados para a idade, desde música a desenhos animados. O objetivo vai mais além e passa igualmente pela aposta na oferta de uma experiência interativa e educativa.

São neste momento mais de 1.000 vídeos escolhidos “a dedo” de canais de YouTube por um grupo professores que trabalham conjuntamente com uma equipa de seis pessoas da MagikBee. São, normalmente, vídeos populares entre os mais novos, mas também com potencial para serem explorados com perguntas customizadas, de acordo com os conteúdos em causa.

“Os vídeos são escolhidos um a um e de seguida são construídas questões que trabalham áreas linguísticas, matemática, identificação de emoções, cores, atividades, etc”, explicou Hugo Ribeiro, da MagikBee, ao TEK. “As perguntas estão sempre contextualizados no vídeo que estão a ver para que o processo de visualização das crianças seja mais ativo e não passivo”.

Cabe aos pais personalizarem toda a experiência dos seus filhos, podendo ativar ou desativar categorias e até ativar ou desativar os quizzes. “Se a criança ainda não estiver por exemplo familiarizada com a formação de palavras, o pai poderá apenas desligar esse tipo de quizzes”.

A MagicBee garante que os pais têm total controlo sobre o que o filho vê, o tempo que vê e ainda têm estatísticas sobre quais são as áreas de desenvolvimento em que a criança é melhor e aquelas que precisam de ser reforçadas.

A app está só disponível em inglês, “mas é também uma boa forma das crianças portuguesas aprenderem a falar e a ficar familiarizadas com o inglês desde pequeninas, dado que o inglês faz parte dos planos curriculares cada vez mais cedo”, justifica. A intenção é trabalhar diferentes áreas de aprendizagem como: spelling, counting, emotions, colors, activities e directions.

A KiddZtube tem duas versões disponíveis: a versão KiddZtube Lite, que permite experimentar a aplicação, e a versão premium, que custa €5,99 e que abrange os tais mais de 1.000 vídeos, 7.000 quizzes e permite controlar toda a experiência da criança com acesso a um dashboard detalhado. Por enquanto só está disponível para  iOS, mas está prevista uma versão para Android.

Uma startup para “pequenos” a crescer

A app kiddZtube é a mais recente aposta da MagikBee, mas a startup de Braga já soma outras “apostas” internacionais no seu portfólio.

Hugo Ribeiro explica que o negócio está dividido em duas grandes áreas: os smart educational toys, em que o objetivo é criar uma experiência de realidade aumentada, e esta área de active video learning.

“Somos uma startup edtech com a missão de reinventar a forma como as crianças usam as tecnologias tornando-as mais seguras, educativas, mas mantendo toda a componente de divertimento que as crianças procuram”.

A empresa está neste momento a desenvolver mais jogos para o seu primeiro produto, o Magik Play, e tem também um projeto em desenvolvimento com livros, o Magik Book, que pretende alargar os conteúdos de livros tradicionais aos dispositivos móveis, como tablets ou smartphones, criando experiências muito mais ricas com inclusão de vídeos, música e animações.

A evolução positiva do negócio é encarada com muito agrado. “Estamos muito satisfeitos. O Magik Play está a vender para todo o mundo (…) e também em Portugal, na Fnac, e temos planos para continuar a nossa expansão construindo um ecossistema de produtos educativos inovadores com a missão de se tornarem verdadeiras mais-valias para as crianças, pais e educadores”, refere Hugo Ribeiro. “Temos também alguns projetos mais laterais e que visam explorar as nossas tecnologias únicas noutras áreas onde acrescentem valor”, acrescentou.

http://www.magikbee.com/kiddztube/

 

 

Dia Europeu das Línguas

Setembro 26, 2017 às 12:40 pm | Publicado em Divulgação, Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Jogos, recursos e vídeos no link.

http://edl.ecml.at/Home/tabid/1455/language/pt-PT/Default.aspx

9 dicas para os professores escolherem recursos educacionais digitais

Setembro 15, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto da http://blogue.rbe.mec.pt/ de 29 de agosto de 2017.

in Porvir

A tecnologia permite o acesso a uma infinidade de recursos que podem ser usados no processo de ensino e aprendizagem. Para isso é preciso que os professores tenham a competência para selecionar os conteúdos e ferramentas mais relevantes para os seus alunos. Eles devem estar alinhados com os objetivos de aprendizagem previstos no currículo, ter consistência e fidedignidade, além de serem simples e intuitivos.

Levando em conta estes parâmetros, elencam-se 9 fatores que devem ser levados em conta ao longo do processo de seleção:

1) O conteúdo possui alinhamento com o currículo?

Aqui o professor precisa definir previamente o conteúdo pedagógico para o qual necessita dos recursos e delimitar os objetivos de aprendizagem que deseja alcançar. Feito isso, ele deve analisar se o recurso responde claramente aos objetivos, se está adequado ao público-alvo, se é relevante, preciso e confiável. Por fim, é preciso verificar se as atividades fazem sentido para os objetivos traçados.

2) O conteúdo é de qualidade e adequado ao propósito?

Para responder a essa questão, o professor deve verificar se o conteúdo é central e relevante dentro da experiência de aprendizagem. Objetos como imagens, áudio e vídeos devem ser adequados ao público e ao contexto de uso. Eles também devem ser de qualidade gráfica e sonora que permitam fácil entendimento nas diferentes plataformas. O documento do CIEB alerta, ainda, que devem ser evitados recursos com conteúdos com parcialidade política, religiosa ou étnica, preconceitos, material ofensivo ou omissões.

3) Possibilita métodos pedagógicos inovadores, promovendo engajamento e facilitando a aprendizagem?

Um dos benefícios dos conteúdos digitais é a grande variedade de tipos (texto, áudio, vídeo, imagens, páginas de internet interativas, aplicativos e jogos), que oferecem múltiplas oportunidades de escolha para aprender. O professor é quem deve planear a melhor forma de aproveitar essa diversidade, baseado no perfil dos alunos. Isso pode acontecer por meio de métodos como ensino híbrido, sala de aula invertida, ensino adaptativo, aprendizagem através de desafios, projetos, aprendizagem personalizada, dentre outros. Na seção glossário, do Porvir, encontra a definição de cada uma dessas estratégias.

4) Possui formas efetivas de avaliar a aprendizagem?

Um recurso educacional deve mostrar se o aluno conseguiu ou não alcançar os objetivos de aprendizagem propostos. Isso pode ser feito através de pequenas atividades incorporadas em diferentes etapas, de uma avaliação informal no final, de uma autoavaliação ou através de atividades em pares e em grupos. Também é possível fazer uma avaliação formal, que mede o nível de desenvolvimento alcançado pelo aluno durante e/ou após o uso do recurso em comparação ao seu conhecimento prévio.

5) É fácil de usar?

Um bom recurso não deve necessitar manuais ou orientações para ser usado. Além disso, o tempo que os alunos precisam se dedicar para entender como ele funciona não pode ser maior do que aquele requerido para aprender o conteúdo pedagógico. Um recurso com boa usabilidade tem imagens e ícones que seguem convenções. Ele deve funcionar de maneira consistente em diferentes dispositivos e ter design agradável.

6) Funciona com os sistemas disponíveis na sua rede/escola?

É indispensável que o professor conheça os sistemas da sua rede ou escola, principalmente o Ambiente Virtual de Aprendizagem (caso exista), porque tanto o uso do recurso quanto o acesso aos resultados das atividades depende dessa integração.

7) A infraestrutura disponível na sua rede/escola é suficiente para o uso do recurso?

É importante que o professor conheça as tecnologias presentes na sua rede/escola, saiba quais são as mais usadas pelos alunos e verifique se os requisitos mínimos do recurso, ou tecnologias suportadas por ele, têm resposta. Entre outros fatores, deve ter em conta o seguintea: o tipo de dispositivo (computador, tablet ou smartphone); velocidade da ligação com a internet da escola e dos alunos; sistema operativo (iOS, Android, Windows, MAC…); navegador (Internet Explorer, Chrome, Firefox…); disponibilidade de softwares (Word, Excel…); e tamanhos de écran (resolução). No caso de plataformas que funcionam em linha, o educador ainda pode verificar se também existe possibilidade de uso off-line, se a ligação da escola não for suficiente. Também é importante verificar as garantias de segurança e políticas de privacidade relativas aos dados dos utilizadores e se elas não violam os dados e a privacidade dos alunos.

8) Possui funcionalidades para inclusão e acessibilidade?

Aqui o professor deve verificar se o recurso possui funcionalidades que respondem ao uso de alunos com deficiência. As necessidades podem variar, mas pode-se destacar características como: interfaces simples, fáceis de usar, com possibilidade de adaptar o tamanho das fontes, cores de letras e fundo de tela, legendas ou áudio opcional de todo o conteúdo, incluindo descrição de imagens, além de guia de uso para alunos.

9) Procure referência e partilhe

O professor deve procurar referências sobre a reputação do autor, da instituição ou empresa que fornece o recurso, pois elas podem funcionar como um indicador importante de qualidade. Caso não haja referências, será necessário procurar outros recursos do mesmo autor, instituição ou empresa. Ele pode conversar com outros professores que já utilizaram – isso ajuda a entender os principais pontos fortes e fracos do recurso e do fornecedor.

Adaptado do português do Brasil.

 

 

Guia Europeu para as Escolas: mantenha-se ligado à escola

Setembro 12, 2017 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://dge.mec.pt/noticias/guia-europeu-para-escolas-mantenha-se-ligado-escola

A Escola promovendo hábitos alimentares saudáveis

Setembro 10, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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descarregar o manual no link:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/horta.pdf

Coleção “A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar” | e-Books

Setembro 5, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Texto do blogue http://blogue.rbe.mec.pt/ de 21 de agosto de 2017.

Fonte

Esta coleção, produzida pelo Ministério da Educação do Brasil, tem a finalidade de contribuir para a formação dos professores, bem como promover o debate relacionado com a escola inclusiva.

Pode fazer o download gratuito de cada fascículo clicando no título abaixo:

Também pode descarregar os documentos no link:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17009

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