30º Aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança – Instituto de Apoio à Criança

Novembro 20, 2019 às 2:52 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Manuela Eanes. É urgente mudar as regras de adoção em Portugal

Novembro 14, 2019 às 12:30 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Foto:Joana Bougard/ RR

Notícia e imagem da Rádio Renascença de 14 de novembro de 2019.

“As crianças não têm sindicato, não votam, nem fazem manifestações de rua”, ficando este problema esquecido. Portugal tem oito mil menores institucionalizados.

A presidente honorária do Instituto de Apoio à Criança defende ser necessário haver um debate urgente sobre a adoção, lembrando que há oito mil crianças institucionalizadas em Portugal.

“Temos o problema da adoção. Há anos e anos que se andam a enrolar as comissões para mudar algo. É inacreditável, pois não ajudamos as crianças a serem mais felizes”, diz Manuela Eanes em tom de desabafo.

Questionada sobre o que tem travado a resolução deste problema? “As crianças não têm sindicato, não votam, nem fazem manifestações de rua”, responde.

Em entrevista à RTP mostra-se preocupada com a forma como as autoridades atuaram relativamente à mulher suspeita de abandonar o filho recém-nascido no lixo, em Lisboa. “Atirar pedras não é nenhuma solução”, alerta Manuela Eanes, lembrando que a jovem mulher está destroçada. “Não sei qual é a solução psiquiátrica, mas é com certeza muito grave”.

“Como cidadã acho que não devia ter ido para prisão preventiva”, esclarece, acrescentado que deveria ter sido observada num hospital por um psiquiatra ou psicólogo.

O recém-nascido encontrado junto a Santa Apolónia vai continuar na Maternidade Alfredo da Costa até ao final da semana por prevenção, segundo uma fonte do Centro Hospitalar Lisboa Central.

A mãe, uma sem-abrigo de 22 anos, aguarda julgamento em prisão preventiva, pois está acusada de homicídio qualificado na forma tentada, mas um grupo de advogados entregou no Supremo Tribunal de Justiça um pedido de “habeas corpus” para libertar a mulher suspeita de abandonar o filho recém-nascido num caixote do lixo, em Lisboa.

O anúncio foi feito nas redes sociais por Varela de Matos, um dos candidatos a bastonário da Ordem dos Advogados, para quem a prisão da mulher é “ilegal” e pretende “fomentar a discussão” com elevação.

Para o grupo de juristas que avançou com o pedido de libertação da mulher sem-abrigo, não está em causa um crime de tentativa de homicídio, mas sim de exposição e abandono, “que nem sequer permitiria a prisão preventiva”.

Este não é caso único, no ano passado, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens identificou dez casos de bebés abandonados nos primeiros seis meses de vida.

Vídeo da RTP com declarações de Manuela Eanes no link:

https://www.rtp.pt/noticias/pais/grande-entrevista-manuela-eanes-considera-urgente-debater-e-alterar-regras-da-adocao-em-portugal_v1185714

Apresentação do livro “Fátima Campos Ferreira Entrevista Manuela Eanes” 28 junho no El Corte Inglés em Lisboa

Junho 26, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Mais informações sobre o livro no link:

https://paulus.pt/fatima-campos-ferreira-entrevista-manuela-eanes

Prémio Carreira ACTIVA Mulheres Inspiradoras 2018, atribuído à Drª Manuela Ramalho Eanes

Janeiro 17, 2019 às 2:40 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Ricardo Santos

Fotografia de Ricardo Santos

Texto do Instagram da Revista Activa

Manuela Ramalho Eanes recebeu o Prémio Carreira no Prémio ACTIVA Mulheres Inspiradoras 2018. Primeira-dama de Portugal entre 1976 a 1986, esta mulher notável foi pioneira a desempenhar um papel ativo na função de mulher de presidente, acompanhando o marido e desenvolvendo paralelamente os seus projetos de ação social. Fez sua a missão de proteger as crianças em perigo: em 1983 fundou o Instituto de Apoio à Criança (IAC), do qual é atualmente presidente honorária. Em 1997 foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e recebeu o Prémio Cidadão Europeu 2015 pelo seu trabalho à frente do IAC, cuja ação foi também reconhecida com o Prémio Direitos Humanos 2014. É descrita como uma mulher doce, extremamente dedicada e empenhada. «Na vida nunca desisto de nada», é a máxima de D. Hélder da Câmara que Manuela Eanes adotou para si.

A Entrevista – Manuela Eanes – 4 de janeiro na RTP1 21.00 h

Janeiro 3, 2019 às 6:21 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.rtp.pt/programa/tv/p36660

 

Concerto Solidário 35 anos do IAC: presença na TVI da Dra. Manuel Eanes, Dra. Matilde Sirgado e Dra. Melanie Tavares

Novembro 16, 2018 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais fotografias no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/atualidades/noticias/item/962-concerto-solidario-35-anos-do-iac-presenca-na-tvi

mais informações sobre o concerto no link:

http://www.iacrianca.pt/concerto35anos/

Manuela Ramalho Eanes recebe Prémio MAC 2018 Personalidade do Ano, 20 de junho em Lisboa

Junho 19, 2018 às 4:10 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações nos links:

http://www.movimentoartecontemporanea.com/mac/

https://www.facebook.com/events/1731265463621780/

https://expressodooriente.com/premios-mac-sao-entregues-dia-20/

 

 

“Profundamente triste no seu sentir”: a menina que viveu 8 anos num galinheiro em Oliveira do Hospital

Janeiro 22, 2018 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://expresso.sapo.pt/ de 17 de janeiro de 2018.

© António Pedro Ferreira “Profundamente triste no seu sentir”: a menina que viveu 8 anos num galinheiro em Oliveira do Hospital

Marta Gonçalves

O rosto de Isabel tinha traços semelhantes aos de uma galinha, a cabeça era demasiado pequena para o corpo, os olhos grandes e rasgados, os lábios e os dentes tinham-se desenvolvido como se fosse um bico. Isabel tinha 9 anos quando em 1980 foi tirada de um galinheiro onde passou boa parte do tempo desde bebé. A mãe saía para trabalhar no campo e deixava a menina com os animais. Comia milho e couves como as galinhas, bebia uma caneca com café. Hoje, Isabel tem 48 anos.

A história chegou aos jornais nos primeiros dias de 1980, numa reportagem publicada pelo “Diário de Notícias”, que contava a forma como “a Menina Galinha” – assim foi Isabel Quaresma nomeada pelos órgãos de comunicação social na época – vivia (ou sobrevivia). No lugar da Vaqueira, não muito longe de Oliveira do Hospital, Isabel morava com mãe e o marido desta – que não era o pai de Isabel.

“A mãe dela é maluca”, contavam os vizinhos aos jornais. Isabel comia quando calhava. No casebre onde ficava alguém escreveu a tinta vermelha “atenção, aqui andam almas de outro mundo”. Na aldeia, as pessoas sabiam as condições a que a menina estava sujeita. “Vi muitas vezes a miúda cheia de trampa. A mãe não liga. Ela fica assim todo o tempo e ainda leva pancada por cima”, diziam.

“Uma criança de corpo disforme, subnutrida, aparentando uma idade que não tem, gesticula ao colo de uma senhora”, descrevia “A Capital” a 28 de janeiro de 1980.

A primeira denúncia surgiu em 1976, quando uma tia tentou levá-la para ser observada por médicos em Coimbra. Diagnosticada com deficiência profunda, Isabel precisava de ser internada para reabilitação. Mas não havia vaga em lado algum. De instituição em instituição, de hospital em hospital, Isabel acabaria por regressar a um dos primeiros lugares que conheceu: ao galinheiro.

“O comportamento da Isabel situa-se a um nível biológico elementar”

O caso ganhou notoriedade quatro anos depois, quando Maria Bichão, técnica de radiologia no Hospital de Torres Vedras, que levou a menina para sua casa durante 15 dias, denunciou o caso à comunicação social. O tema foi manchete de jornais, motivo de várias reportagens. “Estava longe de imaginar que ainda era possível viver-se nestas circunstâncias em que esta criança vivia. Mas mais grave ainda era o facto de a denúncia deste caso ter sido feita quatro anos antes sem que qualquer instituição desse o passo para resolver”, comentou a jornalista d’“A Capital” Maria Catarina, que acompanhou o caso.

Manuela Eanes, à época primeira-dama, viria a tomar um papel importante nesta história: levou Isabel para Lisboa para tentar a recuperação possível. Ficou a viver no colégio Ocupacional Luís Rodrigues, onde foi acompanhada.

“Pelo que me foi dado a observar, direi que se trata de uma criança com uma insuficiência intelectual muito provavelmente por motivo de abandono afetivo e social. O comportamento da Isabel situa-se a um nível biológico elementar, isto é, reações primárias de um ser animal ou humano”, contou João dos Santos, diretor do Centro de Higiene Mental Infantil de Lisboa,a “O Jornal” em fevereiro de 1980.

Isabel, que era “profundamente triste no seu sentir”, não chorava porque chorar “é a primeira forma de comunicação do ser humano e ela levou a sua curta existência votada ao mais completo dos abandonos”.

Em 1991, o Expresso esteve com Isabel. Foi das poucas visitas que a menina recebeu, a família já deixara de a ir ver. “Mantém gestos que lembram o sítio onde cresceu. Desloca-se com passos curtos, rápidos e bate os braços encolhidos”. Bater os braços era ainda uma das formas que usava para se expressar. Aos 27 anos, já conseguia andar sozinha em zonas planas, estava menos agressiva.

“Apesar de não falar, é muito inteligente, autónoma, adapta-se muito bem ao meio. Sabe mostrar o que quer e o que não quer”, relatava ao “Diário de Notícias” Cristina Conceição, psicóloga do centro em 2002. Desde então, Isabel continua internada em Fátima. Sem revelarem mais detalhes para preservar “a dignidade da utente”, o Expresso sabe que Isabel Quaresma, quase quase a celebrar mais um aniversário, “está bem”.

 

 

8ª Edição do Festival Revelação de “Vozes da Diáspora”: uma aposta no futuro

Setembro 13, 2017 às 12:25 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A 8ª Edição do Festival Revelação de “Vozes da Diáspora” realizou-se no dia 26 de agosto, em Lisboa, no espaço B. Leza.

A Fundação Infância Feliz, com sede em Cabo Verde foi a entidade promotora do evento em parceria com a Associação Cabo-Verdiana de Lisboa.

Dada a especial colaboração entre o Instituto de Apoio à Criança e a Fundação Infância Feliz, cuja Presidente é Adélcia Pires, mulher do antigo Presidente da República de Cabo Verde, a Presidente Honorária do IAC – Manuela Eanes, associou-se a esta iniciativa, exercendo toda a sua influência junto de vários canais de comunicação para a divulgação deste evento.

O Concurso “Vozes da Diáspora” representa a dimensão cultural e de apoio aos jovens com aptidões artísticas. Ressalta a vitalidade da música Cabo-Verdiana como poderoso veículo cultural, espelhada nas vozes dos jovens, alguns dos quais nunca pisaram as terras do arquipélago.

O concurso contou com jovens dos 15 aos 19 anos de idade, de Cabo Verde e da Diáspora de Estados Unidos, França, Inglaterra, Luxemburgo, Portugal e S. Tomé e Príncipe.

As candidatas interpretaram magnificamente e com grande competência técnica, duas músicas, sendo uma do país que representavam e a outra Cabo-Verdiana. A avaliação foi efetuada por um júri muito competente, composto por músicos que representam com distinção a cultura Cabo-Verdiana a nível internacional, presidido pela cantora veterana Celina Pereira.

A pontuação foi atribuída depois de uma longa e difícil reflexão, pela elevada qualidade das candidatas. Baseou-se na capacidade vocal, interpretativa e de comunicação das participantes, num registo eminentemente pedagógico.

 

 

A Presidente Honorária – Manuela Eanes e a Coordenadora do Projecto Rua – Matilde Sirgado testemunharam com emoção e entusiasmo a atribuição do 1º prémio à concorrente de Cabo-verde, o 2º e 3º prémio pertenceram às candidatas de França e Estados Unidos respetivamente.

De destacar, que este concurso contou com a presença da madrinha do evento, a Primeira-Dama de Cabo-Verde – Lígia Fonseca, ladeada pelas presidentes das duas instituições parceiras, Adélcia Pires e Manuela Eanes, que teve a honra de entregar o 1º prémio à candidata vencedora.

Aos restantes concorrentes, apelou-se para que nenhum deixasse de perseguir o seu próprio sonho, independentemente do resultado do concurso.

O IAC felicita a organização do evento, que tudo fez para que o concurso corresse sem sobressaltos de maior.

A nossa instituição associa-se com todo o empenho e carinho a iniciativas deste género pelas consequências positivas que normalmente proporcionam à juventude.

É sem dúvida uma aposta no Futuro.

Matilde Sirgado

O Encontro Comemorativo dos 20 Anos da Rede Construir Juntos decorreu em 30 de junho de 2017

Julho 28, 2017 às 3:37 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No dia 30 de junho, assinalou-se os 20 Anos da Rede Construir Juntos (RCJ), com a realização de um Encontro Comemorativo, que decorreu no Auditório do Instituto Português do Desporto e Juventude, em Lisboa.

A sessão de abertura contou com a presença de Manuela Eanes – Presidente Honorária do IAC, Augusto Fontes Baganha – Presidente do Conselho Diretivo do IPDJ, Hugo Carvalho – Presidente do Conselho Nacional da Juventude e José António Vieira da Silva – Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Manuela Eanes, no seu discurso sábio, salientou que uma das grandes prioridades da Europa tem de ser o Social, num trabalho responsável e humanizado, enfatizando a importância que a constituição da Rede Construir Juntos teve para a promoção da intervenção, não só do IAC mas também das demais entidades parceiras. Vieira da Silva evidenciou a enorme importância de se estabelecer um diálogo aberto com as redes da sociedade civil, numa lógica de cooperação com os poderes instituídos.

Terminada a sessão de abertura, um grupo de jovens subiu ao palco para ofertar a cada um dos presentes uma flor, portadora das suas mensagens, como símbolo da sua Voz. Seguiu-se depois um Momento Musical com a atuação de representantes da Rede Juvenil Crescer Juntos.

O 1º painel – “20 Anos a Construir Juntos” teve a participação de Matilde Sirgado, Coordenadora do IAC – Projecto Rua, Paula Nobre de Deus da Direção da Associação Chão dos Meninos de Évora e Carlos Caixas, Psicólogo e consultor para a intervenção profissional de pessoas vulneráveis.

 

 

Matilde Sirgado levou-nos numa “viagem “ pelas várias etapas do crescimento da RCJ, com “escala” obrigatória em momentos fulcrais da vida desta Rede. Convidando-nos a participar num “regresso ao passado”, recordou o momento de formalização pública da Rede, destacou a tipologia de acções levadas a cabo, demonstrando a capacidade que esta Rede sempre demonstrou em antecipar respostas adequadas aos problemas sociais emergentes, promovendo a transferibilidade de metodologias a nível nacional e internacional, reforçando a inevitabilidade do trabalho em parceria.

Frisando a importância do registo de todos os momentos que ajudaram a Rede a crescer, Paula Nobre de Deus desafiou os presentes a “regressar ao futuro”, a renovar o compromisso de partilha, a ligar esta Rede a outras redes por forma a ter uma visão concertada dos problemas e a assumir uma postura de lobby para que possamos ter uma política pública, para as crianças/jovens e suas famílias, que garanta uma transversalidade necessária no âmbito dos Direitos.

Carlos Caixas proferiu a comunicação: “Construir Juntos(,) o Portugal Social e a Europa”. Recordou a importância que a RCJ teve para o crescimento da ArteNave de Moimenta da Beira. Abordou a necessidade de financiamento das redes para que possam efetivar o seu trabalho e que os projetos deveriam ser tomados pelas instituições e não por pessoas.

No período da tarde, Paula Duarte, Coordenadora do IAC – Fórum Construir Juntos em Coimbra, Alexandre Gencer e Maria Lopes – Representantes da Rede Juvenil – abordaram o tema “Rede Juvenil Crescer Juntos – Os Jovens como Agentes de Mudança”.

 

 

Paula Duarte fez um balanço dos sete anos de Rede Juvenil e evidenciou a importância/dedicação do trabalho desenvolvido pelos jovens da Rede Juvenil Crescer Juntos (RJCJ).

Alexandre Gencer partilhou com os presentes as mais valias de pertencer a uma rede, na qual os jovens tem uma participação ativa em todo o processo e se sentem representados. Considerou ainda que é pertinente que todas as instituições tenham conhecimento do trabalho umas das outras para que possam ser mais eficazes e não duplicar ações.

Maria Lopes deu o seu testemunho, enquanto membro da Rede Juvenil, conseguindo passar a mensagem de uma forma emotiva e criativa.

A Coordenadora do Núcleo da EAPN de Lisboa, Maria Joaquina Madeira, apresentou uma comunicação sobre “O Valor Acrescentado do Trabalho em Rede”. Realçou que as instituições desenvolveram novas competências que só são possíveis com um trabalho em rede e que alguns dos problemas se resolvem inovando. Considerou que esta Rede é uma rede vitoriosa pois contempla a ação humana, os afetos, a cooperação e a coragem de inovar.
Hermano Carmo, Professor Catedrático, abordou a temática “As Parcerias na Educação para a Cidadania”. Referiu que não é possível lidar sozinho com problemas complexos. Daí a importância de um cidadão, para exercer o seu dever de cidadania, ser autónomo, solidário e socialmente responsável. Para concluir referiu que a “chave da sustentabilidade de qualquer parceria está na capacidade de ser autêntica, ou seja a sua prática tem de corresponder à sua retórica”.

 

 

Paulo Teixeira, Consultor Logframe – Consultoria e Formação -falou sobre a “RCJ – Que perspetivas para o Futuro?”. Referiu que estamos num contexto de mudança nas formas de pensar e agir na área social. Neste sentido, considerou a RCJ um bom exemplo de resiliência e de adaptabilidade. Para o futuro, considerou que a Rede deverá ser sustentável, ganhar escala, ter aumento de eficiência e eficácia, de forma a responder rapidamente a novos desafios. Neste sentido, as redes não são uma opção, mas sim uma inevitabilidade.

Na sessão de encerramento, contámos com a presença de Dulce Rocha-Presidente do IAC, Cinelândia Cogumbreiro Presidente do IAC Açores, José Carreiro – Presidente do CASLAS –Lagos, João Afonso – Vereador dos Direitos Sociais CML, Pedro Folgado – Diretor do Departamento da Juventude do IPDJ e João Paulo Rebelo – Secretário de Estado da Juventude e do Desporto. Foi dado ênfase ao facto de a RCJ, nos seus projetos, dar voz aos jovens, respeitando o direito à participação e opinião das crianças, numa lógica de empoderamento da juventude. Em jeito de conclusão e, como afirmou Hugo Carvalho, ”olhar para a descendência de uma rede é olhar para o futuro”.

Paralelamente à realização do Encontro, esteve patente ao público uma exposição, sobre o percurso da Rede ao longo de duas décadas, ilustrada com imagens das atividades mais emblemáticas. Considerou-se ainda importante e oportuno, pela temática abordada, a divulgação do livro Crianças em Situação de Rua: O caso do IAC – Projecto Rua “Em Família para Crescer”, da autoria de Matilde Sirgado.

Salienta-se ainda a amável colaboração da Casa Pia de Lisboa, que proporcionou um saboroso coffee break servido pelos seus alunos.

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