Peregrinação de Fernão Mendes Pinto nos Jardins da Quinta da Regaleira

Julho 15, 2017 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A incrível história das linhas de Torres Vedras – vídeo

Janeiro 26, 2016 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Como era ser criança em Portugal?

Março 26, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Afinal, como se brincava (ou não) no tempo dos cavaleiros? E das Descobertas? E no Estado Novo? A jornalista Maria João Martins foi investigar e o resultado foi o livro ‘História da Criança em Portugal’.

 

– Na Idade Média, as crianças nobres não cresciam com a família. Afonso Henriques foi criado com um dos magnatas da corte, Egas Moniz, que o preparou para ser rei.

– A criança medieval era amamentada até aos 3 ou 4 anos (enfim, ainda não havia biberões nem leite de substituição…)

– A nossa escola é um produto da escola da Idade Média: e da Igreja. Já havia um professor, muitos alunos, disciplinas e avaliações. Mas ao princípio as escolas formavam apenas monges, filhos de reis e alguns nobres. Curriculum: ler e escrever, Bíblia, canto e aritmética. Mais tarde: latim, gramática, retórica e dialética.

– A melhor mãe de Portugal deve ter sido… uma inglesa: pelo menos, foi a partir de D. Filipa, mãe da Ínclita Geração e mulher de D. João I, que se difundiu a ideia de que era conveniente apostar na educação dos infantes.

– A coroa de melhor pai? Bem, sabe-se que D. Manuel era um pai atento dos seus muitos filhos (tão atento que foi com imensa relutância que deixou casar a sua adorada filha Isabel, já ela ia quase nos 30 anos, o que na altura equivalia a quase terceira idade).

– Nem os bebés reais tinham a vida facilitada, atropelados em jogadas políticas: a filha mais nova de D. Manuel, Maria, nascida do seu terceiro casamento, estava órfã de pai aos seis meses e separada da mãe aos 2 anos, uma vez que a política obrigava D. Leonor, uma vez viúva, a abandonar Portugal e nunca mais ver a filha. Ainda assim, Maria teve sorte: anos depois, chega à corte uma tia, D. Catarina, para se casar com o rei, e faz notar ao marido que a menina é esperta. D. João III imediatamente lhe arranjou bons mestres. Não era a sorte da esmagadora maioria das meninas, que nem ler sabiam.

– Esta tia sabia o que era ser princesa e infeliz: Catarina viveu até aos 18 anos trancada numa torre com a mãe, Joana, a Louca, e a sua diversão consistia em atirar moedas da torre para que as crianças pobres viessem brincar por baixo da sua janela…

– O órfão D. Sebastião confessava-se desde os seis anos, e desde os 3 que se sentava no trono, dando a minúscula mão a beijar aos embaixadores e dignitários internacionais.

 

Dos meninos-reis às amas

– As meninas sempre brincaram com bonecas, mas as princesas não tinham bonecas bebé: tinham representações de mulheres adultas ricamente vestidas (uma espécie de Barbies). Diferença: estas bonecas não seriam propriamente brinquedos, mas formas de mostrar o que estava na moda e com as quais posavam nos retratos.

– Para os rapazes, o jogo mais popular era a pela, um antepassado do ténis que consistia em lançar uma bola com uma raquete. Um brinquedo que os pais Descobridores trouxeram aos filhos do Oriente: um papagaio de papel. Mais chocante (para nós…) era o novo ‘brinquedo’ que estava na moda trazer de África às crianças ricas: um companheiro de brincadeiras negro…

– O nosso melhor rei morreu antes do ser, ainda adolescente. Sabiam que por pouco não tivemos um rei chamado D. Teodósio? Era filho de D. João IV, e era, rezam as crónicas, culto, letrado, sensato e muito inteligente. Infelizmente, era também muito doente: morreu aos 19 anos, de tuberculose. Má sorte a do reino: o seu sucessor, o irmão Afonso, era o oposto: atrasado, imbecil e arruaceiro. Felizmente havia ainda um terceiro irmão, Pedro…

– Os rapazes nobres só iam para colégios (jesuítas) no início da adolescência. Para a universidade iam os filhos segundos e que queriam seguir a carreira eclesiástica. Os primogénitos, que iam herdar tudo, cedo deixavam de estudar… As raparigas tinham poucas hipóteses de instrução. Podiam estudar em conventos, mas mesmo aí pouco mais aprendiam que leitura e bordados. Claro que os pobres não tinham esses luxos… .

– Nos séculos XVIII e XIX, a Roda da Santa Casa da Misericórdia acolhia os bebés indesejados e pagava a amas de leite para os amamentar. Mesmo as mães pobres recorriam por vezes às amas, de modo a poderem continuar a trabalhar no campo. Mas havia muitas fraudes: as mães dos enjeitados ofereciam-se para amamentar os próprios bebés que haviam abandonado, ou encobriam a morte de uma criança, trocando-a por outra. Escusado será dizer que as mortes destes bebés iam dos 20 aos 90%.

 

Fechadas na ‘nursery’ ou expostas na roda

– O último rei de Portugal era filho de uma adolescente. A rainha Maria Pia tinha apenas 16 anos quando D. Carlos nasceu, e ainda não chegara aos 18 quando teve o seu último filho, Afonso. Ao serviço dos dois estavam três criadas, uma varredeira, um criado de quarto, um moço de recados e uma preceptora. Não sabiam nada do mundo: na mesa real nunca se falava de política.

– A família de D. Carlos não era assim tão diferente das famílias reais atuais: também passeavam com os pais mandando beijinhos à multidão. Em agosto iam de férias para muito longe (Pedrouços) e em setembro para ainda mais longe (Cascais).

– Um dia, em 1873, D. Carlos, com 10 anos, atrapalhou-se no mar de Cascais. A mãe tentou salvá-lo mas também quase se afogou. Valeu-lhes o ajudante do faroleiro da Guia, que recebeu uma medalha e uma pensão vitalícia. Quem também recebeu uma medalha: a rai-nha. Afinal, também tentou salvar o filho. E hoje como ontem, não desperdicem o valor de boa publicidade.

– Há um século, estava na moda as classes altas contratarem nurses, mademoiselles ou frauleins (ou mesmo as três) para que as crianças aprendessem outras línguas. Também está na moda ter um espaço especial na casa só para as crianças. Mas eram pouquíssimas as crianças nessas condições: mais frequentes eram as abandonadas. No princípio do século XX, 12% das crianças eram ilegítimas, e a grande maioria delas abandonadas ou expostas na Roda.

– Em 1910, 80% dos portugueses não sabe ler nem escrever. Foi só a partir da República que se instituiu a escolaridade obrigatória de cinco anos (não durou).

 

Do ardina ao menino do cravo

– Em 1000 bebés, morrem 150 ao nascer: era assim no tempo da Segunda Guerra, em Portugal, onde a grande maioria das crianças nascia e vivia tão mal como no século XIX. Se sobrevivessem, esperava-os desde pequeninos uma vida de operário, costureiras ou pequenos ardinas. No Norte, era frequente serem separados da família com 7 anos para virem servir em Lisboa.

– Em 1942 é criado o abono de família. Mas: só para casais casados pela Igreja, com mais de cinco filhos menores, legítimos e batizados. Ufa!

– Durante o Estado Novo, muitas escolas fecham, a escolaridade obrigatória passa a três anos e com separação de sexos. Resultado: drástica falta de mão de obra qualificada, que leva, muitos anos depois, em 1965, à criação da Telescola.

– Diogo Bandeira Freire tinha apenas 3 anos e uma cara angélica com caracóis louros quando foi arrancado à cama e levado ao aeroporto da Portela, onde o fotografaram a colocar um cravo numa metralhadora segura por três soldados. Mal sabia o bebé que se tornaria o ícone de uma revolução de 74…

– À data da Revolução de Abril, as mães ainda não sabiam o sexo dos bebés antes de nascerem. Desde então, muita coisa mudou: e há uma boa notícia: no grupo dos 22 países da Europa Ocidental, Portugal ocupa hoje uma honrosa sexta posição no ranking dos países mais bem classificados em termos de mortalidade infantil: a taxa caiu de 78 em mil, em 1960, para 3, em 2009, em grande parte devido à criação do Serviço Nacional de Saúde, em 79.

– Ah, e que foi feito do’ menino do cravo’? Emigrou para Inglaterra. Portugal é um bom país para nascer, mas não para viver…

 

Fonte: Revista Activa, 8 de Março de 2015

 

O Primeiro Rei – Vídeo animado que dá a conhecer a vida e os feitos do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques

Fevereiro 24, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Apresentação do livro Tudo sobre Portugal na Biblioteca Palácio Galveias

Setembro 17, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Biblioteca Palácio Galveias sábado, 20 set | 16H00

Apresentação do livro Tudo sobre Portugal de Maria Ribeiro da Fonseca. Este não é um livro de história, mas sim um livro de curiosidades e factos sobre Portugal. Tem por objetivo mostrar às crianças um pouco do país, sejam elas portuguesas (versão português) ou estrangeiras (versão inglês). Entrada livre.

Biografias de “grandes vidas portuguesas” em colecção de livros para os mais novos

Abril 10, 2014 às 2:30 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia do i de 8 de abril de 2014.

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Por Agência Lusa

Os quatro primeiros volumes desta coleção serão apresentados no sábado, na livraria Ler Devagar, em Lisboa, por António Torrado, com a presença de José Jorge Letria

A vida de Salgueiro Maia, Aníbal Milhais, Fernando Pessoa e Almada Negreiros, quatro figuras da história e da cultura portuguesas, é recordada numa nova coleção de livros para jovens e crianças, intitulada “Grandes Vidas Portuguesas”, foi hoje anunciado.

A coleção, a apresentar no sábado, em Lisboa, resultou de uma parceria entre a Imprensa Nacional Casa da Moeda e a editora Pato Lógico, e as quatro primeiras biografias foram escritas por José Jorge Letria e ilustradas por João Fazenda, Tiago Albuquerque, Nuno Saraiva e António Jorge Gonçalves.

“Era uma vez um capitão que aprendeu a fazer a guerra, mas que preferia a paz para poder ler, viver e ser feliz”, assim começa “O homem do tanque da liberdade”, a biografia de Salgueiro Maia, capitão do Exército português e um dos protagonistas da Revolução de Abril.

Com ilustrações de António Jorge Gonçalves, a partir de fotografias de arquivo, José Jorge Letria traça, em cerca de 50 páginas, o percurso de um homem que perdeu a mãe ainda em criança, que queria ser militar, que fez a guerra na Guiné e que comandou os militares que, a 25 de abril de 1974, ajudaram a derrubar um regime.

Salgueiro Maia morreu em abril de 1992, em consequência de um cancro, mas no imaginário português, assim como nesta biografia, fica como um dos heróis da recente História do país, que “não quis distinções nem cargos, festejos nem ovações”.

A par da biografia de Salgueiro Maia – editada nos 40 anos da Revolução de Abril – a coleção “Grandes Vidas Portuguesas” apresenta ainda o retrato biográfico do poeta Fernando Pessoa (“O menino que era muitos poetas”, com ilustração de João Fazenda), e do escritor e artista plástico José de Almada Negreiros (“Viva o Almada, Pim!”, ilustrado por Tiago Albuquerque).

A eles junta-se ainda a biografia “Um herói chamado Milhões”, ilustrada por Nuno Saraiva, sobre Aníbal Augusto Milhais, um agricultor transmontano que combateu na primeira Guerra Mundial, recebeu várias condecorações e ficou conhecido como o “Soldado Milhões”.

Com a criação desta coleção, a Imprensa Nacional Casa da Moeda aposta, pela primeira vez, em obras direcionadas para os leitores mais novos, divulgando “figuras fundamentais da história e da cultura portuguesas”, numa lógica de serviço público.

Os quatro primeiros volumes desta coleção serão apresentados no sábado, na livraria Ler Devagar, em Lisboa, por António Torrado, com a presença de José Jorge Letria.

Fonte da editora explicou à agência Lusa que, para o natal, estão a ser preparadas novas biografias, assinadas, entre outros, por Carla Maia de Almeida e por José Fanha.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

 

Portugal por Miúdos – Espectáculo para crianças e famílias

Dezembro 9, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“Portugal por Miúdos” é uma viagem pela História de Portugal, para os mais pequenos, feita a partir do livro homónimo de José Jorge Letria. É uma viagem viva, animada, cheia de movimento e cor, que recorre a todas as possibilidades do “multimédia”.
Sendo para crianças, também pode e deve ser visto por pais, avós, educadores e muitos outros amigos, numa época em que é urgente perceber o passado de Portugal para se poder ter confiança no seu futuro.
“Portugal por Miúdos” nasceu para ir às escolas, às bibliotecas e auditórios municipais e para comunicar com diversos públicos em diversos espaços.
Um texto em verso, com três actores em palco, permite fazer uma viagem que vai desde a fundação do reino, por D. Afonso Henriques, até à realidade de hoje.
Durante cerca de 50 minutos, uma equipa competente faz desta História de Portugal uma festa para todos, com música, movimento e muitas imagens.
Quanto melhor se conhecer o Portugal que fomos, melhor perceberemos o que somos e para onde vamos.

“Portugal por Miúdos” está na estrada, para fazer o seu caminho, de olhos postos no futuro desta pátria tão antiga. E nossa.

60 anos da História de Portugal em cromos na Biblioteca Nacional

Outubro 16, 2013 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Capa da 1.ª edição da caderneta «História de Portugal», impressa pela Fotogravura Nacional, em outubro de 1953

Capa da 1.ª edição da caderneta «História de Portugal», impressa pela Fotogravura Nacional, em outubro de 1953

Texto publicado no site da Biblioteca Nacional

MOSTRA | 3 -31 outubro | Sala de Referência | Entrada livre

ENCONTRO | 18 outubro | 18h00 | BNP | Entrada livre

Mostra comemorativa dos 60 anos da primeira edição da História de Portugal em cromos (outubro de 1953), uma coleção de 203 cromos vendidos em envelopes-surpresa, que teve edições sucessivas até 1973. Esta mostra inclui os originais da capa da caderneta e de alguns cromos, várias edições das próprias cadernetas e os respetivos envelopes-surpresa, e ainda diversos impressos e publicações que reproduziram ilustrações da coleção.

O seu ilustrador é Carlos Alberto Santos, hoje um reputado pintor especializado em temas históricos, estando representado em coleções privadas e museus em Portugal e no estrangeiro. Nascido em 1933, começou o seu percurso artístico muito jovem como  desenhador. Em 1953, após três anos de trabalho, completou a História de Portugal para a Agência Portuguesa de Revistas.  A publicação constituiu o maior êxito da conhecida editora  no campo do cromo e tem hoje um estatuto mítico nas memórias dos que a colecionaram durante os 20 anos em que foi vendida.

santosA mostra é organizada por João Manuel Mimoso, colecionador de cadernetas de cromos, e Leonardo De Sá, perito em banda desenhada e ilustração, e será acompanhada de um catálogo em formato e-book.

Ainda neste âmbito, realiza-se, no dia 18 de outubro, um pequeno encontro em que se homenageará o desenhador e ilustrador Carlos Alberto Santos, que contará com a presença do próprio. Leonardo De Sá fará uma intervenção sobre o percurso artístico do ilustrador e João Manuel Mimoso abordará o seu trabalho quer na História de Portugal em cromos, quer noutras coleções de cromos (publicadas e não publicadas) que ilustrou, a que se seguirá uma breve visita guiada à exposição.

Os mesmos especialistas têm em preparação uma exposição alargada sobre O cromo em Portugal, para novembro de 2014, igualmente na BNP.

A ALEGRE HISTÓRIA DE PORTUGAL EM 90 MINUTOS

Maio 8, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Fazendo jus ao espírito aventureiro e heróico de povo português, presente em todos os acontecimentos que culminaram na construção do Reino de Portugal e na sua constituição posterior como País e Estado independente, a Companhia do Teatro Bocage (Lisboa), seleccionou 75 personagens representativos da História de Portugal, num enredo e dinâmica imparáveis.
Viriato, D. Afonso Henriques, D. Afonso III, D. Dinis, D. Afonso IV, D. Fernando, D. João I, D. Henrique, D. Duarte, D. João II, D. Sebastião, D. Afonso VI e D. João V são apenas alguns dos muitos heróis da História de Portugal que destacamos.
Um apurado sentido de descoberta, o orgulho de ser Português, uma coragem sem limites, muita determinação no desbravar de horizontes além mar, na conquista de novas terras e no conhecimento de novos povos, ditam o mote desta divertida comédia, que agrada a público de todas as idades. A não perder!

MAIO
DOM. 1, 8, 15, 22 e 29 às 16:00

JUNHO
DOM. 5 e 12 às 16:00
FERIADO 10 e SÁB. 11 às 16:00

Disponível p/ Escolas e Festivais, por marcação (itinerância)

Mais informações Aqui

DIA DA HISTÓRIA – Concurso Nacional – recriação de factos da História de Portugal

Maio 4, 2010 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“Da iniciativa da revista Fórum Estudante, o Dia da História é um concurso nacional de trabalhos de recriação de factos da História de Portugal, dirigido a alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, e que tem por objectivo proporcionar um aprofundamento do conhecimento da História de Portugal, de forma lúdico-pedagógica e em clima de festa. Podem participar no Dia da História equipas constituídas por 5 a 20 elementos, sendo um deles obrigatoriamente um professor e, os restantes, alunos dos 7º, 8º e 9º anos de escolaridade (opção A) ou dos 10º, 11º e 12º anos (opção B). Cada equipa só pode apresentar um trabalho a concurso.

Para apresentação dos trabalhos a concurso, consideram-se, para as duas opções (3º Ciclo e Ensino Secundário), duas categorias em cada:
A – Expressão dramática (Teatro, Música, Performance, Dança, …)
B – Internet (site, apresentação em power point, vídeo digital, animação, …)

As equipas seleccionadas farão a apresentação dos seus trabalhos no Dia da História 2010 que decorrerá em Lisboa, no Castelo de S. Jorge, no dia 10 de Junho, das 9h30m às 19h. A apresentação da candidatura deve ser feita até ao dia 15 de Maio de 2010, mediante preenchimento da ficha de inscrição que se encontra disponível em www.diadahistoria.forum.pt e o envio, por via electrónica, do dossier do trabalho a concurso.”


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