Dia Europeu para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual “Empoderar as Crianças para Acabar com a Violência Sexual” 18 de novembro

Novembro 18, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Mais informação no link:

https://www.cnpdpcj.gov.pt/cnpdpcj/eventos-e-iniciativas/dia-europeu.aspx

Picos e Avelã: à Descoberta da Floresta do Tesouro – Teatro para Crianças – 18 novembro no Liceu Camões em Lisboa

Novembro 13, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Texto do Facebook da CNPDPCJ

A 18 de novembro, volta a assinalar-se o Dia Europeu da Proteção das Crianças contra a Exploração e o Abuso Sexual, criado em 2015, por decisão do Conselho de Ministros do Conselho da Europa.

Nesse dia, a Comissão Nacional, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, estará no Auditório do Liceu Camões, em Lisboa, com a peça “Pico e Avelã: à Descoberta da Floresta do Tesouro”, adapatada do livro com o mesmo título.

“Empoderar as Crianças para Acabar com a Violência Sexual” é o tema central da edição deste ano.

No sentido de apoiar as inicaiativas que evoquem este dia,a nível local, regional e nacional, e porque o empoderamento das pessoas é indissociável da sua participação, a Comissão Nacional de Promoção de Direitos e Proteção das Crianças e Jovens disponibiliza um kit de material de apoio às CPCJ para facilitação de iniciativas que privilegiem a dimensão da participação em articulação com o empoderamento, preparado a partir de materiais do Conselho da Europa, acessíveis em https://www.coe.int/en/web/children/2019-edition.

Seminário “Abuso Sexual de crianças e jovens – sinais de alerta, formas de prevenção e intervenção” 18 novembro em Penalva do Castelo

Novembro 2, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Mais informações no link:

https://www.cm-penalvadocastelo.pt/agenda-cultural/item/1771-seminario-abuso-sexual-de-criancas-e-jovens-sinais-de-alerta-formas-de-prevencao-e-intervencao

1º Encontro da CPCJ de Sousel – Abuso Sexual da Criança : Perspetiva da Vítima e do Agressor – 18 janeiro

Janeiro 14, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Mas informações:

http://www.cm-sousel.pt/pt/

 

Teatro infantil “Picos e Avelã à descoberta da Floresta do Tesouro”, para crianças 3 e os 8 anos. 19 de novembro, no Centro de Congressos de Aveiro

Novembro 17, 2018 às 7:45 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

 

A CPCJ de Aveiro vai levar à cena, em parceria com o Centro Social Paroquial da Vera Cruz, a peça “Picos e Avelã à descoberta da Floresta do Tesouro”, no dia 19 de novembro, pelas 10:30 horas, no Centro de Congressos de Aveiro.

Esta iniciativa destina-se a crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 8 anos.

O evento conta com a presença da Presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, Dra. Rosário Farmhouse.

Inscrições através do email: cpcjaveiro@cm-aveiro.pt

Como evitar que um pedófilo se transforme num abusador?

Outubro 5, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do Público de 15 de setembro de 2018.

Director do Instituto de Sexologia da Charité – Universidade de Medicina de Berlim esteve na Faculdade de Medicina do Porto a explicar como é que a Alemanha está a fazer prevenção de abuso sexual.

Ana Cristina Pereira

A pergunta foi lançada por Klaus M. Beier, director do Instituto de Sexologia da  Charité – Universidade de Medicina de Berlim, no auditório da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto: como prevenir o abuso sexual de crianças? E a resposta saiu-lhe clara. “Ajudando os pedófilos a controlarem os seus impulsos.”

Desenvolveu um projecto pioneiro na Alemanha, que apresentou na 13.ª edição do Young European Scientis Meeting, a conferência internacional organizada por alunos daquela faculdade. E diz-se disposto a treinar quem desejar seguir-lhe as pisadas. “Gostava que houvesse em Lisboa ou Porto um grupo de terapeutas que se disponibilizassem para avançar com um serviço destes”, afiança.

O abuso sexual pode provocar nas vítimas stress pós-traumático. Os efeitos de longa duração afectam o sistema imunitário, abrindo caminho a outras doenças. E isto leva Beier a questionar por que se investe tão pouco em prevenção primária.

O projecto foi lançado em 2005, com uma campanha que incluiu cartazes e spots. A mensagem era mais ou menos esta: “Tu não és culpado por ter este desejo sexual, mas és responsável pelo teu comportamento sexual. Há ajuda! Não te tornes num agressor.”

A pedofilia, classificada pela Organização Mundial de Saúde como uma doença, “não é uma escolha, é um destino”, enfatiza Beier. “Manifesta-se durante a puberdade e mantém-se estável ao longo da vida. Não tem cura. Uma pessoa pode, porém, aprender a controlar os seus ímpetos, evitar passar à prática.”

Importa não confundir pedófilos com agressores sexuais de crianças. Cerca de 60% dos agressores sexuais identificados usam crianças como substituto. Têm, por exemplo, uma debilidade mental, um distúrbio de personalidade anti-social ou uma atmosfera familiar traumatizante. “Eles gostariam de ter sexo com uma mulher; recorrem a uma menina, porque é mais fácil”, diz. Cerca de 40% sofrem de pedofilia (atracção por crianças pré-púberes) ou hebefilia (atracção por púberes ou recém-púberes). E esses, pelo nível de sofrimento que experienciam, estarão mais abertos a procurar ajuda.

“A sociedade tem de parar de demonizar a pedofilia”, considera o especialista. Só se conseguirá tratar estas pessoas a título preventivo se houver um serviço especializado e se esse serviço for capaz de estabelecer uma relação de confiança (o que implica não denunciar) e de empatia (compreender o sofrimento).

A mensagem que, em seu entender, importa interiorizar é: “Sabemos que isto faz parte da sexualidade humana, sabemos que essa é a orientação sexual de 1% da população, gostaríamos de integrar essas pessoas, não queremos que passem à prática, porque não queremos que façam mal às nossas crianças. Oferecemos-lhe tratamento. Quem abusar de crianças será castigado.”

Parece-lhe que os media têm responsabilidades. “No primeiro ano do programa, os jornalistas foram muito hostis”, recorda. “Perguntavam-nos: ‘O que estão a fazer aí? Estão loucos? Estas pessoas são criminosas. Têm de fazer queixa delas.’ Nós tivemos de os convencer de que esta é a maneira certa de proteger as crianças. E eles compreenderam. Começaram a usar termos mais neutros.”

A linguagem não é de somenos. “Se és um arquitecto ou um médico que sofre de pedofilia e lutas contra isso, não vais aceitar entrar num programa que diga que és um abusador de crianças”, exemplifica. “Tu vais pensar: eu tenho controlado o meu comportamento e tu estás a dizer que eu sou um abusador de crianças! Eu nunca abusei de uma criança! Eu não quero abusar de nenhuma criança!”

O programa para adultos existe em 11 cidades alemãs. Nos primeiros 12 anos, 8497 pediram ajuda e 1418 revelaram-se aptos para tratamento, que combina psicoterapia individual e de grupo com fármacos. Em 2014, arrancou um programa para adolescentes em Berlim. Até Junho deste ano, 114 pediram ajuda e 51 receberam luz verde.

Dois terços dos adultos que se sujeitaram a tratamento estão a conseguir controlar a sua pulsão sexual. Um terço admite ter voltado a ver pornografia infantil. Nos adolescentes, até agora não há registo de reincidência. Beier quer alargar a oferta a adolescentes de todo o país. Por terem uma idade mais próxima da das vítimas, “correm maior risco” de passar do desejo à prática.

O que pode fazer quem está longe? A equipa criou uma ferramenta de autoajuda para quem sente atracção por menores e não tem acesso a terapia e colocou-a online. Está em inglês e em alemão. No futuro, deverá existir noutras línguas, incluindo português. Já recebeu pedidos de ajuda de pedófilos de cerca de 60 países, nomeadamente de Portugal.

 

P.R.E.V.E.N.I.R. O abuso sexual de crianças e adolescentes

Setembro 17, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Texto de Rute Agulhas publicado no Observador de 7 abril de 2018.

As crianças devem aprender a distinguir as partes privadas e não privadas do seu corpo e identificar as situações em que essas partes privadas podem ser tocadas (como em contextos de higiene e saúde).

Abril é, desde o início deste século, assinalado em diversos países como o mês da prevenção dos maus tratos na infância e juventude. Uma forma simbólica de assinalar a importância da prevenção primária e de sensibilizar a comunidade, de uma forma geral, para o papel fundamental que desempenha na prevenção, detecção e sinalização de qualquer forma de mau trato.

Porque devemos privilegiar uma cultura preventiva, de natureza universal, atuando sobre os factores de risco associados aos maus tratos, minimizando-os, ao mesmo tempo que se potenciam factores protectores. Prevenir ao invés de apenas intervir ou reagir.

Mas como se faz esta prevenção? O que implica? Que papel pode desempenhar cada um de nós?

Vamos centrar-nos sobre o abuso sexual infantil, por ser a forma de mau trato que é menos abordada, quer na família, quer na escola, talvez por estar associada ao tema da sexualidade, que continua ainda a ser um tabu.
A sigla ajuda a sistematizar as principais ideias e regras básicas a reter.

P.R.E.V.E.N.I.R.

P (Privadas)
O corpo tem parte privadas (mamas e órgãos genitais) e não privadas. As crianças devem aprender a distinguir as partes privadas e não privadas do seu corpo e identificar as situações em que as suas partes privadas podem ser tocadas (por exemplo, em contextos de higiene ou de saúde).
Devem ainda aprender que o seu corpo lhes pertence. «O meu corpo é meu!» é algo que todas as crianças devem interiorizar.

R (Risco)
Existem situações de risco que as crianças devem aprender a identificar. Nem sempre são situações muito óbvias, na medida em quem os agressores sexuais (que podem ser de ambos os sexos, ter qualquer idade, profissão ou aparência) recorrem a estratégias de sedução e envolvimento, de forma gradual, bem como a comportamentos que podem ter um duplo significado. Por exemplo, mascarando comportamentos progressivamente mais sexualizados com brincadeiras de cócegas, massagens, ou mesmo cuidados de higiene. As crianças mais novas, em particular, têm maior dificuldade em identificar estas situações, sendo que nem sempre as percepcionam como abusivas.

E (Escutar)
O abuso sexual reveste-se de segredo e o processo de revelação é muitas vezes inibido por sentimentos de culpa, vergonha e medo. A criança sente medo de não ser acreditada ou medo de consequências negativas, para si ou para terceiros. Medo ainda de ser afastada da família ou de que algo mau possa acontecer ao abusador, tantas vezes uma pessoa especial e de quem a criança gosta, o que potencia conflitos de lealdade.
No entanto, muitas crianças fazem tentativas de revelação junto de adultos em quem confiam. Tentativas estas que nem sempre são explícitas, e que é preciso saber descodificar. «Não gosto dos beijos do tio»,ou «não quero mais ir para casa da avó»são alguns exemplos de tentativas de dizer algo. Algo que nem sempre é compreendido.
O adulto deve escutar activamente a criança, dar-lhe espaço para falar, mas também e, acima de tudo, estar atento a eventuais alterações de funcionamento que possam surgir (por exemplo, alterações de comportamento, emocionais, sociais).
Escutar a criança significa ouvir para além daquilo que é dito. Ver para além do que é observado. E manifestar disponibilidade emocional para ouvir, mostrar que se acredita na criança e desresponsabilizá-la pelo abuso.

V (Valorizar)
Valorizar as competências da criança, os seus recursos e potencialidades e ajudá-la a perceber que pode desenvolver competências para lidar com eventuais situações de risco.
Aprender a distinguir segredos bons e segredos maus. Segredos bons são segredos que nos fazem sentir bem e que, mais tarde ou mais cedo, acabam por ser revelados (por exemplo, uma prenda ou surpresa que se prepara para alguém). Pelo contrário, os segredos maus estão associados a emoções negativas, geram desconforto e mau estar. Os segredos bons podem ser guardados, mas os segredos maus devem sempre ser revelados.

E (Emoções)
Crianças mais novas, em idade pré-escolar, já conseguem distinguir emoções positivas e negativas, e associar estas últimas à necessidade em pedir ajuda. Emoções como a tristeza, a zanga, o medo, a vergonha e a culpa podem surgir relacionadas com toques ou conversas sobre as partes privadas ou, ainda, com segredos maus. Qualquer situação que seja geradora de emoções negativas deve ser revelada a um adulto de confiança.

N (Não)
A criança tem o direito de dizer «Sim» e dizer «Não». Dizer «Não» aos toques ou conversas sobre as partes privadas, aos segredos maus, a qualquer interacção que a faça sentir emoções negativas.
Dizer «Não» e pedir ajuda a um adulto de confiança. E se esse adulto não acreditar em si? Pedir ajuda a outro adulto. E assim sucessivamente, até que seja acreditada e protegida.
Não estamos a proteger as crianças quando lhes dizemos que devem obedecer sempre aos adultos. Pois nem sempre os adultos têm razão.

I (Internet)
O uso do Internet faz parte da vida diária da maioria das crianças e adolescentes, com recurso aos telemóveis e outros dispositivos. Em muitas situações, esta ligação à Internet tem claros benefícios, permitindo aprender e estudar, socializar e jogar com os amigos, partilhar fotos e vídeos, ou conversar em salas de chat. Mas também existem riscos associados ao uso da Internet, que podem envolver interacções de natureza sexual. Podem ser expostos a imagens de natureza sexual, receber mensagens sexuais, ser vítimas de chantagem, exploração ou abusos sexuais.
Os pais e cuidadores desempenham um papel fundamental no sentido de promover boas práticas do uso da Internet, estando atentos e conversando abertamente sobre estes riscos, no sentido de promover uma navegação segura. A utilização de controlos e filtros parentais também ajuda na protecção das crianças online.
Novos termos reflectem novas práticas que os pais têm de conhecer, para poder identificar e sinalizar às entidades competentes.
«Sextortion»- exploração de crianças online, em que o agressor chantageia, ameaçando publicar imagens sexuais desta em troca de favores sexuais, dinheiro ou outros benefícios.
«Sexting»- enviar e receber imagens sexualmente explícitas.
«Sex-Chatting»- chat de natureza sexual, em que existe troca de imagens e conteúdos sexuais entre crianças e adultos. Muitas vezes é nestes chats que se inicia o processo de aliciamento gradual da criança (o chamado «grooming»), com vista ao envolvimento em pornografia infantil ou coerção sexual.
As crianças devem aprender a usar a Internet em segurança. Não revelar dados pessoais, não marcar encontros com pessoas que apenas conhecem online. Não abrir mensagens ou ficheiros de pessoas que não conhecem e saber que devem sempre contar a um adulto de confiança qualquer situação que os faça sentir-se desconfortáveis.

R (Revelar)
Os toques ou conversas sobre as partes privadas, os segredos maus, ou qualquer outra situação que gere emoções negativas deve ser revelada a um adulto de confiança. As crianças devem ser ajudadas a identificar estes adultos, fazendo aquilo que alguns autores chamam do «círculo da confiança».Quem está dentro do círculo de confiança? Quem são as pessoas a quem posso pedir ajuda se precisar?
Dentro deste círculo devem estar várias pessoas, a quem a criança deve revelar qualquer situação potencialmente abusiva até que seja acreditada e protegida.

Em resumo, prevenir o abuso sexual não envolve falar de penetração, masturbação ou expor a criança a conteúdos sexualmente explícitos. Implica abordar temas como o corpo, os toques, os direitos, as emoções, os segredos e os riscos associados ao uso da Internet. Implica também aprender a identificar potenciais situações de risco e pedir ajuda.

A prevenção do abuso sexual é da responsabilidade de todos nós, enquanto comunidade. Exige uma abordagem sistémica e holística, envolvendo a criança, os pais, professores e técnicos de uma forma geral.
Exige ainda (talvez o mais difícil) que toda a comunidade passe a abordar este tema com a mesma naturalidade com que aborda a prevenção rodoviária ou realiza simulacros de sismos nas escolas. No fundo, dotar as crianças de competências para lidar com potenciais situações de risco.

Não podemos ignorar. Devemos P.R.E.V.E.N.I.R.

 

Workshop sobre Prevenção do Abuso Sexual Infantil, 12 junho em Cantanhede

Junho 6, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

mais informações:

https://www.facebook.com/APFamiliaCentro/

 

lançamento do livro “Picos e Avelã à Descoberta da Floresta do Tesouro!” 20 novembro no ISCTE

Novembro 19, 2017 às 4:50 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

mais informações:

https://www.facebook.com/events/117408832337906/

Picos e Avelã à Descoberta da Floresta do Tesouro!

Europol lança site para ajudar no combate ao abuso sexual de menores

Junho 27, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

mais informações no site.

https://www.europol.europa.eu/stopchildabuse

ver a reportagem da http://sicnoticias.sapo.pt/ de 13 de junho de 2017 no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2017-06-13-Europol-lanca-site-para-ajudar-no-combate-ao-abuso-sexual-de-menores

A Europol lançou um site em que pede ajuda para identificar situações de abuso sexual de menores. Na página são publicadas imagens de objetos que foram retiradas de fotografias de pornografia infantil e que podem ajudar a reconhecer locais, abusadores e até as crianças abusadas. A Europol acaba de acrescentar fotografias de 10 novos objetos e faz um apelo para que todos tentem ajudar, de forma a travar o abuso sexual de crianças.

 

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.