Plataforma ZOOM – Estudo em Casa Recomendações de Segurança

Maio 8, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Teletrabalho. Mostramos as casas e os filhos e isso é um perigo, alertam os especialistas

Abril 20, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de abril de 2020.

“Evitar filmar demasiado a casa” e não mostrar “janelas para uma rua identificável” que permita “divulgar o local onde se mora” são algumas das recomendações do Centro Nacional de Cibersegurança.

Daniel Dias

Para muitas empresas, nestas últimas semanas, o teletrabalho transformou-se no “novo normal” – com todos os desafios associados à dificuldade em desligar e ao isolamento profissional. A sala de reuniões migrou para as divisões da casa e deu lugar à videoconferência. Manter a produtividade no meio desta transição é uma tarefa que, asseguram as organizações, se configura como “desafiante, sem, no entanto, ser impossível”. Já as preocupações com a privacidade que daí surgem, por outro lado – sobretudo numa altura em que a plataforma Zoom, por exemplo, está a ser acusada de omitir várias lacunas e deficiências no seu sistema de segurança – nunca foram tão grandes.

“As plataformas de videoconferência são bastante práticas mas, como qualquer peça de software, também podem apresentar vulnerabilidades”, explica ao PÚBLICO fonte do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS). Posto isto, as empresas devem privilegiar aquelas que “possibilitam a configuração de diferentes mecanismos de segurança”. “Por exemplo, as que disponibilizam o uso de uma palavra-passe única e de uma autenticação para se entrar numa reunião em vez de apenas um link; as que fornecem a opção de desfocar o fundo do enquadramento ou ainda as que conseguem impedir a gravação daquilo que está a ser filmado por parte dos outros participantes”, enumera.

No actual quadro de pandemia, que força muitos trabalhadores a improvisar escritórios em casa, estes cuidados – que já devem ser considerados em situações “normais”, frisa o CNCS – ganham contornos particularmente importantes, porque há riscos de “inadvertidamente revelar informação privada, enquadrada numa imagem que pode ser seleccionada e ‘lida’, sem que se tenha intenção de a partilhar”.

“Nem toda a gente tem um espaço exclusivo de trabalho no sítio onde vive. Eu, por exemplo, não tenho escritório em casa. Tenho dividido a mesa da sala com o meu marido, cada um fica com o seu pequeno canto. Nestas circunstâncias, é difícil separar a parte pessoal da profissional”, exemplifica Liliana Flores, coordenadora de recursos humanos do centro de investigação Fraunhofer Portugal.

Cuidados a ter antes de uma videoconferência

  • Escolher uma plataforma que possibilite a “configuração de diferentes mecanismos de segurança” – como impedir a gravação do que está a ser filmado por parte dos outros participantes
  • Escolher um fundo “neutro” que não revele informações pessoais
  • Fazer vistoria à secretária para “esconder” fotografias de família ou documentos com informação intransmissível
  • Tirar do ambiente de trabalho do computador documentos ou ficheiros que possam conter informação sensível
  • Fechar caixas de correio electrónico ou mensagens

 

Cenário neutro ou fictício

Numa videoconferência – que, para reuniões com clientes, pontos regulares de situação entre membros de equipas ou avaliação conjunta de projectos, tem sido uma realidade quase diária para muitos trabalhadores –, Susete Ferreira, directora de marketing da empresa de desenvolvimento de software Critical TechWorks, frisa que devemos ter a certeza de que “estamos num cenário neutro” antes de começarmos qualquer transmissão. É fundamental que “atrás de nós não existam quadros com notas de moradas, passwords ou serviços que usamos”, por exemplo. “Alguns programas permitem criar um cenário fictício, camuflando o contexto real, mas a tecnologia só é fiável até certo ponto”, salvaguarda, pelo que o melhor “será mesmo prevenir”, deixando perto do alcance da câmara apenas aquilo que tem “relevância” para o que vai ser discutido.

“Normalmente, quando faço acções de formação, preciso de partilhar o meu ecrã, e, naturalmente, temos sempre alguma informação confidencial nos nossos computadores. Para me certificar que não corro nenhum risco, faço uma pequena vistoria antes de iniciar cada videoconferência”, esclarece Ricardo Melo, investigador sénior na Fraunhofer. “Em primeiro lugar, ‘escondo’ aquilo que possa estar no ambiente de trabalho e conter informação mais sensível, e da mesma forma, por prevenção, também fecho tudo o que forem caixas de correio electrónico ou mensagens.”

O CNCS também aponta para o “cuidado de não ter palavras-passe ou códigos PIN escritos em papéis visíveis” – até porque essas “devem ser memorizados e nunca escritas” –, e sublinha que é fulcral “evitar filmar demasiado a casa e, sobretudo, paisagens exteriores que, de alguma maneira, ajudem a divulgar o local onde se mora”. Secretárias com cartões de crédito – que “podem ser esquecidos em cima de uma mesa, por exemplo” – ou facturas que possam conter dados intransmissíveis e “janelas para uma rua identificável” estão fora de questão. O ideal é mesmo um fundo “inócuo”. A plataforma Microsoft Teams é a preferida para a comunicação interna na Fraunhofer porque, acima de tudo, assinala Ricardo Melo, “garante alguma encriptação”.

O investigador lamenta, no entanto, que numa videoconferência seja “difícil ter um diálogo orgânico”, em que os intervenientes “sintam que conseguem participar e têm permissão para interromper”. “Uma interrupção numa conversa remota é mais difícil de fazer porque não é natural”, explica. “E isso pode prejudicar a discussão saudável entre colegas.”

Para combater esse problema, a TechWorks tem sempre um “líder de reunião”. Este, conta Susete Ferreira, “assegura o cumprimento da agenda e dá a palavra, de forma ordeira, a quem pretende falar” – para além de, “oportunamente”, apontar para “quem ainda não se manifestou mas poderá ter contributos a dar”.

Cuidados a ter durante uma videoconferência

  • Não ter palavras-passe ou PIN escritos em papéis visíveis
  • Não mostrar facturas ou outros documentos com informação pessoal
  • Não filmar cartões de crédito (é importante certificar que não ficam esquecidos na mesa antes de dar início à videoconferência)
  • Evitar filmar demasiado a casa e paisagens exteriores que denunciem o local onde mora
  • Desfocar o fundo (se a plataforma de videoconferência utilizada o permitir)
  • Desligar microfone do computador quando não está a intervir

 

Reuniões sem interrupções

Esta empresa sugere duas das principais chaves para uma videoconferência produtiva: “não extrapolar o tempo estabelecido” para as reuniões de trabalho e “seguir uma agenda predefinida”. No fim, e como, com “indesejada” frequência, podem ocorrer “cortes na ligação ou outros factores externos, característicos de, nalguns casos, vivermos com várias pessoas em casa”, “documentar as principais intervenções e conclusões” garante que todos ficam a par do que de mais importante foi dito.

“Quando preciso de participar numa reunião, para além de garantir que a Internet está a funcionar correctamente, dou indicações em casa para não me interromperem. O meu marido fica a tomar conta das crianças enquanto estou ocupada. Mas sabemos que alguns dos nossos colaboradores não têm essa facilidade e, por isso, é muito normal os mais pequenos aparecerem nos ecrãs”, reflecte Teresa Carreiro, directora de operações da Critical Manufacturing.

De resto, “há quem tire as fotografias de família de cima da mesa antes de começarmos a falar, para não serem ‘apanhadas’ pela câmara. Não temos indicações directas dentro da empresa para fazer isso, mas é uma questão de prudência”, acrescenta a gestora. “Também temos membros que desligam o microfone quando não estão a falar. É uma boa opção para evitar ruídos e interferências.” E um procedimento que está em linha com as recomendações do CNSC: no final de cada videoconferência, por uma questão de segurança, convém “desligarmos a câmara e o microfone nas configurações de privacidade do computador”.

Texto editado por Bárbara Wong

Aulas: 3º período começa hoje! Canais do YouTube já disponíveis

Abril 14, 2020 às 6:25 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do PPLWare de 14 de abril de 2020.

Começa hoje o 3º período, mas não haverá aulas presenciais devido ao surto do novo coronavírus. As aulas à distância, pela TV e internet, só irão começar no próximo dia 20 de abril. No entanto, é preciso ir começando a preparar tudo para que nada falte.

Recentemente o Ministério da Educação lançou os Canais do #EstudoEmCasa no Youtube. Já os pode subscrever e ver os conteúdos.

Numa verdadeira corrida contra o tempo, o Ministério da Educação encontrou na Rádio e Televisão de Portugal um parceiro inequívoco e incondicional desta missão coletiva, conseguindo levar a cabo uma operação de monta, possível também graças ao apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.

Além das aulas que acontecerão em sinal aberto na RTP memória, o Ministério da Educação irá também disponibilizar conteúdos de suporte no YouTube. Os canais no YouTube foram criados recentemente e já podem ser subscritos.

Links de Canais do #EstudoEmCasa no Youtube

Pré-Escolar

1.º Ciclo

2.º Ciclo

3.º Ciclo

Secundário

O terceiro período irá decorrer até 26 de junho. Como sabemos a Telescola vai chamar-se #EstudoEmCasa e vai ocupar a grelha das 09h às 17h50 da RTP Memória, com conteúdos organizados para diferentes anos letivos.

Os conteúdos pedagógicos temáticos irão contemplam matérias que fazem parte das aprendizagens essenciais do 1.º ao 9.º ano, agrupados por: 1.º e 2.º anos, 3.º e 4.º anos, 5º e 6.º anos, 7.º e 8.º anos e 9.º ano, abrangendo matérias de uma ou mais disciplinas do currículo, as quais servirão de complemento ao trabalho dos professores com os seus alunos.

CoronaKids – Site lúdico-pedagógico para crianças e jovens – COVID-19

Abril 3, 2020 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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CoronaKids é um site criado pela editora Ideias com História, com o objetivo de te informar sobre esta doença que se está a espalhar pelo mundo, provocada pelo novo coronavírus.

Vais encontrar notícias todos os dias, informações úteis sobre a doença, chamada COVID-19, curiosidades, jogos, vídeos e atividades para desenvolveres neste período em que estás mais em casa.

https://www.coronakids.pt/

COVID-19: Plataforma para aulas à distância com mais de 195 mil utilizadores num dia

Março 26, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do Sapolifestyle de 20 de março de 2020.

A plataforma Colibri, disponibilizada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), registou na quinta-feira 195.504 participantes, que estiveram em 8.895 aulas e reuniões à distância devido à pandemia Covid-19, segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino.

“Estes números demonstram a adesão massiva das instituições de ensino superior na adoção de ambientes colaborativos e de ensino à distância no âmbito dos seus planos de contingência para garantir o funcionamento normal das atividades de ensino e investigação”, refere o Ministério em comunicado.

Segundo os dados divulgados hoje pela tutela, a plataforma disponibilizada pela Unidade de Computação Científica Nacional da FCT (FCT-FCCN) registou 536.276 utilizadores desde o início do mês de março.

No mesmo período, o número de aulas e reuniões realizadas à distância através da plataforma Colibri ascendeu a32.266, num total de 21.427.382 minutos entre os dias 01 e 19 de março.

Além da Colibri, a FCT-FCCN tem disponibilizado outras ferramentas de apoio ao teletrabalho e ao ensino à distância,  como a plataforma NAU – Sempre a Aprender, com cursos ‘online’, que nos últimos sete dias registou 534 novos participantes, 1061 matrículas e emitiu 609 certificados.

Também o programa de gravação, edição e partilha de vídeos educativos, Educast, teve um aumento no número de utilizadores em março, com 6.021 novos registos desde o início do mês, 1.196 vídeos produzidos e mais de 103 mil visualizações.

Já a plataforma Videocast, que permite a transmissão de vídeos em direto, recebeu desde o início de março 539 novos utilizadores e transmitiu 413 sessões, num total de 69 horas difundidas.

As atividades letivas presenciais de todos os estabelecimentos de ensino foram suspensas na segunda-feira, para conter a pandemia de covid-19, apesar de muitas instituições de ensino superior já terem começado a implementar métodos de ensino à distância ao longo da semana passada.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da Covid-19, infetou mais de 265 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 11.100 morreram.

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) elevou hoje o número de casos confirmados de infeção para 1.020, mais 235 do que na quinta-feira. O número de mortos no país subiu para seis.

Dos casos confirmados, 894 estão a recuperar em casa e 126 estão internados, 26 dos quais em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI).

Portugal encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de quinta-feira, depois de a Assembleia da República ter aprovado na quarta-feira o decreto que lhe foi submetido pelo Presidente da República, com o objetivo de combater a pandemia de Covid-19, após a proposta ter recebido pareceres favoráveis do Conselho de Estado e do Governo.

O estado de emergência proposto pelo Presidente prolonga-se até às 23:59 de 02 de abril.

Hoje, o Governo voltou a reunir-se em Conselho de Ministros para debater as medidas de apoio social e económico para a população afetada pela pandemia de Covid-19, depois de na quinta-feira ter apresentado um primeiro lote de medidas de concretização do estado de emergência, que inclui o “isolamento obrigatório” para doentes com Covid-19 ou que estejam sob vigilância ativa, a “generalização do teletrabalho” para todos os funcionários públicos que o possam fazer e o fecho dos estabelecimentos com atendimento público, com algumas exceções.

O Governo decidiu criar, também, um “gabinete de crise” para lidar com a pandemia da Covid-19, que integra os ministros de Estado, da Administração Interna, da Defesa Nacional, da Saúde e das Infraestruturas.

Plataforma Colibri

Nau

Covid-19: Com bibliotecas fechadas, rede pública cria plataforma ‘online’ de conteúdos

Março 25, 2020 às 6:00 am | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do Sapo24 de 18 de março de 2020.

Das 303 bibliotecas municipais, ainda há algumas abertas ao público, mas a maioria encerrou, tendo sido criada uma plataforma digital de partilha de conteúdos com os leitores, revelou a Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB).

Em declarações à agência Lusa, o diretor de serviços de bibliotecas da DGLAB, Bruno Eiras, explicou que quase 200 bibliotecas públicas estão encerradas e algumas, sem especificar quantas, ainda estão abertas ao público.

“Como a decisão de encerramento das Bibliotecas Públicas cabe aos municípios, continuamos a tentar atualizar informações”, disse o responsável.

Segundo Bruno Eiras, existem “muitos trabalhadores em bibliotecas encerradas, mas que estão a fazer tarefas internas, mesmo com redução de pessoal e de horário”.

Para fazer cumprir o possível da missão das bibliotecas públicas, em tempo de isolamento social por causa da pandemia da doença Covid-19, a Rede Nacional de Bibliotecas Públicas (RNBP) lançou hoje uma plataforma que reúne recursos e informações para os leitores.

Em flipboard.com/@RNBP_DGLAB, estão já a ser partilhados conteúdos gratuitos, “com sugestões de leitura, visitas a exposições, seleção de músicas e filmes, jogos, propostas de formação e cursos disponíveis”.

“Numa altura em que grande parte da população está impedida de se deslocar às bibliotecas, temos de tentar continuar a fazer chegar informação e recursos ‘online’”, disse Bruno Eiras.

Quem ainda está no terreno é o bibliotecário Nuno Marçal, responsável pela biblioteca móvel de Proença-a-Nova (Castelo Branco), e que percorre diariamente várias aldeias do concelho.

À agência Lusa, Nuno Marçal explicou que em breve deverá parar o serviço de biblioteca móvel por questões de segurança, mas até hoje tem mantido contacto com a população.

A Bibliomóvel de Proença-a-Nova, além da função base de emprestar livros e disponibilizar jornais e revistas para consulta, tem ampliado o leque de serviços prestados. É, por exemplo, possível entregar alguns requerimentos ao Balcão Único, dar a contagem da água, tirar fotocópias ou ter acesso à Internet.

Nuno Marçal contou que tem feito um esforço suplementar de higienização do espaço e abdicou de dar abraços e de cumprimentar os utentes.

“Nota-se uma certa apreensão nas pessoas menos informadas”, acrescentou.

Respondendo ao isolamento social dos portugueses, também o Plano Nacional de Leitura (PNL) criou a “Antiquarentena de Leituras” (www.pnl2027.gov.pt/np4/antiquarentenadeleituras.html), reunindo desafios de leitura e de escrita para os mais novos, sugestões literárias, jogos educativos e aplicações relacionadas com livro e leitura.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da Covid-19, infetou mais de 200 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 8.200 morreram.

Das pessoas infetadas, mais de 82.500 recuperaram da doença.

O surto começou na China, em dezembro, e espalhou-se já por 170 países e territórios, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, estão confirmados 642 casos de infeção. O número de mortos no país subiu para dois.

Dos casos confirmados, 553 estão a recuperar em casa e 89 estão internados.

Das pessoas infetadas em Portugal, três recuperaram.

Portugal está em estado de alerta desde sexta-feira, e o Governo colocou os meios de proteção civil e as forças e serviços de segurança em prontidão.

Entre as medidas para conter a pandemia, o Governo suspendeu as atividades letivas presenciais em todas as escolas desde segunda-feira e impôs restrições em estabelecimentos comerciais e transportes, entre outras.

 

ePrivacidade Trocada por Miúdos já está online – Tutoriais e Concurso

Fevereiro 12, 2020 às 10:00 pm | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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ePrivacidade Trocada por Miúdos

Escola sem Bullying Escola sem Violência – Site para alunos, pais e escolas

Dezembro 16, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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A Internet vista pelas crianças com deficiência replica as desigualdades do mundo real

Dezembro 6, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 2 de dezembro de 2019.

Conselho da Europa ouviu 97 crianças com deficiência em seis diferentes países para elencar as melhores formas de garantir igualdade de acesso no mundo virtual. Educação e saúde são as áreas mais críticas

Natália Faria

“Devia ser criada uma lei que obrigasse todos os websites ​a estarem adaptados às pessoas cegas. Quem não o fizesse, teria de pagar uma multa de 500 euros que seriam depois aplicados na educação”. A sugestão partiu de uma criança portuguesa com deficiência visual, uma das 97 que foram entrevistadas no âmbito de um estudo promovido pelo Conselho da Europa destinado a conhecer (e a melhorar) a navegabilidade na Internet por parte das crianças com deficiências visuais, motoras ou cognitivas.

Baseadas nas experiências reportadas pelas próprias crianças, as recomendações oficiais dos peritos não diferem muito das sugestões apresentadas pelos inquiridos. E apontam todas para a necessidade de ser produzida legislação e adoptadas medidas capazes de garantir que, nas diferentes esferas, se faz uso das ferramentas tecnológicas susceptíveis de eliminar as barreiras visuais, cognitivas ou motoras. “Todos os serviços públicos e privados devem rever os seus serviços e produtos para assegurar que as crianças com deficiência não são discriminadas no seu direito de acesso ao ambiente digital”, insiste o documento divulgado esta segunda-feira por aquela organização internacional de defesa dos direitos humanos, na véspera do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

Apesar de quase nunca divulgarem online a respectiva deficiência, o relatório conclui que as crianças portadoras de deficiência estão mais expostas aos riscos do mundo virtual, embora não tenham consciência disso. Daí que “os governos, a indústria digital, as escolas e os serviços de saúde” devam prestar-lhes “especial atenção”, alerta o estudo conduzido por uma equipa de investigadores do Reino Unido, mas cujos “tentáculos” se estenderam a crianças da Bélgica, da Alemanha, da Moldávia e da Turquia, além de Portugal.

Dito isto, não surpreende que o relatório enfatize também a necessidade de as escolas passarem a garantir aos alunos e respectivos familiares – irmãos incluídos —, bem como aos professores e educadores, a necessária informação sobre as regras de navegabilidade. A ideia é que estas crianças adquiram o máximo de autonomia no mundo virtual, bem como consciência sobre as melhores formas de se manterem seguras.

Um dos primeiros passos será garantir que as escolas e instituições académicas são munidas das ferramentas tecnológicas necessárias para que as crianças com deficiência possam aceder à informação veiculada no mundo digital, em nome da igualdade de acesso. “As crianças com deficiência devem ser consultadas sobre a melhor forma de garantir o seu acesso total a todos os aspectos da vida da escola, inclusive no ambiente digital”, acrescenta o relatório. Ao PÚBLICO, um dos investigadores portugueses que participaram no estudo, António José Osório, do Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho, confirmou que as crianças ouvidas “sentem claramente que as tecnologias são indispensáveis para se sentirem mais integradas”.

No tocante a Portugal, um dos problemas é que nas escolas “a burocracia e a logística” nem sempre permitem rentabilizar o uso das ferramentas digitais. “A principal lacuna nem está na formação dos professores mas na falta de apoio que estes sentem nas escolas em termos de poderem trocar experiências, de irem tomando contacto com novas soluções e de disporem, no fundo, de reais condições para aplicarem as ferramentas que já estão disponíveis”, acrescentou.

Reconhecendo que as ferramentas virtuais podem ser um fortíssimo “equalizador” das diferenças, os peritos concluíram também que nos serviços de saúde as ferramentas digitais estão igualmente subaproveitadas, em prejuízo da garantia de acesso das crianças com deficiência aos serviços. “Os administradores hospitalares, os médicos, os cirurgiões e outros profissionais de saúde deviam consultar as crianças com deficiência para explorarem formas de usar a tecnologia digital para eliminar barreiras no acesso”, lê-se no documento, antes de lembrar que “os serviços de saúde online deviam estar disponíveis em formatos acessíveis às crianças com deficiência”, nomeadamente quando divulgam informações relacionadas com a saúde geral, sexual e reprodutiva.

Programa Educativo GeraZão

Outubro 5, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Acede a experiências e recursos de formação

Com GeraZão quem decide és tu. Oferecemos-te várias possibilidades de formação adaptadas às tuas necessidades. Neste espaço, podes aceder a diferentes materiais de formação como a Biblioteca de Literacia Digital, utilizações didáticas e de formação do Facebook e Instagram bem como recursos de entidades colaboradoras de interesse na utilização segura da Internet, concebidos por peritos.

https://www.gerazao.org/index.php

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