O Encontro Comemorativo dos 20 Anos da Rede Construir Juntos decorreu em 30 de junho de 2017

Julho 28, 2017 às 3:37 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No dia 30 de junho, assinalou-se os 20 Anos da Rede Construir Juntos (RCJ), com a realização de um Encontro Comemorativo, que decorreu no Auditório do Instituto Português do Desporto e Juventude, em Lisboa.

A sessão de abertura contou com a presença de Manuela Eanes – Presidente Honorária do IAC, Augusto Fontes Baganha – Presidente do Conselho Diretivo do IPDJ, Hugo Carvalho – Presidente do Conselho Nacional da Juventude e José António Vieira da Silva – Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Manuela Eanes, no seu discurso sábio, salientou que uma das grandes prioridades da Europa tem de ser o Social, num trabalho responsável e humanizado, enfatizando a importância que a constituição da Rede Construir Juntos teve para a promoção da intervenção, não só do IAC mas também das demais entidades parceiras. Vieira da Silva evidenciou a enorme importância de se estabelecer um diálogo aberto com as redes da sociedade civil, numa lógica de cooperação com os poderes instituídos.

Terminada a sessão de abertura, um grupo de jovens subiu ao palco para ofertar a cada um dos presentes uma flor, portadora das suas mensagens, como símbolo da sua Voz. Seguiu-se depois um Momento Musical com a atuação de representantes da Rede Juvenil Crescer Juntos.

O 1º painel – “20 Anos a Construir Juntos” teve a participação de Matilde Sirgado, Coordenadora do IAC – Projecto Rua, Paula Nobre de Deus da Direção da Associação Chão dos Meninos de Évora e Carlos Caixas, Psicólogo e consultor para a intervenção profissional de pessoas vulneráveis.

 

 

Matilde Sirgado levou-nos numa “viagem “ pelas várias etapas do crescimento da RCJ, com “escala” obrigatória em momentos fulcrais da vida desta Rede. Convidando-nos a participar num “regresso ao passado”, recordou o momento de formalização pública da Rede, destacou a tipologia de acções levadas a cabo, demonstrando a capacidade que esta Rede sempre demonstrou em antecipar respostas adequadas aos problemas sociais emergentes, promovendo a transferibilidade de metodologias a nível nacional e internacional, reforçando a inevitabilidade do trabalho em parceria.

Frisando a importância do registo de todos os momentos que ajudaram a Rede a crescer, Paula Nobre de Deus desafiou os presentes a “regressar ao futuro”, a renovar o compromisso de partilha, a ligar esta Rede a outras redes por forma a ter uma visão concertada dos problemas e a assumir uma postura de lobby para que possamos ter uma política pública, para as crianças/jovens e suas famílias, que garanta uma transversalidade necessária no âmbito dos Direitos.

Carlos Caixas proferiu a comunicação: “Construir Juntos(,) o Portugal Social e a Europa”. Recordou a importância que a RCJ teve para o crescimento da ArteNave de Moimenta da Beira. Abordou a necessidade de financiamento das redes para que possam efetivar o seu trabalho e que os projetos deveriam ser tomados pelas instituições e não por pessoas.

No período da tarde, Paula Duarte, Coordenadora do IAC – Fórum Construir Juntos em Coimbra, Alexandre Gencer e Maria Lopes – Representantes da Rede Juvenil – abordaram o tema “Rede Juvenil Crescer Juntos – Os Jovens como Agentes de Mudança”.

 

 

Paula Duarte fez um balanço dos sete anos de Rede Juvenil e evidenciou a importância/dedicação do trabalho desenvolvido pelos jovens da Rede Juvenil Crescer Juntos (RJCJ).

Alexandre Gencer partilhou com os presentes as mais valias de pertencer a uma rede, na qual os jovens tem uma participação ativa em todo o processo e se sentem representados. Considerou ainda que é pertinente que todas as instituições tenham conhecimento do trabalho umas das outras para que possam ser mais eficazes e não duplicar ações.

Maria Lopes deu o seu testemunho, enquanto membro da Rede Juvenil, conseguindo passar a mensagem de uma forma emotiva e criativa.

A Coordenadora do Núcleo da EAPN de Lisboa, Maria Joaquina Madeira, apresentou uma comunicação sobre “O Valor Acrescentado do Trabalho em Rede”. Realçou que as instituições desenvolveram novas competências que só são possíveis com um trabalho em rede e que alguns dos problemas se resolvem inovando. Considerou que esta Rede é uma rede vitoriosa pois contempla a ação humana, os afetos, a cooperação e a coragem de inovar.
Hermano Carmo, Professor Catedrático, abordou a temática “As Parcerias na Educação para a Cidadania”. Referiu que não é possível lidar sozinho com problemas complexos. Daí a importância de um cidadão, para exercer o seu dever de cidadania, ser autónomo, solidário e socialmente responsável. Para concluir referiu que a “chave da sustentabilidade de qualquer parceria está na capacidade de ser autêntica, ou seja a sua prática tem de corresponder à sua retórica”.

 

 

Paulo Teixeira, Consultor Logframe – Consultoria e Formação -falou sobre a “RCJ – Que perspetivas para o Futuro?”. Referiu que estamos num contexto de mudança nas formas de pensar e agir na área social. Neste sentido, considerou a RCJ um bom exemplo de resiliência e de adaptabilidade. Para o futuro, considerou que a Rede deverá ser sustentável, ganhar escala, ter aumento de eficiência e eficácia, de forma a responder rapidamente a novos desafios. Neste sentido, as redes não são uma opção, mas sim uma inevitabilidade.

Na sessão de encerramento, contámos com a presença de Dulce Rocha-Presidente do IAC, Cinelândia Cogumbreiro Presidente do IAC Açores, José Carreiro – Presidente do CASLAS –Lagos, João Afonso – Vereador dos Direitos Sociais CML, Pedro Folgado – Diretor do Departamento da Juventude do IPDJ e João Paulo Rebelo – Secretário de Estado da Juventude e do Desporto. Foi dado ênfase ao facto de a RCJ, nos seus projetos, dar voz aos jovens, respeitando o direito à participação e opinião das crianças, numa lógica de empoderamento da juventude. Em jeito de conclusão e, como afirmou Hugo Carvalho, ”olhar para a descendência de uma rede é olhar para o futuro”.

Paralelamente à realização do Encontro, esteve patente ao público uma exposição, sobre o percurso da Rede ao longo de duas décadas, ilustrada com imagens das atividades mais emblemáticas. Considerou-se ainda importante e oportuno, pela temática abordada, a divulgação do livro Crianças em Situação de Rua: O caso do IAC – Projecto Rua “Em Família para Crescer”, da autoria de Matilde Sirgado.

Salienta-se ainda a amável colaboração da Casa Pia de Lisboa, que proporcionou um saboroso coffee break servido pelos seus alunos.

“25 anos de intervenção do Projecto Rua em retroespetiva”

Julho 28, 2017 às 11:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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“25 anos de intervenção do Projecto Rua em retroespetiva”

Decorreu no dia 29 de junho, na livraria Bulhosa do Campo Grande, o lançamento do livro “Crianças em Situação de Rua: O Caso do IAC – Projecto Rua “Em Família para Crescer”, da autoria de Matilde Sirgado.

No estudo e investigação apresentados neste livro pretende-se analisar a problemática das crianças em situação de rua na cidade de Lisboa, recorrendo à metodologia de intervenção desenvolvida pelo IAC- Projecto Rua ao longo de 25 anos.

 

 

Através de uma pesquisa exploratória de estudo de caso único, apoiada numa abordagem qualitativa teórico e analítica, faz-se uma análise aprofundada do Projecto que visou a compreensão do seu papel na construção de percursos de inclusão, em torno das seguintes dimensões: como Observatório Social da problemática, como Laboratório Social, como Serviços de Cuidados de Proximidade e como contributo para a adequação de Políticas Públicas.

Para além da equipa do Projecto Rua e representantes de entidades parceiras, a sessão contou também com a presença da Presidente Honorária do IAC, Dra. Manuela Ramalho Eanes, tendo a apresentação da obra ficado a cargo do Professor Dr. Hermano Carmo do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa e orientador do mestrado que deu origem a esta obra, e da Presidente da Direção do IAC, Dra. Dulce Rocha.

Atualmente esta obra está disponível para venda através do IAC e Edições Silabo e a partir de setembro nas livrarias habituais.

Paula Paçó

“Já não há crianças de rua em Portugal, mas existem fugas preocupantes”: declarações de Matilde Sirgado do IAC ao DN

Junho 30, 2017 às 10:53 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Instituto de Apoio à Criança continua a encontrar jovens, principalmente dos 14 aos 18 anos, em “situação de vulnerabilidade nas ruas”.

A coordenadora do “Projeto Rua”, do Instituto de Apoio à Criança (IAC), afirmou hoje que “já não há crianças de rua”, mas alertou para as fugas de jovens, um fenómeno preocupante por estar associado a problemáticas “muito graves”.

Matilde Sirgado, autora do livro “Crianças em situação de rua – O Caso do IAC/Projecto Rua em família para crescer”, tem acompanhado esta realidade, que pretende dar a conhecer através da sua obra, que é apresentada hoje em Lisboa.

“O fenómeno alterou-se e neste momento podemos dizer que já não há crianças de rua, no sentido clássico, nas grelhas do Metro, como víamos há 20 anos, mas existem as fugas que são um novo fenómeno que preocupa a sociedade”, disse à agência Lusa Matilde Sirgado.

Esta situação é preocupante porque “está associada a outras problemáticas muito mais graves”, disse a responsável, explicando que, devido à situação de vulnerabilidade em que se encontram, os jovens podem tornar-se vítimas de tráfico de seres humanos.

Podem também ser “cooptados para práticas, como a prostituição infantil”, mas também para “exploração do trabalho infantil nas suas piores formas, desde a mendicidade, utilização para tráfico e a violência sexual”, alertou.

O IAC tem vindo a fazer um trabalho de diagnóstico com as principais zonas da cidade de Lisboa onde esta realidade acontece e continua a encontrar jovens, principalmente dos 14 aos 18 anos, em “situação de vulnerabilidade nas ruas”.

“Utilizam as ruas como estratégias de sobrevivência, estão em rutura com a família ou com alguma instituição e estão vulneráveis e entregues a si próprios na cidade de Lisboa”, contou.

Por um lado, estes jovens são “vítimas da sociedade, mas por outro podem passar rapidamente a infratores” se estiverem desprotegidos e sem um apoio e um enquadramento institucional.

“Podem cometer pequenos delitos, como furtos, e por isso é que é prioritário continuar a agir em torno desta problemática”, defendeu a coordenadora do “Projeto Rua”.

Matilde Sirgado salientou que a intervenção junto destas crianças e jovens tem sido uma prioridade do Instituto de Apoio à Crianças, em parceria com o Estado e com outras instituições.

É esta intervenção que o IAC realiza há 25 anos, através de um projeto de intervenção direta no local que pretende recuperar crianças vulneráveis, que o livro de Matilde Sirgado pretende dar a conhecer aos portugueses.

“As crianças de rua são uma realidade que sofreu evoluções ao longo dos tempos”, mas que existe na Europa. “Não é só um problema de África, um problema dos países pobres”, salientou.

Nesse sentido, o livro pretende alertar a sociedade para a necessidade de continuar a agir e mostrar “os resultados desta intervenção que foram francamente positivos”.

Apesar de ter havido, uma “grande melhoria” no combate a este fenómeno, que é uma prioridade a nível das medidas da União Europeia, Matilde Sirgado considera que “ainda há muito por fazer, porque é uma realidade que está invisível”.

 

Diário de Notícias em 29 de junho de 2017

Sessão de apresentação do livro “Crianças em situação de rua” de Matilde Sirgado do IAC – 29 junho, 18.00 horas na livraria Bulhosa

Junho 29, 2017 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança convida V. Exa. para o lançamento do livro: Crianças em Situação de Rua – O Caso do IAC Projecto Rua “Em Família para Crescer”, da autoria Matilde Sirgado – Coordenadora do Projecto Rua, no dia 29 de junho, pelas 18h00, na Livraria Bulhosa do Campo Grande (ver mapa).

A sessão contará  com a presença da Presidente Honorária do IAC, Dra. Manuela Ramalho Eanes e a apresentação da obra será feita pelo Professor Catedrático  do ISCSP da Universidade de Lisboa e da Universidade Aberta, Hermano Carmo e pela Presidente da Direção do IAC, Dra. Dulce Rocha.

A Direção

Evento no Facebook

Sessão de apresentação do livro “Crianças em situação de rua” de Matilde Sirgado do IAC – 29 junho na livraria Bulhosa

Junho 27, 2017 às 11:00 am | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança convida V. Exa. para o lançamento do livro: Crianças em Situação de Rua – O Caso do IAC Projecto Rua “Em Família para Crescer”, da autoria Matilde Sirgado – Coordenadora do Projecto Rua, no dia 29 de junho, pelas 18h00, na Livraria Bulhosa do Campo Grande (ver mapa).

A sessão contará  com a presença da Presidente Honorária do IAC, Dra. Manuela Ramalho Eanes e a apresentação da obra será feita pelo Professor Catedrático  do ISCSP da Universidade de Lisboa e da Universidade Aberta, Hermano Carmo e pela Presidente da Direção do IAC, Dra. Dulce Rocha.

A Direção

Evento no Facebook

Sessão de apresentação do livro “Crianças em situação de rua” de Matilde Sirgado do IAC – 29 junho na livraria Bulhosa

Junho 22, 2017 às 10:30 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança convida V. Exa. para o lançamento do livro: Crianças em Situação de Rua – O Caso do IAC Projecto Rua “Em Família para Crescer”, da autoria Matilde Sirgado – Coordenadora do Projecto Rua, no dia 29 de junho, pelas 18h00, na Livraria Bulhosa do Campo Grande (ver mapa).

A sessão contará  com a presença da Presidente Honorária do IAC, Dra. Manuela Ramalho Eanes e a apresentação da obra será feita pelo Professor Catedrático  do ISCSP da Universidade de Lisboa e da Universidade Aberta, Hermano Carmo e pela Presidente da Direção do IAC, Dra. Dulce Rocha.

A Direção

 

Tráfico de crianças: Portugal continua a ser país de destino – Declarações de Matilde Sirgardo do IAC ao DN

Março 17, 2017 às 4:42 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.dn.pt/ de 17 de março de 2017.

A notícia contém declarações da Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua e membro da Direção do IAC.

A 13 de outubro de 2016, o governo lançou uma campanha contra o tráfico de crianças

Conselho da Europa apela a melhorias na identificação e proteção dos menores vítimas de tráfico de seres humanos em Portugal

M., cidadã romena, de 34 anos, veio para Portugal com uma proposta de trabalho aliciante na restauração. Pensou que era uma oportunidade de dar melhores condições de vida aos filhos, mas foi recebida por um casal da mesma nacionalidade, que a obrigou a entregar toda a documentação e a prostituir-se na rua. Não recebia qualquer remuneração, vivia em condições desumanas, era vítima de agressões. O caso acabou denunciado e M. recebeu apoio no Centro de Acolhimento e Proteção (CAP) do Sul, da responsabilidade da Associação de Apoio à Vítima.

M. foi uma das 226 vítimas de tráfico de seres humanos identificadas entre 2012 e junho de 2016 em Portugal, país que é sobretudo de destino, mas também de saída e trânsito para este fenómeno, como refere o relatório publicado hoje pelo grupo de peritos em ações contra o tráfico de seres humanos (GRETA). Entre as recomendações que o grupo do Conselho da Europa faz a Portugal está um maior enfoque nas crianças: Portugal deve melhorar a identificação e proteção dos menores vítimas de tráfico humano, nomeadamente através de alojamento adequado, acesso à educação e formação profissional.

Embora existam três abrigos para adultos em Portugal – algo que é destacado como positivo no documento -, o país não dispõe de nenhum específico para crianças, sendo estas encaminhadas para instituições de apoio a crianças e jovens em risco. “Portugal tem trabalhado para melhorar os procedimentos e apoio às crianças, mas tem de existir uma melhoria na identificação e assistência”, destaca Rita Bessa, diretora técnica do CAP Sul da APAV, centro que tem capacidade para oito mulheres.

No que diz respeito ao alojamento dos menores, Matilde Sirgado, coordenadora do projeto RUA do Instituto de Apoio à Criança (IAC) – membro da Rede de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico -, revela que “está prevista a criação de uma casa-abrigo específica para estas crianças”. “Temos algumas coisas a fazer, mas que estão previstas no Plano Nacional. Portugal está atento, tem estado a fazer um bom trabalho”, refere.

A ausência ou a utilização de documentos falsos e uma mobilidade constante são alguns dos problemas que surgem na identificação das vítimas menores. No período referido no documento foram identificadas 36 em Portugal. Segundo os dados do Observatório de Tráfico de Seres Humanos (OTSH), só em 2015 foram sinalizados 18 menores como presumíveis vítimas, dos quais seis foram confirmados. Todos do sexo feminino e a maioria de nacionalidade angolana. Em três casos, Portugal era país de destino e nos restantes era país de trânsito para França.

O IAC é uma das entidades que sinalizam menores em situação de vulnerabilidade. “Podemos melhorar a sinalização e identificação das vítimas em Portugal, porque é uma problemática muitas vezes escondida”, sublinha Matilde Sirgado, sugerindo, por exemplo, a formação de técnicos para que possam identificar situações de risco. Crianças em contexto de rua, porque fugiram de instituições ou de casa, “são potenciais vítimas de tráfico” humano, muitas vezes para serem integradas em “grupos organizados” de “tráfico, furtos ou prostituição”.

Uma das preocupações do GRETA é o desaparecimento de crianças estrangeiras não acompanhadas, o que requer alojamento adequado e formação específica. Uma inquietação referida pela coordenadora do RUA, que diz que Portugal precisa de se preparar, porque o problema poderá vir a ter expressão no país.

No documento, o GRETA manifesta-se igualmente preocupado com “o baixo número de vítimas de tráfico que recebem indemnizações”, pelo que pede às autoridades portuguesas que garantam que as vítimas exercem o direito às mesmas. Destacando medidas positivas como o reforço do quadro jurídico e a criação da rede de apoio às vítimas, apela a que as autoridades continuem a perseguir os casos de tráfico de seres humanos.

 

 

Matilde Sirgado, coordenadora do IAC – Projecto Rua, recebe Prémio de Mérito da Fundação D. Pedro IV

Março 2, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito do mestrado em Política Social, a coordenadora do Projecto Rua, Matilde Sirgado, foi convidada a apresentar a sua candidatura ao Prémio de Mérito da Fundação D. Pedro IV, com a sua dissertação intitulada “Crianças em Situação de Rua: o caso do IAC – Projecto Rua “Em Família para Crescer”.

A atribuição deste Prémio, que resulta de um Protocolo de Cooperação no âmbito da investigação científica e formação entre a Fundação D. Pedro IV e o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, destina-se a galardoar os trabalhos de investigação desenvolvidos nas áreas temáticas da ação social da Fundação D. Pedro IV.

Matilde Sirgado foi uma das contempladas nesta edição de 2014 – 2015, tendo-lhe sido atribuído o Prémio de Mérito da Fundação D. Pedro IV.

“O trabalho apresentado foi considerado de grande qualidade, com elevado grau de profundidade científica e de problematização, enquadrando-se perfeitamente na lógica do Prémio”.

Na sequência desta atribuição, foi convidada a estar presente na Gala dos Prémios de Mérito ISCSP – Caixa Geral de Depósitos, que teve lugar no dia 23 de Fevereiro de 2016 na Aula Magna Adriano Moreira do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e na qual lhe foi entregue formalmente o Prémio de Mérito.

Esta Gala foi uma iniciativa integrada no âmbito das comemorações 110 anos do Instituto, através da qual se pretende reconhecer a excelência do ensino e da investigação desenvolvida no ISCSP-ULisboa.

Parabéns mestre Matilde e parabéns também ao Instituto de Apoio à Criança pelos 26 anos de intervenção junto de crianças em situação de rua.

Matilde

Vídeo do programa “Repórter TVI” “Meninos Invisíveis” sobre o Projecto Rua do Instituto de Apoio à Criança

Junho 2, 2015 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Vídeo do programa “Repórter TVI” “Meninos Invisíveis”sobre o Projecto Rua do Instituto de Apoio à Criança, emitido no dia 1 de junho de 2015. A reportagem contou com a participação da Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua e de vários técnicos do IAC- Projecto Rua.

o vídeo da reportagem pode ser visualizado no link:

http://www.tvi.iol.pt/programa/reporter-tvi/53c6b3483004dc006243bd77/videos/–/videos–reptvi/video/556cbfd00cf2c34b73cb6a00/1

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Apresentação do produto final do projeto “Catch & Sustain” em Lisboa e Bruxelas

Fevereiro 19, 2015 às 1:52 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança, enquanto entidade parceira em Portugal do projeto europeu CATCH & SUSTAIN (“European Cross – Actors Exchange Platform for Trafficked Children on Methodology Building for Prevention and Sustainable Inclusion” – HOME / 2012 / ISEC / AG / THB / 4000003940), vai apresentar aos seus parceiros locais no próximo dia 26 de fevereiro em Lisboa o produto final do mesmo, um manual de formação para a prevenção do tráfico de crianças.

Esta sessão antecede a conferência final direccionada para entidades e representantes a nível europeu, que se realizará a 26 de março em Bruxelas, na qual estará presente a equipa que representa o IAC neste projecto: Matilde Sirgado, Paula Paçó, Isabel Porto e Maria João Carmona.

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