Seminário “Aprender na Escola para a Sociedade Inclusiva” 10 e 11 de Julho na Escola Secundária de Benavente

Junho 24, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As inscrições estão abertas até 28 de junho de 2017.

Inscrição:

https://docs.google.com/a/centroeducatis.net/forms/d/e/1FAIpQLSckV42o_X_hONtT3imruk1SQYIA-F7MT-POgo3Yt0nBBsTrkw/viewform

programa

http://www.cm-benavente.pt/informacoes/agenda/item/2417-seminario-aprender-na-escola-para-a-sociedade-inclusiva-projeto-gulbenkian

Semear nas Férias : campos de férias inclusivos em Carcavelos

Junho 21, 2017 às 3:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.semear.pt/

http://www.bipp.pt/

 

Guia do Brincar Inclusivo : Projeto Incluir Brincando

Maio 24, 2017 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Ao planejar atividades, brincadeiras e materiais pedagógicos, é preciso fazer a si mesmo uma pergunta-chave: o que vou oferecer permite que TODOS E TODAS BRINQUEM JUNTOS, independentemente das características de cada um?

Neste guia, você vai conhecer os princípios do brincar inclusivo e algumas sugestões que poderão colaborar para a garantia desse direito a toda e qualquer criança.

descarregar o guia no link:

http://files.unicef.org/brazil/pt/br_sesame_guia.pdf

Plataforma de Apoio aos Jovens (Ex)acolhidos (PAJE)

Fevereiro 14, 2017 às 4:13 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito das atividades de Sensibilização / Informação o Instituto de Apoio à Criança – Fórum Construir Juntos tem promovido ações de formação.

Assim, no dia 11 de outubro teve lugar uma sessão de apresentação da Plataforma de Apoio aos Jovens (Ex)acolhidos (PAJE). Esta sessão que decorreu no Auditório da Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais, foi dinamizada por João Pedro Gaspar e contou com a presença de 20 participantes, elementos das equipas técnicas das instituições parceiras da Rede Construir Juntos e elementos dos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família – Psicólogos, Técnicos de Serviço Social, Professores e Estagiários. Os objetivos desta Plataforma passam por evitar a exclusão, promovendo a inclusão social, laboral, etc., proporcionando apoio também em situações burocráticas do quotidiano (IRS, arrendamento, direitos do trabalho, apoios sociais, procura de emprego/formação, etc.), com a ajuda de voluntários das áreas em causa, que eventualmente criarão laços de confiança e interesse mútuo, concorrendo para um contexto securizante, tão necessário para quem já sofreu abandonos.

Na sequência desta colaboração, no dia 22 de novembro, durante o Seminário da Rede Construir Juntos, foi assinado protocolo de cooperação entre a Plataforma PAJE e o Instituto de Apoio à Criança.

 

Workshop CENSOR: Estratégias de Colaboração para o Envolvimento, Integração e Educação de Refugiados/Migrantes – 17 janeiro em Lisboa

Janeiro 13, 2017 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Participação Gratuita, mas sujeita a inscrição.

mais informações:

http://aidlearn.pt/pt/empresa/servicos/eventos/ev-002.html

PARTIS – Ou como a arte pode transformar a vida de reclusos, jovens em risco, refugiados, pessoas isoladas ou com deficiência. 12 a 15 de janeiro na FCG

Janeiro 11, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mas informações:

https://gulbenkian.pt/noticias/isto-e-partis/?utm_source=facebook.com&utm_medium=referral&utm_campaign=PGDH_IstoePARTIS_20170105

10 filmes que abordam a inclusão de pessoas com deficiência

Novembro 27, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site https://catraquinha.catracalivre.com.br/ de 25 de julho de 2016.

por Redação

Do Centro de Referências

Para garantir a efetiva inclusão de crianças e adultos, é necessário que as deficiências sejam lidas em um contexto de diversidade, assumindo que todos temos perfis e necessidades específicas e aprendemos cada um a nossa maneira.

Para contribuir com essa reflexão, o Centro de Referências em Educação Integral selecionou filmes que têm como tema a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência. As obras podem ser um excelente disparador para debater, em sala de aula e também em família, a necessidade da construção de uma sociedade inclusiva.

Veja abaixo aqueles que tem classificação livre e pode ser visto pelas crianças.

Aqui você confere a lista completa

Cordas (2014)

O curta animado “Cordas” narra a amizade entre Maria, uma garotinha muito especial e Nicolás, seu novo colega de classe, que sofre de paralisia cerebral. A pequena, vendo algumas das impossibilidades do amigo, não desiste e faz de tudo para que ele se divirta e consiga brincar. Reconfigurando e recriando jogos e atividades, Maria celebra a vida do colega, aprende ao passo que ensina e emociona a todos – inclusive os espectadores -, com as possibilidades do sonho e de uma amizade verdadeira. Ao final, uma surpresa especial, que lembra a todos da importância do educar e da relação que se estabelece no ensino e aprendizagem.

Sempre amigos (1998)

O filme relata a parceria, a amizade e as dificuldades enfrentadas por dois garotos: Kevin, extremamente inteligente, sofre de uma doença degenerativa e, por conta disso, acaba ficando isolado do convívio social, e vivendo mais no mundo da imaginação; e Max, um gigante de 13 anos, que não tem o desenvolvimento esperado na escola e por conta disso é discriminado no ambiente pelos colegas. Quando os dois se encontram, uma bela amizade nasce e com ela uma relação de inteligência e força, como um contraponto às injustiças cometidas nas demais relações de convivência.

Uma lição de amor (2001)

O filme conta a história de Sam Dawson, um homem com deficiência mental que tem uma filha Lucy que, quando completa 7 anos, começa a ultrapassar intelectualmente seu pai. Uma assistente social ao ver a situação quer tirar a guarda internando Lucy em um orfanato. A situação se transforma em um briga jurídica em que se discute o papel do pai e se pessoas com limitações intelectuais como Sam podem ser responsáveis por crianças.

A pessoa é para o que nasce (2002)

Documentário relata a história de três irmãs cegas de Campina Grande, Maria das Neves, Regina Barbosa e Francisca da Conceição. A narrativa mostra a leitura de mundo das mulheres e a dedicação do trio à música.

Janela da Alma (2001)

No documentário, 19 pessoas dão seus relatos de como lidam com a deficiência visual. As histórias acabam abordando o olhar de uma forma mais sensível e menos ligada diretamente com o espectro exterior, sugerindo que a sociedade em geral, mesmo com a possibilidade de ver, deixou de enxergar o que é visível aos olhos.

Amy uma vida pelas crianças

Após a morte de seu filho, Amy deixa seu marido para se tornar professora em uma escola para crianças deficientes. Descobrindo uma nova razão para viver, ela se dedica a ensinar crianças surdas a falar, ao mesmo tempo em que elas o ensinam o verdadeiro sentido do amor.

 

 

Afonso, Alexandre e João são “meninos especiais” com histórias em papel

Novembro 16, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do http://p3.publico.pt/ de 24 de outubro de 2016.

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Cada livro da colecção “Meninos Especiais” conta a história de uma criança com necessidades especiais. O Afonso tem um atraso global de desenvolvimento. O Alexandre tem síndrome de X frágil. O João ainda não tem diagnóstico. Escritores e ilustradores foram desafiados a conhecer estes meninos e a entrar nos seus mundos reais

Texto de Andreia Cunha

Afonso tinha um ano quando foi vítima de uma meningite. Durante três meses lutou contra a morte numa cama de hospital e finalmente voltou para casa. Livrou-se da meningite, mas esta doença levou consigo muitas competências — sentar-se, andar, falar ou agarrar um objecto já não estava ao seu alcance. O Afonso tem um atraso global de desenvolvimento. O que pouca gente sabe é que este menino tem uma espada mágica e adora pintar. Todos os dias trazem novas aprendizagens. E são estes momentos que Isabel Stilwell conta no livro “Afonso e a Espada Mágica”.

Madalena Braga aceitou sem hesitar o desafio de ilustrar uma realidade que não conhecia. No entanto, foi fácil inspirar-se e trazer para o papel uma dimensão especial do dia-a-dia do Afonso. O baloiço onde se sente seguro, as mãos todas as sujas de bolo de chocolate e Filipe (pai adoptivo) montado num cavalo, um animal que Afonso adora, são alguns dos momentos que a ilustradora polvilhou no livro. “O que mais me cativou a representar o Afonso foi a expressão daquele olhar, bastante intenso e feliz, e um sorriso que acompanhou o encontro que tivemos quando o fomos visitar a casa”, diz a ilustradora.

Este encontro resultou numa “relação mágica com o Afonso através da ilustração”. “Quando conheci o Afonso lembro-me que a imagem que melhor registei na minha cabeça foi quando ele veio ter comigo com um brilho nos olhos e um sorriso enorme. Essa foi a maior fonte de inspiração para poder ilustrar a vida do Afonso e tentar exaltá-lo como se fosse o herói da história”, explica ao P3.

Contar as histórias de três meninos reais foi o desafio lançado por Luísa Beltrão, presidente da associação Pais em Rede, a seis escritores e ilustradores. “Como escritora comecei a pensar que seria excelente fazer pequenos livros com bons escritores da nossa praça que pudessem ir conhecer crianças com determinado problema, conhecer cada uma na sua casa e criar uma história que pudesse fazer outras crianças entrar no mundo desse colega diferente”.

Ana Zanatti teve oportunidade de conhecer Alexandre, um menino simpático e irrequieto que adora comer gelados na praia e tocar bateria enquanto a mãe toca piano. O Alexandre tem síndrome de X frágil, uma doença genética causada pela mutação de um único gene. Apesar de demorar um pouco mais a aprender do que os colegas da escola, Madalena Bastos, ilustradora, conseguiu captar o Alexandre e alguns momentos de descoberta e de alegria junto dos familiares e amigos.

Já a vida do João é uma caça ao tesouro e, todos os dias, em casa deste menino descobre-se a música antes de encontrar os peluches cheios de dentadas. O livro de Afonso Reis Cabral é “um testemunho” da realidade em que vive o João, uma criança que tem grandes impedimentos em qualquer aprendizagem. Um almoço e uma tarde juntos foram o suficiente para o romancista descrever o mundo do João e “transmitir esse ambiente aos leitores”. O João não fala, quase não anda, não come sozinho, mas não é isso que se vê nos desenhos de Carla Isidro. A ilustradora mostra o quarto onde o João guarda tudo o que gosta, o jardim com o baloiço e a relva onde passeia e a sala onde encontra a irmã pequena antes de lhe dar um abraço.

Estes meninos são agora protagonistas de livros que têm como objectivo a inclusão social de crianças e jovens com deficiência. Luísa Beltrão é também mãe de uma mulher com deficiência e acredita que “esta colecção dos Meninos Especiais é, de certa maneira, o melhor expoente do que é o espírito dos Pais em Rede”, uma associação que nasceu em 2008 pela mão de um grupo de pais preocupados com o futuro dos filhos.

Mas os principais destinatários destes livros não são as crianças com necessidades especiais. As histórias podem ser lidas pelos pais e familiares de crianças com as mesmas patologias, pelos pais de crianças que não tiveram qualquer contacto com estes problemas, pelos professores e educadores nas escolas e até pelos próprios alunos. “Estes livros são dirigidos a todas as crianças e a todos os adultos”, salienta Edite Vasconcelos, coordenadora do projecto “Meninos Especiais”.

Histórias que são difíceis de compreender

O projecto já vai no quarto ano e, doze livros depois, o objectivo mantém-se. Em 2012, a primeira colecção mostrava síndromes mais conhecidas como autismo e trissomia 21. Depois, foram dando a conhecer outras histórias que ainda hoje são difíceis de compreender como é o caso do João. “Há muitas crianças que não têm diagnóstico, têm uma série de deficiências mas estas não se enquadram em nenhuma patologia descoberta. Fizemos este livro porque representa uma fatia grande das crianças e jovens com deficiência deste país e de todo o mundo”, explica Edite Vasconcelos.

Os livros da colecção “Meninos Especiais” não estão à venda nas livrarias, apenas podem ser adquiridos por encomenda através de correio electrónico. Além destas edições, há ainda livros inclusivos com textos a negro e em braille para garantir que o objectivo da inclusão seja cumprido. Depois de terem sido vendidos mais de 18 mil exemplares em quatro anos, Luísa Beltrão não deixa de sublinhar o “sucesso retumbante” destes livros infantis trabalhados gratuitamente por escritores, ilustradores, paginadores e editores, contando ainda com o apoio de várias instituições. Cada livro custa cinco euros e a receita reverte na totalidade para os projectos da associação.

A quarta colecção é apresentada a 24 de Outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Mas Luísa Beltrão garante que estas histórias não terminam aqui: “Para ano há outra colecção e já há vários escritores que estão interessados em escrever mais livros”.

Livros que trouxeram um novo olhar sobre as deficiências, modificaram a experiência dos escritores, ajudaram os pais destas crianças a “desdramatizar” os problemas dos filhos e todas as crianças a compreender as suas necessidades e os comportamentos dos outros. Estes livros, refere Luísa Beltrão, “são fruto de uma rede de boa vontade” e uma forma de permitir que estas crianças sejam incluídas na sociedade onde vivem.

http://paisemrede.pt/

 

 

 

 

Curso “Acolher, Formar e Incluir Refugiados em Portugal” – 10 outubro a 20 de novembro em Santarém

Outubro 1, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições até 9 de outubro 2016

mais informações no link:

http://cctic.ese.ipsantarem.pt/afir/

Apresentação da Plataforma PAJE – 11 de outubro em Coimbra

Setembro 27, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Confirmação obrigatória até 10 de outubro para  iac-fcj@iacrianca.pt

mais informações sobre a plataforma:

https://www.facebook.com/PlataformadeApoioJovensExacolhidos/

http://www.paje.pt/index.html

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