9 dicas para os professores escolherem recursos educacionais digitais

Setembro 15, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto da http://blogue.rbe.mec.pt/ de 29 de agosto de 2017.

in Porvir

A tecnologia permite o acesso a uma infinidade de recursos que podem ser usados no processo de ensino e aprendizagem. Para isso é preciso que os professores tenham a competência para selecionar os conteúdos e ferramentas mais relevantes para os seus alunos. Eles devem estar alinhados com os objetivos de aprendizagem previstos no currículo, ter consistência e fidedignidade, além de serem simples e intuitivos.

Levando em conta estes parâmetros, elencam-se 9 fatores que devem ser levados em conta ao longo do processo de seleção:

1) O conteúdo possui alinhamento com o currículo?

Aqui o professor precisa definir previamente o conteúdo pedagógico para o qual necessita dos recursos e delimitar os objetivos de aprendizagem que deseja alcançar. Feito isso, ele deve analisar se o recurso responde claramente aos objetivos, se está adequado ao público-alvo, se é relevante, preciso e confiável. Por fim, é preciso verificar se as atividades fazem sentido para os objetivos traçados.

2) O conteúdo é de qualidade e adequado ao propósito?

Para responder a essa questão, o professor deve verificar se o conteúdo é central e relevante dentro da experiência de aprendizagem. Objetos como imagens, áudio e vídeos devem ser adequados ao público e ao contexto de uso. Eles também devem ser de qualidade gráfica e sonora que permitam fácil entendimento nas diferentes plataformas. O documento do CIEB alerta, ainda, que devem ser evitados recursos com conteúdos com parcialidade política, religiosa ou étnica, preconceitos, material ofensivo ou omissões.

3) Possibilita métodos pedagógicos inovadores, promovendo engajamento e facilitando a aprendizagem?

Um dos benefícios dos conteúdos digitais é a grande variedade de tipos (texto, áudio, vídeo, imagens, páginas de internet interativas, aplicativos e jogos), que oferecem múltiplas oportunidades de escolha para aprender. O professor é quem deve planear a melhor forma de aproveitar essa diversidade, baseado no perfil dos alunos. Isso pode acontecer por meio de métodos como ensino híbrido, sala de aula invertida, ensino adaptativo, aprendizagem através de desafios, projetos, aprendizagem personalizada, dentre outros. Na seção glossário, do Porvir, encontra a definição de cada uma dessas estratégias.

4) Possui formas efetivas de avaliar a aprendizagem?

Um recurso educacional deve mostrar se o aluno conseguiu ou não alcançar os objetivos de aprendizagem propostos. Isso pode ser feito através de pequenas atividades incorporadas em diferentes etapas, de uma avaliação informal no final, de uma autoavaliação ou através de atividades em pares e em grupos. Também é possível fazer uma avaliação formal, que mede o nível de desenvolvimento alcançado pelo aluno durante e/ou após o uso do recurso em comparação ao seu conhecimento prévio.

5) É fácil de usar?

Um bom recurso não deve necessitar manuais ou orientações para ser usado. Além disso, o tempo que os alunos precisam se dedicar para entender como ele funciona não pode ser maior do que aquele requerido para aprender o conteúdo pedagógico. Um recurso com boa usabilidade tem imagens e ícones que seguem convenções. Ele deve funcionar de maneira consistente em diferentes dispositivos e ter design agradável.

6) Funciona com os sistemas disponíveis na sua rede/escola?

É indispensável que o professor conheça os sistemas da sua rede ou escola, principalmente o Ambiente Virtual de Aprendizagem (caso exista), porque tanto o uso do recurso quanto o acesso aos resultados das atividades depende dessa integração.

7) A infraestrutura disponível na sua rede/escola é suficiente para o uso do recurso?

É importante que o professor conheça as tecnologias presentes na sua rede/escola, saiba quais são as mais usadas pelos alunos e verifique se os requisitos mínimos do recurso, ou tecnologias suportadas por ele, têm resposta. Entre outros fatores, deve ter em conta o seguintea: o tipo de dispositivo (computador, tablet ou smartphone); velocidade da ligação com a internet da escola e dos alunos; sistema operativo (iOS, Android, Windows, MAC…); navegador (Internet Explorer, Chrome, Firefox…); disponibilidade de softwares (Word, Excel…); e tamanhos de écran (resolução). No caso de plataformas que funcionam em linha, o educador ainda pode verificar se também existe possibilidade de uso off-line, se a ligação da escola não for suficiente. Também é importante verificar as garantias de segurança e políticas de privacidade relativas aos dados dos utilizadores e se elas não violam os dados e a privacidade dos alunos.

8) Possui funcionalidades para inclusão e acessibilidade?

Aqui o professor deve verificar se o recurso possui funcionalidades que respondem ao uso de alunos com deficiência. As necessidades podem variar, mas pode-se destacar características como: interfaces simples, fáceis de usar, com possibilidade de adaptar o tamanho das fontes, cores de letras e fundo de tela, legendas ou áudio opcional de todo o conteúdo, incluindo descrição de imagens, além de guia de uso para alunos.

9) Procure referência e partilhe

O professor deve procurar referências sobre a reputação do autor, da instituição ou empresa que fornece o recurso, pois elas podem funcionar como um indicador importante de qualidade. Caso não haja referências, será necessário procurar outros recursos do mesmo autor, instituição ou empresa. Ele pode conversar com outros professores que já utilizaram – isso ajuda a entender os principais pontos fortes e fracos do recurso e do fornecedor.

Adaptado do português do Brasil.

 

 

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Guia Europeu para as Escolas: mantenha-se ligado à escola

Setembro 12, 2017 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://dge.mec.pt/noticias/guia-europeu-para-escolas-mantenha-se-ligado-escola

A Escola promovendo hábitos alimentares saudáveis

Setembro 10, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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descarregar o manual no link:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/horta.pdf

Coleção “A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar” | e-Books

Setembro 5, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Texto do blogue http://blogue.rbe.mec.pt/ de 21 de agosto de 2017.

Fonte

Esta coleção, produzida pelo Ministério da Educação do Brasil, tem a finalidade de contribuir para a formação dos professores, bem como promover o debate relacionado com a escola inclusiva.

Pode fazer o download gratuito de cada fascículo clicando no título abaixo:

Também pode descarregar os documentos no link:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17009

Cuáles son las apps imprescindibles para profesores y docentes?

Agosto 25, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.educaciontrespuntocero.com/

por Pablo Espeso

Por aquí ya hemos hablado en alguna ocasión de los recursos imprescindibles para un profesor: páginas web, plataformas o sitios en los que encontrar ideas, actividades y, en general, todo tipo de materiales para usar en clase. También tenemos ideas para asignaturas más específicas, pero no nos habíamos parado a pensar en todos aquellos docentes que, día a día, utilizan su smartphone o tablet en el aula. ¿Cuáles son las apps imprescindibles para cualquier profesor?

La realidad es que una buena parte de la vida en el aula puede realizarse exclusivamente con un teléfono móvil, o con una tableta. A través de un dispositivo como estos pueden gestionarse notas y asistencia o comunicarse con las familias, realizar presentaciones, trabajos o tomar notas, crear tu propio contenido exclusivo para tus alumnos o incluso evaluar a través de herramientas de gamificación. A continuación encontrarás una selección de apps que hacen más llevadera la vida del docente: son las apps imprescindibles para profesores.

Un LMS

A medida que las TIC han ido adentrándose en las aulas, cada vez son más las plataformas de aprendizaje adecuadas a este nuevo contexto. Se les llama LMS, Learning Management System, y permiten que los alumnos puedan visualizar contenido volcado por un profesor en un portal web. De este modo podrán acceder a todo tipo de recursos alrededor de una asignatura, materia o lección.

Ejemplos hay muchos pero siempre es recomendable seguir algunas pautas para elegir el más adecuado a nuestro entorno: Edmodo, Google Classroom, Moodle… son solo algunos de los más reconocidos, y prácticamente todos tienen apps para poder gestionar la información desde otros dispositivos. Además, también muchos de ellos permiten la comunicación con las familias, una característica cada vez más deseada en la era digital.

Almacenamiento en la nube

Cada vez son más frecuentes los sistemas de almacenamiento en la nube que nos permite compartir cualquier tipo de archivo, entre diferentes dispositivos, así como por supuesto categorizar y organizar información, ya sea para un uso personal o incluso para enviársela a nuestros alumnos.

De nuevo, plataformas de almacenamiento en la nube hay muchas, decenas de diferentes servicios que podemos adecuar a nuestros intereses. Algunos más conocidos como Dropbox o OneDrive, y otros más minoritarios pero que merece la pena estudiemos para poder incorporarlos a nuestro día a día como docentes.

Apps de ofimática

Lo que antaño era exclusivo de ordenadores ahora ha abierto un nuevo mundo de posibilidades a través de smartphones y tablets. Existen innumerables apps de ofimática con las que, además de abrir y visualizar ficheros que nos envíen, también podemos editar y personalizar los nuestros propios. Edición de textos, hojas de cálculo, bases de datos…

En esto siempre ha existido una suite de cabecera: Microsoft Office que en esta nueva etapa está dominando el mercado de la ofimática con Office 365, compuesta por los programas que conocemos de siempre (Word, Excel, PowerPoint) junto con algunos añadidos como OneNote u Outlook para el correo electrónico. Todo en formato de app o accesible a través de un navegador o del software más tradicional.

Junto a Office 365 han ido apareciendo unas cuantas alternativas que merece la pena plantear: Google Drive, Apple iCloud o varias decenas de diferentes alternativas que podemos encontrar en las respectivas tiendas de apps.

Para las presentaciones

Tener un proyector o una pizarra digital en clase es algo cada vez más habitual, y una de las cosas que podemos hacer para aprovechar al máximo estas tecnologías es utilizarlas para mostrar contenido: presentaciones, por ejemplo, en formato digital.

Si te interesa crear tus propias presentaciones para morstrarlas en el aula, entonces necesitarás una app que te permita crearlas directamente desde el tablet o el smartphone: al igual que sucede con las suites de ofimatica, también existen multitud de apps con las que crear presentaciones para clase. Por ejemplo el conocido PowerPoint, pero también alternativas más visuales como Prezi, que tiene algunos resultados increíbles.

Estas apps en ocasiones te permiten elaborar desde cero la presentación, y otras veces solo mostrarla y proyectarla. Puede que lo tengas que hacer a través de un cable o, más cómodo, de forma inalámbrica. Sea como fuere, al docente del siglo XXI le ayudará saber que todo esto puede hacerlo desde el dispositivo de su bolsillo.

Para tomar notas

No solo nuestros alumnos deben tomar notas en él aula. Para los docentes surgen numerosas oportunidades a lo largo del día en las que una libreta vendría de maravilla para tomar apuntes, recoger información (por ejemplo, de una prueba de evaluación, de un debate…). Por supuesto, también hay apps para ello.

Ejemplos hay muchos. OneNote, de Microsoft, cumple con esta misión: tomar notas, compartirla e incluso editarlas de forma colaborativa entre varios profesores o alumnos. Y no se ciñe exclusivamente a notas de texto: también reseñas imágenes o vídeos, enlaces a páginas web o incluso dibujos hechos a mano, o con un lápiz digital.

Otra de las opciones más representativas en lo que a apps para tomar notas se refiere es Evernote, aunque como decimos hay muchas más de donde elegir.

Apps de diseño

Otra grata posibilidad que los nuevos dispositivos móviles han traído a cualquier usuario son aquellas que permiten dar rienda suelta a nuestra parte más creativa: diseñar, editar imágenes, crear infografías… en definitiva, crear imágenes digitales.

De nuevo las posibilidades se cuentan por decenas e incluso podemos subdividirlas en diferentes categorías: para dibujar, para crear infografías o para editar vídeo. Aquí hay que hacer un importante estudio previo para pensar qué es exactamente lo que quiere el docente, y con ello buscar aquella app que mejor se adecue a sus intereses.

Juegos y concursos

La gamificación tiene su espacio en clase, y además de divertir al docente también le sirve para evaluar. Aplicaciones como Kahoot o Trivinet permiten plantear un ‘concurso’ y que los alumnos se unan a participar. Son solo dos de los muchos ejemplos de plataformas para evaluar a nuestros estudiantes, la mayoría de ellas desde nuestro teléfono móvil.

El profesor es el encargado de crear el juego de preguntas y respuestas, ya sea a través de un dispositivo móvil o desde el ordenador; una vez lo tenga, puede enviárselo a sus alumnos para que estos participen. La muchas de estas plataformas tienen la respectiva app que podemos descargar e instalar para acceder directamente a todo el contenido, y junto con todas las demás herramientas permiten redondear este ‘pack’ de apps imprescindibles para docentes.

 

 

 

O uso educativo dos videojogos

Agosto 22, 2017 às 7:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Descarregar o documento no link:

https://universoabierto.org/2017/07/18/el-uso-educativo-de-los-videojuegos/amp/

De que adiantam os manuais digitais se as escolas não investirem em tecnologia?

Agosto 22, 2017 às 6:00 am | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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Texto do http://www.noticiasmagazine.pt/ de 2 de agosto de 2017.

Professores e escolas consideram positivo o recurso a manuais escolares digitais, mas alertam que é necessário dotar as escolas com as ferramentas necessárias, uma vez que o equipamento tecnológico existente está obsoleto.

Texto de Lusa | Fotografia de Shutterstock

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou na terça-feira um diploma da autoria do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), que visa fomentar a desmaterialização dos manuais escolares, abandonando progressivamente os materiais em papel.

«Esta medida é muito bem-vinda» e «será muito bem acolhida pelas escolas», a questão «é como se vai implementar este processo», disse à agência Lusa a presidente da Associação Nacional de Professores, Paula Carqueja, que observa que «há muito equipamento tecnológico nas escolas, mas que está obsoleto».

Esta posição é partilhada pelo presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, que também considera a «medida positiva», mas defende que «é preciso haver um investimento nas novas tecnologias».

«Já há manuais digitais desde 2013, mas o que não há nas escolas é computadores e tablets suficientes para serem usados» pelos alunos, disse Filinto Lima à Lusa. Além de serem poucos, «os computadores das escolas públicas estão obsoletos», adiantou, defendendo que, antes de «a medida ser universalizada» é preciso dotar as escolas com estas ferramentas.

Para Filinto Lima, devia ser criado um «programa tecnológico de educação» semelhante ao que existiu há «alguns anos» e «dotou as escolas de bons computadores». «Não podemos começar a construir a casa pelo telhado, tem de ser pelos alicerces, que é dotar as escolas de material para que possam ter acesso posteriormente aos manuais digitais», disse Filinto Lima, sublinhando que, «sem isso, não vale a pena dar esse passo, que é um passo de futuro».

Paula Carqueja alertou também para o facto de o acesso à internet não ser uniforme em todo o país, afirmando que há regiões do interior que nem têm rede. «Quando falamos da desmaterialização e da utilização dos materiais digitais é preciso atender que há locais onde a internet é um bocadinho escassa e a ligação também», advertiu.

Outras questões apontadas por Paula Carqueja prendem-se com «quem vai equipar as escolas», que ferramentas serão utilizadas (‘tablet’, ‘ipad’ ou computador) e como.

Deve ser a escola a emprestar o meio eletrónico, que «a criança só utilizará na sala de aula», defendeu a presidente da Associação Nacional de Professores, advertindo que este encargo não pode ser pedido aos pais.

Para Filinto Lima, a aposta na tecnologia tem de ser feita pelo Estado e deve ser considerada uma prioridade, para que a escola possa acompanhar a evolução da sociedade. Se todos os setores «já estão a trabalhar com novas tecnologias, a escola não pode ficar para trás», defendeu.

Para Paula Carqueja, a medida exige também uma formação contínua dos professores para que possam acompanhar a permanente atualização dos meios tecnológicos.

Outros pontos positivos apontados por Paula Carqueja e Filinto Lima são a diminuição dos gastos das famílias com os manuais escolares e as melhorias para a saúde das crianças, ao aliviar o peso que transportam nas mochilas.

«O avanço para o digital é importante, tendo em conta o peso das mochilas, porque iria diminuir drasticamente os quilos de livros que levam para a escola», sublinhou Filinto Lima.

O diploma, que foi aprovado por maioria a 07 de julho, apenas com abstenção do CDS-PP, assenta em três pontos: poupança de recursos naturais, facilitar a gratuitidade dos manuais a todo o ensino básico e secundário e aliviar os estudantes dos pesos que transportam diariamente para a escola.

 

 

 

Vamos descobrir Lisboa e a sua história! App para Android “Roteiro dos Descobrimentos”

Agosto 8, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto do http://www.ie.ulisboa.pt/

Vamos descobrir Lisboa e a sua história! Já conheces a novíssima App para androide “Roteiro dos Descobrimentos”?

É uma criação do IEULisboa, em parceria com a FCULisboa, dedicada à exploração da cidade de Lisboa com base na temática dos Descobrimentos Portugueses.

São 8 itinerários possíveis, que decorrem em diferentes locais, monumentos e museus da cidade (Museu do Oriente, Aquário Vasco da Gama, Planetário Calouste Gulbenkian) e que abordam questões relacionadas com a cidade no período dos Descobrimentos, o encontro de culturas, a navegação pelas estrelas e a biodiversidade dos oceanos.

Esta App, quepode ser descarregada de forma gratuita através da Google Play store, é direcionada a crianças do 1º e do 2º ciclo e pode ser explorada em contexto escolar ou familiar.

App para androide “Roteiro dos Descobrimentos”

 

15 filmes para se apaixonar pela matemática

Julho 24, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.eligeeducar.cl/ de 4 abril de 2017.

15 películas para enamorarse por completo de las matemáticas

Personajes, profesores, genios que cambiaron la historia a través de los números. De eso tratan estas películas que no sólo cautivarán a los profesores de matemáticas, sino también a todos aquellos que aún intentan descubrir la belleza detrás de esta ciencia que muchos enseñan.

Escrito por: Camila Londoño

Grandes películas han contado las historias de grandes matemáticos, algunos conocidos como Alan Turing y John Nash, otros no tanto (aunque deberían serlo) como Katherine Johnson. Todos ellos en pequeña y gran escala cambiaron el curso de la historia a través de los números y son una gran inspiración no sólo para quienes aman las matemática, sino también para aquellos, como los jóvenes, que aún están buscando la forma de encantarse con los números. Estas películas no sólo fascinarán a profesoras y fanáticos de las matemáticas, también pueden convertirse en una herramienta perfecta para encantar a un grupo de estudiantes con esta ciencia formal, pues evidencian la importancia de la disciplina en la vida cotidiana de las personas y le dan relevancia a los números como una herramienta fundamental para transformar el mundo. Los personajes de estas historias lo hicieron, cambiaron el mundo a través de su habilidad matemática y esto le da fuerza y valor a la enseñanza de esta asignatura fundamental para el desarrollo de los estudiantes.

  1. El hombre que conocía el infinito

Srinivasa Ramanujan es un matemático indio que logra entrar a la Universidad de Cambridge gracias a sus importantes contribuciones previas. Algunas dificultades surgen y le impiden a este genio continuar su labor.

  1. The Imitation Game (Descifrando Enigma)

Historia basada en la vida del genio matemático Alan Turing y sus trabajos en la Segunda Guerra Mundial. Él y su equipo lograron descifrar la máquina Enigma, utilizada por el ejército nazi para enviar mensajes cifrados entre los diferentes frentes.

  1. Lecciones inolvidables

Sobre la historia de Jaime Escalante, un profesor de matemáticas de un instituto para jóvenes desamparados en Los Ángeles, a quienes enseña a amar las matemáticas y a ver la vida de otro modo.

  1. El pequeño Tate

Fred Tate es un niño de siete año virtuoso de las matemáticas que se siente incomprendido por el mundo que le rodea. Un día su madre decide internarlo en un centro para jóvenes superdotados.

  1. Pi, el orden del caos

Un thriller psicológico con dosis de intriga, ciencia ficción y drama que cuenta la historia de un matemático que está trabajando en el sistema numérico que gestiona y rige el mercado bursátil. Un clásico imperdible.

  1. La soledad de los números primos

Una adaptación de la maravillosa obra literaria de Paolo Giordano “La soledad de los números primos”. Las matemáticas son el eje de esta historia que se basa en la vida de dos personajes que se asemejan a dos números primos gemelos: aquellos próximos entre sí separados por un número par.

  1. Una mente brillante

Ganadora de numerosos premios, relata la vida del Premio Nobel, economista y matemático John Forbes Nash. Un clásico imperdible de las “películas matemáticas”.

  1. La pizarra

Un grupo de profesores viaja a través del Kurdistán iraní en busca de alumnos a los que puedan enseñar a leer y escribir. Las matemáticas también aparecen en esta película que denuncia la opinión de que para algunas personas la educación no constituye un valor.

  1. El indomable Will Hunting

Will Hunting es un joven de los suburbios de Boston con una capacidad y un talento innato para las matemáticas. Will es rebelde y enfrenta muchos problemas emocionales que un profesor y terapeuta llamado Sean McGuire (Robin Williams) le ayudará a enfrentar, resaltando siempre su gran talento para los números.

  1. La prueba

Una película en la que las matemáticas y las relaciones personales de sus protagonistas se entremezclan. Sobre una estudiante de Matemáticas atrapada entre un futuro –algo incierto- y un pasado ligado a la figura de su padre un eminente matemático que antes de fallecer descubrió un importante cálculo con número primos.

  1. La fórmula preferida del profesor

Números primos, raíces factoriales, números amigos, Pi… todos presentes en la historia de una madre soltera que empieza a trabajar en la casa de un profesor de matemáticas que, a consecuencia de un accidente de tráfico, tiene limitada su memoria a 80 minutos. Pronto surgirá una bonita amistad entre este profesor y el hijo de su empleada.

  1. Black Jack

Trata las matemáticas a través de un grupo de estudiantes y su profesor en la Universidad MIT, un virtuoso de la estadística que ha desarrollado un sistema que le permite a él y ellos ganar en los casinos grandes sumas de dinero jugando al Black Jack.

  1. El número 23

Cuenta la historia de Walter Sparrow quien recibe como regalo de cumpleaños un libro que casualmente refleja parte de su vida y que acabará por convertirse en su obsesión, una obsesión que le llevará a descubrir el poder que se esconde tras el número 23.

  1. Moneyball

Sobre un método matemático basado en la estadística que cambia los criterios a la hora de fichar jugadores en equipos profesionales. Billy Beane, es el protagonista, un entrenador frustrado que pone en marcha el método Moneyball, ideado por un economista de Yale, en su modesto equipo de baseball. Basado en hechos reales.

  1. Figuras ocultas

La película, nominada a varios premios de la Academia, cuenta la historia de la matemática afroamericana Katherine Johnson y sus dos colegas, Dorothy Vaughan y Mary Jackson, quien, mientras trabaja en una división segregada de un centro de investigación, ayuda a la NASA en la Carrera Espacial. Utilizando sus cálculos, John Glenn se convirtió en el primer astronauta estadounidense en hacer una órbita completa de la Tierra. Basado en hechos reales.

Preparar os exames nacionais com o Ensina

Junho 22, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Recursos educativos, Site ou blogue recomendado, Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do blogue http://blogue.rbe.mec.pt/ de 20 de junho de 2017.

O Ensina oferece um conjunto de recursos que podem ajudar o estudante a compreender melhor a matéria. Biografias de autores, documentários históricos, infografias ou comentários de especialistas são uma mais-valia para quem se prepara para um dos momentos mais importantes do ano letivo.

No RTP Ensina encontra recursos para diversas disciplinas que podem ser úteis durante todo o ano e numa altura de exames ainda mais.

Não esquecer que para além de ser relevante conhecer as matérias é importante descansar e saber estudar para tirar o máximo rendimento desse trabalho… Depois é aproveitar os recursos que estão disponíveis, entre outras, nas seguintes disciplinas:

História

Português

Geografia

Ciência

Artes

Filosofia

Texto replicado da fonte com pequenas alterações.

 

 

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