III Escola SOMOS – Chamada para participantes

Junho 14, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A data limite para inscrições é já no dia 25 de junho

mais informações:

http://www.programasomos.pt/iii-escola-somos

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Curso de Direitos Humanos de 20 de fevereiro a 6 de Março de 2017 – inscrições até 14 de fevereiro

Fevereiro 2, 2017 às 4:50 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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curso

mais informações:

Data: 15 de fevereiro a 2 de março de 2017

Duração: 36 horas

Horário pós-laboral: Segunda a sexta, das 18.30 às 21.30; sábado das 10.00 às 13.00

(pausa na segunda e terça-feira de Carnaval)

Local: AI Portugal, Rua dos Remolares, 7, 2º, 1200-370 Lisboa

O curso integra-se numa lógica de ação de educação em direitos humanos, orientado para a abordagem prática dos problemas das violações de direitos humanos e das ações de prevenção e combate desenvolvidas quer pelos Estados quer pela Sociedade Civil.

Inscrições: 7 de fevereiro de 2017  para Cláudia Pedra

claudiapedra.nsis@gmail.com

CURSO DE DIREITOS HUMANOS fev2017 [368 Kb]

 

http://www.nsis.org.pt/

 

REFERÊNCIAS – Manual para o combate contra o discurso de ódio online através da Educação para os Direitos Humanos

Janeiro 3, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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referecia

descarregar o manual nos links:

http://www.odionao.com.pt/media/5369/ReferenciasPT2016_BOOK.pdf

https://juventude.gov.pt/Eventos/Cidadania/Documents/ReferenciasPT2016_BOOK.pdf

Este manual foi pensado para apoiar o Movimento Contra o Discurso de ódio, a Campanha da Juventude do Conselho da Europa Contra o Discurso de Ódio online, e será útil para educadores e educadoras que trabalham com esta problemática, dentro ou fora do sistema de educação formal. O manual está pensado para ser usado com jovens entre os 13 e os 18 anos; no entanto, as atividades podem ser adaptadas para outras idades e outros perfis de aprendentes.

O manual Referências foi publicado pela primeira vez, em inglês, no início de 2014 e já foi traduzido para mais de 10 línguas. Nesta edição revista, o manual foi atualizado de forma a incluir informação mais recente sobre a Campanha de Juventude do Movimento Contra o Discurso de Ódio, bem como sobre o Guia dos Direitos Humanos para O s Utilizadores da internet do Conselho da Europa. Desta atualização também resultou a inclusão de três novas atividades educativas nesta edição.

A necessidade de iniciativas educativas sobre o ciberódio pode, parcialmente, ser identificada no aumento do número de abusos que se encontram na internet, muitos dos quais são feitos numa linguagem extrema e racista podendo ameaçar os valores fundamentais de uma sociedade democrática. No entanto, o ciberódio não é apenas um problema relacionado com o racismo e com a discriminação; é também um problema relacionado com a forma como as pessoas utilizam a internet. Esta questão torna-o um fenómeno novo, ainda não completamente reconhecido e compreendido. A ‘novidade’ do discurso de ódio implica que este é um problema com o qual o mundo não sabe ainda bem como lidar.

Muitas das tentativas de combate ao ciberódio que existem tendem a focar-se em mecanismos de controlo: apagar o ódio quando surge. A abordagem nestas páginas vê o discurso de ódio como um sintoma de um problema mais profundo. As atividades foram desenvolvidas para trabalhar as causas subjacentes do discurso de ódio, bem como para aprender a lidar com esse discurso, quando surge.

Apresentação pública do manual “Referências” – Manual para o combate contra o discurso de ódio online – 15 dezembro na FCG

Dezembro 13, 2016 às 2:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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referencias

 

Quantas tragédias poderiam ser evitadas pela educação de direitos humanos?

Agosto 6, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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artigo de opinião de Cláudia Pedra publicado no site http://www.ver.pt/

pedra

Para um activista de direitos humanos, o mundo não é um sítio fácil. Basta abrir os jornais, folhear uma revista ou ir ao Facebook ou Youtube para perceber as inúmeras situações gravíssimas. Os Estados incumprem diariamente os seus deveres. O dever de protecção, o dever de prevenção. Afinal na miríade de tragédias diárias, quantas poderiam ser evitadas por uso de investigação ou educação de direitos humanos? POR CLAUDIA PEDRA*

Quando se trabalha em direitos humanos, invariavelmente vem o argumento do idealismo. Que um mundo sem violações de direitos humanos é uma utopia, e que por isso não tem qualquer relevância tentar prevenir situações de violação de direitos humanos. Claro que este pensamento é perigoso. A negligência das boas pessoas levou a que muitos horrores do passado (e do presente) se materializassem.

A citação normalmente atribuída ao pastor luterano alemão Martin Niemöller, adaptando um poema de Valdimir Maiakovski, sobre o facto de não restar ninguém para o defender quando foi levado para os campos de concentração, mostra claramente os perigos da indiferença e da inoperância. Realmente se todos ficarmos passivos perante as violações de direitos humanos e deixarmos que estas se agravem e escalem perante o nosso olhar, muitas das situações atingirão uma gravidade que de outro modo não aconteceria.

Há dois instrumentos muito eficazes na luta contra as violações de direitos humanos – a investigação (numa perspectiva mais de curto e médio prazo) e a educação para os direitos humanos (no longo prazo).

Quanto à educação de direitos humanos (EDH), existem claramente sociedades em que este tipo de educação é considerada crucial e muito embora não sejam isentas de violações, a gravidade e frequência das mesmas é bastante menor. A EDH desde o pré-escolar ao ensino universitário – correctamente ministrada por professores capacitados para tal – pode ser um importante instrumento na criação de gerações de pessoas não discriminatórias, que compreendem a dignidade humana como um valor intrínseco, independentemente do género, da cor da pele, da religião, da idade, do estatuto social ou de outras características diferenciadoras. A EDH é o mais poderoso dos instrumentos de prevenção das violações de direitos humanos, uma vez que a discriminação é a base da violência que permite que a mutilação genital feminina seja considerada uma “festa” ou que os pigmeus sejam alvo de “caçadas” no Congo.

Quanto à investigação, o seu uso em termos preventivos é muitas vezes descurado. Podemos explicar isso com uma evidência. Todos os dias chegam relatos de centenas de vidas perdidas no mar Mediterrâneo; migrantes que não conseguiram terminar a travessia com sucesso. Fala-se de crise de refugiados e de uma “invasão” de pessoas, como se todo este fenómeno tivesse surgido sem aviso prévio e um dia milhares de pessoas decidissem fugir das suas terras sem razão aparente.

Para os investigadores, o fluxo de pessoas não só não surpreende como tem razões claramente identificadas. Os seres humanos migram por variadíssimas razões, sendo que podemos agrupá-las no que se chama habitualmente os Ds: democracia e direitos humanos, desenvolvimento e demografia. Sendo migração voluntária (emigração e imigração) ou forçada (pessoas contrabandeadas e traficadas, requerentes de asilo/ refugiados, deslocados internos, apátridas), as pessoas deslocam-se de modo a promover a sua segurança humana (ou a da sua família). Fogem da fome, da falta de emprego, das ditaduras, das guerras, da seca, do crime, da discriminação. Fogem da tortura nas prisões, das execuções extrajudiciais, dos desaparecimentos forçados, dos atentados à liberdade de expressão, dos assassinatos, da mutilação genital feminina, das mortes de honra, da perseguição por ser uma minoria étnica, dos atentados terroristas, etc., etc..

Estas situações de violações não são repentinas nem descontextualizadas. A investigação da evolução dos direitos humanos em certo país ou região mostra-nos padrões e escaladas da violência que terão resultados previsíveis. Quando um país tem 60% de jovens, o desemprego é plausível, se um país tem um ditador, os atentados à liberdade de expressão não tardarão, se o nosso país está literalmente a afundar por causa das alterações climáticas, pouco resta senão imigrar.

Em certos países, entre as violações de direitos humanos cometidas pelo Estado e pelos agentes não estatais, as pessoas estão literalmente entre a espada e a parede. Quando uma gravidez fora do casamento (mesmo que seja decorrente de violação sexual) dá direito a uma sentença de morte, e uma ida ao mercado acaba com um bombardeamento terrorista, e isto se torna recorrente e “normal”, muitos tomam a difícil decisão de partir. Mesmo que seja num barco frágil e com coletes salva-vidas que nem sequer flutuam.

Se pensarmos que existem inúmeros instrumentos internacionais que plasmam os direitos humanos e que os Estados têm o dever de proteger as pessoas e de prevenir que as violações ocorram, não se compreende como se pode negligenciar questões como a EDH e a investigação nessa prevenção. Atendendo a que muitos Estados incumprem nos seus deveres e os agentes não estatais assumem cada vez mais força, há que investir em pressão, campanhas, lobby e advocacy realizados por organizações e pessoas individuais, que poderão ajudar a proteger aqueles que já estão para além da prevenção.

Se regressarmos ao conceito de ser humano, esse ser com direitos inalienáveis, percebemos que descurar a prevenção (e posteriormente a protecção) é condenar milhões de pessoas a uma vida sem dignidade e sem direitos. E as notícias continuarão a estar povoadas de crianças sírias afogadas, de pessoas presas por escrever poemas ou de famílias que não conseguem comer diariamente. Com os instrumentos correctos, as notícias daqui a 20 anos poderão ser infinitamente diferentes e muito mais positivas.

 

1ª Escola SOMOS – 20-25 de Junho – SOMOS os Direitos que Temos

Junho 16, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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somos

mais informações:

http://lisboasolidaria.cm-lisboa.pt/101000/1/001535,062016/index.htm

Núcleo Famílias

Câmara Municipal de Lisboa

Departamento para os Direitos Sociais

Divisão para a Intervenção Social

Campo Grande, n.º 25 – 7º B | 1749-099 LISBOA

geral (+351) 217 988 000 | (+351) 217 989 498

(+351) 217 988 445 | (+351) 217 988 43

www.cm-lisboa.pt|nucleo.familias@cm-lisboa.pt

 

Download do material pedagógico do projeto “Respeitar é Preciso!” – Educação para os Direitos Humanos

Junho 8, 2016 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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escola

descarregar os materiais no link:

http://oincrivelze.com.br/2016/04/download-do-material-pedagogico-do-projeto-respeitar-e-preciso/

texto do site http://oincrivelze.com.br/

Com o objetivo de construir uma cultura de Educação em Direitos Humanos nas escolas da Rede Municipal de Ensino da cidade de São Paulo, o projeto “Respeitar é Preciso!” foi criado em 2014 pela parceria entre a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo, a Secretaria Municipal de Educação e  o Instituto de Vladimir Herzog.

 O material pedagógico é formado por cinco livros que debatem as principais violações de direitos humanos ocorridas no ambiente escolar. Os temas escolhidos foram: democracia na escola, respeito e humilhação, sujeitos de direito, igualdade e discriminação.

O programa se baseia na construção de uma cultura de educação em direitos humanos, que trata do ensino de valores, que são necessariamente aprendidos nas experiências de vida, nas relações que ocorrem em todas as instituições e espaços sociais: na família, nos grupos religiosos, por meio daquilo que é valorizado pela mídia etc.

 

COMPASS : Manual de Educação para os Direitos Humanos com jovens

Maio 18, 2016 às 9:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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compass

Descarregar o manual no link:

http://www.dinamo.pt/images/dinamo/publicacoes/compass_2016_pt.pdf

a versão original pode ser consultada no link:

http://www.coe.int/en/web/compass/home

Conselho da Europa

Secretário -Geral

Um dos maiores desafios do século XXI é garantir que os Direitos Humanos são para todos e para todas.

Responder a novos desafios aos Direitos Humanos é um desafio permanente do Conselho da Europa. No entanto, os Direitos Humanos não podem ser implementados exclusivamente através de processos legais. Os Direitos Humanos são verdadeiramente respeitados, protegidos e reconhecidos quando os compreendemos, nos erguemos na sua defesa e quando os aplicamos nas nossas ações.

Assim sendo, a Educação para os Direitos Humanos – aprender sobre, através e para os Direitos Humanos – é essencial para a prevenção das violações dos Direitos Humanos e para tornar a Democracia um sistema sustentável. Assim, a Educação para os Direitos Humanos é particularmente relevante para crianças e jovens e é, em si, um Direito Humano, consagrado no Artigo 26º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A Carta sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos, adotada pelo Conselho de Ministros em 2010, insta os Estados-Membros a fomentarem oportunidades de acesso à Educação para a Cidadania Democrática e à Educação para os Direitos Humanos a todas as pessoas no seu território, através da educação, incluindo a educação-não-formal. A Carta reconhece também o papel insubstituível das organizações não-governamentais e das associações juvenis neste processo.

O COMPASS foi publicado pela primeira vez em 2002, como apoio ao trabalho de facilitadoras e facilitadores na área da Educação para os Direitos Humanos com jovens. O COMPASS, disponível em mais de 30 línguas, trouxe a Educação para os Direitos Humanos para a vida de inúmeros e inúmeras jovens na Europa e noutras regiões do Mundo. A sua versão para crianças – “Compasito” – teve igualmente um enorme sucesso.

Crescer nos dias de hoje na Europa pode ser difícil e doloroso. Demasiados e demasiadas jovens olham para o futuro com apreensão e medo, em vez de olharem com confiança. O trabalho em Direitos Humanos do Conselho da Europa faculta, às políticas de juventude e ao youth work, um enquadramento ético e legislativo no âmbito do qual deverão ser considerados os direitos e as responsabilidades dos e das jovens. As práticas em Educação para os Direitos Humanos com jovens, desenvolvidas através do COMPASS são exemplos da capacitação dos e das jovens enquanto cidadãos e cidadãs e educadores e educadoras responsáveis, na defesa dos Direitos Humanos.

Acredito que esta nova edição do manual inspirará e motivará os educadores e as educadoras para os Direitos Humanos no seu importante trabalho.

Thorbjørn Jagland

Guia traz 60 brincadeiras para discutir direitos humanos com as crianças

Abril 1, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto do site https://catraquinha.catracalivre.com.br/ de 27 de janeiro de 2016.

catraqinha

Brincar é muito importante para o desenvolvimento da criança. Quando brinca, a criança está desenvolvendo uma série de habilidades e novas competências, usando sua imaginação e se relacionando com o mundo. Brincar em grupo também é importante: a criança aprende a dividir, lidar com a diferença e socializar.

Apostando nisso, a Equitas, uma ONG internacional sediada no Canadá, que oferece programas de transformação e educação em direitos humanos, desenvolveu o Play It Fair, um guia contendo 60 brincadeiras e atividades para desenvolver com crianças de 6-12 anos para discutir temas como direitos humanos, discriminação e resolução de conflitos.

25 desafios da infância e da adolescência no Brasil

O guia foi desenvolvido com o objetivo de trabalhar os valores primordiais da Declaração Universal dos Direitos Humanos, como cooperação, respeito, equidade, inclusão, respeito à diversidade, responsabilidade e aceitação, e vem sendo utilizado por educadores e profissionais de recreação infantil em acampamentos de férias e escolas infantis.

O material foi lançado em 2011, e até hoje as atividades já alcançaram mais de 500.000 crianças em todo o Canadá e outras em diversas partes do mundo. Embora esteja em inglês, o guia já foi traduzido para o árabe e utilizado por educadores no Oriente Médio e na Indonésia.

Baixe o material gratuito (em inglês) aqui .

play

 

 

 

 

Sessão pública de apresentação do Guia para Facilitadores/as Direitos Humanos e Cidadania – 29 janeiro em Oliveira do Bairro

Janeiro 28, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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guia

Guia para Facilitadores/as Direitos Humanos e Cidadania

« A EAPN Portugal e o Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro vão realizar uma sessão pública de apresentação do Guia para Facilitadores/as Direitos Humanos e Cidadania, no próximo dia 29 de janeiro de 2016, às 15h30, no Auditório da Escola Secundária de Oliveira do Bairro. A iniciativa é dirigida à comunidade em geral e à comunidade escolar em específico.

Este Guia tem os seguintes objetivos:
– sensibilizar as crianças e os jovens para as questões da cidadania e da igualdade, assim como os vários atores que com elas/es contactam no meio escolar, contribuindo desta forma para o desenvolvimento de uma sociedade mais inclusiva;
– contribuir para um conhecimento mais aprofundado sobre os direitos humanos e a cidadania, assim como para a formação de cidadãos/ãs mais responsáveis e participativo/as;
– promover a reflexão no meio escolar sobre as questões da igualdade, da cidadania e dos direitos humanos, relacionando-os com as situações de pobreza e exclusão social;
– sensibilizar para a importância do envolvimento de todos/as na luta por um mundo livre de exclusão e pobreza, partindo dos cidadãos/ãs mais jovens que têm nas mãos a grande missão de construírem um mundo melhor.

+ info:
Cristina Mamede
Técnica do Núcleo Distrital de Aveiro
aveiro@eapn.pt
EAPN Portugal/ Rede Europeia Anti-Pobreza
Estrada Nova do Canal, n.º 111, R/C Dto.
Vera Cruz
3800-236 Aveiro
Tel.: + 00351 234 426 702 Fax: + 00351 234 426 246
www.eapn.pt

http://www.eapn.pt/publicacoes_visualizar.php?ID=205

 

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