Radar XS telejornal para crianças dos 8 aos 12 anos

Novembro 25, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Vídeos:

http://www.rtp.pt/play/zigzag/p6232/radar-xs

Radar XS é um telejornal para crianças dos 8 aos 12 anos onde se pretende incentivar o pensamento crítico e a cidadania consciente. Em estúdio vamos juntar a política e a cultura, a economia e o desporto, a ciência e a literatura infantil, a actualidade nacional e internacional numa linguagem simples e objectiva. Todas as semanas, o Repórter XS sai à rua à procura de histórias, projectos, escolas, pessoas que inspirem mais mundo, exerçam a tolerância e desenvolvam a curiosidade. Queremos ouvir as crianças. Através das redes sociais dar voz às suas dúvidas, esclarecer questões, promover o diálogo e o debate, em casa, na escola, no estúdio, ou do instagram para o mundo.

Próximas emissões do programa:

https://www.rtp.pt/programa/tv/p37709

De Bruxelas até Moçambique: Susana não desiste de fazer das crianças “cidadãos activos”

Maio 28, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Rui Gaudêncio

Notícia e fotografia do Público de 12 de maio de 2019.

Ana Rita Moutinho

Fundada em 2005 por uma professora portuguesa, a AIDGLOBAL actua na área da educação e promove iniciativas em Moçambique e Portugal. A obtenção de fundos europeus “está cada vez mais difícil”, admite Susana Damasceno.

Como se promove a educação e um melhoramento dos níveis de literacia em territórios em que parece faltar tudo? A pergunta surge de forma natural e nunca deixa de ser pertinente. Susana Damasceno tenta dar-lhe resposta todos os dias desde 2005, ano em que fundou a AIDGLOBAL, uma organização não-governamental para o desenvolvimento (ONGD). Há 14 anos, a antiga professora do ensino básico decidiu integrar um grupo de cinco voluntários e partir rumo à província de Gaza, em Moçambique, para trabalhar num orfanato com cerca de 50 crianças.

Embora inquietante, a estadia de 22 dias em Moçambique não foi o primeiro contacto de Susana Damasceno com realidades díspares da sua. Afinal, quando era mais nova bastava-lhe sair de casa e rumar à escola, onde partilhava a sala de aula com crianças com poucos recursos, para se dar conta destas diferenças. Os colegas pertenciam a famílias “provenientes das antigas colónias”, nomeadamente Moçambique, habitavam “no bairro da Portela, com os esgotos a céu aberto”, e “ocupavam a Quinta do Mocho, que na altura “eram prédios sem janelas e portas”.

Foi, no entanto, a experiência como voluntária que a fez despertar para as “desigualdades profundas que nos separam logo à nascença”. Esta percepção, materializada na pergunta “O que é que eu vou fazer com a experiência que aqui tive?”, deu origem a uma cadeia de acção: constatação, inquietação, resposta. Nasceu, assim, a AIDGLOBAL, a 4 de Novembro de 2005.

Muito antes de ter conseguido o estatuto de ONGD, concedido pelo Governo português pela mão do Ministério dos Negócios Estrangeiros em 2006, a fundação já tinha o âmbito de actividade bem definido: a educação, através da promoção da mesma. É que Susana “sempre quis ser professora”. “E nada mais do que isso.” Na visão da própria, esta é a única via para que “todas as pessoas, mesmo as mais desprovidas de oportunidades, possam evoluir enquanto profissionais, seres humanos e cidadãos”.

No terreno, o sonho de Susana passa da teoria à prática através de programas de capacitação de professores, criação de bibliotecas — móveis, as bibliotchovas (uma junção de “biblioteca” com carrinhos de mão, ou tchovas) e fixas —, actividades de animação da leitura e promoção do uso do livro nas salas de aula. Mesmo quando estas são a sombra de um cajueiro.

Os “constrangimentos financeiros” e as complicações em criar “metodologias participativas para que os alunos possam, de facto, expressar ideias e distinguir-se” surgem de toda a parte e podem começar logo aquando da edificação de escolas. É igualmente difícil “garantir a permanência e a assiduidade das crianças” nas escolas, já que um número considerável tem que caminhar largos quilómetros para lá chegar. “Perdem-se ou acabam por desistir pelo caminho porque não têm força para chegar. Não lhes foi dado um pequeno-almoço que lhes permita ter energia suficiente para fazer uma caminhada longa e depois ainda estarem uma manhã a ouvir um professor debitar matéria”, recorda. “Todo o sistema de ensino, em termos metodológicos, assenta na base da repetição. E isto numa sala com mais 50 ou 60 crianças.”

A professora reconhece, ainda assim, que há, por parte das autoridades moçambicanas, uma “consciência da importância, urgência e necessidade de investir na alfabetização e educação”. O exemplo do percurso traçado pelos países europeus, que no passado se encontravam num igual estado de desenvolvimento, é demasiado gritante para os governos destes territórios não assumirem uma postura de aprendizagem. “Há toda uma estrutura que tem que ser repensada, mas nós [portugueses] também já passamos por isso — somos muito jovens — e foi preciso ajudarem-nos”.

Os dez anos de experiência de Susana no ensino, actividade que abandonou para se dedicar inteiramente à gestão da AIDGLOBAL, permitiu-lhe acompanhar algumas das mudanças que aconteceram na escola portuguesa durante este período de tempo, e que deveriam obedecer a um princípio-chave: “despertar consciências e mostrar o mundo aos alunos, de forma a torná-los cidadãos activos, participativos e reactivos”.

E isto só possível graças “àquilo que a Europa tem de melhor”: “a possibilidade de intercomunicação, de mobilidade, de nos encontramos além-fronteiras, de conhecermos novas culturas, de criação de uma entidade comum, de nos compreendermos, de nos enriquecermos”. O uso deste espaço comum tem sido aproveitado pelos próprios professores — os que ainda resistem — para evoluírem em termos metodológicos, aprendendo com os seus pares europeus.

Os projectos de intercâmbio, como o Erasmus, são imprescindíveis no que toca a promover uma cidadania europeia, mas também global — um dos principais lemas da ONGD que Susana dirige. “O que teria sido de nós, enquanto instituição, se não tivéssemos conseguido aceder aos fundos europeus e consequentemente a colegas com os quais temos aprendido imenso e feito trabalhos extraordinários…?”

Alguns dos trabalhos a que Susana se refere são os projectos Gvets e Urbagri4Women, ambos executados com financiamento europeu. O primeiro, que beneficiou de apoios do programa Erasmus+ (com um orçamento anual superior a 15 mil milhões de euros), pretende desenvolver uma formação interdisciplinar para técnicos que trabalhem diariamente com crianças migrantes. Através da gamificação — uma ferramenta pedagógica que utiliza técnicas de jogos —, procuram melhorar as competências destes profissionais para um melhor acolhimento de crianças migrantes e refugiadas. O segundo, financiado pelo Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração (com um orçamento global superior a três mil milhões de euros), visa fomentar a integração de mulheres migrantes nas sociedades de acolhimento, munindo-as de capacidades para o desenvolvimento de projectos pioneiros na área da agricultura.

Os dados presentes no Quadro da União Europeia para a Cooperação Internacional e o Desenvolvimento, relativos aos projectos e programas financiados realizados entre 2016 e 2017, dizem que mais de 16 milhões de crianças beneficiaram das ajudas europeias para a frequência de instituições de ensino. E 166 mil pessoas usufruíram de programas de ensino, formação profissional ou de desenvolvimento de competências, com vista ao melhoramento da sua empregabilidade.

 

 

Curso de Formação de Voluntários – Projeto Nacional de Educação pelos Pares – 5 novembro em Lisboa

Outubro 30, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações nos links:

https://www.ff.ul.pt/media/eventos/curso-formacao-voluntarios-projeto-nacional-educacao-pelos-pares/

http://www.fpccsida.org.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1509:2018-10-25-11-10-34&catid=1:noticias

Conferência “Cidadania e Segurança digital – Qual o papel da Escola?” 12 maio em Setúbal

Maio 5, 2018 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://e-tech.pt/confe/

 

Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário : Guião de Educação

Janeiro 25, 2018 às 6:00 am | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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descarregar o documento no link:

https://www.cig.gov.pt/wp-content/uploads/2017/12/Conhecimento_Genero_e_Cidadania_Ensino_Secundario.pdf

 

Estratégia nacional de educação para a cidadania – E-Book

Dezembro 3, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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descarregar o documento no link:

http://dge.mec.pt/estrategia-nacional-de-educacao-para-cidadania

Congresso XX ANOS Migração, Cidadania e Direitos Humanos, com a presença de Dulce Rocha do IAC, 27/28 novembro em Lisboa

Novembro 17, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Participação da Drª Dulce Rocha, Presidente do Instituto de Apoio à Criança, com um comentário ao filme “A Boa Mentira”  

Entrada livre sujeita à lotação do auditório

Inscrições até 23 de novembro em http://bit.ly/2gIM64I ou para congresso20anos@fd.unl.pt

Programa

Cartaz

http://www.fd.unl.pt/

 

23 boas maneiras que todas as crianças deveriam saber

Julho 11, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.paisefilhos.com.br/

Essas regras básicas de etiqueta deveriam ser ensinadas para todas as crianças, veja abaixo:

1- Quando pedir algo, diga “por favor”.

2- Quando receber algo, diga “obrigado”.

3- Não interrompa uma conversa entre adultos, a não ser que exista uma emergência. Caso contrário, eles te darão atenção e responderão quando terminarem de conversar.

4- Se você precisar chamar a atenção de alguém rapidamente, a expressão “com licença” é o modo mais educado para entrar na conversa.

5- Quando você tiver qualquer dúvida sobre fazer algo, peça permissão antes. Isso pode te salvar de muitas horas de preocupação depois.

6- Não comente sobre as características físicas dos outros a não ser, é claro, que seja para elogiar, o que é sempre bem-vindo.

7- Quando te perguntarem como você está, responda e então pergunte como a pessoa está.

8- Quando você tiver passado um tempo na casa do seu amigo, lembre de agradecer os pais dele por terem te recebido e pela diversão que você teve lá.

9- Bata em portas fechadas – e espere por uma resposta – antes de entrar.

10- Quando você fizer uma ligação, apresente-se primeiro e depois pergunte se você pode falar com a pessoa que deseja.

11- Seja grato e diga “obrigado” por qualquer presente que você receber. Na época do WhatsApp, uma mensagem escrita à mão pode ter um efeito poderoso.

12- Não chame as pessoas por nomes malvados.

13- Não tire sarro dos outros por nenhum motivo. Importunar os outros pode ser cruel.

14- Ainda que uma peça ou uma palestra esteja chata, fique sentado e quieto, finja que está interessado. A pessoa que está se apresentando está fazendo o seu melhor.

15- Se você esbarrar em alguém, diga imediatamente “Me desculpe”.

16- Cubra a sua boca quando tossir ou espirrar e não cutuque o nariz em público.

17- Quando você passar por um porta, preste atenção se você pode segurá-la para outra pessoa.

18- Se você encontrar um professor, um parente ou um vizinho trabalhando em algo, pergunte se você pode ajudar. Caso ele diga que sim, ajude – você pode aprender algo novo.

19- Quando um adulto te pedir um favor, faça sem resmungar ou reclamar.

20- Quando alguém te ajudar, diga “obrigado”. Essa pessoa provavelmente vai querer te ajudar de novo. Isso é especialmente verdadeiro com professores.

21- Use talheres apropriadamente. Se você estiver inseguro sobre como fazer, peça aos seus pais para que te ensinem ou então observe os outros adultos.

22- Mantenha um guardanapo no seu colo enquanto come; use para limpar a boca quando necessário.

23- Não se estique para pegar algo do outro lado da mesa durante a refeição; peça para que alguém te passe.

 

 

4º Fórum da Cidadania – 8 julho na Reitoria da Universidade de Lisboa

Julho 4, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/forumdacidadania2017/

http://www.cm-lisboa.pt/forum-da-cidadania/4o-forum-da-cidadania

III Escola SOMOS – Chamada para participantes

Junho 14, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A data limite para inscrições é já no dia 25 de junho

mais informações:

http://www.programasomos.pt/iii-escola-somos

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