Sessão de apresentação do livro “Crianças em situação de rua” de Matilde Sirgado do IAC – 29 junho na livraria Bulhosa

Junho 22, 2017 às 10:30 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança convida V. Exa. para o lançamento do livro: Crianças em Situação de Rua – O Caso do IAC Projecto Rua “Em Família para Crescer”, da autoria Matilde Sirgado – Coordenadora do Projecto Rua, no dia 29 de junho, pelas 18h00, na Livraria Bulhosa do Campo Grande (ver mapa).

A sessão contará  com a presença da Presidente Honorária do IAC, Dra. Manuela Ramalho Eanes e a apresentação da obra será feita pelo Professor Catedrático  do ISCSP da Universidade de Lisboa e da Universidade Aberta, Hermano Carmo e pela Presidente da Direção do IAC, Dra. Dulce Rocha.

A Direção

 

Tráfico de crianças: Portugal continua a ser país de destino – Declarações de Matilde Sirgardo do IAC ao DN

Março 17, 2017 às 4:42 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.dn.pt/ de 17 de março de 2017.

A notícia contém declarações da Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua e membro da Direção do IAC.

A 13 de outubro de 2016, o governo lançou uma campanha contra o tráfico de crianças

Conselho da Europa apela a melhorias na identificação e proteção dos menores vítimas de tráfico de seres humanos em Portugal

M., cidadã romena, de 34 anos, veio para Portugal com uma proposta de trabalho aliciante na restauração. Pensou que era uma oportunidade de dar melhores condições de vida aos filhos, mas foi recebida por um casal da mesma nacionalidade, que a obrigou a entregar toda a documentação e a prostituir-se na rua. Não recebia qualquer remuneração, vivia em condições desumanas, era vítima de agressões. O caso acabou denunciado e M. recebeu apoio no Centro de Acolhimento e Proteção (CAP) do Sul, da responsabilidade da Associação de Apoio à Vítima.

M. foi uma das 226 vítimas de tráfico de seres humanos identificadas entre 2012 e junho de 2016 em Portugal, país que é sobretudo de destino, mas também de saída e trânsito para este fenómeno, como refere o relatório publicado hoje pelo grupo de peritos em ações contra o tráfico de seres humanos (GRETA). Entre as recomendações que o grupo do Conselho da Europa faz a Portugal está um maior enfoque nas crianças: Portugal deve melhorar a identificação e proteção dos menores vítimas de tráfico humano, nomeadamente através de alojamento adequado, acesso à educação e formação profissional.

Embora existam três abrigos para adultos em Portugal – algo que é destacado como positivo no documento -, o país não dispõe de nenhum específico para crianças, sendo estas encaminhadas para instituições de apoio a crianças e jovens em risco. “Portugal tem trabalhado para melhorar os procedimentos e apoio às crianças, mas tem de existir uma melhoria na identificação e assistência”, destaca Rita Bessa, diretora técnica do CAP Sul da APAV, centro que tem capacidade para oito mulheres.

No que diz respeito ao alojamento dos menores, Matilde Sirgado, coordenadora do projeto RUA do Instituto de Apoio à Criança (IAC) – membro da Rede de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico -, revela que “está prevista a criação de uma casa-abrigo específica para estas crianças”. “Temos algumas coisas a fazer, mas que estão previstas no Plano Nacional. Portugal está atento, tem estado a fazer um bom trabalho”, refere.

A ausência ou a utilização de documentos falsos e uma mobilidade constante são alguns dos problemas que surgem na identificação das vítimas menores. No período referido no documento foram identificadas 36 em Portugal. Segundo os dados do Observatório de Tráfico de Seres Humanos (OTSH), só em 2015 foram sinalizados 18 menores como presumíveis vítimas, dos quais seis foram confirmados. Todos do sexo feminino e a maioria de nacionalidade angolana. Em três casos, Portugal era país de destino e nos restantes era país de trânsito para França.

O IAC é uma das entidades que sinalizam menores em situação de vulnerabilidade. “Podemos melhorar a sinalização e identificação das vítimas em Portugal, porque é uma problemática muitas vezes escondida”, sublinha Matilde Sirgado, sugerindo, por exemplo, a formação de técnicos para que possam identificar situações de risco. Crianças em contexto de rua, porque fugiram de instituições ou de casa, “são potenciais vítimas de tráfico” humano, muitas vezes para serem integradas em “grupos organizados” de “tráfico, furtos ou prostituição”.

Uma das preocupações do GRETA é o desaparecimento de crianças estrangeiras não acompanhadas, o que requer alojamento adequado e formação específica. Uma inquietação referida pela coordenadora do RUA, que diz que Portugal precisa de se preparar, porque o problema poderá vir a ter expressão no país.

No documento, o GRETA manifesta-se igualmente preocupado com “o baixo número de vítimas de tráfico que recebem indemnizações”, pelo que pede às autoridades portuguesas que garantam que as vítimas exercem o direito às mesmas. Destacando medidas positivas como o reforço do quadro jurídico e a criação da rede de apoio às vítimas, apela a que as autoridades continuem a perseguir os casos de tráfico de seres humanos.

 

 

Matilde Sirgado, coordenadora do IAC – Projecto Rua, recebe Prémio de Mérito da Fundação D. Pedro IV

Março 2, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito do mestrado em Política Social, a coordenadora do Projecto Rua, Matilde Sirgado, foi convidada a apresentar a sua candidatura ao Prémio de Mérito da Fundação D. Pedro IV, com a sua dissertação intitulada “Crianças em Situação de Rua: o caso do IAC – Projecto Rua “Em Família para Crescer”.

A atribuição deste Prémio, que resulta de um Protocolo de Cooperação no âmbito da investigação científica e formação entre a Fundação D. Pedro IV e o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, destina-se a galardoar os trabalhos de investigação desenvolvidos nas áreas temáticas da ação social da Fundação D. Pedro IV.

Matilde Sirgado foi uma das contempladas nesta edição de 2014 – 2015, tendo-lhe sido atribuído o Prémio de Mérito da Fundação D. Pedro IV.

“O trabalho apresentado foi considerado de grande qualidade, com elevado grau de profundidade científica e de problematização, enquadrando-se perfeitamente na lógica do Prémio”.

Na sequência desta atribuição, foi convidada a estar presente na Gala dos Prémios de Mérito ISCSP – Caixa Geral de Depósitos, que teve lugar no dia 23 de Fevereiro de 2016 na Aula Magna Adriano Moreira do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e na qual lhe foi entregue formalmente o Prémio de Mérito.

Esta Gala foi uma iniciativa integrada no âmbito das comemorações 110 anos do Instituto, através da qual se pretende reconhecer a excelência do ensino e da investigação desenvolvida no ISCSP-ULisboa.

Parabéns mestre Matilde e parabéns também ao Instituto de Apoio à Criança pelos 26 anos de intervenção junto de crianças em situação de rua.

Matilde

Vídeo do programa “Repórter TVI” “Meninos Invisíveis” sobre o Projecto Rua do Instituto de Apoio à Criança

Junho 2, 2015 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Vídeo do programa “Repórter TVI” “Meninos Invisíveis”sobre o Projecto Rua do Instituto de Apoio à Criança, emitido no dia 1 de junho de 2015. A reportagem contou com a participação da Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua e de vários técnicos do IAC- Projecto Rua.

o vídeo da reportagem pode ser visualizado no link:

http://www.tvi.iol.pt/programa/reporter-tvi/53c6b3483004dc006243bd77/videos/–/videos–reptvi/video/556cbfd00cf2c34b73cb6a00/1

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Apresentação do produto final do projeto “Catch & Sustain” em Lisboa e Bruxelas

Fevereiro 19, 2015 às 1:52 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança, enquanto entidade parceira em Portugal do projeto europeu CATCH & SUSTAIN (“European Cross – Actors Exchange Platform for Trafficked Children on Methodology Building for Prevention and Sustainable Inclusion” – HOME / 2012 / ISEC / AG / THB / 4000003940), vai apresentar aos seus parceiros locais no próximo dia 26 de fevereiro em Lisboa o produto final do mesmo, um manual de formação para a prevenção do tráfico de crianças.

Esta sessão antecede a conferência final direccionada para entidades e representantes a nível europeu, que se realizará a 26 de março em Bruxelas, na qual estará presente a equipa que representa o IAC neste projecto: Matilde Sirgado, Paula Paçó, Isabel Porto e Maria João Carmona.

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Pobreza em Portugal em debate na Antena 1 com a participação de Matilde Sirgado do IAC

Fevereiro 11, 2015 às 4:20 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Debate na Antena 1 no dia 10 de fevereiro de 2015 com a participação da Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua.

Ouvir o debate aqui

Antena 1 10 Fev, 2015, 11:55

Há pelo menos 2 milhões de portugueses em risco de pobreza e com tendência para aumentar dizem os números do Instituto Nacional de Estatística. Dados e valores em debate com três atores na área da pobreza em Portugal.

João Batista da AMI, Matilde Sirgado do Projeto Rua do Instituto de Apoio à Criança e Carlos Farinha Rodrigues, professor do ISEG, entrevistado por Cristina Santos.

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Congresso Internacional Tráfico de Seres Humanos nos Paises da Europa do Sul – com a participação de Matilde Sirgado do IAC

Novembro 18, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, irá estar presente no congresso no dia 28 de novembro com a comunicação “Proteção das vítimas de tráfico humano através de uma abordagem baseada nos direitos humanos” pelas 14.00 h.

mais informações no link:

http://conferencethb.wordpress.com/

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Conferência Nacional Tráfico de Seres Humanos e Mendicidade Forçada – com a participação de Matilde Sirgado do IAC

Outubro 14, 2014 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, irá estar presente na mesa redonda “O tráfico de seres humanos e a mendicidade forçada em Portugal: do combate ao tráfico à integração das vítimas” pelas 15.30 h.

mais informações sobre a conferência aqui

Entrada gratuita com inscrição obrigatória até 22 de Outubro para elizabeth.santos@eapn.pt  ou em https://pt.surveymonkey.com/s/59V7ZR9

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I Primeiras Jornadas de Reflexão sobre Investigação e Intervenção com Crianças e Jovens

Dezembro 3, 2013 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, irá estar presente no dia 4 de Dezembro pelas 13.30 h na sessão “Intervenção com crianças e jovens em risco.”

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mais informações aqui

Acordo de cooperação entre Ministério da Justiça e IAC ajudou mais de 60 jovens

Maio 28, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do dnoticias.pt de 25 de Maio de 2013.

A notícia contém declarações da Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua.

Mais de 60 jovens, a cumprir penas em centros educativos, foram sinalizados pela Direção-geral de Reinserção Social e ajudados pelo Instituto de Apoio à Criança, no âmbito do acordo de cooperação assinado com o Ministério da Justiça em 2012.

O protocolo foi assinado a 25 de maio de 2012, data em que se assinala o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, no decorrer da conferência “Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente” e previa que os jovens a cumprir penas em centros educativos pudessem participar em atividades do Instituto de Apoio à Criança (IAC).

Em declarações à agência Lusa, a coordenadora do projeto Rua do IAC disse que esta iniciativa dirige-se aos jovens com medidas tutelares educativas, que numa primeira fase são “vítimas da sociedade” e que depois “acabam por ser infratores”.

“Acreditamos, e a própria DGRS [Direção-geral de Reinserção Social], que a estes jovens não basta só medidas repressivas e é importante uma relação de proximidade com eles”, explicou Matilde Sirgado, acrescentando que o trabalho desenvolvido tem como objetivo trabalhar competências sociais e individuais.

Por várias fases, ao longo do último ano, a DGRS sinalizou e encaminhou para o IAC 63 jovens.

Matilde Sirgado adiantou que destes 63 jovens, 21 foram sinalizados para um acompanhamento individual, para o treino de competências, enquanto os restantes 42 precisavam de apoio psicológico.

“Isto é o universo no âmbito do protocolo e tenho uma lista de espera que não consegui ainda dar resposta, nomeadamente ao nível do apoio psicológico, de cerca de 10 jovens, mas que rapidamente será gerida”, revelou a responsável.

Todos os jovens inseridos neste programa estão a cumprir pena e, de acordo com a coordenadora do projeto Rua, genericamente estão em causa crimes de violência e agressões sexuais, principalmente entre os rapazes, furtos, violência gratuita e algumas tentativas de homicídio.

Matilde Sirgado adiantou que estes são jovens com grande dificuldade em cumprir regras, gerir frustrações ou reconhecer figuras de autoridade.

“Quanto ao perfil, [têm] níveis elevados de insucesso escolar, dificuldade na socialização dentro da família e da escola, ausência generalizada de valores em termos de quadros de referência, banalizam o ilícito e desvalorizam tudo o que tenham feito, mesmo que aos nossos olhos seja grave e tem muita dificuldade na aceitação de regras. Acham que podem tudo”, descreveu.

Entre estes jovens é frequente o consumo de droga e álcool, comportamentos muitas vezes repetidos pelos exemplos que conhecem entre os pais, a quem não reconhecem figura de autoridade, ao mesmo tempo que os próprios pais são negligentes nas suas funções parentais, razão pela qual há também um trabalho ao nível das famílias.

“O grande objetivo é captá-los ao máximo e ocupar ao máximo o tempo deles com ações positivas para que não deixe espaço para eles continuarem com os seus laços de ligação às práticas ilícitas”, disse Matilde Sirgado.

Acrescentou que no centro de desenvolvimento e inclusão juvenil tentam reestruturar rotinas, dando-lhes uma oportunidade de se inserirem na sociedade através de uma aposta nos seus níveis de escolaridade.

“Com alguns conseguimos ter os requisitos mínimos para depois entrarem num curso de formação profissional ou terem objetivos concretos como por exemplo tirar a carta”, frisou a responsável.

 

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